José Maria Martins
Blogue do advogado José Maria Martins
Quinta-feira, Julho 05, 2007
A Ditadura da Maçonaria
Portugal está nas mãos da mafia maçónica.
A Maçonaria está a estrangular Portugal.
Portugal está num beco sem saída. Vivemos na miséria. Económica, social , política.
Somos os últimos na União Europeia e a mim tão situação causa-me naúseas.
Destesto ser o último e não admito que Portugal, o País que eu amo ,seja a cloaca da Europa.
Hoje em Portugal para se ter um emprego é necessário ser da maçonaria.
A Maçonaria e o seu ritual - ridículo - do avental , de homens com avental a agirem como se vivessemos na idade das trevas, é hoje o maior centro de emprego político que há. De tráfico de influências .
A Maçonaria domina tudo, tudo protege.
Meia dúzia de espertos dominam 10 milhões!!!
Mas a maçonaria é o contrário da espiritualidade. Mesmo a maçonaria que não é ateia , não passa de centro de tráfico de influências.
Os portugueses não podem ser governados por intrujas que usam a maçonaria para traficarem influências, para fazerem negociatas de todo o tipo.
Uma cambada de incompetentes e corruptos.
Hoje os lugares politicos, os lugares de topo da administração pública, das Empresas Públicas, são reservados a maçons.
Uma ditadura.
Mas esta gente, impia, não temente a Deus, não pode triunfar.
Levantemo-nos contra esta vigarice, contra esta gentalha que é sumamente minoritária mas que domina o Pais, que faz todo o tipo de vigarice, que se serve do Estado, suga o Estado.
Denunciemo-los, sem temor!!!
Portugal é um Estado cristão. Vamos caçar essa gente interesseira e que abafa Portugal.
A corrupção, o tráfico de influências, as mafias, estão todas cobertas pelas maçonarias
A porcaria em que vivemos está relacionada com os tráficos de influências, as negociatas, os esquemas, o amiguismo, a vigarice, está relacionada com a maçonaria.
Esta gente tem de ser posta no lugar.
Os portugueses , cristãos, católicos na esmagadra maioria ,não podem ser esmifrados, vigarizados , pelas sociedades secretas.
Imagino juízes - que estão obrigados a julgar com imparcialidade e isenção, vestidos com aventais maçónicos, a fazerem juras de apoio a irmãos - a jurararem defender os irmãos, sabendo que por via disso não podem depois ser isentos e imparciais.
E há vários juízes em Portugal que pertencem à maçonaria.
Não admira que a Justiça Portuguesa seja a mais fraca , a menos eficiente, a que menos respeita os direitos liberdades e garantias.
Vamos denunciar isto, vamos combater isto. Sem medo, porque o Poder reside no Povo.
Portugal só avança se mudarmos a magistratura, até agora servil do Poder Político e económico.
Sei que me vão perseguir, mas quero que eles vão para o Inferno.
Quem não acredita em Deus não me merece consideração.
Hoje é o dinheiro que manda , o esquema, a cunha, a vigarice.
Que me processem , o que não é demais num Estado medieval como é Portugal.
Vamos combater a maçonaria, sem medo, em todos os dominios, em Portugal e no estrangeiro.
E eu estou disposto a tal porque para mim dinheiro não me importa, não me vendo.
Os aventais metem-me asco, nojo , não aceito sociedades secretas em Portugal, num País da Uniao Europeia, num Estado que deve ser moderno, igualitário fraternal.
Não sou fundamentalista, aceito e respeito todas as religiões, mas não quero a maçonaria, porque não passa de um esquema, de uma agência de empregos, de cargos, de tráfico de influências.
Porque hoje deram à maçonaria um fim diferente. Antes, no Século XVIII e XIX a maçonaria era uma coisa diferente. Era a oposição ao "ancient regime", lutava pela liberdade, igualdade, fraternidade.
Hoje a maçonaria não passa de uma seita que domina o Estado, mata a democracia, uma agência de empregos , de tráfico de influências.
Perdeu os valores como parâmetro de actuação.
Contém comigo para essa missão.
Por Portugal e pelos Portugueses.
Contra a mafia .
Posto por José Maria Martins | 19:09 | 25 Comentários
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Monday, July 9, 2007
OS PRETOS DA EUROPA...
Cerca de 2500 estudantes portugueses frequentaram "escolas especiais" na Suíça no último ano lectivo, o que representa 10% do total dos que frequentam o ensino secundário e 8% em todos os graus de ensino.
Comparativamente a outras nacionalidades, "a taxa portuguesa é elevadíssima: 1,3% de alemães; 1,9% de franceses; 2,6% de suíços e 5% de italianos e espanhóis".
Comparativamente a outras nacionalidades, "a taxa portuguesa é elevadíssima: 1,3% de alemães; 1,9% de franceses; 2,6% de suíços e 5% de italianos e espanhóis".
NEW KOSOVO WAR? THIS TIME WE SUPPORT SERVIA...
