Sunday, May 26, 2013

A CAPITAL DO SOBADO EM CONSTRUÇÃO FALIDA?HORTAS URBANAS NOS JARDINS...

LISBOA

Câmara não tem resposta para pedidos de habitação social

por LusaHoje1 comentário
A Câmara de Lisboa não consegue dar resposta a cerca de 1500 pedidos de casa, um problema que a vereadora da Habitação, Helena Roseta, defende que podia ser resolvido com reabilitação de fogos municipais devolutos e construção nova.
"Andamos à volta dos 1800, 1900 pedidos [de habitação] homologados por ano. Agora a nossa capacidade de resposta anda à volta de uns 300 fogos por ano. É muito menos do que aquilo que as pessoas gostariam", disse a autarca, numa entrevista à agência Lusa.
Recordando que a autarquia não constrói habitação social desde 2003 (um esforço que contribuiu para grande parte do endividamento a longo prazo da Câmara de Lisboa), Helena Roseta entende que a Câmara de Lisboa devia voltar a investir em construção de nova habitação.
"Eu acho que se devia reabilitar [património municipal], e é o que estamos a fazer, mas também construir alguma coisa", nomeadamente "algumas centenas" nos bairros Padre Cruz e da Boavista.
Helena Roseta sublinha que a Câmara de Lisboa devia construir e reabilitar entre 500 a mil fogos por ano, sendo que à medida que fosse vendendo parte do seu património (como está a acontecer em programas como o Reabilita Primeiro, Paga Depois) "terá de garantir que reinveste em construção ou reabilitação de habitação" municipal.
"A Câmara de Lisboa não pode largar da mão essa grande responsabilidade. Não bastam os bairros sociais [que existem]. É uma coisa que está ao nosso alcance [financeiramente] e que nós devíamos conseguir fazer. Há uma necessidade permanente de repor um parque habitacional", afirma a vereadora.
Além disso, acrescenta, "todos os dias há mais uma pessoa que fica sem casa", porque "não consegue pagar a casa ao banco", e que, por isso, acabe por deixar a cidade.
"Não há casas suficientes. Ou melhor, há muitas, mas estão fechadas. Ou seja, o mercado não funciona", constata Helena Roseta.
Segundo conclusões do Censos 2011 citadas pela autarca, em Lisboa existem cerca de 50 mil casas vazias, a maior parte privadas, mas que estão fechadas por falta de condições ou pela expectativa dos particulares em que o mercado imobiliário melhore.
O património municipal vazio "já tem destino": as casas em bom estado são reabilitadas e são colocadas para arrendamento (programa renda convencionada ou em arrendamento social, nos bairros municipais) as em mau estado são vendidas para obras (Reabilita Primeiro, Paga Depois).
Segundo dados de Helena Roseta, a Câmara de Lisboa subsidia, através das rendas apoiadas e sociais em habitação municipal, 23 mil famílias lisboetas, o que significa um esforço de cerca de 75 milhões de euros por ano.
Por outro lado, desde 2009 que a autarquia está a receber menos cerca de seis milhões de euros em rendas, pela redução de rendimentos dos inquilinos municipais.

ISTO DE SALVAR O PLANETA FICA CARO.MAS COMO DÃO BOAS VOTAÇÕES...O PROBLEMA É QUE O "CONTRIBUINTE" JÁ ANDA A SER ARRASTADO DE MAIS E QUER SABER PARA ONDE VÃO AS MASSAS DOS SEUS IMPOSTOS.FUNDAÇÕES COMUNISTAS E SOCIALISTAS, FESTIVAIS AFRICANOS,E CASA SOCIAL AO PLANETA INTEIRO!DIGAM LÁ QUANTOS MILHÕES TÊM DE RENDAS EM ATRASO E SE ALGUMA VEZ OS VÃO RECUPERAR...
ENTÃO A UMA MÉDIA DE 5 FILHOS AS NECESSIDADES VÃO SEMPRE A SUBIR...E OS CONTRIBUINTES A FUGIR...
PS
A URSS CAIU PELA PARTE DAS MASSAS...COMO CAIU ESTE PARAÍSO DE CRIMINOSOS.APESAR DE ANDAREM EM NEGAÇÃO...CUIDEM-SE QUE DAQUI PARA A FRENTE O QUE VAI DAR "VOTAÇÃO" É QUEM SE APRESENTE COM IDEIAS "XENÓFOBAS" E NACIONALISTAS!UMA CHATICE NÃO É?

OS NOSSOS INTERNACIONALISTAS NÃO ENTREGARAM TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO?E ALGUÉM SE PREOCUPOU COM AS CONSEQUÊNCIAS PARA OS PORTUGUESES LEGÍTIMOS?ALGUNS VIVENDO LÁ HÁ CENTENAS DE ANOS?E QUE ATÉ FORAM CONFISCADOS?FAZER RETORNAR QUEM ANDA A VIVER DOS IMPOSTOS DOS PORTUGUESES TEM POR ISSO MORAL...

