Friday, February 11, 2011

POR CÁ AS "LEGALIZAÇÕES" MACIÇAS SÃO SEMPRE AO LONGO DO ANO...

França
Sarkozy rejeita "legalização maciça de sem papéis"
por LusaOntem


O presidente da República francês, Nicolas Sarkozy, rejeitou hoje "a legalização maciça de sem papéis" e afirmou que "há claramente um problema" com o lugar do islão em França.

"Não aceitarei a regularização maciça de sem papéis. Se aceitarmos todos [os imigrantes], o nosso sistema de integração explode", afirmou o chefe de Estado, numa edição especial do programa "Palavras de Franceses", no canal público TF1.

Nicolas Sarkozy respondeu em estúdio, durante duas horas, às questões de nove cidadãos franceses de diferentes profissões e origens sociais.

"Não podemos pronunciar a palavra imigração nas nossas democracias", afirmou o presidente da República, quando se abordou o tema da identidade nacional e do multiculturalismo.

"Se fazemos acreditar que podemos acolher todos [os imigrantes] sem lhes propor um alojamento e trabalho, construímos o gueto", acrescentou Nicolas Sarkozy.

"Preocupámo-nos demasiado com a identidade da origem e muito pouco com a identidade do país que os acolheu", declarou também, ao fazer um balanço da situação das comunidades migrantes e das novas gerações.

Nicolas Sarkozy recusou também o modelo "multicultural" no sentido dos países anglo-saxónicos. "Não queremos em França comunidades que vivem umas ao lado de outras. Em França, aceitamos fundir-nos numa comunidade nacional. Quem não aceita isso, não é bem vindo", declarou.

"O multiculturalismo reforçou os extremismos. Cada comunidade desenvolveu as suas defesas contra as outras. David Cameron e Angela Merkel têm a mesma opinião do que eu", garantiu o chefe de Estado francês, referindo-se a declarações recentes do primeiro ministro britânico e da chanceler alemã.

Sobre o islão e os "compatriotas muçulmanos", Nicolas Sarkozy afirmou: "Não falar nisso é um erro. Há claramente um problema." "Os nossos compatriotas muçulmanos devem poder praticar a sua religião, como todos os outros. Mas não queremos véus cobrindo mulheres em público. Não queremos orações ostentatórias. Somos um país laico, em que vigora a separação de religiões", declarou Nicolas Sarkozy.

"Não queremos proselitismo religioso agressivo, qualquer que ele seja. Não queremos que imãs preguem a violência. Não queremos mudar calendários. A religião é respeitável, mas é do domínio privado", acrescentou. "Há uma formidável hipocrisia de não ver um certo número de realidades", concluiu sobre o tema.

NUM PAÍS SEM ECONOMIA A RAPAZIADA DECIDIU CRIAR A CASA PIA DO MUNDO POR NOSSA CONTA.UMA LEI DA NACIONALIDADE AO ESTILO CRISTÃO DE "DAR A OUTRA FACE", "SALVAR O PLANETA", "O MUNDO É UM SÓ" BASEADO NA MÁXIMA:"AS ESCOLAS NÃO SÃO SEF".MAS COMO SÃO LOGO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E SEGURANÇA SOCIAL OS INTERNACIONALISTAS HUMANISTAS DEPOIS DE DISTRIBUIREM OS DINHEIROS PARA "MODERNIZAÇÃO" POR AGRICULTORES, COMERCIANTES E INDUSTRIAIS ACHARAM POR BEM FAZER PAGAR UM "DÍZIMO" ESPECIAL AOS FUNCIONÁRIOS DO ESTADO.EM PARTE BEM FEITO PORQUE A RAPAZIADA DO ESTADO JULGAVA QUE O DINHEIRO ERA ELÁSTICO E A DÍVIDA INFINITA...AGORA PAGAM E VÃO CONTINUAR A PAGAR POIS QUE NUM PAÍS SEM EMPREGOS TÊM UMA MÁQUINA AUTOMÁTICA DE "NACIONALIZAÇÃO" DE QUEM SE APRESENTE E NOS "ESCOLHA" E DECLARE NA SECRETARIA "AFECTOS".TANTO BASTA PARA SE COMEÇAR LOGO A PAGAR PARA COMBATER AS DIFERENÇAS E DESIGUALDADES...
NUM PAÍS QUE QUASE NADA PRODUZ TERMOS 10% DA POPULAÇÃO DE FORA, A MAIOR PARTE JÁ "NACIONALIZADA" É OBRA.E SE FIZEREM AS CONTAS ENCONTRAM AÍ UMA BOA PARTE DO PROBLEMA.MAS CUJOS AUTORES ESTRANHAMENTE NEM SEQUER NELE FALAM SABE-SE LÁ PORQUÊ...

Thursday, February 10, 2011

COMO O INTERNACIONALISMO-HUMANISTA DAS GARANTIAS TOTAIS AFUNDARAM PORTUGAL

Ourives apanha duas assaltantes mas fica sem ouro
Nuno Silva
Um grupo romeno pôs em prática, numa ourivesaria no Porto, um método de furto cada vez mais frequente no nosso país.
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Crime: Operação do SEF culminou com 12 detenções no Algarve e em Aveiro

Jovens traficadas para prostituição
O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) deteve 12 homens suspeitos de pertencerem a uma rede de tráfico de raparigas, que obrigavam a prostituir-se. As detenções ocorreram no Algarve e em Aveiro, onde a rede punha as jovens, algumas menores, a trabalhar nas bermas das estradas.
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Operação da GNR faz 26 detidos relacionados com furtos em Grândola
Uma operação desencadeada esta quarta-feira pela GNR em Alpiarça levou à constituição de 26 arguidos, 16 dos quais (14 homens e duas mulheres) ficaram detidos, devendo ser presentes quinta-feira para primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Grândola.
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Cinco sindicatos da PSP organizam marcha lenta em Lisboa
Cinco sindicatos da PSP realizam hoje uma marcha lenta em Lisboa para exigir o desbloqueamento de verbas por parte do Governo para regularizar a sua situação profissional.


OS IMPLEMENTADORES DA TESE "O MUNDO É UM SÓ" E AINDA POR CIMA "POR NOSSA CONTA" ENQUANTO ROUBAM DESCARADAMENTE O DINHEIRO DOS CONTRIBUINTES, SEMPRE DE FORMA "LEGAL",REBENTARAM COM A MAIS VELHA NAÇÃO DA EUROPA E ESTILHAÇARAM A COESÃO NACIONAL.MAS ESTÃO RICOS DE VIDA E CONTINUAM A CLAMAR QUE A "DEMOCRACIA" É QUE É BOA...OS ELEITORES ESSES NÃO TARDAM A PAGAR AS CONSEQUÊNCIAS.VÃO FICAR SEM DINHEIRINHO, MESMO OS PENSIONISTAS...
ESPERO QUE NESSA ALTURA OS NÃO DEIXEM FUGIR PARA OS PARAÍSOS ONDE ELES GOSTAM DE SE REFUGIAR E DONDE NÃO EXISTEM EXTRADIÇÕES...

Wednesday, February 9, 2011

POR CÁ A MALTA GOVERNANTE VAI PARA CABO VERDE.TÊM É QUE PAGAR EM PASSAPORTES...

Sarkozy oblige les ministres à passer leurs congés en France

Mots clés : Polémique, Vacances, Ministres, FRANCE, Nicolas Sarkozy De Nagy-Bocsa

Par Charlotte Menegaux
09/02/2011 | Mise à jour : 12:50 Réactions (208)
Les ministres (ici, le 5 janvier 2011) devront demander l'autorisation s'ils sont invités en vacances à l'étranger. (Marmara/Le Figaro)
Pour mettre fin aux polémiques, le chef de l'Etat a également précisé que les membres du gouvernement devraient demander l'autorisation au premier ministre, en cas d'invitation à l'étranger. Un projet de loi sur les conflits d'intérêt est prévu dans «les prochaines semaines».

MAS VEM GENTE AVANÇADÍSSIMA, SAUDÁVEL E TRABALHADORA...E ACIMA DE TUDO LETRADÍSSIMA PARA TIRAR ISTO DO OBSCURANTISMO...

PS
AINDA HÁ OS QUE ACUMULAM COM UNS TERRENINHOS...

VENHAM OS NOMES DOS NOSSOS HERÓIS QUE NOS ENRIQUECERAM COM MEDALHAS...

02/09/2011
Steroids in the Provinces
Demise of a Legendary Doping Empire
By Cathrin Gilbert


For years, underground firm International Pharmaceuticals supplied athletes around the world with the latest performance-enhancing drugs, attaining cult status in the doping scene and making millions. Now investigators have busted the firm's headquarters in a village in Germany. Their customers apparently included a number of top athletes, whose identities could now be revealed.

http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,744401,00.html

OS OFICIAIS DA GNR PODEM AGORA ASSISTIR NA SUA MESSE A AMORES LÉSBICOS...






















Primeiro casamento gay na GNR
por DN.ptHoje


De acordo com o "Correio da Manhã", trata-se da primeira união lésbica conhecida entre militares em todo o mundo. O casamento é já este sábado.

A capitã Patrícia Almeida, de 27 anos, e a cabo Maria Dias de Carvalho vão casar-se este sábado, noticia o jornal "Correio da Manhã". É o primeiro casamento gay na história da GNR.

Uma fonte oficial da GNR lembra ao jornal que o casamento entre pessoas do mesmo sexo "é um direito consagrado para qualquer cidadão". A união será no sábado, no Conservatório do Registo Civil de Lisboa. Seguido de uma festa em local que é segredo.

POR OUTRO LADO A DISCIPLINA E A HIERARQUIA VÃO ANDAR SOB AMEAÇA...AINDA BEM QUE A GNR TEM JÁ "ESPECIALISTAS" EM VIOLÊNCIA DOMÉSTICA...

AMENIZEI O TEXTO.MAS VEJAM SÓ O QUE ESTES DEMOCRATAS DA TRETA "DÃO" DE PAPEL PASSADO AO ZÉ POVINHO:AS "MODERNIDADES" QUE PRATICAMENTE SÓ MEIA DÚZIA DE PAÍSES "OFERECE" E QUE ALIÁS NÃO ESTÁ NA NOSSA TRADIÇÃO.ESTES GAJOS TUDO FAZEM PARA DESTRUIR TUDO...

Tuesday, February 8, 2011

EL AL - ANDALUS SUBSARIANO...















Las 'sin papeles' que denuncien maltrato no serán expulsadas
La medida se adoptará a la espera de resolución judicial o un informe del fiscal


El Gobierno dará residencia temporal a los inmigrantes que tengan hijos con nacionalidad española
El borrador de Reglamento de Extranjería pretende evitar que haya niños españoles con progenitores en situación irregular - El texto garantiza a las mujeres irregulares que denuncien que no serán expulsadas a la espera de sentencia judicial o de informe fiscal
SUSANA PÉREZ DE PABLOS - Madrid - 08/02/2011

Vota Resultado 82 votos Comentarios - 357 . .Los inmigrantes que tengan hijos menores con nacionalidad española tendrán permiso de residencia temporal, por un plazo de un año, "siempre y cuando el menor conviva con ellos y viva a su cargo". Estos progenitores, al cabo de un año, ya que han estado en una situación regular, podrán obtener otro permiso de manera normalizada de acuerdo con la situación y los requisitos que cumpla.

OLHEM SÓ O EXEMPLO DE TOLERÂNCIA DA ANA GOMES...

Extremistas indonesios atacan tres iglesias y linchan a seguidores de una minoría islámica
Los ataques de los últimos días ponen de relive el creciente protagonismo de los grupos integristas en el país con mayor población musulmana del mundo
AGENCIAS / EL PAÍS - Yakarta /
Una multitud de musulmanes extremistas han incendiado dos iglesias y han saqueado otra en el centro de la isla de Java (Indonesia), enfurecidos por entender que un tribunal había impuesto una pena demasiado leve a un cristiano condenado por blasfemia, según la policía. El incidente se produce dos días después de que otra turba linchara a tres hombres de la secta islamista ahmadi, considerada herética, en un suceso que ha desatado las críticas a la pasividad del Gobierno del país con la mayor población musulmana del mundo, tras difundirse escenas del brutal ataque en televisión.

DESDE QUE ABRIU A GARRAFA DE CHAMPAGNE LÁ NA INDONÉSIA A NUDISTA PASSOU A VER MAL...

COMO OS INTERNACIONALISTAS-HUMANISTAS QUEBRAM A VONTADE DE SERVIR OS PORTUGUESES LEGÍTIMOS

Inspector da PJ julgado por tiros em assaltante
00h30m
Nuno Miguel Maia
Por causa de tiros desferidos numa operação de detenção de um grupo de assaltantes à mão armada, no Bairro do Lagarteiro, no Porto, em Outubro de 2006, um inspector do combate ao banditismo da Polícia Judiciária do Porto está a ser julgado.

É acusado de dois crimes de ofensa à integridade física agravada e um de dano - por estragos na viatura dos suspeitos, que vieram a ser condenados por roubos violentos.

Na sequência da operação de detenção, o agora queixoso foi hospitalizado com cinco tiros.

Ontem, nas alegações finais do caso, nas Varas Criminais do Porto, o Ministério Público pediu uma condenação pelos "mínimos legais".

"Era-lhe exigível um controlo, calma e frieza que não soube manter", disse a procuradora, dizendo ter verificado "incongruências" na versão do investigador, que alegou ter disparado para imobilizar o carro dos assaltantes, perante uma tentativa de atropelamento de dois outros colegas e por ter visto o suspeito a tentar sacar uma arma. Legítima defesa, portanto.

"Estes homens não estão sentados numa secretária, a tratar de crime informático ou furto de automóveis... São do combate ao banditismo e tratam da detenção de gente muito perigosa! Se não têm cuidado, são abatidos a tiro como cães! Noventa por cento dos inspectores assassinados são desta secção", argumentou, por sua vez, José Pedro Gomes, advogado do inspector Paulo Alves, que esteve sempre acompanhado de vários colegas da PJ.

