Tuesday, June 2, 2026

AS ONG´S AO PÉ DO TEDH VÃO ACTUAR.NÃO DEVEM QUERER CÁ "ÓDIOS"...

Six détenus de la prison ultra-sécurisée de Condé-sur-Sarthe portent plainte pour violences et harcèlement moral LEMBREM-SE DE QUE HÁ O SERVIÇO EUROPEU FRONTEX MAS PARA SALVAR OS IMIGRANTES E AI DE QUEM OS MALTRATE QUE ISSO DE DESPIR E ROUBAR NÁUFRAGOS ERA NA ÉPOCA DOS DESCOBRIMENTOS PORTUGUESES E ANTES DO "COLONIALISMO".AÍ ERA TUDO TUDO AFECTOS...

PORTANTO UM MALIENSE E UM MARROQUINO (O JEAN LUC? A MANDAR NOS EMIGRANTES PORTUGUESES DE SAINT DENIS ONDE O MARCELO NUNCA FOI MAS EM QUE AS PORTUGUESAS DA GUARDA VESTEM BURCAS...PORQUE A NOSSA KULTURA É DO AJOELHAR PARA MAIS DEPRESSA FAZEREM A RAÇA MISTA E ACABAREM COM A NAÇÃO PORTUGUESA

FRANCIA Bally Bagayoko, el alcalde 'insurrecto' de Saint-Denis Hijo de inmigrantes malienses, el edil dio a La Francia Insumisa de Jean-Luc Mélenchon su primer municipio de más de 100.000 habitantes en las últimas elecciones locales Manifestation contre le racisme en soutien au maire de Saint-Denis, Bally Bagayoko. THOMAS SAMSON / AFP « Tout ça, c’est la “nouvelle France” » : comment LFI cherche à faire main basse sur les cités ENQUÊTE - À Lille, Montpellier, Saint-Denis, La Courneuve et un peu partout en France, les Insoumis mènent une campagne permanente pour mobiliser l’électorat des quartiers populaires. Une stratégie qui commence à porter ses fruits mais qui se heurte à certaines limites. O MARCELO ATÉ CONDECOROU AS PORTUGUESAS QUE SE TINHAM CASADO COM MARROQUINOS NUM ABRIR DE PORTAS ANTES DA FAMOSA MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE DO COSTA.COM TAIS VALORES LEVARAM-NO LOGO PARA BRUXELAS...E POR CÁ TUDO BEM COLONIZADO...AGORA FALTA-LHES REPRESENTAÇÃO E UMA POLÍCIA AMIGA SEM ÓDIO AOS NEGROS CLARO.OS BRANCOS QUE SE PREPAREM PARA PAGAR A ESCRAVATURA...

DEVE SER UM DOS NOVOS VALORES EUROPEUS.TODOS A LER DA CARTILHA PARA FICAREM MANSINHOS.E COM CALMA O GOVERNO AINDA NOS VAI OBRIGAR A COMPRAR ESSA PROPAGANDA TRAIDORA...

Governo lança concurso para garantir distribuição de jornais no interior A ESMAGADORA MAIORIA DOS QUE ESCREVEM NA PROPAGANDA É ADEPTA DOS NOVOS VALORES EUROPEUS QUE NOS MANDAM AJOELHAR A TUDO TUDO TUDO...

PORTANTO SÃO OS IMPOSTOS EUROPEUS QUE NOS ANDAM A COLONIZAR SUBSTITUINDO O NOSSO POVO...E ATÉ TEMOS UM GRANDE COMBATENTE DO "ÓDIO" A GOVERNAR...

