5 Dezembro 2008 - 21h00
Caixas Multibanco: Noite de roubos em Palmela, Aljustrel e no Fogueteiro
Gang volta a atacar
O ‘gang do multibanco’ continua activo, com todas as acções armadas dos mais de vinte operacionais a partirem do bairro da Bela Vista, Setúbal. Já arrecadaram das caixas ATM mais de dois milhões de euros durante este ano, conforme o CM avançou, 970 mil dos quais na Grande Lisboa. A polícia ainda só recolheu prova para prender elementos do grupo em casos pontuais, quando são apanhados em flagrante – mas os cabecilhas continuam. São os principais suspeitos de, na madrugada de ontem, terem atacado caixas ATM em Aljustrel, no Fogueteiro e em Palmela.
Separaram-se em grupos e começaram pela fábrica da Autoeuropa, Palmela. Eram 01h55 quando quatro ou cinco homens furaram as redes de protecção das instalações e levaram a máquina ATM. A segurança da empresa não se terá apercebido e o grupo fugiu numa carrinha Toyota Hiace e num automóvel de alta cilindrada – Volkswagen.
Pelas 03h30, foi a vez de outros seis homens, armados e encapuzados, entrarem em acção. O alvo era a estação de serviço da A2, sentido Sul-Norte, em Aljustrel. Mas a dificuldade em remover a caixa ATM levou o gang a optar pela caixa registadora, com cerca de 200 euros em dinheiro.
Na gasolineira, estava apenas um funcionário. Segundo a GNR, não chegaram a puxar das armas para ameaçar a vítima e deslocavam-se em dois carros de alta cilindrada. Para trás, deixaram vidros partidos e danos no interior da loja. "Partiram os vidros com recurso a extintores e a marretas, mas não conseguiram levar a caixa multibanco."
O grupo conseguiu fugir em direcção à Grande Lisboa – e a PJ está a apurar se são os mesmos, ou outros operacionais, que pelas 05h00 tentaram roubar a caixa ATM do supermercado Lidl no Fogueteiro, na Margem Sul do Tejo.
COMO SE VÊ O NOSSO ENRIQUECIMENTO SEMPRE PROMETIDO E JURADO QUANDO SE TRATA DE LEGALIZAR E NACIONALIZAR A POBREZA DO MUNDO DÁ OS SEUS FRUTOS.UMA VERDADEIRA GUERRILHA DE BAIXA INTENSIDADE A QUE A POPULAÇÃO INDÍGENA É CONSTANTEMENTE SUBMETIDA.É SÓ IR VER QUEM É QUE CONSTITUI MAIORITARIAMENTE O BAIRRO DA BELA VISTA EM SETÚBAL...
OS ESQUERDISTAS E ANTI-COLONIALISTAS MUITOS DELES DESERTORES, SABOTADORES, TODOS INTERNACIONALISTAS ARRANJARAM UMA CEREJA PARA COLOCAR EM CIMA DO BOLO QUE TRANSFORMOU PORTUGAL DUMA NAÇÃO INDEPENDENTE EM UMA SICÍLIA DE NOVO TIPO ATÉ COM MÁFIAS AFRICANAS...
DEVE SER PARA MANTER O PESSOAL CÁ DE BAIXO ENTRETIDO ENQUANTO OS COLARINHOS BRANCOS LÁ DE CIMA ARRASTAM EM GRANDE...
Saturday, December 6, 2008
Friday, December 5, 2008
OS COLARINHOS BRANCOS EM MARÉ DE AZAR
Bens deste fundo foram apreendidos
Dias Loureiro e Jorge Coelho accionistas de gestora de um fundo financiado por fraude ao IVA
05.12.2008 - 20h43
Por António Arnaldo Mesquita, Cristina Ferreira, Vítor Costa
Luís Ramos (arquivo)
Manuel José Dias Loureiro e Jorge Coelho são accionistas da Valor Alternativo, uma sociedade anónima gestora que administra e representa o Fundo de Investimento Imobiliário Valor Alcântara, que foi constituído com imóveis adquiridos com o produto de reembolsos ilícitos de IVA, no montante de 4,5 milhões de euros. A Valor Alternativo e o Fundo Valor Alcântara têm a mesma sede social, em Miraflores, Algés, e os bens deste último já foram apreendidos à ordem de um inquérito em que a Polícia Judiciária e a administração fiscal investigam uma fraude fiscal superior a cem milhões de euros.