O causídico insurgiu-se ainda contra a desconfiança evidenciada na versão, sempre uniforme, do inspector e enfatizou ser "uma vergonha" a punição, na PJ, em processo disciplinar, a multa de 1500 euros.

O gangue que veio a ser detido naquela operação policial era constituído por cinco indivíduos de nacionalidade brasileira e um moçambicano. A decisão será lida no próximo dia 28.

A IMPOSIÇÃO DA ACEITAÇÃO DO "TODOS IGUAIS, TODOS DIFERENTES, MAS POR NOSSA CONTA" OU SEJA A IMPOSIÇÃO DA ACEITAÇÃO DA NOSSA PRÓPRIA COLONIZAÇÃO POR PARTE DO ESTADO CRIANDO UMA LEI A DUAS VELOCIDADES LEVOU AO RESULTADO DE FALÊNCIA DE PORTUGAL.MOSTREM OS NÚMEROS VERDADEIROS DAS "NACIONALIZAÇÕES", QUANTO NOS ESTÃO A CUSTAR E PARA QUÊ...

TEMOS 20,5% DE ESTRANGEIROS NAS PRISÕES?PÁ SE LÁ ESTIVESSEM OS QUE FUGIRAM EM BOM TEMPO...

Discriminação
Estrangeiros são condenados a penas mais duras
por Céu NevesHoje


Investigadora verificou que autores de crimes idênticos, em circunstâncias iguais, são condenados a penas diferentes.

"Os estrangeiros estão mais sujeitos à medida de prisão preventiva, são mais condenados a penas de cadeia efectiva e a penas privativas da liberdade de duração mais elevada." Graça Fonseca, que analisou as estatísticas da Justiça ao longo de dez anos, não tem dúvidas: "O sistema judicial discrimina o estrangeiro."

A investigadora, com formação em direito, analisou os dados relativos à população masculina, nos dez crimes mais frequentes, de 1997 a 2006. E estabeleceu correlações entre a nacionalidade dos arguidos e as condenações. Actualmente, os estrangeiros representam 20,5% dos 11 688 detidos nas cadeias.

"Apliquei a análise de regressão logística, que isola o peso explicativo de cada uma das variáveis de uma decisão judicial. E o que concluí é que há discriminação, mesmo que seja de forma subtil. É menos óbvia e, por isso, mais difícil de detectar", sublinha Graça Fonseca.

Percursos Estrangeiros no Sistema de Justiça Penal é o título do estudo que foi publicado em Novembro pelo Observatório da Imigração, coordenado por Roberto Carneiro no âmbito do Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural.

O peso da nacionalidade sente--se mais na prisão preventiva, medida que o Ministério Público aplica mais aos estrangeiros que esperam julgamento. Estamos a falar de crimes em que é aplicado ao cidadão nacional o termo de identidade e residência (ver infografia).

"A lei não diz que deve ser aplicada uma medida de coacção mais gravosa ao estrangeiro, agora há um factor para que essa medida seja aplicada que é o perigo de fuga. E, em termos abstractos, pode haver um maior perigo de fuga no caso de ser um arguido estrangeiro", justifica António Martins, presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses.

Mas o juiz desembargador rejeita que o imigrante seja discriminado. "É uma conclusão simplista, é preciso perceber o que está a comparar--se. Os portugueses respondem por todo o tipo de crimes, na maioria por coisas pequenas. Os estrangeiros, por serem uma faixa da população muito pequena, acabam por estar envolvidos em crimes mais graves", justifica.

Essas questões foram tidas em conta, garante Graça Fonseca. Os dados revelam uma elevada percentagem de correios de droga, e o tráfico é particularmente punido pela Justiça portuguesa. Mas os crimes rodoviários têm muitos arguidos estrangeiros - nomeadamente por condução sem carta - e a estes são aplicadas penas mais pesadas que aos nacionais.

"Há casos em que se percebe que os crimes são idênticos, as circunstâncias também, e as penas aplicadas são diferentes. Um estrangeiro tem uma maior probabilidade de ser condenado a uma prisão efectiva e de maior duração", argumenta.

As estatísticas portuguesas não permitem que seja feita uma análise segundo a nacionalidade dos arguidos. Os dados são trabalhados por nacionais e estrangeiros. E o registo da etnia a nível individual não é permitido pela lei da protecção de dados pessoais. É que estudos idênticos realizados em outros países mostram que a discriminação tem a ver com a cor da pele. Nos EUA, são os afro-americanos que estão sujeitos a penas mais pesadas, o mesmo se passa com os afro-caribenhos no Reino Unido.

"Este estudo vem confirmar outros trabalhos realizados em Portugal, todos apontam para uma maior condenação dos imigrantes e aplicação de penas mais elevadas. Por um lado, a população estrangeira tem características demográficas que a fazem ter uma taxa de reclusão mais elevada. É constituída por uma população jovem, até aos 45 anos. E muitos deles vivem em bairros problemáticos, espaços que estão sujeitos a uma maior vigilância policial, mais propícios a conflitos e atritos. Por outro, a discriminação não é um exclusivo dos juízes, tem a ver com os estereótipos da sociedade portuguesa", justifica Jorge Malheiros, geógrafo, que analisou os espaços, conflitos e migrações


ESTA RAPAZIADA ADEPTA DO PACOTINHO DE MARGARINA NA MÃO DE CADA PORTUGUÊS PARA QUANDO A NOSSA RIQUEZA SE QUISER SERVIR É DO CARAÇAS.ELES MEDEM AS CASAS QUE DEVEMOS PAGAR, ELES RECLAMAM QUE SOMOS ENRIQUECIDOS, MAS A VERDADE É QUE ANDAMOS A "DIVIDIR", A PAGAR UM IMPOSTO DE OCUPAÇÃO POR PURO INTERNACIONALISMO-HUMANISTA DESENVOLVIDO PELOS ANTIGOS DESCOLONIZADORES SEM DIREITOS...
O GOVERNO TRAI OS PORTUGUESES AO NÃO FAZER APLICAR A LEI AOS IMIGRANTES ILEGAIS.SABE DOS MONTES QUE PARA AÍ EXISTEM E POR CUMPLICIDADES E PEDIDOS NADA DEIXA FAZER.LIMITA-SE A FAZER PAGAR OS SEUS CONTRIBUINTES E A NIVELÁ-LOS POR ÁFRICA...
QUE OS HOMENS E MULHERES DA JUSTIÇA CUMPRAM AS LEIS.ATÉ PORQUE QUANTO MAIS A FACILITAREM MAIS VÃO PAGAR COMO ESTÃO A VER NO ANO DO SENHOR DE 2011...E TOMEM NOTA É SÓ O PRINCÍPIO...
ACABEMOS COM A INDÚSTRIA DO PASSAPORTE, DAS ONG´S E DO "SOCIAL" INTERNACIONALISTA POR NOSSA CONTA...

Sunday, February 6, 2011

OLHEM SÓ QUE ANIMAÇÃO.OBRIGADO AOS NOSSOS COLONIZADORES, QUE COMO SE SABE SÃO OS EX-DESCOLONIZADORES...

Lisboa : Vítima internada em estado grave no hospital de São José

Leva 16 facadas junto à esquadra
Os dois gangs rivais cruzaram-se dentro do bar Kaombo, ontem de madrugada, em Alcântara, Lisboa, pelas 02h00. A troca de palavras ainda dentro do estabelecimento fazia adivinhar as agressões graves que ocorreram já ao início da manhã – um jovem de 22 anos foi atingido com 16 facadas.

A vítima sofreu 11 golpes nas costas, as restantes facadas foram repartidas entre as pernas e os braços. Foi perseguido à saída do bar, pelas 07h00, e apanhado a poucos metros da esquadra da PSP do Calvário, apurou o CM. A polícia chegou ao local pouco depois, mas os cerca de dez agressores tinham fugido.

A investigação do caso está agora a cargo da Polícia Judiciária de Lisboa. A vítima, de 22 anos, que vive em Santo António dos Cavaleiros, Loures, foi transportada ao Hospital de São José, onde ontem à noite se encontrava internada em estado grave.

A PJ esteve no local a recolher provas, mas a arma do crime não foi encontrada. Várias testemunhas, que presenciaram o início dos confrontos ainda no interior do Kaombo, foram ouvidas, mas nenhuma delas terá identificado os agressores.

A vítima foi encontrada por algumas testemunhas. Estava no chão, inconsciente. Uma equipa médica do INEM prestou-lhe assistência no local, mas face aos ferimentos graves que apresentava, teve de ser transferida para o São José.

ORA AQUI TEMOS MAIS UM LOCAL PARA FUTURA DESLOCALIZAÇÃO DA CMLISBOA...
PS
E NADA DE METER ESTES DADOS NA BASE DE DADOS.SÓ OS DA "POBREZA E DAS DESIGUALDADES" QUE SÃO A JUSTIFICAÇÃO PARA NÓS PAGARMOS E MAIS NADA...
CLARO QUE OS ALEMÃES ESTÃO-SE BEM CAGANDO PARA QUEM RECEBE O DINHEIRO DELES.PORTANTO ALGUÉM VAI CONTINUAR A TER QUE RECEBER MENOS.ESTÃO A VER MAIS "CORTES"?ELES NÃO VÃO TARDAR...

PARA QUANDO UMA BASE DE DADOS COM OS TRAIDORES TODOS LÁ METIDOS?

Infracções
Base de dados da PSP está ilegal

PÁ SÃO TANTOS QUE ALGUÉM DEVE JÁ COMEÇAR O TRABALHO.PARA SE SABER QUEM É QUEM NESSE RAMO DE ACTIVIDADE INTERNACIONALISTA-HUMANISTA POR NOSSA CONTA A CAMINHO DA AFRICANIZAÇÃO.O CRIME NÃO DEVE FICAR SEM CASTIGO.OS VERDADEIROS PORTUGUESES DEVEM RESISTIR À ESCRAVATURA QUE LHES QUEREM IMPÔR...

SE FAZEM ISTO À IRLANDA O QUE NÃO FARÃO AO SOBADO DE LISBOA...

FMI congela apoio à Irlanda para depois das eleições
03.02.2011 - 18:30 Por AFP, PÚBLICO

O Fundo Monetário Internacional informou que pretende enviar duas tranches do seu empréstimo apenas depois das eleições do próximo dia 25 de Fevereiro.

Saturday, February 5, 2011

POR CÁ SÓ A "DÍVIDA" TRAVA O PRIMEIRO SOBADO DA EUROPA...

REINO UNIDO | Avance del discurso que pronunciará hoy

David Cameron cree que el multiculturalismo ha fracasado en el Reino Unido


OS EX-DESERTORES QUISERAM CHEIRAR O QUE É UMA GUERRA DE GUERRILHAS MAS CÁ DENTRO, SEM TEREM QUE SE DESLOCAR DO AR CONDICIONADO...
COM TANTO TRAIDOR À NAÇÃO PORTUGUESA A GOVERNAR E A MANDAR NUMA QUALQUER REPARTIÇÃO PÚBLICA SÓ ERA DE ADMIRAR QUE O RESULTADO DA ROUBALHEIRA E DA FALÊNCIA TIVESSE SIDO DIFERENTE...
DE DESCOLONIZADORES A COLONIZADORES E SEMPRE COM JUSTIFICAÇÃO "CIENTÍFICA" NOS MESMOS LIVROS DE JUVENTUDE...

Friday, February 4, 2011

GOSTO DO POPULISMO

DECLARO POR ESTE MEIO QUE CADA VEZ QUE VEJO A BOAZONA GRÁVIDA DO BE A FALAR EM POPULISMO, QUANDO DEFENDE O SEU TACHINHO,À CUSTA DA TRAIÇÃO AO POVO PORTUGUÊS, COM NIVELAMENTO COM ÁFRICA,ME SINTO REVIGORADO.ESTOU MESMO A PENSAR CRIAR UMA CAMISOLA "POPULISTA" PARA ANDAR POR AÍ NAS RUAS A FAZER ESPUMAR OS BUFOS INTERNACIONALISTAS E SEUS ACÓLITOS.

SALVEM OS PANELEIROS DO EGIPTO




















Ó SÁ A LIBERDADE DOS IRMÃOS MUÇULMANOS NÃO CONTEMPLA PANELEIRICES PÁ.COM O SMO "ARRUMADO" PORRA VÊ LÁ SE TE ORIENTAS PARA ESSA BOA ACÇÃO.AFINAL LISBOA CONSTA DOS GUIAS "GAY FRIENDLY"...E PODEMOS FICAR COM O NICHO TODO DOS PANELEIROS ÁRABES!O LEITINHO DELES DEVE SABER UM POUCO A CAMELO MAS ENFIM NÃO SE PODE TER TUDO.FORÇA PÁ ESTOU CONTIGO!

PARA SALVAR O PLANETA NADA É DEMAIS




















Novo IRS castiga pensões e salários

O C-130 VEIO DO CAIRO COM MAIS UNS ENRIQUECEDORES POR ACASO DO DOIS EM UM POR SEREM ISLÂMICOS.DA GUINÉ.QUE JÁ CÁ TINHAM FAMÍLIA.O MUNDO É UM SÓ.QUE SEJAM ARRASTADOS OS QUE TÊM PARA DAR SEGUNDO AS SUAS NECESSIDADES A QUEM NÃO O TEM.SEJAM ELES DONDE SEJAM!
MAIS BAIRROS SOCIAIS SÃO PRECISOS.PARA IR ALOJANDO OS INDÍGENAS QUE VÃO SENDO PUXADOS PARA BAIXO, PARA ÁFRICA...

Thursday, February 3, 2011

O "SOL" DA TERRA AGORA NÃO TEM CÁ SEGUIDORES...

Minorities Under Attack
The Germ of Hate Spreads in Russia
By Matthias Schepp


DPAThe terror attack on Moscow's main airport last week has fuelled the flames of xenophobia in Russia. The Kremlin isn't intervening to halt the trend that could cause deep rifts in the country's multiethnic society.

