Amor gay do príncipe saudita termina em morte
por Cláudia Garcia, Publicado em 06 de Outubro de 2010 | Actualizado há 13 horas
.Saud Adbulaziz acusado de homicídio por motivações sexuais. O príncipe nega o crime
O príncipe e o criado teriam uma relação há meses 1/2 + fotogalería
Getty Images/Stock Illustration 2/2 + fotogalería .O príncipe saudita Saud Adbulaziz "matou voluntariamente o seu assistente" a 15 de Fevereiro, num hotel de luxo em Londres, na sequência de agressões violentas com um objecto sexual. A acusação do foi ontem conhecida no tribunal criminal britânico (Old Bailey).
Saud Abdulaziz, de 34 anos, e o assistente Bandar Adbulaziz, de 32, passaram os últimos três anos a viajar pelo mundo. No dia 29 de Dezembro do ano passado, depois de uma viagem por várias capitais europeias, os dois passaram a noite no hotel Landmark, no centro de Londres. No dia seguinte partiram para as Maldivas tendo regressado, para o mesmo hotel, apenas a 20 de Janeiro. Desde essa data que partilhavam o quarto e a "cama de casal". Os sinais de "agressão" visíveis na cara de Bandar não passavam despercebidos aos empregados do hotel, que começaram a estranhar a relação. No entanto, a "desconfiança" não foi suficiente para impedir o homicídio. Bandar Abdulaziz foi encontrado morto no dia 15 de Fevereiro, com graves ferimentos no corpo, marcas de dentes nas bochechas e sinais de estrangulamento.
A autópsia concluiu que o assistente do príncipe teria sido agredido várias vezes antes do dia 15. Os sinais de violência física levaram a investigação policial a determinar que o ataque "feroz" tinha motivações homossexuais. Saud negou ser homossexual e manter qualquer relação com o criado, classificando a relação dos dois como "normal entre amigos". Ontem, em tribunal, as alegações de Saud foram contrariadas pelo procurador Jonathan Laidlaw, que disse "haver indicações claras" de que os ferimentos não foram provocados apenas por agressões física, mas também por "algum objecto sexual". À agência Reuters o procurador afirmou que "o criado foi vítima de murros e pancadas na cabeça e no rosto". O procurador público alegou que a vítima apresentava "hematomas profundos nas costas, uma fractura na costela e um traumatismo no estômago provocado por pontapés".
Laidlaw apresentou algumas imagens gravadas pelo circuito de vigilância interno do hotel que mostram Bandar a tentar defender-se das agressões de Saud no elevador. As imagens referem-se aos dias 22 de Janeiro e 5 de Fevereiro. O procurador revelou também imagens de Saud a pontapear o assistente no exterior do restaurante onde os dois foram vistos a jantar na noite do homicídio.
O príncipe inicialmente alegou em sua defesa que Bandar tinha sido assaltado em Londres três semanas antes de morrer. Quando questionado pela polícia, depois de o corpo ter sido encontrado na cama do quarto 312, onde se encontrava hospedo, Saud contou que os dois tinham estado a beber no bar até "altas horas da madrugada" e quando acordou, às 15h00, não conseguiu que Bandar reagisse.
O procurador concluiu que havia uma "dependência abusiva do arguido". Laidlaw disse em tribunal que Saud estaria agora preparado para negar a primeira versão da história e assumir a responsabilidade do homicídio, mas a defesa ainda não se manifestou. A negação do arguido da homossexualidade é, segundo o procurador público, a chave do homicídio. "Os motivos que levaram aos abusos são ainda mais sinistros."
Dois acompanhantes homossexuais contaram em tribunal ter sido contratados pelo príncipe em Fevereiro. No computador, Saud deixou vários vestígios de visitas a sites gay e agências de acompanhantes. Um barman também revelou ter sido seduzido pelo príncipe e o porteiro do hotel contou em tribunal que este tratava Bandar como um "criado", embora os dois parecessem "envolvidos" numa espécie de "relacionamento amoroso".
Um júri vai agora decidir se o homicídio foi ou não intencional.
A PANELEIRAGEM UMA VEZ SAIDA DO ARMÁRIO REVELA-SE NO PIOR QUE POR AÍ HAVIA.CLARO QUE NÃO É DOENÇA.É SÓ VIRTUDE...
Wednesday, October 6, 2010
SEM BLINDADOS NÃO HÁ NADA PARA NINGUÉM...
Polícia
Violência abala Vale da Amoreira
00h42m
carlos varela
O problemático Bairro do Vale da Amoreira, na Moita, está de novo a viver situações de violência, após meses de uma aparente acalmia. O alvo são as próprias estruturas de apoio aos mais carenciados, um caso antes raro neste tipo de aglomerados.
A situação parece ser delicada e enquanto a Junta de Freguesia pede mais policiamento, reconhecendo o presidente da autarquia, Jorge Silva, que o “problema está a ser mais grave”, a PSP responde com operações sucessivas de vigilância; há dias, realizou duas rusgas em apenas três dias.
