Sunday, May 20, 2012

AS RECIPROCIDADES QUE APANHAM OS NOSSOS INTERNACIONALISTAS ESPECIALISTAS EM ABRIR AS PERNAS...

Brasil: Nem tudo é fácil para os imigrantes portugueses


Portugueses no Brasil alertam os novos imigrantes que podem encontrar vários problemas na busca de oportunidades no país, sobretudo no que diz respeito à regularização de sua situação e à burocracia pesada.
"Em Portugal, passa-se uma informação muito errada de como funciona o mercado de trabalho no Brasil, repetem-se os mesmos chavões de que o país é um bom mercado por excelência, mas para todos os efeitos, um português no Brasil é um estrangeiro como qualquer outro", alerta Marcelo Cerqueira, moderador do grupo "Novos Patrícios", que reúne portugueses no Rio de Janeiro, na rede social Facebook.

Para o português, que está a abrir um negócio de importação de vestuário, o maior problema para quem quer abrir uma empresa está na morosidade do sistema brasileiro.

"Em Portugal, você cria a empresa na hora, basta apresentar os sócios, o modelo do contrato social, e faz-se o registo. No Brasil demora uns dois meses, se tudo correr bem, e ainda tem a figura do despachante [profissional que faz a intermediação dos pedidos aos órgãos públicos], o que aumenta os gastos", ressalta.

As dificuldades para conseguir um visto de trabalho estão entre as principais reclamações, principalmente entre os jovens que fazem intercâmbio em universidades brasileiras e querem ficar a trabalhar.

"O meu visto demorou cerca de 40 dias para sair, depois que chegou a Brasília, fora o tempo que gastei antes. Mas dei sorte, tenho amigos que não conseguiram, e as empresas desistiram de os contratar pela demora", contou à Lusa o engenheiro José Queiroz, há dois anos no Rio de Janeiro.

Para obtenção do visto de trabalho é preciso que a solicitação seja feita pela empresa interessada, e não pelo profissional. A firma precisa ainda explicar por que está a utilizar uma mão de obra de fora, em detrimento da nacional.

Segundo os portugueses ouvidos pela Lusa, na maior parte dos casos, as firmas brasileiras não estão habituadas a esse trâmite e voltam atrás quando percebem a morosidade do processo.

"Só mesmo os grandes grupos internacionais estão preparados para contratar estrangeiros porque já fazem isso todos os dias, já têm os canais certos", afirma Cerqueira.

Queiroz, por sua vez, sublinha que o Brasil pode até ser o "El Dourado" que se vende em Portugal, mas apenas para alguns setores.

"Não adianta ser formado em artes cénicas e vir para cá achando que se vai arrumar emprego fácil. Há vagas em engenharia, mas até para outros setores relacionados, como arquitetura, já é mais difícil", alerta.

Outra exigência para o visto de trabalho é um contrato mínimo de dois anos, o que muitas vezes também desanima as empresas e dificulta a vida de profissionais autónomos ou “freelancer”.

O português Pedro Silva, dono de uma empresa de incentivo à prática de tênis no Rio de Janeiro, alerta ainda para o fato de a economia brasileira estar começando a enfraquecer, como consequência dos impactos da crise internacional.

"Não é preciso ser nenhum economista para perceber que um país em crescimento como o Brasil não tem como não ser afetado pela situação que a Europa e outros países estão a enfrentar, o país já começa a dar sinais de fraqueza", constata.

O conselho de Silva para os portugueses que ainda pensam em tentar oportunidades no Brasil é chegar com a mentalidade aberta, com disposição para aprender e adaptar-se às exigências do país.

"É preciso ter humildade e vir de peito aberto, com vontade de aprender o ‘modus operandi', não adianta chegar achando que já conhece e sabe tudo porque fomos nós que colonizámos o país há 500 anos, porque cada lugar tem suas regras", completa.