The wreckage at Moscow's Domodedovo Airport had hardly been removed before a young man in St. Petersburg had incorporated the attack into his election campaign.


Andrey Kuznetsov, a computer engineer with neatly parted brown hair, is campaigning for a seat in the regional parliament as a representative of the extreme right-wing party Movement Against Illegal Immigration (DPNI). Kuznetsov wants to see guest workers that have come to St. Petersburg from Central Asia and the Caucasus expelled or at least required "to live in certain neighborhoods, so that they can be monitored more easily."

On Tuesday, the day after the suicide bombing at Domodedovo Airport, which has been traced to groups in the Caucasus, DPNI supporters protested in St. Petersburg's Kupchino neighborhood. One of the party's activists had been stabbed and wounded by an Azerbaijani.

"The war in the Caucasus has arrived in our cities," says Kuznetsov. "We send them money, and they send us terrorists." President Dmitry Medvedev's strategy of trying to pacify the region with billions in investment is a "bad joke," says Kuznetsov. "The experiences in Germany and France show that Muslims do not assimilate. We have to keep them out."

On the Brink of Disintegration?

The right-wing extremists' demands are also meeting with approval among ordinary citizens. A radical form of Islam is gaining the upper hand in the Caucasus. More than 40 percent of Russians favor the secession of the region. The number of attacks there has doubled within a year, and hundreds of thousands of ethnic Russians have fled to Russia. The wars the Kremlin waged in Chechnya and Georgia were in vain, and today the majority of Russians no longer want Chechens, Dagestanis, Ingush and Balkars as fellow citizens.

Twenty years after the collapse of the Soviet Union, terrorism is challenging not only Moscow's control of the Caucasus but also Russia's future as a multiethnic society. The country is home to more than 100 nationalities. Muslims make up 20 million of a population of 141 million, and seven million guest workers contribute to prosperity in Russia. In surveys, however, 36 percent of Moscow residents say that they feel "hatred" toward Chechens.

The writer Victor Erofeyev believes that "extreme nationalism is the germ that could lead to the country's disintegration." The nationalist-communist weekly newspaper Zavtra even sees a civil war on the horizon.

Last year, 37 people were reportedly killed in racist acts of violence against non-Russians. In October, the mayor of the town of Khotkovo near Moscow announced a "self-cleansing" campaign. Ironically, it was on the Day of National Unity that right-wing extremists set fire to a dormitory for foreigners and businesses fired all non-Slavic employees. In December, a radical mob staged a protest in front of the Kremlin, complete with Hitler salutes, and hunted down Muscovites with southern features -- all because a Russian football fan had been stabbed by people from the Caucasus. Prime Minister Vladimir Putin laid flowers at the grave of the victim and threatened to tighten immigration rules.

Playing with Xenophobia

A few days after Putin's appearance, the Moscow police chief announced that he intended "to examine whether liberal and democratic principles are truly compatible with the interests of the public." He wants to reintroduce the strict Soviet-era registration system, which significantly limited unrestricted movement around the country.


However, betting on the chauvinistic feelings of a deeply insecure nation has always been risky. In 2003, the Kremlin launched the nationalist Rodina (Motherland) Party, headed by the charismatic politician Dmitry Rogozin, Russia's current ambassador to NATO in Brussels. When Rodina promptly captured 9.2 percent of the vote, Kremlin planners dropped their support for the party because of its "xenophobia."

At the end of the Soviet Union, the Kremlin and the intelligence service created the LPDR, the party of nationalist Vladimir Zhirinovsky, to lure away voters from the communists. Zhirinovsky has since become the vice-chairman of the Russian parliament. Four days before the airport bombing, Zhirinovsky was given several minutes of airtime on state-owned television to agitate against people from the Caucasus, calling them "those thieves and speculators who neither work nor learn anything." The ultranationalist his face beet-red, shouted into the microphone: "We shit on the Caucasus. We've been fed up with it for a long time."

Neither Medvedev nor Putin called Zhirinovsky to order.

A RAPAZIADA NÃO ESTÁ PARA NOVOS ESTUDOS "MODERNIZADORES".ASSENTARAM NO MARX, NO LENINE, NO ESTALINE , NO MAO E DAÍ NINGUÉM OS TIRA.É MAIS FÁCIL, NÃO PRECISAM DE ACTUALIZAR A LITERATURA E PODEM, COMO ENTÃO,CONTINUAR A TRAIR O SEU ZÉ POVINHO DIZENDO-LHES:AS INVASÕES OUTRORA MÁS AGORA SÃO "ENRIQUECIMENTO".DESCOLONIZAMOS MAS AGORA COLONIZAMOS PARA A MALTA NÃO SENTIR A FALTA DA "DIFERENÇA".QUE ALGUÉM PAGA PARA ESTAR ARMAZENADA COMO OURO NEGRO EM BAIRRO SOCIAL...E PARA NOS IR ANIMANDO!

PARA QUANDO COTAS PARA AFRICANOS?

Líder parlamentar desautoriza ministro e recusa redução do número de deputados
por Liliana Valente, Publicado em 03 de Fevereiro de 2011
A maioria dos deputados socialistas é contra a redução do número de parlamentares. Posição de Jorge Lacão não foi concertada com a bancada, que recusa viabilizar projectos

PÁ QUEM SIGA AS CAMPANHAS ELEITORAIS E AS VIAGENS DOS POLÍTICOS PARECE QUE NÃO TEMOS CÁ 1000000 DE AFRICANOS.NINGUÉM VAI AO COVA DA MOURA,A CHELAS,AO FIM DO MUNDO, AO ALTO DE ODIVELAS.ATÉ AS TV´S SE ESQUECEM DE NOS MOSTRAR A ÁFRICA QUE TEMOS CÁ DENTRO PÁ.ASSIM NÃO DÁ.PAGAMOS E NÃO NOS MOSTRAM OS NOSSOS POBRES PÁ.OS BONS GENES, A NOSSA ANIMAÇÃO.O NOVO IMPÉRIO AGORA SÓ CÁ NO RECTÂNGULO...
ACHO BEM QUE NÃO REDUZIREM O Nº DE DEPUTADOS.ATÉ DEVIAM CRIAR MAIS UMA "CÂMARA" MAIS PRIVADA ONDE PODIAM METER OS GAJOS DO SOS RACISMO, AS ONG´S QUE SALVAM AS VAGINAS DOS CORTES E ASSIM.DESDE QUE A MALTA NÃO REAGIU AOS "CORTES" DOS VENCIMENTOS E OS DE LÁ DE FORA CONTINUEM A "EMPRESTAR" PÁ EM FRENTE!
QUE O MUNDO SEJA "UM SÓ"!

CUIDADO COM AS PENAS SUPERIORES A 3 ANOS.PERDER MAIS UM "PORTUGUÊS" NESTA ÉPOCA DE CRISE EM QUE É PRECISO ENRIQUECIMENTO...

Sete jovens condenados por roubo, extorsão e assaltos a outros jovens
Ontem
Sete jovens do Cacém foram ontem, terça-feira, condenados, três dos quais a prisão efectiva e os restantes a penas suspensas, por roubo, extorsão e assaltos a outros jovens, próximo de uma escola daquela localidade do concelho de Sintra.

Segundo uma nota da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL), as três penas de prisão efectiva aplicadas pelo Tribunal de Grande Instância Criminal da comarca Lisboa-Noroeste foram 11, nove e sete anos.

Os sete jovens condenados dedicaram-se, entre Setembro e Dezembro de 2009, a roubar, a extorquir mediante ameaças e, com recurso a facas, a assaltar outros jovens, próximo de uma escola do Cacém, acrescenta a mesma nota.

A juntar a estes crimes, houve ainda um episódio de violência no interior da própria escola.

A maior das penas de prisão foi aplicada a um jovem que, à data dos factos, tinha 16 anos.

DA SELVA AFRICANA PARA A SELVA DE CIMENTO, PARA NOSSO "ENRIQUECIMENTO"...SEGUNDO OS INTERNACIONALISTAS-HUMANISTAS DO HOMEM NOVO E MULATO QUE DEPOIS DA DESCOLONIZAÇÃO ACHARAM O NICHO DA "COLONIZAÇÃO" PARA SE SENTAREM À MESA DO ORÇAMENTO

TUDO ISTO PORQUE O SOS RACISMO AINDA NÃO CONSEGUIU O DIREITO DE PERNADA

V.N. Gaia: Rui, de 34 anos, começou ontem a ser julgado

“Desfigurou-me quando me violou”
Lavadas em lágrimas e com o sofrimento estampado no rosto, as duas mulheres que foram brutalmente violadas por Rui, um angolano de 34 anos, recordaram ontem no Tribunal de Gaia os momentos de terror que viveram às mãos do violador, que está ainda acusado de raptar uma terceira vítima. O violador está em prisão domiciliária.

"Desfigurou-me quando me violou. Partiu-me os dentes e deu-me muitos socos na cabeça. Estive duas semanas internada e ainda hoje tenho dores", contou ‘Sara’, uma das vítimas.

Ontem na primeira sessão do julgamento, Rui, que apanhava as vítimas no bairro do Aleixo, no Porto, recusou-se a prestar declarações sobre os crimes de que está acusado. Antes do início da audiência, as duas mulheres, que foram violadas em Setembro e Dezembro de 2008, abraçaram-se e choraram convulsivamente. "Ele é um monstro, fez de mim o que quis e ainda me espancou", continuou ‘Sara’.

Diante dos juízes, as duas mulheres não hesitaram. Voltaram a identificar sem qualquer dúvida Rui, que é irmão de um advogado de Gaia, como sendo o homem que as violou e relataram mais uma vez o sofrimento que viveram.

"Parou o carro, arrastou-me e levou-me para casa dele. Fui espancada e obrigada a ter relações sexuais com ele várias vezes. Disse também que tinha de fazer o que ele quisesse, pois tinha uma pistola", contou ‘Mónica’, outra vítima.

Já ‘Sara’ recordou que foi violada no dia de Natal. Recusou a boleia do arguido, que a agrediu. "Pensei que ia morrer, sangrei muito", contou.

Rui raptou uma terceira mulher em Fevereiro de 2009, mas a vítima conseguiu fugir. Foi detido três meses depois, mas conseguiu fugir para Angola, onde esteve escondido. Regressou a Portugal em Maio do ano passado e foi preso ainda no Aeroporto de Lisboa.

QUE NÃO DESISTAM PORQUE PELO MENOS EM HOMENS A COISA ESTÁ QUASE A SER UM "DIREITO" TANTO PANELEIRO ANDA METIDO A "GOVERNANTE".
OS INTERNACIONALISTAS DO HOMEM NOVO E MULATO SÓ CÁ E POR NOSSA CONTA, OS DEFENSORES DE "O MUNDO É UM SÓ" E "A PÁTRIA É ONDE NOS SENTIMOS BEM" ESTÃO A FAZER UM LINDO SERVIÇO.QUE O POVINHO GOSTA PORQUE VOTA NA MAIORIA SOCIOLÓGICA DE "ESQUERDA".A TAL QUE "DESCOLONIZOU" SEM DIREITOS, MAS AGORA "COLONIZA" COM CASA, CAMA E ROUPA LAVADA.POR CONTA DA "DÍVIDA"...QUE SIGA O "TODOS IGUAIS, TODOS DIFERENTES" E QUE OS POLÍCIAS SEJAM RECRUTADOS NOS BAIRROS SOCIAIS MULTICULTURAIS PARA O NIRVANA SER ATINGIDO MAIS DEPRESSA...E SEM "BLINDADOS"!

Wednesday, February 2, 2011

OS OLIM VÍTIMAS DO LOBBY GAY

Das quatro empresas concorrentes só a Med First Lda apresentava um equipamento capaz de preencher este requisito com um equipamento exactamente com o preço máximo previsto no caderno de encargos, 200 mil euros. A proposta era assinada pelo sócio e director médico da empresa, Nélson Olim, filho de Gabriel Olim.

Gabriel Olim tomou conhecimento do equipamento inovador em Outubro de 2009. Já o filho alega que descobriu-o em Março de 2010 e nessa altura propôs tornar-se representante para Portugal.

Além deste concurso com contornos duvidosos, Gabriel Olim é também publicamente conhecido pelas suas declarações polémicas sobre as doações de sangue de homens que tiveram sexo com homens. O antigo director do Instituto Português de Sangue chegou mesmo a sugerir que os gays que não se assumam na dádiva de sangue devem ser processados pelo estado.

O PAI DEMITIDO E O FILHO SEM CONCURSO.TUDO PORQUE NÃO GOSTAM DE SANGUE GAY.QUE OS GAYS QUEREM DISTRIBUIR GENEROSAMENTE PELA POPULAÇÃO TODA...
ESTÃO A VER O SÁ A DAR SANGUE E A PERGUNTAREM-LHE SE TINHA APANHADO NO CU?PORRA...

Tuesday, February 1, 2011

XENÓFOBOS ESTES FRANCESES.OLHEM QUE POR CÁ IMIGRANTE É RIQUEZA...

FRANCIA | Según un sondeo

El 60% de los franceses cree que en Francia hay demasiados inmigrantes


E NEM PRECISAM DE TRABALHAR.CASA, CAMA E ROUPA LAVADA.BASTA BWE DE ANIMAÇÃO.É O NOSSO OURO NEGRO.DE TAL FORMA QUE SÃO NACIONALIZADOS DEPRESSA NÃO SE VÃO ARREPENDER E IR-SE EMBORA...
CLARO QUE DEPOIS EXISTEM OS AUMENTOS SALARIAIS negativos MAS PORRA NÃO SE PODE TER TUDO...

Monday, January 31, 2011

ABAIXO O NACIONALISMO CÁ PORQUE NOS OUTROS LADOS É GLORIOSO...