Aparentemente, as acções de violência poderão partir de elementos do antigo gangue “Caixa Baixa”, que poderá estar a renascer após o seu desmantelado, pela PJ de Setúbal, na sequência de um homicídio.
O mais recente caso de violência urbana ocorreu com o furto da viatura da junta de freguesia, estacionada na rua. Elementos que as autoridades suspeitam tratar-se de indivíduos do próprio bairro furtaram a viatura e tentaram assaltar o mercado local.
A PSP recolheu impressões digitais e outros dados para esclarecer o crime, mas dois dias depois o veículo voltou a ser furtado, usado no arrombamento de uma montra no mercado e posteriormente incendiado.
“Estamos convencidos de incendiaram a viatura ou para impedir as autoridades de recolherem as impressões digitais ou para se vingarem”, admitiu Jorge Silva.
Dois dias depois, o alvo foi o centro social, em frente ao mercado. Foi furtado depois de terem partido a montra.
Estes assaltos e outros crimes violentos começaram em finais de Julho, quando um homem foi violentamente agredido na via pública. O alvo foi um operário que fazia transporte de materiais para uma obra do programa RECRIA, para recuperação do bairro, e que acabou por chocar com uma moto que circulava no bairro em alta velocidade.
O condutor da moto ficou ferido, mas quando o operário saía do veículo para o socorrer acabou por ser violentamente sovado por amigos do outro indivíduo. “Só não o mataram porque conseguiu fugir para a Vila Chã na carrinha”, contou um popular, pedindo o anonimato.
A violência levou Jorge Silva a pedir mais policiamento permanente e, até, uma esquadra na freguesia. “Infelizmente, não obtivemos resposta”, lamenta o autarca.
OU ISSO OU IREM TODOS PARA A POLÍCIA.A AJUDAREM AO SAQUE DOS CONTRIBUINTES DE FORMA LEGAL...
O MUNDO DOS "AFECTOS" JÁ NÃO É O QUE FOI...
Violência abala Vale da Amoreira
00h42m
carlos varela
O problemático Bairro do Vale da Amoreira, na Moita, está de novo a viver situações de violência, após meses de uma aparente acalmia. O alvo são as próprias estruturas de apoio aos mais carenciados, um caso antes raro neste tipo de aglomerados.
A situação parece ser delicada e enquanto a Junta de Freguesia pede mais policiamento, reconhecendo o presidente da autarquia, Jorge Silva, que o “problema está a ser mais grave”, a PSP responde com operações sucessivas de vigilância; há dias, realizou duas rusgas em apenas três dias.
Aparentemente, as acções de violência poderão partir de elementos do antigo gangue “Caixa Baixa”, que poderá estar a renascer após o seu desmantelado, pela PJ de Setúbal, na sequência de um homicídio.
O mais recente caso de violência urbana ocorreu com o furto da viatura da junta de freguesia, estacionada na rua. Elementos que as autoridades suspeitam tratar-se de indivíduos do próprio bairro furtaram a viatura e tentaram assaltar o mercado local.
A PSP recolheu impressões digitais e outros dados para esclarecer o crime, mas dois dias depois o veículo voltou a ser furtado, usado no arrombamento de uma montra no mercado e posteriormente incendiado.
“Estamos convencidos de incendiaram a viatura ou para impedir as autoridades de recolherem as impressões digitais ou para se vingarem”, admitiu Jorge Silva.
Dois dias depois, o alvo foi o centro social, em frente ao mercado. Foi furtado depois de terem partido a montra.
Estes assaltos e outros crimes violentos começaram em finais de Julho, quando um homem foi violentamente agredido na via pública. O alvo foi um operário que fazia transporte de materiais para uma obra do programa RECRIA, para recuperação do bairro, e que acabou por chocar com uma moto que circulava no bairro em alta velocidade.
O condutor da moto ficou ferido, mas quando o operário saía do veículo para o socorrer acabou por ser violentamente sovado por amigos do outro indivíduo. “Só não o mataram porque conseguiu fugir para a Vila Chã na carrinha”, contou um popular, pedindo o anonimato.
A violência levou Jorge Silva a pedir mais policiamento permanente e, até, uma esquadra na freguesia. “Infelizmente, não obtivemos resposta”, lamenta o autarca.
OU ISSO OU IREM TODOS PARA A POLÍCIA.A AJUDAREM AO SAQUE DOS CONTRIBUINTES DE FORMA LEGAL...
O MUNDO DOS "AFECTOS" JÁ NÃO É O QUE FOI...
POR MOMENTOS PENSEI QUE AS OVELHINHAS TERIAM ACORDADO...
Roubam 35 mil € e destroem loja
No dia em que ia inaugurar uma loja na zona da Lixa, em Felgueiras, um empresário chinês recebeu a visita de um grupo armado de paus e barras de ferro, que destruiu o espaço e roubou mais de 35 mil euros.
