Tuesday, October 1, 2013

O QUE NOS ANDA A ESCRAVIZAR DEPOIS DA ENTREGA DE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO E COM DIREITO A EXPULSÕES EM MASSA E CONFISCO DE BENS...

Los ‘tories’ endurecen su mensaje contra la inmigración

Incluirán en su programa de las elecciones generales de 2015 la promesa de eliminar la ley británica de Derechos Humanos

ISSO DE DAR A OUTRA FACE VAI DERRUBAR AS ESQUERDAS.O ZÉ POVINHO É MANSO MAS ACABA POR CHEGAR LÁ.QUANDO CHEGAR CUIDEM-SE...

ESTRANGEIRO EXTRA-COMUNITÁRIO SÓ DEVERIA RECEBER PRESTAÇÕES SOCIAIS NO VALOR DAQUILO QUE PORVENTURA TENHA DESCONTADO.MAS NÓS SABEMOS QUE ANDAMOS A PAGAR A SALVAÇÃO DO PLANETA QUE ALIÁS É NACIONALIZADO QUASE NA HORA...

SÓ NUM ANO

Mais de 30 mil perdem o Rendimento Social de Inserção

por Lusa, texto publicado por Sofia FonsecaOntem23 comentários
O número de beneficiários do Rendimento Social de Inserção voltou a cair em agosto, havendo agora 265.303 pessoas a receber esta prestação, menos cerca de 4 mil que em julho e menos 30.389 do que em agosto de 2012.
Os números são do Instituto da Segurança Social (ISS), cuja atualização de dados feita hoje revela que em agosto havia 265.303 beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI), menos 4.317 do que em julho.
Já olhando para o período homólogo de 2012, a diminuição é bastante maior, com uma quebra de 10,27% no número de beneficiários, já que em agosto do ano passado havia 295.692 pessoas a receberem RSI, mais 30.389 do que as atuais 265.303.
Também ao nível das famílias continua a diminuição que se tem vindo a registar desde as alterações, introduzidas em julho de 2012, na atribuição das prestações sociais.
Segundo o ISS, são agora 107.725 famílias que recebem o RSI, menos 1.723 do que em julho e menos 8.443 do que em agosto de 2012.
A concentração tanto de beneficiários como de famílias continua a fazer-se nos distritos de Lisboa, Porto e Setúbal.
Ao nível dos beneficiários, existem 75.440 no Porto, 52.698 em Lisboa e 21.940 em Setúbal. Já em relação às famílias, há 31.126 no Porto, 21.752 em Lisboa e 8.819 em Setúbal.
Os dados do ISS mostram também que no total dos beneficiários, a maioria são mulheres (135.743). A maioria (44.453) têm menos de 18 anos. Este é o grupo etário que mais recebe esta prestação social, já que também entre os homens, 47.642 com menos de 18 anos recebem o RSI.
Olhando para os valores médios da prestação por beneficiário, houve um aumento entre julho e agosto, passando de 82,81 euros para 83,28 euros. Aumento que se verifica também quando comparando com agosto de 2012, quando o valor médio era de 81,47 euros.
Também o valor médio por família subiu entre julho e agosto, aumentando de 206,70 euros para 207,37. Valor que, no entanto, diminuiu face aos 210,16 euros de agosto de 2012.

AINDA POR CIMA DIVIDAM AQUILO QUE ANDAM A PEDIR.E TANTO DIVIDIRAM E DISTRIBUIRAM SEM RECIPROCIDADES EM LADO NENHUM QUE A IDEOLOGIA OS FEZ FALIR JÁ 3 VEZES.DONDE OS GOVERNADOS INDÍGENAS SEREM MANSOS POIS JÁ DEVERIAM TER DESPACHADO A RAPAZIADA DEMOCRATA TODA.ISTO SE QUEREM SER UM PAÍS INDEPENDENTE COM UM ESTADO DE DIREITO EUROPEU.,ACABEM COM OS PROF KARAMBA E VAMBOS INDÍGENAS!

NA LONGA NOITE FASSISTA O PIORIO QUE PODERIA HAVER ERAM OS CANTINEIROS BRANCOS QUE VENDIAM LINHA A METRO EM ÁFRICA.AGORA NESTA DEMOCRACIA SALVADORA DO MUNDO QUE NOS ESCOLHA O CHIQUE É DEPOIS DE ANOS E ANOS DE MARXISMO DESTILADO NA ESCOLA PÚBLICA É TERMOS CANTINEIROS PRETOS VENDEDORES DE PROMESSAS...