O fundo de investimento foi constituído por três participantes, alegadamente envolvidos num esquema de fraude fiscal do sector das sucatas que tem como objectivo exigir do Estado a devolução indevida de montantes de IVA.
Dias Loureiro, actual Conselheiro de Estado e ex-administrador de empresas no grupo Banco Português de Negócios, possui 30,5 por cento do capital da sociedade, através da DL Gestão e Consultores e Jorge Coelho, ex-dirigente do PS e ex-ministro, detém 7,5 por cento através da Congetmark. O accionista maioritário da Valor Alternativo é Rui Vilas, com 62 por cento. Vilas trabalhou na Fincor, a corretora que criou o Banco Insular em Cabo Verde e que foi comprada no início da década pelo Banco Português de Negócios.
Contactado pelo PÚBLICO, Jorge Coelho afirma que aquela é uma “mera participação financeira”, desconhecendo tudo o que acontece na empresa. O contacto com Dias Loureiro não foi possível, até ao momento. Entretanto, a sociedade gestora enviou ao PÚBLICO um comunicado onde descreve os passos judiciais deste caso.
FARTAM-SE DE FALAR EM "INSTITUIÇÕES" MAS AFINAL ISTO ESTÁ MESMO TUDO PODRE.MAS COM MUITOS NOVOS-RICOS...
Dias Loureiro e Jorge Coelho accionistas de gestora de um fundo financiado por fraude ao IVA
05.12.2008 - 20h43
Por António Arnaldo Mesquita, Cristina Ferreira, Vítor Costa
Luís Ramos (arquivo)
Manuel José Dias Loureiro e Jorge Coelho são accionistas da Valor Alternativo, uma sociedade anónima gestora que administra e representa o Fundo de Investimento Imobiliário Valor Alcântara, que foi constituído com imóveis adquiridos com o produto de reembolsos ilícitos de IVA, no montante de 4,5 milhões de euros. A Valor Alternativo e o Fundo Valor Alcântara têm a mesma sede social, em Miraflores, Algés, e os bens deste último já foram apreendidos à ordem de um inquérito em que a Polícia Judiciária e a administração fiscal investigam uma fraude fiscal superior a cem milhões de euros.
O fundo de investimento foi constituído por três participantes, alegadamente envolvidos num esquema de fraude fiscal do sector das sucatas que tem como objectivo exigir do Estado a devolução indevida de montantes de IVA.
Dias Loureiro, actual Conselheiro de Estado e ex-administrador de empresas no grupo Banco Português de Negócios, possui 30,5 por cento do capital da sociedade, através da DL Gestão e Consultores e Jorge Coelho, ex-dirigente do PS e ex-ministro, detém 7,5 por cento através da Congetmark. O accionista maioritário da Valor Alternativo é Rui Vilas, com 62 por cento. Vilas trabalhou na Fincor, a corretora que criou o Banco Insular em Cabo Verde e que foi comprada no início da década pelo Banco Português de Negócios.
Contactado pelo PÚBLICO, Jorge Coelho afirma que aquela é uma “mera participação financeira”, desconhecendo tudo o que acontece na empresa. O contacto com Dias Loureiro não foi possível, até ao momento. Entretanto, a sociedade gestora enviou ao PÚBLICO um comunicado onde descreve os passos judiciais deste caso.
FARTAM-SE DE FALAR EM "INSTITUIÇÕES" MAS AFINAL ISTO ESTÁ MESMO TUDO PODRE.MAS COM MUITOS NOVOS-RICOS...
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ALGUNS DOS COLARINHOS BRANCOS DA POLÍTICA
ESTAS EXPERIÊNCIAS DE VIDA NÃO DARÃO DIREITO A UMA LICENCIATURA?
Quando os formadores se tornam formandos
Gramo à brava estes novos cursos do POPH (Programa Operacional de Potencial Humano).
Pedem-nos que ensinemos Técnicas Comerciais a desempregados de longa e muito longa duração, a beneficiários do Rendimento Social de Inserção, com baixo nível de habilitações. Dizem-nos que o objectivo é dotar os formandos de um conjunto de competências através da aprendizagem de técnicas orientadas para a Área Comercial, aumentando as suas possibilidades de empregabilidade, ao mesmo tempo que permitirá melhorar significativamente a qualidade dos serviços prestados no domínio comercial. Pedem-nos também que lhes ensinemos Empreendedorismo.