La télé chinoise pioche dans "Top Gun"
avec AFP
La télévision publique chinoise doit affronter les moqueries internautes qui ont repéré qu'un reportage sur des manoeuvres de l'armée de l'air chinoise contenait des extraits de "Top Gun", un film de 1986 à la gloire de l'armée américaine.

O ESTADO DA NAÇÃO POR CÁ NÃO É BRILHANTE EM NENHUM ASPECTO.TEMOS DEMASIADOS "SÁS" A TRATAR DE DISSOLVER AS INSTITUIÇÕES DA MAIS VELHA NAÇÃO PARA SE ABOLETAREM COM O QUE LHES INTERESSA.UNS POR RAPINICE PURA, OUTROS POR PANELEIRISMO, OUTROS SÓ POR TRAIÇÃO PURA
TODOS FIZERAM A SUA PARTE DE NOS FAZER AJOELHAR PERANTE AS MAIORES MERDAS DO PLANETA, DEPOIS DE ANDARMOS A PAGAR A "FESTA" INTERNACIONALISTA-HUMANISTA ANOS E ANOS...
ABAIXO A TRAIÇÃO!

O LONDONISTÃO FICOU MAIS POBRE...

Le chef des islamistes
de retour à Tunis

REPORTAGE - Notre reporter accompagnait Rached Ghannouchi, le leader d'Ennahda, qui rentrait d'un exil de vingt-trois ans à Londres.

DESDE QUE SEJAM "GENUÍNOS" A AFRICANIDADE NADA TEM A OPÔR...

El dictador Teodoro Obiang, nuevo presidente de la Unión Africana
El mandatario de Guinea Ecuatorial sustituirá al presidente de Malawi, Bingu Wa Mutharika, según el sistema rotatorio de la organización

CÁ NA EUROPA A TRAIÇÃO "ORGANIZOU" E "PAGA" AOS CENSORES AFRICANOS PARA "VIGIAREM" O COMPORTAMENTO DOS BRANCOS PERANTE A AFRICANIZAÇÃO POR NOSSA CONTA.
EM ÁFRICA TUDO O QUE NÃO SEJA NEGRITUDE DA RETINTA E COM PERGAMINHOS ANCESTRAIS É DESCARTÁVEL À CATANADA.DIREITOS NENHUNS... MAS SOS RACISMO NUNCA!SÓ OS BRANCOS É QUE São racistas e ladrões...

Ó PASSOS SÓ ISSO?

"Nós queremos saber, no contexto das empresas públicas que dão prejuízo crónicos e que têm boas alternativas no mercado privado, quais são as que o Governo entende que devem encerrar

-E A LEI DA NACIONALIDADE QUE IMPORTA E NACIONALIZA OS POBRES DOS OUTROS SEM NECESSIDADE OU JUSTIFICAÇÃO?
-E A REORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA DO PAÍS?
-E A REDUÇÃO DO Nº DE ELEITOS?
-E A REDUÇÃO DO Nº DE MINISTÉRIOS?
-E A PROFISSIONALIZAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DE PORTEIRO A DIRECTOR GERAL COM A RECONSTITUIÇÃO DOS GABINETES DE PLANEAMENTO?
-E A RECOMPOSIÇÃO DA GRELHA SALARIAL DE TUDO?EM ESPECIAL DOS DITOS "GESTORES"...
-E A RENEGOCIAÇÃO DAS "COOPERAÇÕES" COM OS PALOP´S QUE SÓ NOS DÃO DESPESA?
-E A REDUÇÃO DO APARELHO DO MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS EM DUPLICADO COM A UE?
-E A REDUÇÃO DO Nº DE TROPAS ENVIADAS SEM CRITÉRIO PARA O MUNDO?PARA A "RECONSTRUÇÃO" DO QUÊ?
-E COMO É QUE SE DÁ "COESÃO" NACIONAL À MANTA DE RETALHOS QUE EM POUCO TEMPO ARRANJARAM?

Sunday, January 30, 2011

POR CÁ ALÉM DA DITA TEMOS MAIS 8 AL-JEZIRAS

Al-Jezira interdite en Égypte

TODAS SINTONIZADAS AO CABO QUARTELEIRO DO SÓCRATES NUMA DE "TODOS IGUAIS, TODOS DIFERENTES" PARA "INTEGRAR DO MINHO AO ALLGARB" PORQUE TEMOS FALTA DE BONS GENES(APESAR DE NACIONALIZAREM OS DOENTES DOS OUTROS A EITO)PARA ESCURECER UM POUCO MAIS A POPULAÇÃO PORTUGUESA.UM MILHÃO REQUER DE FACTO MUITA OBRIGATORIEDADE DE ESMOLAS POR PARTE DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS...MAS SEM QUE NINGUÉM SE ATREVA A "NOMEAR" A "DIFERENÇA" QUE COMO SE SABE E POR DECRETO FOI CONVENCIONADO QUE NOS ENRIQUECE TANTO HOJE COMO OUTRORA NO OUTRO "ULTRAMAR"...
BASTA IR ÀS CADEIAS PARA SE VERIFICAR ISSO OU PERGUNTAR AOS OURIVES E ARRUMADORES DE CARROS...

O "ORÇAMENTO" MESMO QUE CUMPRIDO, RESOLVE O QUÊ?

Paula Teixeira da Cruz: se orçamento falhar tem de haver eleições


A RAPAZIADA NÃO QUER O FMI PORQUE VERIAM A CARECA DESCOBERTA COM AS SUAS CHICO-ESPERTICES À "GREGA"...
O ALDRABANÇO DAS CONTAS ATRAVÉS DE CONTABILIDADES CRIATIVAS AO ESTILO "NEOLIBERAL" DEVE SER MATO...
NÃO DEITEM ESTES GAJOS ABAIXO NÃO...ISTO É "TODOS"... ISTO É O REGIME!

A COLONIZAÇÃO DO MINHO AO ALLGARB...

Caminha: Tribunal julga homicídio de cabo-verdiano

Corta bolo com faca assassina
Acusado do furto de um telemóvel na casa onde tinha festejado o aniversário de uns amigos, David Carvalho, estudante cabo-verdiano de 24 anos, foi morto com quatro facadas – uma no coração – pelo dono da habitação, em Vila Praia de Âncora, Caminha. A mesma faca que matou o jovem foi usada, no dia seguinte, para partir o bolo da festa, tendo sido apreendida pela PJ pouco depois. O julgamento começa dia 17, em Caminha.

O CONTRIBUINTE VAI PAGAR SEMPRE.CÁ FORA OU LÁ DENTRO NA MAIS MODERNA PRISÃO PORQUE ACABOU O "BALDE" E SE PODE SER ENRRABADO OFICIALMENTE TODOS OS MESES...

O CASAMENTO "NÃO BRANCO" DUM DEPUTADO DO PSD QUE VAI USUFRUIR DO "ESTADO SOCIAL"




















Uniões: Antigo líder da JSD casou-se ontem em Lisboa

Ex-deputado em união gay
O ex-líder da JSD Jorge Nuno Sá casou-se ontem, ao final da tarde, com Carlos Yanez, na conservatória de registo civil de Lisboa. É a primeira união homossexual assumida por um político português.


Desde Maio, mais de 550 homossexuais já deram o nó no país ou em consulados de Portugal no estrangeiro, ao abrigo da lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

O actual membro do Conselho Nacional do PSD e ex-deputado apresentou o seu cônjuge a alguns dos colegas de partido, no último conselho nacional. Ao que apurou o Correio da Manhã, Carlos Yanez é de origem sul-americana e o casal ter-se-á conhecido em Cuba. Problemas de saúde levaram familiares de ambos ao país caribenho para tratamentos e terá sido numa dessas viagens que Jorge e Carlos se conheceram. A cerimónia de ontem foi discreta e restrita e alguns dos convidados só souberam da data da formalização da união na semana passada. No último conselho nacional, em Novembro, Jorge Nuno Sá foi o único a votar contra o apoio à recandidatura de Cavaco Silva às presidenciais.

Desde que a lei que permite casamentos homossexuais em Portugal entrou em vigor (Maio de 2010), já se realizaram mais de 277 casamentos. Segundo dados do Ministério da Justiça, até 31 de Dezembro foram celebrados 256 matrimónios em território nacional e 21 em consulados de Portugal no estrangeiro. Os homens lideram a lista, com 201 casamentos, e é no distrito de Lisboa que se celebram mais matrimónios gay. Por cidades, Lisboa lidera com 75 matrimónios, Porto registava 16 e Almada 14. Oeiras, com seis uniões femininas é, depois de Lisboa (16), o concelho onde mais mulheres casam entre si. No estrangeiro, o consulado em Bruxelas foi o que registou mais uniões: quatro. Os dados relativos a Janeiro só estarão disponíveis no próximo mês.

AS JUVENTUDES DO PSD AGORA TÊM UM EXEMPLO A SEGUIR.PRINCIPALMENTE AGORA QUE NÃO TÊM A CHATICE DO SMO A ROUBAREM-LHES TEMPO NA "CARREIRA" DE ARRANJAR UM LATINO-AMERICANO OU UM AFRICANO, QUE OUTROS PREFEREM POR TER A "FERRAMENTA MAIS DESENVOLVIDA"...
CLARO QUE O GAJO VAI DE CERTEZA CONTINUAR A VIVER DOS IMPOSTOS, MANÁ SUBTRAÍDO AOS CONTRIBUINTES RETRÓGRADOS...
ESTE "INTERPRETADOR" DA VONTADE POPULAR ESMEROU-SE OU NÃO A TRATAR DA SUA VIDINHA?

ESTE ex-presidente jótinha, terá sido o único Conselheiro Nacional do PSD a votar contra o apoio deste partido à recandidatura de Cavaco Silva.
Há quem lhe atribua os louros do fim do serviço militar obrigatório, uma causa pela qual sempre se bateu. "Parte do mérito é dele", acrescenta a mesma fonte.

Mas foi a sua postura relativa à interrupção voluntária da gravidez - deu a cara na campanha pela despenalização - e às salas de chuto nas cadeias que o deixou em rota de colisão com o partido.

AGORA QUE SE "CASOU" PODE IR APANHAR NO CU PARA VIANA DO CASTELO E "DINAMIZAR" AS POPULAÇÕES LOCAIS PARA A SUA CAUSA.MAS DEVE TER CUIDADO COM OS SACA-ROLHAS...

QUE OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS SE PREPAREM PARA MAIS UM "CORTE" PORQUE TEMOS QUE RECEBER MENOS PARA OUTROS RECEBEREM MAIS...

Mil 'casamentos de conveniência' estão em tribunal
por CÉU NEVESHoje

Lei da imigração criminaliza uniões falsas desde 2007. Desmanteladas redes de paquistaneses e de indianos.

Mil "casamentos de conveniência" estão a ser julgados ou aguardam julgamento nos tribunais. Envolvem portuguesas que casaram com indianos e paquistaneses para estes obterem o visto e poderem circular na Europa. A prática é crime em Portugal desde 2007 e já levou as redes a procurar outros destinos, como a Holanda, onde não é exigido o casamento formal.

Os arguidos daqueles processos incluem os cabecilhas, pessoas colocadas em lugares-chave, como serviços da Segurança Social e conservatórias, proprietários de empresas (algumas fictícias), testemunhas do Registo Civil e intérpretes. As noivas irão a tribunal para testemunhar, já que, admitem os investigadores, "não têm a noção da dimensão do crime que estão a cometer".

Os estrangeiros que casaram com portuguesas através das redes pagaram entre 11 mil e 20 mil euros. Todos os recrutados ganhavam dinheiro: as noivas obtinham mil a três mil euros, pagos em tranches (a última após o casamento), os intérpretes e as testemunhas 500 euros por casamento.

Os cabecilhas vivem em Portugal há vários anos, alguns são comerciantes e têm uma boa rede de contactos nos países de origem e na Europa. Os noivos são indostânicos irregulares, embora existam casos de imigrantes de outras regiões. As noivas são recrutadas entre as camadas mais desfavorecidas da população portuguesa.

A lei da imigração que penaliza o "casamento de conveniência" vigora desde Agosto de 2007. Quem casar com "o único objectivo" de "obter um visto ou uma autorização de residência ou defraudar a legislação em matéria de aquisição da nacionalidade" é punido com um a quatro anos de prisão, diz o artigo 186. Quem o fizer de "forma reiterada ou organizada" arrisca dois a cinco anos de cadeia. A tentativa também é punível.


Os casamentos brancos descobertos anteriormente eram julgados no âmbito do auxílio à imigração ilegal e a nova lei veio facilitar a actuação do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

Os processos já prontos para julgamento envolvem, em geral, mais de uma centena de casamentos falsos cada um. Só a nível da Direcção Central de Investigação, Pesquisa e Análise de Informação (DCIPAI) do SEF, o Ministério Público tem três inquéritos para julgamento que envolvem 400 casais. Os acusados respondem, também, pelos crimes de auxílio à imigração ilegal e de falsificação de documentos.

Outro caso é o do megaprocesso de Gondomar e que envolve três centenas de casamentos. Tem 136 arguidos, mas só 13 foram localizados, sete dos quais estão em prisão preventiva. O desaparecimento dos restantes levou à separação do processo, decorrendo agora o julgamento dos 13 arguidos, incluindo a conservadora do Registo Civil de Gondomar e um funcionário da Segurança Social.

"O modus operandi tem-se alterado, sobretudo a partir do caso de Gondomar. Como é mais difícil casar em Portugal, as nubentes viajam para a Holanda (onde basta coabitarem há mais de seis meses), Bélgica e Espanha. O principal objectivo é obter a autorização de residência de um país comunitário para poder circular à vontade na Europa", explica Luísa Gonçalves, directora do DCIPAI.