Todos os elementos eram de origem chinesa e, segundo a vítima, tinham por objectivo travar a abertura da nova loja. Na altura, em Fevereiro de 2006, apenas um dos agressores foi identificado. Chen Hua, de 32 anos, residente em Oliveira de Azeméis, começa a ser julgado no Tribunal de Felgueiras, no próximo dia 8 de Novembro, por agressões e roubo.
O início do julgamento esteve marcado para Julho mas a falta de tradutor acreditado levou ao adiamento da sessão.
Na origem das agressões estarão questões de concorrência: os agressores não queriam que a vítima abrisse uma loja de produtos chineses na mesma rua onde já existia um estabelecimento. Aliás, o mesmo empresário, Chen Rongchao, já apresentou outra queixa por ameaças contra um comerciante estabelecido em Felgueiras mas o processo foi arquivado, por falta de provas.
No dia em que os sete chineses invadiram a loja, também Xiaping Wu, funcionário da vítima, foi agredido; e também se constituiu assistente no processo, para receber uma indemnização.
Depois de terem sido agredidos, os dois homens foram internados, e alegam, entretanto, que estiveram dois meses sem trabalhar, devido aos ferimentos.
Face à violenta agressão, o empresário também desistiu da loja de Felgueiras.
MAS NÃO CONTINUAM A PAGAR PACIFICAMENTE.ATÉ O TRADUTOR, A "JUSTIÇA" E O MAIS QUE FOR PRECISO...NUM PAÍS RICO E "AVANÇADO" NA COLONIZAÇÃO É ASSIM...
No dia em que ia inaugurar uma loja na zona da Lixa, em Felgueiras, um empresário chinês recebeu a visita de um grupo armado de paus e barras de ferro, que destruiu o espaço e roubou mais de 35 mil euros.
Todos os elementos eram de origem chinesa e, segundo a vítima, tinham por objectivo travar a abertura da nova loja. Na altura, em Fevereiro de 2006, apenas um dos agressores foi identificado. Chen Hua, de 32 anos, residente em Oliveira de Azeméis, começa a ser julgado no Tribunal de Felgueiras, no próximo dia 8 de Novembro, por agressões e roubo.
O início do julgamento esteve marcado para Julho mas a falta de tradutor acreditado levou ao adiamento da sessão.
Na origem das agressões estarão questões de concorrência: os agressores não queriam que a vítima abrisse uma loja de produtos chineses na mesma rua onde já existia um estabelecimento. Aliás, o mesmo empresário, Chen Rongchao, já apresentou outra queixa por ameaças contra um comerciante estabelecido em Felgueiras mas o processo foi arquivado, por falta de provas.
No dia em que os sete chineses invadiram a loja, também Xiaping Wu, funcionário da vítima, foi agredido; e também se constituiu assistente no processo, para receber uma indemnização.
Depois de terem sido agredidos, os dois homens foram internados, e alegam, entretanto, que estiveram dois meses sem trabalhar, devido aos ferimentos.
Face à violenta agressão, o empresário também desistiu da loja de Felgueiras.
MAS NÃO CONTINUAM A PAGAR PACIFICAMENTE.ATÉ O TRADUTOR, A "JUSTIÇA" E O MAIS QUE FOR PRECISO...NUM PAÍS RICO E "AVANÇADO" NA COLONIZAÇÃO É ASSIM...
POR CÁ OS INTERNACIONALISTAS PROMOVEM AS INVASÕES SILENCIOSAS E POR NOSSA CONTA.FICAM ORGULHOSOS DE FAZEREM PAGAR O ZÉ POVINHO TAL OCUPAÇÃO...
França
Doze suspeitos de terrorismo presos em cidades francesas
Hoje
Desmantelar uma rede que fornecia documentos falsos a islamitas regressados do Afeganistão foi o objectivo das operações.
Doze pessoas foram ontem detidas pela polícia francesa durante as operações que realizou perto das cidade de Marselha, Bordéus e Avinhão. Estas operações tinham como objectivo desmantelar uma eventual rede que fornecia falsos documentos a islamitas que regressavam do Afeganistão.
A polícia francesa revelou ter detido dois homens na cidade portuária de Marselha e um terceiro na cidade de Bordéus, os quais tinham ligações a um outro de origem argelina, detido na cidade italiana de Nápoles na posse de um kit de fabrico de explosivos. Todos eles são suspeitos de ligações à Al--Qaeda e de fornecerem documentos falsos a militantes que tentam regressar a França depois de terem recebido treino em campos do Afeganistão.
Numa outra operação, foram detidos nove homens, perto das cidades de Marselha e Avinhão, que tinham em seu poder armas e munições.
Estas operações da polícia francesa ocorrem no dia em que responsáveis paquistaneses revelaram que oito alemães foram mortos no ataque americano a uma casa da cidade de Mir Ali, no Norte Waziristão, na fronteira com o Afeganistão. Este é um conhecido refúgio para elementos da Al-Qaeda ou que com ela têm ligações. O Governo alemão reagiu, afirmando que está a investigar o assunto.
