Imigração
Crime, multa e expulsão: destino dos ilegais em Itália
por SUSANA SALVADORHoje
O Senado italiano aprovou a criminalização da imigração ilegal, uma proposta do Governo de Silvio Berlusconi que agrada aos seus aliados da Liga do Norte, mas não à oposição, às organizações de defesa dos direitos humanos ou ao Vaticano. Bruxelas vai avaliar a lei
Um barco com 89 imigrantes líbios a bordo foi detectado pelas autoridades italianas a poucas milhas de Lampedusa. Ao abrigo do acordo com a Líbia, os ilegais - entre os quais nove mulheres e três crianças -, foram transferidos para um barco-patrulha líbio e obrigados a regressar ao país de origem sem qualquer avaliação. Mas mesmo que tivessem conseguido chegar à ilha, o seu destino podia não ser muito diferente. O Senado italiano acaba de aprovar a criminalização da imigração ilegal em Itália.
Desde ontem, um "sem-papéis" é oficialmente um delinquente, que vê a sua vida familiar transformar-se num inferno - não pode registar os filhos e quem lhe alugar casa pode ser condenado - e se for apanhado será imediatamente expulso é poderá ser obrigado a pagar uma multa de cinco a dez mil euros. Em 2008, foram aprovadas 28 mil expulsões. Na lei inicial, previa-se uma pena de prisão, mas as críticas de outros países da Europa e o facto dos cárceres italianos estarem sobrelotados fez com que o Governo de Silvio Berlusconi mudasse de ideias.
Outro dos aspectos fortemente criticados na nova legislação - aprovada por 157 votos a favor, 124 contra e 3 abstenções - é o facto de legalizar as "patrulhas cidadãs". Estas estarão encarregues de informar a polícia sobre situações de perigo, devendo ser controladas pelas câmaras municipais. Os seus elementos, que serão preferencialmente ex-agentes de polícia ou das forças de segurança, não podem andar armados.
Estas patrulhas já estavam a ser programadas nas ruas do norte de Itália, onde foi criada a Guarda Nacional Italiana, um grupo de extrema-direita que usa uniformes bege e barretes militares pretos. Esta região é território da Liga Norte - o partido anti-imigração que é aliado de Berlusconi. Um dos seus líderes é Roberto Maroni, o ministro do Interior, que disse estar "muito satisfeito" com a aprovação da lei. Indicou contudo que este grupo não terá autorização para efectuar patrulhas.
Mas apesar do contentamento da Liga Norte, são muitos os críticos: desde a oposição às organizações de direitos humanos, passando pelo Vaticano. A Santa Sé diz que a legislação "ignora a integração", focando-se só na segurança. A própria Comissão Europeia indicou que vai examinar a lei para verificar a sua "compatibilidade" com o direito comunitário, indicando que "as regras de expulsão automática (...) não são aceitáveis".
Segundo a estimativa da responsável pela imigração na organização católica Sant'Egidio, Daniela Pompei, existem em Itália entre 400 mil e 500 mil clandestinos. Só em 2008, 38 mil pessoas entraram ilegalmente no país por mar (30 mil desembarcaram na ilha de Lampedusa), um aumento de 75% em relação ao ano anterior.
A nova lei promete agudizar o problema da xenofobia em Itália, que se agudizou por causa da crise económica. Um grupo de intelectuais italianos, no qual se inclui o Prémio Nobel da Literatura de 1997, Dario Fo, ou o escritor Antonio Tabucchi, criticaram "o regresso das leis raciais na Europa", recordando a legislação contra os judeus de 1938, aprovada durante a ditadura de Benito Mussolini.
Saturday, July 4, 2009
Friday, July 3, 2009
AQUI OS ISLÂMICOS NUNCA PASSARÃO...
http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204556804574261972756515860.html
A NOSSA RIQUEZA TEM 2 NACIONALIDADES E DOIS GOVERNOS A TOMAR CONTA DELES...
De visita a Setúbal
Primeiro-Ministro de Cabo Verde falou sobre problemas da comunidade
Numa visita a Setúbal, a propósito do 34º aniversário da independência de Cabo Verde, José Maria Pereira Neves falou do orgulho sentido pela comunidade cabo-verdiana em Portugal, mas não deixou também de se referir a algumas “nódoas” que “prejudicam a comunidade”.
O presidente cabo-verdiano aproveitou a oportunidade para agradecer à presidente da autarquia sadina “tudo o que tem feito pela integração da comunidade de Cabo Verde”, acrescentando que “temos aqui [em Setúbal] mais uma ilha, onde nos sentimos em casa, também graças à acção da autarquia.”
Maria das Dores Meira falou dos “braços amigos” dos cabo-verdianos residentes em Setúbal, que “têm contribuído para o engrandecimento da região”. A propósito do 34º aniversário da independência de Cabo Verde, que se comemora este domingo (5 de Julho), a autarca referiu o facto daquela comunidade ter conseguido “cativar-nos, há mais de três décadas”, sendo hoje uma das maiores comunidades estrangeiras no nosso país.
MAS NADA DE EXAGEROS.2AS E 3AS "GERAÇÕES"?"NÓDOAS NEGRAS"?
Ó NEVES TEM QUE FALAR COM O SOS RACISMO... E VERÁ QUE AFINAL É TUDO BOATOS MALDOSOS...
QUANTO À AUTARCA INTERNACIONALISTA ACHO QUE DEVE ENCOMENDAR UM ESTUDO APROFUNDADO ACERCA DA PRESENÇA DA COMUNIDADE JÁ NO TEMPO DO REI FUNDADOR..."cativar-nos, há mais de três décadas”,
Primeiro-Ministro de Cabo Verde falou sobre problemas da comunidade
Numa visita a Setúbal, a propósito do 34º aniversário da independência de Cabo Verde, José Maria Pereira Neves falou do orgulho sentido pela comunidade cabo-verdiana em Portugal, mas não deixou também de se referir a algumas “nódoas” que “prejudicam a comunidade”.
O presidente cabo-verdiano aproveitou a oportunidade para agradecer à presidente da autarquia sadina “tudo o que tem feito pela integração da comunidade de Cabo Verde”, acrescentando que “temos aqui [em Setúbal] mais uma ilha, onde nos sentimos em casa, também graças à acção da autarquia.”
Maria das Dores Meira falou dos “braços amigos” dos cabo-verdianos residentes em Setúbal, que “têm contribuído para o engrandecimento da região”. A propósito do 34º aniversário da independência de Cabo Verde, que se comemora este domingo (5 de Julho), a autarca referiu o facto daquela comunidade ter conseguido “cativar-nos, há mais de três décadas”, sendo hoje uma das maiores comunidades estrangeiras no nosso país.
MAS NADA DE EXAGEROS.2AS E 3AS "GERAÇÕES"?"NÓDOAS NEGRAS"?
Ó NEVES TEM QUE FALAR COM O SOS RACISMO... E VERÁ QUE AFINAL É TUDO BOATOS MALDOSOS...
QUANTO À AUTARCA INTERNACIONALISTA ACHO QUE DEVE ENCOMENDAR UM ESTUDO APROFUNDADO ACERCA DA PRESENÇA DA COMUNIDADE JÁ NO TEMPO DO REI FUNDADOR..."cativar-nos, há mais de três décadas”,
O ESTADO EM AUTOFAGIA
MP acusa Gonçalo Amaral de torturar padrasto de Joana
Procurador diz que ex-coordenador da PJ agrediu ex--companheiro de Leonor para dizer onde estava a menina
Ontem
MARISA RODRIGUES
Gonçalo Amaral é acusado de ter torturado Leandro Silva, antigo companheiro de Leonor Cipriano, nas instalações da Polícia Judiciária de Faro. O crime terá ocorrido no mesmo dia em que a mãe de Joana foi agredida.
Segundo o Ministério Público (MP), o ex-coordenador da PJ agiu em co-autoria com outros inspectores que não foi possível identificar. Neste processo, Leandro Silva é representado por Marcos Aragão Correia, o mesmo advogado que acompanhou a mãe de Joana no julgamento que resultou na condenação de dois investigadores da PJ, um dos quais Gonçalo Amaral.
A acusação, a que o JN teve acesso, refere que, na tarde de 13 de Outubro de 2004, Amaral e dois inspectores se deslocaram à casa onde Leandro viva com Leonor, Joana e dois irmãos, na aldeia de Figueira, em Portimão.
Conduziram-no à Judiciária de Faro para prestar declarações na qualidade de testemunha no processo relativo ao desaparecimento da criança. Cerca das 20 horas, Leandro acabaria por revelar que lhe Leonor lhe confessara ter abandonado o cadáver de Joana numa casa em ruínas nas imediações da Figueira. A inquirição aconteceu num gabinete do primeiro andar e foi presidida por Paulo Marques Bom, um dos arguidos no processo das agressões à mãe da menina.
No final, Amaral informou Leandro de que poderia abandonar as instalações da PJ. Quando se dirigiu às escadas de acesso ao andar inferior do edifício foi abordado por dois inspectores que o agarraram pelos braços, impedindo-o de movimentar-se.
Enquanto isso, o arguido é acusado de o ter agarrado por trás pelo pescoço com ambas as mãos e, posteriormente, "colocou-se à sua frente desferindo-lhe diversos socos no abdómen e bofetadas na face, ao mesmo tempo que lhe dizia para indicar onde se encontrava a Joana."
O procurador do MP de Faro, José Fonte Santa, reconhece, no entanto, não ter conseguido identificar os dois inspectores.
Em consequência das agressões, o ex-companheiro de Leonor sofreu uma "contusão da grelha costal" e outras lesões que o impediram de trabalhar. Na acusação de duas páginas, concluída a 23 de Junho, pode ainda ler-se que o objectivo era forçar Leandro a prestar outras declarações com uma nova versão sobre o local onde se encontraria Joana.
Marcos Aragão Correia confessou estar "extremamente satisfeito por ver que o MP trabalhou de forma competente", lamentando apenas que não tenha sido possível identificar os outros autores das agressões.
Por sua vez, Gonçalo Amaral afirma, ao JN, ser "o único polícia do país envolvido em dois casos de tortura nos últimos 200 anos. São rastilhos do caso Madeleine". "Quanto a Marcos Aragão Correia, a sociedade deve acreditar que a sua recuperação é possível", diz, numa alusão ao pedido de internamento do advogado por "desequilíbrio de ordem patológica com laivos de perigosidade social", que entregou recentemente no Tribunal de Faro.
E AINDA POR CIMA COM OS CONTRIBUINTES A PAGAREM O FAMOSO "APOIO JUDICIÁRIO"
MAIS CONHECIDO POR "OFICIOSAS" QUE PERMITE A QUALQUER ADVOGADO MANHOSO E A UM PÉ DESCALÇO DELINQUENTE MOBILIZAREM A JUSTIÇA PORTUGUESA
Procurador diz que ex-coordenador da PJ agrediu ex--companheiro de Leonor para dizer onde estava a menina
Ontem
MARISA RODRIGUES
Gonçalo Amaral é acusado de ter torturado Leandro Silva, antigo companheiro de Leonor Cipriano, nas instalações da Polícia Judiciária de Faro. O crime terá ocorrido no mesmo dia em que a mãe de Joana foi agredida.
Segundo o Ministério Público (MP), o ex-coordenador da PJ agiu em co-autoria com outros inspectores que não foi possível identificar. Neste processo, Leandro Silva é representado por Marcos Aragão Correia, o mesmo advogado que acompanhou a mãe de Joana no julgamento que resultou na condenação de dois investigadores da PJ, um dos quais Gonçalo Amaral.
A acusação, a que o JN teve acesso, refere que, na tarde de 13 de Outubro de 2004, Amaral e dois inspectores se deslocaram à casa onde Leandro viva com Leonor, Joana e dois irmãos, na aldeia de Figueira, em Portimão.
Conduziram-no à Judiciária de Faro para prestar declarações na qualidade de testemunha no processo relativo ao desaparecimento da criança. Cerca das 20 horas, Leandro acabaria por revelar que lhe Leonor lhe confessara ter abandonado o cadáver de Joana numa casa em ruínas nas imediações da Figueira. A inquirição aconteceu num gabinete do primeiro andar e foi presidida por Paulo Marques Bom, um dos arguidos no processo das agressões à mãe da menina.
No final, Amaral informou Leandro de que poderia abandonar as instalações da PJ. Quando se dirigiu às escadas de acesso ao andar inferior do edifício foi abordado por dois inspectores que o agarraram pelos braços, impedindo-o de movimentar-se.
Enquanto isso, o arguido é acusado de o ter agarrado por trás pelo pescoço com ambas as mãos e, posteriormente, "colocou-se à sua frente desferindo-lhe diversos socos no abdómen e bofetadas na face, ao mesmo tempo que lhe dizia para indicar onde se encontrava a Joana."
O procurador do MP de Faro, José Fonte Santa, reconhece, no entanto, não ter conseguido identificar os dois inspectores.
Em consequência das agressões, o ex-companheiro de Leonor sofreu uma "contusão da grelha costal" e outras lesões que o impediram de trabalhar. Na acusação de duas páginas, concluída a 23 de Junho, pode ainda ler-se que o objectivo era forçar Leandro a prestar outras declarações com uma nova versão sobre o local onde se encontraria Joana.
Marcos Aragão Correia confessou estar "extremamente satisfeito por ver que o MP trabalhou de forma competente", lamentando apenas que não tenha sido possível identificar os outros autores das agressões.
Por sua vez, Gonçalo Amaral afirma, ao JN, ser "o único polícia do país envolvido em dois casos de tortura nos últimos 200 anos. São rastilhos do caso Madeleine". "Quanto a Marcos Aragão Correia, a sociedade deve acreditar que a sua recuperação é possível", diz, numa alusão ao pedido de internamento do advogado por "desequilíbrio de ordem patológica com laivos de perigosidade social", que entregou recentemente no Tribunal de Faro.
E AINDA POR CIMA COM OS CONTRIBUINTES A PAGAREM O FAMOSO "APOIO JUDICIÁRIO"
MAIS CONHECIDO POR "OFICIOSAS" QUE PERMITE A QUALQUER ADVOGADO MANHOSO E A UM PÉ DESCALÇO DELINQUENTE MOBILIZAREM A JUSTIÇA PORTUGUESA
A GUERRILHA IMPORTADA E NACIONALIZADA
03 Julho 2009 - 00h30
Linha de Sintra: Secção de roubos da PJ volta a apanhar assaltante
Foge do colégio para ir roubar
O capuz e a caçadeira disfarçam a cara e mãos de miúdo, 16 anos de idade e mais de três no roubo violento. João ‘da Teresa’, como é conhecido por causa da mãe, há muito que conquistou respeito entre os amigos no meio do crime, na Amadora. Até porque aos 13, 14, 15 anos, nada tinha a perder – sermão no Tribunal de Menores e uns meses de colégio interno. Foi daí que fugiu recentemente, de uma instituição à guarda do Estado, para atacar carros, uma farmácia, uma pastelaria e um restaurante à mão armada.
Tudo isto até a Secção de Roubos da Polícia Judiciária de Lisboa o ter apanhado esta semana, já com idade para ser presente a um tribunal de adultos. Recolheu à cadeia em prisão preventiva. Quanto aos roubos, já este ano, variam entre a caçadeira ou a pistola que levava consigo.
Na Farmácia Correia, em Queluz, na tarde de 10 de Abril; Pastelaria Delícia do Pendão, no dia seguinte, também em Queluz; e Restaurante Pérola da Anta, em Agualva, no mesmo mês. Sempre em carros roubados antes para o efeito; normalmente com três amigos já presos pela Judiciária, um dos quais baleado pela PSP a 18 de Abril durante uma tentativa de assalto violento às bombas da Repsol de Barcarena, Oeiras. No assalto à farmácia sequestraram os clientes e apontaram a pistola ao funcionário, roubando 400 euros.
COMO SE VÊ ATÉ AGORA SEMPRE SE ESFORÇOU POR NOS ENRIQUECER... MAS COMO SÃO MILHARES E MILHARES COMO IRÁ SER NO FUTURO?
Linha de Sintra: Secção de roubos da PJ volta a apanhar assaltante
Foge do colégio para ir roubar
O capuz e a caçadeira disfarçam a cara e mãos de miúdo, 16 anos de idade e mais de três no roubo violento. João ‘da Teresa’, como é conhecido por causa da mãe, há muito que conquistou respeito entre os amigos no meio do crime, na Amadora. Até porque aos 13, 14, 15 anos, nada tinha a perder – sermão no Tribunal de Menores e uns meses de colégio interno. Foi daí que fugiu recentemente, de uma instituição à guarda do Estado, para atacar carros, uma farmácia, uma pastelaria e um restaurante à mão armada.
Tudo isto até a Secção de Roubos da Polícia Judiciária de Lisboa o ter apanhado esta semana, já com idade para ser presente a um tribunal de adultos. Recolheu à cadeia em prisão preventiva. Quanto aos roubos, já este ano, variam entre a caçadeira ou a pistola que levava consigo.
Na Farmácia Correia, em Queluz, na tarde de 10 de Abril; Pastelaria Delícia do Pendão, no dia seguinte, também em Queluz; e Restaurante Pérola da Anta, em Agualva, no mesmo mês. Sempre em carros roubados antes para o efeito; normalmente com três amigos já presos pela Judiciária, um dos quais baleado pela PSP a 18 de Abril durante uma tentativa de assalto violento às bombas da Repsol de Barcarena, Oeiras. No assalto à farmácia sequestraram os clientes e apontaram a pistola ao funcionário, roubando 400 euros.
COMO SE VÊ ATÉ AGORA SEMPRE SE ESFORÇOU POR NOS ENRIQUECER... MAS COMO SÃO MILHARES E MILHARES COMO IRÁ SER NO FUTURO?
Thursday, July 2, 2009
OS CULTIVADORES DE DROGA DEVERIAM SER TODOS TRATADOS COMO CRIMINOSOS
Les marines déployés en Afghanistan ont lancé une opération d'envergure contre les talibans dans la province du Helmand, dans le sud du pays, annonce, jeudi 2 juillet, le corps des marines. L'Opération Khanjar (coup d'épée) implique près de 4 000 militaires américains et 650 policiers et militaires afghans. Une cinquantaine d'avions y participent. L'état-major américain espère réussir là où les forces de l'OTAN ont échoué depuis des années. Il s'agit de prendre le contrôle de l'ensemble de la basse vallée de l'Helmand, cœur de l'insurrection talibane et première région au monde productrice d'opium.
Edition abonnés Thématique : La stratégie d'Obama en Afghanistan
Le Helmand fournit 90 % de la production mondiale de cette drogue. Son trafic et celui de ses dérivés comme l'héroïne sont considérés comme une des ressources des réseaux rebelles. Entre 300 et 500 talibans tiendraient le district de Nawa.
Vague après vague, des hélicoptères américains ont débarqué les marines en pleine nuit dans plusieurs endroits de la vallée, où alternent champs de blé et champs d'opium, arrosés par des canaux et parsemés çà et là de petites maisons de brique en boue. C'est dans ce cadre que les insurgés défient depuis des années les forces de l'OTAN. Cette opération est, selon les officiers sur le terrain, la plus grande opération aéroportée lancée depuis la guerre du Vietnam. C'est la première opération d'envergure lancée par les marines depuis leur déploiement au cours des derniers mois en Afghanistan.
ENTÃO OS COCALEROS E OS PRODUTORES DE HAXIXE...
Edition abonnés Thématique : La stratégie d'Obama en Afghanistan
Le Helmand fournit 90 % de la production mondiale de cette drogue. Son trafic et celui de ses dérivés comme l'héroïne sont considérés comme une des ressources des réseaux rebelles. Entre 300 et 500 talibans tiendraient le district de Nawa.
Vague après vague, des hélicoptères américains ont débarqué les marines en pleine nuit dans plusieurs endroits de la vallée, où alternent champs de blé et champs d'opium, arrosés par des canaux et parsemés çà et là de petites maisons de brique en boue. C'est dans ce cadre que les insurgés défient depuis des années les forces de l'OTAN. Cette opération est, selon les officiers sur le terrain, la plus grande opération aéroportée lancée depuis la guerre du Vietnam. C'est la première opération d'envergure lancée par les marines depuis leur déploiement au cours des derniers mois en Afghanistan.
ENTÃO OS COCALEROS E OS PRODUTORES DE HAXIXE...
QUE SE ZANGUEM AS COMADRES PARA SABERMOS AS VERDADES
From The Times July 2, 2009
Eurojust, the EU fraud body, fails to fulfil its briefArturo John and Ben Rose
The Serious Fraud Office is embroiled in a fiasco that may inadvertently have settled the fate of José Sócrates, the Portuguese Prime Minister, and determined the outcome of that country’s elections in September.
Beyond Portuguese domestic politics, though, it could also lead to the decapitation of Eurojust, the European Union body designed to help to fight cross-border crime, and have wide implications for UK citizens who face prosecution under the proposed overseas bribery law.
Early this year the SFO wrote to the Portuguese authorities naming Sócrates as a suspect in a corruption investigation. The letter was leaked and sent shockwaves through Portugal. Sócrates was accused of bribery in 2002, when Minister for the Environment, over the building of the largest shopping complex in Europe. It was built by Freeport, a British company, on the Tagus estuary nature reserve, and opened by Prince Edward in 2004.
At about the same time the Portuguese police received an anonymous letter alleging bribes had been channelled to Sócrates by Freeport. Portuguese police wrote to the SFO in August 2005 requesting various pieces of evidence. There was little or no response. The Portuguese investigation apparently petered out, with no one arrested or formally classified a suspect.
Simultaneously, the SFO was investigating BAe and other allegations of overseas corruption pre-dating the Anti-Terrorism Crime and Security Act 2002 (where there was no jurisdiction to prosecute). Meanwhile, it apparently sat on the police request from Portugal, despite the implications for Portuguese democracy and its potential for the prosecution of UK citizens abroad accused of bribery.
When Freeport was taken over by the Carlyle Group in 2007, the SFO returned to the subject and that July, nearly two years after the request for information by the Portuguese authorities, Charles Smith, Freeport’s consultant in Lisbon, was interviewed under caution by the City of London Police. He denied the bribery allegation in spite of having been secretly filmed by Freeport in 2006 admitting the offence.
Even by the usual standards of crossborder fraud investigations, matters proceeded at a glacial pace. Portuguese sources suggest that there was little or no exchange of information until late last year when Portuguese and British authorities met in the Hague under Eurojust
The SFO proposed a joint investigation. The Portuguese authorities rejected this, saying that any admissions made by Smith in 2006 to Freeport were inadmissible in Portugal. The Portuguese Attorney-General issued a thinly veiled attack on the SFO lamenting its tardiness and stating that there was no admissible evidence of corruption by a government minister.
The SFO began its own investigation into the UK end of the scandal and launched an appeal for assistance from Portugal, requesting the collection of evidence about UK nationals. Unfortunately, the request named the Portuguese Prime Minister as a suspect in the UK investigation and the letter was entirely predictably leaked to the Portuguese press.
The Portuguese Attorney-General retaliated with a press release emphasising that the SFO had produced no relevant evidence and that a foreign police force could not make a suspect of a Portuguese citizen in this way.
Relations between the SFO and its Portuguese counterpart have become acrimonious and Eurojust has proved incapable of resolving matters. Meanwhile, Sócrates’ socialist Government took a hammering in last month’s European elections and is likely to lose the general elections — in no small part owing to the speculation and scandal surrounding the investigation.
