Friday, February 19, 2021

Ó SOBRINHO SIMÕES ACEITARES IR CHAFURDAR NA MERDA DO PÚBLICO DA SONAE?

 31.º ANIVERSÁRIO DO PÚBLICO

Manuel Sobrinho Simões será director por um dia do PÚBLICO

Numa altura em que o mundo confia na saúde e na ciência para o amparar no confronto com uma pandemia, o PÚBLICO confia a direcção do jornal ao médico e cientista Manuel Sobrinho Simões.

PORTANTO DEPOIS DAS GUERRAS DOS CLITÓRIS VAMOS TER A GUERRA DO ÉBOLA NO MAIS AFRICANO PAÍS DA EUROPA.PARA NOSSO ENRIQUECIMENTO CLARO

 

Thursday, February 18, 2021

SE OS PRETOS PODEM SER RACISTAS PORQUE NÃO OS BRANCOS?

 

"Se as eleições fossem realizadas hoje não votaria em Adalberto Costa Júnior"
17-02-2021 | Fonte: Correio da Kianda

O advogado e deputado David Mendes declarou ao Correio da Kianda que o seu “problema é com Adalberto Costa Júnior e não com a UNITA”, enquanto partido. Segundo o político, continua a manter boas relações com muitos dirigentes do maior partido político na oposição em Angola.

“Eu já disse muitas vezes e reafirmo: o meu problema é contra a liderança de Adalberto e não propriamente com a UNITA”, disse e realça que tem boas relações com muitos dirigentes do “Galo Negro”, com quem fala e partilha ideias.  “O meu problema é com a liderança com quem não concordo”, reafirma.

O então conhecido advogado do povo, por ter defendido vários casos com cunho político em época do executivo liderado pelo ex-presidente José Eduardo dos Santos, garante que se as eleições fossem realizadas hoje, não votaria em Adalberto Costa Júnior por ter renunciado a nacionalidade só para ser Presidente da República.

“Eu não aceito alguém que renunciou uma nacionalidade só para ser Presidente da República”, sem querer argumentar se existe uma dúvida na renúncia do presidente  da UNITA, David Mendes, diz que enquanto eleitor não vai “eleger alguém que rejeitou a nacionalidade só para ser angolano e concorrer às presidências”.

O político entende que actualmente, em Angola, reina aquilo que chamou a “teoria de intimidação”. “Estamos num jogo de intimidação, quem não fala como nós é estirpado ou tido como comprado pelo MPLA, isso é uma política de intolerância que está a se instalar nos medias e nas redes sociais, em que as pessoas não alinhadas são tidas como do contra, e quando lhes convém és visto como bom e patriota”.

David Mendes denunciou que as últimas manifestações no país têm sido financiadas por ONG estrangeiras para desacreditar o país, porque, segundo ele, já fez parte destas organizações.  Mendes é de opinião que não basta os jovens manifestarem-se, mas também devem apresentar soluções.

O então declarado futuro candidato às autarquias do município do Cazenga, avança que, caso as eleições municipais forem realizadas ainda este ano, venceria folgadamente porque, segundo o parlamentar, nesta região de Luanda, não vê um concorrente em altura para competir em pé de igualdade com ele.



 
VIEIRA DIAS DOS SANTOS (LUANDA): É INCRÍVEL VER ATÉ INTELECTUAIS A FALAREM DE ACJ, POR TER RETIRADO A NACIONALIDADE PORTUGUESA...! ISSO É NÃO TEMA. ISSO É PARA TENTAR DISTRAIR O POVO. QUANTOS DO MPLA TÊM DUPLA NACIONALIDADE E SÃO MINISTROS DE ESTADO, MINISTROS, SECRETÁRIOS DE ESTADO, GOVERNADORES??? EPAH O NOSSO POVO É INTELECTUAL E JÁ NÃO EMBARCA NISTO. EM RELAÇÃO A PROVAVEL CANDIDATURA DO CAUSÍDICO DAVID MENDES NO MUNICÍPIO DO CAZENGA, O MESMO NÃO GANHA NEM 2%...! PORQUE TEM POSIÇÕES ANTAGÓNICAS, CONTRADIZ-SE NAS SUAS AFIRMAÇÕES E NÓS INTELECTUAIS DO CAZENGA NÃO LHE DAREMOS ESTE GOSTINHO DE GANHAR AS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS NO NOSSO CAZENGA. QUANTO AO NÃO VOTO A ACJ, DIZER QUE O VOTO DE DAVID MENDES NÃO FAZ FALTA A ESTE PARTIDO.

A IDENTIDADE NACIONAL A SER DERRUBADA PELA NACIONALIDADE CARIDOSA A PATACO.E QUE FICA MAIS DURA QUE O DIAMANTE

A IMIGRAÇÃO NÃO TEM QUE SER UM FARDO PARA OS PORTUGUESES.E SÓ DEVEM SER RECEBIDOS OS QUE SÃO PRECISOS E TENHAM TRABALHO.TEREM TRANSFORMADO PORTUGAL NUMA IMENSA CASA PIA É UM ACTO DE ALTA TRAIÇÃO COMETIDO PELOS INTERNACIONALISTAS DE ESQUERDA MUITO MAIS PREOCUPADOS COM FUTURAS VOTAÇÕES VENCEDORAS E MANUTENÇÃO DE CLIENTELAS FIÉIS QUE NO CASO DOS AFRICANOS JÁ LHES CHEGAM FORMADOS IDEOLOGICAMENTE E ADEPTOS NOVAMENTE DA "AMIZADE DOS POVOS"(DEPOIS DO INTERREGNO DA SUA DESCOLONIZAÇÃO DO BRANCO E SEM BENS) MAS EM QUE O BRANCO TEM QUE MORRER E TRABALHAR MUITO PARA GARANTIR O BEM BOM DO "ESTADO SOCIAL" ASSIM MAGICAMENTE ALARGADO A TODO O PLANETA...