Janos do multiculturalismo










É evidente que em cenário de crise - que já não é crise, é declínio, empobrecimento que veio para ficar - a questão das minorias étnicas, até há pouco entendida como mero resultado de migrações de força de trabalho, assume a real dimensão de um problema civilizacional. Altercações de bairro, tensões de vizinhança, suspeição e xenofobia sempre existiram. Durante os anos de falsa abundância endividada, pensaram os sociólogos que tudo se reduzia à desigualdade de oportunidades, a diferenças de rendimento e propriedade, bem como a pontuais dificuldades de inserção. Os problemas eram calados com subsídios, as ONG's lucravam com o paternalismo da caridade laica, inventavam-se lugares para gente que não produzia, escolas e programas para os que não queriam estudar, linhas a fundo perdido para dourar a auto-estima daqueles que se pensava queriam entrar na Cidade herdeira do Iluminismo, da revolução da liberdade, da igualdade e da fraternidade. Um magrebino, um paquistanês ou um bangla queriam, cada uma à sua maneira, transformar-se em europeus. 

Porém, na década de 90, a Europa descobriu que na agonizante Jugoslávia croatas matavam sérvios, que bósnios eram massacrados por croatas, que albaneses trucidavam sérvios com uma ferocidade tamanha que até o mais escorreito e miserável cardápio do linearismo marxista se mostrava impotente para compreender a profundidade das raízes que levam ao choque. Aquela gente havia morado paredes meias durante séculos - ortodoxos, católicos e muçulmanos viviam nos mesmos bairros e aldeias - a estrutura das diferentes comunidades era similar, sendo também análogas as possibilidades de ascensão social, o reconhecimento e recompensa pelo mérito de cada um. Não fosse a dimensão intangível da religião, da maneira de ver o mundo, da honra e dos deveres que cada um transportava, a Jugoslávia era um modelo eloquente de triunfo de uma ideia artificial de nação acima da ferocidade tribal. Tudo isso ruiu em meses.

Infelizmente, na Europa Ocidental, ninguém quis estudar o tema. Havia, é certo, uma Frente Nacional em França, o discurso "anti-imigração" ia conquistando adeptos, as comunidades migrantes iam-se enquistando em guetos, respondendo aos infantis chamamentos da assimilação com algo que então foi tolamente interpretado como um direito à diferença. Para alindar o problema que se acastelava, inventou-se - nobilitando-o com a chancela da universidade - o multiculturalismo. É evidente que nessa empresa jogou forte o oportunismo da extrema-esquerda anti-democrática em busca de novos nichos eleitorais, como forte jogou o capitalismo do lucro-imediato que reduz a vida social ao mercado. Agora sabe-se que a própria ideia de Europa, confundida com apaziguamento pelo consenso democrático, nada diz a populações que possuem uma hierarquia de valores que não só desprezam (como odeiam) o principio democrático, como contra ele se rebelam em nome de uma verdade inegociável e superior de natureza religiosa. A macabra decapitação londrina, os graves incidentes de ontem na Suécia, a guerra dos minaretes na Suíça, a matança congeminada por Breivik na Noruega, a quase guerra interétnica na Bélgica, na Holanda, na Áustria e em França, a instalação do caos na Grécia, tudo são manifestações claras de algo que vai abrir portas a uma nova era. É tempo, decididamente, dos governantes europeus pensarem, legislarem e agirem para evitar o pior pois, tudo o indica, estamos na iminência de algo de terrível. A Europa, pela estupidez de angelismos, abstrações e agendas para a desestabilização está a caminho de novas formas de hitlerismo.

Há anos, de passagem por Lisboa, fui em romagem ao Mosteiro dos Jerónimos. Era um dia de semana. Para além dos turistas, deparei-me com outra enchente, desta vez miúdos de uma qualquer escola secundária. Eram aos centos. As professoras gritavam, urravam mesmo, para impor autoridade a essa mole de rapazes e raparigas trazidos dos arrabaldes da capital. Verifiquei que as turmas eram, na sua grande maioria, mistas; ou seja, em cada trinta alunos, mais de metade constituídas por gente oriunda das áfricas, das ásias e até de mais longe. Tentei estudar-lhes o semblante. A professora lá ia gritando a aula. O olhar dos alunos era apagado, distante, de olímpica desatenção. Ali falta tudo: a curiosidade, o interesse pela matéria portuguesa, a falta de compreensão pela ideia de Portugal. Saí dali com a clara sensação que a cidadania não se faz. Ou se tem, ou não passa de ficção.

OI INTERNACIONALISTAS DA PRÓXIMA VEZ DEVEM FAZER ISTO NUM 10 DE JUNHO E TAMBÉM NA PRAÇA DO IMPÉRIO...

