Thursday, April 15, 2010
O SOCIAL DOS PASSISTAS
QUE OS LIBERAIS DO PSD, ESSES EMÉRITOS FUTUROS REVISORES DA CONSTITUIÇÃO, QUE ENVIEM JÁ ANTENAS DO "SOCIAL" PARA OS PALOPS.NADA MELHOR DO QUE MANTER A NOSSA FUTURA RIQUEZA A PAR DAS BOAS NOVAS E DOS NOVOS DIREITOS.PODEM JUNTAR UM POSTER DA FAMÍLIA DO CHEFE...EMBORA A DIFERENÇA PREFERISSE AO CONTRÁRIO, ISTO É, UM PRETO COM UMA BRANCA...
PORTANTO SEM A AJPAS E OS 2000X2000 EUROS MENSAIS A RIQUEZA NUNCA CHEGARÁ...
HIV/Sida
Seropositivos alertados para importância de tomarem medicamentos à hora certa
A sida é uma doença crónica diferente das outras. A eficácia do tratamento não comporta esquecimentos. Mas muitos doentes com HIV revelam dificuldades em cumprir a medicação. O projecto Hospital na Comunidade pretende recordá-los da importância de o fazerem.
Resultado de uma parceria entre o Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) e a Associação de Jovens Promotores da Amadora Saudável (AJPAS), o Hospital na Comunidade pretende, «através de formação e de educação», melhorar a adesão à terapêutica na infecção pelo HIV, explicou à agência Lusa Teresa Branco, do serviço de infecciologia daquela unidade de saúde.
«A necessidade de fazer a terapêutica de uma forma correcta na infecção pelo HIV é muito superior à das outras doenças crónicas», explica a médica.
A ideia do projecto é, acrescenta, «conseguir que esta mensagem seja transmitida», de «uma forma simples mas eficaz», junto das comunidades.
«Temos que ajudar os nossos doentes a fazer aquilo que não pedimos a outros doentes - que é ter uma adesão quase a cem por cento», frisa.
«Não é fácil a curto prazo, é muito difícil a médio prazo e muitíssimo mais difícil a longo prazo, que é aquilo que neste momento temos que lhes pedir», adianta.
Isto porque «os vírus estão a ganhar resistência ao medicamentos» e «se os doentes não estão bem tratados continuam a passar a infecção a outras pessoas», alerta.
«É uma medida de saúde pública», resume.
«Estamos a pedir-lhes», assume a médica, que, no contexto de uma «vida activa e ocupada», «não se esqueçam nunca, nunca, de tomar os seus medicamentos».
Realçando que vê os seus doentes como «uns heróis», Teresa Branco admite: «Eu tenho noção, em relação a mim própria, que tenho dificuldade em cumprir dez dias de antibiótico e, portanto, aquilo que lhes estou a pedir é que eles façam durante anos e anos a fio a sua medicação de uma forma extremamente correcta, ou seja, às horas a que a gente lhes pede, sem se esquecerem quando vão passar um fim de semana, sem se esquecerem quando vão ao cinema».
Para tal, acredita, é essencial «que as pessoas percebam a importância daquilo que lhes pedimos e por que lhes estamos a pedir».
E isso o Hospital na Comunidade vai fazer «quase porta a porta, dia a dia, na comunidade, na vida diária das pessoas».
Os «dois mil doentes» com HIV seguidos no Amadora-Sintra são diferentes de outros porque integram comunidades com «grandes carências», «muito excluídas, que não se chegam ao sistema de saúde», descreve.
«Sentimos necessidade de ir até à comunidade porque a comunidade não vem muitas vezes até nós, ou vem só nas situações de urgência», refere Teresa Branco.
Os doentes vão ao hospital, mas «de corrida» - à consulta buscar medicamentos e logo voltam para as suas casas.
«E às vezes temos alguma dificuldade em transmitir [a mensagem sobre a importância de cumprir a terapêutica] quando estamos nos hospitais, porque as nossas consultas têm um tempo contado quase e no fundo temos outras coisas para [lhes] falar», diz a especialista.
Acreditando que a modificação dos comportamentos se faz «por dentro», Teresa Branco diz que o «medo» da sida releva de um «grande desconhecimento ainda».
«É esse desconhecimento que queremos ultrapassar, as pessoas têm medo daquilo que não conhecem», sustenta.
O protocolo do projecto Hospital na Comunidade - financiado pela Comissão Nacional de Luta Contra a Sida - será assinado hoje, numa cerimónia no Hospital Fernando Fonseca, que conta, entre outros, com a Alta Comissária da Saúde, Maria do Céu Machado, e o coordenador nacional para a Infecção HIV/Sida, Henrique Barros.