Acho bem. Nas carteiras sentam-se filas de especialistas em trambiquices, experts em acumular vários empregos e ainda conseguir o Rendimento Social de Inserção, verdadeiros empreendedores na arte de passar droga, arrumar carros e de gamar. [O que é que queriam? Com os parcos rendimentos que têm?] Todos especialistas em técnicas comerciais. Melhor ainda, todos craques em Fiscalidade, nomeadamente em fuga ao fisco.
Acho bem. Talvez os formadores aprendam alguma coisa com eles.
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 17:25
Gramo à brava estes novos cursos do POPH (Programa Operacional de Potencial Humano).
Pedem-nos que ensinemos Técnicas Comerciais a desempregados de longa e muito longa duração, a beneficiários do Rendimento Social de Inserção, com baixo nível de habilitações. Dizem-nos que o objectivo é dotar os formandos de um conjunto de competências através da aprendizagem de técnicas orientadas para a Área Comercial, aumentando as suas possibilidades de empregabilidade, ao mesmo tempo que permitirá melhorar significativamente a qualidade dos serviços prestados no domínio comercial. Pedem-nos também que lhes ensinemos Empreendedorismo.
Acho bem. Nas carteiras sentam-se filas de especialistas em trambiquices, experts em acumular vários empregos e ainda conseguir o Rendimento Social de Inserção, verdadeiros empreendedores na arte de passar droga, arrumar carros e de gamar. [O que é que queriam? Com os parcos rendimentos que têm?] Todos especialistas em técnicas comerciais. Melhor ainda, todos craques em Fiscalidade, nomeadamente em fuga ao fisco.
Acho bem. Talvez os formadores aprendam alguma coisa com eles.
publicado por Sofia Bragança Buchholz às 17:25
OS AMIGOS SÕ PAR AS OCASIÕES BPP
O assessor e o BPP
http://letradeforma.blogs.sapo.pt/46886.html
Publicado por Augusto M. Seabra às 22:30

A intervenção do regulador, o Banco de Portugal, isto é o Estado, dando o seu aval a um empréstimo de cinco instituições bancárias para salvar o BPP, é uma operação escandalosa, e aliás recheada de contradições.
Diferentemente da recente nacionalização do BPN não é caso de haver fortes indícios de actividades danosas e ilícitas. Mais: não sendo o Banco Privado Português um banco comercial, também não se trata de acorrer em salvaguarda dos interesses dos depositantes. Mais ainda: como há poucos dias tinha reconhecido o ministro das Finanças, não existia risco de efeitos sistémicos, isto é, de uma eventual falência do BPP se repercutir genericamente no sector bancário. O banco que tão orgulhosamente (está-se a ver) ostenta o “Privado” no nome, é uma instituição de gestão de investimentos e fundos, de gestão de fortunas se se quiser (Balsemão, Saviotti, Vaz Guedes, etc.).
Mas uma vez mais assistimos a esta cena caricata e dir-se-ia que endémica do capitalismo português: “privados” sim, mas se há problemas, ó da guarda, que venha o Estado.
No espaço de menos de duas semanas, o ministro das Finanças passou a considerar haver um qualquer inexplicado risco, o buda que é governador do Banco de Portugal passou de um horizonte de aval no limite de 45 milhões para 10 vezes mais, e os banqueiros, pelo menos um dos quais, Fernando Ulrich do BPI, tinha dito não perceber como é que um banco com o modelo de gestão do BPP e com a sua dimensão podia necessitar do apoio do Estado da ordem dos 750 milhões de euros (a verba que era pretendida pelo presidente do BPP; João Rendeiro), são agora arrastados para este empréstimo – é misterioso, de facto.
E que serve de garantia? Os activos do banco, diz-se – os mesmíssimos com os quais não conseguiu obter empréstimo sem intervenção do regulador; como no debate parlamentar de hoje perguntou o líder da bancada do PSD, Paulo Rangel, “Se os activos são tão prestáveis e valiosos, porque não foram suficientes para que o consórcio de bancos fizesse o seu empréstimo sem o aval do Estado, apenas com base nesses mesmos activos?”.
