As religiões laicas
Se retirarmos o problema de Deus, o modelo religioso é frequentemente encontrado na política e em muitos outros campos.
Vítor Bento
Já aqui citei a frase de Alfred Marshall, destacado economista do final do século XIX, segundo a qual “… as duas grandes acções formadoras da história mundial têm sido a religiosa e a económica”. Procurei então contrariar o infundado desprezo que os “intelectuais” geralmente votam à Economia. Volto hoje à mesma frase para recordar que a Religião tem, na vida social, uma importância muito superior à que geralmente lhe é reconhecida, mormente para aqueles que a invectivam.
Uma religião compreende uma “cosmovisão”, escorada num conjunto de verdades aceites pela fé e dogmatizadas por uma teologia doutrinária desenvolvida a partir de um texto sagrado (que pode ser um complexo de livros vários), a que se associa um conjunto de símbolos e rituais. Essa “cosmovisão” religiosa assenta, normalmente, na promessa de um paraíso para além desta vida, a que se contrapõe o mundo onde vivemos, manchado pela imperfeição dos homens, que deve ser combatida.
Com a fé a preceder a razão e distinguindo fiéis e infiéis, como os que estão dentro ou fora da verdade doutrinariamente estabelecida, a organização religiosa preocupa-se sobretudo em preservar a ortodoxia doutrinária, usando a autoridade ao seu alcance para reprimir heresias que procurem explorar as margens da verdade ortodoxa.
Se retirarmos o problema de Deus, o modelo religioso é frequentemente encontrado na política e em muitos outros campos, nomeadamente em quadrantes ostensivamente adversos às ideias religiosas. No campo da política há vários exemplos, com maior ou menor identificação de ingredientes do modelo.
O exemplo mais fácil de identificar é o do marxismo-leninismo, onde se encontram todos os ingredientes: os textos sagrados (a começar por “Das Kapital”), os profetas (Marx, Engels e Lenine, entre outros), a escatologia (com a promessa de uma sociedade perfeita, a comunista, que ninguém viu em vida, e a que se contrapõe o imperfeito mundo onde vivemos, incluindo as experiências do chamado “socialismo real”), os rituais (comícios e manifestações), a ortodoxia (partidos comunistas ‘mainstream’), as heresias (grupos da extrema-esquerda que se reclamam da pureza da matriz) e a enorme fé (apelidada de esperança) que liga tudo isto. E a que não escapa sequer o culto dos santos, como testemunham ainda hoje as permanentes romarias aos túmulos Lenine e Mao.
Mas com “cosmovisões” mais restritas e mais terrenas, o modelo religioso – com fiéis e infiéis, com cerrada ortodoxia contra as heresias, tudo envolvido numa grande fé (que os fiéis tomam por razão que os outros não entendem e esgrimida em indiscutíveis argumentos de autoridade) – está presente em quase tudo à nossa volta.
Dois exemplos recentes. Segundo relata a imprensa, um conflito opõe a Ordem dos Advogados a uma advogada que pretende abrir escritórios nos centros comerciais. A Ordem sustenta a sua oposição no argumento de não querer “mercantilizar” a profissão. Não adianta recorrer à Razão para explicar que o que a profissão faz, trocando serviços por dinheiro, sempre foi “mercantilizado”, porque a Fé do convento leva a acreditar que não, que se trata apenas de uma espécie de “sacerdócio remunerado”. A advogada surge, pois, como herética que desafia a ortodoxia estabelecida e esta reage como todas as ortodoxias: com a autoridade ao seu alcance.
Outro exemplo é retirado de um blog auto-qualificado de liberal, situado no quadrante político convencionalmente de direita e com uma designação inspirada no léxico religioso, mas sugestiva de oposição à ideia religiosa. Há meia dúzia de meses foi ali convidado a escrever aquele que há década e meia era considerado o “primaz” libertário. Escolhendo, provocadoramente, abordar temas fracturantes para a ortodoxia do politicamente correcto, rapidamente assustou os guardiões do templo, acabando “excomungado”. Raramente as suas ideias foram racionalmente confrontadas, mas foram frequentemente invectivadas como heréticas. Como curiosidade, de entre os guardiões do templo, o mais assanhado “argumentador religioso” contra o herege foi o que mais militantemente se assume como anti-religioso e anti-clerical.