ESTARÃO JÁ NACIONALIZADOS?SÓ 2000?ENTÃO QUEM GASTA O MEIO SUBMARINO POR ANO?
Os «dois mil doentes» com HIV seguidos no Amadora-Sintra são diferentes de outros porque integram comunidades com «grandes carências», «muito excluídas, que não se chegam ao sistema de saúde»,
QUE NADA LHES FALTE.OS CAPITALISTAS AINDA EMPRESTAM.SEMPRE PODEM IR CORTANDO LÁ NO PORTUGAL PROFUNDO E IR ENTREGANDO PARTES DO PAÍS AOS ESPANHÓIS...
O QUE INTERESSA É O MEU TETRANETO RECEBER A SUA PENSÃOZINHA PAGA PELA NOSSA RIQUEZA, MAS CUIDADO EM PRESTAÇÕES SUAVES...
Seropositivos alertados para importância de tomarem medicamentos à hora certa
A sida é uma doença crónica diferente das outras. A eficácia do tratamento não comporta esquecimentos. Mas muitos doentes com HIV revelam dificuldades em cumprir a medicação. O projecto Hospital na Comunidade pretende recordá-los da importância de o fazerem.
Resultado de uma parceria entre o Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) e a Associação de Jovens Promotores da Amadora Saudável (AJPAS), o Hospital na Comunidade pretende, «através de formação e de educação», melhorar a adesão à terapêutica na infecção pelo HIV, explicou à agência Lusa Teresa Branco, do serviço de infecciologia daquela unidade de saúde.
«A necessidade de fazer a terapêutica de uma forma correcta na infecção pelo HIV é muito superior à das outras doenças crónicas», explica a médica.
A ideia do projecto é, acrescenta, «conseguir que esta mensagem seja transmitida», de «uma forma simples mas eficaz», junto das comunidades.
«Temos que ajudar os nossos doentes a fazer aquilo que não pedimos a outros doentes - que é ter uma adesão quase a cem por cento», frisa.
«Não é fácil a curto prazo, é muito difícil a médio prazo e muitíssimo mais difícil a longo prazo, que é aquilo que neste momento temos que lhes pedir», adianta.
Isto porque «os vírus estão a ganhar resistência ao medicamentos» e «se os doentes não estão bem tratados continuam a passar a infecção a outras pessoas», alerta.
«É uma medida de saúde pública», resume.
«Estamos a pedir-lhes», assume a médica, que, no contexto de uma «vida activa e ocupada», «não se esqueçam nunca, nunca, de tomar os seus medicamentos».
Realçando que vê os seus doentes como «uns heróis», Teresa Branco admite: «Eu tenho noção, em relação a mim própria, que tenho dificuldade em cumprir dez dias de antibiótico e, portanto, aquilo que lhes estou a pedir é que eles façam durante anos e anos a fio a sua medicação de uma forma extremamente correcta, ou seja, às horas a que a gente lhes pede, sem se esquecerem quando vão passar um fim de semana, sem se esquecerem quando vão ao cinema».
Para tal, acredita, é essencial «que as pessoas percebam a importância daquilo que lhes pedimos e por que lhes estamos a pedir».
E isso o Hospital na Comunidade vai fazer «quase porta a porta, dia a dia, na comunidade, na vida diária das pessoas».
Os «dois mil doentes» com HIV seguidos no Amadora-Sintra são diferentes de outros porque integram comunidades com «grandes carências», «muito excluídas, que não se chegam ao sistema de saúde», descreve.
«Sentimos necessidade de ir até à comunidade porque a comunidade não vem muitas vezes até nós, ou vem só nas situações de urgência», refere Teresa Branco.
Os doentes vão ao hospital, mas «de corrida» - à consulta buscar medicamentos e logo voltam para as suas casas.
«E às vezes temos alguma dificuldade em transmitir [a mensagem sobre a importância de cumprir a terapêutica] quando estamos nos hospitais, porque as nossas consultas têm um tempo contado quase e no fundo temos outras coisas para [lhes] falar», diz a especialista.
Acreditando que a modificação dos comportamentos se faz «por dentro», Teresa Branco diz que o «medo» da sida releva de um «grande desconhecimento ainda».
«É esse desconhecimento que queremos ultrapassar, as pessoas têm medo daquilo que não conhecem», sustenta.