Veteranos albaneses da guerra de guerrilha do Kosovo, em 1998-99, afirmaram ontem estar preparados para um novo conflito, caso o impasse entre o Ocidente e a Rússia continue a bloquear a independência daquele território sérvio.
Sunday, July 8, 2007
QUEM NÃO APRENDE COM AS LIÇÕES ALHEIAS É BURRO
LONDRES - O Reino Unido deve enfrentar uma possível batalha de até 15 anos contra o terrorismo islâmico, segundo afirma o novo secretário de segurança do país, almirante Alan West, em uma reportagem publicada neste domingo pelo jornal The Sunday Telegraph
O REINO UNIDO GASTA QUANTO EM SEGURANÇA CONTRA TERRORISTAS?QUAL A SUA LIBERDADE DE ACÇÃO PARA SE GOVERNAR?QUANTO GASTARÁ NO FINAL?
VENDO ESTES EXEMPLOS OS NOSSOS ESPERTOS POLITICOS O QUE FAZEM?GENEROSAS LEIS DE IMIGRAÇÃO DESNECESSÁRIA, CRIMINOSAS LEIS DA NACIONALIDADE TUDO PARA FICAREM NA MESMA SITUAÇÃO DOS QUE PELO MENOS EM DEVIDO TEMPO TIVERAM LUCROS...
LEIS DA DROGA , IMIGRAÇÃO E NACIONALIDADE E LUTA CONTRA A CORRUPÇÃO SÃO EXEMPLOS DE COMO NÃO VAMOS A LADO NENHUM BOM...
TEMOS HUMANISTAS ESTÚPIDOS...
O REINO UNIDO GASTA QUANTO EM SEGURANÇA CONTRA TERRORISTAS?QUAL A SUA LIBERDADE DE ACÇÃO PARA SE GOVERNAR?QUANTO GASTARÁ NO FINAL?
VENDO ESTES EXEMPLOS OS NOSSOS ESPERTOS POLITICOS O QUE FAZEM?GENEROSAS LEIS DE IMIGRAÇÃO DESNECESSÁRIA, CRIMINOSAS LEIS DA NACIONALIDADE TUDO PARA FICAREM NA MESMA SITUAÇÃO DOS QUE PELO MENOS EM DEVIDO TEMPO TIVERAM LUCROS...
LEIS DA DROGA , IMIGRAÇÃO E NACIONALIDADE E LUTA CONTRA A CORRUPÇÃO SÃO EXEMPLOS DE COMO NÃO VAMOS A LADO NENHUM BOM...
TEMOS HUMANISTAS ESTÚPIDOS...
ALBERTO GONÇALVES DISSE
A RIQUEZA E A POBREZA DAS NAÇÕES (UNIDAS)
Entre 1990 e 2004, 270 milhões de pessoas deixaram de ser vítimas da pobreza absoluta. Positivo? Um leigo diria que sim, mas a ONU, que compilou os dados, não parece demasiado satisfeita. Embora registe a diminuição da miséria, o relatório das Nações Unidas ("Objectivos de Desenvolvimento do Milénio 2007") apressa-se a relativizá-la: o fenómeno é lento e distorcido pelo crescimento económico do Sul da Ásia e do Extremo Oriente; ainda subsistem (literalmente) 980 milhões de desvalidos com rendimentos inferiores a um dólar diário; a sida e as complicações derivadas da gravidez continuam a matar imenso; o "aquecimento global" é uma ameaça.
Significa isto que é indiferente reduzir ou não reduzir o número de pobres? Um leigo hesita. À primeira vista, para a ONU, a melhoria da existência material de 270 milhões de criaturas é relativamente despicienda enquanto houver um sudanês faminto, um paraguaio infectado pelo HIV, uma gravidez de risco no Brasil ou um resíduo de CO2 na atmosfera. À segunda vista, admite-se a custo alguns progressos, os quais, pelo que entendi do relatório, se devem a "lideranças políticas fortes, políticas consistentes, estratégias associadas a apoios financeiros e técnicos internacionais". Quando a coisa corre mal, a culpa é da distribuição desigual da riqueza, dos conflitos armados ou, naturalmente, dos países ricos, que não multiplicam as dádivas com a assiduidade desejável.
Na visão da ONU, portanto, a erradicação da pobreza depende, quase unicamente, da caridade. É uma perspectiva útil. Sobretudo porque fomenta os projectos e "investimentos" da praxe e, de caminho, evita referir um pormenor aborrecido: os países e as regiões em que a pobreza tem diminuído coincidem exactamente com os países e as regiões que, no período a que o relatório respeita, tendencialmente preferiram a iniciativa privada e a concorrência, a liberalização da economia e a abertura aos mercados externos. Por outro lado, a desgraça persiste ou agravou-se nos lugares submetidos ao proteccionismo, às nacionalizações, ao planeamento estatal e, para cúmulo, à esmola. A ajuda, os apoios e os "técnicos internacionais" são factores fortuitos, e frequentemente prejudiciais. O elemento comum aos casos de sucesso é a globalização, que após as contas aos "mas" e aos "ses", aumenta a riqueza para lá das considerações equitativas, tornando os ricos mais ricos e os pobres menos pobres. Dito de maneira que até Tarzan, esse cooperante pioneiro, perceberia: globalização, bom; não globalização, mau.