16 MIL EUROS

Professor Bambo foi a tribunal acusado de extorsão

por Lusa, texto publicado por Sofia FonsecaOntem60 comentários
Professor Bambo foi a tribunal acusado de extorsão
Fotografia © João Manuel Ribeiro/Global Imagens

O senegalês Bambo Guirassy, autointitulado "Grande Medium Vidente" Professor Bambo, começou hoje a ser julgado no Porto por estar acusado de ter extorquido 16 mil euros a três casais.

Um dos casais, Francisco e Isménia Gonçalves, apresentou queixa contra o arguido e este, depois disso, devolveu-lhe já os 7.500 euros que lhe haviam sido pagos por conta da consulta e do tratamento alegadamente prestados em 2008 e no ano seguinte.
Isménia e o marido disseram em tribunal que procuraram os serviços do professor Bambo numa altura em que enfrentavam grandes dificuldades na quinta onde trabalhavam, em Alijó.
"Fizeram-nos a vida negra lá na quinta", recordou Isménia, que hoje se encontra desempregada.
O filho, que também lá estava empregado, foi despedido e ela e o marido tiveram igual sorte mais tarde.
O casal ouviu muitos elogios a Bambo, na Rádio Voz de Lamego, e tentou a sua sorte marcando também uma consulta, em agosto de 2008.
"Mestre Africano, com mais de 28 anos de experiência, resolve com eficiência problemas de família, amor, trabalho, heranças, complicações com filhos entre outros", publicita Bambo em meios diversos.
Francisco e Isménia Gonçalves acreditaram que o professor podia ter o remédio para os seus males e, por telefone, marcaram então a consulta.
A consulta foi no Porto e o casal pagou por ela "40 euros", o que os surpreendeu, segundo afirmaram, porque lhes tinham garantido que era gratuita.
O pior, porém, de acordo com os Gonçalves, foi quando Bambo, após a consulta, se virou para eles e disse que tinham de lhe passar dois cheques, justificando que era "para trazer sorte para saírem da miséria em que estavam".
Isménia acedeu e passou então dois cheques, um de 4.000 euros e outro de 3.500 euros.
"O segundo cheque foi o professor Bambo que o acabou de preencher", contou, tendo realçado que saiu dessa primeira consulta "aterrorizada"
Segundo contaram, o vidente ameaçou-os, dizendo que podiam "correr riscos" se falassem.
Isménia e o marido afirmaram, também que, na consulta, Bambo falou em francês na parte inicial, sendo as suas palavras traduzidas por um intérprete, e mais tarde, após este sair, "falou em português várias vezes".
"Percebia-se perfeitamente", salientou Isménia.
Hoje, Bambo exprimiu-se sempre em francês e o tribunal precisou de uma tradutora.
O casal não viu, contudo, os seus problemas resolvidos, apresentou queixa na GNR contra Bambo e reclamou deste a devolução dos 7.500 euros que lhe entregaram.
O astrólogo devolveu-lhes todo o dinheiro, mas negou ter ameaçado os seus clientes ou exercido qualquer tipo de pressão sobre eles.
Interrogado pela juíza presidente do coletivo que o julga desde hoje, Paula Pires, o arguido alegou que antes de vir para Portugal, em 1998, trabalhou "14 anos em França e na Bélgica" e também realçou que "não é coerente" publicitar os seus serviços e depois pressionar os seus clientes".
"Sou uma pessoa de paz. Nunca ameaçaria os clientes, não sou assim", afirmou Bambo, negando, ainda, ter alguma vez usado um tom agressivo com o casal Gonçalves, como consta da acusação.
Quanto aos dois cheques passados em seu nome, respondeu que houve "acordo" entre as duas partes.

CASO NÃO MODIFIQUEM O PARAÍSO SOCIALISTA VIGENTE VÃO MESMO QUE ESQUERCER AS PENSÕES E REFORMAS, O ESTADO DE DIREITO,A NAÇÃO E NO FIM PORTUGAL.PORQUE O QUE TÊM ANDADO A CONSTRUIR É UM SOBADO EM QUE O INDÍGENA SÓ SERVE PARA PAGAR.PÁ OS TRAIDORES DA LONGA NOITE FASSISTA CONTINUARAM A TRAIR NA DEMOCRACIA AVANÇADA E ESTARÃO SEMPRE DISPOSTOS A CONTINUAR A FAZÊ-LO...CUIDEM-SE!

