Saturday, August 29, 2009

A MINISTRA DA MUITA PARRA E POUCA UVA

Gripe A: Portugal é o segundo país europeu com maior incidência de infecções
Portugal é o segundo país europeu com maior incidência de infecções de gripe A (H1N1), com 20,9 casos por cada cem mil habitantes, a seguir ao Reino Unido, com 21,4 casos por cada cem mil habitantes.

SEMPRE DETECTEI FACILITISMOS EXAGERADOS.CONSELHOS INADEQUADOS, COMO AQUELA DE "NÃO HAVER INCONVENIENTE DE VIAJAR PARA O MÉXICO NO PICO DA CRISE...
PARECE QUE O QUE INTERESSAVA ERA QUE TODOS FICASSEM INFECTADOS...

JPP DÁ UMA COÇA AO MISSIONÁRIO LOUÇÃ

09:13 (JPP)


COISAS DA SÁBADO: MALAGRIDA ENCARNADO


O precedente português (embora fosse italiano) de Louçã é o padre jesuíta Gabriel Malagrida. O jesuíta tinha fama de santo e conheceu altos e baixos na sua carreira de pregador entre Portugal e o Brasil, entre um rei e outro. Só quando chegou ao Marquês é que tudo acabou mal, na fogueira. Malagrida notabilizou-se por um texto que escreveu sobre o terramoto de 1755, em resposta a um panfleto explicativo das causa naturais do fenómeno, encomendado pelo Marquês que era homem das Luzes. Anote-se desde já, que não foi esse texto que motivou a sua execução, apenas o seu desterro, mas sim outros escritos considerados de “lesa-majestade“.

Hoje, um Malagrida moderno teria muitos votos pelas suas pregações, se em vez do terramoto, se tratasse de “explicar” a “crise”. E, em vez do cadafalso, teria o prime-time da televisão, onde os jornalistas babados pela sua oratória lhe dão o papel ímpar de ser o julgador moral do PS e do PSD. Ele não está lá no ecrã para dizer o que pretende o Bloco de Esquerda, mas sim para, sempre com os mesmos trejeitos, flamejar de ameaças os infames que causaram o tremor de terra. Por trejeitos refiro-me a capacidade histriónica de Louça de conseguir não só falar como sublinhar com um traço facial e uma inflexão de voz, as sua próprias palavras, não vá a gente não as perceber.

Também Malagrida apelava a ideias simples, embora erradas, a fés que não se questionam, a medos comuns, aos traumatizados pelo desastre e aos crédulos de sempre, aos zangados pela vida e aos que esperam por milagres, acima de tudo aos que procuram em tempos difíceis uma ilusão a que se agarrar, porque o real é demasiado pobre e fraco e mau. Malagrida propunha-lhes práticas salvíficas e imediatas, procissões e devoções. O mundo de Malagrida era simples e os maus e os bons estavam separados por um abismo fundo. Os maus mandavam na terra e os bons sabiam como se ia para o Céu. Os maus propunham “causas naturais” para os desastres para iludir a sua responsabilidade, os bons acreditavam que um Deus feroz tinha que ser aplacado na sua vingança, pela restituição das coisas mundanas a uma “ordem natural” que tinha sido rompida pela incredulidade. Para Malagrida, as causas do terramoto eram divinas:

Sabe Lisboa, que os únicos destruidores de tantas casas e palácios, assoladores de tantos templos e conventos, homicidas de tantos habitantes, os incêndios devoradores de tantos tesouros não são cometas, não são estrelas, não são vapores ou exalações, não são fenómenos, não são contingências ou causas naturais, mas são unicamente os nossos intoleráveis pecados.
O discurso de Louçã tem a mesma lógica do de Malagrida. O mal, os “intoleráveis pecados”, é uma coisa a que ele chama de “ganância” dos ricos e poderosos, ou seja, o capitalismo, embora ele prefira a classificação moral à política, porque esta última podia ser muito reveladora na sua genealogia. Para restaurar a Jerusalém divina, é necessário que se entre no reino da “Justiça”, ou seja, da igualdade, da solidariedade, onde todos os homens são felizes. Quem é que ousa contestar a “justiça”? Só os maus. Quem é que ousa questionar a ira divina? Só os ímpios.

A experiência histórica tem precedentes para estas palavras de Louça. Elas só são novas porque a memória é muito curta. É que se as tomarmos como elas são, desnudadas da sua ganga retórica, trata-se de um discurso de extrema-esquerda assente numa visão comunista da sociedade, onde há um brutal intervalo entre a “justiça” exigida e a “justiça” realizada. Esse intervalo é o de uma sociedade totalitária, de uma ditadura do Bem sobre o Mal. Malagrida perceberia muito bem este mundo.