Entretanto, o chefe do principal sindicato da polícia alemã afirmou ao jornal Neue Presse que existe a suspeita de que centenas de "perigosos radicais islâmicos" estão sediados na Europa. "O número de perigosos islamitas [na Alemanha] é superior a 100", disse Konrad Freiberg, adiantando que cerca de 40 têm treino em explosivos. "É muito perigoso para nós", disse, enquanto Berlim continua a minimizar o pedido dos EUA aos seus cidadãos para que sejam vigilantes na Europa.
ANDAM TODOS UFANOS QUANDO MOSTRAM AS ESCOLAS E AS MESQUITAS QUE A SUA "MODERNIDADE" OS IMPELE A SUBSIDIAR PARA SALVAR O PLANETA.POR CONTA DOS POUCOS CONTRIBUINTES E PRINCIPALMENTE DA "DÍVIDA".DEPOIS QUANDO A MASSA CRÍTICA FOR ALCANÇADA VAMOS TODOS TER A PAGA COMO NOS OUTROS PAÍSES...
O COSTA ESSE ENQUANTO NÃO HOUVER UM NOVO MARTIM MONIZ DO SEC XXI NÃO VAI PARAR.BASTA IR AO INTENDENTE...
Doze suspeitos de terrorismo presos em cidades francesas
Hoje
Desmantelar uma rede que fornecia documentos falsos a islamitas regressados do Afeganistão foi o objectivo das operações.
Doze pessoas foram ontem detidas pela polícia francesa durante as operações que realizou perto das cidade de Marselha, Bordéus e Avinhão. Estas operações tinham como objectivo desmantelar uma eventual rede que fornecia falsos documentos a islamitas que regressavam do Afeganistão.
A polícia francesa revelou ter detido dois homens na cidade portuária de Marselha e um terceiro na cidade de Bordéus, os quais tinham ligações a um outro de origem argelina, detido na cidade italiana de Nápoles na posse de um kit de fabrico de explosivos. Todos eles são suspeitos de ligações à Al--Qaeda e de fornecerem documentos falsos a militantes que tentam regressar a França depois de terem recebido treino em campos do Afeganistão.
Numa outra operação, foram detidos nove homens, perto das cidades de Marselha e Avinhão, que tinham em seu poder armas e munições.
Estas operações da polícia francesa ocorrem no dia em que responsáveis paquistaneses revelaram que oito alemães foram mortos no ataque americano a uma casa da cidade de Mir Ali, no Norte Waziristão, na fronteira com o Afeganistão. Este é um conhecido refúgio para elementos da Al-Qaeda ou que com ela têm ligações. O Governo alemão reagiu, afirmando que está a investigar o assunto.
Entretanto, o chefe do principal sindicato da polícia alemã afirmou ao jornal Neue Presse que existe a suspeita de que centenas de "perigosos radicais islâmicos" estão sediados na Europa. "O número de perigosos islamitas [na Alemanha] é superior a 100", disse Konrad Freiberg, adiantando que cerca de 40 têm treino em explosivos. "É muito perigoso para nós", disse, enquanto Berlim continua a minimizar o pedido dos EUA aos seus cidadãos para que sejam vigilantes na Europa.
ANDAM TODOS UFANOS QUANDO MOSTRAM AS ESCOLAS E AS MESQUITAS QUE A SUA "MODERNIDADE" OS IMPELE A SUBSIDIAR PARA SALVAR O PLANETA.POR CONTA DOS POUCOS CONTRIBUINTES E PRINCIPALMENTE DA "DÍVIDA".DEPOIS QUANDO A MASSA CRÍTICA FOR ALCANÇADA VAMOS TODOS TER A PAGA COMO NOS OUTROS PAÍSES...
O COSTA ESSE ENQUANTO NÃO HOUVER UM NOVO MARTIM MONIZ DO SEC XXI NÃO VAI PARAR.BASTA IR AO INTENDENTE...
Tuesday, October 5, 2010
"100" ANOS DE REPÚBLICA.48 DE SALAZAR
A república que produziu Salazar
5 de Outubro, 2010Por José António Saraiva
Os republicanos não faziam a menor ideia do que era governar, criando todas as condições para o aparecimento de um Messias
As comemorações do primeiro centenário da República, em que esta é apresentada como a salvação de um país envolto no mais negro obscurantismo, criarão nos espíritos menos avisados a ideia de que I República foi um mar de rosas.
Ora não pode haver ideia mais enganadora.
O regime republicano, em lugar de salvar Portugal, mergulhou-o numa crise profundíssima, criando todas as condições para o aparecimento de um Messias.
Os republicanos e os seus sucessores detestam Salazar. Ora Salazar não surgiu do nada. A subida de Salazar ao poder e o seu longuíssimo consulado explicam-se pelo estado desgraçado e caótico em que a I República deixou o país.
Do ponto de vista económico, do ponto de vista financeiro, do ponto de vista da ordem pública, do ponto de vista do prestígio do Estado, em suma, de quase todos os pontos de vista, a República foi uma autêntica calamidade.
Comecemos por um tema pouco abordado, até por ser incómodo: a violência.