O "ESTADO SOCIAL" AQUI É "UNIVERSAL".COM TANTA PORTA ABERTA À DIFERENÇA E ATÉ AO AMOR HOMO OS NOSSOS INTERNACIONALISTAS-HUMANISTAS DO HOMEM NOVO E MULATO TUDO FAZEM PARA ALARGAR O "ESTADO SOCIAL" MUITO PARA ALÉM DAS SUAS FRONTEIRAS.PARA ELES O MUNDO É UM SÓ.NA DESPESA PORQUE NA RECEITA, NO PETRÓLEO E NOS OUTROS BENS NINGUÉM FAZ BORLAS...
COM PELO MENOS 10% DA POPULAÇÃO PORTUGUESA "DE FORA", MAS COM IGUAIS "DIREITOS", MESMO QUE NUNCA TENHA CONTRIBUIDO COM NADA,NEM É PRECISO ANDAR A FAZER "CRIMES DE CASAMENTOS BRANCOS".BASTA CASAREM-SE NORMALMENTE E CONFORME DIZ A LEI PARA ISTO IR AFUNDANDO EM PLANO INCLINADO COM CERTEZA ABSOLUTA.AGORA ATÉ OS PANELEIROS SE PODEM CASAR E GOZAR A LUA DE MEL POR NOSSA CONTA...
QUANDO FALTA DINHEIRO CORTAM-SE NOS VENCIMENTOS DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS.CLARO QUE SE FOSSEM CORTAR O NECESSÁRIO PARA ACERTAR AS CONTAS NÃO RECEBIAM NADA.O QUE NÃO CONVÉM PORQUE DE SEGUIDA ERAM ENFORCADOS NÃO SEI QUANTOS GAJOS NOS PELOURINHOS.MAS O EFEITO É O MESMO.ALGUÉM UM DIA VAI TER QUE PAGAR O INTERNACIONALISMO-HUMANISTA E SEM FRECIPROCIDADE NENHUMA DOS EX-DESCOLONIZADORES QUE UMA VEZ COMPLETADA COM ÊXITO A TAREFA SE VIRARAM LOGO PARA NOSSA COLONIZAÇÃO ATÉ PARA SE SENTIREM MENOS PESADOS NA CONSCIÊNCIA PELOS CRIMES EM QUE FORAM CONIVENTES.
NÃO DERRUBEM O REGIME TODO NÃO QUE QUANTO MAIS TEMPO OS DEIXAREM GOVERNAR MAIS ESCRAVIZADOS VÃO FICAR.É QUE A PROPAGANDA CERTAS VERDADES DO "NOSSO ENRIQUECIMENTO" NÃO ABORDA NEM VAI ABORDAR.PORQUE O INTERNACIONALISMO FOI TRANSVERSAL A TODOS E PORTANTO NÃO SE FALA NOASSUNTO E PRONTOS.QUE O ZÉ POVINHO AFRICANIZE, QUE PAGUE, MAS SEM TIROS PORQUE ARMAS NA SUA MÃO É QUE NÃO.A DITADURA DEMOCRÁTICA NÃO ADMITE COISAS DESSAS...

Saturday, January 29, 2011

AS RECIPROCIDADES DOS DESCOLONIZADORES

Sul-africanos temem futuro do país depois de Mandela

NÃO TENHO DÚVIDA DE QUE SE PREPARA MAIS UMA "INDIGENAÇÃO".E NÃO É SÓ NA ÁFRICA DO SUL...
BASTA VER COMO OS NOSSOS QUERIDOS DESCOLONIZADORES "COOPERAM" COM OS VÁRIOS PARTIDOS EM ÁFRICA DITA PALOP PARA SE VER O ETERNO BAIXA CUECA.O ÓDIO À "DIFERENÇA" NOTA-SE EM QUASE TODOS OS PASQUINS QUE PUBLICAM.O ÓDIO, O COMPLEXO DE INFERIORIDADE E A INVEJA QUE VAI LASTRANDO COMO DOUTRINA A SEGUIR.OS GAJOS QUE ANDAM A "INVESTIR" AINDA VÃO SAIR DE LÁ OUTRA VEZ "CONFISCADOS" QUE É PARA APRENDEREM...
POR CÁ LEVAM TUDO:OS NOSSOS IMPOSTOS E AS FILHAS DOS POBRES E NÃO SÓ DOS BAIRROS SOCIAIS ONDE OS DOUTRINADORES ISCTE FABRICAM O HOMEM NOVO E MULATO

NO QUE DÁ O DAR A OUTRA FACE.E NÃO HAVER "BOMBARDEAMENTOS"...

Atentados em Kandahar e no centro da capital
Afeganistão: Taliban matam vice-governador e família de activistas
29.01.2011 - 16:27 Por PÚBLICO, Agências

O vice-governador de Kandahar, província que é o bastião tradicional dos taliban, no Sul do Afeganistão, foi morto este sábado. Na véspera, um atentado no centro de Cabul matou um médico e a sua mulher activista com quatro dos seus filhos.

E ISTO A POUCO TEMPO DE SE VIREM EMBORA.AGORA IMAGINEM UMA CAMPANHA DE LIMPEZA À MÍNIMA DÚVIDA E SEM A DEVIDA COLABORAÇÃO.JÁ TINHAM EM MÃO O BIN LADEN, OS FILHOS E OS PRIMOS...E SAIRIAM VITORIOSOS...

Friday, January 28, 2011

POR CÁ OS INTERNACIONALISTAS-HUMANISTAS REBENTARAM PORTUGAL A "DISTRIBUIR" PELO MUNDO TODO














Purgatory in Provincial Germany
Life Behind Bars Drives Asylum Seekers to Desperation
By Dialika Krahe



Hartmut Schwarzbach / DER SPIEGELAsylum seekers come to Germany hoping to find freedom and prosperity. Instead, they often end up in soul-destroying detention camps in the middle of nowhere, with nothing to do except wait to be deported. But the system suits many in Germany very well.

Seven times a day, a green-and-white bus stops on a main road near the village of Horst in the northern German state of Mecklenburg-Western Pomerania. Against a backdrop of forests and fields, it discharges the newest arrivals into the country of their hopes and dreams. Women from Somalia get off the bus, along with men from Macedonia, children from Serbia and old men, some with nothing but a comb in their pockets.


They have completed long journeys, on foot, in truck beds, in inflatable boats, and on trains and airplanes. They have left behind wars, bombs and persecution. In many cases, their only reason to flee was to escape hunger. Ali Reza Samadi, from Afghanistan, got off the bus at this stop, after traveling for two years. Jamshid from Iran stood there and gazed at the camp. And for Prince from Ghana, the Germany he had arrived in wasn't what he had expected.

They all believed that in a country with such abundance, with its prosperity, security and human rights, finding a place to live had to be easy. Instead, they ended up in a refugee camp on National Highway 5 in Mecklenburg-Western Pomerania. Their new home is under the command of Wolf-Christoph Trzeba, a man who, in their minds, has erected a fence between them and paradise.

'A Very Complicated Business'

Trzeba, 50, is sitting in a harshly lit room at the Federal Office for Migration and Refugees, a thermos full of coffee on his desk and his hands clasped together in front of his chest. "This is a very complicated business," he says.

Trzeba, a slim man with a distinctive mouth and oval glasses, is the director of the Nostorf-Horst refugee camp. The business he is referring to has to do with order, with the 25 different nationalities that collide in his camp, and with control and deportation.

Recently, he has often found himself having to justify his actions. One can hear it in his voice, which sounds both tired and irritated, or see it in his face, which is tense and hardly ever softens as he speaks. Newspapers have written about his camp, he says, politicians have talked about it, refugee rights organizations have held demonstrations outside its gates and he has been repeatedly confronted by words like "inhumane," "isolation" and "prison."

Trzeba pours himself a cup of coffee. A heavy rain is falling in the courtyard outside, where a young Afghan woman is pushing a baby in a stroller while a Roma boy slouches by in sandals. "They come here, and so they have to accept the conditions here," says Trzeba. People can always argue that each resident should have a single room with a toilet, he says. "But where do you draw the line?"

Nicknamed 'Guantanamo'

The Nostorf-Horst camp is tucked away in a forested area, in an old East German army barracks near the former border with what used to be West Germany. In the past, soldiers whose duty was to protect one Germany from the other would march across the yard here.

Today the officials here are men dressed in suits, like Trzeba, officials with the asylum authority and uniformed guards. Their orders are to guard the border between affluence and hardship, wealth and poverty, refugee camps and dreams. Their job is to bring order to immigration, and to monitor the foreigners who come to Germany, all the Afghans, Iranians and Kosovars. They include people like Ali Reza, a tailor from Afghanistan, 22-year-old Prince from Ghana, who is a diehard fan of Hamburg's FC St. Pauli football club, and Jamshid from Iran, who tapes pieces of paper with German words to his closet. Their job is to house these people, investigate their stories and deport them. The residents call the camp "Guantanamo."

The camp's fences cut through the landscape, making it look like a restricted military area. The camp, across the road from the asylum authority, houses about 450 refugees. The residents -- men, women and children -- live in 16-square-meter (172-square-foot) rooms, four to a room. The furnishings are sparse -- little more than a locker and a chair in each room -- and the rooms are no bigger than prison cells. Anyone who wants to get in or out has to register with the guard at the gate and hand over his or her ID card. No one is permitted to leave the administrative district where the camp is located.

Trzeba leans back in his chair. "Humane," he says. "Absolutely humane."

Public Debate

Asylum seekers have become the subject of public debate in Germany again, ever since people began fleeing from war zones in Iraq and Afghanistan and visa requirements were lifted for countries like Serbia and Macedonia. It is fuelled by the fact that the number of asylum seekers in Germany has gone up again, by 49.5 percent in 2010. The public debate revolves around issues like appropriate housing for asylum seekers, the amount of space a refugee should have, the quality of meals and whether detainees should have access to lockable cupboards.


The central questions are how long can people be expected to stay in camps, and what should be done with those people Germany does not want: Can they be deported, and if so, to which countries? For example, German Interior Minister Thomas de Maizière recently decided that refugees can no longer be sent back to Greece, because the asylum procedures there do not conform to German human rights standards.

It is also about two worldviews that collide with each other. The first is that of the asylum seekers, who argue that Germany has so much of everything -- security, prosperity, human rights -- that it can afford to be generous. The second is that of those who say that Germany can only preserve its security and prosperity if it only accepts those people who can be useful to the country. Everyone else should be housed in detention centers, deported or "tolerated" (a term that refers to those foreigners who do not have the right to stay in Germany, but whose deportation has temporarily been suspended).

These views lead to two opposing conclusions: Either the asylum seekers expect too much of the country, or Germany deals with them too harshly.

Purgatory in Provincial Germany
Life Behind Bars Drives Asylum Seekers to Desperation
By Dialika Krahe



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Hartmut Schwarzbach / DER SPIEGELPart 2: No Better than Being in Prison

A few weeks ago, asylum seekers in Germany drew attention to their situation by going on hunger strike in hostels and camps in places like Augsburg, Böbrach and Denkendorf. A few went on hunger strike in Nostorf-Horst, getting the name of their camp known. The protesters reminded Germans that they exist, some 50,000 asylum seekers who are trying to gain entry into a country in the midst of a heated debate over how to fish the smartest, best and richest immigrants out of the currents of global migration.

Ali Reza Samadi, the tailor from Afghanistan, was the first to go on hunger strike in the Nostorf-Horst camp. He lives in one of several U-shaped buildings, painted gray and white, in a room off a long, brightly lit hallway. He shares the room with two other men, and he sleeps on a bed made of dark brown metal with a thin mattress on top. He has nothing but a few articles of clothing in his locker, and the hope that sometimes transports him beyond the boundaries of the camp.

Nothing for Six Days

He usually stands along the fence, wearing sandals and jeans, and with dark circles under his eyes, a young man who looks much older than his years. Around lunchtime, Roma families, Kosovars and Ethiopians, carrying cups and spoons, crowd around the entrance to the cafeteria. But Ali Reza no longer wants to wait in line for food, not today and not tomorrow. He hasn't eaten anything for six days -- no bread, no potatoes, nothing.

"Somalia is also participating," an Afghan calls out across the yard. Jamshid, the Iranian, joins Ali at the fence, and so do Alef from Jalalabad and Prince from Ghana -- a global community behind bars. The paths that took them to Germany are as different as the reasons they gave officials for having fled. Ali Reza says that he fled the bombs in Kandahar. A death threat forced Prince to leave Ghana, hiding on a container ship. The Taliban accused Alef of being a spy, and Jamshid told the Germans that the Islamic authorities were persecuting him in Iran. All of these refugees embarked on their journeys in search of a new life in a safe place.

The life they found in Germany is no better than prison, they say.

"Why does someone exist in the world when there is no place for him anywhere?" Ali Reza asks. It's a question he can't stop thinking about.

More and More Hopeless

Three months and 20 days ago, he says, after spending two years running and hiding, he arrived in Germany on a bus and thought that his future was about to begin. He stood at the bus terminal in Hamburg, carrying a backpack and a few articles of clothing. He wanted to go to Germany, he says, because the country, "known for its human rights," appealed to him.

He went to the Hamburg registration office for asylum seekers. The officials there gave him a train ticket to Nostorf-Horst. As he sat on the train, he watched as the buildings of the city outside the window slowly disappeared and gave way to meadows and forests.

Nostorf-Horst is known as an initial receiving center, of which there are about 20 in Germany. When Ali Reza submitted his asylum application, the interpreter told him that he was only required to stay for three months. When he arrived at the camp, he was given a set of clothing from the camp store, including underwear, sandals and T-shirts -- the uniform of a refugee. He tried to make himself at home in the 4 square meters of space allotted to him. He soon realized that there was no key to lock the door, and that his roommates tried to keep their food cool on the windowsill. He understood that he would receive an allowance of €40.90 ($56) a month.

Ali Reza discovered that many had been in the camp longer than anticipated. There was Alef from Jalalabad, a 22-year-old boy with a scarred face and sad eyes, who had been in Nostorf-Horst for eight months. And there was Prince from Ghana, also 22, who had already been there for 11 months. He heard about others who were forced to live in the camp for a year and a half. With each day and each new story he heard, Ali Reza felt more and more hopeless.