Este exemplo não teria relevância de maior e não passaria de mera trivialidade se não servisse para mostrar que a principal religião laica da actualidade, com devastadores efeitos na liberdade de pensamento e de expressão, é precisamente a do politicamente correcto.
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Sunday, May 6, 2007
SEGURANÇA DO PAÍS ENTREGUE A INCOMPETENTES
Várias "hipóteses" de fuga
SEF diz que é "impossível" evitar totalmente uma saída do país
Recordando que Portugal tem 900 quilómetros de linha divisória entre os dois países um inspector do SEF observou que tecnicamente "não se pode considerar que existe fronteira".
Uma eventual fuga do país é "impossível" de evitar, nomeadamente porque há rios fronteiriços que se atravessam facilmente de barco, afirmou à Lusa um inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).
A mesma fonte sublinhou, contudo, não ter havido qualquer abrandamento na vigilância e continuarem as operações stop para tentar detectar o raptor da menina inglesa de três anos que quinta-feira à noite desapareceu de um complexo turístico na Praia da Luz, em Lagos.
Segundo o inspector é "impossível" fechar todas as hipóteses de fuga do país, nomeadamente devido à existência de rios fronteiriços.
"Basta pegar num barco e atravessar o rio, em Alcoutim ou no Pomarão povoações do nordeste algarvio, para entrar livremente em Espanha", disse.
Recordando que Portugal tem 900 quilómetros de linha divisória entre os dois países o inspector do SEF observou que tecnicamente "não se pode considerar que existe fronteira".
"Para se fechar a fronteira seria necessário pedir autorização a todos os países que subscreveram o acordo de Shengen, à semelhança do que aconteceu no Euro 2004", explicou.
No entanto, garantiu que a zona da ponte do Guadiana, principal saída do Algarve para Espanha, tem sido alvo de sucessivas operações stop.
Esta fiscalização está a ser efectuada na antiga praça da fronteira antes da Ponte Internacional do Guadiana por agentes da brigada territorial da GNR, com o apoio de retaguarda do SEF.
O inspector reagia assim a informações avançadas pela comunicação social segundo as quais na Ponte Internacional do Guadiana os carros têm passado livremente em direcção ao país vizinho sem qualquer tipo de fiscalização.
Retrato-robô do suspeito só mostra um homem de costas
Menina desaparecida: fronteiras só foram fechadas mais de 12 horas após alerta
06.05.2007 - 11h36
As fronteiras portuguesas só foram fechadas mais de 12 horas após do alerta do desaparecimento da menina inglesa de três anos na Praia da Luz, em Lagos, revela hoje o "Diário de Notícias".
Segundo o DN, as fronteiras só começaram a ser controladas ao final da manhã de sexta-feira, altura em que foi distribuída pelos postos a fotografia da menina que já estava desaparecida desde as 21h30 de quinta-feira. "Isto aconteceu porque só nessa altura o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) teve conhecimento do caso - as autoridades policiais envolvidas desde o início foram apenas a GNR e a Polícia Judiciária", afirma o "Diário de Notícias".
Ou seja, o alerta acabou por ser dado apenas mais de 12 horas depois de se ter colocado a hipótese da pequena Madeleine McCann ter sido raptada do aldeamento turístico algarvio onde passava férias com os pais e os irmãos. "Nestas situações, e ainda por cima tratando-se de uma criança estrangeira, a regra é que o alerta ao SEF seja lançado de imediato", adianta.
Também a Ponte Internacional do Guadiana, que faz fronteira entre as regiões do Sul de Portugal e Espanha, terá estado sem qualquer controlo até às 15h00 de sábado, segundo o "Correio da Manhã". Na ponte "os carros passavam ontem [sábado] ao início da tarde em direcção ao país vizinho sem serem submetidos a qualquer tipo de fiscalização, apesar do alerta de vigilância reforçada lançado a todas as fronteiras depois do desaparecimento da pequena Madeleine", afirma.
Citando uma fonte do destacamento de Tavira, o "Correio da Manhã" diz que a ausência de vigilância permanente foi justificada com "falta de meios". Outra novidade deste caso avançada hoje pelos jornais de hoje é a de que o retrato-robô que a polícia tem do suspeito só mostra um homem de costas.