A partir de meados do século XIX, a violência parecia definitivamente afastada da vida política portuguesa. Depois das desgraças da guerra civil e dos tumultos militares da primeira metade do século, Portugal parecia ter entrado na rota da acalmia e do progresso. Mas a República, de mãos dadas com a Maçonaria e a Carbonária, trouxe a violência de volta. A coisa começou em 1908, com o assassínio do Rei e do príncipe herdeiro. O 5 de Outubro nem foi violento - e a Monarquia caiu quase sem sangue. Mas a partir de 1915 é que foram elas. Nesse ano deu-se a revolta que depôs Pimenta de Castro e fez mais de 100 mortos, depois foi o atentado contra o chefe do Governo João Chagas, os assaltos aos estabelecimentos em Maio de 1917 que provocaram mais de 50 vítimas, a Leva da Morte, o assassínio de Sidónio Pais, a Noite Sangrenta com as suas rondas da morte e o massacre de alguns fundadores da República desiludidos com o regime como António Granjo, Machado Santos e Carlos da Maia - isto sem contar com um sem-número de revoltas que provocaram mortos e feridos e em certos períodos atingiram um ritmo semanal.
E, como ponto alto deste período marcado pela violência civil e militar, temos a famosa carnificina da Flandres, que custou ao país 15 mil mortos de jovens na flor da idade, mandados para a frente de combate pelo fervor ideológico de Afonso Costa e seus companheiros.
Perante este quadro negro, o movimento militar de 28 de Maio e a ocupação do poder pela tropa, e sobretudo a subida de Oliveira Salazar à chefia do Governo, seis anos depois, foram recebidos com um suspiro geral de alívio. Finalmente o país tinha paz!
A República fundou-se em duas ideias, ambas erradas: que as causas do atraso de Portugal estavam, em primeiro lugar, na existência de uma Monarquia, e em segundo lugar na influência da Igreja Católica.
Ora, que a existência de uma Monarquia não impedia o progresso, provava-o o facto de países avançados como a Inglaterra, a Bélgica ou a Holanda não precisarem de depor a Coroa para se desenvolverem.
Mas os republicanos só tinham olhos para França e acreditavam piamente que Portugal era atrasado porque tinha um Rei - o qual protegia os padres, que tinham uma influência nefasta sobre o povo.
Assim, a primeira coisa que os republicanos fizeram, depois de deporem a Monarquia, foi perseguir a Igreja, confiscar-lhe os bens, acabar com o ensino religioso e, de uma forma geral, afastar a Igreja Católica da área do poder e influência.
Só que, depois de terem feito tudo isso, os republicanos concluíram com angústia que o país não se desenvolvia, pelo contrário, definhava. Ou seja, verificaram que o país não era atrasado por causa do Rei e dos padres mas por outras razões.
A República fez com que Portugal se tornasse mais pobre porque o clima de instabilidade política e de violência assustou os industriais e os banqueiros, travando os investimentos e dizimando os poucos embriões de um Portugal moderno que existiam no princípio do século XX.
Na segunda metade do século anterior o país tinha conhecido efectivamente um certo desenvolvimento, tendo surgido um grupo de industriais e banqueiros com espírito capitalista - Alfredo da Silva, Burnay, Sotto Mayor, etc. - que prenunciava a entrada de Portugal nos tempos modernos. Ora estes embriões de um país desenvolvido foram dizimados no tempo da I República, levando o país a andar para trás.
Perante um quadro tão negro, Salazar, quando subiu ao poder, tinha tudo para vencer. Bastava-lhe fazer exactamente o contrário do que fizera a República, ou seja: restabelecer a ordem pública e a autoridade do Governo, equilibrar o Orçamento, normalizar as relações com a Igreja. Salazar só não restaurou a Monarquia porque, embora sendo monárquico, viu que isso não era decisivo e ia criar uma polémica desnecessária.
Além disso, Salazar percebeu que, à falta de uma classe empresarial, tinha de concentrar no Estado o desenvolvimento do país. Finalmente, substituiu o internacionalismo republicano, assente em ideias importadas de fora, por um nacionalismo intransigente.
Com estas ideias e uma grande eficácia na acção, Oliveira Salazar teve logo de início um apoio popular enorme. O que se percebe. No próprio ano em que assumiu a pasta das Finanças (1928) equilibrou as contas públicas e recusou um empréstimo da Sociedade das Nações, considerando as condições humilhantes para Portugal. Por isso foi designado o mago das Finanças .
E rapidamente restabeleceu a ordem pública, tornando Portugal de facto um país de brandos costumes . É certo que o fez à custa de uma Polícia política execrável, da proibição dos partidos, da censura à imprensa e do mais que sabemos. Mas, para termos uma ideia comparativa, durante o período que durou o Estado Novo foram mortos ou morreram na prisão 50 militantes do PCP (o partido mais fustigado pela PIDE). Isto, note-se, em 48 anos. Ora este número de mortos era frequentemente alcançado numa só noite, nas constantes revoltas que marcaram o tempo da I República.
