Monday, July 9, 2007

NEW KOSOVO WAR? THIS TIME WE SUPPORT SERVIA...

Veteranos albaneses da guerra de guerrilha do Kosovo, em 1998-99, afirmaram ontem estar preparados para um novo conflito, caso o impasse entre o Ocidente e a Rússia continue a bloquear a independência daquele território sérvio.

Sunday, July 8, 2007

QUEM NÃO APRENDE COM AS LIÇÕES ALHEIAS É BURRO

LONDRES - O Reino Unido deve enfrentar uma possível batalha de até 15 anos contra o terrorismo islâmico, segundo afirma o novo secretário de segurança do país, almirante Alan West, em uma reportagem publicada neste domingo pelo jornal The Sunday Telegraph

O REINO UNIDO GASTA QUANTO EM SEGURANÇA CONTRA TERRORISTAS?QUAL A SUA LIBERDADE DE ACÇÃO PARA SE GOVERNAR?QUANTO GASTARÁ NO FINAL?
VENDO ESTES EXEMPLOS OS NOSSOS ESPERTOS POLITICOS O QUE FAZEM?GENEROSAS LEIS DE IMIGRAÇÃO DESNECESSÁRIA, CRIMINOSAS LEIS DA NACIONALIDADE TUDO PARA FICAREM NA MESMA SITUAÇÃO DOS QUE PELO MENOS EM DEVIDO TEMPO TIVERAM LUCROS...
LEIS DA DROGA , IMIGRAÇÃO E NACIONALIDADE E LUTA CONTRA A CORRUPÇÃO SÃO EXEMPLOS DE COMO NÃO VAMOS A LADO NENHUM BOM...
TEMOS HUMANISTAS ESTÚPIDOS...

SATO NU NUDE WOMAN BOMB

ALBERTO GONÇALVES DISSE

A RIQUEZA E A POBREZA DAS NAÇÕES (UNIDAS)

Entre 1990 e 2004, 270 milhões de pessoas deixaram de ser vítimas da pobreza absoluta. Positivo? Um leigo diria que sim, mas a ONU, que compilou os dados, não parece demasiado satisfeita. Embora registe a diminuição da miséria, o relatório das Nações Unidas ("Objectivos de Desenvolvimento do Milénio 2007") apressa-se a relativizá-la: o fenómeno é lento e distorcido pelo crescimento económico do Sul da Ásia e do Extremo Oriente; ainda subsistem (literalmente) 980 milhões de desvalidos com rendimentos inferiores a um dólar diário; a sida e as complicações derivadas da gravidez continuam a matar imenso; o "aquecimento global" é uma ameaça.

Significa isto que é indiferente reduzir ou não reduzir o número de pobres? Um leigo hesita. À primeira vista, para a ONU, a melhoria da existência material de 270 milhões de criaturas é relativamente despicienda enquanto houver um sudanês faminto, um paraguaio infectado pelo HIV, uma gravidez de risco no Brasil ou um resíduo de CO2 na atmosfera. À segunda vista, admite-se a custo alguns progressos, os quais, pelo que entendi do relatório, se devem a "lideranças políticas fortes, políticas consistentes, estratégias associadas a apoios financeiros e técnicos internacionais". Quando a coisa corre mal, a culpa é da distribuição desigual da riqueza, dos conflitos armados ou, naturalmente, dos países ricos, que não multiplicam as dádivas com a assiduidade desejável.

Na visão da ONU, portanto, a erradicação da pobreza depende, quase unicamente, da caridade. É uma perspectiva útil. Sobretudo porque fomenta os projectos e "investimentos" da praxe e, de caminho, evita referir um pormenor aborrecido: os países e as regiões em que a pobreza tem diminuído coincidem exactamente com os países e as regiões que, no período a que o relatório respeita, tendencialmente preferiram a iniciativa privada e a concorrência, a liberalização da economia e a abertura aos mercados externos. Por outro lado, a desgraça persiste ou agravou-se nos lugares submetidos ao proteccionismo, às nacionalizações, ao planeamento estatal e, para cúmulo, à esmola. A ajuda, os apoios e os "técnicos internacionais" são factores fortuitos, e frequentemente prejudiciais. O elemento comum aos casos de sucesso é a globalização, que após as contas aos "mas" e aos "ses", aumenta a riqueza para lá das considerações equitativas, tornando os ricos mais ricos e os pobres menos pobres. Dito de maneira que até Tarzan, esse cooperante pioneiro, perceberia: globalização, bom; não globalização, mau.