GUERRILHA IMPORTADA

29 Agosto 2009 - 00h30

Seixal: Polícia no rasto de 20 a 30 elementos do bairro Quinta da Princesa
Gang ataca com coletes antibala
A PSP do Seixal acredita que os distúrbios do início desta semana no bairro da Quinta da Princesa, na Cruz de Pau, foram causados por um grupo altamente organizado, com cerca de 20 a 30 elementos.


Aquartelado num prédio devoluto deste bairro, o gang usa coletes balísticos para a realização de assaltos à mão armada – e é suspeito, por exemplo, do ataque ao restaurante Boi na Brasa, na Cruz de Pau, em Julho.

O grupo está, ao que o CM apurou, também ligado aos 20 arguidos do processo ‘Cárcere Privado’, alguns deles até por laços familiares. Criminalmente, os dois gangs participaram em negócios de tráfico de droga e em assaltos à mão armada.

Provas disso, encontrou-as a PSP num prédio devoluto da praceta do Lobito. Controlados os distúrbios da madrugada da última terça-feira, em que agentes e viaturas policiais foram atacados à pedrada e com cocktails-molotov, a PSP entrou no imóvel. Para impedir a revista, os suspeitos espalharam pelas escadas uma mistura de óleo e gasolina, semelhante à usada nos motins de Paris. Apesar das dificuldades, a PSP apreendeu no local documentação, dinheiro, bens pessoais e coletes à prova de bala usados em assaltos. Um dos crimes que, ao que tudo indica, terá sido possível imputar ao grupo foi o assalto ao restaurante Boi na Brasa.

Na noite de 10 de Julho, cinco encapuzados, de caçadeira, pistola, facas, machado e taser irromperam no restaurante e atacaram funcionários e clientes. Várias pessoas foram agredidas à coronhada e o gang escapou com 300 euros.


PARA QUANDO UM MINISTRO DAS COLÓNIAS?

A NOSSA RIQUEZA SEGUNDO A POLÍTICA ISCTE












Sintra
Pânico no comboio com rixa entre grupos
por DANIEL LAMHoje


Quatro dezenas de africanos envolveram-se à pancada dentro da carruagem. Agrediram-se a murro e pontapé, à paulada e com armas brancas, incluindo catanas. No mesmo dia, um jovem foi esfaqueado noutro comboio.

O pânico instalou-se entre os passageiros do comboio, quando parou na estação de Queluz e entrou um grupo de cerca de 20 indivíduos que se envolveu em confrontos com outro grupo que já seguia naquela carruagem, na noite de quinta-feira. Dois deles ficaram feridos com facadas e outros dez foram identificados pela PSP. Nenhum passageiro foi atingido, mas a comissão de utentes exige mais presença policial a bordo.

As versões dos acontecimentos são ainda pouco consistentes, porque quase todos os indivíduos envolvidos nos confrontos fugiram quando se aperceberam da chegada dos polícias. Fala-se de dois grupos rivais de guineenses e cabo-verdianos, residentes no Cacém e em Monte Abraão (Queluz), que se agrediram a murro e pontapé, à paulada e com armas brancas, incluindo catanas.

PARA QUANDO UM MINISTRO DAS COLÓNIAS?

Friday, August 28, 2009

CÁ OS CÓDIGOS COPIADOS DOS ALEMÃES NÃO DÃO PARA REABRIR O CASO DAS FP-25?

La policía alemana detiene a una ex terrorista de la RAF por un asesinato de 1977
Muestras de ADN halladas en los comunicados con los que la organización terrorista reivindicaba la autoría del atentado la vinculan con el crimen

OU CÁ É TUDO A FAZER DE CONTA?

CALMA QUE AINDA FALTAM OS DA ROMÉNIA,HUNGRIA,E OUTROS.ELES CÁ CHEGARÃO...

28 Agosto 2009 - 00h30

Lisboa: Vivem num acampamento próximo e atacam comerciantes
“Cabeça partida com martelo”
"Bastou-me dizer a um miúdo para parar de espalhar os produtos pela farmácia e estalou a confusão" com familiares do menor, recorda ao CM Paula Sequeira, uma das vítimas do ataque de anteontem à tarde na farmácia Moura, na travessa da Memória, Lisboa. A directora técnica foi arrastada pelos cabelos até ao exterior da farmácia e o seu sócio, ao socorrê-la, ficou com a cabeça partida depois de ser atingido com um martelo, arremessado por uma jovem, de 17 anos. As duas vítimas tiveram de receber tratamento no Hospital de São Francisco Xavier.