Para além do que como cidadão me escandaliza nos contornos desta operação, um activo há que particularmente me interessa, desde os seus primeiros anúncios: a que entretanto veio a ser a Ellipse Foundation.
A presença nesse fundo de investimento internacional em arte como curadores do inevitável “crítico excelentíssimo” Alexandre Melo (na imagem) e do também director do Museu do Chiado (funções a que era suposto por lei dedicar-se a tempo inteiro) Pedro Lapa, foi uma das razões que me levou a escrever em 2004 “Arte e Sistema”, com toda a polémica subsequente. Pela menos na Espanha e no Brasil, a Ellipse foi muito promovida, e sempre também como “fundo de risco”. Entretanto, mudou de rumo, e transformou-se numa fundação, com um centro expositivo. E comprou muito. E comprou e encomendou obras, caras por certo, de alguns artistas altamente considerados e cotados, como William Kentridge e James Coleman.
É evidente que o futuro da Ellipse é merecedor de ser seguido com atenção, desde logo porque na nova situação de crise do BPP não se vê que futuro, que continuidade possa ter. Mas, entretanto, também não se pode deixar de recordar, preto no branco, que um dos curadores da Ellipse, evidentemente o inevitável e excelentíssimo Alexandre Melo, é hoje assessor para a cultura do primeiro-ministro José Sócrates, ou dito de outra forma, e mesmo não querendo estabelecer nexos directos que seriam exorbitantes, que a rede do BPP chega ao gabinete do primeiro-ministro, numa figura que, além das suas responsabilidades directas na colecção, tão bem encarna a rápida constituição e ostentação da Ellipse: o cinismo triunfante.
http://letradeforma.blogs.sapo.pt/46886.html
Publicado por Augusto M. Seabra às 22:30

A intervenção do regulador, o Banco de Portugal, isto é o Estado, dando o seu aval a um empréstimo de cinco instituições bancárias para salvar o BPP, é uma operação escandalosa, e aliás recheada de contradições.
Diferentemente da recente nacionalização do BPN não é caso de haver fortes indícios de actividades danosas e ilícitas. Mais: não sendo o Banco Privado Português um banco comercial, também não se trata de acorrer em salvaguarda dos interesses dos depositantes. Mais ainda: como há poucos dias tinha reconhecido o ministro das Finanças, não existia risco de efeitos sistémicos, isto é, de uma eventual falência do BPP se repercutir genericamente no sector bancário. O banco que tão orgulhosamente (está-se a ver) ostenta o “Privado” no nome, é uma instituição de gestão de investimentos e fundos, de gestão de fortunas se se quiser (Balsemão, Saviotti, Vaz Guedes, etc.).
Mas uma vez mais assistimos a esta cena caricata e dir-se-ia que endémica do capitalismo português: “privados” sim, mas se há problemas, ó da guarda, que venha o Estado.
No espaço de menos de duas semanas, o ministro das Finanças passou a considerar haver um qualquer inexplicado risco, o buda que é governador do Banco de Portugal passou de um horizonte de aval no limite de 45 milhões para 10 vezes mais, e os banqueiros, pelo menos um dos quais, Fernando Ulrich do BPI, tinha dito não perceber como é que um banco com o modelo de gestão do BPP e com a sua dimensão podia necessitar do apoio do Estado da ordem dos 750 milhões de euros (a verba que era pretendida pelo presidente do BPP; João Rendeiro), são agora arrastados para este empréstimo – é misterioso, de facto.
E que serve de garantia? Os activos do banco, diz-se – os mesmíssimos com os quais não conseguiu obter empréstimo sem intervenção do regulador; como no debate parlamentar de hoje perguntou o líder da bancada do PSD, Paulo Rangel, “Se os activos são tão prestáveis e valiosos, porque não foram suficientes para que o consórcio de bancos fizesse o seu empréstimo sem o aval do Estado, apenas com base nesses mesmos activos?”.
Para além do que como cidadão me escandaliza nos contornos desta operação, um activo há que particularmente me interessa, desde os seus primeiros anúncios: a que entretanto veio a ser a Ellipse Foundation.