O protocolo do projecto Hospital na Comunidade - financiado pela Comissão Nacional de Luta Contra a Sida - será assinado hoje, numa cerimónia no Hospital Fernando Fonseca, que conta, entre outros, com a Alta Comissária da Saúde, Maria do Céu Machado, e o coordenador nacional para a Infecção HIV/Sida, Henrique Barros.
ESTARÃO JÁ NACIONALIZADOS?SÓ 2000?ENTÃO QUEM GASTA O MEIO SUBMARINO POR ANO?
Os «dois mil doentes» com HIV seguidos no Amadora-Sintra são diferentes de outros porque integram comunidades com «grandes carências», «muito excluídas, que não se chegam ao sistema de saúde»,
QUE NADA LHES FALTE.OS CAPITALISTAS AINDA EMPRESTAM.SEMPRE PODEM IR CORTANDO LÁ NO PORTUGAL PROFUNDO E IR ENTREGANDO PARTES DO PAÍS AOS ESPANHÓIS...
O QUE INTERESSA É O MEU TETRANETO RECEBER A SUA PENSÃOZINHA PAGA PELA NOSSA RIQUEZA, MAS CUIDADO EM PRESTAÇÕES SUAVES...
QUEM PAGOU AS GARANTIAS TAMBÉM DEVERIA ESTAR A SER JULGADO
Governo autorizou fardas para a Polónia
Lisboa
00h28m
SUSANA OTÃO
O chefe dos serviços comerciais das Oficinas Gerais de Fardamento do Exército português, garantiu ontem em tribunal que não ganhou "um cêntimo" com uma venda virtual de fardas para as Forças Armadas da Polónia, que se saldou num prejuízo de cerca de 10 milhões de euros para do Exército português.
ESTE CASO CONTUDO DEMONSTRA COMO TODO O MUNDO É "COMIDO" POR CHICOS-ESPERTOS.E COMO AS CULPAS SÃO DEIXADAS PARA O PORTEIRO.ALGUÉM DE BOA FÉ ACREDITA QUE OS MILITARES QUE ANDAM A SER JULGADOS PARTICIPARIAM NUM ESQUEMA DESTES?QUE FATALMENTE SERIA DESCOBERTO?SE FOSSE UMA % AINDA SERIA LÓGICO, MAS PARTICIPAR NUMA BURLA?E O RESTO DOS RESPONSÁVEIS A NÍVEL EXÉRCITO E DO MINISTÉRIO DA DEFESA?
REPAREM QUE PARA ESTES ARGUIDOS O BOM NOME E O DIREITO FORAM PARA O LIXO SEM NINGUÉM TER RASGADO AS VESTES...
QUANTOS CASOS DESTES DE GOVERNAÇÃO ESTILO NOVAS OPORTUNIDADES NÃO HAVERÁ POR AÍ...
Lisboa
00h28m
SUSANA OTÃO
O chefe dos serviços comerciais das Oficinas Gerais de Fardamento do Exército português, garantiu ontem em tribunal que não ganhou "um cêntimo" com uma venda virtual de fardas para as Forças Armadas da Polónia, que se saldou num prejuízo de cerca de 10 milhões de euros para do Exército português.
ESTE CASO CONTUDO DEMONSTRA COMO TODO O MUNDO É "COMIDO" POR CHICOS-ESPERTOS.E COMO AS CULPAS SÃO DEIXADAS PARA O PORTEIRO.ALGUÉM DE BOA FÉ ACREDITA QUE OS MILITARES QUE ANDAM A SER JULGADOS PARTICIPARIAM NUM ESQUEMA DESTES?QUE FATALMENTE SERIA DESCOBERTO?SE FOSSE UMA % AINDA SERIA LÓGICO, MAS PARTICIPAR NUMA BURLA?E O RESTO DOS RESPONSÁVEIS A NÍVEL EXÉRCITO E DO MINISTÉRIO DA DEFESA?
REPAREM QUE PARA ESTES ARGUIDOS O BOM NOME E O DIREITO FORAM PARA O LIXO SEM NINGUÉM TER RASGADO AS VESTES...
QUANTOS CASOS DESTES DE GOVERNAÇÃO ESTILO NOVAS OPORTUNIDADES NÃO HAVERÁ POR AÍ...
SE SOMAREM O QUE ANDA ESCONDIDO...
Dívida externa nos 130% em 2013
Pode ser necessário aumentar impostos, diz Bruxelas, que aprovou estratégia económica para os próximos anos.