Só a Equipa de Intervenção Rápida da PSP conseguiu parar os agressores – mais de dez elementos de uma família que vive num acampamento daquela zona. A rua foi cortada ao trânsito duas horas.

"Como se não bastasse, a rapariga [tia do menor que esteve na origem do crime] ainda nos mostrou uma faca e disse que nos ia matar", recorda a farmacêutica. Antes disso, já tinha partido a montra do estabelecimento com um martelo.

Ao que o CM apurou, este tipo de incidente é frequente na zona – sempre provocados "por esta família ou pessoas próximas", contam os moradores. "As crianças vêm distrair os donos das lojas para depois roubar. Já não é a primeira vez." Antes da farmácia, o menor ainda provocou desacatos numa cabina telefónica, numa papelaria e numa loja de fotografias.

É QUE TER ESTATÍSTICAS BOAS NA NATALIDADE DÁ UM TRABALHÃO AOS POLÍTICOS QUE TÃO CIENTIFICAMENTE NOS GOVERNAM.PARA MERECEREM AS PENSÕES VITALICIAS...

A NOSSA RIQUEZA E A MÃE ÁFRICA

Tinha ido ver a namorada e foi assassinado
00h29m
CARLOS VARELA
Alcino Tavares, de 25 anos, foi assassinado à facada, ontem, quinta-feira, no Barreiro, na sequência de um confronto com o antigo companheiro da namorada. A vítima tinha ido ver a namorada.

O crime ocorreu pouco depois das 13 horas, num prédio da Rua Voz do Operário, nas escadas que dão acesso ao andar onde vivia a namorada de Alcino Tavares.

Vítima e agressor, de 33 anos, angolano, residiam no Vale da Amoreira, um bairro problemático do concelho da Moita, já seriam conhecidos e inclusivamente teria havido conflitos anteriores.

Ao início da tarde de ontem, a vítima foi ver a namorada, que residia com a mãe e chegou a estar com ela. Naquela residência vive também um menor, filho do antigo companheiro.

No entanto, cerca das 13 horas, surgiu o suspeito do crime, que justificou a sua presença com a necessidade de ver o filho. O recém-chegado começou a discutir com a antiga companheira e Alcino interveio para apoiar a namorada, chegando a haver confrontos físicos entre os dois.

O antigo companheiro da mulher acabou por puxar de uma arma branca, com a qual lhe desferiu dois golpes, um no peito e outro na perna de Alcino, fugindo logo depois. A vítima foi transportada ao hospital, mas acabou por morrer, esvaindo-se em sangue.

Não obstante as graves consequências, o caso foi, no entanto, muito rápido e os vizinhos só se aperceberam depois de uma ambulância e os carros da PSP começarem a chegar à zona. "Ninguém deu por nada", adiantou um morador ao JN.

No próprio prédio os moradores não tiveram a noção de que tinha ocorrido um homicídio. O casal que vive no andar abaixo do apartamento onde reside a jovem disse, ao JN, não ter dado conta de nada. "Tínhamos as duas televisões ligadas", afirmaram.

Cerca das 22 horas de ontem, a Polícia Judiciária e a PSP ainda procuravam o suspeito do crime, no Vale da Amoreira, na Cidade Sol e no Bairro das Palmeiras, locais para onde o indivíduo poderia ter fugido.
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Os inspectores da PJ dirigiram-se de imediato para a casa da mãe de Saddam – um pedreiro, de 39 anos, de origem congolesa – com a sua foto na mão, mas dentro do bairro todos disseram que não o viram desde manhã.

Segundo CM apurou junto de um primo da vítima, Saddam e Alcino até "já foram amigos". Ambos viviam há mais de dez anos no bairro do Vale da Amoreira, mas a relação azedou há cerca de um ano e meio, quando Alcino foi viver com Sara, ex-companheira de Saddam, para o Alto do Seixalinho, no centro do Barreiro. Só que "ele nunca aguentou ser trocado por outro homem e ainda por cima mais novo", acrescenta Silvino Duarte.

"Foi vingança por ela não o querer mais", disse ontem ao CM a mãe de Sara, que se recusou a dar o nome. "Enganou-a a dizer que queria ver o filho", lamenta a progenitora da jovem, de 19 anos. A PJ continuava ontem à noite à procura do homicida, mas até à hora de fecho desta edição Saddam ainda continuava a monte. O corpo de Alcino deverá ser hoje autopsiado.

COMEÇAVA HOJE A TRABALHAR NA PADARIA DO SOGRO

Alcino Garcia Tavares, 25 anos, nasceu em Cabo Verde, mas estava em Portugal há mais de dez anos e já adquirira nacionalidade portuguesa.


E A MANUELA NÃO ANUNCIOU UM MINISTRO DAS COLÓNIAS...