AQUI OS INTERNACIONALISTAS ABRIRAM E OBRIGARAM A ABRIR AS PERNAS A TODA A GENTE.VEJAM COMO SÃO AS RECIPROCIDADES...
ARRUINARAM A NAÇÃO MAS VEJAM LÁ QUANTO É QUE OS GAJOS CONTINUAM A "ARRASTAR" FISCALMENTE PARA "DAR" AO MUNDO ATRAVÉS DE MIL MANEIRAS.BASTA VER O ORÇAMENTO DO MNE...DA EDUCAÇÃO... PARA VEREM COMO SÃO TRATADOS JÁ COMO PRETOS!!!

PPP UM ARRANJINHO À %...

Contratos das PPP foram um arranjinho'

19 de Maio, 2012por Frederico Pinheiro

José Manuel Viegas, professor do Instituto Superior Técnico, acaba de ser eleito secretário-geral de um dos organismos internacionais mais prestigiados do sector, o Fórum dos Transportes da OCDE. E eleição «pode ajudar» Portugal.
Apesar dos méritos académicos nacionais nos transportes, este é um dos sectores com mais problemas em Portugal, o que é paradoxal...

Em muitos países há a tradição de recorrer aos académicos.Em outros não, como Portugal. Há países com parlamentos mais exigentes.

A ligação entre os mundos académico e político é fraca?

Os académicos por definição são tipos incómodos. O país teria a ganhar se os ouvisse mais, pois têm sido tomadas decisões que não são baseadas no conhecimento científico.

A dívida das empresas de transportes está perto dos 20 mil milhões de euros. Como se pode lidar com este problema?

As empresas de transportes público em toda a Europa não conseguem obter receitas tarifárias suficientes para cobrir os seus custos. Em Portugal temos de resolver o passado. Estas empresas não têm condições para manterem no seu balanço toda a dívida. Deve sair dali para o Tesouro, por exemplo. Sem isso a operação também não pode ser concessionada a privados.

Como se pode diminuir esse valor?

Em larga medida, é dívida bancária. Não me parece que seja possível renegociar. Temos de pagar, acabou, andámos a comer à conta.

Mas o pagamento de juros representa 75% dos prejuízos, o que dificulta o equilíbrio das empresas.

Foram mais de 20 anos a acumular prejuízos e a escondê-los debaixo do tapete. Os encargos devem passar para os responsáveis, que são os governos.

É possível encontrar novas fontes de receita para compensar?

Na Europa, a regra base é cobrir os saldos operacionais negativos com o dinheiro dos contribuintes. Aparecem exemplos para financiar investimentos novos.

O que pode ser feito para ajudar as empresas de transportes públicos?

Normalmente, é à conta de impostos locais. É a principal medida. Tenho vindo a defender a utilização das mais-valias imobiliárias, o que, por exemplo, dava para cobrir parte dos investimentos do Metropolitano de Lisboa. É também possível cobrar uma sobretaxa sobre o estacionamento comercial e uma taxa sobre o número de lugares de estacionamentos oferecidos pelos empregadores.

Há dois caminhos possíveis: o da austeridade, de cortar serviços e aumentar preços, e um alternativo, de investir para dar escala às empresas.Qual defende?

Esses dois caminhos não são opostos. Para aumentarmos os passageiros, temos é de tratar a sério a questão do estacionamento. O Governo estava perante uma ferida a sangrar e teve necessidade de fazer um garrote. Entendi as medidas do Governo como medidas de emergência absoluta. Espero que as coisas estejam a ser estudadas para encontrar uma solução mais duradoura, que permita recuperar passageiros. Mas atenção, a perda de passageiros também está ligada ao aumento do desemprego.

Os preços subiram mais de 20% no último ano. Em comparação com a Europa, estamos em que patamar?

Não estamos de maneira nenhuma no topo de preços face ao poder de compra.

Os operadores privados podem trazer ganhos de eficiência?

O que eu diria é que em Lisboa deve ser feita uma concessão a um operador privado. Temos de fazer a prova.A experiência mundial demonstra que os operadores privados conseguem custos entre 20% a 25% mais baixos.

Nos EUA o Estado teve de resgatar a operação ferroviária.