O prestígio de Salazar ainda aumentaria quando, no princípio dos anos 40, evitou a entrada de Portugal na II Grande Guerra. Aí, tornou-se um Santo . E, mais uma vez, fez o contrário do que tinham feito os republicanos: onde estes tinham mandado os soldados para a Flandres, mal equipados e pior armados, para servirem de carne para canhão, ele seguiu o caminho oposto - e não só optou pela neutralidade como convenceu o vizinho Franco a fazer o mesmo. E em plena guerra na Europa ainda arranjou forças para organizar em Lisboa a grande Exposição do Mundo Português (1940).
Da fugaz I República ficaram pois, quase exclusivamente, as boas intenções. A intenção de educar o povo, de proteger o povo, de contar com o povo. Mas esse mesmo povo abandonou a República no primeiro momento, talvez pensando que de boas intenções está o Inferno cheio.
Isto também explica que a República tenha durado uns escassos 16 anos, enquanto o período seguinte (1926-74, dominado por Salazar entre 1928 e 1968) durou uns longos 48 anos, ou seja, três vezes mais.
Tudo somado, pode dizer-se que a I República não deixou saudades. E se hoje se comemora com tanto fervor é mais por razões ideológicas - e porque no poder está o partido que herdou a tradição republicana, o Partido Socialista - do que pelas virtudes que mostrou.
jas@sol.pt
É, OS "NOVOS REPUBLICANOS", TEORIZARAM QUE O "MAL" MAIOR DE PORTUGAL ERA O "COLONIALISMO" MESMO QUE DE ILHAS DESABITADAS FALASSEM.ARRUMARAM O ASSUNTO COMO SE SABE.MAS NÃO É QUE OS MESMOS GAJOS AGORA QUEREM UM IMPÉRIO CÁ DENTRO E POR NOSSA CONTA?FODA-SE...
AGORA QUE ESGOTARAM A "PESADA HERANÇA" SALAZARISTA DAS TAIS 866 TONELADAS DE OURO VAMOS VER QUANTO TEMPO VÃO DURAR...
5 de Outubro, 2010Por José António Saraiva
Os republicanos não faziam a menor ideia do que era governar, criando todas as condições para o aparecimento de um Messias
As comemorações do primeiro centenário da República, em que esta é apresentada como a salvação de um país envolto no mais negro obscurantismo, criarão nos espíritos menos avisados a ideia de que I República foi um mar de rosas.
Ora não pode haver ideia mais enganadora.
O regime republicano, em lugar de salvar Portugal, mergulhou-o numa crise profundíssima, criando todas as condições para o aparecimento de um Messias.
Os republicanos e os seus sucessores detestam Salazar. Ora Salazar não surgiu do nada. A subida de Salazar ao poder e o seu longuíssimo consulado explicam-se pelo estado desgraçado e caótico em que a I República deixou o país.
Do ponto de vista económico, do ponto de vista financeiro, do ponto de vista da ordem pública, do ponto de vista do prestígio do Estado, em suma, de quase todos os pontos de vista, a República foi uma autêntica calamidade.
Comecemos por um tema pouco abordado, até por ser incómodo: a violência.
A partir de meados do século XIX, a violência parecia definitivamente afastada da vida política portuguesa. Depois das desgraças da guerra civil e dos tumultos militares da primeira metade do século, Portugal parecia ter entrado na rota da acalmia e do progresso. Mas a República, de mãos dadas com a Maçonaria e a Carbonária, trouxe a violência de volta. A coisa começou em 1908, com o assassínio do Rei e do príncipe herdeiro. O 5 de Outubro nem foi violento - e a Monarquia caiu quase sem sangue. Mas a partir de 1915 é que foram elas. Nesse ano deu-se a revolta que depôs Pimenta de Castro e fez mais de 100 mortos, depois foi o atentado contra o chefe do Governo João Chagas, os assaltos aos estabelecimentos em Maio de 1917 que provocaram mais de 50 vítimas, a Leva da Morte, o assassínio de Sidónio Pais, a Noite Sangrenta com as suas rondas da morte e o massacre de alguns fundadores da República desiludidos com o regime como António Granjo, Machado Santos e Carlos da Maia - isto sem contar com um sem-número de revoltas que provocaram mortos e feridos e em certos períodos atingiram um ritmo semanal.
E, como ponto alto deste período marcado pela violência civil e militar, temos a famosa carnificina da Flandres, que custou ao país 15 mil mortos de jovens na flor da idade, mandados para a frente de combate pelo fervor ideológico de Afonso Costa e seus companheiros.
Perante este quadro negro, o movimento militar de 28 de Maio e a ocupação do poder pela tropa, e sobretudo a subida de Oliveira Salazar à chefia do Governo, seis anos depois, foram recebidos com um suspiro geral de alívio. Finalmente o país tinha paz!
A República fundou-se em duas ideias, ambas erradas: que as causas do atraso de Portugal estavam, em primeiro lugar, na existência de uma Monarquia, e em segundo lugar na influência da Igreja Católica.
