Thursday, February 25, 2021

A TRAIÇÃO ANDA MUITO ACTIVA A BUFAR ÀS NOVAS PIDES .ESPEREM POR UM PAREDÃO AO VIRAR DA ESQUINA SE OS NÃO PUSEREM EM SENTIDO...

 

Liceu Camões. MP abre inquérito a ataque racista a sessão virtual de estudantes

Um grupo de pessoas ainda não identificado invadiu uma sessão online no liceu Camões sobre racismo e escravatura e agrediu os participantes com imagens e palavras.

Segundo o Público, Nuno Coelho, professor de Design da Universidade de Coimbra, que participava na sessão, apresentou também ele queixa ao Ministério Público e à Comissão pela Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR).

O QUE TEM QUE SER DITO AOS MAMADOU´S E A QUEM OS APOIAR (2)

 Tal como o Sr. Mamadou, nasci em África. Não me corre sangue africano nas veias, mas a alma moçambicana habita em mim.

Fui expulsa do meu país sem hipótese de escolha, sem justificação, tão somente pela cor da pele, arrancada à força da minha família, da minha casa, dos meus conterrâneos.

Fui expulsa por pessoas como o senhor e os seus comparsas do SOS Racismo.

Roubaram-me o resto da infância e da adolescência, forçada a viver em hábitos e costumes diferentes onde só a língua me unia.

Durante décadas, senti-me deslocada, fui barbaramente vítima de bullying, mandada para a minha terra vezes sem conta apenas e só por ser retornada…

A ignorância não tem limites e retornada não sou, refugiada talvez, pois a nada retornei. Nasci em África com muito orgulho e mantenho orgulho na História que me proporcionou que assim fosse.

Nasci na maravilhosa cidade de Lourenço Marques, a pérola do Índico, no fantástico continente africano, rico nas gentes e nos recursos, destruído por décadas de governos ditatoriais que o senhor tanto defende.

O senhor não sabe, mas em 1974, Moçambique era o produtor número um do mundo de algodão e cana de açúcar.

Hoje, é um dos países mais pobres do mundo!

Os retornados foram a maior lufada de ar fresco a entrar em Portugal.

Ao contrário de si, os retornados e refugiados das ex-colónias, apesar de apenas trazerem a roupa do corpo e a alma carregada de tristeza e mágoa, trouxeram também a resiliência e transformaram a mágoa em trabalho e não em ódio e raros são os que não singraram.

Nada trouxemos na bagagem a não ser memórias. Tudo foi confiscado, queimado, dizimado. Mas ao contrário de si, a quem tudo foi dado de mão beijada, não nos vitimizámos, não nos encolerizámos, apenas trabalhámos! Trabalhámos e honrámos a Terra e as gentes que nos acolheram!

Não hostilizámos, não  ridicularizámos, não confrontámos os Portugueses da metrópole! Apenas trabalhámos, com a resiliência que nos caracteriza, porque ao contrário de si, as nossas feridas não estão putrefactas e não destilam ódio, antes pelo contrário, emanam tolerância e compaixão.

Ao contrário do senhor, não recebemos subsídios, não recebemos apoios, o único apoio foram e continuam a ser as doces memórias.

Memórias de países maravilhosos ao qual um dia ansiávamos voltar, de gente humilde de sorriso largo e alegria sem fim, memórias do cheiro da terra molhada, do cheiro das gentes, das cores, de vidas simples.

Mantenho gravado o dia da partida e do choro de despedida de quem me criou e amparou e a isso, senhor Mamadou, chama-se Amor. Nós, Africanos brancos, sentimos amor pelos nossos conterrâneos, mas sei que para si não é amor, é racismo.

Sim, senhor Mamadou, ainda hoje sinto amor pelos meus conterrâneos, choro por eles e pelos vis ataques que sofrem em Cabo Delgado, que curiosamente nunca o ouvi defender.

Em si só vejo ódio, intriga e difamação.

O racismo não se combate com racismo!

O ódio não se combate com ódio!

Humildade e gratidão é coisa que não lhe assiste. E trabalho Sr. Mamadou? Não será por interesse que move esse ódio? É que esse ódio dá-lhe tachos e tachinhos e trabalho? As suas mãos não parecem ter calos e o seu sobretudo de caxemira não me parece second hand.

Senhor Mamadou, o senhor pode ter instrução, mas não tem educação.

Sou de uma geração em que fui educada a respeitar o meu país, Portugal, a minha bandeira, o meu hino, as minhas gentes, os meus heróis.

Tenho orgulho em Afonso Henriques, Vasco da Gama, Luiz Vaz de Camões, Padre António Vieira, Pedro Álvares Cabral e tantos outros que escreveram a nossa História.