With the SFO being seen as careless in labelling the Portuguese Prime Minister as a suspect, the president of Eurojust facing disciplinary proceedings, the grinding delay in cross-border investigations and constant leaking, international efforts have been gravely set back.
There are, nevertheless, encouraging steps both at home and abroad. Legislation introducing a standardised European evidence warrant will come into force by January 2011. This requires investigative authorities to provide other states with documentary evidence within 60 days of request.
Jack Straw, the Justice Secretary, has made it clear that he sees no reason why the Corruption Bill cannot be enacted before a general election. This will not only simplify and clarify the patchwork of offences on bribery and corruption, it will also create a specific offence of corrupting a foreign official and make it an offence for a company negligently to allow bribery by an employee or agent. This will help to settle issues of jurisdiction and facilitate the prevention of corruption as well as its prosecution.
The devastating consequences of white collar crime, as highlighted by the Bernard Madoff case, make it essential that lessons are learnt to develop and strengthen the proper channels of communication so that authorities may provide each other with admissible evidence when required.
Meanwhile, UK companies and citizens suspected of international bribery and corruption should expect more prompt and focused investigations — and ones less often derailed by the politics that have surrounded recent highly publicised requests for mutual international assistance.
Arturo John is a solicitor and Ben Rose a partner at Hickman & Rose
AS NOMEAÇÕES POLÍTICAS QUE ENXAMEIAM OS ORGANISMOS DE ESTADO SERVEM PARA "ACELERAR" O QUÊ?
TRATEM É DE RECOLOCAR O PROFISSIONALISMO DA FUNÇÃO PÚBLICA E DE REPOR DIRECTORES GERAIS PROFISSIONAIS.E DEPOIS AVALIEM À VONTADE...
Eurojust, the EU fraud body, fails to fulfil its briefArturo John and Ben Rose
The Serious Fraud Office is embroiled in a fiasco that may inadvertently have settled the fate of José Sócrates, the Portuguese Prime Minister, and determined the outcome of that country’s elections in September.
Beyond Portuguese domestic politics, though, it could also lead to the decapitation of Eurojust, the European Union body designed to help to fight cross-border crime, and have wide implications for UK citizens who face prosecution under the proposed overseas bribery law.
Early this year the SFO wrote to the Portuguese authorities naming Sócrates as a suspect in a corruption investigation. The letter was leaked and sent shockwaves through Portugal. Sócrates was accused of bribery in 2002, when Minister for the Environment, over the building of the largest shopping complex in Europe. It was built by Freeport, a British company, on the Tagus estuary nature reserve, and opened by Prince Edward in 2004.
At about the same time the Portuguese police received an anonymous letter alleging bribes had been channelled to Sócrates by Freeport. Portuguese police wrote to the SFO in August 2005 requesting various pieces of evidence. There was little or no response. The Portuguese investigation apparently petered out, with no one arrested or formally classified a suspect.
Simultaneously, the SFO was investigating BAe and other allegations of overseas corruption pre-dating the Anti-Terrorism Crime and Security Act 2002 (where there was no jurisdiction to prosecute). Meanwhile, it apparently sat on the police request from Portugal, despite the implications for Portuguese democracy and its potential for the prosecution of UK citizens abroad accused of bribery.
When Freeport was taken over by the Carlyle Group in 2007, the SFO returned to the subject and that July, nearly two years after the request for information by the Portuguese authorities, Charles Smith, Freeport’s consultant in Lisbon, was interviewed under caution by the City of London Police. He denied the bribery allegation in spite of having been secretly filmed by Freeport in 2006 admitting the offence.
Even by the usual standards of crossborder fraud investigations, matters proceeded at a glacial pace. Portuguese sources suggest that there was little or no exchange of information until late last year when Portuguese and British authorities met in the Hague under Eurojust
The SFO proposed a joint investigation. The Portuguese authorities rejected this, saying that any admissions made by Smith in 2006 to Freeport were inadmissible in Portugal. The Portuguese Attorney-General issued a thinly veiled attack on the SFO lamenting its tardiness and stating that there was no admissible evidence of corruption by a government minister.
The SFO began its own investigation into the UK end of the scandal and launched an appeal for assistance from Portugal, requesting the collection of evidence about UK nationals. Unfortunately, the request named the Portuguese Prime Minister as a suspect in the UK investigation and the letter was entirely predictably leaked to the Portuguese press.
The Portuguese Attorney-General retaliated with a press release emphasising that the SFO had produced no relevant evidence and that a foreign police force could not make a suspect of a Portuguese citizen in this way.
Relations between the SFO and its Portuguese counterpart have become acrimonious and Eurojust has proved incapable of resolving matters. Meanwhile, Sócrates’ socialist Government took a hammering in last month’s European elections and is likely to lose the general elections — in no small part owing to the speculation and scandal surrounding the investigation.
With the SFO being seen as careless in labelling the Portuguese Prime Minister as a suspect, the president of Eurojust facing disciplinary proceedings, the grinding delay in cross-border investigations and constant leaking, international efforts have been gravely set back.
There are, nevertheless, encouraging steps both at home and abroad. Legislation introducing a standardised European evidence warrant will come into force by January 2011. This requires investigative authorities to provide other states with documentary evidence within 60 days of request.
Jack Straw, the Justice Secretary, has made it clear that he sees no reason why the Corruption Bill cannot be enacted before a general election. This will not only simplify and clarify the patchwork of offences on bribery and corruption, it will also create a specific offence of corrupting a foreign official and make it an offence for a company negligently to allow bribery by an employee or agent. This will help to settle issues of jurisdiction and facilitate the prevention of corruption as well as its prosecution.
The devastating consequences of white collar crime, as highlighted by the Bernard Madoff case, make it essential that lessons are learnt to develop and strengthen the proper channels of communication so that authorities may provide each other with admissible evidence when required.
Meanwhile, UK companies and citizens suspected of international bribery and corruption should expect more prompt and focused investigations — and ones less often derailed by the politics that have surrounded recent highly publicised requests for mutual international assistance.
Arturo John is a solicitor and Ben Rose a partner at Hickman & Rose
AS NOMEAÇÕES POLÍTICAS QUE ENXAMEIAM OS ORGANISMOS DE ESTADO SERVEM PARA "ACELERAR" O QUÊ?
TRATEM É DE RECOLOCAR O PROFISSIONALISMO DA FUNÇÃO PÚBLICA E DE REPOR DIRECTORES GERAIS PROFISSIONAIS.E DEPOIS AVALIEM À VONTADE...
Wednesday, July 1, 2009
OS QUE VIERAM PARA NOS PAGAR A PENSÃO...

Fim-de-semana de tiroteio em Loures fez seis feridos
por Augusto Freitas de Sousa, Publicado em 29 de Junho de 2009
.Autoridades garantem que há uma disputa de territórios entre diferentes gangs locais
O bairro ilegal da Quinta da Serra foi mais uma vez palco de confrontos. Agora entre moradores.
Jaqueline Dango, com 25 anos, ficou com uma munição alojada no pé esquerdo. Dois jovens dispararam contra o seu irmão, mas acabaram por atingir a jovem. 2/2 + fotogalería .Jaqueline Dango ainda tem no pé uma das balas de um tiroteio, na Quinta da Serra, Freguesia do Prior Velho, Loures, mesmo às portas de Lisboa. O tiroteio começou na noite de sexta-feira e no sábado voltou a haver desacatos. Segundo os primeiros relatos, os tiros e desacatos provocaram seis feridos no bairro. Fontes policiais adiantaram que os incidentes se devem a uma disputa de territórios que inclui moradores daquele bairro e de outros, como Quinta do Mocho e Fonte Nova, ambos em Loures.
O i falou com uma das feridas. Jaqueline Dango, de 25 anos, descreveu o que lhe aconteceu na noite de sexta-feira: acabada de chegar do Hospital Curry Cabral, Jaqueline repousava, ainda assustada com os acontecimentos da noite anterior, rodeada de amigos e familiares. Ao i, a jovem contou que dois rapazes da zona, T. e M., à porta de sua casa, chamaram o seu irmão Yazalde, de 24 anos, e perguntaram-lhe por Gil, outro irmão, mais novo. Yazalde disse que Gil não estava e abriu a porta de casa. Aqui, Jaqueline só percebeu que os dois jovens dispararam mais do que um tiro, um deles atingindo de raspão Yazalde. A bala atingiu a jovem, alojando-se no seu pé. Jaqueline não conhece os objectivos dos dois autores do disparo. A bala continua alojada no seu pé e a jovem terá de esperar que a ferida sare para perceber se a bala pode ser extraída. Segundo os médicos, está junto ao osso e pode não ser possível operar.
A mãe de um dos supostos agressores, Teresa Gomes, sentada ao lado de Jaqueline, resignada, confessa que não vê o filho desde essa noite e lamentava a sua sorte. Ao i, afirma que não percebe como é que o filho não está preso e não entende o que o levou para "esta vida", apesar de identificar um ponto de viragem no comportamento dele: "Desde que vieram os deportados dos Estados Unidos." Não sabia explicar bem, mas está convencida de que há jovens que ali moram que vieram recambiados para Portugal, onde têm família. Uma situação que foi confirmada ao i por um investigador policial. Apesar da pouca informação sobre o assunto, sabe-se que há, pelo menos, um jovem, de alcunha "americano", que terá vindo deportado dos EUA e reside naquela zona do Prior Velho.
Segundo alguns residentes na zona, que não notaram nada de anormal este fim-de-semana além da presença da PSP - habitual para estes residentes -, o bairro é conhecido pela instabilidade e por desacatos há dezenas de anos. Um morador disse ao i que há dois ou três anos o bairro albergava milhares de imigrantes africanos, cabo-verdianos, guineenses e angolanos, mas hoje apenas restam algumas centenas.
Moradores do próprio bairro confessaram ao i ter ouvido "qualquer coisa este sábado", mas pouco adiantaram sobre o sucedido. Um dos baleados, um jovem que estava em repouso depois de uma intervenção cirúrgica à perna, preferiu não prestar qualquer declaração. Há muito que os agentes da PSP, da Polícia Judiciária (PJ) e de outras autoridades, conhecem o bairro da Quinta da Serra, paredes meias com a Urbanização de Santo António da Serra. Ainda em Setembro de 2008, elementos da PSP, da Unidade Especial de Polícia e do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, efectuaram operações, e a PJ apreendeu várias armas no local. As polícias têm referenciados suspeitos de envolvimento em actividades criminosas, mas, como no caso de um dos envolvidos no tiroteio deste fim-de-semana, são menores de idade e logo voltam a actividades ilegais.
A PSP de Moscavide e o posto de polícia do Hospital Curry Cabral remeteram qualquer informação para a Direcção Nacional da PSP, mas até ao fecho da edição não foi possível obter explicações. No bairro, como tantos outros de génese ilegal, a imagem é repetida vezes sem conta: barracas, mais ou menos habitáveis, lixo, animais, crianças e idosos convivem num contraste de caos urbanístico e vista desafogada da ponte Vasco da Gama sobre o rio Tejo.
AGORA PELOS VISTOS ATÉ LEVAMOS COM OS "EXPULSOS" DOS EUA POR TEREM CÁ FAMÍLIA... A FAMA CORRE MUNDO DO PARAÍSO AQUI INSTALADO...
ARMAS PELOS VISTOS NUNCA FALTAM.ISSO E DROGA QUE DEVE SER O MEIO DE VIDA DE MUITO GENTINHA QUE TEORICAMENTE NOS VEIO "ENRIQUECER".E PARA "TRABALHAR" SEGUNDO O SEC ESTADO INTERNACIONALISTA DAS WEB´S...
DEPOIS QUEIXEM-SE DE SEREM CORRIDOS DO BEM BOM...
QUE A ANA GOMES AVANCE PARA O AEROPORTO...
Washington demande à l'OTAN plus de troupes et de soutien financier pour l'Afghanistan
NEM MAIS UM SOLDADO PARA O AFEGANISTÃO!QUE OS CHINESES MANDEM SOLDADOS...OU OS RUSSOS...
AGORA PARA UMA MERDA TÃO LONGÍNQUA PORTUGUESES?SEM NADA SE GANHAR COM ISSO?E ESPATIFAR O MATERIAL QUE TANTO CUSTOU A CONSEGUIR?
FORÇA ANA FICO À ESPERA...
NEM MAIS UM SOLDADO PARA O AFEGANISTÃO!QUE OS CHINESES MANDEM SOLDADOS...OU OS RUSSOS...
AGORA PARA UMA MERDA TÃO LONGÍNQUA PORTUGUESES?SEM NADA SE GANHAR COM ISSO?E ESPATIFAR O MATERIAL QUE TANTO CUSTOU A CONSEGUIR?
FORÇA ANA FICO À ESPERA...
CÁ TINHA QUE SER PARA O DESERTO DE GOBI...
Vladimir Putin gambling law banishes Russian casinos to Siberian exile
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JOGADORES,
PUTAS E PANELEIROS SÓ EM PORTUGAL...
NOTÍCIA CANDIDATA A PRÉMIO ACIDI...
01 Julho 2009 - 00h30
Margem Sul: PJ de Setúbal prende quatro autores do homicídio
Gang sequestra rouba e mata
Pontapeado e espancado com tacos de basebol, o traficante esvaiu-se em sangue até à morte, na mata do Vale da Amoreira, Moita. O homicídio, ocorrido no princípio do ano, tem a marca de uma quadrilha de ladrões violentos. O gang do Caixa Baixa vive na área do crime – e os quatro membros foram anteontem presos pela PJ de Setúbal, com auxílio do Grupo de Operações Especiais da PSP.
Foram cumpridos dez mandados de busca no Vale da Amoreira, Baixa da Banheira, Barreiro e Moita, onde a PJ apanhou duas armas de fogo, 200 munições, droga, ouro e computadores.
A 19 de Setembro de 2008, os suspeitos, entre os 21 e 25 anos, atacaram um casal no Lavradio. Espancados e roubados, deram as chaves de casa de familiares. Tal como o CM noticiou, o gang invadiu a residência das vítimas, na Quinta dos Fidalguinhos, Lavradio, e também as agrediu.
Os quatro são ainda suspeitos de ter baleado dois comerciantes. Um deles, Bruno Semiano, hemofílico de 33 anos, foi, tal como o CM noticiou a 11 de Maio deste ano, baleado numa perna no café dos pais, em Alhos Vedros. O mesmo grupo terá ainda baleado um outro comerciante.
Um dos detidos é suspeito no assalto ao café Coffee Time, em Vila Chã, Barreiro. A 28 de Janeiro, um grupo invadiu o café, roubando os funcionários e clientes. Ontem à noite, continuavam a ser ouvidos pelo juiz.
O grupo, auto-intitulado "Caixa Baixa", composto por jovens de raça branca e negra, estava "devidamente organizado" e era "gerador de grande alarme social", disse Júlio Barbas à Agência Lusa.
Margem Sul: PJ de Setúbal prende quatro autores do homicídio
Gang sequestra rouba e mata
Pontapeado e espancado com tacos de basebol, o traficante esvaiu-se em sangue até à morte, na mata do Vale da Amoreira, Moita. O homicídio, ocorrido no princípio do ano, tem a marca de uma quadrilha de ladrões violentos. O gang do Caixa Baixa vive na área do crime – e os quatro membros foram anteontem presos pela PJ de Setúbal, com auxílio do Grupo de Operações Especiais da PSP.
Foram cumpridos dez mandados de busca no Vale da Amoreira, Baixa da Banheira, Barreiro e Moita, onde a PJ apanhou duas armas de fogo, 200 munições, droga, ouro e computadores.
A 19 de Setembro de 2008, os suspeitos, entre os 21 e 25 anos, atacaram um casal no Lavradio. Espancados e roubados, deram as chaves de casa de familiares. Tal como o CM noticiou, o gang invadiu a residência das vítimas, na Quinta dos Fidalguinhos, Lavradio, e também as agrediu.
Os quatro são ainda suspeitos de ter baleado dois comerciantes. Um deles, Bruno Semiano, hemofílico de 33 anos, foi, tal como o CM noticiou a 11 de Maio deste ano, baleado numa perna no café dos pais, em Alhos Vedros. O mesmo grupo terá ainda baleado um outro comerciante.
Um dos detidos é suspeito no assalto ao café Coffee Time, em Vila Chã, Barreiro. A 28 de Janeiro, um grupo invadiu o café, roubando os funcionários e clientes. Ontem à noite, continuavam a ser ouvidos pelo juiz.
O grupo, auto-intitulado "Caixa Baixa", composto por jovens de raça branca e negra, estava "devidamente organizado" e era "gerador de grande alarme social", disse Júlio Barbas à Agência Lusa.
NA POLÍTICA TEMOS MUITOS "MESTRES DAMI"
Bruxo julgado por burlas de 318 mil euros
'Mestre Dami' garantia que "desfazia" feitiços contra vítimas ou familiares. A troco de muito. Uma vítima foi burlada em 210 mil euros
'Mestre Dami' garantia que "desfazia" feitiços contra vítimas ou familiares. A troco de muito. Uma vítima foi burlada em 210 mil euros
OS AFRICANIZADORES SÓ DESCOBREM ISTO NA VÉSPERA DAS ELEIÇÕES...
Doentes dos PALOP usam atestados para ter vistos
por CARLA AGUARHoje
Os acordos de saúde com os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) estão a funcionar como uma porta de entrada ilegal de imigrantes, em alguns casos através de atestados médicos falsos, que Portugal não consegue controlar, admitem instituições de solidariedade e fontes dos Negócios Estrangeiros ao DN.
Nos últimos cinco anos, o número de doentes transferidos quase duplicou, passando dos 682 em 2004 para os 1241 no ano passado, num total de 4659. Destes, ninguém sabe quantos terão regressado ou ficado cá. Para além de que, nos casos em que os doentes são crianças, o protocolo prevê que sejam acompanhadas por um familiar, o que amplia facilmente os números fornecidos ao DN pela Direcção-Geral da Saúde.
Em causa está uma despesa anual da ordem dos 3,5 milhões de euros, suportada pelo Serviço Nacional de Saúde, com a gestão e o tratamento dos doentes evacuados. Ou seja, 17 milhões de euros nos últimos cinco anos.
Celebrados num espírito de solidariedade, nos anos subsequentes à descolonização, aqueles protocolos com Angola, Cabo Verde, Guiné, Moçambique e São Tomé já ajudaram milhares de africanos a acederem a cirurgias e tratamentos de que não dispõem nos seus países, salvando vidas.
Mas há situações de atestados falsos, com o fim exclusivo de obter um visto para entrar no País. Noutros casos, os doentes chegam a Portugal para serem tratados, mas depois já não regressam, violando-se assim a filosofia dos acordos, sem que a DGS, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras ou as suas embaixadas o consigam impedir.
A Casa do Gil, da fundação com o mesmo nome, - que acolhe crianças com carências sociais na fase pós-hospitalar - é testemunha desta situação. "Um dos casos em que nos apercebemos da falsidade do atestado foi porque a mesma criança veio cá parar duas vezes", conta a presidente da fundação, Margarida Pinto Correia. "Veio da Guiné para ser operada, ficou curada e foi repatriada. Mas acabou por regressar, através de um atestado falso, sem justificação. A mãe estava grávida e o que queria era ter a criança em Portugal, pois isso facilita a residência", explica.
Situações como a descrita sucedem-se em diferentes modalidades. "Há crianças que vêm com o elemento da família mais apto para rentabilizar o visto, arranjando trabalho", prossegue a dirigente da fundação. Não raras vezes estes familiares mais desligados deixam as crianças abandonadas, que acabam por ir parar a instituições ou rapidamente arranjam outras mulheres, que engravidam e a situação é um círculo sem fim, contam responsáveis deste tipo de organismos. Também há crianças que ficam recuperadas e quando contactada a família local não querem recebê-la, porque "é melhor para a criança ficar em Portugal".
"Estamos a importar uma bola de neve de dramas sociais, porque Portugal não está a conseguir fazer cumprir o espírito destes acordos de saúde, que começa no tratamento e deve acabar no repatriamento", resume Margarida Pinto Correia.
E defende a revisão dos acordos. "Não vale a pena manter as obrigações dos PALOP, que não as cumprem. Mais vale articular as diferentes entidades, para que se conclua o repatriamento e se apoie na origem", diz.
MAS JÁ AGORA SE QUEREM TUDO CONTROLADINHO PORQUE É QUE TODAS AS ESCOLAS NÃO SÃO SEF(MATRICULANDO ALUNOS SEM PAPÉIS)MAS LOGO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS?DANDO O MAGALHÃES, PAGANDO OS LIVROS, COLOCANDO PROFESSORES EM AULAS INDIVIDUAIS, PAGANDO AS REFEIÇÕES...E DEPOIS QUEM É QUE PAGA ISSO?
por CARLA AGUARHoje
Os acordos de saúde com os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) estão a funcionar como uma porta de entrada ilegal de imigrantes, em alguns casos através de atestados médicos falsos, que Portugal não consegue controlar, admitem instituições de solidariedade e fontes dos Negócios Estrangeiros ao DN.
Nos últimos cinco anos, o número de doentes transferidos quase duplicou, passando dos 682 em 2004 para os 1241 no ano passado, num total de 4659. Destes, ninguém sabe quantos terão regressado ou ficado cá. Para além de que, nos casos em que os doentes são crianças, o protocolo prevê que sejam acompanhadas por um familiar, o que amplia facilmente os números fornecidos ao DN pela Direcção-Geral da Saúde.
Em causa está uma despesa anual da ordem dos 3,5 milhões de euros, suportada pelo Serviço Nacional de Saúde, com a gestão e o tratamento dos doentes evacuados. Ou seja, 17 milhões de euros nos últimos cinco anos.
Celebrados num espírito de solidariedade, nos anos subsequentes à descolonização, aqueles protocolos com Angola, Cabo Verde, Guiné, Moçambique e São Tomé já ajudaram milhares de africanos a acederem a cirurgias e tratamentos de que não dispõem nos seus países, salvando vidas.
Mas há situações de atestados falsos, com o fim exclusivo de obter um visto para entrar no País. Noutros casos, os doentes chegam a Portugal para serem tratados, mas depois já não regressam, violando-se assim a filosofia dos acordos, sem que a DGS, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras ou as suas embaixadas o consigam impedir.
A Casa do Gil, da fundação com o mesmo nome, - que acolhe crianças com carências sociais na fase pós-hospitalar - é testemunha desta situação. "Um dos casos em que nos apercebemos da falsidade do atestado foi porque a mesma criança veio cá parar duas vezes", conta a presidente da fundação, Margarida Pinto Correia. "Veio da Guiné para ser operada, ficou curada e foi repatriada. Mas acabou por regressar, através de um atestado falso, sem justificação. A mãe estava grávida e o que queria era ter a criança em Portugal, pois isso facilita a residência", explica.
Situações como a descrita sucedem-se em diferentes modalidades. "Há crianças que vêm com o elemento da família mais apto para rentabilizar o visto, arranjando trabalho", prossegue a dirigente da fundação. Não raras vezes estes familiares mais desligados deixam as crianças abandonadas, que acabam por ir parar a instituições ou rapidamente arranjam outras mulheres, que engravidam e a situação é um círculo sem fim, contam responsáveis deste tipo de organismos. Também há crianças que ficam recuperadas e quando contactada a família local não querem recebê-la, porque "é melhor para a criança ficar em Portugal".