Lá para o final, o mencionado relatório reconhece equívoca e discretamente esta evidência. Não pode é divulgá-la com leviandade, ou os leigos acabariam sem objecções ao capitalismo selvagem e os especialistas da ONU sem emprego.

BES - DA AGÊNCIA AO PAÍS INTEIRO

O negócio dos submarinos para a Marinha de Guerra Portuguesa, decidido por Paulo Portas, quando este foi ministro da Defesa Nacional, está na mira da Polícia Judiciária, que procura saber se há relação entre 24 milhões de euros do consórcio alemão GSC, transferidos para uma empresa do Banco espírito Santo e o concurso dos submarinos.


O consórcio alemão GSC, que ganhou o concurso, transferiu 24 milhões de euros para a Escom UK, uma empresa do grupo Espirito Santo no Reino Unido. O interesse da Polícia Judiciária nesta transferência surgiu no âmbito das escutas telefónicas de conversas entre Paulo Portas e o ex-director financeiro do CDS-PP, Abel Pinheiro, relacionado com o caso Portucale.

O Ministério Público ordenou a separação processual e abriu um novo inquérito para investigar estes aspectos do negócio dos submarinos.

Saturday, July 7, 2007

Ó BOAVENTURA MARCHA PARA A VENEZUELA...

Europa usa Brasil para isolar Venezuela e Bolívia, diz sociólogo de Coimbra

Mylena Fiori
Enviada especial

Wilson Dias/ABr

Coimbra (Portugal) - O professor do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Boaventura de Sousa Santos, concede entrevista
Lisboa (Portugal) - Interesses econômicos e políticos norteiam a parceria estratégica proposta pela União Européia ao Brasil. Na avaliação do sociólogo e professor Boaventura de Sousa Santos, do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, o Brasil, neste momento, é um "fruto apetecido" devido à atuação protagonista nas negociações comerciais internacionais e à influência regional e em outras regiões importantes do mundo em desenvolvimento. É, também, o mais "moderado" entre os países sul-americanos.

"O Brasil tem tido posição mais moderada, é o governo mais pró-ocidental, não tem uma linguagem anti-imperialista, enquanto os outros países tem posição mais extremista em relação aos objetivos ocidentais", diz Boaventura. "A Europa obviamente pretende, com esta negociação, premiar a moderação brasileira e, talvez perversamente, isolar as versões mais extremistas. Nomeadamente a Venezuela", avalia em entrevista à Agência Brasil, entre as centenas de livros que ocupam cada centímetro quadrado de sua sala de trabalho em Coimbra.

"Estes são os jogos, as grandes manobras políticas globais que se jogam nestas cimeiras", afirma, em referência à primeira Cúpula Brasil-União Européia, que será realizada amanhã (4), em Lisboa, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros líderes europeus.

Boaventura destaca, porém, as limitações da diplomacia européia, por não poder se sobrepor aos interesses nacionais de cada um dos 27 países-membros. Também aposta na "lucidez" da política externa brasileira e de outros países do mundo. Por estas razões, não acredita no êxito da estratégia européia. "A Europa não está em condições de impor condições ao mundo. Acredito que esta parceria pode ser boa para a Europa para começar a ver outra realidade, outras pessoas, outras caras. A Europa tem que aprender muito, o retorno das caravelas ainda não aconteceu e é bom que aconteça agora".

Agência Brasil: Portugal assume a presidência rotativa da União Européia colocando o Brasil e a África entre suas prioridades de política externa. O mandato começa com a Cúpula Brasil-UE e termina, em dezembro, com outra cúpula, entre europeus e africanos. Quais os objetivos desta estratégia? Todos podem ganhar com isso?
Boaventura de Sousa Santos: Penso que fundamentalmente as duas cimeiras se justificam por razões distintas. Portugal é quem teve contatos políticos, culturais e econômicos, para o bem e para o mal, com Brasil e África. No meu entender, mais para o mal, porque foi um contato colonial. Mas foi de muitos séculos e, portanto, criou também algumas possibilidades de cooperação cultural. Portugal, que teve sempre esta fronteira muito flexível entre a Europa e o que está além da Europa, está bem posicionado para trazer estes temas à discussão. O problema é saber como é que vão ser tratados. E aí, claro, Portugal não tem poder para imprimir uma marca especial a estas negociações porque, fundamentalmente, o que está em jogo é a negociação econômica e o que fala mais alto são os números, os interesses no comércio. Portugal, aí, tem uma posição subordinada.