Lá para o final, o mencionado relatório reconhece equívoca e discretamente esta evidência. Não pode é divulgá-la com leviandade, ou os leigos acabariam sem objecções ao capitalismo selvagem e os especialistas da ONU sem emprego.
Entre 1990 e 2004, 270 milhões de pessoas deixaram de ser vítimas da pobreza absoluta. Positivo? Um leigo diria que sim, mas a ONU, que compilou os dados, não parece demasiado satisfeita. Embora registe a diminuição da miséria, o relatório das Nações Unidas ("Objectivos de Desenvolvimento do Milénio 2007") apressa-se a relativizá-la: o fenómeno é lento e distorcido pelo crescimento económico do Sul da Ásia e do Extremo Oriente; ainda subsistem (literalmente) 980 milhões de desvalidos com rendimentos inferiores a um dólar diário; a sida e as complicações derivadas da gravidez continuam a matar imenso; o "aquecimento global" é uma ameaça.
Significa isto que é indiferente reduzir ou não reduzir o número de pobres? Um leigo hesita. À primeira vista, para a ONU, a melhoria da existência material de 270 milhões de criaturas é relativamente despicienda enquanto houver um sudanês faminto, um paraguaio infectado pelo HIV, uma gravidez de risco no Brasil ou um resíduo de CO2 na atmosfera. À segunda vista, admite-se a custo alguns progressos, os quais, pelo que entendi do relatório, se devem a "lideranças políticas fortes, políticas consistentes, estratégias associadas a apoios financeiros e técnicos internacionais". Quando a coisa corre mal, a culpa é da distribuição desigual da riqueza, dos conflitos armados ou, naturalmente, dos países ricos, que não multiplicam as dádivas com a assiduidade desejável.
Na visão da ONU, portanto, a erradicação da pobreza depende, quase unicamente, da caridade. É uma perspectiva útil. Sobretudo porque fomenta os projectos e "investimentos" da praxe e, de caminho, evita referir um pormenor aborrecido: os países e as regiões em que a pobreza tem diminuído coincidem exactamente com os países e as regiões que, no período a que o relatório respeita, tendencialmente preferiram a iniciativa privada e a concorrência, a liberalização da economia e a abertura aos mercados externos. Por outro lado, a desgraça persiste ou agravou-se nos lugares submetidos ao proteccionismo, às nacionalizações, ao planeamento estatal e, para cúmulo, à esmola. A ajuda, os apoios e os "técnicos internacionais" são factores fortuitos, e frequentemente prejudiciais. O elemento comum aos casos de sucesso é a globalização, que após as contas aos "mas" e aos "ses", aumenta a riqueza para lá das considerações equitativas, tornando os ricos mais ricos e os pobres menos pobres. Dito de maneira que até Tarzan, esse cooperante pioneiro, perceberia: globalização, bom; não globalização, mau.
Lá para o final, o mencionado relatório reconhece equívoca e discretamente esta evidência. Não pode é divulgá-la com leviandade, ou os leigos acabariam sem objecções ao capitalismo selvagem e os especialistas da ONU sem emprego.
BES - DA AGÊNCIA AO PAÍS INTEIRO
O negócio dos submarinos para a Marinha de Guerra Portuguesa, decidido por Paulo Portas, quando este foi ministro da Defesa Nacional, está na mira da Polícia Judiciária, que procura saber se há relação entre 24 milhões de euros do consórcio alemão GSC, transferidos para uma empresa do Banco espírito Santo e o concurso dos submarinos.
O consórcio alemão GSC, que ganhou o concurso, transferiu 24 milhões de euros para a Escom UK, uma empresa do grupo Espirito Santo no Reino Unido. O interesse da Polícia Judiciária nesta transferência surgiu no âmbito das escutas telefónicas de conversas entre Paulo Portas e o ex-director financeiro do CDS-PP, Abel Pinheiro, relacionado com o caso Portucale.
O Ministério Público ordenou a separação processual e abriu um novo inquérito para investigar estes aspectos do negócio dos submarinos.
O consórcio alemão GSC, que ganhou o concurso, transferiu 24 milhões de euros para a Escom UK, uma empresa do grupo Espirito Santo no Reino Unido. O interesse da Polícia Judiciária nesta transferência surgiu no âmbito das escutas telefónicas de conversas entre Paulo Portas e o ex-director financeiro do CDS-PP, Abel Pinheiro, relacionado com o caso Portucale.
O Ministério Público ordenou a separação processual e abriu um novo inquérito para investigar estes aspectos do negócio dos submarinos.
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