Ora, que a existência de uma Monarquia não impedia o progresso, provava-o o facto de países avançados como a Inglaterra, a Bélgica ou a Holanda não precisarem de depor a Coroa para se desenvolverem.
Mas os republicanos só tinham olhos para França e acreditavam piamente que Portugal era atrasado porque tinha um Rei - o qual protegia os padres, que tinham uma influência nefasta sobre o povo.
Assim, a primeira coisa que os republicanos fizeram, depois de deporem a Monarquia, foi perseguir a Igreja, confiscar-lhe os bens, acabar com o ensino religioso e, de uma forma geral, afastar a Igreja Católica da área do poder e influência.
Só que, depois de terem feito tudo isso, os republicanos concluíram com angústia que o país não se desenvolvia, pelo contrário, definhava. Ou seja, verificaram que o país não era atrasado por causa do Rei e dos padres mas por outras razões.
A República fez com que Portugal se tornasse mais pobre porque o clima de instabilidade política e de violência assustou os industriais e os banqueiros, travando os investimentos e dizimando os poucos embriões de um Portugal moderno que existiam no princípio do século XX.
Na segunda metade do século anterior o país tinha conhecido efectivamente um certo desenvolvimento, tendo surgido um grupo de industriais e banqueiros com espírito capitalista - Alfredo da Silva, Burnay, Sotto Mayor, etc. - que prenunciava a entrada de Portugal nos tempos modernos. Ora estes embriões de um país desenvolvido foram dizimados no tempo da I República, levando o país a andar para trás.
Perante um quadro tão negro, Salazar, quando subiu ao poder, tinha tudo para vencer. Bastava-lhe fazer exactamente o contrário do que fizera a República, ou seja: restabelecer a ordem pública e a autoridade do Governo, equilibrar o Orçamento, normalizar as relações com a Igreja. Salazar só não restaurou a Monarquia porque, embora sendo monárquico, viu que isso não era decisivo e ia criar uma polémica desnecessária.
Além disso, Salazar percebeu que, à falta de uma classe empresarial, tinha de concentrar no Estado o desenvolvimento do país. Finalmente, substituiu o internacionalismo republicano, assente em ideias importadas de fora, por um nacionalismo intransigente.
Com estas ideias e uma grande eficácia na acção, Oliveira Salazar teve logo de início um apoio popular enorme. O que se percebe. No próprio ano em que assumiu a pasta das Finanças (1928) equilibrou as contas públicas e recusou um empréstimo da Sociedade das Nações, considerando as condições humilhantes para Portugal. Por isso foi designado o mago das Finanças .
E rapidamente restabeleceu a ordem pública, tornando Portugal de facto um país de brandos costumes . É certo que o fez à custa de uma Polícia política execrável, da proibição dos partidos, da censura à imprensa e do mais que sabemos. Mas, para termos uma ideia comparativa, durante o período que durou o Estado Novo foram mortos ou morreram na prisão 50 militantes do PCP (o partido mais fustigado pela PIDE). Isto, note-se, em 48 anos. Ora este número de mortos era frequentemente alcançado numa só noite, nas constantes revoltas que marcaram o tempo da I República.
O prestígio de Salazar ainda aumentaria quando, no princípio dos anos 40, evitou a entrada de Portugal na II Grande Guerra. Aí, tornou-se um Santo . E, mais uma vez, fez o contrário do que tinham feito os republicanos: onde estes tinham mandado os soldados para a Flandres, mal equipados e pior armados, para servirem de carne para canhão, ele seguiu o caminho oposto - e não só optou pela neutralidade como convenceu o vizinho Franco a fazer o mesmo. E em plena guerra na Europa ainda arranjou forças para organizar em Lisboa a grande Exposição do Mundo Português (1940).
Da fugaz I República ficaram pois, quase exclusivamente, as boas intenções. A intenção de educar o povo, de proteger o povo, de contar com o povo. Mas esse mesmo povo abandonou a República no primeiro momento, talvez pensando que de boas intenções está o Inferno cheio.
Isto também explica que a República tenha durado uns escassos 16 anos, enquanto o período seguinte (1926-74, dominado por Salazar entre 1928 e 1968) durou uns longos 48 anos, ou seja, três vezes mais.
Tudo somado, pode dizer-se que a I República não deixou saudades. E se hoje se comemora com tanto fervor é mais por razões ideológicas - e porque no poder está o partido que herdou a tradição republicana, o Partido Socialista - do que pelas virtudes que mostrou.
jas@sol.pt
É, OS "NOVOS REPUBLICANOS", TEORIZARAM QUE O "MAL" MAIOR DE PORTUGAL ERA O "COLONIALISMO" MESMO QUE DE ILHAS DESABITADAS FALASSEM.ARRUMARAM O ASSUNTO COMO SE SABE.MAS NÃO É QUE OS MESMOS GAJOS AGORA QUEREM UM IMPÉRIO CÁ DENTRO E POR NOSSA CONTA?FODA-SE...
AGORA QUE ESGOTARAM A "PESADA HERANÇA" SALAZARISTA DAS TAIS 866 TONELADAS DE OURO VAMOS VER QUANTO TEMPO VÃO DURAR...