Em todo o sítio podemos ter casos mal geridos, e os EUA não são o paradigma ideal para os transportes públicos. Mas em Portugal as empresas foram quase encorajadas a ganhar banha na barriga. Por isso digo: abram-se os concursos, façam-se comparações.

Muitos analistas defendem o abandono da alta velocidade ferroviária. Concorda?

Gosto pouco de afirmações genéricas e categóricas. Não podemos dizer se deve ou não ser abandonado, temos de analisar a sua sustentabilidade económica.

E em relação à substituta portuguesa, a ligação ferroviária de mercadorias entre Portugal e Espanha?

Os fluxos de mercadorias entre Portugal e Espanha são muito muito baixos. Pode vir a ser muito interessante, mas não deve ser vista como salvador da pátria.

O principal fardo do sector são as parcerias público-privadas, com uma despesa contratada de 50 mil milhões. Como pode ser aliviada?

O problema não é de agora, foi gerado anteriormente. Admitimos hipóteses ridículas sobre o crescimento futuro da economia portuguesa e que os juros de financiamento dos privados fossem os mais baixos possíveis. Logo, o Estado teve de lhes retirar a maior parte dos riscos. Foi um arranjinho, como se costuma dizer.

Qual a solução agora?

Não conheço o detalhe dos contratos. Dava vontade de perguntar aos senhores que assinaram esses contratos se estavam a dormir ou acreditavam que nunca chovia. São níveis de assumpção de ausência de risco absurdos. Fomos anjinhos. Não sei se foram os governos ou os eleitores.

POR CÁ OS EX-COMUNAS AGORA ASSOCIADOS EM "LOJA MAÇÓNICA" CONSULTAM OS "PROF KARAMBAS" QUE TUDO RESOLVEM...
POR ISSO É QUE DAVAM TANTO RELEVO ÀS "NOVAS OPORTUNIDADES".OU JULGAM QUE PARA NIVELAR TUDO POR ÁFRICA É FÁCIL?
MAS PRONTOS PERDERAM AS ELEIÇÕES E AGORA É SÓ TUDO INVEJOSOS.QUE OS ARQUIVADORES GERAIS ACTUEM!

Saturday, May 19, 2012

ESTE AFRO AMERICANO AINDA NÃO DESCOBRIU O PARAÍSO NA TERRA...

Dad to 30 kids from 11 women begs for help with child support bills


A MAN who has 30 children from 11 different women has begged for help paying his child support bills.

Desmond Hatchet, 33, is currently obliged to hand over half his earnings, but he has insisted that burden makes it hard for him to make ends meet.

And he has asked a court in his native Knoxville Tennessee if a new deal can be struck.

Hatchett, whose youngest kids are toddlers and oldest 14, earns the minimum wage.

He first hit the headlines in 2009 when his tally stood at just 21 children.

But soon after his brood suddenly swelled.

He said: “I had four kids in the same year, twice.”

The mothers of his children are supposed to get anywhere from £15 to £195 a month but some receive as little as 99p.



POR CÁ JÁ TERIA TIDO UNS ARTIGOS DA MARIA JOSÉ OLIVEIRA EXTASIADA COM TANTA RIQUEZA, O COSTA TINHA-LHE DADO UM PRÉDIO INTEIRO EM CHELAS E MESMO O MOTOQUEIRO ARRANJAVA, APESAR DA CRISE, UNS TROCOS PARA O RSI...
NA EUROPA DA "DÍVIDA SOBERANA" DEVEM EXISTIR MUITOS CASOS DESTES ENTRE OS N! MILHÕES DE AFRICANOS.É A SALVAÇÃO DE ÁFRICA E DOS AFRICANOS.POR ISSO ATÉ A NADO ELES NOS ESCOLHEM...
RECIPROCAMENTE SE BRANCO VAI "TRABALHAR" PARA ÁFRICA JÁ É UM PERIGO CONTINENTAL...
OS NOSSOS ESQUERDISTAS É QUE SABEM O QUE TÊM ANDADO A FAZER...MAS TENHAM A CERTEZA QUE O VÃO PAGAR...QUE NESTAS COISAS OS MILAGRES DAS MULTIPLICAÇÕES JÁ "FORAM"...