MAS QUEM VISITE OS LOCAIS ONDE SE ARRANJAM CARTÕES DO CIDADÃO E PASSAPORTES VÊ A IMENSA RIQUEZA QUE NOS PROCURA.SE UM DIA A EUROPA DEVOLVER OS "NACIONAIS" QUE AQUI SÃO FABRICADOS A MARTELO TODOS OS ANOS ÁS DEZENAS DE MILHAR PODEM DECRETAR LOGO O SOBADO DE LISBOA...
OS COBARDES QUE NO APARELHO DE ESTADO ASSISTEM Á DESTRUIÇÃO DA PÁTRIA PORTUGUESA PAGARÃO CARO UM DIA...
Pode ser necessário aumentar impostos, diz Bruxelas, que aprovou estratégia económica para os próximos anos.
MAS QUEM VISITE OS LOCAIS ONDE SE ARRANJAM CARTÕES DO CIDADÃO E PASSAPORTES VÊ A IMENSA RIQUEZA QUE NOS PROCURA.SE UM DIA A EUROPA DEVOLVER OS "NACIONAIS" QUE AQUI SÃO FABRICADOS A MARTELO TODOS OS ANOS ÁS DEZENAS DE MILHAR PODEM DECRETAR LOGO O SOBADO DE LISBOA...
OS COBARDES QUE NO APARELHO DE ESTADO ASSISTEM Á DESTRUIÇÃO DA PÁTRIA PORTUGUESA PAGARÃO CARO UM DIA...
NO DÉFICE TAMBÉM DEVE SER ASSIM...
Estatísticas oficiais
Detectada falha de 11 mil crimes em relatório anual
por VALENTINA MARCELINOOntem
Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo analisou o relatório oficial e quer mais rigor.
Solenemente, o vice-presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT), Paulo Pereira de Almeida, assinalou uma falha de mais de 11 mil crimes no Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2009. Este responsável falava no âmbito de um Think Tank, promovido ontem pelo OSCOT, para analisar o RASI e pediu mais rigor nos números oficiais, por uma questão de "integridade estatística".
EM PORTUGAL QUEM É TRATADO COMO CRIMINOSO SÃO AS VÍTIMAS...
Detectada falha de 11 mil crimes em relatório anual
por VALENTINA MARCELINOOntem
Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo analisou o relatório oficial e quer mais rigor.
Solenemente, o vice-presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT), Paulo Pereira de Almeida, assinalou uma falha de mais de 11 mil crimes no Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2009. Este responsável falava no âmbito de um Think Tank, promovido ontem pelo OSCOT, para analisar o RASI e pediu mais rigor nos números oficiais, por uma questão de "integridade estatística".
EM PORTUGAL QUEM É TRATADO COMO CRIMINOSO SÃO AS VÍTIMAS...
Wednesday, April 14, 2010
QUEM ESTÁ COM O PODER COME,QUEM NÃO ESTÁ CHEIRA
Tiago Monteiro também recebeu patrocínio
Taguspark pagou mais a Júdice que a Figo
por Carlos Rodrigues LimaOntem
Administrador do Taguspark denunciou a Isaltino Morais contrato de 460 mil euros com o escritório de advogados PLMJ, de José Miguel Júdice. E também um patrocínio ao piloto Tiago Monteiro.
O escritório de advogados de José Miguel Júdice terá cobrado 460 mil euros (mais 110 mil euros que o contrato com Luís Figo) ao Taguspark para a realização de uma auditoria que levantou dúvidas a Vítor Castro, um dos administradores executivos do parque tecnológico. "Desta auditoria apenas tive conhecimento do relatório que foi disponibilizado quando o senhor presidente da Câmara fez uma reunião com o conselho de administração. Se foi feito mais trabalho, não tenho informação sobre os objectivos e resultados obtidos", escreveu aquele administrado, em Junho de 2009, num memorando "pessoal e confidencial" dirigido a Isaltino Morais.
Neste documento - que consta do processo sobre suspeitas de corrupção passiva relativamente a um contrato entre o Taguspark e Luís Figo e a participação deste na campanha eleitoral do PS - outras situações foram elencadas pelo administrador do Taguspark: um contrato de aquisição de sinalética para o parque no valor no 650 mil euros, sendo que 300 mil já teriam sido pagos sem que o fornecimento do material tivesse acontecido; o patrocínio de 225 mil euros ao piloto de automóveis Tiago Monteiro (mais 75 mil previstos para 2010) sem que, até Junho de 2009, tenha sido "realizada qualquer contrapartida do patrocínio concedido".
Mais: a aquisição de um novo "Sistema de Informação e Gestão", no valor de 130 mil euros, "que passado mais de um ano ainda não está a funcionar", refere Vítor Castro, acrescentando o pagamento de 73 mil euros em Abril de 2008 "para a realização de uma festa de lançamento da nova imagem do Taguspark". "Decorreu mais de um ano e o evento ainda não se realizou".