"Estamos a importar uma bola de neve de dramas sociais, porque Portugal não está a conseguir fazer cumprir o espírito destes acordos de saúde, que começa no tratamento e deve acabar no repatriamento", resume Margarida Pinto Correia.
E defende a revisão dos acordos. "Não vale a pena manter as obrigações dos PALOP, que não as cumprem. Mais vale articular as diferentes entidades, para que se conclua o repatriamento e se apoie na origem", diz.
MAS JÁ AGORA SE QUEREM TUDO CONTROLADINHO PORQUE É QUE TODAS AS ESCOLAS NÃO SÃO SEF(MATRICULANDO ALUNOS SEM PAPÉIS)MAS LOGO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS?DANDO O MAGALHÃES, PAGANDO OS LIVROS, COLOCANDO PROFESSORES EM AULAS INDIVIDUAIS, PAGANDO AS REFEIÇÕES...E DEPOIS QUEM É QUE PAGA ISSO?
SÓ FALTA "DERRUBAR" A GNR...
Hipótese de polícia única avançada pelo PSD divide os representantes das diversas forças
01.07.2009 - 08h31 José Bento Amaro
O PSD não exclui a hipótese de analisar a hipótese da unificação das polícias portuguesas. O tema é recorrente e agrada a alguns sindicatos da PSP e GNR, as duas forças de segurança mais numerosas.
E QUANDO ISSO ACONTECER SERÁ O CADA UM POR SI...E TALVEZ OS NASCIMENTO DAS MILÍCIAS PARTIDÁRIAS...
JÁ O OUTRO DIZIA QUE QUEM PARA NÃO SABE FODER ATÉ OS COLHÕES INCOMODAM...
01.07.2009 - 08h31 José Bento Amaro
O PSD não exclui a hipótese de analisar a hipótese da unificação das polícias portuguesas. O tema é recorrente e agrada a alguns sindicatos da PSP e GNR, as duas forças de segurança mais numerosas.
E QUANDO ISSO ACONTECER SERÁ O CADA UM POR SI...E TALVEZ OS NASCIMENTO DAS MILÍCIAS PARTIDÁRIAS...
JÁ O OUTRO DIZIA QUE QUEM PARA NÃO SABE FODER ATÉ OS COLHÕES INCOMODAM...
Tuesday, June 30, 2009
SOMEM TODAS AS "COOPERAÇÕES" E TERÃO UMA DESAGRADÁVEL SURPRESA...
26.06.2009
EPUL assina Protocolo de Cooperação com o município cabo-verdiano de Santa Catarina
No âmbito do reforço das relações de cooperação entre a Câmara Municipal de Lisboa e os países de expressão Lusófona realizou-se no passado dia 24 de Junho, na Sala do Arquivo dos Paços do Concelho, a assinatura de um Protocolo de Cooperação entre a EPUL e a Câmara Municipal de Santa Catarina, da Ilha de Santiago, em Cabo Verde.
SÓ EM VIAGENS DOS "COOPERADORES"...
DEPOIS A COISA VAI DE "JUNTAS DE FREGUESIA" ATÉ POR AÍ ACIMA SEM CONTROLO NENHUM.ADMIRAM-SE DO TAMANHO DA "DÍVIDA"?PARA ESTA RAPAZIADA O POÇO NÃO TEM FUNDO... CÁ E LÁ NO EX-IMPÉRIO, AGORA EM MUDANÇA PARA CÁ...
EPUL assina Protocolo de Cooperação com o município cabo-verdiano de Santa Catarina
No âmbito do reforço das relações de cooperação entre a Câmara Municipal de Lisboa e os países de expressão Lusófona realizou-se no passado dia 24 de Junho, na Sala do Arquivo dos Paços do Concelho, a assinatura de um Protocolo de Cooperação entre a EPUL e a Câmara Municipal de Santa Catarina, da Ilha de Santiago, em Cabo Verde.
SÓ EM VIAGENS DOS "COOPERADORES"...
DEPOIS A COISA VAI DE "JUNTAS DE FREGUESIA" ATÉ POR AÍ ACIMA SEM CONTROLO NENHUM.ADMIRAM-SE DO TAMANHO DA "DÍVIDA"?PARA ESTA RAPAZIADA O POÇO NÃO TEM FUNDO... CÁ E LÁ NO EX-IMPÉRIO, AGORA EM MUDANÇA PARA CÁ...
O MP ANDA DISTRAÍDO...
Offshore socialista
"A última novidade do Governo socialista do senhor presidente do Conselho é uma coisa chamada Fundação para as Comunicações Móveis. Esta entidade, cozinhada no gabinete do ministro Lino ex-TGV e ex-aeroportos da Ota e Alcochete, foi a contrapartida exigida pelo Governo a três operadores para obterem as licenças dos telemóveis de terceira geração. É privada, tem um conselho geral com três membros nomeados pelo Executivo e um conselho de administração com três elementos, presidido por um ex-membro do gabinete do impagável Lino, devidamente remunerado, e dois assessores do senhor que está cansado de aturar o senhor presidente do Conselho e já não tem idade para ser ministro.
Chegados aqui vamos à massa. Os três operadores meteram até agora na querida fundação 400 milhões de euros, uma parte do preço a pagar pelas tais licenças. O Estado, por sua vez, desviou para esta verdadeira offshore socialista 61 milhões de euros. E pronto. De uma penada temos uma entidade privada, que até agora sacou 461 milhões de euros, gerida por três fiéis do ministro Lino, isto é, três fiéis do senhor presidente do Conselho. É evidente que esta querida fundação não é controlada por nenhuma autoridade e movimenta a massa como quer e lhe apetece, isto é, como apetece ao senhor presidente do Conselho.
Chegados aqui tudo é possível. Chegados aqui é legítimo considerar que as Fátimas, Isaltinos, Valentins, Avelinos e comandita deste sítio manhoso, pobre, deprimido, cheio de larápios e obviamente cada vez mais mal frequentado não passam de uns meros aprendizes de feiticeiro ao pé da equipa dirigida com mão de ferro e rédea curta pelo senhor presidente do Conselho.
Chegados aqui é legítimo dar largas à imaginação e pensar que a querida fundação, para além de ter comprado a uma empresa uma batelada de computadores Magalhães sem qualquer concurso, pode pagar o que bem lhe apetecer, como campanhas eleitorais do PS e dos seus candidatos a autarquias, e fazer muita gente feliz com os milhões que o Estado generosamente lhe colocou nos cofres.
Chegados aqui é natural que se abra a boca de espanto com o silêncio das autoridades, particularmente do senhor procurador-geral da República, justiceiro que tem toda a gente sob suspeita. Chegados aqui é legítimo pensar que a fundação privada criada pelo senhor presidente do Conselho é um enorme paraíso fiscal, uma enorme lavandaria democrática."
António Ribeiro Ferreira
"A última novidade do Governo socialista do senhor presidente do Conselho é uma coisa chamada Fundação para as Comunicações Móveis. Esta entidade, cozinhada no gabinete do ministro Lino ex-TGV e ex-aeroportos da Ota e Alcochete, foi a contrapartida exigida pelo Governo a três operadores para obterem as licenças dos telemóveis de terceira geração. É privada, tem um conselho geral com três membros nomeados pelo Executivo e um conselho de administração com três elementos, presidido por um ex-membro do gabinete do impagável Lino, devidamente remunerado, e dois assessores do senhor que está cansado de aturar o senhor presidente do Conselho e já não tem idade para ser ministro.
Chegados aqui vamos à massa. Os três operadores meteram até agora na querida fundação 400 milhões de euros, uma parte do preço a pagar pelas tais licenças. O Estado, por sua vez, desviou para esta verdadeira offshore socialista 61 milhões de euros. E pronto. De uma penada temos uma entidade privada, que até agora sacou 461 milhões de euros, gerida por três fiéis do ministro Lino, isto é, três fiéis do senhor presidente do Conselho. É evidente que esta querida fundação não é controlada por nenhuma autoridade e movimenta a massa como quer e lhe apetece, isto é, como apetece ao senhor presidente do Conselho.
Chegados aqui tudo é possível. Chegados aqui é legítimo considerar que as Fátimas, Isaltinos, Valentins, Avelinos e comandita deste sítio manhoso, pobre, deprimido, cheio de larápios e obviamente cada vez mais mal frequentado não passam de uns meros aprendizes de feiticeiro ao pé da equipa dirigida com mão de ferro e rédea curta pelo senhor presidente do Conselho.
Chegados aqui é legítimo dar largas à imaginação e pensar que a querida fundação, para além de ter comprado a uma empresa uma batelada de computadores Magalhães sem qualquer concurso, pode pagar o que bem lhe apetecer, como campanhas eleitorais do PS e dos seus candidatos a autarquias, e fazer muita gente feliz com os milhões que o Estado generosamente lhe colocou nos cofres.
Chegados aqui é natural que se abra a boca de espanto com o silêncio das autoridades, particularmente do senhor procurador-geral da República, justiceiro que tem toda a gente sob suspeita. Chegados aqui é legítimo pensar que a fundação privada criada pelo senhor presidente do Conselho é um enorme paraíso fiscal, uma enorme lavandaria democrática."
António Ribeiro Ferreira
OS AFRICANOS SÓ DIZEM MAL DOS EUROPEUS MAS NÃO CONSEGUEM VIVER SEM ESTAR NO SEU SEIO, MESMO NA PRISÃO...
Le chanteur de raï Cheb Mami arrêté à Orly
LEMONDE.FR avec AFP | 29.06.09 | 21h42 • Mis à jour le 29.06.09 | 22h43 Réagissez (16) Classez Imprimez Envoyez Partagez
Partagez :
La star du raï Cheb Mami, qui doit répondre jeudi devant la justice française d'une tentative d'avortement forcé sur son ex-compagne, a été arrêté, lundi 29 juin, à sa descente d'avion en provenance d'Algérie, à l'aéroport parisien d'Orly. Le chanteur a ensuite été placé en rétention judiciaire. Il sera présenté à un magistrat de Bobigny dans la soirée.
Edition abonnés Archive : Cheb Mami, parti pour l'Algérie, fait l'objet d'un mandat d'arrêt européen
Deux ans après sa fuite en Algérie – "pour être aux côtés de sa mère très âgée" –, Mohamed Khelifati était sous le coup d'un mandat d'arrêt et sa présence au procès était incertaine. Il doit comparaître pour "complicité de violences" avec circonstances aggravantes après une tentative d'avortement forcé subie en 2005 à Alger par son ex-compagne.
FICAR NA ARGÉLIA É QUE O GAJO NÃO FICOU...
LEMONDE.FR avec AFP | 29.06.09 | 21h42 • Mis à jour le 29.06.09 | 22h43 Réagissez (16) Classez Imprimez Envoyez Partagez
Partagez :
La star du raï Cheb Mami, qui doit répondre jeudi devant la justice française d'une tentative d'avortement forcé sur son ex-compagne, a été arrêté, lundi 29 juin, à sa descente d'avion en provenance d'Algérie, à l'aéroport parisien d'Orly. Le chanteur a ensuite été placé en rétention judiciaire. Il sera présenté à un magistrat de Bobigny dans la soirée.
Edition abonnés Archive : Cheb Mami, parti pour l'Algérie, fait l'objet d'un mandat d'arrêt européen
Deux ans après sa fuite en Algérie – "pour être aux côtés de sa mère très âgée" –, Mohamed Khelifati était sous le coup d'un mandat d'arrêt et sa présence au procès était incertaine. Il doit comparaître pour "complicité de violences" avec circonstances aggravantes après une tentative d'avortement forcé subie en 2005 à Alger par son ex-compagne.
FICAR NA ARGÉLIA É QUE O GAJO NÃO FICOU...
OS AFRICANOS ENRIQUECEDORES...
Radiografia detectou três mil doses de haxixe
Ontem
Homem de 35 anos foi detido pela PSP, depois de ter dado entrada no Hospital de Faro com "fortes dores intestinais".
A PSP de Faro deteve, sexta-feira, um homem que transportava no organismo o equivalente a cerca de três mil doses de haxixe.
O homem, de 35 anos e nacionalidade marroquina, deu entrada no Hospital de Faro com "fortes dores intestinais", sendo submetido a uma radiografia que revelou a presença de "elementos estranhos" no seu organismo.
A quantidade de droga presente no organismo do detido - 113 bolotas de haxixe - equivale a cerca de três mil doses individuais, segundo um comunicado da PSP, divulgado esta segunda-feira.
De acordo com fonte do Hospital de Faro, o homem foi sujeito a uma intervenção cirúrgica e encontra-se "a recuperar bem" no serviço de Cirurgia.
O homem, que se encontrava em situação ilegal no país, está sob vigilância permanente da PSP.
OS POLÍTICOS FIZERAM UMAS LEIS BESTIAIS QUE FACILITAM ESTAS COISAS.E DESORGANIZAM AS POLÍCIAS.IMPEDIDAS DE ACTUAR A BEM DOS "BONS ACOLHIMENTOS" E DO NOSSO "ENRIQUECIMENTO".ILEGAL DEVRIA SER SEMPRE PRESO POR QUEM QUER QUE SEJA E O SEF DEPOIS TRATAVA-LHE DA VIDINHA...ASSIM É QUE SERIA DEFENDER OS INTERESSES E O DINHEIRO DOS CONTRIBUINTES... E NÃO INTERPRETAÇÕES MANHOSAS DUNS GAJOS QUE NOS QUEREM AFRICANIZAR...
Ontem
Homem de 35 anos foi detido pela PSP, depois de ter dado entrada no Hospital de Faro com "fortes dores intestinais".
A PSP de Faro deteve, sexta-feira, um homem que transportava no organismo o equivalente a cerca de três mil doses de haxixe.
O homem, de 35 anos e nacionalidade marroquina, deu entrada no Hospital de Faro com "fortes dores intestinais", sendo submetido a uma radiografia que revelou a presença de "elementos estranhos" no seu organismo.
A quantidade de droga presente no organismo do detido - 113 bolotas de haxixe - equivale a cerca de três mil doses individuais, segundo um comunicado da PSP, divulgado esta segunda-feira.
De acordo com fonte do Hospital de Faro, o homem foi sujeito a uma intervenção cirúrgica e encontra-se "a recuperar bem" no serviço de Cirurgia.
O homem, que se encontrava em situação ilegal no país, está sob vigilância permanente da PSP.
OS POLÍTICOS FIZERAM UMAS LEIS BESTIAIS QUE FACILITAM ESTAS COISAS.E DESORGANIZAM AS POLÍCIAS.IMPEDIDAS DE ACTUAR A BEM DOS "BONS ACOLHIMENTOS" E DO NOSSO "ENRIQUECIMENTO".ILEGAL DEVRIA SER SEMPRE PRESO POR QUEM QUER QUE SEJA E O SEF DEPOIS TRATAVA-LHE DA VIDINHA...ASSIM É QUE SERIA DEFENDER OS INTERESSES E O DINHEIRO DOS CONTRIBUINTES... E NÃO INTERPRETAÇÕES MANHOSAS DUNS GAJOS QUE NOS QUEREM AFRICANIZAR...
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MULAS CHEIAS DE DROGA EM AVIÕES ENTÃO...
Monday, June 29, 2009
A DISCRIMINAÇÃO POSITIVA É NEGATIVA PARA ALGUÉM...
Supreme Court gives victory to white firefighters
Tags:Sonia Sotomayor,Supreme Court Of The United States,Racial DiscriminationBack to top
The Supreme Court handed a victory Monday to a group of white firefighters charging racial discrimination, while also giving some fodder to critics of President Barack Obama’s pending nominee for the high court, Judge Sonia Sotomayor.
Justice Anthony Kennedy, writing for a court split 5-4 along ideological lines, reversed an appeals court ruling Sotomayor joined last year that rejected a claim that the City of New Haven, Conn., discriminated against white firefighters by throwing out a promotional exam after all the African-American firefighters who took it scored too poorly to be promoted.
“Whatever the City’s ultimate aim — however well intentioned or benevolent it might have seemed — the City made its employment decision because of race. The City rejected the test results solely because the higher scoring candidates were white,” Kennedy wrote on behalf of Chief Justice John Roberts and Justices Antonin Scalia, Clarence Thomas and Samuel Alito.
Kennedy said that allowing the city’s conduct would establish “a de facto quota system” where test results could be discarded whenever a particular racial group didn’t achieve the average score.
The case stems from a lieutenants’ promotion exam administered to New Haven, Conn., firefighters in 2003. After no African-American firefighters ranked highly, the city’s Civil Service Board threw out the results and decided not to make any immediate promotions.
Eighteen white firefighters, including one Hispanic, sued, claiming racial discrimination. The city countered that it was simply trying to avoid being sued by black firefighters argued that the test was unfairly skewed.
A district court judge sided with the city and tossed the suit out before trial. Last year, a three-judge Second Circuit panel, including Sotomayor, backed that decision.
Critics said Sotomayor’s ruling amounted to judicial activism and indicated her penchant for “identity politics.” Others, including her supporters, said she was simply following established rules. Several states entered the case arguing that local officials should have the flexibility to discard such an exam without court intervention.
Kennedy and the justices in the majority appeared to join those critics who considered Sotomayor’s panel unduly dismissive of the case. He noted that the appeals court initially rejected the white firefighters’ appeal with “a one-paragraph, unpublished summary order” and later replaced the order with a “nearly identical, one-paragraph per curiam opinion.”
Writing for the four dissenting justices, Justice Ruth Bader Ginsburg complained that the ruling means that New Haven, with a minority population totaling almost 60 percent, “must today be served — as it was in the days of undisguised discrimination — by a fire department in which member of racial and ethnic minorities are rarely seen in command decisions.”
“The white firefighters who scored high on New Haven’s promotional exams understandably attract this Court’s sympathy. But they had no vested right to promotion,” Ginsburg wrote in a dissent joined by Justices John Paul Stevens, David Souter and Stephen Breyer. Ginsburg said the majority’s opinion “ignores substantial evidence of multiple flaws in the tests New Haven used. The Court similarly fails to acknowledge the better tests used in other cities, which have yielded less racially skewed outcomes.”
CÁ QUANDO COM BOAS INTENÇÕES E PARA MOSTRAR OBRA DISCRIMINAM POSITIVAMENTE OS AFRICANOS QUEM SE LIXA SÃO OS EUROPEUS.E SE FOREM VER A "HISTÓRIA" DA "INVASÃO" AFRICANA ELA DÁ-SE POR ALGUMA COISA MÁGICA...PAGA PELOS INDÍGENAS EM ESPECIAL OS MAIS POBRES...
Tags:Sonia Sotomayor,Supreme Court Of The United States,Racial DiscriminationBack to top
The Supreme Court handed a victory Monday to a group of white firefighters charging racial discrimination, while also giving some fodder to critics of President Barack Obama’s pending nominee for the high court, Judge Sonia Sotomayor.
Justice Anthony Kennedy, writing for a court split 5-4 along ideological lines, reversed an appeals court ruling Sotomayor joined last year that rejected a claim that the City of New Haven, Conn., discriminated against white firefighters by throwing out a promotional exam after all the African-American firefighters who took it scored too poorly to be promoted.
“Whatever the City’s ultimate aim — however well intentioned or benevolent it might have seemed — the City made its employment decision because of race. The City rejected the test results solely because the higher scoring candidates were white,” Kennedy wrote on behalf of Chief Justice John Roberts and Justices Antonin Scalia, Clarence Thomas and Samuel Alito.
Kennedy said that allowing the city’s conduct would establish “a de facto quota system” where test results could be discarded whenever a particular racial group didn’t achieve the average score.
The case stems from a lieutenants’ promotion exam administered to New Haven, Conn., firefighters in 2003. After no African-American firefighters ranked highly, the city’s Civil Service Board threw out the results and decided not to make any immediate promotions.
Eighteen white firefighters, including one Hispanic, sued, claiming racial discrimination. The city countered that it was simply trying to avoid being sued by black firefighters argued that the test was unfairly skewed.
A district court judge sided with the city and tossed the suit out before trial. Last year, a three-judge Second Circuit panel, including Sotomayor, backed that decision.
Critics said Sotomayor’s ruling amounted to judicial activism and indicated her penchant for “identity politics.” Others, including her supporters, said she was simply following established rules. Several states entered the case arguing that local officials should have the flexibility to discard such an exam without court intervention.
Kennedy and the justices in the majority appeared to join those critics who considered Sotomayor’s panel unduly dismissive of the case. He noted that the appeals court initially rejected the white firefighters’ appeal with “a one-paragraph, unpublished summary order” and later replaced the order with a “nearly identical, one-paragraph per curiam opinion.”
Writing for the four dissenting justices, Justice Ruth Bader Ginsburg complained that the ruling means that New Haven, with a minority population totaling almost 60 percent, “must today be served — as it was in the days of undisguised discrimination — by a fire department in which member of racial and ethnic minorities are rarely seen in command decisions.”
“The white firefighters who scored high on New Haven’s promotional exams understandably attract this Court’s sympathy. But they had no vested right to promotion,” Ginsburg wrote in a dissent joined by Justices John Paul Stevens, David Souter and Stephen Breyer. Ginsburg said the majority’s opinion “ignores substantial evidence of multiple flaws in the tests New Haven used. The Court similarly fails to acknowledge the better tests used in other cities, which have yielded less racially skewed outcomes.”
CÁ QUANDO COM BOAS INTENÇÕES E PARA MOSTRAR OBRA DISCRIMINAM POSITIVAMENTE OS AFRICANOS QUEM SE LIXA SÃO OS EUROPEUS.E SE FOREM VER A "HISTÓRIA" DA "INVASÃO" AFRICANA ELA DÁ-SE POR ALGUMA COISA MÁGICA...PAGA PELOS INDÍGENAS EM ESPECIAL OS MAIS POBRES...
AGORA IMAGINEM QUEM TEM O 2º MELHOR ACOLHIMENTO PARA RESOLVER A SITUAÇÃO...
La crisis desplaza a la economía sumergida a 800.000 inmigrantes
Casi un tercio de los extranjeros trabaja sin cotizar
LUCÍA ABELLÁN - Madrid - 29/06/2009
Las estrecheces económicas han vuelto invisibles a casi un tercio de los extranjeros que trabajan en España. Cerca de 800.000 inmigrantes desempeñan su labor sin dejar huella en los registros oficiales,
Lo que ha ocurrido en estos años es que los nativos se han movido hacia arriba en la lista de cualificaciones: puestos técnicos, mandos intermedios... mientras que los inmigrantes desempeñan más labores de peonaje
E NADA DE COLOCAR OS "NATIVOS" A CAPATAZES... OS GAJOS CÁ APRENDEM A SER MANDADOS POR CIPAIOS IMPORTADOS PARA SE VINCAR BEM QUE RACISMO NÃO HÁ...BRANCO TRABALHA PRETO DESFRUTA...
Casi un tercio de los extranjeros trabaja sin cotizar
LUCÍA ABELLÁN - Madrid - 29/06/2009
Las estrecheces económicas han vuelto invisibles a casi un tercio de los extranjeros que trabajan en España. Cerca de 800.000 inmigrantes desempeñan su labor sin dejar huella en los registros oficiales,
Lo que ha ocurrido en estos años es que los nativos se han movido hacia arriba en la lista de cualificaciones: puestos técnicos, mandos intermedios... mientras que los inmigrantes desempeñan más labores de peonaje
E NADA DE COLOCAR OS "NATIVOS" A CAPATAZES... OS GAJOS CÁ APRENDEM A SER MANDADOS POR CIPAIOS IMPORTADOS PARA SE VINCAR BEM QUE RACISMO NÃO HÁ...BRANCO TRABALHA PRETO DESFRUTA...