A fraude dos novos valores europeus (II) Esta é a ‘Europa’ de Bruxelas e estes são os seus valores e a sofisticada máquina para proteger estes anti-valores. Diogo Pacheco de Amorim 01 de junho 2026 às 15:40 A ‘Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão’ de 1789 proclama que os homens nascem livres e iguais em direitos; a soberania reside na nação; a lei deve ser igual para todos e, principalmente, que existem direitos naturais anteriores ao Estado, que a liberdade de opinião e expressão é fundamental e que a propriedade é um direito inviolável e sagrado. Esta declaração resume o essencial dos principais velhos valores europeus e assim traduzidos para o século XIX com continuidade até ao terceiro quartel do século XX. Como surgem os ‘novos valores europeus’? Esta expressão não corresponde a uma categoria jurídica formal única da União Europeia, mas antes a uma evolução político-cultural progressiva, numa primeira fase e a uma total distorção e inversão, numa segunda fase, do conceito tradicional de ‘valores europeus’, sobretudo a partir das décadas de 1990 e 2000, no essencial após o fim da guerra fria O artigo 2.º do Tratado da União Europeia fixa formalmente os ‘valores da União’: dignidade humana; liberdade; democracia; igualdade; Estado de direito; direitos humanos; direitos das minorias. Já menos densos do que os de 1789 mas ainda ‘aceitáveis’. Contudo, aquilo a que hoje se chama ‘novos valores europeus’ corresponde a uma expansão interpretativa e ideológica destes valores fixados no TUE. De facto, entre os anos 2000 e 2020, o conceito deixa progressivamente de se limitar ao núcleo liberal-democrático clássico e passa a incorporar: políticas identitárias; multiculturalismo; igualdade de género em sentido expansivo; ideologia de género; políticas LGBTQ+; linguagem inclusiva; políticas climáticas como imperativo moral; inclusão e diversidade como critérios transversais de governação e um conceito cada vez mais amplo de ‘extremismo’, ou seja, a matriz básica da teologia woke transformada no pilar axiológico da visão política ditada pela oligarquia de Bruxelas. Estes não aceitam qualquer outra alternativa política que surja atacando-a como ‘desinformação’ e ‘discurso de ódio’ através do sistema judicial com base na monitorização ideológica das plataformas digitais. Esta mudança não surge de um único tratado, neste caso o Tratado de Lisboa, onde são dados os primeiros passos, mas de vários mecanismos cruzados e cumulativos: jurisprudência do Tribunal de Justiça da União Europeia, decisões da Comissão Europeia e resoluções do Parlamento Europeu; financiamento europeu a ONG e redes ativistas, políticas educativas e culturais, expansão do direito antidiscriminação e múltipla legislação digital recente profundamente limitadora da liberdade de expressão particularmente em períodos eleitorais. É neste contexto que aparecem programas de ‘resiliência democrática’, estruturas de combate à ‘desinformação’ ou os sistemas de ‘trusted flaggers’ (sinalizadores de confiança) traduzidos num corpo legislativo que inclui instrumentos como o Digital Services Act (DSA) e o European Democracy Shield (EDS); O Chat Control e o Protect EU; O European Media Freedom Act (EMFA) e o AI Act. E, ainda, o Euro Digital e a EU Digital Walet. O leitor coloque os nomes destes instrumentos no ChatGPT e pergunte-lhe o que significa cada um deles em particular e todos no seu conjunto e verá a resposta: a mais sofisticada máquina de censura e controle ideológico que possa imaginar em ação. Esta é a ‘Europa’ de Bruxelas e estes são os seus valores e a sofisticada máquina para proteger estes anti-valores. O fim da velha Europa greco-romana e cristã e dos velhos valores europeus dos quais o valor ancilar e central é o da liberdade: liberdade de ser e de parecer, de pensar, de falar e de agir. Porque sem esta fundacional liberdade, a vida perde todo o seu sentido. Vice-presidente da Assembleia da República OS LUSITANOS QUE COLQUEM OS FERREIROS A FAZER FALCATAS.AS REVOLUÇÕES VENCEDORAS QUE ELIMINARÃO TODA A TRAIÇÃO E DESCOLONIZARÃO OS QUE NÃO NOS QUEREM BEM...

Monday, June 1, 2026

VEJAM LÁ SE ESTA "ARTE" NÃO É DAQUELA A RETORNAR PARA ÁFRICA...