PS

REPAREM QUE TODOS OS INIMIGOS DO TEMPO DO FASSISMO AGORA SÃO CONSIDERADOS AMIGOS DE PEITO.DÊM A OUTRA FACE QUE LENTAMENTE VÃO TER QUE DAR O CUZINHO E MESMO A RICA VIDINHA...

Monday, September 30, 2013

UMA DEMOCRACIA VIGOROSA ADEPTA DO TUDO E DO SEU CONTRÁRIO.E COM IMENSOS RESISTENTES NA LUTA CONTRA O NEOLIBERALISMO...



O PROBLEMA É QUE VAI FICAR TUDO MULATO DEPOIS DA ENTREGA DE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO.PRECISAMOS DE MAIS MONHÉS A GOVERNAR QUE SÃO OS QUE PERCEBEM DA PODA...

TAL COMO O ALENTEJO VOLTOU A SER DOS COMUNISTAS O IMPÉRIO AINDA VAI VOLTAR A SER NOSSO...

LUXEMBURGOPublicado há 29.09.13 00:16

Reportagem: Crise em Portugal empurra emigrantes guineenses para o Luxemburgo e cria "duplo exílio"

A crise em Portugal está a forçar os emigrantes de origem guineense a emigrarem novamente para outros países europeus. Muitos dos que chegam ao Luxemburgo à procura de trabalho têm agora de sustentar as famílias que deixaram na Guiné-Bissau e em Portugal.

Quintino Gomes, da associação Luso-Guineense Bissau Lanta, diz que os emigrantes de origem guineense são obrigados a sair de Portugal para fugir à crise. Um duplo encargo para quem deixou família nos dois países, e tem de partilhar o pouco que ganha com a família na Guiné e em Portugal
Foto: Manuel Dias
António Agô chegou a Portugal em 1999, para fugir ao golpe de Estado na Guiné-Bissau que deixou a economia “paralisada”, mas dez anos depois a crise em Portugal obrigou-o a emigrar novamente. Veio para o Luxemburgo em 2009, no mesmo ano em que obteve o passaporte português, mas desde que chegou já viveu a falência da empresa de construção Soccimo, que em 2011 deixou 400 portugueses no desemprego. Desde então, só encontrou trabalho temporário.
"Trabalhar um mês, ficar parado duas semanas" tem sido a vida deste pedreiro de 50 anos nos últimos dois anos, e o que ganha ainda tem de chegar para enviar dinheiro para a mulher e os quatro filhos que ficaram na Guiné-Bissau e para ajudar um irmão desempregado e as sobrinhas em Portugal. "Tenho de mandar dinheiro para pagar a renda e para a comida deles. Fiquei com este peso todo em cima".
Contas feitas, o que ganha mal chega para viver. "Recebo o salário mínimo [cerca de 1.580 euros] e pago 450 euros por um quarto duplo num café. Quatrocentos e cinquenta euros de renda aqui, 350 em Portugal, 300 para a família na Guiné, mais a comida, quanto é que sobra?".
António admite que não sobra nada, e há muitos meses em que o que ganha não chega sequer para pagar as contas.
"Todos os meses mando dinheiro para a mulher e os filhos. Agora no início das aulas todos os dias telefonam. As aulas começam na segunda-feira e até agora não consegui o dinheiro para lhes mandar para pagar os livros, as roupas e a própria comida".
Esta é a situação em que vivem a maior parte dos emigrantes de origem guineense no Luxemburgo, um número que tem vindo a aumentar e que rondará já as duas mil a três mil pessoas, segundo estimativas das associações guineenses no país.
"Em Portugal resolvemos formar a nossa família, e agora tivemos de a abandonar. Ficámos com dois encargos: encargos na Guiné, porque as pessoas estão desempregadas e na miséria e temos de partilhar o que ganhamos com eles, e encargos em Portugal", explica Quintino Gomes, membro da associação Luso-Guineense Bissau Lanta no Luxemburgo. "Isto penaliza-nos muito, porque nunca conseguimos ter uma vida confortável. Estamos sempre em dívida: temos dívidas em Bissau e em Portugal, somos grandes devedores", diz.
Com o dinheiro contado, "há famílias a viverem situações difíceis" no Luxemburgo. "Conheço um caso em que duas pessoas viviam numa cave, a pagarem 400 euros cada uma", contou Quintino Gomes, à margem de um debate sobre os 40 anos da independência na Guiné-Bissau, este sábado.
Associações recebem cada vez mais pedidos de ajuda
Ao Círculo de Ligação das Associações de Estrangeiros (CLAE) chegam quase todos os dias emigrantes de origem guineense à procura de trabalho, e o número tem aumentado nos últimos dois anos.
"A maioria dos emigrantes guineenses têm nacionalidade portuguesa, e são obrigados a sair devido à crise em Portugal”, explica Lúcia Coelho, assistente social no CLAE. A associação ajuda-os a "inscrever os filhos na escola, a fazer o pedido de abono ou de reagrupamento familiar, e a preparar o curriculum ou a inscreverem-se na ADEM (Centro de Emprego)", disse a assistente social, frisando que "há famílias em situação de precariedade".
A maioria dos emigrantes de origem guineense que chegam ao Luxemburgo são pouco qualificados e trabalham no sector da construção.
“Os homens trabalham na construção e as mulheres na limpeza. É um pouco a realidade também da emigração portuguesa, embora em menor grau do que há alguns anos”, disse Sérgio Ferreira, porta-voz da Associação de Apoio a Trabalhadores Imigrantes (ASTI, na sigla em francês).
À ASTI chegam também muitos pedidos de ajuda de emigrantes guineenses, sobretudo para obter autorizações de residência ou apoios sociais.
“Eles fogem da Guiné por causa da situação económica e política, primeiro para Portugal, pensando que lá encontram a solução. Mas depois têm de fugir de Portugal para outros lados por causa da crise, e é de facto um duplo exílio”, disse o porta-voz da ASTI.
No Luxemburgo, há já cinco associações de emigrantes guineenses, tendo a mais antiga sido criada em 2006 e a mais recente há apenas dois meses, segundo a assistente social do CLAE, que ajudou as associações a formalizarem a sua constituição.
“É uma forma de mostrarem a sua cultura e de serem um suporte para os recém-chegados”, explica Lúcia Coelho.
As associações uniram-se para organizar uma exposição no Centro Cultural Português, inaugurada no aniversário da independência da Guiné-Bissau, a 24 de Setembro, e que terminou hoje com um debate sobre a situação da comunidade guineense no Luxemburgo.
Paula Telo Alves (agência Lusa / Wort.lu/pt)