Segundo o diário "24 Horas", que afirma ainda que a investigação tem poucas pistas para encontrar a menina raptada no Algarve. Citando uma "fonte ligada à investigação", o jornal escreve: "'A pessoa foi vista por trás. Vê-se mais a nuca e o cabelo do que as feições' no retrato robô do homem que foi visto, sozinho, com uma criança loura, nessa mesma noite". O jornal avança que "este facto tem dificultado o progresso das investigações".
O SEF, AQUELE ORGANISMO QUE CONTRATA ANIMADORES CULTURAIS EM BAIRROS DIFÍCEIS ESTÁ AO SERVIÇO DE INTERESSES QUE NÃO OS NACIONAIS.
ENGOLEM TODAS AS FALSIFICAÇÕES QUE LHES COLOCAM À FRENTE E SEM PROBLEMA.SERVEM INCLUSIVÉ PARA DISFARÇAR, COMO NO PRESENTE CASO , A INCOMPETÊNCIA DOS SEUS PATRÕES MÁXIMOS.
QUAQUER BICHO CARETA ENTRA EM PORTUGAL, "ARRASTA" E SE VAI EMBORA TRANQUILAMENTE COM O PRODUTO DO SEU SAQUE QUER SEJA O OURO , O DINHEIRO, OU A "CRIANÇA"
TODAS AS POLÍCIAS ESTÃO MANIETADAS E OS SEUS MEMBROS MAIS AFOITOS ENFRENTAM LOGO A JUSTIÇA DEVIDO A LEIS QUE CONSTANTEMENTE PROTEGEM OS CRIMINOOS E DEIXAM DESPROTEGIDAS AS VÍTIMAS.
ASSASSINOS MULTICULTURAIS DE PORTUGUESES FUGIDOS DA NOSSA JUSTIÇA, DESEMBARQUES CLANDESTINOS NAS PRAIAS, TODO O PAÍS COMO PRINCIPAL PONTO DE ENTRADA DE DROGA A NÍVEL EUROPEU, TUDO INDÍCIOS SEGUROS DE INCOMPETÊNCIA , LAXISMO , E DISCRIMINAÇÃO TÃO POSITIVA , TÃO POSITIVA QUE DEVIAMOS MANDAR QUEM NOS GOVERNA PARA ÁFRICA ONDE ELES SERIAM MESMO BONS POIS QUE AQUI SE COMPORTAM COM GRAVE PREJUIZO PARA PORTUGAL E PARA COM OS VERDADEIROS PORTUGUESES.
SEF diz que é "impossível" evitar totalmente uma saída do país
Recordando que Portugal tem 900 quilómetros de linha divisória entre os dois países um inspector do SEF observou que tecnicamente "não se pode considerar que existe fronteira".
Uma eventual fuga do país é "impossível" de evitar, nomeadamente porque há rios fronteiriços que se atravessam facilmente de barco, afirmou à Lusa um inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).
A mesma fonte sublinhou, contudo, não ter havido qualquer abrandamento na vigilância e continuarem as operações stop para tentar detectar o raptor da menina inglesa de três anos que quinta-feira à noite desapareceu de um complexo turístico na Praia da Luz, em Lagos.
Segundo o inspector é "impossível" fechar todas as hipóteses de fuga do país, nomeadamente devido à existência de rios fronteiriços.
"Basta pegar num barco e atravessar o rio, em Alcoutim ou no Pomarão povoações do nordeste algarvio, para entrar livremente em Espanha", disse.
Recordando que Portugal tem 900 quilómetros de linha divisória entre os dois países o inspector do SEF observou que tecnicamente "não se pode considerar que existe fronteira".
"Para se fechar a fronteira seria necessário pedir autorização a todos os países que subscreveram o acordo de Shengen, à semelhança do que aconteceu no Euro 2004", explicou.
No entanto, garantiu que a zona da ponte do Guadiana, principal saída do Algarve para Espanha, tem sido alvo de sucessivas operações stop.
Esta fiscalização está a ser efectuada na antiga praça da fronteira antes da Ponte Internacional do Guadiana por agentes da brigada territorial da GNR, com o apoio de retaguarda do SEF.
