Saturday, July 28, 2007

A LESMA DO GOVERNO

15.3.07
A REVISÃO DO MAPA JUDICIÁRIO
[422] -- Once upon a time, 2006 era o ano da revisão do mapa judiciário. O ano de 2006 terminou sem que ninguém soubesse do seu paradeiro. Entretanto, entrados em 2007, o primeiro trimestre está quase a terminar. Para esta semana está prometida, por Alberto Costa, a apresentação dos princípios gerais do novo mapa judiciário, i.e. será apresentada uma «proposta contendo já a delimitação territorial e soluções orgânicas» (PÚBLICO, 12.3.2007). Ou seja, depois de 2006 ser o ano da revisão do mapa judiciário, 2007 promete ser o ano dos princípios gerais do novo mapa judiciário. Com um pouco de sorte, 2008 será o ano da revisão, dos princípios gerais e, at last, da implementação do novo mapa judiciário.


# posted by PG : 16:59

ARTISTIC NUDE WOMAN

ROUBADO NO KONTRATEMPOS

Quinta-feira, Julho 26

O CES E BOAVENTURA DE SOUSA SANTOS. O Centro de Estudos Sociais da Universidade Coimbra é um excelente pólo académico, de trabalho sério e de investigação científica. Tendo começado com muito pouco, conseguiu já bastante. Esse é um crédito que deve ser atribuído a várias pessoas, mas em particular a Boaventura de Sousa Santos. Dito isto, no âmbito das ciências sociais, «Coimbra» passou a ser entendida como um caso à parte.

Sobretudo desde a década de 1990 até aos nossos dias, «Coimbra» passou a ser sinónimo de BSS, de exclusividade interna do seu aparato teórico e de uma determinada forma de fazer ciência no mínimo discutível, que eu definiria -- na sociologia, sobretudo, onde é evidente o conflito com as restantes escolas e a auto-exclusão -- como uma prática de elevada sistematização teórica e de subvalorização metodológica e empírica. Isto é, formalização da teoria sem qualquer validação no real, ancorada numa filiação pós-moderna.

Isto foi ocorrendo paralelamente a um maior envolvimento de BSS em combates políticos que tornaram nebulosas as relações entre sujeito e objectos de estudo e que permearam de forma muito acentuada os trabalhos desenvolvidos no CES. Com o tempo, «Coimbra» foi solidificando o seu lugar num «paradigma emancipatório» por oposição a um «paradigma regulatório» que supostamente rege as outras escolas, Porto e Lisboa em particular, onde se valorizam coisas como a metodologia e a pluralidade epistemológica.

Vem isto a propósito da notícia que BSS recebeu uma menção honrosa «Libertador ao Pensamento Crítico», entregue por Hugo Chávez, um homem que diariamente cava um regime eminentemente ditatorial na Venezuela e que acaba por ser a expressão política dos esforços académicos de BSS. E isso causa incómodo a várias pessoas que trabalham no CES e que não querem, ou não podem, divergir abertamente do fundador do CES. A progressiva promiscuidade de BSS entre condições sociais (políticas) e condições teóricas (epistemológicas) é uma realidade à medida que o «seu» CES se foi institucionalizando e, em particular, desde que é Laboratório Associado do Estado.

Como se tem visto, BSS gosta muito de falar de liberdades e de pensamento crítico, mas é o primeiro a cair na vertigem do apoio a regimes ditatoriais, desde o recém-chegado Chávez a Fidel Castro. Depois, também é o primeiro a impedir o desenvolvimento de outras correntes teóricas no interior do CES, para além daquelas que vão sempre redundar aos fóruns sociais. Só é pena que dessa forma vá alienando o capital conquistado pelo CES e que, por contaminação, lance o anátema ideológico sobre os muitos projectos sérios que tanta gente ali procura desenvolver. Até quando?
Etiquetas: Boaventura de Sousa Santos, CES, Coimbra, Sociologia


# por Tiago Barbosa Ribeiro em 26.7.07 |

NISTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS NÓS PORTUGUESES TEMOS PARA EXPORTAR, MAS INFELIZMENTE ELES PREFEREM VIVER POR NOSSA CONTA...
AGARRADOS AO ORÇAMENTO ESTÃO FABRICANDO UM "HOMEM NOVO" QUE NINGUÉM QUER A NÃO SER ELES...

A JORNALISTA FOI SEM CUEQUINHA?