A presença nesse fundo de investimento internacional em arte como curadores do inevitável “crítico excelentíssimo” Alexandre Melo (na imagem) e do também director do Museu do Chiado (funções a que era suposto por lei dedicar-se a tempo inteiro) Pedro Lapa, foi uma das razões que me levou a escrever em 2004 “Arte e Sistema”, com toda a polémica subsequente. Pela menos na Espanha e no Brasil, a Ellipse foi muito promovida, e sempre também como “fundo de risco”. Entretanto, mudou de rumo, e transformou-se numa fundação, com um centro expositivo. E comprou muito. E comprou e encomendou obras, caras por certo, de alguns artistas altamente considerados e cotados, como William Kentridge e James Coleman.
É evidente que o futuro da Ellipse é merecedor de ser seguido com atenção, desde logo porque na nova situação de crise do BPP não se vê que futuro, que continuidade possa ter. Mas, entretanto, também não se pode deixar de recordar, preto no branco, que um dos curadores da Ellipse, evidentemente o inevitável e excelentíssimo Alexandre Melo, é hoje assessor para a cultura do primeiro-ministro José Sócrates, ou dito de outra forma, e mesmo não querendo estabelecer nexos directos que seriam exorbitantes, que a rede do BPP chega ao gabinete do primeiro-ministro, numa figura que, além das suas responsabilidades directas na colecção, tão bem encarna a rápida constituição e ostentação da Ellipse: o cinismo triunfante.
ANA GOMES PARA SINTRA?PARA O CONGO E JÁ!
Ana Gomes anda furiosa com o empurrão que o PS lhe está a dar05 Dezembro 2008 - 00h30
Autárquicas: José sócrates quer ver a polémica eurodeputada a dar a cara pela Câmara de Sintra
Voa, voa, Aninhas, voa para Sintra
Autárquicas: José sócrates quer ver a polémica eurodeputada a dar a cara pela Câmara de Sintra
Voa, voa, Aninhas, voa para Sintra
Dupla sequestra 33 universitários.CHELAS, NAVALHAS,NÃO IDENTIFICAÇÃO...A LIÇÃO DE BOMBAIM
05 Dezembro 2008 - 00h30
Lisboa: Ataques violentos na Cidade Universitária, Campo Pequeno e Benfica
Os jovens casais passeavam nas ruas de Lisboa quando eram sequestrados de faca encostada às costas. Empurrados para locais discretos, nas zonas da Cidade Universitária, Campo Pequeno ou Benfica, ele ou ela ficavam reféns da dupla de assaltantes enquanto o outro ia levantar dinheiro. O alvo era quase sempre estudantes universitários, 33 ao todo – e vários sequestros chegaram a durar duas horas. Tempo suficiente para, depois da meia-noite, o sistema bancário permitir sacar mais 200 euros às vítimas.
Os dois foram apanhados, mas o CM apurou que outros dois assaltantes continuam à solta. Muitas vezes atacaram os quatro. A dupla considerada mais perigosa foi apanhada na rua Ricardo Ornelas, em Chelas, depois de ter sido detectada e vigiada por agentes da PSP à civil. Para já, só estão provados 22 roubos, mas a investigação aponta para a ligação a outros 11 – a PSP continua a ouvir vítimas.
PROFISSÃO: CRIMINOSO
Os dois suspeitos "não exercem qualquer profissão", satisfazendo as suas necessidade diárias através do crime".
O SEF MOSTRA-NOS ENTRETANTO QUE EXISTE:
Em Portimão, foram detidos dez homens, todos imigrantes em situação irregular no nosso país. Em Faro, foram cinco e os restantes em Albufeira. Nesta cidade foi detida a única mulher. Foi surpreendida no Centro Comercial Modelo, onde, segundo uma testemunha referiu ao CM, os inspectores do SEF "cercaram todas as entradas e saídas".
De acordo com José Van Der Kellen, todos os detidos têm entre 25 e 35 anos. Entre eles estão brasileiros, ucranianos, moldavos, argelinos, guineenses, marroquinos e indianos. O CM sabe que um deles, de nacionalidade brasileira, foi detectado com uma autorização de residência falsa.
COMO SE SABE PORTUGAL OS CAPITALISTAS INVESTEM É EM BOLSA E NOUTROS NEGÓCIOS DE ENRIQUECIMENTO RÁPIDO COM VIAGENS DE AVIÕES PARA A AMÉRICA CENTRAL...PRODUÇÃO ESTÁ QUIETO QUE A CGTP É COMUNISTA...