O inspector reagia assim a informações avançadas pela comunicação social segundo as quais na Ponte Internacional do Guadiana os carros têm passado livremente em direcção ao país vizinho sem qualquer tipo de fiscalização.
Retrato-robô do suspeito só mostra um homem de costas
Menina desaparecida: fronteiras só foram fechadas mais de 12 horas após alerta
06.05.2007 - 11h36
As fronteiras portuguesas só foram fechadas mais de 12 horas após do alerta do desaparecimento da menina inglesa de três anos na Praia da Luz, em Lagos, revela hoje o "Diário de Notícias".
Segundo o DN, as fronteiras só começaram a ser controladas ao final da manhã de sexta-feira, altura em que foi distribuída pelos postos a fotografia da menina que já estava desaparecida desde as 21h30 de quinta-feira. "Isto aconteceu porque só nessa altura o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) teve conhecimento do caso - as autoridades policiais envolvidas desde o início foram apenas a GNR e a Polícia Judiciária", afirma o "Diário de Notícias".
Ou seja, o alerta acabou por ser dado apenas mais de 12 horas depois de se ter colocado a hipótese da pequena Madeleine McCann ter sido raptada do aldeamento turístico algarvio onde passava férias com os pais e os irmãos. "Nestas situações, e ainda por cima tratando-se de uma criança estrangeira, a regra é que o alerta ao SEF seja lançado de imediato", adianta.
Também a Ponte Internacional do Guadiana, que faz fronteira entre as regiões do Sul de Portugal e Espanha, terá estado sem qualquer controlo até às 15h00 de sábado, segundo o "Correio da Manhã". Na ponte "os carros passavam ontem [sábado] ao início da tarde em direcção ao país vizinho sem serem submetidos a qualquer tipo de fiscalização, apesar do alerta de vigilância reforçada lançado a todas as fronteiras depois do desaparecimento da pequena Madeleine", afirma.
Citando uma fonte do destacamento de Tavira, o "Correio da Manhã" diz que a ausência de vigilância permanente foi justificada com "falta de meios". Outra novidade deste caso avançada hoje pelos jornais de hoje é a de que o retrato-robô que a polícia tem do suspeito só mostra um homem de costas.
Segundo o diário "24 Horas", que afirma ainda que a investigação tem poucas pistas para encontrar a menina raptada no Algarve. Citando uma "fonte ligada à investigação", o jornal escreve: "'A pessoa foi vista por trás. Vê-se mais a nuca e o cabelo do que as feições' no retrato robô do homem que foi visto, sozinho, com uma criança loura, nessa mesma noite". O jornal avança que "este facto tem dificultado o progresso das investigações".
O SEF, AQUELE ORGANISMO QUE CONTRATA ANIMADORES CULTURAIS EM BAIRROS DIFÍCEIS ESTÁ AO SERVIÇO DE INTERESSES QUE NÃO OS NACIONAIS.
ENGOLEM TODAS AS FALSIFICAÇÕES QUE LHES COLOCAM À FRENTE E SEM PROBLEMA.SERVEM INCLUSIVÉ PARA DISFARÇAR, COMO NO PRESENTE CASO , A INCOMPETÊNCIA DOS SEUS PATRÕES MÁXIMOS.
QUAQUER BICHO CARETA ENTRA EM PORTUGAL, "ARRASTA" E SE VAI EMBORA TRANQUILAMENTE COM O PRODUTO DO SEU SAQUE QUER SEJA O OURO , O DINHEIRO, OU A "CRIANÇA"
TODAS AS POLÍCIAS ESTÃO MANIETADAS E OS SEUS MEMBROS MAIS AFOITOS ENFRENTAM LOGO A JUSTIÇA DEVIDO A LEIS QUE CONSTANTEMENTE PROTEGEM OS CRIMINOOS E DEIXAM DESPROTEGIDAS AS VÍTIMAS.
ASSASSINOS MULTICULTURAIS DE PORTUGUESES FUGIDOS DA NOSSA JUSTIÇA, DESEMBARQUES CLANDESTINOS NAS PRAIAS, TODO O PAÍS COMO PRINCIPAL PONTO DE ENTRADA DE DROGA A NÍVEL EUROPEU, TUDO INDÍCIOS SEGUROS DE INCOMPETÊNCIA , LAXISMO , E DISCRIMINAÇÃO TÃO POSITIVA , TÃO POSITIVA QUE DEVIAMOS MANDAR QUEM NOS GOVERNA PARA ÁFRICA ONDE ELES SERIAM MESMO BONS POIS QUE AQUI SE COMPORTAM COM GRAVE PREJUIZO PARA PORTUGAL E PARA COM OS VERDADEIROS PORTUGUESES.