QUANTO GANHAM OS AFRICANIZADORES
29 Junho 2009 - 00h30
Governo: Gestor acumula cargo com presidência do Turismo de Portugal
Luís Patrão ganha 7000 euros por mês na TAP
O ex-chefe de gabinete de José Sócrates ganhou, em 2008, como vogal do Conselho Geral e de Supervisão (CGS) da TAP 98 mil euros. Com este salário anual, referida no Mapa de Remunerações dos Órgãos Sociais, Luís Patrão, que é também presidente do Instituto de Turismo de Portugal (ITP) desde Maio de 2006, recebeu da TAP, durante 14 meses, um ordenado mensal fixo de sete mil euros, valor superior ao vencimento do próprio primeiro-ministro.
Luís Patrão acumula três cargos desde que trocou a chefia do gabinete de José Sócrates pela presidência do ITP: a par da liderança do IPT, onde terá um salário mensal de cerca de 10 mil euros, Patrão é membro do CGS da TAP e vogal da administração da ENATUR, onde não tem remuneração.
Como vogal do CGS da TAP, Patrão tem, tal como os restantes seis vogais desse órgão, um salário mensal fixo de quatro mil euros, a que acresce um ordenado mensal complementar de três mil euros por ser membro da comissão especializada de sustentabilidade e governo societário, nos termos do Estatuto Remuneratório do mandato 2006-2008. No ano passado, essa comissão fez, segundo o relatório de Sustentabilidade da TAP, cinco reuniões para tratar de assuntos da TAP, SGPS e outras tantas para abordar temas da TAP, SA. Ao todo, em 14 meses de salário, aquela comissão realizou dez reuniões, com uma taxa de participação de 91 por cento.
MAS A TAP COM TAMANHA MASSA CINZENTA ANDA NA BANCARROTA E AINDA POR CIMA A METER CÁ NO PAÍS QUEM NÃO INTERESSA E O QUE NÃO INTERRESSA COMO DROGA POR EXEMPLO...
Governo: Gestor acumula cargo com presidência do Turismo de Portugal
Luís Patrão ganha 7000 euros por mês na TAP
O ex-chefe de gabinete de José Sócrates ganhou, em 2008, como vogal do Conselho Geral e de Supervisão (CGS) da TAP 98 mil euros. Com este salário anual, referida no Mapa de Remunerações dos Órgãos Sociais, Luís Patrão, que é também presidente do Instituto de Turismo de Portugal (ITP) desde Maio de 2006, recebeu da TAP, durante 14 meses, um ordenado mensal fixo de sete mil euros, valor superior ao vencimento do próprio primeiro-ministro.
Luís Patrão acumula três cargos desde que trocou a chefia do gabinete de José Sócrates pela presidência do ITP: a par da liderança do IPT, onde terá um salário mensal de cerca de 10 mil euros, Patrão é membro do CGS da TAP e vogal da administração da ENATUR, onde não tem remuneração.
Como vogal do CGS da TAP, Patrão tem, tal como os restantes seis vogais desse órgão, um salário mensal fixo de quatro mil euros, a que acresce um ordenado mensal complementar de três mil euros por ser membro da comissão especializada de sustentabilidade e governo societário, nos termos do Estatuto Remuneratório do mandato 2006-2008. No ano passado, essa comissão fez, segundo o relatório de Sustentabilidade da TAP, cinco reuniões para tratar de assuntos da TAP, SGPS e outras tantas para abordar temas da TAP, SA. Ao todo, em 14 meses de salário, aquela comissão realizou dez reuniões, com uma taxa de participação de 91 por cento.
MAS A TAP COM TAMANHA MASSA CINZENTA ANDA NA BANCARROTA E AINDA POR CIMA A METER CÁ NO PAÍS QUEM NÃO INTERESSA E O QUE NÃO INTERRESSA COMO DROGA POR EXEMPLO...
Sunday, June 28, 2009
PORTUGAL AMEAÇADO PELA DROGA
REPORTAJE: EL NARCOESTADO
En el corazón del 'narcoestado'
Grandes narcotraficantes usan Guinea-Bissau como base para introducir droga en Europa. Un periodista de EL PAÍS ha recorrido el país: una de las naciones más pobres del mundo, un territorio donde los militares, enzarzados en sangrientas pugnas, impiden investigar los alijos de droga encontrados, y los 'narcos' latinoamericanos cruzan la tenebrosa noche de Bissau en coches de lujo.
Los narcotraficantes andan por ahí y no es difícil identificarlos. En esta misma sala me han venido a ver cuatro o cinco veces para proponerme negocio. Aquí, donde está sentado usted, me ofrecieron 10 millones de euros". José Zamora Induta, 43 años, jefe de las Fuerzas Armadas de Guinea-Bissau, habla con una naturalidad asombrosa sobre las redes de traficantes de drogas, locales y extranjeros, en este país de África Occidental. Zamora, capitán de navío (grado equivalente a coronel), es el nuevo hombre fuerte después del doble asesinato, el 1 de marzo, del presidente João Bernardo Nino Vieira y del jefe de la cúpula militar, general Baptista Tagmé Na Wae. Hoy, los guineanos acuden a las urnas para elegir a un nuevo presidente, en un clima donde predomina el pesimismo. ¿Tan mal están las cosas en este país africano, maltratado y olvidado a partes iguales, al que una agencia de la ONU y numerosos medios ya describen como el primer narcoestado de África?
Los empleados públicos de Bissau, excepto los militares, no cobran sus salarios desde el mes de enero
Soldados de uniforme se ocuparon de un avión procedente de Venezuela que la jefa de policía creía lleno de droga
"Aquí haría falta un dictador, en el buen sentido, para moralizar la sociedad", dice el jefe del Ejército guineano
"Las Fuerzas Armadas de Guinea Bissau son un reino de Taifas, sin un mando claro", dice el jefe de la misión de la UE
De noche, en el corazón de las tinieblas de la capital guineana hay vida. Las sombras se mueven como en pleno día. Es la adaptación al medio, como los felinos, y a muchos años de vivir en la oscuridad. La vida nocturna permite descubrir que la presencia de traficantes de distinto pelaje, contrabandistas, negociantes, aventureros, espías, confidentes, no es una fábula. Alimentados por ruidosos grupos electrógenos, bares, restaurantes y discotecas tienen abundante clientela los días que están abiertos. Hasta un casino. ¿Un casino en Bissau? ¿Para qué? Para lavar dinero sucio, comenta un residente extranjero con larga experiencia en África. La imagen no puede ser más deprimente. La sala de máquinas tragaperras está desierta. En una esquina, una mujer sentada en la barra da cabezadas. En la sala de juego, separada por una cortina roja, seis tipos juegan al póquer en un ambiente lúgubre.
Por las calles polvorientas asoman vehículos que no pasan desapercibidos en un parque móvil de derribo como el guineano. Kalliste, en la plaza del Che Guevara, es uno de los locales frecuentados por los amantes de la ostentación en medio de la miseria. A medianoche, mientras suena la música en vivo, llegan camionetas Hummer, Porsche Cayenne, Mercedes, Audi. Últimos modelos. De su interior salen negros fornidos o tipos con acento latinoamericano acompañados de muchachas atractivas. Algunos de estos vehículos duermen en el hotel 24 de Septiembre, con fama de tener la mejor piscina de Bissau. Los fines de semana, jóvenes de buena planta y aprendices de modelo pasan aquí la tarde, en compañía de buen whisky, móvil en mano y ante la mirada de guardaespaldas. Son escenas de un mundo que parece irreal, en contraste brutal con la realidad de cualquier rincón de este país maltratado.
El narcotráfico empieza a ser un problema a partir de 2005, con el regreso de Nino Vieira, el gran actor político de las últimas décadas que había sido derrocado seis años antes. Pescadores de la región costera de Biombo descubren un bidón flotando en el agua empujado por la corriente. En su interior hay un polvo misterioso de color blanco. Los nativos experimentan con el hallazgo: unos lo usan para embadurnarse el rostro y sienten mareos; otros creen que se trata de un fertilizante, pero las plantas y hortalizas se mueren, e incluso los hay que lo prueban para marcar las líneas de un campo de fútbol. El caso alcanza amplio eco mediático cuando se comprueba que se trata de un bidón de cocaína extraviado de un cargamento lanzado al agua desde un barco.
A finales de 2007, Carmelita Pires, ministra de Justicia de la época, acude a Lisboa a una conferencia internacional sobre narcotráfico y presenta una relación de políticos, militares y policías de Guinea-Bissau involucrados en actividades ilegales. "Era un trabajo sobre quién es quién", explica. Pires está amenazada de muerte.
Aquel mismo año, Amador Sánchez Rico, jefe de la oficina de África Occidental de la Comisión Europea, recibe una orden escueta de su jefe en Bruselas: "Ocúpate de Guinea-Bissau. Se están complicando las cosas". Llegan noticias inquietantes que indican que una cuarta parte de la droga colombiana, peruana o boliviana que se consume en Europa transita por la nueva ruta africana. Los informadores sobre el terreno hablan de cargamentos de cocaína por mar y aire a islas deshabitadas, a pistas de aterrizaje abandonadas, de aviones que lanzan la carga en paracaídas, de mulas (correos humanos) que transportan cápsulas con droga en el estómago. "Hay historias de película imposibles de contrastar", explica Sánchez Rico. Las autoridades guineanas piden ayuda, Portugal presiona, España abre embajada y los organismos internacionales empiezan a reaccionar: Naciones Unidas, Unión Europea (UE), Comunidad Económica de Estados de África Occidental (CEDEAO)...
La antigua colonia portuguesa ha empezado a recibir periodistas en busca de historias de narcotraficantes. Quien espere encontrarlos a la vuelta de la esquina puede llevarse una tremenda frustración. Lo que salta a la vista es un mundo de pobreza y abandono, donde la mayoría sobrevive como puede. Bissau es una ciudad con la red eléctrica destruida por la guerra de hace 10 años -tienen luz quienes disponen de grupo electrógeno-, sin agua corriente y, prácticamente, sin red de telefonía fija. Una cuarta parte de los niños muere antes de los cinco años. Dos tercios de los 1,7 millones de habitantes viven por debajo del umbral de pobreza. El PIB nominal per cápita es de 220 dólares, entre los cuatro más bajos del mundo, según el FMI. El funcionamiento de los hospitales depende en un 90% de la ayuda exterior o de acuerdos para programas específicos. Los empleados públicos, con excepción de los militares, no cobran su salario desde enero. Muchos edificios, como el antiguo palacio presidencial, exhiben los destrozos de la última guerra (1998-1999).
"Es un país con todos los ingredientes de un Estado fallido", dice Sánchez Rico. Gran parte del territorio nacional, que incluye 82 islas del archipiélago Bijagos y numerosas pistas de aterrizaje de la época colonial, está fuera de control. La Marina tiene apenas dos embarcaciones en funcionamiento. La Fuerza Aérea sólo existe nominalmente, porque ni siquiera tiene un helicóptero. "En Guinea-Bissau sólo vuelan los mosquitos", comenta el general Juan Esteban Verástegui, jefe de la misión de la UE para la reforma del sector de seguridad.
A las siete de la mañana, el club militar de oficiales de Bissau, habilitado provisionalmente como sede del Estado Mayor General, es un hervidero de soldados fuertemente armados. Son el escudo del hombre más protegido del país. "Este puesto es de alto riesgo", admite el jefe máximo, José Zamora, vestido de uniforme de faena y boina, al recordar la bomba que mató a su antecesor en la sede del cuartel general del Ejército. Los tres últimos jefes militares de Guinea-Bissau murieron violentamente. Zamora se esfuerza en transmitir una sensación de normalidad, aunque el mensaje que sale de sus entrañas no es tranquilizador, en un país donde los militares tienen la última palabra. "Aquí haría falta un dictador, en el buen sentido, para moralizar la sociedad", dice sin pestañear. "Para combatir el narcotráfico es preciso alguien que esté limpio. Se lo he dicho a los americanos cuando les pedí medios para enfrentar a los traficantes".
En la misma entrevista acusa directamente al ex ministro y candidato presidencial Baciro Dabó de estar detrás del atentado que costó la vida al anterior jefe de las Fuerzas Armadas. "Pero este político tiene inmunidad y no lo podemos citar a declarar", dice. Días después, el ex ministro y comandante del Ejército murió acribillado por hombres uniformados en su casa. Idéntica suerte corrió el ex ministro de Defensa Helder Proença. Los militares dieron una versión difícil de creer que acusaba a las víctimas de preparar un golpe de Estado, pese a tratarse de dos políticos controvertidos, vinculados con el anterior presidente Vieira. Es decir, para impedir un golpe mataron a quemarropa a dos dirigentes políticos.
Es paradójico. Pocas lecciones de limpieza moral puede dar el Ejército de este país, pese a las palabras de su jefe. Basta escuchar a Lucinda Barbosa, directora general de la Policía Judicial (PJ), único cuerpo de seguridad con competencias para combatir el narcotráfico. Tiene 60 agentes -espera contar con 107 a finales de año-, mal remunerados y sin recursos, frente a un enemigo con dinero de sobra para comprar voluntades. "Es difícil luchar contra el crimen organizado, exige mucha inversión y tiempo", afirma. "Queda mucho por hacer, pero algo hemos hecho", agrega.
Las tres mayores capturas de droga, entre 2006 y 2008, han sido episodios dignos de la mejor película de intriga. El primer cargamento (674 kilogramos de cocaína), interceptado en el puerto de Bissau, está valorado en 20 millones de euros. La droga desapareció de los depósitos del Tesoro Público y la investigación sigue abierta. En el operativo del segundo alijo (634 kilos), descargado en una antigua pista de aterrizaje de la época colonial a 50 kilómetros de Bissau, caen detenidos el capitán Rui Na Flack y el teniente Augusto Armando Balanta. Son liberados por orden del entonces jefe de las Fuerzas Armadas, Tagmé Na Wae, que se erige en juez. Cuatro meses después, los colombianos Juan Pablo Camacho y Luis Fernando Ortega son detenidos con 95.000 euros, dos granadas, un fusil AK-47, una pistola y gas paralizante. Salen libres después de pagar una fianza.
El caso más escandaloso estalla en julio de 2008, cuando aterriza en el aeropuerto internacional de la capital guineana un jet privado procedente de Venezuela. Aparentemente tiene problemas técnicos. A las pocas horas llega otra nave desde Dakar con la presunta misión de prestar asistencia técnica. El cúmulo de irregularidades es increíble. Ninguno de los dos aviones tiene plan de vuelo; desde el primer momento, el Ejército se adueña de la situación y establece una línea roja alrededor de la primera nave; las autoridades aeroportuarias y la Policía Judicial no pueden acercarse al lugar; el Gobierno sólo es informado al cabo de seis días.
"Los militares dicen que el avión transporta medicinas para las Fuerzas Armadas y nosotros decimos que no", recuerda Lucinda Barbosa en su despacho de la dirección general de la PJ mientras muestra varias fotografías. En ellas se ve a soldados de uniforme descargando cajas del avión bajo la supervisión del comandante Papa Camará, jefe de la Fuerza Aérea. La directora de la PJ está convencida de que aquellas cajas contenían 515 kilos de cocaína que desaparecieron como si se tratara de humo.
"Si transportaba medicinas, ¿por qué impidieron el acceso de otras fuerzas?, ¿por qué no presentaron a la aduana la declaración de carga?, ¿por qué el Ministerio de Defensa no sabía nada?". Las preguntas de la directora de la Policía Judicial siguen sin respuesta, pero hay un dato que despeja cualquier duda. La DEA y el FBI informan a las autoridades guineanas que el piloto del avión sospechoso, Carmelo Vázquez Guerra, con pasaporte venezolano, había sido detenido en abril de 2006 en el aeropuerto mexicano de Ciudad del Carmen (Campeche) tras aterrizar a los mandos de un DC-9 con cinco toneladas y media de cocaína. En aquella ocasión acabó esfumándose. La fiscalía antidroga de México le acusa de pertenecer al cartel de Sinaloa, una de las dos principales bandas mafiosas que operan en aquel país. Llega a Bissau una orden internacional de captura contra el piloto, mientras policías de varias nacionalidades buscan la droga. "Trabajamos un fin de semana entero para conceder la extradición", explica Carmelita Pires, ministra de Justicia de la época. La droga no aparece y, lo que es peor, el lunes siguiente, el juez de instrucción, con la connivencia del ministerio público, decreta la libertad de todos los detenidos por falta de pruebas, tres latinoamericanos y un guineano.
Pedro Nfanda, abogado del piloto y del copiloto, alega problemas de incompetencia por no existir tratado bilateral de extradición entre Guinea-Bissau y México. Nfanda es conocido por haber defendido a varios acusados de narcotráfico. Su cliente más conocido es el contralmirante José Américo Bubo Na Tchuto, ex jefe de la Marina y refugiado en Gambia desde finales del año pasado por una intentona golpista. Son de dominio público los relatos sobre la vida alegre y de ostentación de Bubo, cuyo apodo aparece en todas las listas de la red local de traficantes de droga. En una entrevista en su despacho, el abogado Nfanda anuncia su intención de ser candidato a las elecciones presidenciales del 28 de junio. "Creo que puedo aportar algo distinto de la política de mi país", declara.
Han pasado 10 meses y los dos reactores abandonados en una pista del aeropuerto Osvaldo Vieira de Bissau son testigos mudos de la impunidad con que se mueve el crimen organizado en África Occidental. "No pondría la mano en el fuego por nadie, realmente por nadie", confiesa Lucinda Barbosa. "Los guineanos necesitamos ver una condena, aunque sólo sea una, para ejemplo de que el Estado funciona mínimamente", suplica la ex ministra Pires, que dirigió el Plan Nacional de Combate al Narcotráfico hasta su reciente dimisión. [En diciembre de 2005, la policía española desbarató una red de narcotraficantes colombianos que operaban desde Guinea Bissau con avionetas cargadas de droga. Una de ellas, pilotada por alemanes, fue interceptada en un aeródromo segoviano con 106 kilos de cocaína]. "No se ha hecho nada", admite Pires, compungida a la hora de dibujar un escenario de impunidad y complicidad al más alto nivel.
Los militares son parte del problema, dice más de una voz en Guinea-Bissau. Para tratar de acabar con el problema está desplegada la Misión de la Unión Europea para la Reforma del Sector de Seguridad, que dirige desde hace un año el general español Juan Esteban Verástegui, de 66 años. El objetivo es reducir drásticamente los 4.500 efectivos de un Ejército obsoleto, con tres veces más oficiales que soldados, la mayoría de los cuales ni aparece por los cuarteles, que se caen a pedazos, porque no hay nada que hacer. Como La Mura, sede de la zona militar del centro, que abarca Bissau y su región. A la entrada hay tres soldados entrados en años, sin armamento y con escasa disposición a la vigilancia. Uno de ellos está tumbado en el suelo, literalmente, sobre una estera. Es la hora de la siesta.
"Es un ejército de viejos y hay que jubilar a la mayoría", dice Franco Nulli, embajador de la Unión Europea. Unos 3.000 uniformados pasarán al retiro, según el plan previsto. Antes es preciso garantizar un fondo de pensiones alimentado por la comunidad internacional durante cuatro o cinco años mientras el Estado sanea sus finanzas. "Las comisiones existen y trabajan con apoyo internacional, pero los fondos llegan a cuentagotas, porque hay mucha desconfianza", reconoce Nulli. Mientras tanto, la cocaína sigue su trayecto a través de Guinea-Bissau, dejando como único rastro el aumento de la corrupción y de los pequeños consumidores de restos de droga que se pierden por el camino. Los beneficios del negocio quedan lejos.
"El mayor problema de las Fuerzas Armadas de Guinea-Bissau es que no están controladas, ni encuadradas, sin un mando claro. Es un reino de Taifas, donde manda cada comandante de zona. En una situación de descontrol florecen las iniciativas personales", explica el general Verástegui, cuya hoja de servicios combina misiones de paz en puntos calientes, como República Democrática del Congo, Guatemala, Bosnia-Herzegovina. "Es muy fácil corromper en Guinea-Bissau. La tentación de entrar en el negocio de la droga está en todos los sectores", dice el general, quien está convencido de que existe una ruta africana para el tráfico de droga -"los narcos ensayan diversas rutas"-, aunque prefiere no entrar en detalles sobre Guinea-Bissau. Prefiere describirla como una ruta alternativa de los grandes carteles de la droga. "Nunca ponen los huevos en la misma canasta". En su opinión, Guinea-Bissau es una nación vulnerable, que está en el centro de todas las acusaciones, pero las miradas deberían dirigirse también a otros países de la región. Sin ir muy lejos, a la vecina Guinea-Conakry, donde la junta militar que tomó el poder en diciembre pasado tras un golpe de Estado lleva a cabo una intensa campaña para limpiar la imagen corrupta de las instituciones. -
de mulas (correos humanos) que transportan cápsulas con droga en el estómago
A MIM SÓ INTERESSA SABER SE ESTAS MULAS SÃO BEM CONTROLADAS EM LISBOA.POIS QUE TAMBÉM CÁ SE SABE QUE EXISTEM MUITA GENTINHA QUE VIVE DESTE "NEGÓCIO" ENRIQUECEDOR PARA INDÍGENA BRANCO...
E ACHO MESMO QUE DEVERIAM SER SUSPENSOS OS VÔOS DA TAP PARA A GUINÉ BISSAU...POIS É SÓ PREJUÍZO...
En el corazón del 'narcoestado'
Grandes narcotraficantes usan Guinea-Bissau como base para introducir droga en Europa. Un periodista de EL PAÍS ha recorrido el país: una de las naciones más pobres del mundo, un territorio donde los militares, enzarzados en sangrientas pugnas, impiden investigar los alijos de droga encontrados, y los 'narcos' latinoamericanos cruzan la tenebrosa noche de Bissau en coches de lujo.
Los narcotraficantes andan por ahí y no es difícil identificarlos. En esta misma sala me han venido a ver cuatro o cinco veces para proponerme negocio. Aquí, donde está sentado usted, me ofrecieron 10 millones de euros". José Zamora Induta, 43 años, jefe de las Fuerzas Armadas de Guinea-Bissau, habla con una naturalidad asombrosa sobre las redes de traficantes de drogas, locales y extranjeros, en este país de África Occidental. Zamora, capitán de navío (grado equivalente a coronel), es el nuevo hombre fuerte después del doble asesinato, el 1 de marzo, del presidente João Bernardo Nino Vieira y del jefe de la cúpula militar, general Baptista Tagmé Na Wae. Hoy, los guineanos acuden a las urnas para elegir a un nuevo presidente, en un clima donde predomina el pesimismo. ¿Tan mal están las cosas en este país africano, maltratado y olvidado a partes iguales, al que una agencia de la ONU y numerosos medios ya describen como el primer narcoestado de África?