O GOVERNO NA SUA COMPONENTE HUMANISTA, MISSIONÁRIA E INTERNACIONALISTA DEIXOU E DEIXA INVADIR O PAÍS PELOS CIDADÃOS MUNDO, AQUI TRATADO COM A MAIOR DAS DEFERÊNCIAS E COM AS TAIS GARANTIAS TOTAIS POR CONTA DO CONTRIBUINTE, DEPOIS DE RAPIDAMENTE NACIONALIZADOS, PARA TEREM DIREITO A CASA SOCIAL E RSI E ANDAREM DEPOIS A "RECOLECTAR" OS INDÍGENAS COMO QUISEREM.E NADA DE ATAQUES RACISTAS, IDENTIFICANDO AS "ORIGENS" OU "RAÇAS" NÃO VÁ O ZÉ A COMEÇAR A TER IDEIAS ERRADAS ACERCA DA BONDADE DAS MEDIDAS DO "SEU" GOVERNO.
UMA ACÇÃO COMO A DE BOMBAIM É POSSÍVEL EM PORTUGAL.DE CARAS E SEM CHATICES.DESEMBARQUES NAS COSTAS É MATO E SEM SEREM APANHADOS... PESSOAL CLANDESTINO É AOS MONTES.COM PAPÉIS METIDOS NO SEF UMA ENORMIDADE E JÁ COM NACIONALIDADE É O QUE SE QUEIRA.SÓ A RIQUEZA PROMETIDA É QUE NUNCA SE VÊ...
POLÍCIAS E TRIBUNAIS A ANDAREM A SER PRAXADOS POR LEIS LAXISTAS E AFUNADADORAS DA NOSSA SEGURANÇA, FINANÇAS E ACIMA DE TUDO COESÃO SOCIAL E NACIONAL.UM VERDADEIRO CRIME COMETIDO PELA ASSEMBLEIA NACIONAL DE ESQUERDA E PELOS DOIS MAIORES AFRICANIZADORES DO PAÍS: SÓCRATES E COSTA OS AUTORES DAS MAIS TRAIDORAS LEIS QUE ALGUMA VEZ FORAM FEITAS À NAÇÃO PORTUGUESA.
QUANTAS CENTENAS DE MILHAR DE CIDADÃOS DO MUNDO, MUITOS DELES JÁ PORTUGUESES NOS ANDA A "ANIMAR" E A "DESASSOSSEGAR" DIARIAMENTE?PORQUE RAZÃO ESTES COLARINHOS BRANCOS NOS TIVERAM QUE METER O PESCOÇO NO CEPO DANDO A OPORTUNIDADE A QUEM O QUISER DE NOS DEFERIRI O GOLPE FATAL?DE ANDARMOS A SERVIR DE VÍTIMAS NO NOSSO PRÓPRIO PAÍS?A TER QUE ANDAR NA RUA A OLHAR POR CIMA DO OMBRO?QUEM É QUE GANHOU COM ISSO?
OS PORTUGUESES NÃO FORAM DE CERTEZA...
Lisboa: Ataques violentos na Cidade Universitária, Campo Pequeno e Benfica
Os jovens casais passeavam nas ruas de Lisboa quando eram sequestrados de faca encostada às costas. Empurrados para locais discretos, nas zonas da Cidade Universitária, Campo Pequeno ou Benfica, ele ou ela ficavam reféns da dupla de assaltantes enquanto o outro ia levantar dinheiro. O alvo era quase sempre estudantes universitários, 33 ao todo – e vários sequestros chegaram a durar duas horas. Tempo suficiente para, depois da meia-noite, o sistema bancário permitir sacar mais 200 euros às vítimas.
Os dois foram apanhados, mas o CM apurou que outros dois assaltantes continuam à solta. Muitas vezes atacaram os quatro. A dupla considerada mais perigosa foi apanhada na rua Ricardo Ornelas, em Chelas, depois de ter sido detectada e vigiada por agentes da PSP à civil. Para já, só estão provados 22 roubos, mas a investigação aponta para a ligação a outros 11 – a PSP continua a ouvir vítimas.