CULTURA ‘Varão de roupa usada’ por 80 mil euros abre polémica na cultura Crítico de arte Alexandre Pomar põe em causa o preço das obras incluídas na Coleção de Arte Contemporânea do Estado e atinge uma das mais importantes galerias de arte do país. Ministério da Cultura admite que aceita qualquer valor que lhe proponham. Crítico de arte Alexandre Pomar põe em causa o preço das obras incluídas na Coleção de Arte Contemporânea do Estado e atinge uma das mais importantes galerias de arte do país. Ministério da Cultura admite que aceita qualquer valor que lhe proponham. Bruno Horta 31 de maio 2026 às 08:53 ‘Varão de roupa usada’ por 80 mil euros abre polémica na cultura Sem papas na língua, o jornalista e crítico de arte Alexandre Pomar, filho do falecido artista plástico Júlio Pomar, veio remexer no tabu dos preços da arte contemporânea. «Quem está a roubar?», questionou Pomar no Facebook, dias depois da divulgação do relatório de 2025 da Comissão Para Aquisição de obras destinadas à Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), num total de 58 peças e 780 mil euros. Em vários posts, entre os dias 19 e 21 de maio, o crítico falou em «escândalo» e «caso de polícia». «Obras relevantes ou indigentes, de artistas com notoriedade ou só ‘famosos’, aparecem com números empolados e injustificados». A ainda: «É roubo! Pergunto se o júri aprovou estes preços de compra ou se apenas votou as obras». A principal obra visada foi a instalação The Tea Room, da dupla João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira, adquirida por 79.950 euros. Pomar chamou-lhe «varão de roupa usada», por consistir num conjunto de blusões de cabedal expostos num cabide metálico. Aparentemente, os artistas não foram o alvo direto de Pomar, antes a galeria que os representa e que vendeu a obra: Galeria Cristina Guerra, de Lisboa, considerada uma das mais influentes do país no domínio da arte contemporânea. As críticas têm sido ignoradas. Exceção feita para a historiadora de arte Raquel Henriques da Silva, antiga diretora do Museu do Chiado e do Instituto Português de Museus. Em artigo de opinião no jornal Público, na semana passada, escreveu que a CACE, ao dispor de 800 mil euros anuais para aquisições, «é um serviço escandalosamente privilegiado» em comparação com os museus e monumentos públicos, cujo orçamento para compras é de 680 mil euros a dividir por 34. Acrescentou que a CACE tem uma «atuação carregada de subjetividades». Contactados pelo Nascer do SOL, os dois artistas e a galerista Cristina Guerra não quiseram fazer comentários. Mas é certo que Vale e Ferreira, com mais de duas décadas de carreira, apresentaram uma exposição de relevo no Museu de Serralves entre julho e novembro de 2024, meses antes da venda do «varão», sendo voz corrente que a passagem por um grande museu de arte contemporânea aumenta a cotação de qualquer artista. RELATÓRIOS INCOMPLETOS A CACE responde perante a empresa pública Museus e Monumentos de Portugal, que por sua vez é tutelada pelo Ministério da Cultura.

O MONTENEGRO SAI REFORÇADO. PORRA 94,8 % À SALAZAR.UM PAÍS NA MÃO DE 14000...

Montenegro reforça liderança no PSD com vitória de 94,8% O atual primeiro-ministro, que concorreu sem oposição interna, obteve 14.467 votos. DESPREZA UMA MAIORIA PARA NAVEGAR EM ÁGUAS TURVAS...E SÓ QUER TRABALHAR TRABALHAR TRABALHAR...UI UI UI TALVEZ NO COMBATE AO ÓDIO...PARA A NOSSA COLONIZAÇÃO CONTINUAR...UM COLONIALISMO DOS BONS PAGO POR NÓS... O paradoxo da imensa maioria de direita Paulo Baldaia

A MODERNA ARISTOCRACIA É COMO A ANTIGA É ILETRADA PELO QUE TÊM ESCRAVOS A FAZER O SEU TRABALHO...,

Cristóvão Norte: 'Somos o país dos consultores' Algarvio dos quatro costados, Cristóvão Norte sentiu saudades da AR,