Killing Time

Trzeba knows who Ali Reza is, he says, but adds that he doesn't know anything "about a real hunger strike." He takes us on a tour of the hallways. "We don't have any no-go areas here," he says. Roma families stand around in the hallways and children walk from room to room in their socks. "Despite the close quarters, we consistently manage to provide for an orderly communal life," says Trzeba. "Orderly" is a word he likes to use.

A day in the life of a camp resident begins early, in an "orderly" fashion. Wakeup time is 7 a.m., when residents hurry to grab a spot in the shower room. There are three white-tiled rooms at the end of each hallway, with toilets, sinks and showers. The stench of urine hangs in the air outside the bathrooms, which dozens of people share. The shower stalls are open. Anyone who wishes to be clean in Nostorf-Horst can't be too concerned about privacy. "Africans don't mind," says the shower room attendant, "but people from the Arab world don't like it so much." They have separate showers, he explains.

Breakfast is handed out at 7:30, and anyone who isn't there on time is out of luck. Several hundred people from up to 25 different countries line up in front of the meal counter. Lines often form outside the door, and when things are slow, say the refugees, the wait can take up to an hour. Sometimes there are altercations. Recently, for example, a shouting match apparently erupted between Somalis and Afghans, who eventually went at each other with knives.

The residents receive bread, jam and tea for breakfast. Then they return to their rooms, where there is nothing to do but go back to bed, stare at the wall and kill time. Most refugees in the camp are young, in their early to mid 20s, and there are also a few children who would normally be required to attend school. The adult refugees are at a time in their lives when they should be learning, working and starting families. But there is no school to attend and no work to do. It's as if life had become a waiting room.

The Locked Kindergarten

Trzeba, the director, says that there is a German course the residents can attend. A teacher comes to the camp two days a week, from 1:30 to 2:30 p.m. -- one hour of instruction for hundreds of people.

Trzeba also says that there is an exercise area. The carpeted room, the size of a child's bedroom, contains a few pieces of weightlifting equipment -- for hundreds of people.

He mentions a room full of toys, which is referred to as the kindergarten. But the doors are locked. "We have more than 130 children," says the kindergarten manager, "but there's no way we can handle that many" -- and so the kindergarten remains closed.

As a result, daily life in the camp is shaped primarily by mealtimes. Rosy-cheeked women wearing caps and wielding ladles stand behind the food counter and call out "potatoes," "eggs," "meat" to the people waiting in line. The women pile generous helpings of food onto the refugees' plates from aluminum vats. Dinner is at 5 p.m., and anyone who is still hungry after that has to wait until the next morning. Some residents go to bed at 7 p.m. rather than spend the evening feeling hungry. They are not permitted to cook in their rooms.

During the hunger strike, the strikers held up sheets they had used to make banners that read: "Abolish Horst" and "What about human rights?" They spoke Pashtu, Dari and English, they shouted through the fence, they waved their asylum documents and some pointed to their war injuries. It was a small revolt, a demonstration of their perplexity and desperation over the fact that they are being fed and guarded in a camp instead of being allowed to live in freedom.

"Inexplicable," says Trzeba. "After all, they come here to us because they claim to be politically persecuted."

Purgatory in Provincial Germany
Life Behind Bars Drives Asylum Seekers to Desperation
By Dialika Krahe



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Hartmut Schwarzbach / DER SPIEGELPart 3: The Decision to Flee

Someone like Ali Reza is more interested in a bed and a warm meal. He comes from Kandahar, the provincial capital in southern Afghanistan that the Taliban and NATO troops have been fighting over for years. It is the kind of place where suicide bombers are constantly blowing themselves up and stray bullets fly through the air. "When I left my house in the morning, I didn't know whether a bomb would blow up right next to me at any moment," says Ali Reza. He says that he witnessed a friend being killed in an explosion.

He lived with his mother and worked as a tailor in a small shop in the market. Then the war came, he says, and his city fell apart. There was no more work to be had, no ordinary life -- only fear. Ali Reza decided to flee.

First he took a bus to the Iranian border, and then he walked across. He had brought along a backpack with clothing and $1,500 for the trafficker, and he had sewn another $200 into a space underneath the label on his jacket. In the city of Urmia, he joined a group of 25 people, including many children, who set off into the mountains toward Turkey.

The trafficker had searched him, says Ali Reza, and found and took the money he had hidden in his jacket. "If I had defended myself, he just would have left me behind," he says. He thought a lot about death, says Ali Reza. The mountains were dangerous; there were bears, and there was also the risk of being shot by the border guards. He says that he had heard stories about refugees who were kidnapped, strange stories about people who would cut out your kidney or liver to sell them.

He became stranded in Istanbul, where he shared a room with other Afghans. He worked at odd jobs for six months to earn the $3,500 he needed to get to Italy. He would need even more to make it to Norway, where he had relatives who he hoped would help him.

Better Conditions in Norway

Ali Reza is one of tens of thousands of refugees who reach Europe across the Turkish-Greek border every year. Almost 90 percent of the illegal immigrants entering the European Union come through Greece. They include Afghans, Iranians and North Africans. The Greek camps have been overfilled for a long time, and the government now plans to build a fence along part of the border.

Ali Reza made it to Rome, and from there he went to France. He traveled by train, constantly in fear of being checked. He remembers that he splurged on a kebab at the train station in Hamburg. Then he made his way to Oslo, where he applied for asylum.

He was put in a camp there. "It was completely different from here in Horst," he says. "They gave us pots for cooking, there was a shuttle bus and each refugee got €300 a month." Ali Reza was given language classes, and he devoted himself to his studies. Soon, he says, he was able to help other Afghans by translating for them. At night, however, he became overcome with fear whenever the police came to pick up the refugees who were to be deported. Everything went well for the first few months. Then, almost a year after his arrival, they were going to come for Ali Reza. His asylum application had been rejected. This time fear drove him to Germany.

He fought boredom in Horst until, after three months, an official came to his room and handed him a yellow card. Everyone in Horst knows what this means. Yellow is bad. Yellow means up to a year and a half in the camp. That was the amount of time the officials would spend trying to send refugee Ali Reza Samadi back to Norway. He is a so-called "Dublin II" case, named after the 2003 EU regulation that assigns responsibility for the asylum process to the member state where the refugee first arrived (Norway, which is not an EU member, is also a signatory to the regulation). Because Ali Reza has already applied for asylum in Norway, Germany can send him back. Germany is hardly deporting anyone to Afghanistan these days, but Norway is. A transfer to Norway would spell the end of Ali Reza's journey.

Ali Reza wanted to speak with someone, someone to answer his questions. But he lacked the necessary language skills or an interpreter, and there was no one to explain things to him. After three months and 20 days in Nostorf-Horst, Ali Reza decided to stop eating. "We don't want very much," he says. "We just want to live in our own rooms, learn German, see a doctor, cook, be able to defend ourselves."

Night-Time Visit

When Trzeba is asked why these things aren't possible in his camp, he replies that the initial receiving center isn't designed to enable asylum seekers to engage in significant integration efforts. "The asylum seeker isn't here to get to know people, but to move his case forward," says Trzeba, adding that Germany's lawmakers did not intend it to be otherwise.

Someone who is to be deported receives a letter stating that he or she has two weeks to find an attorney and file an appeal. This single requirement, even if they could understand it, is enough to destroy the prospects of most asylum seekers. Where could they find an attorney? Traveling to a city like Hamburg, where assistance would be available from organizations like the city's refugee council or Café Exil, a café where volunteers help asylum seekers deal with German bureaucracy, is prohibited. Leaving the administrative district where the camp is located is considered an infraction. An independent lawyer comes to the camp twice a week: one woman for 450 residents.

At night, officers come to the rooms and get the ones who have been chosen for deportation out of bed to take them to the airport. In Trzeba's bureaucratese, the operation is referred to as an "execution of the deportation order." "Some leave German territory voluntarily," he says, "while others need a certain amount of encouragement."

When asked what ought to change in his camp, Trzeba says: "There are no plans to change the circumstances, because the circumstances do not require changing." He merely does what he is told and he only sees what is considered politically desirable: to organize a camp in such a way that its inmates develop the desire to return to where they came from.

Legal Right

This wasn't the intention when Germany's constitution, known as the Basic Law, was enacted after the Nazi era and the end of World War II. Article 16, Section 2 of the constitution states: "Persons persecuted on political grounds shall have the right of asylum." The right of asylum was more firmly grounded in German law than in the laws of almost any other country. Asylum was not to be an act of mercy but a legal right, and today this right is the reason behind Germany's lengthy asylum process.

As long as refugees were coming primarily from socialist countries, the right of asylum remained uncontested. In the mid-1980s, the numbers of refugees began to rise sharply. However, now they were no longer the people "persecuted on political grounds" mentioned in the constitution, but people from the world's crisis regions: economic migrants or refugees from poverty or natural disasters. The asylum laws had not been written with such people in mind. In 1985, 55,000 people applied for asylum in Germany, and by 1991 the number had gone up to 256,000. And the larger the numbers, the fewer asylum seekers were recognized.

When the asylum law was amended in 1993, a new rule was introduced that required German authorities to return refugees to a "safe third country" if they had entered Germany through that country. Holding camps were established, partly as a deterrent. The numbers declined, as did recognition rates. In 2010, the numbers rose sharply again, for the first time in years, partly because visa requirements had been lifted for a few Eastern European countries. Serbs, Montenegrins and Macedonians could now enter the countries in the Schengen zone without visas, and many took advantage of the new travel freedoms to apply for asylum in Germany. In November, the EU threatened to abolish the visa exemptions again. As a result, the number of asylum applications has gone down again during the last two months.

Nevertheless, there were one-and-a-half times as many new applications in 2010 as in 2009, or a total of 41,000. And the old questions are still unanswered: Who should be permitted to live in Germany? What should their lives be like there? Who should belong to German society?

'I Would Rather Die than Go Back'

A few weeks after the hunger strike, many of the refugees were released from the camp in Horst. Prince from Ghana was sent for 12 months to a camp in Parchim in northeastern Germany. Ali's friend Jamshid, from Iran, was transferred to Wismar on the Baltic Sea, where he has been taking German lessons every day. "Everything's fine and dandy," he says in colloquial German when asked about his new life. Alef from Jalalabad received his deportation notice. Dozens of other people were distributed to other facilities. But Ali Reza remained at the Nostorf-Horst camp.

A plane was waiting in Hamburg on a snowy December day. He was to be deported to Norway and, from there, back to Afghanistan. An attorney that a refugee council had found for him brought him the news. Ali Reza collapsed and was admitted to a psychiatric clinic, where doctors concluded that he was suicidal, severely depressed and not transportable. "I would rather die than go back," he says.

A young Iranian is now sleeping in his bed in Horst. He lived in Plymouth in the UK for five years, where he worked and went to music festivals. When he was about to be deported a few weeks ago, he decided that it was time to get out of England.

ESTES DEMOCRATAS DE MEIA TIJELA ENQUANTO ROUBAM O MAIS QUE PODEM NAS COSTAS DO PESSOAL TRABALHADOR DECIDIRAM EM CONTRAPARTIDA ACOLHER AS MAIS TRAIDORAS IDEIAS INTERNACIONALISTAS CRIADAS E DIFUNDIDAS PELA ACADEMIA DAS CIÊNCIAS RECUADAS DA EX-URSS DE QUE O ISCTE É UM EXEMPLO NOTÁVEL.SÓ LHES FALTA REQUERER AOS RUSSOS A MÚMIA DO LENINE PARA A CENA FICAR COMPLETA.
O POVO PORTUGUÊS ESSE ESTÁ SENDO ESCRAVIZADO E NIVELADO PELOS QUE OS EXPULSARAM DE ÁFRICA, MAS QUE AGORA NOS TÊM "AFECTOS"...O QUE BASTA PARA AS SENSÍVEIS CRIATURAS HABITUADAS A TRAIR PARA PODEREM CONTINUAR NO SEU MAIS NÓBEL METIER:TRAIR!
COM AS TRAIDORAS LEIS FEITAS PORTUGAL TRANSFORMOU-SE NUM PARAÍSO DE CRIMINOSOS EM QUE O ZÉ POVINHO COMEÇA A SER CAÇADO NA SUA PRÓPRIA CASA.E SEM PODER DEFENDER-SE PORQUE OS DEMOCRATAS TÊM MAIS MEDO DAS ARMAS DO QUE SALAZAR TINHA...E ELES LÁ SABEM PORQUÊ...

Thursday, January 27, 2011

O BLOCO DE ESQUERDA TEM A SOLUÇÃO

"Standard & Poor's" vê Portugal em recessão longa
A agência de notação financeira Standard & Poor's indicou hoje, quinta-feira, que prevê uma recuperação a três velocidades na Europa ocidental e que Portugal fique preso numa recessão prolongada, juntamente com a Espanha, a Irlanda e a Grécia.