Los empleados públicos de Bissau, excepto los militares, no cobran sus salarios desde el mes de enero
Soldados de uniforme se ocuparon de un avión procedente de Venezuela que la jefa de policía creía lleno de droga
"Aquí haría falta un dictador, en el buen sentido, para moralizar la sociedad", dice el jefe del Ejército guineano
"Las Fuerzas Armadas de Guinea Bissau son un reino de Taifas, sin un mando claro", dice el jefe de la misión de la UE
De noche, en el corazón de las tinieblas de la capital guineana hay vida. Las sombras se mueven como en pleno día. Es la adaptación al medio, como los felinos, y a muchos años de vivir en la oscuridad. La vida nocturna permite descubrir que la presencia de traficantes de distinto pelaje, contrabandistas, negociantes, aventureros, espías, confidentes, no es una fábula. Alimentados por ruidosos grupos electrógenos, bares, restaurantes y discotecas tienen abundante clientela los días que están abiertos. Hasta un casino. ¿Un casino en Bissau? ¿Para qué? Para lavar dinero sucio, comenta un residente extranjero con larga experiencia en África. La imagen no puede ser más deprimente. La sala de máquinas tragaperras está desierta. En una esquina, una mujer sentada en la barra da cabezadas. En la sala de juego, separada por una cortina roja, seis tipos juegan al póquer en un ambiente lúgubre.
Por las calles polvorientas asoman vehículos que no pasan desapercibidos en un parque móvil de derribo como el guineano. Kalliste, en la plaza del Che Guevara, es uno de los locales frecuentados por los amantes de la ostentación en medio de la miseria. A medianoche, mientras suena la música en vivo, llegan camionetas Hummer, Porsche Cayenne, Mercedes, Audi. Últimos modelos. De su interior salen negros fornidos o tipos con acento latinoamericano acompañados de muchachas atractivas. Algunos de estos vehículos duermen en el hotel 24 de Septiembre, con fama de tener la mejor piscina de Bissau. Los fines de semana, jóvenes de buena planta y aprendices de modelo pasan aquí la tarde, en compañía de buen whisky, móvil en mano y ante la mirada de guardaespaldas. Son escenas de un mundo que parece irreal, en contraste brutal con la realidad de cualquier rincón de este país maltratado.
El narcotráfico empieza a ser un problema a partir de 2005, con el regreso de Nino Vieira, el gran actor político de las últimas décadas que había sido derrocado seis años antes. Pescadores de la región costera de Biombo descubren un bidón flotando en el agua empujado por la corriente. En su interior hay un polvo misterioso de color blanco. Los nativos experimentan con el hallazgo: unos lo usan para embadurnarse el rostro y sienten mareos; otros creen que se trata de un fertilizante, pero las plantas y hortalizas se mueren, e incluso los hay que lo prueban para marcar las líneas de un campo de fútbol. El caso alcanza amplio eco mediático cuando se comprueba que se trata de un bidón de cocaína extraviado de un cargamento lanzado al agua desde un barco.
A finales de 2007, Carmelita Pires, ministra de Justicia de la época, acude a Lisboa a una conferencia internacional sobre narcotráfico y presenta una relación de políticos, militares y policías de Guinea-Bissau involucrados en actividades ilegales. "Era un trabajo sobre quién es quién", explica. Pires está amenazada de muerte.
Aquel mismo año, Amador Sánchez Rico, jefe de la oficina de África Occidental de la Comisión Europea, recibe una orden escueta de su jefe en Bruselas: "Ocúpate de Guinea-Bissau. Se están complicando las cosas". Llegan noticias inquietantes que indican que una cuarta parte de la droga colombiana, peruana o boliviana que se consume en Europa transita por la nueva ruta africana. Los informadores sobre el terreno hablan de cargamentos de cocaína por mar y aire a islas deshabitadas, a pistas de aterrizaje abandonadas, de aviones que lanzan la carga en paracaídas, de mulas (correos humanos) que transportan cápsulas con droga en el estómago. "Hay historias de película imposibles de contrastar", explica Sánchez Rico. Las autoridades guineanas piden ayuda, Portugal presiona, España abre embajada y los organismos internacionales empiezan a reaccionar: Naciones Unidas, Unión Europea (UE), Comunidad Económica de Estados de África Occidental (CEDEAO)...
La antigua colonia portuguesa ha empezado a recibir periodistas en busca de historias de narcotraficantes. Quien espere encontrarlos a la vuelta de la esquina puede llevarse una tremenda frustración. Lo que salta a la vista es un mundo de pobreza y abandono, donde la mayoría sobrevive como puede. Bissau es una ciudad con la red eléctrica destruida por la guerra de hace 10 años -tienen luz quienes disponen de grupo electrógeno-, sin agua corriente y, prácticamente, sin red de telefonía fija. Una cuarta parte de los niños muere antes de los cinco años. Dos tercios de los 1,7 millones de habitantes viven por debajo del umbral de pobreza. El PIB nominal per cápita es de 220 dólares, entre los cuatro más bajos del mundo, según el FMI. El funcionamiento de los hospitales depende en un 90% de la ayuda exterior o de acuerdos para programas específicos. Los empleados públicos, con excepción de los militares, no cobran su salario desde enero. Muchos edificios, como el antiguo palacio presidencial, exhiben los destrozos de la última guerra (1998-1999).
"Es un país con todos los ingredientes de un Estado fallido", dice Sánchez Rico. Gran parte del territorio nacional, que incluye 82 islas del archipiélago Bijagos y numerosas pistas de aterrizaje de la época colonial, está fuera de control. La Marina tiene apenas dos embarcaciones en funcionamiento. La Fuerza Aérea sólo existe nominalmente, porque ni siquiera tiene un helicóptero. "En Guinea-Bissau sólo vuelan los mosquitos", comenta el general Juan Esteban Verástegui, jefe de la misión de la UE para la reforma del sector de seguridad.
A las siete de la mañana, el club militar de oficiales de Bissau, habilitado provisionalmente como sede del Estado Mayor General, es un hervidero de soldados fuertemente armados. Son el escudo del hombre más protegido del país. "Este puesto es de alto riesgo", admite el jefe máximo, José Zamora, vestido de uniforme de faena y boina, al recordar la bomba que mató a su antecesor en la sede del cuartel general del Ejército. Los tres últimos jefes militares de Guinea-Bissau murieron violentamente. Zamora se esfuerza en transmitir una sensación de normalidad, aunque el mensaje que sale de sus entrañas no es tranquilizador, en un país donde los militares tienen la última palabra. "Aquí haría falta un dictador, en el buen sentido, para moralizar la sociedad", dice sin pestañear. "Para combatir el narcotráfico es preciso alguien que esté limpio. Se lo he dicho a los americanos cuando les pedí medios para enfrentar a los traficantes".
En la misma entrevista acusa directamente al ex ministro y candidato presidencial Baciro Dabó de estar detrás del atentado que costó la vida al anterior jefe de las Fuerzas Armadas. "Pero este político tiene inmunidad y no lo podemos citar a declarar", dice. Días después, el ex ministro y comandante del Ejército murió acribillado por hombres uniformados en su casa. Idéntica suerte corrió el ex ministro de Defensa Helder Proença. Los militares dieron una versión difícil de creer que acusaba a las víctimas de preparar un golpe de Estado, pese a tratarse de dos políticos controvertidos, vinculados con el anterior presidente Vieira. Es decir, para impedir un golpe mataron a quemarropa a dos dirigentes políticos.
Es paradójico. Pocas lecciones de limpieza moral puede dar el Ejército de este país, pese a las palabras de su jefe. Basta escuchar a Lucinda Barbosa, directora general de la Policía Judicial (PJ), único cuerpo de seguridad con competencias para combatir el narcotráfico. Tiene 60 agentes -espera contar con 107 a finales de año-, mal remunerados y sin recursos, frente a un enemigo con dinero de sobra para comprar voluntades. "Es difícil luchar contra el crimen organizado, exige mucha inversión y tiempo", afirma. "Queda mucho por hacer, pero algo hemos hecho", agrega.
Las tres mayores capturas de droga, entre 2006 y 2008, han sido episodios dignos de la mejor película de intriga. El primer cargamento (674 kilogramos de cocaína), interceptado en el puerto de Bissau, está valorado en 20 millones de euros. La droga desapareció de los depósitos del Tesoro Público y la investigación sigue abierta. En el operativo del segundo alijo (634 kilos), descargado en una antigua pista de aterrizaje de la época colonial a 50 kilómetros de Bissau, caen detenidos el capitán Rui Na Flack y el teniente Augusto Armando Balanta. Son liberados por orden del entonces jefe de las Fuerzas Armadas, Tagmé Na Wae, que se erige en juez. Cuatro meses después, los colombianos Juan Pablo Camacho y Luis Fernando Ortega son detenidos con 95.000 euros, dos granadas, un fusil AK-47, una pistola y gas paralizante. Salen libres después de pagar una fianza.
El caso más escandaloso estalla en julio de 2008, cuando aterriza en el aeropuerto internacional de la capital guineana un jet privado procedente de Venezuela. Aparentemente tiene problemas técnicos. A las pocas horas llega otra nave desde Dakar con la presunta misión de prestar asistencia técnica. El cúmulo de irregularidades es increíble. Ninguno de los dos aviones tiene plan de vuelo; desde el primer momento, el Ejército se adueña de la situación y establece una línea roja alrededor de la primera nave; las autoridades aeroportuarias y la Policía Judicial no pueden acercarse al lugar; el Gobierno sólo es informado al cabo de seis días.
"Los militares dicen que el avión transporta medicinas para las Fuerzas Armadas y nosotros decimos que no", recuerda Lucinda Barbosa en su despacho de la dirección general de la PJ mientras muestra varias fotografías. En ellas se ve a soldados de uniforme descargando cajas del avión bajo la supervisión del comandante Papa Camará, jefe de la Fuerza Aérea. La directora de la PJ está convencida de que aquellas cajas contenían 515 kilos de cocaína que desaparecieron como si se tratara de humo.
"Si transportaba medicinas, ¿por qué impidieron el acceso de otras fuerzas?, ¿por qué no presentaron a la aduana la declaración de carga?, ¿por qué el Ministerio de Defensa no sabía nada?". Las preguntas de la directora de la Policía Judicial siguen sin respuesta, pero hay un dato que despeja cualquier duda. La DEA y el FBI informan a las autoridades guineanas que el piloto del avión sospechoso, Carmelo Vázquez Guerra, con pasaporte venezolano, había sido detenido en abril de 2006 en el aeropuerto mexicano de Ciudad del Carmen (Campeche) tras aterrizar a los mandos de un DC-9 con cinco toneladas y media de cocaína. En aquella ocasión acabó esfumándose. La fiscalía antidroga de México le acusa de pertenecer al cartel de Sinaloa, una de las dos principales bandas mafiosas que operan en aquel país. Llega a Bissau una orden internacional de captura contra el piloto, mientras policías de varias nacionalidades buscan la droga. "Trabajamos un fin de semana entero para conceder la extradición", explica Carmelita Pires, ministra de Justicia de la época. La droga no aparece y, lo que es peor, el lunes siguiente, el juez de instrucción, con la connivencia del ministerio público, decreta la libertad de todos los detenidos por falta de pruebas, tres latinoamericanos y un guineano.
Pedro Nfanda, abogado del piloto y del copiloto, alega problemas de incompetencia por no existir tratado bilateral de extradición entre Guinea-Bissau y México. Nfanda es conocido por haber defendido a varios acusados de narcotráfico. Su cliente más conocido es el contralmirante José Américo Bubo Na Tchuto, ex jefe de la Marina y refugiado en Gambia desde finales del año pasado por una intentona golpista. Son de dominio público los relatos sobre la vida alegre y de ostentación de Bubo, cuyo apodo aparece en todas las listas de la red local de traficantes de droga. En una entrevista en su despacho, el abogado Nfanda anuncia su intención de ser candidato a las elecciones presidenciales del 28 de junio. "Creo que puedo aportar algo distinto de la política de mi país", declara.
Han pasado 10 meses y los dos reactores abandonados en una pista del aeropuerto Osvaldo Vieira de Bissau son testigos mudos de la impunidad con que se mueve el crimen organizado en África Occidental. "No pondría la mano en el fuego por nadie, realmente por nadie", confiesa Lucinda Barbosa. "Los guineanos necesitamos ver una condena, aunque sólo sea una, para ejemplo de que el Estado funciona mínimamente", suplica la ex ministra Pires, que dirigió el Plan Nacional de Combate al Narcotráfico hasta su reciente dimisión. [En diciembre de 2005, la policía española desbarató una red de narcotraficantes colombianos que operaban desde Guinea Bissau con avionetas cargadas de droga. Una de ellas, pilotada por alemanes, fue interceptada en un aeródromo segoviano con 106 kilos de cocaína]. "No se ha hecho nada", admite Pires, compungida a la hora de dibujar un escenario de impunidad y complicidad al más alto nivel.
Los militares son parte del problema, dice más de una voz en Guinea-Bissau. Para tratar de acabar con el problema está desplegada la Misión de la Unión Europea para la Reforma del Sector de Seguridad, que dirige desde hace un año el general español Juan Esteban Verástegui, de 66 años. El objetivo es reducir drásticamente los 4.500 efectivos de un Ejército obsoleto, con tres veces más oficiales que soldados, la mayoría de los cuales ni aparece por los cuarteles, que se caen a pedazos, porque no hay nada que hacer. Como La Mura, sede de la zona militar del centro, que abarca Bissau y su región. A la entrada hay tres soldados entrados en años, sin armamento y con escasa disposición a la vigilancia. Uno de ellos está tumbado en el suelo, literalmente, sobre una estera. Es la hora de la siesta.
"Es un ejército de viejos y hay que jubilar a la mayoría", dice Franco Nulli, embajador de la Unión Europea. Unos 3.000 uniformados pasarán al retiro, según el plan previsto. Antes es preciso garantizar un fondo de pensiones alimentado por la comunidad internacional durante cuatro o cinco años mientras el Estado sanea sus finanzas. "Las comisiones existen y trabajan con apoyo internacional, pero los fondos llegan a cuentagotas, porque hay mucha desconfianza", reconoce Nulli. Mientras tanto, la cocaína sigue su trayecto a través de Guinea-Bissau, dejando como único rastro el aumento de la corrupción y de los pequeños consumidores de restos de droga que se pierden por el camino. Los beneficios del negocio quedan lejos.
"El mayor problema de las Fuerzas Armadas de Guinea-Bissau es que no están controladas, ni encuadradas, sin un mando claro. Es un reino de Taifas, donde manda cada comandante de zona. En una situación de descontrol florecen las iniciativas personales", explica el general Verástegui, cuya hoja de servicios combina misiones de paz en puntos calientes, como República Democrática del Congo, Guatemala, Bosnia-Herzegovina. "Es muy fácil corromper en Guinea-Bissau. La tentación de entrar en el negocio de la droga está en todos los sectores", dice el general, quien está convencido de que existe una ruta africana para el tráfico de droga -"los narcos ensayan diversas rutas"-, aunque prefiere no entrar en detalles sobre Guinea-Bissau. Prefiere describirla como una ruta alternativa de los grandes carteles de la droga. "Nunca ponen los huevos en la misma canasta". En su opinión, Guinea-Bissau es una nación vulnerable, que está en el centro de todas las acusaciones, pero las miradas deberían dirigirse también a otros países de la región. Sin ir muy lejos, a la vecina Guinea-Conakry, donde la junta militar que tomó el poder en diciembre pasado tras un golpe de Estado lleva a cabo una intensa campaña para limpiar la imagen corrupta de las instituciones. -
de mulas (correos humanos) que transportan cápsulas con droga en el estómago
A MIM SÓ INTERESSA SABER SE ESTAS MULAS SÃO BEM CONTROLADAS EM LISBOA.POIS QUE TAMBÉM CÁ SE SABE QUE EXISTEM MUITA GENTINHA QUE VIVE DESTE "NEGÓCIO" ENRIQUECEDOR PARA INDÍGENA BRANCO...
E ACHO MESMO QUE DEVERIAM SER SUSPENSOS OS VÔOS DA TAP PARA A GUINÉ BISSAU...POIS É SÓ PREJUÍZO...
FERNANDINHA:ESPERO QUE CRIMINOSOS NÃO SEJAM OS QUE FALAM DOS PODRES DO REGIME...
28 Junho 2009 - 00h30
Sentir o Direito
Cibercrime
A Assembleia da República prepara-se para aprovar uma nova lei sobre crimes praticados por via informática. Tal lei alargará a intercepção de comunicações através da internet para obter prova de crimes como o acesso ilegítimo a sistemas informáticos, que não permitiam a intercepção por serem puníveis com prisão não superior a três anos.
Nesses crimes, só a intercepção ou a pesquisa informática garante uma investigação eficaz. Todavia, seria preocupante a perspectiva de essa intromissão não depender de autorização judicial prévia, como uma notícia sustentou. A ser assim, estar-se-ia a afastar uma garantia processual genérica, respeitante à vida privada dos cidadãos.
A dispensa de autorização judicial seria incompreensível por estarem em causa crimes de gravidade relativa diminuta. Além disso, nem o chamado estado de necessidade investigatório – que tem como razão de ser a urgência na preservação da prova – nem o estado de necessidade quanto à prevenção do crime justificam uma iniciativa da polícia.
Mas a proposta de lei apenas dispensa a autorização judicial em duas situações de acesso a dados armazenados. A primeira refere-se aos casos em que o visado o autoriza. A segunda diz respeito a casos de terrorismo e criminalidade violenta ou altamente organizada, desde que esteja iminente um crime contra a vida ou a integridade de alguém.
Estas excepções são justificadas. O consentimento do visado anula o significado negativo da intrusão na vida privada, que corresponde a um interesse disponível. A defesa da vida ou da integridade de alguém, perante crimes iminentes tão graves, não se compadece com as delongas resultantes da exigência de uma autorização judicial prévia.
Ainda assim, quando se dispensa a autorização judicial prévia, a diligência da polícia tem de ser depois comunicada ao juiz de instrução, para ele a validar. De outro modo, essa diligência será considerada nula e a prova obtida não poderá ser utilizada em processo penal. Por isso, a intervenção do juiz – como garante das liberdades – está assegurada.
Aliás, o regime constante da proposta de lei é idêntico ao que o Código de Processo Penal consagra, desde há anos, para as revistas e buscas. É uma resposta à criminalidade grave, através de mecanismos processuais expeditos. Mas a legitimação desta resposta depende da invocação de um estado de necessidade referido à prevenção do crime.
De qualquer forma, nunca poderá aceitar-se o risco de a investigação de dados informáticos ser potenciadora da devassa sistemática da vida privada. Hoje, a internet é um espaço privilegiado de expressão e comunicação entre as pessoas. Por isso coloca grandes exigências de responsabilidade às autoridades responsáveis pela investigação.
Fernanda Palma, Professora Catedrática de Direito Penal
PORTANTO AS GARANTIAS TOTAIS NÃO EXISTEM...
Sentir o Direito
Cibercrime
A Assembleia da República prepara-se para aprovar uma nova lei sobre crimes praticados por via informática. Tal lei alargará a intercepção de comunicações através da internet para obter prova de crimes como o acesso ilegítimo a sistemas informáticos, que não permitiam a intercepção por serem puníveis com prisão não superior a três anos.
Nesses crimes, só a intercepção ou a pesquisa informática garante uma investigação eficaz. Todavia, seria preocupante a perspectiva de essa intromissão não depender de autorização judicial prévia, como uma notícia sustentou. A ser assim, estar-se-ia a afastar uma garantia processual genérica, respeitante à vida privada dos cidadãos.
A dispensa de autorização judicial seria incompreensível por estarem em causa crimes de gravidade relativa diminuta. Além disso, nem o chamado estado de necessidade investigatório – que tem como razão de ser a urgência na preservação da prova – nem o estado de necessidade quanto à prevenção do crime justificam uma iniciativa da polícia.
Mas a proposta de lei apenas dispensa a autorização judicial em duas situações de acesso a dados armazenados. A primeira refere-se aos casos em que o visado o autoriza. A segunda diz respeito a casos de terrorismo e criminalidade violenta ou altamente organizada, desde que esteja iminente um crime contra a vida ou a integridade de alguém.
Estas excepções são justificadas. O consentimento do visado anula o significado negativo da intrusão na vida privada, que corresponde a um interesse disponível. A defesa da vida ou da integridade de alguém, perante crimes iminentes tão graves, não se compadece com as delongas resultantes da exigência de uma autorização judicial prévia.
Ainda assim, quando se dispensa a autorização judicial prévia, a diligência da polícia tem de ser depois comunicada ao juiz de instrução, para ele a validar. De outro modo, essa diligência será considerada nula e a prova obtida não poderá ser utilizada em processo penal. Por isso, a intervenção do juiz – como garante das liberdades – está assegurada.
Aliás, o regime constante da proposta de lei é idêntico ao que o Código de Processo Penal consagra, desde há anos, para as revistas e buscas. É uma resposta à criminalidade grave, através de mecanismos processuais expeditos. Mas a legitimação desta resposta depende da invocação de um estado de necessidade referido à prevenção do crime.
De qualquer forma, nunca poderá aceitar-se o risco de a investigação de dados informáticos ser potenciadora da devassa sistemática da vida privada. Hoje, a internet é um espaço privilegiado de expressão e comunicação entre as pessoas. Por isso coloca grandes exigências de responsabilidade às autoridades responsáveis pela investigação.
Fernanda Palma, Professora Catedrática de Direito Penal
PORTANTO AS GARANTIAS TOTAIS NÃO EXISTEM...
BEM ME PARECIA QUE O HOMEM QUERIA FAZER TURISMO...
Honduras: Presidente transportado para a Costa Rica
O governo da Costa Rica confirmou hoje que o presidente das Honduras, Manuel Zelaya, se encontra a salvo na Costa Rica na qualidade de «hóspede» depois de ter sido detido e levado à força pelas Forças Armadas hondurenhas para fora do país.
ENTÃO E CÁ?MONTES DE GAJOS A PEDIR O MESMO...OS TAIS TRAIDORES GENÉTICOS E ALGUNS QUE ANDAM DISFARÇADOS...
O governo da Costa Rica confirmou hoje que o presidente das Honduras, Manuel Zelaya, se encontra a salvo na Costa Rica na qualidade de «hóspede» depois de ter sido detido e levado à força pelas Forças Armadas hondurenhas para fora do país.
ENTÃO E CÁ?MONTES DE GAJOS A PEDIR O MESMO...OS TAIS TRAIDORES GENÉTICOS E ALGUNS QUE ANDAM DISFARÇADOS...
Saturday, June 27, 2009
UM MOTIVO PARA ENCERRAR O ISCTE-IUL...
28 Junho 2009 - 00h30
Manifestos: Grandes investimentos públicos dividem economistas
Guerra nas obras
Cinquenta e duas personalidades, na maioria economistas, assinam o contramanifesto a favor da realização de obras públicas como via para a promoção do emprego e da recuperação económica. Este é o primeiro de dois textos de resposta a um manifesto divulgado durante a semana apelando ao Governo que reavaliasse os investimentos públicos. Os manifestos ilustram o conflito que divide os economistas nacionais.
Pedro Adão e Silva, Politólogo, ISCTE; Nuno Teles, Economista, doutorando, School of Oriental and African Studies, Universidade de Londres; João Tolda, Economista, Professor Auxiliar, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; Jorge Vala, Psicólogo Social, Investigador; Mário Vale, Geógrafo, Professor Associado, Universidade de Lisboa.Boaventura de Sousa Santos, Sociólogo, Professor Catedrático, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra;ISCTE-IUL;ISCTE-IUL;ISCTE-IUL...