Contactado pelo DN, José Miguel Júdice declarou não poder "comentar questões que apenas os clientes podem falar". "Este escritório tem 200 advogados, por ano trabalha milhares de horas, só os clientes é que podem dizer se o trabalho foi feito, se estão ou não satisfeitos e qual o preço". Também Isaltino Morais, presidente do Conselho de Administração do Taguspark, não quis adiantar nada em relação ao memorando do administrador Vítor Castro.
De acordo com informações recolhidas pelo DN, o escritório de José Miguel Júdice realizou uma sindicância à gestão do Taguspark, na sequência dúvidas lançadas pela Câmara de Oeiras (a principal accionista). Uma equipa de advogados da PLMJ esteve, segundo apurou o DN, durante um mês a analisar vasta documentação da Taguspark, entregando à administração um relatório final, "com milhares de páginas", segundo uma fonte próxima do processo.
TUDO MINUDÊNCIAS,TUDO LEGAL.TUDO MODERNO.QUANDO NÃO HOUVER DINHEIRO PARA PAGAR SALÁRIOS E PENSÕES, QUE POR CONSEQUÊNCIA TÊM QUE SER CONGELADOS E REDUZIDOS, CUIDEM-SE...
Taguspark pagou mais a Júdice que a Figo
por Carlos Rodrigues LimaOntem
Administrador do Taguspark denunciou a Isaltino Morais contrato de 460 mil euros com o escritório de advogados PLMJ, de José Miguel Júdice. E também um patrocínio ao piloto Tiago Monteiro.
O escritório de advogados de José Miguel Júdice terá cobrado 460 mil euros (mais 110 mil euros que o contrato com Luís Figo) ao Taguspark para a realização de uma auditoria que levantou dúvidas a Vítor Castro, um dos administradores executivos do parque tecnológico. "Desta auditoria apenas tive conhecimento do relatório que foi disponibilizado quando o senhor presidente da Câmara fez uma reunião com o conselho de administração. Se foi feito mais trabalho, não tenho informação sobre os objectivos e resultados obtidos", escreveu aquele administrado, em Junho de 2009, num memorando "pessoal e confidencial" dirigido a Isaltino Morais.
Neste documento - que consta do processo sobre suspeitas de corrupção passiva relativamente a um contrato entre o Taguspark e Luís Figo e a participação deste na campanha eleitoral do PS - outras situações foram elencadas pelo administrador do Taguspark: um contrato de aquisição de sinalética para o parque no valor no 650 mil euros, sendo que 300 mil já teriam sido pagos sem que o fornecimento do material tivesse acontecido; o patrocínio de 225 mil euros ao piloto de automóveis Tiago Monteiro (mais 75 mil previstos para 2010) sem que, até Junho de 2009, tenha sido "realizada qualquer contrapartida do patrocínio concedido".
Mais: a aquisição de um novo "Sistema de Informação e Gestão", no valor de 130 mil euros, "que passado mais de um ano ainda não está a funcionar", refere Vítor Castro, acrescentando o pagamento de 73 mil euros em Abril de 2008 "para a realização de uma festa de lançamento da nova imagem do Taguspark". "Decorreu mais de um ano e o evento ainda não se realizou".
Contactado pelo DN, José Miguel Júdice declarou não poder "comentar questões que apenas os clientes podem falar". "Este escritório tem 200 advogados, por ano trabalha milhares de horas, só os clientes é que podem dizer se o trabalho foi feito, se estão ou não satisfeitos e qual o preço". Também Isaltino Morais, presidente do Conselho de Administração do Taguspark, não quis adiantar nada em relação ao memorando do administrador Vítor Castro.
De acordo com informações recolhidas pelo DN, o escritório de José Miguel Júdice realizou uma sindicância à gestão do Taguspark, na sequência dúvidas lançadas pela Câmara de Oeiras (a principal accionista). Uma equipa de advogados da PLMJ esteve, segundo apurou o DN, durante um mês a analisar vasta documentação da Taguspark, entregando à administração um relatório final, "com milhares de páginas", segundo uma fonte próxima do processo.
TUDO MINUDÊNCIAS,TUDO LEGAL.TUDO MODERNO.QUANDO NÃO HOUVER DINHEIRO PARA PAGAR SALÁRIOS E PENSÕES, QUE POR CONSEQUÊNCIA TÊM QUE SER CONGELADOS E REDUZIDOS, CUIDEM-SE...
Tuesday, April 13, 2010
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