DAR O VOTO AOS AFRICANOS,DAR-LHES A OPORTUNIDADE DE SEREM ELEITOS.PARA ELES BLOCO DE ESQUERDA A IMIGRAÇÃO É UMA RIQUEZA, SÃO BONS GENES,SÃO DIFERENÇA,SÃO ANIMAÇÃO.E COMO PODEM IR VER AOS BAIRROS SOCIAIS FARTAM-SE DE PAGAR IMPOSTOS, SEGURANÇA SOCIAL SEM OS QUAIS ESTAVA TUDO FALIDO...
O BLOCO DE ESQUERDA É CONTRA A POBREZA EM ÁFRICA.CONSIDERA MESMO QUE SENDO O MUNDO UM SÓ, PORTUGAL DEVERIA DIVIDIR O QUE TEM COM ÁFRICA.MESMO QUE TIVESSE QUE "PEDIR" COMO ALIÁS TEM ACONTECIDO.TENDO SIDO DESCOLONIZADORES, REFUGIADOS EM ÁFRICA(PELO MENOS A SUA PARTE DAS FP´S 25)QUE NÃO ACEITAM EXTRADIÇÕES DE GUERRILHEIROS,AGORA PAGAM EM ESPÉCIE.EM "REGULARIZAÇÕES" DE IMIGRANTES AFRICANOS,EM NACIONALIZAÇÕES VIRTUOSAS TUDO EM NOME DO ENRIQUECIMENTO DOS ÚNICOS GAJOS QUE PAGAM:OS PORTUGUESES INDÍGENAS.A CEREJA EM CIMA DO SEU BOLO É ENCHEREM-NOS DE ANTÓNIOS COSTAS A GOVERNAR.ESTOU A VER OS PASTORES DAS 1000000 CABRAS DO PORTUGAL PROFUNDO A SEREM DIRIGIDOS POR SOCIÓLOGOS AFRICANOS ELEITOS NO PODER LOCAL E NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA,MAIS CONHECEDORES DAS REACÇÕES DAS MANADAS NAS SAVANAS.
E ESTOU MESMO A VER O TODOS IGUAIS, TODOS DIFERENTES NOS CAMPOS DE FÉRIAS DE VERÃO DO BLOCO NAS SERRANIAS A DIVERTIREM-SE COM OS DILDOS COMO ACTO DE AQUECIMENTO DA FABRICAÇÃO DO HOMEM NOVO E MULATO RESULTANTE DA FORNICAÇÃO EM TENDA.A PROPÓSITO DE QUE COR SERÁ O REBENTO DA ANA DRAGO?
AOS BRANCOS QUE VOTAM BE RECOMENDO QUE VERIFIQUEM O BOLETIM DE VENCIMENTO DE JANEIRO DE 2011.UMA OFERTA BE.ELES JÁ ESTÃO A PENSAR COMO ACRESCENTAR A FACTURA...

Wednesday, January 26, 2011

IMIGRANTES "QUEM PAGA IMPOSTOS E DESCONTA PARA A SEGURANÇA SOCIAL" AH, AH , AH

Direitos políticos de imigrantes dividem partidos
26.01.2011 - 21:11 Por Maria José Oliveira

BE quer ampliar os direitos políticos dos cidadãos estrangeiros residentes em Portugal. PSD e CDS contestam. PS e PCP propõem alargamento gradual.
O BE defende que os imigrantes que pagam impostos deveriam ter poderes cívicos como votar
Em mais uma reunião da comissão eventual para a revisão constitucional, esta tarde, no Parlamento, o Bloco de Esquerda propôs, na discussão do artigo 15º, uma ampliação dos direitos políticos dos imigrantes, dando-lhes capacidade eleitoral (elegerem e serem eleitos) para as autarquias, Assembleia da República e Assembleias Legislativas Regionais.

“Quem paga impostos e desconta para a Segurança Social deve ter os mesmos direitos que os cidadãos vinculados a essas regras, explicou o líder parlamentar do Bloco, José Manuel Pureza. “Não podemos ter milhares de cidadãos estrangeiros residentes em Portugal sem qualquer representação política”, continuou o bloquista Luís Fazenda.

PS e PCP consideram, porém, que a proposta não deve ir tão longe. António Filipe, deputado comunista, defendeu que a capacidade eleitoral activa e passiva dos imigrantes deve limitar-se à esfera municipal e que um eventual alargamento dos direitos político deve ser feito de forma “gradual”. Os socialistas concordaram.

O PSD, pela voz de Matos Correia, contestou as propostas do BE, PCP e PS, dizendo que “não estão criadas as condições” para se proceder à atribuição de direitos políticos aos imigrantes. Notou também que, tal como a Constituição prevê, deve manter-se a distinção entre cidadãos oriundos dos países de língua portuguesa e cidadãos originários de outros países. Neste ponto foi secundado por Vitalino Canas, do PS e por Filipe Lobo d’Ávila, do CDS.

“Não se trata de uma questão de afecto ou de memória histórica”, refutou José Manuel Pureza, “mas do reconhecimento dos níveis de participação e integração.”

As normas que constam do artigo 15º da Constituição prevêem que os imigrantes não têm direitos políticos e que os cidadãos originários de países de língua portuguesa possuem “direitos não conferidos a estrangeiros”, com a excepção do acesso a cargos em órgãos de soberania.

E O QUE DEVE ACONTECER AOS IMIGRANTES QUE NÃO PAGAM NADA?E QUE ALIÁS SÓ PAGARAM DURANTE O PERÍODO MÍNIMO PARA "ARRANJAREM OS PAPÉIS"?E QUE SÓ "RECEBEM"?PELAS ANTERIORES "LUTAS" DOS INTERNACIONALISTAS TRAIDORES DO BE?QUE TAL DEVOLVÊ-LOS TODOS À PROCEDÊNCIA?
ESTES TRAIDORES RASTEIROS O QUE QUEREM É O "QUANTO PIOR , MELHOR".E SEM "ARMAS" NA MÃO DO ZÉ POVINHO, O QUE NEM O SALAZAR FAZIA...
A PRÓXIMA CONSTITUIÇÃO TEM QUE MANDAR ESTES GAJOS PARA CASA.REDUZINDO O Nº DE DEPUTADOS, ACABANDO-LHES ASSIM COM A HIPÓTESE DE MAIS TRAIÇÕES AO POVO PORTUGUÊS.QUE QUEREM AFRICANIZAR E NIVELAR PELO QUE HOUVER MAIS EM BAIXO:ÁFRICA!E SEM RECIPROCIDADE NENHUMA O QUE NÃO DEVE ADMIRAR NO PARTIDO DOS PANELEIROS...
ABAIXO A AFRICANIZAÇÃO, ABAIXO O PARTIDO TRAIDOR BE...

POR CÁ SÃO MAIS "ESTUDANTES" QUE VÊM E NÃO REGRESSAM.MAS QUE SERÃO PORTUGUESES MESMO COM 3 ANINHOS DE PRISÃO AO FIM DE 6 ANINHOS

Huelga de hambre masiva de 'sin papeles' en Grecia
EFE - Atenas - 26/01/2011

Un grupo de 287 inmigrantes indocumentados inició ayer en Atenas una huelga de hambre indefinida para pedir a las autoridades griegas que concedan permisos de residencia y de trabajo al medio millón de extranjeros en situación irregular en el país.

"Se trata de la huelga de hambre más masiva en solicitud de legalización de inmigrantes que se ha celebrado en Europa", aseguró Nikos Yanópulos, portavoz del Comité de Solidaridad que apoya a los inmigrantes. "O vencemos o moriremos", declaró Mustafá, de 25 años, que vive y trabaja sin papeles como fontanero en la isla de Creta desde hace ocho años.

Los huelguistas, todos varones, piden la legalización de los 300.000 inmigrantes sin documentos, de los 160.000 a quienes no se les han renovado los permisos y de otros 60.000 a la espera de que las autoridades tramiten las solicitudes de asilo político, un proceso que en algunos casos se demora hasta una década. Sin embargo, el Ministerio del Interior, responsable de la política de inmigración, aseguró ayer en un comunicado que "no hay ninguna posibilidad de una legalización masiva de inmigrantes". Grecia ha decidido construir una valla de 12,5 kilómetros de longitud en su frontera con Turquía para frenar la llegada de sin papeles mientras recibe ayuda europea a su política migratoria.

QUEREM VER QUE VÃO MORRER 300000 IMIGRANTES NA GRÉCIA?PORRA...

COMO PORTUGAL ANDA A AJUDAR OS SEUS INIMIGOS

Trafic d'organes : le Conseil de l'Europe demande une enquête sérieuse
Le Conseil de l'Europe a demandé à l'Albanie et aux autorités kosovares de "diligenter une enquête sérieuse et indépendante" sur un trafic d'organes prélevés sur les cadavres de prisonniers de l'Armée de libération du Kosovo (UCK) en Albanie dans les années 1990.
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Hezbolá dirigirá el Gobierno de Líbano
El partido-milicia chií impone a su candidato como nuevo primer ministro - Los suníes se manifiestan contra el "golpe de Estado" en Trípoli y Beirut
ENRIC GONZÁLEZ - Jerusalén - 26/01/2011

El partido-milicia chií Hezbolá, considerado terrorista por Estados Unidos y la Unión Europea, ya gobierna en Líbano. Pero lo hace a través de un multimillonario moderado de religión suní, Najib Mikati, y sin voluntad aparente de romper el delicadísimo equilibrio religioso y político del país y del conjunto de Oriente Próximo. Hassan Nasralá, el carismático líder de Hezbolá, apeló ayer a la calma y la unidad, pero decenas de miles de suníes, partidarios del aún primer ministro en funciones Saad Hariri, se manifestaron en una jornada de ira que incendió Trípoli y bloqueó Beirut durante varias horas.
Protestas en Sidón. Un manifestante porta un cartel con el rostro del primer ministro saliente Saad Hariri y una bandera de Líbano durante las prostestas en la ciudad de Sidón, al sur del país.- AP
El partido chií veta la investigación por la ONU del asesinato de Hariri
Hezbolá, que controlaba un tercio del Gobierno de Hariri y poseía derecho de veto, consiguió hace dos semanas una inesperada mayoría parlamentaria gracias al apoyo del líder druso Walit Jumblatt, que hasta entonces formaba parte de las fuerzas prooccidentales y prosaudíes de Hariri. El único objetivo explícito de Hezbolá consistía en bloquear la investigación de la ONU sobre el asesinato en 2005 de Rafic Hariri, padre de Saad Hariri.

ELE É NO KOSOSVO, ELE É AGORA NO LÍBANO.A LUTAR PARA A DERROTA...PROTEGER ASSASSINOS...
PARA ESTES GAJOS QUE NOS GOVERNAM O CRIME DEVE COMPENSAR...

NESTE PARAÍSO DE CRIMINOSOS NUNCA NINGUÉM É CULPADO

Líder de Máfia de Leste nega ligação a assaltos
00h30m
reis pinto
Ratko, um cidadão de Leste tido como um dos líderes de uma rede que, entre 2008 e 2009, assaltou 239 residências em Portugal, afirmou, ontem, no Tribunal de S. João Novo, nada ter a ver com "estas pessoas", reportando-se aos restantes arguidos, e que apenas tinha vindo a Portugal (como a mulher e três dos nove filhos) para resolver um problema com a cunhada que "tinha fugido de Itália com o namorado e estava a ter problemas com ele".

Ratko disse, também, que a cunhada não hesitou quando, após ter sido detida em Guimarães, dar o nome da irmã. "Ela fez por aí umas asneiras e foi assim que nos pagou", disse.

Ontem falou, também, Sara, arguida a quem foram apreendidos objectos de ouro roubados e mais de 11 mil euros. A arguida disse que os havia comprado a uma mulher, de nome Gina, que conhecera em Espinho, e que lhe disse que precisava de dinheiro.

"Só soube que era roubado durante o julgamento. O dinheiro era meu", disse. Sara admitiu, somente, o seu envolvimento no assalto a uma residência em Guimarães e a uma fuga à PSP, no Porto, conduzindo um carro sem carta de condução.
Hoje serão feitas as alegações finais.

COM CERCA DE UM MILHÃO DE CARRAÇAS EM CIMA, DÁDIVA DOS INTERNACIONALISTAS-HUMANISTAS DO HOMEM NOVO E MULATO QUE DEPOIS DE DESCOLONIZAREM SE VIRARAM LOGO PARA ANOSSA COLONIZAÇÃO,O ZÉ POVINHO SÓ PODIA ESTAR COMO ESTÁ:FALIDO E ENDIVIDADO.E PRINCIPALMENTE DESARMADO NÃO FOSSE TER IDEIAS...

A ROUBAR PARA EXPORTAR

Gang: Trio rouba dois carros
Um grupo de três homens é suspeito de ter roubado dois carros ao início da noite de ontem. O primeiro roubo ocorreu pelas 18h20, em Santa Iria da Azóia, Loures. Os assaltantes contactaram o proprietário, que tinha o carro (de marca Seat) à venda, mas aproveitaram a demonstração para o ameaçar com uma pistola e fugir. Os mesmos, pelas 19h45, seguiam num Mercedes e provocaram um acidente para obrigar o dono de um BMW a sair do carro, tendo um deles pulado para o volante e fugido com a viatura.

PORTUGAL FOI DADO AO SAQUE PELOS ACTUAIS COLONIZADORES COM TODOS OS DIREITOS.VÁ LÁ PAGUEM O MODERNO IMPOSTO DE PALHOTA À DIDERENÇA QUE TANTO INDIGNAVA OS EX-DESCOLONIZADORES...

A GUERRILHA NA RECOLHA DE FUNDOS?

Seixal: Casal sequestrado
Um casal residente na Amora, Seixal, foi ontem sequestrado e agredido em casa por quatro assaltantes com uma pistola, que fugiram com seis mil euros em dinheiro e 2500 em ouro. O casal foi emboscado, atado nos pés, nas mãos e na boca com fita-cola e agredido a pontapé.

MAS ARMAS NA MÃO DO ZÉ POVINHO É QUE NÃO.OS AMIGOS DO ROSA COUTINHO APREDERAM DEPRESSA AS SUAS LIÇÕES...

ANGOLANO A CONFISCAR NO PUTO

Furtava numa casa em Peniche

Povo cerca e apanha assaltante
Um homem de 34 anos, referenciado por vários furtos na zona de Peniche, estava ontem à tarde a assaltar uma residência quando foi visto por populares, que o perseguiram e encurralaram numa duna da praia do Baleal até à chegada da GNR.

Ao perceber que não conseguia continuar a fuga, o assaltante ameaçou os populares com uma faca, mas de nada lhe valeu, pois viria mesmo a ser detido pelos militares da GNR.

"Ele fazia um ar ameaçador enquanto mostrava a faca. Mas, como ninguém mostrou medo, nem tentou fugir dali", contou uma testemunha, adiantando que a patrulha da GNR foi "muito rápida" a chegar. Foi conduzido ao posto e encaminhado para uma cela, devendo ser hoje presente a um juiz de Instrução Criminal do Tribunal de Peniche para ser interrogado. Em seu poder, o suspeito trazia vários artigos que terão sido furtados em outras residências da zona, entre os quais leitores de DVD e computadores portáteis.

