Tuesday, December 31, 2013

VEJAM EM QUE DEU O NOSSO ENRIQUECIMENTO COM OS POBRES DOS OUTROS.ALEGADAMENTE VIERAM PARA NOS PAGAR A PENSÃO MAS AFINAL TÊM QUE SER OS PENSIONISTAS A PAGAR-LHES A SOBREVIVÊNCIA.ISTO DEPOIS DE TEREM ENTREGUE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO QUE DIFICULTAVA O DESENVOLVIMENTO...

Famílias almoçam na escola durante férias

30 de Dezembro, 2013por Sónia Balasteiro

São já 13 as famílias que este Natal recorreram às cantinas escolares, no concelho de Sintra, abertas pela primeira vez a mães, pais, avós e outros familiares dos alunos.
No segundo maior concelho do país, com 11 freguesias, foram servidos em 2013, 59.610 almoços, quase mais 15 mil do que em 2012 (46.989) - uma realidade que levou as instituições a abrirem as portas durante as férias natalícias não só aos alunos como aos seus parentes.

E se para muitos é uma forma de resolverem as carências económicas que vivem, sobretudo pelo desemprego, para outros o objectivo é saberem o que comem as suas crianças às refeições. Além disso, aproveitam a oportunidade para participar nas suas vidas de uma forma diferente.

Almoçar por 3,80 euros, no máximo

“Venho certificar-me de que o serviço do refeitório é bom e também aproveito para estar com ele no seu ambiente”, conta Natalina Soares, de 40 anos, que veio acompanhar o filho Guilherme, de quatro. O estabelecimento que frequenta, a Escola Básica de Lourel, a pouco mais de um quilómetro de Sintra, tem um jardim de infância integrado. Ao todo, é frequentado por 193 crianças, que nas férias podem continuar a almoçar na escola.

Guilherme está a adorar a presença da mãe, confirma o menino acenando afirmativamente com a cabeça. E hoje, no segundo dia em que veio almoçar com o filho à escola, não está sozinha. Trouxe os avós paternos de Guilherme, Maria Elisa de 69 anos, e Valdemar Serrazina, de 70.

Para almoçar com o neto, garantem os dois anciãos, a viagem que fizeram do Cartaxo, onde vivem, “valeu a pena”. Durante o almoço, o avô Valdemar lá foi repetindo, bem-disposto, para o pequeno Guilherme comer, e não se distrair em brincadeiras.

“Viemos a convite da nossa nora”, conta Valdemar ao SOL. “E estamos a adorar a experiência. A comida estava esplêndida e são todos extremamente simpáticos”.

Para Guilherme foi uma surpresa a visita dos avós. Já a mãe, administrativa numa leiloeira de automóveis, não está surpreendida por ver como Guilherme está bem integrado na sua escola. “Todos os dias fala muito bem das educadoras, estou absolutamente descansada”. Também não é habitual levar queixas para casa em relação à alimentação.

O preço de uma refeição é de 3,80 euros para um adulto e de 1,46 para uma criança. Se for do escalão B, o almoço custa apenas 73 cêntimos. Já para o escalão A, a refeição é gratuita.

Apesar das boas condições, ainda há poucas famílias inscritas nos almoços na cantina da escola. “É a primeira vez que isto se faz e muitas pessoas ainda não sabem”, explica a professora Paula Antunes, na escola do Lourel há quatro anos.

“Quando as pessoas perceberem que isto é um espaço para poderem poupar algum dinheiro e também para partilharem o tempo e as experiências das suas crianças, acredito que haverá mais inscrições”, continua a docente.

Na opinião de Natalina Soares, essa não é, porém, a única razão para haver poucos pais a frequentar os almoços: “É uma questão de tempo. Eu trabalho aqui próximo e consigo ter uma hora e meia de almoço, mas acho que a maioria das pessoas não consegue”.

83 refeitórios escolares

A escola de Lourel não é a única a oferecer esta possibilidade aos pais. O número de refeitórios escolares aumentou desde o ano passado, de 79 para 83, servindo um total de 3.849 alunos.

Na Escola básica do número 2 de Massamá, em Casal do Bico (Queluz), também estão inscritos dois familiares de uma criança para almoçar. Neste caso, é o irmão mais velho de um aluno a aproveitar o programa de abertura dos refeitórios escolares aos familiares directos e a acompanhar a mãe e o irmão para uma refeição em família.

“A refeição servida no refeitório escolar é igual para alunos e seus familiares. É composta por sopa, prato de carne ou peixe, salada, doce ou fruta”, explica fonte do gabinete de acção social de Sintra.

No dia em que Valdemar e Maria Elisa Serrazina visitaram a escola do neto, foi-lhes servido um “salmão delicioso”, com a quantidade certa de verduras.

E ter uma refeição com todos os ingredientes necessários é algo que muitas famílias não conseguem suportar, em altura de crise. Daí este programa, explica o presidente da autarquia de Sintra, Basílio Horta: “Sabemos as dificuldades que as famílias passam. Não tinha lógica irem os alunos e as famílias ficarem em casa”.

OS POLÍTICOS LUMINOSOS AGORA NA FASE DA COLONIZAÇÃO DE PORTUGAL DEPOIS DAS ENTREGAS DE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO ANDAM NUMA DE ARRASTAR AOS DE CIMA( NEM TODOS CLARO)PARA DISTRIBUIR AOS DE BAIXO QUE ANDAM A FAZER O HOMEM NOVO E MULATO QUE SÓ NA EUROPA É POSSÍVEL SOB O OLHAR DIRIGENTE DOS INVESTIGADORES FORMADOS PELO ISCTE E OUTRAS ACADEMIAS RECUADAS DA EX-URSS.ESTAS SOPAS DOS POBRES COLECTIVAS SÃO UMA ÍNFIMA PARTE DO PACOTE DE SALVAÇÃO DO PLANETA QUE INCLUI A CASA SOCIAL, A SAÚDE, A EDUCAÇÃO E OUTROS SUBSÍDIOS PARA AQUELES QUE SE LEVANTEM CEDO PARA APANHAR SENHA NOS POSTOS DE ATENDIMENTO DA SEGURANÇA SOCIAL.
COMO É BOM DE VER O ZÉ POVINHO INDÍGENA SERÁ TRATADO COMO PRETO POR ESTES DEMOCRATAS DO TUDO E DO SEU CONTRÁRIO AGORA COM O PAPA FRANCISCO NA BOCA...
SE HOJE SUSTENTAM UM MILHÃO COM ESTA RAPAZIADA A MANDAR SALVARÃO DENTRO EM BREVE MUITOS MAIS.QUER-SE DIZER SE NÃO SE REVOLTAREM E NÃO FIZEREM UM RESTAURO DO SISTEMA PARA ANTES DO 25.E ONDE MUITOS DESTES SE TENTARÃO LOGO INTRODUZIR...QUE VIRA CASACAS É O QUE MAIS POR AÍ EXISTE...

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