1800 MILHÕES DE EUROS DEPOIS OS PASTORES AINDA NÃO TÊM O 12º ANO...

Novas Oportunidades mudaram pouco a vida dos inscritos

18 de Maio, 2012por Margarida Davim

Um estudo feito pelo Instituto Superior Técnico revela que o reconhecimento e validação de competências através do programa Novas Oportunidades teve um impacto muito reduzido na empregabilidade e nos salários dos que obtiveram estes certificados.
No documento apresentado esta sexta-feira, explica-se que os resultados da análise coordenada pelo professor Francisco Lima «indicam que os processos de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) apenas melhoraram a empregabilidade dos participantes inscritos em RVCC profissionais (para os homens) ou quando os RVCC escolares foram complementados com Formações Modulares Certificadas».

Dito por outras palavras, obter um diploma das Novas Oportunidades com a equivalência ao 9.º ou ao 12.º ano, por si só, não altera muito as probabilidades de conseguir um emprego, a não ser quando estes processos são acompanhados de uma vertente de certificação e formação profissional.

Isto mesmo é válido quando se trata de pessoas que se inscreveram nestes processos de certificação, quando estavam desempregadas.

O estudo concluiu também que o impacto deste programa de reconhecimento de competências nas remunerações «é geralmente nulo».

O fraco impacto que as Novas Oportunidades tiveram na vida de quem aderiu ao programa pode ter explicação nas próprias características do programa, já que este processo «não se sustenta na aquisição das aprendizagens, mas antes no seu reconhecimento».

Entre Janeiro de 2006 e Dezembro de 2010 houve mais de um milhão de inscrições nestes programas, mas os Centros de Novas Oportunidades apenas atribuíram 410 mil certificações.

Em média, os participantes têm 38 anos e são na sua maioria trabalhadores por conta de outrem, «oriundos essencialmente de sectores da indústria de menor intensidade tecnológica e dos serviços de menor intensidade do conhecimento».

Cerca de 40% dos participantes nas Novas Oportunidades são desempregados. Um número que não tem parado de subir desde 2007, altura em que apenas 10% dos homens e 20% das mulheres inscritos estavam no desemprego.



Novas oportunidades custaram 1800 milhões

Apesar das conclusões pouco animadoras do estudo encomendado pelo Governo, o ministro da Educação e Ciência já afirmou que o investimento feito nas Novas Oportunidades é demasiado grande para não ser rentabilizado.

Nuno Crato sublinhou o facto de «só no eixo adultos» se terem gasto 1.800 milhões de euros.

«Nós queremos rentabilizar o investimento que é feito na formação de adultos e na formação de todos, como é evidente, com aquilo que, de facto, dá resultado e traz uma qualificação real», afirmou o ministro, esta sexta-feira, frisando a intenção do governo de «melhorar» o programa.

«Nós não queremos, pura e simplesmente, distribuir diplomas e melhorar estatísticas, queremos que os jovens e os adultos melhorem a sua qualificação, mas melhorem de forma significativa para poderem ter um melhor futuro», defendeu.

OS PASTORES E OS GAJOS DA COVA DO VAPOR NA TRAFARIA...PÁ SOMOS TODOS IGUAIS, TODOS DIFERENTES CERTO?

O ELDORADO ANGOLANO

Cidadão portugeusa foi apanhado com 32 Passaportes com vistos ilegais

http://www.angonoticias.com/Videos/item/INjzPy7SGfM


El Dorado in Angola
Portuguese Find Oasis from Crisis in Former Colony
Headhunters in Lisbon are currently lining up highly skilled Portuguese workers for good paying jobs in Angola, an African country currently experiencing enviable growth. There is no economic crisis in the former Portuguese colony and it offers something that is currently scarce in Portugal: jobs.

http://www.spiegel.de/international/europe/tens-of-thousands-of-portuguese-emigrate-to-fast-growing-angola-a-833360.html

PELOS VISTOS O PORTAS NÃO RESOLVEU O PROBLEMA DOS VISTOS.O MELHOR É PEDIR A AJUDA DOS CHINESES-PORTUGUESES DE MACAU QUE ELES SABEM COMO SE FAZ...POIS QUE A CGTP APESAR DOS "CONGRESSOS" E DO "INTERNACIONALISMO" SÓ AQUI É QUE CONSEGUE FAZER VIGORAR, POR NOSSA CONTA CLARO, O "NINGUÉM É ILEGAL"...