ABr: Por que o interesse europeu de aprofundar o diálogo com o Brasil?
Boaventura: O Brasil é um fruto apetecido para a Europa por duas razões. Em primeiro lugar, porque é uma potência regional e também inter-regional, devido a suas interações com Índia e África do Sul. A Europa procura adensar seu intercâmbio com o Brasil fundamentalmente no plano econômico para procurar um tratado comercial bilateral no momento em que o comércio global está bloqueado. Isto é muito semelhante ao que os Estados Unidos têm feito na América Latina depois que falhou a Alca [Área de Livre Comércio das Américas]. Há também outra coisa na agenda no plano econômico, que é tentar que o Brasil contribua para o desbloqueamento do comércio internacional. Mas a política externa do Brasil tem sido muito lúcida no sentido de mostrar que se não houver cedências importantes da União Européia e dos Estados Unidos, estes países não servem para o Brasil.

ABr: E qual a outra razão?
Boaventura: A outra razão tem a ver com os aspectos políticos. O Brasil tem uma posição geoestratégica nas mudanças políticas que têm ocorrido no continente sul-americano. Vários governos foram democraticamente eleitos com um programa que procura pôr fim a uma ordem internacional que consideram injusta e imperialista, porque permite a exploração desenfreada dos seus recursos naturais e de suas riquezas enquanto a esmagadora maioria das populações vive na miséria e na pobreza. Durante muitos séculos suas riquezas foram sendo saqueadas e, neste momento, estes povos disseram ponto final de alguma maneira. É assim que devemos entender a posição de [Nestor] Kirchner [presidente argentino] quando decidiu reduzir unilateralmente parte da dívida externa. É assim também na Bolívia e na Venezuela, quando decidem nacionalizar o petróleo e o gás. Neste domínio, a filosofia política do governo brasileiro pretende se aproximar da filosofia política da Europa, do modelo social europeu, de tentar alta competitividade e alguma proteção social. O Brasil tem tido uma posição mais moderada, é o governo mais pró-ocidental, não tem uma linguagem anti-imperialista.

ABr: E a estratégia pode funcionar?
Boaventura: Não penso que neste aspecto a cimeira vá ter um grande êxito, precisamente porque o Brasil tem uma política externa muito lúcida, assentada na idéia de que o Brasil tem suas opções políticas, que são diferentes da Bolívia e da Venezuela, mas tem solidariedade continental com estas opções políticas porque todas elas, no seu conjunto, contribuem para um objetivo comum, que é melhorar as condições de vidas das populações excluídas. Portanto, penso que não vai ser possível, através do Brasil, isolar a Bolívia ou a Venezuela. O presidente Lula já deu mais do que sinais de que não pretende isso.

ABr: Durante o mandato português, também estão previstas cimeiras com outras grandes economias consideradas emergentes, como Rússia e Índia... O jogo é o mesmo?
Boaventura: Todas estas cimeiras têm essa característica: adensar o comércio bilateral quando o comércio global, na Organização Mundial do Comércio, está bloqueado. O que interessa sempre, do ponto de vista da Europa, é fundamentalmente os negócios, não é uma visão política estratégica alternativa aos Estados Unidos. Vejo com bastante distância estas cimeiras. Sou europeu, não eurocêntrico, e procuro me colocar sempre na posição dos outros países e das outras regiões diante da Europa. E se eles forem lúcidos, sabem que não há muito mais do que isto em jogo neste momento.

SE DISSESSE COISAS CERTAS É QUE ERA PARA ADMIRAR.UM IMBECIL

FREITAS UM LAMBE BOTAS

Entrevista a Diogo Freitas do Amaral (ex-ministro dos Negócios Estrangeiros): "Bati-me pelo referendo e hoje estou arrependido"


NÃO SEI PORQUE É QUE RENEGOU O "SEU" SISTEMA POLITICO DE ANTES DO 25/4 SE AFINAL ASSIM É QUE ERA BOM...