"Será que estou a ver bem, uma jornalista da RTP a entrevistar o embaixador do Irão em Lisboa, com véu, vestida até à nuca de escuro e com luvas pretas? Em Lisboa? Uma coisa é vestir-se de forma recatada dadas as sensibilidades, outra é vestir como uma iraniana em Lisboa. Se no tempo dos taliban também houvesse uma embaixada do Afeganistão em Lisboa, iria a senhora jornalista de burka? O problema é que já não nos respeitamos a nós próprios." RETIRADO DO ABRUPTO



SE ALGUM DIA ME CALHAR SER ENTREVISTADO PELA RTP QUERO UMA JORNALISTA JOVEM E VESTIDA DE SEDAS TRANSPARENTES...

Friday, July 27, 2007

CONCORDO COM O VM

Metas numéricas
O Ministro das Finanças e da Administração Pública anuncia a redução de 4 000 funcionários no 1º semestre deste ano, em virtude de um recrutamento inferior ao número de saídas (por aposentação, sobretudo). É um resultado assinalável. Mas se o Governo quer alcançar a sua anunciada meta de 75 000 funcionários a menos na legislatura, o ritmo de redução é claramente insuficiente (8 semestres vezes 4000 daria 32 000, menos de metade da referida meta).
Quando se apontam metas numéricas, convém ficar pelo menos próximo delas...
[Publicado por vital moreira] 27.7.07

DESPEDIR FAXINAS E CONTRATAR ASSESSORES DEVE CÁ DAR UM RESULTADÃO NO ORÇAMENTO...

RESOLVAM O ASSUNTO À MUGABE...

Um (?) País, dois sistemas (5)
A questão não está em saber que o Estado não deve pagar à Madeira para cumprir a lei do aborto -, o que, além de desprovido de base legal, seria um precedente que Jardim agradeceria. A questão está em fazer ver a Jardim o dinheiro do Estado que ele pode perder, se a não cumprir --, nomeadamente investimentos do Estado nas regiões, incluindo em projectos regionais.
Uma vez que a única coisa que parece mover o chefe do governo regional é o dinheiro, então que o Estado use a sério o argumento do dinheiro!
[Publicado por vital moreira] 27.7.07

ENVIAM DO CONTINENTE 3 PISTOLEIROS , ESPERAM À PORTA DO GOVERNO REGIONAL E ZÁS...
O HOMEM( O MUGABINHO)TAMBÉM É DE ESQUERDA... E AINDA AGORA PRATICOU ISSO NUM JORNALISTA DAQUELES QUE NUNCA MAIS QUER APRENDER...

SOMOS BONS NA MATÉRIA... E RICOS!

Portugal disponibiliza 65 M€ a Angola para triénio 2007/10

Portugal vai disponibilizar 65 milhões de euros a Angola durante os próximos três anos, no âmbito do Plano Indicativo de Cooperação (PIC), que irá incidir em áreas de maior necessidade como a educação, a saúde e a agricultura.
O Plano Indicativo de Cooperação para o triénio 2007/2010 foi hoje assinado pelos dois países em Lisboa e representa um aumento de 20 milhões de euros em relação ao anterior.

À margem da assinatura, a vice-ministra das Relações Exteriores para a Cooperação angolana, Irene Neto, disse aos jornalistas que o PIC vai incidir nas «áreas onde há debilidades» tendo destacado a saúde, a educação e a agricultura.

«Esperemos que esta ajuda possa contribuir para alterar algumas das dificuldades que ainda possuímos no nosso país», afirmou a ministra, acrescentando que a quantia em causa foi a possível.

«As ajudas não reembolsáveis são sempre decididas pelos países. Portugal terá outros desafios a fazer frente. Angola será apenas mais uma das áreas a quem poderá disponibilizar cooperação», afirmou.

Questionadas quanto ao aumento de 20 milhões em relação ao último PIC, Irene Neto disse estar satisfeita por «ter crescido consideravelmente».

Por seu lado, o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, João Gomes Cravinho, disse que esta é a contribuição portuguesa para ajudar Angola a atingir os seus objectivos de «progresso económico e bem-estar dos angolanos».

«É um desafio que se impõe a Portugal devido à relação de grande proximidade e amizade com Angola», afirmou.

O Plano Indicativo de Cooperação é o quadro de referência de cooperação a desenvolver entre os dois países, no âmbito do qual se estabelecem as linhas gerais da contribuição de Portugal para o desenvolvimento económico e social de Angola, no contexto da ajuda da comunidade internacional.

Diário Digital / Lusa

OS ANGOLANOS TÊM QUE "ENTRANHAR" O BENEFÍCIO DA MESTIÇAGEM.BASTA OLHAR PARA O CRAVINHO COMO EXEMPLO.
ESPERO QUE ENVIEM OS ACTUAIS MINISTROS DAQUELAS PASTAS COMO BÓNUS...