Ó EMÍDIO PODE SER AQUI NO BAIRRO DA QUINTA DA LAJE?

Menores incendiaram café na Amadora

18 de Maio, 2012

A Polícia Judiciária (PJ) divulgou hoje a detenção de quatro suspeitos, com idades entre os 16 e os 17 anos, por alegadamente terem incendiado o exterior de um café na zona da Amadora, em Abril.
Fonte da PJ adiantou à Agência Lusa que o estabelecimento comercial se situa no Bairro da Quinta da Laje, local onde também residem os menores, que terão incendiado o café para se vingarem da proprietária do estabelecimento comercial.

«O incêndio foi praticado com recurso a chama directa, tendo colocado em perigo a zona habitacional envolvente e só não ocorreram maiores prejuízos devido à pronta detecção e combate por parte de populares», explica a PJ.

Os jovens são ainda suspeitos em nove outros inquéritos pelo crime de roubo com arma branca, estando igualmente referenciados noutros 16 ilícitos penais.

Os detidos serão presentes hoje ao Tribunal Judicial da Comarca da Amadora, para primeiro interrogatório judicial e aplicação de medidas de coação.

COMO SE PODE VER "AFECTOS" É AOS MONTES.É LOGO DESDE A ESCOLA...
ÉS AMIGO DO SÓCRATES.E DO COSTA DO SOBADO DE LISBOA?E DO MAGALHÃES?AQUELE QUE DIZIA QUE IA HAVER FALTA DE MÃO DE OBRA E PORTANTO O MELHOR ERA NACIONALIZAR A EITO...
MEU TODOS OS QUE PARTICIPARAM NESSA "FESTA" DEVERIAM FICAR SEM BENS PARA PAGAR À DIFERENÇA QUE IMPORTARAM...E NACIONALIZARAM!E DE QUE AINDA TÊM 500000 EM LISTA DE ESPERA...NO "SEF"...

UM LUGAR NUM BAIRRO SOCIAL MULTICULTURAL PARA O EMÍDIO RANGEL JÁ...

Emídio Rangel “Portugal está praticamente vendido”

Reformado, tem a estranha honra de pagar mais de 80% de impostos sobre a sua reforma. Não o deixam trabalhar e não querem que ele viva da reforma

Perdeu um processo contra o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público e o Sindicato dos Juízes. Foi condenado a pagar 100 mil euros aos visados por ter declarado ao parlamento que a justiça era responsável pelas violações do segredo de justiça e por perseguir o antigo primeiro-ministro. Homem que continua a defender com unhas e dentes. Rangel sonha que é possível Portugal sair da crise e que ainda há espaço para novos projectos de comunicação social.

Recentemente foi publicado na imprensa que Emídio Rangel tem uma reforma de 27 mil euros. É isso que leva mensalmente para casa?

Essa é a minha reforma. Tenho uma reforma do sector privado que corresponde a uma larga carreira contributiva, de acordo com as leis existentes eu tinha um ordenado muito alto, as minhas contribuições para a Segurança Social foram naturalmente elevadas e quando chegou a hora de me reformar tudo isto foi tido em conta e a minha pensão é alta. Reformei-me no dia 26 de Fevereiro de 2004, nunca tive nenhum problema com os serviços encarregados de proceder ao seu pagamento e a minha reforma bruta era isso. A isso é preciso retirar impostos e ficava com 17 mil euros.

E quanto recebe actualmente?