O ISCTE ESSE ALFOBRE DE PENSADORES DE ESQUERDA AFRICANIZADORA AGORA PERCEBEM DE ECONOMIA... E DE OBRAS!
QUALQUER GOVERNO DECENTE DEVE ENCERRAR PURA E SIMPLESMENTE ESSA "ACADEMIA DAS CIÊNCIAS DA EX-URSS)!QUE VÃO PRATICAR O BEM E GOVERNAR PARA ÁFRICA OU CUBA...
Manifestos: Grandes investimentos públicos dividem economistas
Guerra nas obras
Cinquenta e duas personalidades, na maioria economistas, assinam o contramanifesto a favor da realização de obras públicas como via para a promoção do emprego e da recuperação económica. Este é o primeiro de dois textos de resposta a um manifesto divulgado durante a semana apelando ao Governo que reavaliasse os investimentos públicos. Os manifestos ilustram o conflito que divide os economistas nacionais.
Pedro Adão e Silva, Politólogo, ISCTE; Nuno Teles, Economista, doutorando, School of Oriental and African Studies, Universidade de Londres; João Tolda, Economista, Professor Auxiliar, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra; Jorge Vala, Psicólogo Social, Investigador; Mário Vale, Geógrafo, Professor Associado, Universidade de Lisboa.Boaventura de Sousa Santos, Sociólogo, Professor Catedrático, Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra;ISCTE-IUL;ISCTE-IUL;ISCTE-IUL...
O ISCTE ESSE ALFOBRE DE PENSADORES DE ESQUERDA AFRICANIZADORA AGORA PERCEBEM DE ECONOMIA... E DE OBRAS!
QUALQUER GOVERNO DECENTE DEVE ENCERRAR PURA E SIMPLESMENTE ESSA "ACADEMIA DAS CIÊNCIAS DA EX-URSS)!QUE VÃO PRATICAR O BEM E GOVERNAR PARA ÁFRICA OU CUBA...
GAJOS DESTES ATÉ DEIXAVAM HÚMIDAS AS JORNALISTAS DE VÉU E LUVAS...
Iran demonstrators 'must be executed'
Ayatollah Khatami's uncompromising message at Friday prayers comes as G8 ministers demand immediate end to Iran violence
O FREITAS & CIA DEVEM ANDAR NAS NÚVENS.É QUE VÊ CLARAMENTE VISTO QUE O BUSH É O CULPADO...
Ayatollah Khatami's uncompromising message at Friday prayers comes as G8 ministers demand immediate end to Iran violence
O FREITAS & CIA DEVEM ANDAR NAS NÚVENS.É QUE VÊ CLARAMENTE VISTO QUE O BUSH É O CULPADO...
NA GALIZA O SINDICALISMO NÃO É AMARELO
La contratación de extranjeros desata protestas en Vigo
El sector del metal lleva 17 días en huelga en la provincia de Pontevedra
MARÍA FERNÁNDEZ - Vigo - 26/06/2009
"Si una empresa de Marruecos se trae a soldadores para trabajar en los astilleros de Vigo nadie se cree que les van a pagar lo que exige el convenio. Están quitándole trabajo a los de aquí con salarios de miseria". La argumentación es de Antolín Alcántara, del sindicato nacionalista gallego CIG, que ayer reclamó ante un millar de trabajadores que "se regule la contratación para que los trabajadores de toda la vida sean los que tengan futuro en los astilleros". Definió a esos trabajadores como "los que se ganaron el derecho a permanecer y estar aquí, los que levantaron el sector. Que sean ellos y sus hijos los primeros".
POR CÁ É TUDO MAIS INTERNACIONALISTA E AFRICANIZADOR.O QUE NÃO ADMIRA FACE ÀS "CORREIAS DE TRANSMISSÃO" DOS RESPECTIVOS PARTIDOS TAMBÉM ELES INTERNACIONALISTAS AFRICANIZADORES/COLONIZADORES DEPOIS DE TEREM "DESCOLONIZADO" DE FORMA EXEMPLAR...
QUE OS TRABALHADORES DE CÁ EXIJAM AOS SEUS DIRIGENTES QUE VÃO TRABALHAR NAS EMPRESAS PARA VEREM COMO ELES DEPRESSA MUDAM DE POLÍTICA...
El sector del metal lleva 17 días en huelga en la provincia de Pontevedra
MARÍA FERNÁNDEZ - Vigo - 26/06/2009
"Si una empresa de Marruecos se trae a soldadores para trabajar en los astilleros de Vigo nadie se cree que les van a pagar lo que exige el convenio. Están quitándole trabajo a los de aquí con salarios de miseria". La argumentación es de Antolín Alcántara, del sindicato nacionalista gallego CIG, que ayer reclamó ante un millar de trabajadores que "se regule la contratación para que los trabajadores de toda la vida sean los que tengan futuro en los astilleros". Definió a esos trabajadores como "los que se ganaron el derecho a permanecer y estar aquí, los que levantaron el sector. Que sean ellos y sus hijos los primeros".
POR CÁ É TUDO MAIS INTERNACIONALISTA E AFRICANIZADOR.O QUE NÃO ADMIRA FACE ÀS "CORREIAS DE TRANSMISSÃO" DOS RESPECTIVOS PARTIDOS TAMBÉM ELES INTERNACIONALISTAS AFRICANIZADORES/COLONIZADORES DEPOIS DE TEREM "DESCOLONIZADO" DE FORMA EXEMPLAR...
QUE OS TRABALHADORES DE CÁ EXIJAM AOS SEUS DIRIGENTES QUE VÃO TRABALHAR NAS EMPRESAS PARA VEREM COMO ELES DEPRESSA MUDAM DE POLÍTICA...
Friday, June 26, 2009
ISTO CÁ ERA RACISMO PURO...POR ISSO VAMOS TER MUITO MAIS ACOLHIMENTOS.E MAIS IMPOSTOS...
ONSEJO DE MINISTROS | Aprobada por el Gobierno
La nueva ley de Extranjería castiga a quien apoya la inmigración ilegal
Efe | Madrid
Actualizado viernes 26/06/2009 14:20 horasDisminuye el tamaño del texto Aumenta el tamaño del texto Comentarios 0
El Gobierno ha aprobado un proyecto de Ley de Extranjería que castiga a quien incita y apoya la inmigración ilegal, pero no al "acogimiento humanitario", y que amplía el plazo de internamiento a 60 días, pero aumenta las garantías y garantiza el apoyo de las ONG.
El proyecto de Ley, cuyo nombre oficial es Ley Orgánica de reforma de la Ley Orgánica 4/2000, del 11 de enero, sobre Derechos y Libertades de los Extranjeros en España y su Integración Social, será enviado al Congreso para su tramitación parlamentaria.
"Con este proyecto se pasa de una ley de extranjería a una ley de inmigración" que es "equilibrada y garantista", ha asegurado la vicepresidenta primera del Gobierno, María Teresa Fernández de la Vega, en la conferencia de prensa posterior a la reunión.
Por medio de un comunicado, el Gobierno ha explicado que esta reforma era "inaplazable" por la necesidad de adaptarla a la jurisprudencia del Tribunal Constitucional y a las directivas aprobadas en la Unión Europea.
El texto incorpora las aportaciones de organismos como el Consejo Económico Social, la Conferencia Sectorial de Inmigración, la Comisión Interministerial de Extranjería o el Foro de Integración Social de los Inmigrantes, ha añadido.
Entre las novedades, cabe destacar que la nueva ley reformula la sanción que persigue la promoción de la inmigración irregular "para dejar fuera de toda duda que no se van a perseguir conductas de acogida humanitaria", pero mantiene la persecución de quienes provocan la entrada y estancia de un extranjero como turista, y además, sostienen su estancia irregular.
El texto también mejora las garantías en los procedimientos de expulsión introduciendo el principio de proporcionalidad para graduar las propuestas de sanción.
En cuanto al internamiento de los inmigrantes ilegales, el nuevo texto aumenta de 40 a 60 días el plazo máximo, pero "se han aumentado las garantías y la necesidad de justificación del mismo" y se incorpora la posibilidad de entrada de las ONG a los Centros de Internamiento, ha destacado el Ejecutivo.
Además, se acota las posibilidades de suspensión del plazo de internamiento a los supuestos de solicitud de asilo o habeas corpus, por un tiempo tasado y se establecen los plazos máximos de suspensión.
En cuanto a los menores no acompañados, el texto prevé la celebración de una audiencia del menor en los procesos de repatriación, de manera que los mayores de 16 años podrán intervenir en dichos procesos.
Asimismo, el proyecto contempla una serie de mejoras en la lucha contra la inmigración irregular que persiguen profundizar en los instrumentos preventivos, aumentar la eficacia de los procedimientos de repatriación y la mejora de las garantías en las distintas situaciones.
Así, está prevista la creación de un registro de entradas y salidas de los extranjeros para mejorar el control preventivo de la estancia irregular.
Además, las órdenes de expulsión podrán conceder un plazo entre 7 y 30 días para que se abandone voluntariamente España, y se impondrán plazos de prohibición de entrada de un máximo de 5 años.
Entre la modificaciones de la futura ley, el Ejecutivo también ha destacado las relativas a la reagrupación familiar, que "mejoran la futura integración y dan prioridad a la familia nuclear".
Así, establece más rigor en la comprobación de las condiciones económicas y de vivienda del reagrupante y otorga desde el principio una autorización para trabajar a los reagrupados.
Además, permite reagrupar por razones humanitarias a los ascendientes menores de 65 años y computar de manera conjunta los ingresos familiares para facilitar la reagrupación.
Finalmente, entre las modificaciones también cabe destacar la que regula la autorización de residencia a las mujeres extranjeras víctimas de violencia de género, para que el temor a la expulsión no sea un obstáculo para la denuncia.
AS "ASSOCIAÇÕES" E O SOS COM O LOUÇÃ A COMANDAR DECIDIRAM DAR-NOS UM IMPÉRIO CÁ DENTRO.SÓ É PRECISO É UM MINISTRO DAS COLÓNIAS EM VEZ DUMA COMISSÁRIA DAS "MINORIAS" PAGAS PELAS POR ENQUANTO MAIORIAS...
La nueva ley de Extranjería castiga a quien apoya la inmigración ilegal
Efe | Madrid
Actualizado viernes 26/06/2009 14:20 horasDisminuye el tamaño del texto Aumenta el tamaño del texto Comentarios 0
El Gobierno ha aprobado un proyecto de Ley de Extranjería que castiga a quien incita y apoya la inmigración ilegal, pero no al "acogimiento humanitario", y que amplía el plazo de internamiento a 60 días, pero aumenta las garantías y garantiza el apoyo de las ONG.
El proyecto de Ley, cuyo nombre oficial es Ley Orgánica de reforma de la Ley Orgánica 4/2000, del 11 de enero, sobre Derechos y Libertades de los Extranjeros en España y su Integración Social, será enviado al Congreso para su tramitación parlamentaria.
"Con este proyecto se pasa de una ley de extranjería a una ley de inmigración" que es "equilibrada y garantista", ha asegurado la vicepresidenta primera del Gobierno, María Teresa Fernández de la Vega, en la conferencia de prensa posterior a la reunión.
Por medio de un comunicado, el Gobierno ha explicado que esta reforma era "inaplazable" por la necesidad de adaptarla a la jurisprudencia del Tribunal Constitucional y a las directivas aprobadas en la Unión Europea.
El texto incorpora las aportaciones de organismos como el Consejo Económico Social, la Conferencia Sectorial de Inmigración, la Comisión Interministerial de Extranjería o el Foro de Integración Social de los Inmigrantes, ha añadido.
Entre las novedades, cabe destacar que la nueva ley reformula la sanción que persigue la promoción de la inmigración irregular "para dejar fuera de toda duda que no se van a perseguir conductas de acogida humanitaria", pero mantiene la persecución de quienes provocan la entrada y estancia de un extranjero como turista, y además, sostienen su estancia irregular.
El texto también mejora las garantías en los procedimientos de expulsión introduciendo el principio de proporcionalidad para graduar las propuestas de sanción.
En cuanto al internamiento de los inmigrantes ilegales, el nuevo texto aumenta de 40 a 60 días el plazo máximo, pero "se han aumentado las garantías y la necesidad de justificación del mismo" y se incorpora la posibilidad de entrada de las ONG a los Centros de Internamiento, ha destacado el Ejecutivo.
Además, se acota las posibilidades de suspensión del plazo de internamiento a los supuestos de solicitud de asilo o habeas corpus, por un tiempo tasado y se establecen los plazos máximos de suspensión.
En cuanto a los menores no acompañados, el texto prevé la celebración de una audiencia del menor en los procesos de repatriación, de manera que los mayores de 16 años podrán intervenir en dichos procesos.
Asimismo, el proyecto contempla una serie de mejoras en la lucha contra la inmigración irregular que persiguen profundizar en los instrumentos preventivos, aumentar la eficacia de los procedimientos de repatriación y la mejora de las garantías en las distintas situaciones.
Así, está prevista la creación de un registro de entradas y salidas de los extranjeros para mejorar el control preventivo de la estancia irregular.
Además, las órdenes de expulsión podrán conceder un plazo entre 7 y 30 días para que se abandone voluntariamente España, y se impondrán plazos de prohibición de entrada de un máximo de 5 años.
Entre la modificaciones de la futura ley, el Ejecutivo también ha destacado las relativas a la reagrupación familiar, que "mejoran la futura integración y dan prioridad a la familia nuclear".
Así, establece más rigor en la comprobación de las condiciones económicas y de vivienda del reagrupante y otorga desde el principio una autorización para trabajar a los reagrupados.
Además, permite reagrupar por razones humanitarias a los ascendientes menores de 65 años y computar de manera conjunta los ingresos familiares para facilitar la reagrupación.
Finalmente, entre las modificaciones también cabe destacar la que regula la autorización de residencia a las mujeres extranjeras víctimas de violencia de género, para que el temor a la expulsión no sea un obstáculo para la denuncia.
AS "ASSOCIAÇÕES" E O SOS COM O LOUÇÃ A COMANDAR DECIDIRAM DAR-NOS UM IMPÉRIO CÁ DENTRO.SÓ É PRECISO É UM MINISTRO DAS COLÓNIAS EM VEZ DUMA COMISSÁRIA DAS "MINORIAS" PAGAS PELAS POR ENQUANTO MAIORIAS...
Centres de rétention : "des conditions d'existence correctes",
Stigmatisation de l’étranger, arrestations massives, industrialisation de la rétention, application mécanique de la loi sans examen individuel des situations humaines, mise au pas des associations trop critiques envers la politique du gouvernement."
VEJAM SÓ PORQUE O ANTÓNIO COSTA NÃO CRIOU OS DITOS "CENTROS DE RETENÇÃO"...
AGORA OS CIDADÃOS HONESTOS PODEREMANDAR A SER ROUBADOS E ASSASSINADOS ISSO JÁ PODE...
ISTO PARA NÃO FALAR DO "PAGAMENTO" PARA SERMOS AFRICANIZADOS, MESMO SEM SER NECESSÁRIO...
VEJAM SÓ PORQUE O ANTÓNIO COSTA NÃO CRIOU OS DITOS "CENTROS DE RETENÇÃO"...
AGORA OS CIDADÃOS HONESTOS PODEREMANDAR A SER ROUBADOS E ASSASSINADOS ISSO JÁ PODE...
ISTO PARA NÃO FALAR DO "PAGAMENTO" PARA SERMOS AFRICANIZADOS, MESMO SEM SER NECESSÁRIO...
A ESQUERDA A SANEAR RUMO AO SOCIALISMO
Venezuela y sus aliados salen en defensa de Zelaya
Los países del ALBA y la OEA llaman a los militares hondureños a regresar a sus cuarteles
OS EXPORTADORES DE REVOLUÇÕES ANDAM EM GRANDE COM O SR OBAMA NA CASA BRANCA...
É BOM VER OS APRECIADORES DO "DIÁLOGO" CALADINHOS COM O QUE ACONTECE HOJE EM DIA NA COREIA DO NORTE, NO IRÃO, PAQUISTÃO E EM ESPECIAL NA AMÉRICA LATINA... ONDE CRESCE UMA INDIGENAÇÃO QUE POR CÁ É COMBATIDA POR TODOS OS MEIOS ENQUANTO Não formos todos mulatos...
Los países del ALBA y la OEA llaman a los militares hondureños a regresar a sus cuarteles
OS EXPORTADORES DE REVOLUÇÕES ANDAM EM GRANDE COM O SR OBAMA NA CASA BRANCA...
É BOM VER OS APRECIADORES DO "DIÁLOGO" CALADINHOS COM O QUE ACONTECE HOJE EM DIA NA COREIA DO NORTE, NO IRÃO, PAQUISTÃO E EM ESPECIAL NA AMÉRICA LATINA... ONDE CRESCE UMA INDIGENAÇÃO QUE POR CÁ É COMBATIDA POR TODOS OS MEIOS ENQUANTO Não formos todos mulatos...
CALMA QUE TEMOS MENOS CRIMINALIDADE DO QUE OS OUTROS PAÍSES...
26 Junho 2009 - 00h30
Gaia: Homem de 70 anos baleado durante carjacking
“Deu-me três tiros e roubou o carro”
Belmiro Oliveira, de 70 anos, ouviu alguém ordenar-lhe que saísse do seu carro, mas pensou que a voz vinha do rádio que estava a tocar. Só à terceira vez olhou para o lado e se apercebeu de que a voz pertencia a um homem encapuzado que, em poucos minutos, lhe deu três tiros nos joelhos e lhe roubou o carro, um Golf de 2000.
AINDA BEM QUE A TEORIA DO "BOM SELVAGEM" ESTÁ ENTRANHADA NOS IDEÓLOGOS DO NOSSO CPPENAL... E QUE O PODER TUDO FAZ PARA DESARMAR O ZÉ POVINHO...
Gaia: Homem de 70 anos baleado durante carjacking
“Deu-me três tiros e roubou o carro”
Belmiro Oliveira, de 70 anos, ouviu alguém ordenar-lhe que saísse do seu carro, mas pensou que a voz vinha do rádio que estava a tocar. Só à terceira vez olhou para o lado e se apercebeu de que a voz pertencia a um homem encapuzado que, em poucos minutos, lhe deu três tiros nos joelhos e lhe roubou o carro, um Golf de 2000.
AINDA BEM QUE A TEORIA DO "BOM SELVAGEM" ESTÁ ENTRANHADA NOS IDEÓLOGOS DO NOSSO CPPENAL... E QUE O PODER TUDO FAZ PARA DESARMAR O ZÉ POVINHO...
CONSEQUÊNCIAS DA DESPENALIZAÇÃO DAS DROGAS
26 Junho 2009 - 00h30
Porto: Suspeito foi detido horas depois e está em prisão preventiva
Matou mulher à pedrada em acto sexual
Joana teria entre vinte a trinta anos. Anteontem à noite foi morta à pedrada por um toxicodependente, debaixo de um viaduto na rua de Grijó, Porto. Quem era a vítima de homicídio e onde morava são perguntas que continuam por responder. A mulher não tinha documentos e apenas se presume que estava naquele local para consumir droga.
E JÁ AGORA DAS LINDAS LEIS DA IMIGRAÇÃO E NACIONALIDADE MUITO BONDOSAS PARA IMPORTADORES E TRAFICANTES DE DROGA QUE NOS VÊM ENRIQUECER COM O COMERCIO DA DITA...
OS GAJOS QUE ANDARAM A LUTAR PELA "LIBERALIZAÇÃO" DEVERIAM VIR AGORA MOSTRAR A CARA E DIZER-NOS COMO O SÓCRATES FOI "DECIDIDO" AO ASSUMIR SER O SEU PAI...
Porto: Suspeito foi detido horas depois e está em prisão preventiva
Matou mulher à pedrada em acto sexual
Joana teria entre vinte a trinta anos. Anteontem à noite foi morta à pedrada por um toxicodependente, debaixo de um viaduto na rua de Grijó, Porto. Quem era a vítima de homicídio e onde morava são perguntas que continuam por responder. A mulher não tinha documentos e apenas se presume que estava naquele local para consumir droga.
E JÁ AGORA DAS LINDAS LEIS DA IMIGRAÇÃO E NACIONALIDADE MUITO BONDOSAS PARA IMPORTADORES E TRAFICANTES DE DROGA QUE NOS VÊM ENRIQUECER COM O COMERCIO DA DITA...
OS GAJOS QUE ANDARAM A LUTAR PELA "LIBERALIZAÇÃO" DEVERIAM VIR AGORA MOSTRAR A CARA E DIZER-NOS COMO O SÓCRATES FOI "DECIDIDO" AO ASSUMIR SER O SEU PAI...
Thursday, June 25, 2009
En Belgique, le voile d'une députée régionale alimente le débat sur la laïcité
La tolérance à l'égard du voile islamique, la neutralité de l'Etat, le vote "ethnique", le génocide arménien : la prestation de serment d'une jeune élue d'origine turque au Parlement régional de Bruxelles a relancé de nombreux débats en Belgique. Mahinur Özdemir, âgée de 26 ans, avait indiqué qu'elle porterait un hidjab pour sa première apparition dans l'assemblée où elle a été élue le 7 juin, sur les listes du Centre démocrate humaniste (CDH), un parti d'inspiration chrétienne.
Ce vote décrit comme "religieux" ou "ethnique" alimente une autre polémique. Elle porte sur les moyens d'harmoniser la représentation des 30 % de Bruxellois se disant de confession musulmane avec les règles d'un Etat qui se dit "neutre", à défaut d'être laïque. Le principe de laïcité n'est, en effet, pas explicitement reconnu dans la Constitution belge.
Ce vote décrit comme "religieux" ou "ethnique" alimente une autre polémique. Elle porte sur les moyens d'harmoniser la représentation des 30 % de Bruxellois se disant de confession musulmane avec les règles d'un Etat qui se dit "neutre", à défaut d'être laïque. Le principe de laïcité n'est, en effet, pas explicitement reconnu dans la Constitution belge.
EXISTEM SOS RACISMO EM ÁFRICA?NA ÁSIA?NAS AMÉRICAS?
From The Times June 25, 2009
French cosmetics giant L’Oréal guilty of racial discrimination
Eva Longoria and Kerry Washington in a L'Oreal advertisement
Adam Sage in Paris
L’Oréal, the French cosmetics giant, whose advertising campaigns proclaim “because you’re worth it”, was found guilty of racial discrimination for considering black, Arab and Asian women unworthy of selling its shampoo.
France’s highest court was told that the group had sought an all-white team of sales staff to promote Fructis Style, a haircare product made by Garnier, L’Oréal’s beauty division.
The word went out that Garnier’s hostesses should be BBR — “bleu, blanc, rouge” — the colours of the French flag. The expression is widely recognised in the French recruitment world as a code for white French people born to white French parents, a court was told, in effect excluding the four million or so members of ethnic minorities in France.
La Cour de Cassation, the equivalent of the US Supreme Court, said that the policy was illegal under French employment law, upholding a ruling given by the Paris Appeal Court in 2007.
Racism claim gets under L'Oréal's skin
The judgment was a significant blow to the image of the world’s biggest cosmetics group, which has spent millions of dollars in global advertising campaigns featuring stars such as Andie MacDowell, Eva Longoria, Penélope Cruz and Claudia Schiffer.