A ACTUAL OBRA DA RAPAZIADA DO TUDO E DO SEU CONTRÁRIO QUE TANTO DESCOLONIZA COMO NOS COLONIZA.SEMPRE COM O BRANCO MAU A PAGAR E LIXAR-SE.O MAMADOU TEM AMIGOS PODEROSOS EM ESPECIAL NO JORNALISMO MARXISTA TRAIDOR

O QUE TEM QUE SER DITO AOS MAMADOU´S E A QUEM OS APOIAR (1)

 Paula Helena Ferreira da Silva




Assistente Graduada de Ortopedia, Chefe de Equipa do Serv. de Urgência do Centro Hospitalar do Baixo Vouga


A propósito dos insultos de Mamadou Ba ao povo português e à sua História

Mantenho gravado o choro de despedida de quem me criou e a isso, sr. Mamadou, chama-se amor. Nós, Africanos brancos, sentimos amor pelos nossos conterrâneos, mas sei que para si não é amor, é racismo.




SÓ O MAMADOU BAILA BAH PODE DIZER "MATAR O BRANCO" SEM PROBLEMAS E A JOACINE DIZER QUE ANDAMOS A ROUBAR NA RICA GUINÉ...LIBERDADE ACADÉMICA UI UI UI E PIDES DELACTORAS ESPALHADAS PELA ACADEMIA EM ESPECIAL DAS "CIÊNCIAS SOCIAIS E JORNALISTAS IMAGINEM" JÁ DEVIDAMENTE DOUTRINADAS...

 Professor da Universidade do Porto suspenso por comentários machistas e xenófobos nas aulas

Pedro Cosme da Costa Vieira está suspenso pelo período máximo e esta não é a primeira vez que fica impossibilitado de dar aulas. Há cinco anos a mesma temática também o afastou da universidade.

AS ESQUERDAS EM ESPECIAL AS RADICAIS DO DR LOUÇÃ NÃO PERDOAM AO ACADÉMICO A JUSTIFICAÇÃO CIENTIFICA DAS MALDADES DO SOCIALISMO...


ESPERA-SE QUE ESTES DEMOCRATAS "INTERPRETEM" A VONTADE POPULAR COLOCANDO A REELEIÇÃO DE CADA DEPUTADO NAS MÃOS DO POVO

 Encontro em São João da Pesqueira no sábado para avaliar medidas ou até a criação de uma nova força política.

É QUE POR AGORA QUEM MANDA MAIS SÃO AS "ASSOCIAÇÕES" A AMNISTIA INTERNACIONAL, O SOS RACISMO A ACNUR E MERDAS SEMELHANTES PARA NOS IREM COLONIZANDO COM DISCRIMINAÇÃO POSITIVA COM O BRANCO SEMPRE NA MERDA E AINDA POR CIMA INSULTADO NA SUA TERRA...

O MORAIS QUE SE MOVIMENTA NAS ALTAS ESFERAS INTERNACIONALISTAS POR SER UM DOUTRINADOR PAPAGAIO AGORA DA NOSSA COLONIZAÇÃO AFRICANA ANDA CHATEADO DO SEU INSUCESSO.TAL COMO O MAMADOU E A JOACINE.MAS AINDA A PROCISSÃO VAI NO ADRO...

 "Hoje, alguns camaradas, depois de lerem uma entrevista que atual presidente da ASPP, Paulo Santos, deu ao Diário de notícias, confrontaram-me sobre a questão do meu afastamento da ASPP, e os verdadeiros motivos que levaram ao meu afastamento. Sinto-me obrigado a clarificar este assunto por uma questão de honra", refere Manuel Morais na sua página de facebook.

O agente, que é fundador da movimento 100 Racismo e da Associação 100 Violência, afirma que foi mesmo "afastado pela direção da ASPP" e que "não é menos verdade que as razões que motivaram a direção a tomar essa decisão" foram as suas "declarações sobre os preconceitos étnicos na sociedade e nas forças de Segurança - qualquer outra versão é pura ficção".

Manuel Morais aproveita ainda para criticar Paulo Santos pelas suas "declarações sobre, o racismo e a xenofobia nas forças de segurança", sublinhando que estas não o "surpreendem em absoluto".

Ironizando com o facto do presidente da ASPP ter garantido que não via "infiltrações de extrema direita, nem de extrema esquerda na PSP", Morais diz que Paulo Santos "não vê nada, aliás, porque nunca viu nada, e tenho a certeza nem nunca chegará a ver nada. Há pessoas que nascem com essa capacidade...Ou então, ver é um dom que Deus não proporciona a toda a gente."


COM OU SEM RACISMO 70% DOS PRESOS DO LINHÓ SÃO IMPORTADOS DE ÁFRICA...

DANOS COLATERAIS DO MELHOR ACOLHIMENTO DO MUNDO.O IHOR EM VEZ DE SE TER AFOGADO NO MEDITERRÂNEO ENCALHOU NO AEROPORTO E TENTOU CONQUISTAR A PASSAGEM...

 

Gritos de agonia “como um cão” e agressões a Ihor: seguranças contam nova versão em tribunal

Uma testemunha chave do processo, o segurança Paulo Marcelo, foi confrontado pelo juiz com contradições, nomeadamente por não ter dito que viu inspector agredir Ihor. Advogado de arguido mandou extrair certidão por falsidade de testemunho. Este segurança diz que viu “outras situações”. Outro vigilante também afirmou ter visto agressão mas “queria passar despercebido”.