No ano passado fui sendo surpreendido, não pelos 30 e muitos por cento que me retinham do IRS na fonte, mas por descontos de natureza diversa. Depois fui informado de que era uma prestação extraordinária de solidariedade que começou por ser na ordem dos mil e tal euros mensais. Três meses depois passou para dois mil duzentos e tal euros e cheguei a Dezembro com um novo aumento, já muito próximo dos 4 mil euros por mês. Qual não foi o meu espanto quando o governo resolveu aumentar-me a retenção de 29% para 40%. Passaram a retirar-me 10 838 para o IRS, e o tal complemento de solidariedade aumentou em duas tranches, calculadas sobre o meu rendimento bruto. A incidir também sobre o que já tinha descontado para o IRS. Pelas contas do Instituto da Segurança Social recebo 5300 euros da minha reforma de 27 mil. Mas como a decisão foi tardia, aplicaram-me retroactivos. Este mês recebi 3 mil euros, o que me deixa espantado com a ligeireza com que se mexe na reforma das pessoas. No meu caso, não tenho qualquer outra fonte de rendimento nem tenho património. Tenho a minha reforma e trabalhei muito para a ter, descontei muito. Para pagar os meus próprios impostos, o governo pede-me que pague outros impostos de esgotos e imobiliário, mas não tenho forma de os pagar porque o governo tira--me o dinheiro todo.

Acha que é um caso típico?

Não sei. Mas ficaria muito espantado se houvesse outros a pagar como eu quase 80% de impostos. A minha situação é transparente. Não fiz nada para fugir aos impostos, mas pago 80%. O governo tira--me parte substancial da reforma para um contributo extraordinário de solidariedade e deixa-me sem dinheiro para pagar os meus compromissos, como comprar as coisas para pôr em casa, sustentar o meu pai, que tem 88 anos. Ajudar um irmão meu que é desempregado de longa duração. Tenho uma filha que está a estudar na universidade e tenho de fazer frente às minhas obrigações de pai e não tenho dinheiro. É ridículo que tendo eu uma reforma alta fique sem condições para honrar as minhas responsabilidades.

O que vai fazer?

Tudo o que estiver ao meu alcance, porque me sinto profundamente injustiçado com essa situação. Isso sem contar com o 13.o mês e o 14.o mês, que me descontam na integra. Ponho à disposição do Estado português tudo o que quiserem, as minhas contas bancários para verificarem se tenho mais algum rendimento. O que estou a fazer é vender as coisas que tenho, para fazer face a estas dificuldades que não sei quando vão acabar. Não sei o que vou fazer. Querem provavelmente que passe a arrumar carros na rua.

Acha que isso se deve a uma insensibilidade geral ou a mais alguma coisa?

Confesso que me parece que há uma atitude discricionária. Não conheço mais ninguém que pague 80% de impostos. Sempre ouvi falar de pessoas que pagavam 45%, e já eram as taxas mais elevadas da Europa. E se contar a perda do 13.o e do 14.o mês é muito mais de 80%. Como é possível? A mim faz-se imensa confusão pensar que ainda há 20 e tal anos vim de Angola, deixei estúdios, casa, deixei tudo o que tinha. Vim com uma camisa e umas calças no corpo. Recomecei do zero. Passei três anos de enormes dificuldades. No primeiro ano só tinha dinheiro para me alimentar uma vez por dia. Consegui vencer as dificuldades e quando já tenho 65 anos acontece-me um cataclismo parecido. Estou reduzido a zero e não vejo como vou fazer face aos meus compromissos.

Ó EMÍDIO PÁ VEJO QUE AINDA HOJE O SÓCRATES É O TEU ÍDOLO.O QUE PROPORCIONAVA "LUGARES", O TAL DA LEI DA NACIONALIDADE QUE SALVOU MEIO IMPÉRIO, AGORA POR NOSSA CONTA.COM "MOTORES" DE PROPAGANDA EM QUE ÉS ESPECIALISTA...LOGO TENS DE GANHAR MENOS PARA OUTROS GANHAREM MAIS...POIS QUE QUEM CORRE POR GOSTO NÃO CANSA...
FOSTE DEPENADO EM ANGOLA E AJUDASTE A QUE TE DEPENASSEM CÁ...SOCIALISMO INTERNACIONALISTA SEMPRE!!!