That image already suffered a battering when L’Oréal executives were forced to deny claims that they had lightened the singer Beyoncé Knowles’s skin for a campaign last year. The ruling also hinted at widespread prejudice among French shoppers since L’Oréal believed that they were more likely to buy shampoo from white sales staff, the court was told.
The ruling will fuel anger among black and Arab French people, who complain that they face widespread discrimination when seeking employment.
The court ruled that Adecco, the temporary recruitment agency whose Districom division hired the hostesses, was also guilty of racial discrimination. The Paris Appeal Court had fined both L’Oréal and Adecco €30,000 (£25,500) and ordered them to pay a further €30,000 each in damages to SOS Racisme, the anti-racist campaign group, which brought the case. The court upheld the fines but told the appeal court judges to reconsider the damages.
L’Oréal expressed “disappointment” at the judgment, which ends three years of legal wrangling over the discrimination claims. Adecco declined to comment.
Samuel Thomas, the vice-chairman of SOS Racisme, described the ruling as a “very great victory”. He said: “Whatever the size of the company, none is able to escape prosecution.”
French cosmetics giant L’Oréal guilty of racial discrimination
Eva Longoria and Kerry Washington in a L'Oreal advertisement
Adam Sage in Paris
L’Oréal, the French cosmetics giant, whose advertising campaigns proclaim “because you’re worth it”, was found guilty of racial discrimination for considering black, Arab and Asian women unworthy of selling its shampoo.
France’s highest court was told that the group had sought an all-white team of sales staff to promote Fructis Style, a haircare product made by Garnier, L’Oréal’s beauty division.
The word went out that Garnier’s hostesses should be BBR — “bleu, blanc, rouge” — the colours of the French flag. The expression is widely recognised in the French recruitment world as a code for white French people born to white French parents, a court was told, in effect excluding the four million or so members of ethnic minorities in France.
La Cour de Cassation, the equivalent of the US Supreme Court, said that the policy was illegal under French employment law, upholding a ruling given by the Paris Appeal Court in 2007.
Racism claim gets under L'Oréal's skin
The judgment was a significant blow to the image of the world’s biggest cosmetics group, which has spent millions of dollars in global advertising campaigns featuring stars such as Andie MacDowell, Eva Longoria, Penélope Cruz and Claudia Schiffer.
That image already suffered a battering when L’Oréal executives were forced to deny claims that they had lightened the singer Beyoncé Knowles’s skin for a campaign last year. The ruling also hinted at widespread prejudice among French shoppers since L’Oréal believed that they were more likely to buy shampoo from white sales staff, the court was told.
The ruling will fuel anger among black and Arab French people, who complain that they face widespread discrimination when seeking employment.
The court ruled that Adecco, the temporary recruitment agency whose Districom division hired the hostesses, was also guilty of racial discrimination. The Paris Appeal Court had fined both L’Oréal and Adecco €30,000 (£25,500) and ordered them to pay a further €30,000 each in damages to SOS Racisme, the anti-racist campaign group, which brought the case. The court upheld the fines but told the appeal court judges to reconsider the damages.
L’Oréal expressed “disappointment” at the judgment, which ends three years of legal wrangling over the discrimination claims. Adecco declined to comment.
Samuel Thomas, the vice-chairman of SOS Racisme, described the ruling as a “very great victory”. He said: “Whatever the size of the company, none is able to escape prosecution.”
DEVEM TER COMPRADO O HOMEM...
Aumento de tráfico ligado a ex-colónias
IVETE CARNEIRO
A Agência das Nações Unidas sobre a Droga e o Crime reconhece, no seu relatório anual, que a discriminalização do consumo em Portugal não teve os efeitos perniciosos que previra. Mas alerta para um alegado aumento do tráfico de cocaína.
VÁ LÁ QUE DIZ QUE MUITA DROGA VEM DAS EX-COLÓNIAS...O MAIS CONHECIDO MEIO DE ENRIQUECIMENTO DE QUEM NOS VEIO ENRIQUECER...
QUANTO AOS EFEITOS DA DESPENALIZAÇÃO O HOMEM NÃO DEVE TER ESTUDADO BEM AS CONSEQUÊNCIAS.BASTA VER A QUABTIDADE DE ARRUMADORES, DE CRIMES POR CAUSA DA DROGA E DO NÚMERO DE PRESOS...POR CRIMES GRAVES!
ATÉ AQUI O SÓCRATES O PAI DA LEI MOVEU OS SEUS CORDELINHOS PARA SAIR BEM NA FOTOGRAFIA, DEBALDE COMO DIRIA O OUTRO...
IVETE CARNEIRO
A Agência das Nações Unidas sobre a Droga e o Crime reconhece, no seu relatório anual, que a discriminalização do consumo em Portugal não teve os efeitos perniciosos que previra. Mas alerta para um alegado aumento do tráfico de cocaína.
VÁ LÁ QUE DIZ QUE MUITA DROGA VEM DAS EX-COLÓNIAS...O MAIS CONHECIDO MEIO DE ENRIQUECIMENTO DE QUEM NOS VEIO ENRIQUECER...
QUANTO AOS EFEITOS DA DESPENALIZAÇÃO O HOMEM NÃO DEVE TER ESTUDADO BEM AS CONSEQUÊNCIAS.BASTA VER A QUABTIDADE DE ARRUMADORES, DE CRIMES POR CAUSA DA DROGA E DO NÚMERO DE PRESOS...POR CRIMES GRAVES!
ATÉ AQUI O SÓCRATES O PAI DA LEI MOVEU OS SEUS CORDELINHOS PARA SAIR BEM NA FOTOGRAFIA, DEBALDE COMO DIRIA O OUTRO...
QUANTAS DEZENAS DE MILHAR DE ILEGAIS ANDAM POR AÍ?
25 Junho 2009 - 00h30
Almada: Três assaltantes presos pela GNR 15 minutos depois do último roubo
Gang ataca dez casais à noite na Caparica
Elas ficavam sentadas dentro do carro; eles eram forçados a sair para a rua, ajoelhados no chão e de cabeça baixa. Mal se mexessem eram agredidos à coronhada de pistola ou revólver na cabeça. Tudo enquanto os três assaltantes roubavam o que podiam. Foi assim nas últimas duas semanas nas praias da Costa de Caparica, em Almada, com dez casais que apanharam a namorar à noite.
O pesadelo acabou anteontem, com os dois brasileiros ilegais e um português, mecânico em Almada, a serem presos pela GNR. As queixas eram várias e os militares, atentos, apanharam os três assaltantes, entre os 19 e os 24 anos, um quarto de hora depois do último assalto
MAS NADA DE OS "RETER".É TUDO COM JUÍZ QUE PERDE A FACE QUANTAS VEZES?É QUE OS DIREITOS DOS "OUTROS" É MAIOR DO QUE O "NOSSO"...
POR ISSO NÃO EXISTEM CENTROS DE DETENÇÃO DE ILEGAIS EM PORTUGAL.O ANTÓNIO COSTA O QUE QUER É MUITA AFRICANIDADE...
Almada: Três assaltantes presos pela GNR 15 minutos depois do último roubo
Gang ataca dez casais à noite na Caparica
Elas ficavam sentadas dentro do carro; eles eram forçados a sair para a rua, ajoelhados no chão e de cabeça baixa. Mal se mexessem eram agredidos à coronhada de pistola ou revólver na cabeça. Tudo enquanto os três assaltantes roubavam o que podiam. Foi assim nas últimas duas semanas nas praias da Costa de Caparica, em Almada, com dez casais que apanharam a namorar à noite.
O pesadelo acabou anteontem, com os dois brasileiros ilegais e um português, mecânico em Almada, a serem presos pela GNR. As queixas eram várias e os militares, atentos, apanharam os três assaltantes, entre os 19 e os 24 anos, um quarto de hora depois do último assalto
MAS NADA DE OS "RETER".É TUDO COM JUÍZ QUE PERDE A FACE QUANTAS VEZES?É QUE OS DIREITOS DOS "OUTROS" É MAIOR DO QUE O "NOSSO"...
POR ISSO NÃO EXISTEM CENTROS DE DETENÇÃO DE ILEGAIS EM PORTUGAL.O ANTÓNIO COSTA O QUE QUER É MUITA AFRICANIDADE...
Wednesday, June 24, 2009
O NABABO DO BABA É UM GAJO PORREIRO PÁ...
Entresvista à SIC
Ferreira Leite diz que seria escandaloso se a PT entrasse na TVI e Moniz saísse
É CURIOSO QUE DEPOIS DO IMPÉRIO SER "ENTREGUE" SEM GRANDES FORMALIDADES TENHAM ASCENDIDO AOS TOPOS DO MANDO OS QUE MAIS SE DISTINGUIRAM EM O ACABAR...ATRAVÉS DUMA MUITO POUCO TRANSPARENTE COLOCAÇÃO DE "PEDRAS" EM LUGARES CHAVE DE FORMA MUITO AMIGUISTA...DONDE NÃO SE ESTRANHAR O QUE VEIO A SEGUIR: A AFRICANIZAÇÃO...
Ferreira Leite diz que seria escandaloso se a PT entrasse na TVI e Moniz saísse
É CURIOSO QUE DEPOIS DO IMPÉRIO SER "ENTREGUE" SEM GRANDES FORMALIDADES TENHAM ASCENDIDO AOS TOPOS DO MANDO OS QUE MAIS SE DISTINGUIRAM EM O ACABAR...ATRAVÉS DUMA MUITO POUCO TRANSPARENTE COLOCAÇÃO DE "PEDRAS" EM LUGARES CHAVE DE FORMA MUITO AMIGUISTA...DONDE NÃO SE ESTRANHAR O QUE VEIO A SEGUIR: A AFRICANIZAÇÃO...
Etiquetas:
AQUI O INDIGENATO É DO TIPO CORNO MANSO...
A AFRICANIZAÇÃO DEVE CONTINUAR
Relatório da OCDE
Portugal regressa à cauda da zona euro depois da crise
25.06.2009 - 07h29
Previsões de Teixeira dos Santos já foram ultrapassadas
A seguir à crise internacional, Portugal poderá estar destinado a mais um período longo de divergência com o resto da Europa
SE UM MILHÃO NÃO CHEGA VENHAM DOIS MILHÕES...
Portugal regressa à cauda da zona euro depois da crise
25.06.2009 - 07h29
Previsões de Teixeira dos Santos já foram ultrapassadas
A seguir à crise internacional, Portugal poderá estar destinado a mais um período longo de divergência com o resto da Europa
SE UM MILHÃO NÃO CHEGA VENHAM DOIS MILHÕES...
O MELHOR É IR PARA A BOLÍVIA VER SE OS INDÍGENAS LÁ DO BURGO APLICAM ESSAS COISAS...OU EM ÁFRICA...
The BNP’s website states that the party is looking to recruit people and states that any applicants should supply a membership number. The commission thinks that this requirement is contrary to the Race Relations Act, which outlaws the refusal or deliberate omission to offer employment on the basis of non-membership of an organisation.”
The commission said that it was also concerned that the BNP’s elected representatives may not intend to offer or provide services on an equal basis to all their constituents and members of the public, irrespective of race or colour, in contravention of the Race Relations Act and the Local Authority Model Code of Conduct.
Nick Griffin, the BNP leader, said that the party's rules were “entirely legal”.
Mr Griffin — who was elected as an MEP for the North West on June 4 — said that the BNP was an exempted organisation under Section 25 and Section 26 of the Race Relations Act.
He said that this meant “ethnic groups who need special protection such as the English in their own country, who are now second-class citizens” were “entitled to discriminate on that basis and not on the grounds of colour”.
He added: “We are not discriminating on grounds of colour.”
O MUNDO ESTÁ BONITO ESTÁ.ENTÃO CÁ NO BURGO É O MÁXIMO.DESCOLONIZAM, COLONIZAM E MULATINIZAM COMO QUEM BEBE UM COPO DE ÁGUA.E IMPORTAM GUERRILHEIROS PARA NOS IREM ANIMANDO...
The commission said that it was also concerned that the BNP’s elected representatives may not intend to offer or provide services on an equal basis to all their constituents and members of the public, irrespective of race or colour, in contravention of the Race Relations Act and the Local Authority Model Code of Conduct.
Nick Griffin, the BNP leader, said that the party's rules were “entirely legal”.
Mr Griffin — who was elected as an MEP for the North West on June 4 — said that the BNP was an exempted organisation under Section 25 and Section 26 of the Race Relations Act.
He said that this meant “ethnic groups who need special protection such as the English in their own country, who are now second-class citizens” were “entitled to discriminate on that basis and not on the grounds of colour”.
He added: “We are not discriminating on grounds of colour.”
O MUNDO ESTÁ BONITO ESTÁ.ENTÃO CÁ NO BURGO É O MÁXIMO.DESCOLONIZAM, COLONIZAM E MULATINIZAM COMO QUEM BEBE UM COPO DE ÁGUA.E IMPORTAM GUERRILHEIROS PARA NOS IREM ANIMANDO...
EMPRESÁRIOS PARASITAS E TRAIDORES
Desarticulada una banda dedicada a la explotación laboral de inmigrantes
La Policía de Santiago detiene a 19 personas, la mayoría empresarios, en la operación Gym
EFE - Santiago - 24/06/2008
Vota Resultado 14 votos
Agentes del Cuerpo Nacional de Policía de Santiago han desarticulado una banda dedicada a la imigración ilegal y explotación laboral de ciudadanos marroquíes. Ha procedido a 19 detenciones, la mayoría empresarios.
La comisaría compostelana ha informado de que las primeras detenciones de la operación Gym se produjeron el pasado mes de marzo. Entonces cayó el cabecilla de la red, el marroquí S.E.A., en la localidad coruñesa de Padrón.
La red contactaba con empresarios españoles a los que le ofrecían cantidades de dinero entre 1.000 y 5.000 euros por ofertas de trabajo a ciudadanos de Marruecos, con lo que obtenían los correspodientes permisos de trabajo, que no se ocupaban.
En Santiago han sido detenidos posteriormente los empresarios españoles J.B.C. y J.M.P.V. y, más tarde, otros dos, J.A.G.G. y J.L.M.M.. Además hay catorce personas arrestadas con diversos grados de implicación, "empresarios en su gran mayoría", han señalado las fuentes policiales. La Policía continúa la investigación y no descarta más detenciones.
POR CÁ É O QUE MAIS HÁ.SEMPRE DISPOSTOS A CREDIBILIZAR QUALQUER POLÍTICA DE ESQUERDA RADICAL MOSTRANDO-SE A DIZER QUE TÊM FALTA DE MÃO DE OBRA...
ESTES AFRICANIZADORES SECUNDÁRIOS E EXPLORADORES DOS SEUS CONCIDADÃOS DEVEM SER METIDOS NO MESMO SACO DOS TRAIDORES.
EMPRESÁRIOS FANTASMA A PASSAR PAPÉIS POR ELEVADAS QUANTIAS DEVE SER O QUE MAIS POR AÍ EXISTE.ATÉ PORQUE MUITOS DESSES "EMPRESÁRIOS" SÓ SÃO "PORTUGUESES" NO PAPEL...
POR OUTRO LADO A ACTUAL SITUAÇÃO DE FRONTEIRAS ABERTAS DÁ-NOS A DIMENSÃO DA "INVASÃO PACÍFICA" MAS CONTROLADA POR GOVERNOS ESTRANGEIROS QUE A FOMENTAM.IMAGINEM QUE OS MARROQUINOS PARA CHEGAR A SANTIAGO DE COMOSTELA NA IDADE MÉDIA QUANTOS SOLDADOS NÃO PRECISAVAM?AGORA BASTA VIR DE BARCO PNEUMÁTICO E FAZER TURISMO...
La Policía de Santiago detiene a 19 personas, la mayoría empresarios, en la operación Gym
EFE - Santiago - 24/06/2008
Vota Resultado 14 votos
Agentes del Cuerpo Nacional de Policía de Santiago han desarticulado una banda dedicada a la imigración ilegal y explotación laboral de ciudadanos marroquíes. Ha procedido a 19 detenciones, la mayoría empresarios.
La comisaría compostelana ha informado de que las primeras detenciones de la operación Gym se produjeron el pasado mes de marzo. Entonces cayó el cabecilla de la red, el marroquí S.E.A., en la localidad coruñesa de Padrón.
La red contactaba con empresarios españoles a los que le ofrecían cantidades de dinero entre 1.000 y 5.000 euros por ofertas de trabajo a ciudadanos de Marruecos, con lo que obtenían los correspodientes permisos de trabajo, que no se ocupaban.
En Santiago han sido detenidos posteriormente los empresarios españoles J.B.C. y J.M.P.V. y, más tarde, otros dos, J.A.G.G. y J.L.M.M.. Además hay catorce personas arrestadas con diversos grados de implicación, "empresarios en su gran mayoría", han señalado las fuentes policiales. La Policía continúa la investigación y no descarta más detenciones.
POR CÁ É O QUE MAIS HÁ.SEMPRE DISPOSTOS A CREDIBILIZAR QUALQUER POLÍTICA DE ESQUERDA RADICAL MOSTRANDO-SE A DIZER QUE TÊM FALTA DE MÃO DE OBRA...
ESTES AFRICANIZADORES SECUNDÁRIOS E EXPLORADORES DOS SEUS CONCIDADÃOS DEVEM SER METIDOS NO MESMO SACO DOS TRAIDORES.
EMPRESÁRIOS FANTASMA A PASSAR PAPÉIS POR ELEVADAS QUANTIAS DEVE SER O QUE MAIS POR AÍ EXISTE.ATÉ PORQUE MUITOS DESSES "EMPRESÁRIOS" SÓ SÃO "PORTUGUESES" NO PAPEL...
POR OUTRO LADO A ACTUAL SITUAÇÃO DE FRONTEIRAS ABERTAS DÁ-NOS A DIMENSÃO DA "INVASÃO PACÍFICA" MAS CONTROLADA POR GOVERNOS ESTRANGEIROS QUE A FOMENTAM.IMAGINEM QUE OS MARROQUINOS PARA CHEGAR A SANTIAGO DE COMOSTELA NA IDADE MÉDIA QUANTOS SOLDADOS NÃO PRECISAVAM?AGORA BASTA VIR DE BARCO PNEUMÁTICO E FAZER TURISMO...
PARA RECEBER QUALQUER EX-COLONIZADO QUER VOLTAR A SER PORTUGUÊS...
Provedor de Justiça
Relatório à
Assembleia
da República
2008
O crescimento que continuamente se vem verificando desde 2001, no
que toca a queixas oriundas do Estrangeiro e, na esmagadora maioria, incidindo
sobre nacionalidade de naturais do ex-Estado da Índia, prosseguiu em
2008, com mais 111 unidades (13%).
O INDEGINATO DEVIDAMENTE DOUTRINADO NAS BOAS OBRAS E COSTUMES PELA MULATAGEM DESCOLONIZADORA IRÁ PAGAR E POR MUITO TEMPINHO...
OS COLARINHOS BRANCOS GOSTAM MUITO DOS CANOS SERRADOS.AINDA VÃO RECORRER A ELES COMO CIPAIOS PARA MANTER SOB CONTROLO OS INDÍGENAS XENÓFOBOS...
Relatório à
Assembleia
da República
2008
O crescimento que continuamente se vem verificando desde 2001, no
que toca a queixas oriundas do Estrangeiro e, na esmagadora maioria, incidindo
sobre nacionalidade de naturais do ex-Estado da Índia, prosseguiu em
2008, com mais 111 unidades (13%).
O INDEGINATO DEVIDAMENTE DOUTRINADO NAS BOAS OBRAS E COSTUMES PELA MULATAGEM DESCOLONIZADORA IRÁ PAGAR E POR MUITO TEMPINHO...
OS COLARINHOS BRANCOS GOSTAM MUITO DOS CANOS SERRADOS.AINDA VÃO RECORRER A ELES COMO CIPAIOS PARA MANTER SOB CONTROLO OS INDÍGENAS XENÓFOBOS...
DEPOIS DE ENCHEREM ÁFRICA DE ARMAS O QUE É QUE A RUSSIA DARÁ DESTA VEZ?
President Medvedev arrives in Egypt for tour to revive relations
President Medvedev after signing a co-operation pact with President Mubarak of Egypt
Tony Halpin in Moscow
Once it would have been Cold War rhetoric and “fraternal greetings” to Marxist guerrillas. Yesterday Russia returned to Africa in a scramble to restore its Soviet-era influence — only this time with profits and natural resources in mind.
President Medvedev arrived in Egypt at the start of a four-nation tour to a continent where communist ideology and Cold War alliances shaped its post-colonial landscape.
Now Russia is keen to revive relations in a region where it still has several old friends, and some, albeit faded, influence.
Vladimir Putin visited South Africa and Morocco as President in 2006 but Russia currently lags far behind China in winning access to the region’s resources. In the past few years China has invested huge sums to buy influence in Africa and gain access to the raw materials it needs.
During the 1970s the Soviets spent billions of dollars backing Marxist guerrilla movements in places such as Ethiopia, Mozambique and Angola, where military aid included airlifting 20,000 Cuban troops to support rebel forces.
By the middle of that decade almost 35,000 Soviet political and economic “advisers” worked in Africa, many of them KGB officers.
Communist ideals helped to inform policy throughout the region, from Tanzania under Julius Nyerere in the east to the socialist ideals of the outlawed African National Congress in South Africa.
In a first step signalling Russia’s intent to compete in the scramble for African resources, President Medvedev signed a ten-year “strategic co-operation” pact with his Egyptian counterpart, Hosni Mubarak, in Cairo yesterday.
Like much of its once-extensive influence in Africa, Moscow’s traditionally close relationship with Egypt went into decline after the collapse of the Soviet Union.
The two leaders also pledged to co-ordinate “foreign policy positions” and to press for “a new multipolar world order”, a favourite Kremlin phrase for challenging the US dominance.
Mr Mubarak threw his support behind a Russian proposal for a Middle East peace conference in Moscow, which Mr Medvedev said would be held by the end of the year. Russia is in the Middle East quartet — with the European Union, the US and the United Nations — that is negotiating with Israel and the Palestinians.
Israel and the US have been lukewarm on the idea.
Mr Medvedev was due to speak at an Arab League session and to meet its Secretary-General, Amr Moussa, during his two-day stay.
Trade is also at the top of the agenda. Egypt is now one of the most popular tourist destinations for Russians, with two million visitors last year, and even though annual trade between them is worth a relatively modest $4.1 billion (£2.5 billion) it is now Russia’s largest trade partner in Africa.
Nuclear power forms a key element of Mr Medvedev’s four-day visit to Egypt, Nigeria, Namibia and Angola. He is accompanied by his Energy Minister and the head of Rosatom, the state nuclear power corporation, as well as a host of other business leaders.
Rosatom is pushing hard to win a $1.8 billion tender to build Egypt’s first nuclear power plant. It was also expected to sign an agreement to search for uranium deposits.
Today Mr Medvedev will go on to Nigeria, where Rosatom hopes to sign a nuclear co-operation agreement. The Russian energy group Gazprom already has contracts in Nigeria to develop gasfields and search for oil reserves.
Then he will finish the tour with visits to Namibia and Angola, two countries entwined historically with Russia through its sponsorship of one of the longest-running conflicts during the Cold War period: the South African Bush War.