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INCOMPETÊNCIA POLÍTICA E POLÍCIAS AMESTRADAS
Saturday, May 5, 2007
CEDÊNCIA DE SOBERANIA ATÉ A MARGINAIS
Ao que o DN apurou, só partir do fim da manhã de sexta-feira foram controladas as fronteiras e foi distribuída uma foto da criança aos inspectores para intensificarem a vigilância nas fronteiras aéreas e marítimas. Só nessa altura o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) teve conhecimento do rapto da menina Madeleine McCann na praia da Luz, em Lagos. Ou seja, entre as 22.50 de quinta-feira, quando a GNR tomou conta da ocorrência, com a passagem da responsabilidade das investigações para a Polícia Judiciária (PJ) por volta da meia-noite, até à manhã de sexta-feira, as fronteiras estiveram abertas, podendo alguém que tenha raptado a criança ter passado facilmente por elas
AS FRONTEITAS , MESMO AS TERRESTRES DEVIAM ESTAR SEMPRE OCUPADAS COM FORÇAS POLICIAIS.QUE ACTUARIAM LOGO QUE HOUVESSE CRIMES GRAVES COMO TEM REPETIDAMENTE ACONTECIDO SEM QUE NADA MUDE... LEMBRAM-SE DOS CIGANOS QUE MATARAM O SUB-CHEFE DA POLÍCIA? ASSIM NÃO! ANDAMOS MAL GOVERNADOS E QUALQUER PALHAÇO VEM CUSPIR EM CIMA DE NÓS E LANÇAR LAMA EM CIMA DE PORTUGAL.
AS FRONTEITAS , MESMO AS TERRESTRES DEVIAM ESTAR SEMPRE OCUPADAS COM FORÇAS POLICIAIS.QUE ACTUARIAM LOGO QUE HOUVESSE CRIMES GRAVES COMO TEM REPETIDAMENTE ACONTECIDO SEM QUE NADA MUDE... LEMBRAM-SE DOS CIGANOS QUE MATARAM O SUB-CHEFE DA POLÍCIA? ASSIM NÃO! ANDAMOS MAL GOVERNADOS E QUALQUER PALHAÇO VEM CUSPIR EM CIMA DE NÓS E LANÇAR LAMA EM CIMA DE PORTUGAL.
A IMIGRAÇÃO QUE NOS DÁ FAMA
Os suspeitos, que estariam acompanhados por mais três indivíduos com idades compreendidas entre os 16 e os 18 anos que foram constituídos arguidos, abordaram os dois turistas, com cerca de 30 anos, pouco depois de estes terem saído de um bar situado na Marina.
Já estavam fora daquele espaço quando foram rodeados por um grupo de cinco pessoas, que os ameaçaram e intimidaram para que lhes dessem os pertences que traziam com eles. Um dos ingleses chegou mesmo a ser agredido na cara, antes de dois dos meliantes (os detidos, um angolano e outro português) lhes tirarem à força três telemóveis (avaliados em 1300 euros), um fio de ouro (160 euros) e cerca de 70 euros em dinheiro.
COMO É QUE AINDA NÃO TÊM TODOS A NACIONALIDADE?
Já estavam fora daquele espaço quando foram rodeados por um grupo de cinco pessoas, que os ameaçaram e intimidaram para que lhes dessem os pertences que traziam com eles. Um dos ingleses chegou mesmo a ser agredido na cara, antes de dois dos meliantes (os detidos, um angolano e outro português) lhes tirarem à força três telemóveis (avaliados em 1300 euros), um fio de ouro (160 euros) e cerca de 70 euros em dinheiro.
COMO É QUE AINDA NÃO TÊM TODOS A NACIONALIDADE?
POLÍTICOS DE CASINO
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1293069&idCanal=21
DEPOIS DA IMPORTAÇÃO DOS CASINOS DE MACAU VAI SEGUIR-SE O JOGO DO BICHO DO BRASIL...