MAS JÁ SABEM TEMOS QUE RECEBER MENOS PARA OUTROS RECEBEREM MAIS.E NADA DE IR COMPARAR COM OS AFECTOS NA DESCOLONIZAÇÃO TRADUZIDOS NA ALTURA POR EXPULSÕES EM MASSA E O ROUBO DOS BENS...

O RUMO PARA ÁFRICA CÁ DENTRO VAI CONTINUAR

AGORA QUE OS NOVOS PORTUGUESES E IMIGRANTES VOTARAM BEM ALGUÉM VAI TER QUE CONTINUAR A PAGAR-LHES E A DAR A OUTRA FACE.ATÉ PORQUE A ÁFRICA CONTINUA CHEIA DE AFECTOS...

PS

AQUELES 3 PADRES A NORTE QUE FORAM ROUBADOS E SOVADOS POR ESTRANGEIROS FACE AO PARAÍSO DE CRIMINOSOS EM QUE TRANSFORMARAM PORTUGAL É QUE DEVEM ENVIAR UMA CARTA AO PAPA FRANCISCO PARA QUE ELE CONTINUE A FAVORECER O SALVAMENTO DO PLANETA ONDE TODOS SÃO FILHOS DE DEUS...E CLARO POR NOSSA CONTA!

Saturday, September 28, 2013

ORA ORA BASTA PRENDEREM A LE PEN.TUDO O QUE SEJA "EXTREMA DIREITA" DEVE SER PRESA.ENQUANTO OS COMUNISTAS NÃO TOMAREM CONTA DE TUDO...

La grande peur des élus face au risque FN

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Claude Bartolone, Harlem Désir, Jean-Marc Ayrault et Bruno Le Roux (de gauche à droite), lors des journées parlementaires socialistes, à Bordeaux, le 24 septembre.

Le spectre du FN n'en finit pas de planer sur la rentrée politique. Un sentiment de panique semble envahir les partis de gouvernement, du PS à l'UMP. Plusieurs responsables socialistes redoutent de plus en plus que la séquence actuelle concentrée autour des questions fiscales et d'immigration soit un double piège qui se referme sur la majorité.