It will be the first visit by a Russian leader to Namibia. Several Russian companies are already part of joint ventures to exploit Namibia’s uranium reserves. Moscow has also offered to sell its controversial technology for building floating ship-based nuclear reactors to help Namibia to overcome chronic electricity shortages.
Mr Medvedev completes his African tour later tomorrow in Angola, which currently holds the presidency of Opec. Angola has vast oil reserves while the Russian state diamond miner, Alrosa, is involved in two joint ventures in the country.
During the 1970s the Soviets spent billions of dollars backing Marxist guerrilla movements in places such as Ethiopia, Mozambique and Angola, where military aid included airlifting 20,000 Cuban troops to support rebel forces.
OS NOSSOS TRAIDORES DEVEM ANDAR TAMBÉM CHEIOS DE SAUDADE DESTES TEMPOS EM QUE AO SERVIÇO DE INTERESSES ESTRANGEIROS "AJUDARAM A /DESCOLONIZARAM" DA FORMA COMO O FIZERAM.DESDE A DOUTRINAÇÃO DOS CHEFES DAS "REVOLTAS" ATÉ À SABOTAGEM E TRAIÇÃO VALEU TUDO.AGORA É MAIS "COLONIZAÇÃO" COM DIREITOS... O QUE OBRIGA MAIS UMA VEZ OS EXPULSOS DE ÁFRICA A TORNAR A PAGAR...
OS CANDIDATOS QUE VÃO PARA A CHINA, CUBA E RUSSIA...
E QUE OS NOSSOS TRAIDORES DEIXEM DE SER PAGOS POR ISSO...
President Medvedev after signing a co-operation pact with President Mubarak of Egypt
Tony Halpin in Moscow
Once it would have been Cold War rhetoric and “fraternal greetings” to Marxist guerrillas. Yesterday Russia returned to Africa in a scramble to restore its Soviet-era influence — only this time with profits and natural resources in mind.
President Medvedev arrived in Egypt at the start of a four-nation tour to a continent where communist ideology and Cold War alliances shaped its post-colonial landscape.
Now Russia is keen to revive relations in a region where it still has several old friends, and some, albeit faded, influence.
Vladimir Putin visited South Africa and Morocco as President in 2006 but Russia currently lags far behind China in winning access to the region’s resources. In the past few years China has invested huge sums to buy influence in Africa and gain access to the raw materials it needs.
During the 1970s the Soviets spent billions of dollars backing Marxist guerrilla movements in places such as Ethiopia, Mozambique and Angola, where military aid included airlifting 20,000 Cuban troops to support rebel forces.
By the middle of that decade almost 35,000 Soviet political and economic “advisers” worked in Africa, many of them KGB officers.
Communist ideals helped to inform policy throughout the region, from Tanzania under Julius Nyerere in the east to the socialist ideals of the outlawed African National Congress in South Africa.
In a first step signalling Russia’s intent to compete in the scramble for African resources, President Medvedev signed a ten-year “strategic co-operation” pact with his Egyptian counterpart, Hosni Mubarak, in Cairo yesterday.
Like much of its once-extensive influence in Africa, Moscow’s traditionally close relationship with Egypt went into decline after the collapse of the Soviet Union.
The two leaders also pledged to co-ordinate “foreign policy positions” and to press for “a new multipolar world order”, a favourite Kremlin phrase for challenging the US dominance.
Mr Mubarak threw his support behind a Russian proposal for a Middle East peace conference in Moscow, which Mr Medvedev said would be held by the end of the year. Russia is in the Middle East quartet — with the European Union, the US and the United Nations — that is negotiating with Israel and the Palestinians.
Israel and the US have been lukewarm on the idea.
Mr Medvedev was due to speak at an Arab League session and to meet its Secretary-General, Amr Moussa, during his two-day stay.
Trade is also at the top of the agenda. Egypt is now one of the most popular tourist destinations for Russians, with two million visitors last year, and even though annual trade between them is worth a relatively modest $4.1 billion (£2.5 billion) it is now Russia’s largest trade partner in Africa.
Nuclear power forms a key element of Mr Medvedev’s four-day visit to Egypt, Nigeria, Namibia and Angola. He is accompanied by his Energy Minister and the head of Rosatom, the state nuclear power corporation, as well as a host of other business leaders.
Rosatom is pushing hard to win a $1.8 billion tender to build Egypt’s first nuclear power plant. It was also expected to sign an agreement to search for uranium deposits.
Today Mr Medvedev will go on to Nigeria, where Rosatom hopes to sign a nuclear co-operation agreement. The Russian energy group Gazprom already has contracts in Nigeria to develop gasfields and search for oil reserves.
Then he will finish the tour with visits to Namibia and Angola, two countries entwined historically with Russia through its sponsorship of one of the longest-running conflicts during the Cold War period: the South African Bush War.
It will be the first visit by a Russian leader to Namibia. Several Russian companies are already part of joint ventures to exploit Namibia’s uranium reserves. Moscow has also offered to sell its controversial technology for building floating ship-based nuclear reactors to help Namibia to overcome chronic electricity shortages.
Mr Medvedev completes his African tour later tomorrow in Angola, which currently holds the presidency of Opec. Angola has vast oil reserves while the Russian state diamond miner, Alrosa, is involved in two joint ventures in the country.
During the 1970s the Soviets spent billions of dollars backing Marxist guerrilla movements in places such as Ethiopia, Mozambique and Angola, where military aid included airlifting 20,000 Cuban troops to support rebel forces.
OS NOSSOS TRAIDORES DEVEM ANDAR TAMBÉM CHEIOS DE SAUDADE DESTES TEMPOS EM QUE AO SERVIÇO DE INTERESSES ESTRANGEIROS "AJUDARAM A /DESCOLONIZARAM" DA FORMA COMO O FIZERAM.DESDE A DOUTRINAÇÃO DOS CHEFES DAS "REVOLTAS" ATÉ À SABOTAGEM E TRAIÇÃO VALEU TUDO.AGORA É MAIS "COLONIZAÇÃO" COM DIREITOS... O QUE OBRIGA MAIS UMA VEZ OS EXPULSOS DE ÁFRICA A TORNAR A PAGAR...
OS CANDIDATOS QUE VÃO PARA A CHINA, CUBA E RUSSIA...
E QUE OS NOSSOS TRAIDORES DEIXEM DE SER PAGOS POR ISSO...
POR CÁ QUANDO É QUE AS ESCOLAS PASSAM A SER TAMBÉM SEF?
Los albergues vetarán el acceso a los temporeros 'sin papeles'
El Gobierno cambia el modelo de lucha contra la inmigración ilegal en el campo
ESTÃO A VER É NECESSÁRIO ACABAR COM O EFEITO "CHAMADA"...
El Gobierno cambia el modelo de lucha contra la inmigración ilegal en el campo
ESTÃO A VER É NECESSÁRIO ACABAR COM O EFEITO "CHAMADA"...
DE CERTEZA OBRA DE QUEM NOS ESCOLHE PARA NOS ENRIQUECER COMO DIZEM OS TRAIDORES
Assalto à Lacoste rende 300 mil euros
00h30m
TERESA CARDOSO
Desconhecidos arrombaram a loja Lacoste, em Viseu, e levaram mais de 300 mil euros em roupas e acessórios da marca. Os proprietários dizem que os ladrões tiveram tempo para tudo e exigem segurança.
"Afinal, onde pára a polícia?!". A pergunta é feita por Adelino Almeida, dono do estabelecimento de pronto-a-vestir localizado na rua Formosa, ainda "perplexo" com o facto de alguém ter conseguido "limpar totalmente mais de 300 mil euros de mercadoria" da loja, no centro da cidade, sem que as autoridades se tenham apercebido de qualquer movimentação estranha.
"Isto parece irreal. Não pode estar a acontecer. Para consumar este assalto, foram precisos pelo menos quatro homens, uma carrinha e uma hora de trabalho pela frente para levar tanta coisa. Onde estava a polícia? Como é que se rouba desta forma e ninguém dá conta de nada?", interroga o empresário, com a desolação e raiva estampados no rosto.
O assalto à Lacoste terá ocorrido durante a madrugada de ontem, a hora não determinada, através de estroncamento da fechadura da porta com frente para a rua Formosa.
O furto só foi detectado pouco passava das 9 horas, pela também proprietária Filomena Oliveira, na abertura do estabelecimento.
"Assustei-me quando vi a porta entreaberta. Mas apercebi-me logo do que tinha acontecido quando, ao olhar à minha volta, vi as prateleiras e expositores completamente vazios", relatou, ao JN.
Segundo a empresária, os assaltantes levaram centenas de peças entre roupas, malas e outros acessórios de homem e senhora.
"Limparam as prateleiras todas. Não ficou rigorosamente nada. Só deixaram a roupa que vestia os manequins expostos na montra, provavelmente para dar a impressão, a quem passasse na rua, que não estava a acontecer nada dentro do estabelecimento", relatou Filomena Oliveira.
A indignação dos proprietários aumenta quando se apercebem de pequenos pormenores do assalto. "Tiveram tanto tempo para fazer o serviço, que nem os frascos de perfume escaparam". Os prejuízos, que incluem ainda equipamento informático e cerca de 150 euros em dinheiro, são calculados pela empresa em mais de 300 mil euros.
Filomena Oliveira queixa-se de falta de policiamento numa rua repleta de lojas e onde residem apenas meia dúzia de famílias. "Se for preciso lançar um abaixo - assinado, serei a primeira a subscrevê-lo". O JN não conseguiu obter uma reacção do comandante da PSP, Serafim Tavares, por estar em reunião.
Na mesma madrugada, foram furtados documentos de uma agência de seguros na rua Infante D. Henrique, também em Viseu.
00h30m
TERESA CARDOSO
Desconhecidos arrombaram a loja Lacoste, em Viseu, e levaram mais de 300 mil euros em roupas e acessórios da marca. Os proprietários dizem que os ladrões tiveram tempo para tudo e exigem segurança.
"Afinal, onde pára a polícia?!". A pergunta é feita por Adelino Almeida, dono do estabelecimento de pronto-a-vestir localizado na rua Formosa, ainda "perplexo" com o facto de alguém ter conseguido "limpar totalmente mais de 300 mil euros de mercadoria" da loja, no centro da cidade, sem que as autoridades se tenham apercebido de qualquer movimentação estranha.
"Isto parece irreal. Não pode estar a acontecer. Para consumar este assalto, foram precisos pelo menos quatro homens, uma carrinha e uma hora de trabalho pela frente para levar tanta coisa. Onde estava a polícia? Como é que se rouba desta forma e ninguém dá conta de nada?", interroga o empresário, com a desolação e raiva estampados no rosto.
O assalto à Lacoste terá ocorrido durante a madrugada de ontem, a hora não determinada, através de estroncamento da fechadura da porta com frente para a rua Formosa.
O furto só foi detectado pouco passava das 9 horas, pela também proprietária Filomena Oliveira, na abertura do estabelecimento.
"Assustei-me quando vi a porta entreaberta. Mas apercebi-me logo do que tinha acontecido quando, ao olhar à minha volta, vi as prateleiras e expositores completamente vazios", relatou, ao JN.
Segundo a empresária, os assaltantes levaram centenas de peças entre roupas, malas e outros acessórios de homem e senhora.
"Limparam as prateleiras todas. Não ficou rigorosamente nada. Só deixaram a roupa que vestia os manequins expostos na montra, provavelmente para dar a impressão, a quem passasse na rua, que não estava a acontecer nada dentro do estabelecimento", relatou Filomena Oliveira.
A indignação dos proprietários aumenta quando se apercebem de pequenos pormenores do assalto. "Tiveram tanto tempo para fazer o serviço, que nem os frascos de perfume escaparam". Os prejuízos, que incluem ainda equipamento informático e cerca de 150 euros em dinheiro, são calculados pela empresa em mais de 300 mil euros.
Filomena Oliveira queixa-se de falta de policiamento numa rua repleta de lojas e onde residem apenas meia dúzia de famílias. "Se for preciso lançar um abaixo - assinado, serei a primeira a subscrevê-lo". O JN não conseguiu obter uma reacção do comandante da PSP, Serafim Tavares, por estar em reunião.
Na mesma madrugada, foram furtados documentos de uma agência de seguros na rua Infante D. Henrique, também em Viseu.
Tuesday, June 23, 2009
OS DESCOLONIZADORES, AGORA COLONIZADORES, "INTERPRETAM" A VONTADE DO POVO INDÍGENA...

24 Junho 2009 - 00h30
Almada: Vítima levada duas horas no próprio carro para levantar dinheiro
Tiro na cabeça por buzinar a ladrões
A condutora buzinou assustada mal viu dois encapuzados aproximarem-se do seu carro para o roubarem, quando ia meter combustível em Palhais, na Charneca da Caparica, Almada, e foi logo atingida na cabeça por um tiro de caçadeira. Não morreu porque os chumbos lhe acertaram de raspão – mas, ferida, foi depois sequestrada no seu carro e passou duas horas refém, na madrugada de ontem, para lhe roubarem o dinheiro do multibanco.
Aos 24 anos, ‘Ana’ começou a viver um verdadeiro pesadelo a partir da 01h30, junto às bombas da Galp de Palhais. A vítima, num Daewoo Matiz, parou por instantes o automóvel numa rua contígua à estação de serviço. E foi nessa altura que os dois homens, caras tapadas e com uma caçadeira, aproveitaram para atacar. Gritaram-lhe ameaças em crioulo – e, assustada, ‘Ana’ cometeu o erro de começar a buzinar, a pedir socorro.
Um dos assaltantes, que empunhava a caçadeira, levantou o cano da arma – e, de pronto, fez um disparo em direcção à cabeça da jovem condutora. Foi atingida de raspão, ficando ensaguentada, e os ladrões entraram de imediato no carro da vítima, obrigando-a a conduzir.
Foi forçada a percorrer praticamente toda a freguesia da Charneca da Caparica, de arma apontada, parando a viatura junto a diversas caixas multibanco. Os ladrões acabaram por só conseguir roubar 50 euros. Ferida na cabeça e aterrorizada, a jovem ‘Ana’ acabou por ser abandonada pelos dois assaltantes na Estrada Florestal da Costa de Caparica, junto à praia da Mata, pouco depois das 03h00.
Os dois assaltantes deixaram a vítima e a sua viatura junto a um restaurante, fugindo a pé. Em pânico, ‘Ana’ telefonou aos pais, que por sua vez alertaram a GNR da Costa de Caparica. A vítima acabou por ser assistida no Hospital Garcia de Orta, em Almada, e a investigação está entregue à PJ de Setúbal, que, entre outras diligências, procura vestígios biológicos dos assaltantes no carro de ‘Ana’.
PRIMEIRO FOI A DOUTRINAÇÃO DA TRAIÇÃO QUE LEVOU À REVOLTA NAS COLÓNIAS, QUE FORAM ENTREGUES NA PRIMEIRA OPORTUNIDADE E SEM GARANTIAS MÍNIMAS DECENTES PARA TODA A GENTE(AFRICANOS E EUROPEUS).AGORA OS MESMOS "DECIDIRAM" COLONIZAR-NOS COM TODA A MERDA DO MUNDO FAZENDO UMAS LEIS TRAIDORAS QUE GARANTEM ISSO MESMO.NADA DE CENTROS DE DETENÇÃO DE ILEGAIS, NACIONALIDADE AO FIM DE 6 ANOS DOS QUAIS 3 PODEM SER EM PRISÃO, MATRICULA NAS ESCOLAS SEM PERGUNTAR COMO CÁ VIERAM PARAR, SUBSÍDIOS ABUNDANTES, DISCRIMINAÇÕES POSITIVAS LEVARAM À ESCRAVATURA BRANCA.OLHEM BEM PARA A COR DOS GAJOS QUE FIZERAM ISSO...
Monday, June 22, 2009
CONSEQUÊNCIAS DA AFRICANIZAÇÃO
Português operado em Espanha fica internado
16h54m
Augusto Correia
Os dois homens, de 33 e 36 anos, foram hospitalizados na sequência do despiste de uma carrinha, de que resultaram dois mortos, em Espanha.
Dois portugueses morreram e quatro outros ficaram feridos quando a carrinha em que circulavam se despistou, ao início da manhã, na zona de Pepino, Toledo, Espanha. Há ainda quatro feridos a registar.
ANTIGAMENTE ERA O MAR SALGADO COM AS LÁGRIMAS DE PORTUGAL.AGORA AS ESTRADAS ESPANHOLAS COM SANGUE PORTUGUÊS.QUE SE RECUSAM A SER AFRICANIZADOS NOS SALÁRIOS.
16h54m
Augusto Correia
Os dois homens, de 33 e 36 anos, foram hospitalizados na sequência do despiste de uma carrinha, de que resultaram dois mortos, em Espanha.
Dois portugueses morreram e quatro outros ficaram feridos quando a carrinha em que circulavam se despistou, ao início da manhã, na zona de Pepino, Toledo, Espanha. Há ainda quatro feridos a registar.
ANTIGAMENTE ERA O MAR SALGADO COM AS LÁGRIMAS DE PORTUGAL.AGORA AS ESTRADAS ESPANHOLAS COM SANGUE PORTUGUÊS.QUE SE RECUSAM A SER AFRICANIZADOS NOS SALÁRIOS.
TRAIDORES Á RAÇA É O QUE MAIS CÁ TEMOS.E AINDA POR CIMA BOLIVARIANOS...
"Una vez se lo dije al rey de España: ¿Cómo vas a hablar tú de descubrimiento, rey?", relató Chávez tras reivindicar que es descendiente de caciques de los pueblos originarios de América, entre ellos del caraqueño Guaicaipuro.
En cambio, "tú eres descendiente de Fernando VII. Tú eres rey allá, aquí no", ha dicho que le señaló "con todo respeto" al monarca español y ha añadido que él se sentiría "un traidor" a su raza si se sintiera "subalterno del rey".
A INDEGINAÇÃO SÓ É BOA FORA.CÁ DENTRO TEMOS QUE FICAR MULATOS E PAGAR(E COLOCAR A MULATAGEM A GOVERNAR...)
En cambio, "tú eres descendiente de Fernando VII. Tú eres rey allá, aquí no", ha dicho que le señaló "con todo respeto" al monarca español y ha añadido que él se sentiría "un traidor" a su raza si se sintiera "subalterno del rey".
A INDEGINAÇÃO SÓ É BOA FORA.CÁ DENTRO TEMOS QUE FICAR MULATOS E PAGAR(E COLOCAR A MULATAGEM A GOVERNAR...)
NOVOS PORTUGUESES?
INMIGRACIÓN | Tres niños, tres mujeres y un discapacitado
Interceptadas 8 pateras con 137 indocumentados frente a aguas de Almería y Granada
OU SERÁ QUE ELES QUEREM IR PARA CUBA, RUSSIA OU CHINA?
Interceptadas 8 pateras con 137 indocumentados frente a aguas de Almería y Granada
OU SERÁ QUE ELES QUEREM IR PARA CUBA, RUSSIA OU CHINA?
CÁ QUANTO MAIS CADASTRADOS MELHOR.É QUE A MALTA GOSTA DE FAZER MILAGRES...
El Gobierno ve problemas para acoger a uno de los presos de Guantánamo
La ley impide autorizar su residencia porque tiene antecedentes penales
MIGUEL GONZÁLEZ - Madrid - 22/06/2009
Vota Resultado 7 votos Comentarios - 0
El Gobierno español quiere ayudar al presidente de Estados Unidos, Barack Obama, a cerrar la prisión de Guantánamo, pero teme que alguno de los cuatro presos cuya acogida pidió el pasado miércoles en Madrid el enviado especial de la Secretaría de Estado, Daniel Fried, no resulte admisible. Los problemas con los nombres ofrecidos por EE UU no se deben tanto al temor de que constituyan una amenaza para la seguridad nacional, como a la necesidad de respetar la legislación española.
Sólo una decena de los 27 países de la UE recibirá detenidos
Cerrar Guantánamo
"Ninguno es un angelito", dice el CNI de los cuatro ofrecidos a España
EE UU quiere que el Ejecutivo admita a un quinto interno más adelante
Aunque, al contrario que otras capitales europeas, Madrid no ha puesto como requisito que exista alguna vinculación entre el recluso y España (como lazos familiares o conocimiento del idioma), sí ha exigido que no tenga antecedentes penales.
SENDO A CASA PIA DO MUNDO JÁ TÊM UMA VASTA EXPERIÊNCIA DE "EFEITOS COLATERIAIS" QUE CONTUDO NÃO AFECTA A "DECISÃO" DE NOS IREM CONSTRUINDO UM NOVO IMPÉRIO CÁ DENTRO.SEM MÁCULAS EXPLORADORAS PORQUE É TOTALMENTE PAGO PELO INDEGINATO BRANQUINHO...
La ley impide autorizar su residencia porque tiene antecedentes penales
MIGUEL GONZÁLEZ - Madrid - 22/06/2009
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El Gobierno español quiere ayudar al presidente de Estados Unidos, Barack Obama, a cerrar la prisión de Guantánamo, pero teme que alguno de los cuatro presos cuya acogida pidió el pasado miércoles en Madrid el enviado especial de la Secretaría de Estado, Daniel Fried, no resulte admisible. Los problemas con los nombres ofrecidos por EE UU no se deben tanto al temor de que constituyan una amenaza para la seguridad nacional, como a la necesidad de respetar la legislación española.
Sólo una decena de los 27 países de la UE recibirá detenidos
Cerrar Guantánamo
"Ninguno es un angelito", dice el CNI de los cuatro ofrecidos a España
EE UU quiere que el Ejecutivo admita a un quinto interno más adelante
Aunque, al contrario que otras capitales europeas, Madrid no ha puesto como requisito que exista alguna vinculación entre el recluso y España (como lazos familiares o conocimiento del idioma), sí ha exigido que no tenga antecedentes penales.
SENDO A CASA PIA DO MUNDO JÁ TÊM UMA VASTA EXPERIÊNCIA DE "EFEITOS COLATERIAIS" QUE CONTUDO NÃO AFECTA A "DECISÃO" DE NOS IREM CONSTRUINDO UM NOVO IMPÉRIO CÁ DENTRO.SEM MÁCULAS EXPLORADORAS PORQUE É TOTALMENTE PAGO PELO INDEGINATO BRANQUINHO...
Sunday, June 21, 2009
TAMBÉM CÁ A KULTURA AFRICANA ESTÁ ENTRANHADA...
Filhos à espera de suceder ao pai - tradição em África
HojeComentar
Morto Omar Bongo, o seu filho, Ali Ben Bongo, é o nome mais forte para ocupar o poder no Gabão. Mas as dinastias políticas não são um exclusivo de África - onde são uma realidade no Togo e Congo -, existem...
OU SERÁ QUE OS FILHOS NÃO SUCEDEM AOS PAIS?O ZÉ POVINHO É QUE NÃO APRECIA LÁ MUITO A VER PELAS TAXAS DE ABSTENÇÃO...
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Morto Omar Bongo, o seu filho, Ali Ben Bongo, é o nome mais forte para ocupar o poder no Gabão. Mas as dinastias políticas não são um exclusivo de África - onde são uma realidade no Togo e Congo -, existem...
OU SERÁ QUE OS FILHOS NÃO SUCEDEM AOS PAIS?O ZÉ POVINHO É QUE NÃO APRECIA LÁ MUITO A VER PELAS TAXAS DE ABSTENÇÃO...
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