PROFISSÃO: CRIMINOSO
Os dois suspeitos "não exercem qualquer profissão", satisfazendo as suas necessidade diárias através do crime".
O SEF MOSTRA-NOS ENTRETANTO QUE EXISTE:
Em Portimão, foram detidos dez homens, todos imigrantes em situação irregular no nosso país. Em Faro, foram cinco e os restantes em Albufeira. Nesta cidade foi detida a única mulher. Foi surpreendida no Centro Comercial Modelo, onde, segundo uma testemunha referiu ao CM, os inspectores do SEF "cercaram todas as entradas e saídas".
De acordo com José Van Der Kellen, todos os detidos têm entre 25 e 35 anos. Entre eles estão brasileiros, ucranianos, moldavos, argelinos, guineenses, marroquinos e indianos. O CM sabe que um deles, de nacionalidade brasileira, foi detectado com uma autorização de residência falsa.
COMO SE SABE PORTUGAL OS CAPITALISTAS INVESTEM É EM BOLSA E NOUTROS NEGÓCIOS DE ENRIQUECIMENTO RÁPIDO COM VIAGENS DE AVIÕES PARA A AMÉRICA CENTRAL...PRODUÇÃO ESTÁ QUIETO QUE A CGTP É COMUNISTA...
O GOVERNO NA SUA COMPONENTE HUMANISTA, MISSIONÁRIA E INTERNACIONALISTA DEIXOU E DEIXA INVADIR O PAÍS PELOS CIDADÃOS MUNDO, AQUI TRATADO COM A MAIOR DAS DEFERÊNCIAS E COM AS TAIS GARANTIAS TOTAIS POR CONTA DO CONTRIBUINTE, DEPOIS DE RAPIDAMENTE NACIONALIZADOS, PARA TEREM DIREITO A CASA SOCIAL E RSI E ANDAREM DEPOIS A "RECOLECTAR" OS INDÍGENAS COMO QUISEREM.E NADA DE ATAQUES RACISTAS, IDENTIFICANDO AS "ORIGENS" OU "RAÇAS" NÃO VÁ O ZÉ A COMEÇAR A TER IDEIAS ERRADAS ACERCA DA BONDADE DAS MEDIDAS DO "SEU" GOVERNO.
UMA ACÇÃO COMO A DE BOMBAIM É POSSÍVEL EM PORTUGAL.DE CARAS E SEM CHATICES.DESEMBARQUES NAS COSTAS É MATO E SEM SEREM APANHADOS... PESSOAL CLANDESTINO É AOS MONTES.COM PAPÉIS METIDOS NO SEF UMA ENORMIDADE E JÁ COM NACIONALIDADE É O QUE SE QUEIRA.SÓ A RIQUEZA PROMETIDA É QUE NUNCA SE VÊ...
POLÍCIAS E TRIBUNAIS A ANDAREM A SER PRAXADOS POR LEIS LAXISTAS E AFUNADADORAS DA NOSSA SEGURANÇA, FINANÇAS E ACIMA DE TUDO COESÃO SOCIAL E NACIONAL.UM VERDADEIRO CRIME COMETIDO PELA ASSEMBLEIA NACIONAL DE ESQUERDA E PELOS DOIS MAIORES AFRICANIZADORES DO PAÍS: SÓCRATES E COSTA OS AUTORES DAS MAIS TRAIDORAS LEIS QUE ALGUMA VEZ FORAM FEITAS À NAÇÃO PORTUGUESA.
QUANTAS CENTENAS DE MILHAR DE CIDADÃOS DO MUNDO, MUITOS DELES JÁ PORTUGUESES NOS ANDA A "ANIMAR" E A "DESASSOSSEGAR" DIARIAMENTE?PORQUE RAZÃO ESTES COLARINHOS BRANCOS NOS TIVERAM QUE METER O PESCOÇO NO CEPO DANDO A OPORTUNIDADE A QUEM O QUISER DE NOS DEFERIRI O GOLPE FATAL?DE ANDARMOS A SERVIR DE VÍTIMAS NO NOSSO PRÓPRIO PAÍS?A TER QUE ANDAR NA RUA A OLHAR POR CIMA DO OMBRO?QUEM É QUE GANHOU COM ISSO?
OS PORTUGUESES NÃO FORAM DE CERTEZA...
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