RDP África Parade assinala 50.º aniversário da União Africana

Artigos Geral

 
22 de Maio de 2013

No dia 25 de Maio, a partir das 13h00, a zona do Rossio em Lisboa, Portugal, acolhe o espectáculo RDP África Parade. A iniciativa assinala os 50 anos desde a criação da Organização de Unidade Africana, hoje conhecida por União Africana.
De acordo com a organização, será um dia de festa que servirá para mostrar uma África positiva, cheia de vida, cores, cheiros e ritmos. O objectivo é reunir na capital lusa a riqueza das culturas do continente africano. Um desfile, do Rossio até ao Terreiro do Paço, em que todos os participantes poderão cantar, dançar e mostrarem os seus trajes típicos. A RDP África ajuda na festa levando um camião com música que serve de farol do desfile, que tem início marcado para as 15h00.
No Terreiro do Paço, estará montado um palco que receberá uma série de artistas conhecidos do grande público.
Toda a gente pode participar, seja individualmente ou em grupo, como uma associação, escola de dança ou grupo etnográfico.

FOI LINDO ONTEM.O IMPÉRIO AGORA SÓ CÁ DENTRO E POR NOSSA CONTA.E ONDE NINGUÉM SE QUEIXA DE "CORTES"...
SÓ O LUXO DE TEREM UMA RTPÁFRICA,UMA RDPÁFRICA,ETÇ,ETÇ,ETÇ...

PS

MAS OLHEM QUE OS MULATOS ERAM POUCOS.E FOI PARA ISSO QUE ELES VIERAM CERTO?

RESERVA?PENSÃO? Ó GASPAR PARA QUANDO A TABELA GERAL SALARIAL DEDUZIDA MANTENDO A ESCALA DE UMA DO SALAZAR?

Defesa

Militares perdem 20% da pensão

Ministro da Defesa quer cortar o suplemento da condição militar a quem está na reserva.

ESTE ADVOGADO DEVE ANDAR COM TENDÊNCIAS SUICIDAS...

EM QUESTÕES FISCAIS SOMOS UMA DITADURA.SEM GARANTIAS NENHUMAS.QUER-SE DIZER O ZÉ POVINHO SEM ESCRITÓRIO DE ADVOGADOS...

Impostos

Fisco passa quatro milhões de multas

Administração Fiscal passou quatro milhões de multas a contribuintes durante 2012. 

PORRA QUE DESTA VEZ COMI PARTE DO FRANGO.SEM SABER LER E ESCREVER...QUER-SE DIZER AO ESTILO PAGAS E RECLAMAS.RECLAMEI E AGUARDO RESPOSTA.

MAIS UM A QUEM SAIU O EUROMILHÕES OBRA DOS QUE NOS VIERAM ENRIQUECER AGORA QUE O MUNDO É UM SÓ...

Loures: Imigrante brasileiro preso pela judiciária

Raptado e morto por 1170 euros

Vingança sexual e roubo na origem do homicídio de José Martins Silva.
O triângulo amoroso em que se envolveu foi fatal para José Martins Silva, que, tal como a Judiciária suspeitava, e o CM anteontem avançou, foi mesmo assassinado, depois de raptado em Loures e roubado, numa vingança sexual. O corpo, que terá sido queimado, está por encontrar, mas na madrugada de ontem a PJ prendeu um imigrante brasileiro que mantinha uma relação amorosa com a mesma mulher que a vítima, de 53 anos.
O técnico de máquinas estava na moradia, onde vivia sozinho, em Fanhões, Loures, quando foi raptado no último dia 12, um domingo. Deixou para trás as luzes, televisão, computador e aquecedor ligados; além da chave da carrinha de trabalho, que estava estacionada no pátio, na ignição. José Martins Silva foi levado no seu carro, Volkswagen Passat, depois abandonado em Olhão.
Entre os dias 12 e 14, a vítima foi forçada a dar o código do cartão multibanco e o raptor levantou da sua conta 1170 euros (ver infografia) que lá estavam. Depois, José Martins Silva foi assassinado – dia 20, quando caiu na conta a pensão mensal de invalidez do Exército, o dinheiro já não foi levantado.

QUER-SE DIZER CÁ O MUNDO É UM SÓ MAS NÃO O É EM TODO O LADO...MAS PRONTOS OS JACOBINOS QUEREM SER MELHORES DO QUE OS DO VATICANO E EM VEZ DE DAREM A SUA FACE OBRIGAM O ZÉ POVINHO A DAR A DELE...

Saturday, May 25, 2013

PRIMEIRO LIVRARAM-SE DOS PRETOS E AGORA IRÃO FAZER O MESMO DOS PANELEITROS?

RUSIA No contaba con autorización oficial

Detenidos varios líderes homosexuales en Moscú en la marcha del orgullo gay

Xavier Colás | Moscú

El Parlamento quiere prohibir 'la propaganda gay' en todo el país. Varios activistas atacados en una manifestación similar en Kiev.

PERCEBEM AGORA PORQUE É QUE A ACADEMIA DAS CIÊNCIAS DA EX-URSS RECUOU PARA O ISCTE?