Natural de Angola e a residir na zona de Peniche, o homem estava já referenciado por vários furtos no interior de residências, mas até agora não tinha sido surpreendido em flagrante.

OS DESCOLONIZADORES, QUE NÃO GOSTAM DE ARMAS NA MÃO DO ZÉ POVINHO,AGORA COLONIZADORES COM TODOS OS DIREITOS,REALIZARAM O SONHO DE MUITOS INDEPENDENTISTAS:COLOCAR BRANCO E PRETO, OMBRO A OMBRO A VARRER AS RUAS E LOGO NA METRÓPOLE PARA EXEMPLO GERAL...
E NÃO ESPERAM POR UM FUTURO CONFISCO, A OBRA PRIMA DA AFRICANIDADE:SÃO ELES QUE ARRASTAM OS SEUS ELEITORES PARA DAR À DIFERENÇA QUE AO SENTIR-SE TÃO BEM TRATADA PELO "TODOS IGUAIS, TODOS DIFERENTES" AUMENTA EM NÚMERO TODOS OS ANINHOS A APROVEITAR O BEM BOM OU MANÁ PROVIDENCIADO PELOS INTERNACIONALISTAS-HUMANISTAS CASEIROS, DOS TAIS QUE RECEBEM PRENDAS AOS MONTES SEM PROBLEMAS...

Tuesday, January 25, 2011

OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS OBRIGADOS A DAR ESMOLA

NO MAIS AFRICANO PAÍS DA EUROPA QUE SE FARTOU DE GASTAR MUITAS DEZENAS DE MILHÕES DE EUROS PARA ORGANIZAR "CIMEIRAS" COM ÁFRICA E PAGAR CAVIAR A DEMOCRATAS COMO O MUGABE E OUTROS, ONDE A POLÍTICA OFICIAL É A DE QUE "O MUNDO É UM SÓ", COM UMA PESADA E CARA ESTRUTURA DO ESTADO DEDICADA AO "TODOS IGUAIS, TODOS DIFERENTES" SEMPRE FOI DADA A "NACIONALIDADE PORTUGUESA" A QUEM DECLARE, NA SECRETARIA, "AFECTOS" PASSANDO LOGO A BENEFICIAR DO "ESTADO SOCIAL" ONDE NUNCA METEU UM CÊNTIMO...
COMO FORAM ÀS CENTENAS DE MILHAR, A CASINHA, O RSI, A SAÚDE,A "ANIMAÇÃO" COM OS POLÍCIAS, OURIVES E GUARDAS PRISIONAIS, A EDUCAÇÃO ALGUÉM TEM QUE PAGAR...
OS HUMANISTAS QUE COMO CARNEIROS NAS REPARTIÇÕES ENTRARAM NESSA "BATALHA DA PRODUÇÃO" VÃO AGORA PAGAR PELA SUA COBARDIA.DURANTE MUITOS E LONGOS ANOS.PORQUE NÃO EXISTEM ALMOÇOS GRÁTIS...
E COMO SÃO APONTADOS PELOS HABITUAIS TRAIDORES FORMADOS NAS ESCOLAS INTERNACIONALISTAS ESTILO ISCTE COMO OS "SALVADORES" PELA SUA FÁCIL MULTIPLICAÇÃO DO SALDO GERACIONAL, É DE ADMITIR QUE OS "CORTES" AGORA INICIADOS SE VÃO MULTIPLICAR NUM FUTURO PRÓXIMO.PORQUE A MÁQUINA ESTÁ LIGADA E CONTINUA A PRODUZIR.EMBORA A ESTATÍSTICA SEJA MANTIDA SECRETA PARA NÃO ALARMAR OS GAJOS QUE IRÃO TER QUE PAGAR PORQUE MILAGRE DOS MILAGRES UMA VEZ PASSADO O PAPEL DO CU(O TAL DE CIDADÃO)NINGUÉM PODE PERDER O "DIREITO", MESMO QUE DEDIQUE, COMO MUITOS SE TÊM DEDICADO, AO CRIME CONTRA OS INDÍGENAS, COM A CUMPLICIDADE DE QUEM NOS DEVERIA GOVERNAR E QUE AFINAL SÓ NOS FAZ PAGAR...
SE NÃO DERRUBAREM ESTE REGIME VIGENTE NÃO TARDA NADA A ENCONTRAREM-SE ESCRAVIZADOS PARA MANTEREM CENTENAS DE MILHAR DE GAJOS QUE AQUI ATERRARAM, MUITAS DAS VEZES "DESPACHADOS" POR OUTROS A DESFRUTAR DAS VELHAS TEORIAS COMUNISTAS "A CADA UM SEGUNDO AS SUAS NECESSIDADES", DEVIDAMENTE "MISTURADOS" NO MOLHO DOS "POBRES INDÍGENAS", MAS QUE NUNCA CONTRIBUEM, NAS "NOTÍCIAS" PARA A NOSSA INSEGURANÇA,O NOSSO DÉFICE, O NOSSO AFUNDANÇO.FICOU CONVENCIONADO QUE NOS TRAZEM RIQUEZA E PRONTOS!
OS NOSSO ANTIGOS DESCOLONIZADORES DO "SALVE-SE QUEM PUDER" AGORA USAM DE TODOS OS CARINHOS PARA NOS COLONIZAR...E FAZEM-SE PAGAR NESSA "GESTÃO TRAIDORA" COM ELEVADOS PRÉMIOS DE PRODUTIVIDADE!

ESTÃO A VER PORQUE É QUE A AFRICANIDADE NÃO FOGE PARA A CHINA?

Guangdong
Salário mínimo em província chinesa vai aumentar 18,6%
por Lusa21 Janeiro 2011

A província chinesa de Guangdong, a principal exportadora da "maior fábrica do mundo", vai aumentar o salário mínimo em 18,6%, depois de uma subida de 20 por cento em maio de 2010, anunciou o governo local.

Em Cantão, a capital da província, o salário mínimo vai aumentar de 1100 yuan (124 euros) para 1300 yuan (146 euros), refere o governo de Guangdong na sua página electrónica. A maioria das províncias e dos municípios da China aumentaram em 2010 o valor do salário mínimo num ano em que a inflação atingiu os 3,3%.

Em Pequim, o salário mínimo aumentou a 01 de Janeiro cerca de 20% para 1160 yuan (133 euros), tratando-se do segundo aumento em apenas seis meses, coincidindo com a subida da inflação, que, em Novembro, atingiu o valor mais elevado dos últimos 28 meses (5,1%).

COM A ÁFRICA CHEIA DE CHINESES, QUE AGORA JÁ NÃO SÃO CONSIDERADOS "COLONOS" E ATÉ SÃO RECEBIDOS EM FESTA VEJAM LÁ QUANTA AFRICANIDADE SE "REFUGIA" E "PEDE ASILO" POR LÁ...
OS NOSSOS EX-MAIOISTAS E OS CAMARADAS DO PCP ALGUM DIA FORAM OUVIDOS A "RECLAMAR" ACERCA DA "FALTA DE DIREITOS" NA CHINA?DE ORDENADOS DE MISÉRIA?DE FALTA DE DEMOCRACIA?DE CONCORRÊNCIA DESLEAL?PARA COM OS TRABALHADORES INDÍGENAS QUE ELES NÃO SE IMPORTAMDE NIVELAR POR ÁFRICA E CHINA?
MAS A CULPA É SEMPRE DO NEO-LIBERALISMO PORRA!
A NUMENKLATURA QUE SE INSTALOU NO 25 TEM QUE SER DERRUBADA.DE FORMA DEMOCRÁTICA.REDUZINDO O NÚMERO DE DEPUTADOS E ALTERANDO AS LEIS QUE PERMITEM QUE HAJA MILHARES DE GAJOS ARMADOS EM DEFENSORES SINDICAIS DOS "TRABALHADORES" QUE AFINAL SÓ OS ANDAM A TRAIR...
QUE O INTERNACIONALISMO SEJA EQUIPARADO A TRAIÇÃO POIS QUE NO CASO PORTUGUÊS É DISSO QUE SE TEM TRATADO!!!

Monday, January 24, 2011

O REGIME DESGASTADO É PARTE DO PROBLEMA




















SÓ OS QUE BENEFICIAM DELE É QUE O DEFENDEM.EM CIMA E EM BAIXO.O REGIME TRITURADOR DA COESÃO SOCIAL E CULTURAL DA NAÇÃO MAIS VELHA DA EUROPA OU SE REFORMA DEPRESSA OU SERÁ REMOVIDO À TUNISINA.PORQUE A SUA LEGITIMIDADE ANDA PELAS RUAS DA AMARGURA, SÓ AMPARADA PELAS MÁQUINAS DA PROPAGANDA INTERNACIONALISTA E PELOS MAMADORES NA TETA DO ERÁRIO PÚBLICO, PRESENTE E FUTURO!
AO DEITAREM A LAMA NAS VENTOINHAS SÓ APRESSARAM O DESFECHO FATAL.
AGORA VAMOS VER COMO É QUE VÃO RESOLVER O PROBLEMA DA "DÍVIDA" COM QUE ANDARAM A GOVERNAR À GRANDE E À FRANCESA...

Sunday, January 23, 2011

DE DESCOLONIZADORES SEM DIREITOS A COLONIZADORES COM TODOS OS DIRETOS

Leonel Moura

conceito de multiculturalismo tem sido usado no Ocidente, sobretudo pela esquerda liberal, como atitude genérica de tolerância para com outras culturas distintas das nossas.
Esse princípio, positivo em si mesmo, que releva de uma vontade de aceitação do outro e da diversidade cultural, gerou contudo uma espécie de paralisia ética quando se enfrenta práticas claramente aberrantes, civilizacionalmente atrasadas e mesmo bárbaras desde que perpetradas por gente oriunda de outros pontos do globo. Ou seja, a tolerância tem dado, muitas das vezes, lugar a uma cumplicidade com aquilo que o Ocidente conseguiu superar através de muita luta e coragem através da sua história.

É assim que alguma esquerda se remete ao silêncio quando se assiste a práticas degradantes de submissão das mulheres, por exemplo no uso dos véus, na restrição das liberdades individuais, caso dos casamentos forçados, ou mesmo de violência arbitrária sobre os que não seguem dogmas e rituais, pelos vários fundamentalismos. Obnubilados pela defesa intransigente do outro, esta esquerda esquece a defesa da sua própria cultura, dos seus princípios humanistas, do ímpeto libertador enquanto movimento liberal contra o conservadorismo e a opressão.

Por detrás deste contraditório comportamento encontra-se um forte sentimento de culpa herdado do colonialismo. De facto, o Ocidente triturou culturas e povos, cometeu e continua a cometer barbaridades em nome dos seus interesses e visão do mundo. Mas isso não deve levar-nos a confundir o multiculturalismo com cedência à barbárie. Não se pode confundir multiculturalismo com um multimoralismo que relativiza, nos outros, aquilo que para nós é intolerável.

O mau resultado deste multimoralismo está aliás à vista. A abertura do mundo, a acelerada mobilidade de pessoas e mercadorias, as vastas migrações, as crescentes interdependências políticas e económicas, têm gerado um sem número de conflitos que mais do que de natureza cultural ou religiosa são na verdade conflitos de civilização. Multidões de praticantes de modos retrógrados de civilização têm invadido o Ocidente, e a Europa em particular. A situação das mulheres é, neste domínio, particularmente chocante. Mas também o fomento, junto dos jovens, de uma cultura de ódio, racista ou religioso, contra as nossas sociedades democráticas, tolerantes e livres.

Que estes fenómenos alimentem por sua vez, entre nós, os nacionalismos e as ideias fascizantes não deve espantar ninguém. A demissão da esquerda e do liberalismo em geral, a confusão instalada na intelectualidade e na política, abrem caminho ao radicalismo de direita que aos olhos de uma parte crescente da população aparece como única força capaz de fazer frente à subversão dos nossos costumes assentes na liberdade individual. Ao permitirmos a instalação de verdadeiros guetos, onde prolifera muito daquilo que nos levou séculos a combater e superar, estamos a abdicar da nossa própria cultura e a regredir em termos de civilização. Enfim, se os outros têm direito à sua cultura, por maioria de razão nós temos direito à nossa.

Por outro lado, o Ocidente, em nome de uma pretensa liberalização económica, tem sido igualmente cúmplice ao aceitar que muitos países, ditos emergentes, mantenham as suas populações e forças de trabalho numa situação de extrema miséria, com baixíssimos salários, sem nenhuns direitos cívicos ou sindicais. Não se trata só de uma concorrência francamente desleal mas de pactuar com novas formas de servidão e degradação humana. Muito daquilo que hoje consumimos é produto de uma verdadeira escravatura. E isso não pode ser aceite.

O problema é pois real e as suas consequências nefastas. O choque de civilizações existe mesmo e não se resume ao fundamentalismo religioso. Nalguns países, sobretudo no norte da Europa, sucedem-se graves conflitos insanáveis entre comunidades. Chega-se ao ponto de algumas destas comunidades pretenderem ir contra a liberdade de expressão, como foi o caso das caricaturas de Maomé e outros exemplos.

A esquerda liberal não pode continuar a meter a cabeça na areia. É preciso distinguir claramente aquilo que é a tolerância e até o apreço pela diferença e diversidade, daquilo que são manifestações aberrantes, irracionais e opressivas absolutamente intoleráveis.

JÁ NÃO VOU DORMIR BEM ESTA NOITE...

Egypte : la plus haute institution islamique suspend son dialogue avec le Vatican
LEMONDE.FR | 20.01.11 | 16h36 • Mis à jour le 20.01.11 | 16h57

O QUE A EUROPA PRECISA É DE RETALIAR POR CÁ.ISTO É FAZER AS COISAS COM RECIPROCIDADES VERIFICÁVEIS...