OS DANOS COLATERAIS DO MULTICULTURALISMO NA EUROPA
Des Allemands tués dans l'attaque d'un drone au Pakistan
LEMONDE.FR avec AFP et Reuters | 05.10.10 | 07h06 • Mis à jour le 05.10.10 | 07h43
Huit insurgés, parmi lesquels des Allemands d'origine turque, ont été tués, lundi 4 octobre, par un drone américain, dans les zones tribales du Pakistan, près de la frontière afghane, ont annoncé des responsables locaux de la sécurité. "Cinq rebelles allemands d'origine turque et trois rebelles locaux ont été tués" dans l'attaque, indique une source sécuritaire au Pakistan. "Les militants étaient membres d'un groupe intitulé Djihad Islami", ont précisé sans plus de détails des responsables des services secrets pakistanais.
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Germany's Federal Criminal Police Office told AP on Monday that as many as 220 people from Germany have traveled to Pakistan and Afghanistan to visit terrorist training camps, and at least 70 have received training. Last week a Pakistani intelligence official told the agency that approximately 60 Germans are thought to currently be in North Waziristan.
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POR CÁ ONDE HAVIA O POVO MAIS COESO DO MUNDO, APESAR DO ELEVADO % DE TRAIDORES INTERNACIONALISTAS,O QUE ESTÁ A DAR É IMPORTAR A POBREZA E 5AS COLUNAS ALHEIAS.E DAR-LHES DEPRESSA O PASSAPORTE.PARA FICAREM IGUAIS.QUANDO SE SENTIREM COM FORÇA VÃO VER A RETRIBUIÇÃO...O QUE ALIÁS JÁ SE SENTE.A POLÍCIA QUER BLINDADOS...
A DESORGANIZAÇÃO SOCIAL PROMOVIDA PELOS INTERNACIONALISTAS TRANSFORMA OS INDÍGENAS EM ESCRAVOS DA DIFERENÇA E PEÇAS DE CAÇA GROSSA AS OVELHINHAS MANSINHAS DO RECTÂNGULO...SEM RECIPROCIDADE EM LADO NENHUM.
E VENHAM OS TURCOS TODOS PORQUE ESTES SÃO POUCOS...
LEMONDE.FR avec AFP et Reuters | 05.10.10 | 07h06 • Mis à jour le 05.10.10 | 07h43
Huit insurgés, parmi lesquels des Allemands d'origine turque, ont été tués, lundi 4 octobre, par un drone américain, dans les zones tribales du Pakistan, près de la frontière afghane, ont annoncé des responsables locaux de la sécurité. "Cinq rebelles allemands d'origine turque et trois rebelles locaux ont été tués" dans l'attaque, indique une source sécuritaire au Pakistan. "Les militants étaient membres d'un groupe intitulé Djihad Islami", ont précisé sans plus de détails des responsables des services secrets pakistanais.
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Germany's Federal Criminal Police Office told AP on Monday that as many as 220 people from Germany have traveled to Pakistan and Afghanistan to visit terrorist training camps, and at least 70 have received training. Last week a Pakistani intelligence official told the agency that approximately 60 Germans are thought to currently be in North Waziristan.
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POR CÁ ONDE HAVIA O POVO MAIS COESO DO MUNDO, APESAR DO ELEVADO % DE TRAIDORES INTERNACIONALISTAS,O QUE ESTÁ A DAR É IMPORTAR A POBREZA E 5AS COLUNAS ALHEIAS.E DAR-LHES DEPRESSA O PASSAPORTE.PARA FICAREM IGUAIS.QUANDO SE SENTIREM COM FORÇA VÃO VER A RETRIBUIÇÃO...O QUE ALIÁS JÁ SE SENTE.A POLÍCIA QUER BLINDADOS...
A DESORGANIZAÇÃO SOCIAL PROMOVIDA PELOS INTERNACIONALISTAS TRANSFORMA OS INDÍGENAS EM ESCRAVOS DA DIFERENÇA E PEÇAS DE CAÇA GROSSA AS OVELHINHAS MANSINHAS DO RECTÂNGULO...SEM RECIPROCIDADE EM LADO NENHUM.
E VENHAM OS TURCOS TODOS PORQUE ESTES SÃO POUCOS...
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10% DOS PANELEIROS ESTÃO INFECTADOS PELO SIDA.ENVOLVIDOS EM ASSASSINATOS QUAL SERÁ A %?
Mata amante gay por 13 mil euros
Manuel Morais, 58 anos, acusado de raptar, assassinar e enterrar Antero Nunes. Depois, levou amigos a ver Benfica-Marítimo com dinheiro da vítima.
ULTIMAMENTE A SUA "VIOLÊNCIA" CONJUGAL TEM DADO MORTOS QUE NUNCA MAIS ACABAM...
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ULTIMAMENTE A SUA "VIOLÊNCIA" CONJUGAL TEM DADO MORTOS QUE NUNCA MAIS ACABAM...
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