CLARO TUDO SEMPRE DENTRO DA MAIS ESTRITA LEGALIDADE...
DEPOIS QUEREM QUE A GENTE ACREDITE...
DEPOIS DA IMPORTAÇÃO DOS CASINOS DE MACAU VAI SEGUIR-SE O JOGO DO BICHO DO BRASIL...
CLARO TUDO SEMPRE DENTRO DA MAIS ESTRITA LEGALIDADE...
DEPOIS QUEREM QUE A GENTE ACREDITE...
QUANTOS FALSOS PORTUGUESES EXISTEM?

a identidade e nacionalidade do suspeito ainda não são conhecidas, mas o grau de sofisticação com que trabalhava leva as autoridades a presumir que o homem detido anteontem, em Tomar, faça parte de uma rede internacional de auxílio à imigração ilegal.
O estrangeiro tinha em casa um autêntico arsenal de documentos falsos, passaportes e cópias de carimbos de empresas e instituições públicas, que utilizaria para ludibriar as autoridades portuguesas, em particular o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).
O esquema não é novo e carece de muita perícia e paciência. Na posse dos passaportes de cidadãos estrangeiros, sobretudo de países como o Brasil, Egipto, Marrocos, Nepal, Paquistão ou Senegal, o suspeito começava por solicitar um número de contribuinte junto das Finanças.
Posteriormente, forjava contratos de trabalho e fazia chegar ao SEF os processos de pedido de prorrogação de permanência em Portugal. Os imigrantes podiam até nem estar no nosso país, mas através deste expediente, terá sido regularizada a situação de muitos estrangeiros em território nacional, dando-lhes legalidade para circular livremente na União Europeia.
A fraude foi interrompida anteontem, na sequência de uma investigação desencadeada pelo SEF, em Tomar e Lisboa.
Pela movimentação de dinheiros e correspondência apreendida, as autoridades admitem estar perante uma rede de dimensões internacionais. As investigações prosseguem e não está excluída a possibilidade de haver mais detenções.
E QUANTOS DELES ESTÃO INCLUSIVÉ A RECEBER POR CONTA DO ERÁRIO PÚBLICO?
BEM DIZ O ALTO COMISSÁRIO : TEMOS QUE ADMITIR RECEBER MENOS PARA QUE OUTROS RECEBAM MAIS... MAS COM CONTINENTES CHEIOS DE MESERÁVEIS O NOSSO DESTINO NAS MÃOS DESTES FILÓSOFOS NÃO É MUITO BRILHANTE POIS NÃO?
RESULTADOS DA ANARQUIA SOCIAL

Uma menina inglesa de três anos desapareceu do quarto de um aldeamento turístico na Praia da Luz, Lagos, onde os pais a deixaram a dormir para irem jantar. Rapto é o cenário mais provável. Às investigações da PJ junta-se hoje uma equipa policial britânica
AO QUEREREM IMPLANTAR UM REGIME ABERTO AOS DESERDADOS DO MUNDO , SEM INCÓMODOS POLICIAIS, SEM GRANDES FORMALIDADES NA LEGALIZAÇÃO E NA ATRIBUIÇÃO DE NACIONALIDADE ONDE SOBRESSAI O FACTO DE QUE QUASE NINGUÉM É REPATRIADO, MESMO QUE SE DEDIQUE A UMA VIDA CRIMINOSA, O RESULTADO SÓ PODE SER COMO O DE AGORA - O DESAPARECIMNTO DA MADELEINE.
UMA MINORIA ESCASSA OBRIGA O PAÍS TODO A ESTAR A SAQUE E AO SABOR DUM TOTOLOTO DE INFORTUNIO
PORTUGAL TORNOU-SE A CLOACA DO MUNDO E OS SEUS CIDADÃOS E CONVIDADOS VÍTIMAS ANTECIPADAS PORQUE AO POLITICAMENTE CORRECTO INTERESSA QUE ASSIM SEJA...
AS CONSEQUÊNCIAS PODEM SER CATASTRÓFICAS PARA UMA ECONOMIA AGONIZANTE: TURISTAS A EVITAR ESTA BANDALHEIRA QUE PREVILIGIA E INCENTIVA A CRIMINALIDADE!
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