ATÉ TEMOS ALEGADAMENTE UM CONTROLO DE FRONTEIRAS MAS TODOS OS DIAS SOMO COLONIZADOS E NINGUÉM É COLOCADO FORA.SÓ AUMENTAM AS NECESSIDADES DE DISTRIBUIÇÃO QUE PARECEM JÁ DIREITOS DIVINOS...

UMA LIMPEZA NESSES PORTUGUESES QUE SÓ NOS ANDAM A CHEGAR JINDUNGO NO CU SIM?E OS ADVOGADOS QUE ARRANJEM UMA DAQUELAS LEIS ESPERTAS PARA SE PODEREM DEPORTAR EX-PORTUGUESES AOS SEUS PARAÍSOS LIBERTOS.O MAMADOU E A KATAR EM PRIMEIRO LUGAR...

 



ESTAVA INSTITUCIONALIZADO.E NÃO CHEGOU A ENRIQUECER-NOS...

 


Matam amigo de 15 anos e atiram corpo para poço em Palmela

PORTUGAL

Matam amigo de 15 anos e atiram corpo para poço em Palmela

PJ localiza cadáver de Lucas Miranda, de 15 anos, em avançado estado de decomposição.


MAS TENHAM CALMA QUE HÁ POR AÍ MUITOS COMO ELE QUE A COLONIZAÇÃO AFRICANA VAI DE VENTO EM POPA E AINDA POR CIMA FALTA A TAL E MILAGROSA "LIVRE CIRCULAÇÃO CPLP" À ESPERA DE VIREM USUFRUIR DAS "IGUALDADES", DO "COMBATE ÀS DIFERENÇAS E DESIGUALDADES" E CLARO LUTAR CONTRA O RACISMO DO BRANCO ETERNAMENTE MAU E COM PRIVILÉGIO DE TUDO TER QUE PAGAR...


PS


COMO ESTAVA À GUARDA DO ESTADO SOCIAL QUE A FAMÍLIA RECEBA O EUROMILHÕES DE 800000 EUROS QUE PAGARAM POR CAUSA DO IGOR.A PROVEDORA DE JUSTIÇA QUE TRABALHE JÁ...

EIS O PLANO QUINQUENAL DE HABITAÇÃO SOCIAL PARA UMA COLONIZAÇÃO COM DIREITOS E POR MIL ANOS...

 

Portugal destina 1,6 mil milhões de euros para habitação no Plano de Recuperação e Resiliência

Documento para ajudar a relançar a economia nacional, no pós-Covid-19, colocado ontem em consulta pública pelo Governo, depois de conversações com Bruxelas.

Photo by Kinga Cichewicz on Unsplash
Photo by Kinga Cichewicz on Unsplash
Autor:Lusa

Portugal prevê investir 1,6 mil milhões de euros ao nível da habitação, destacando o objetivo de apoiar 26.000 famílias até 2026, segundo o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para aceder a verbas comunitárias pós-crise da covid-19. Entre os investimentos a concretizar no setor da habitação, o Governo refere o 1.º Direito - Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, com 1,2 mil milhões de euros, e a Bolsa Nacional de Alojamento Urgente e Temporário, com 186 milhões de euros.

Segundo o PRR, colocado esta terça-feira (dia 16 de fevereiro de 2021), em consulta pública pelo Governo, o 1.º Direito - Programa de Apoio ao Acesso à Habitação vai “dar resposta a pelo menos 26.000 famílias até 2026”.

No âmbito da Bolsa Nacional de Alojamento Urgente e Temporário, em que o enquadramento legal do Plano de Alojamento Urgente e Temporário deve ser aprovado no 1.º semestre deste ano, está prevista a “criação de 2.130 alojamentos de emergência ou de acolhimento/transição, de natureza mais transversal, e de 800 fogos e sete blocos habitacionais, e Centros de Instalação Temporários e Espaços Equiparados especificamente para as forças de segurança”.

Além dos 1.633 milhões de euros, vai ser utilizada a vertente de empréstimos do Instrumento de Recuperação e Resiliência, no montante de 1.149 milhões de euros, para investir no parque público de habitação a custos acessíveis, com 774 milhões de euros, e no alojamento estudantil a custos acessíveis, com 375 milhões de euros.

No parque público de habitação a custos acessíveis, o investimento previsto permite prever a reabilitação de 75% do património inscrito no inventário do património imobiliário do Estado com aptidão para uso habitacional, orientado para a criação de um parque habitacional público a preços acessíveis, e salvaguardar o investimento na promoção de rendas acessíveis através de programas municipais.

No alojamento estudantil a custos acessíveis, o objetivo é “disponibilizar, até 2026, 15.000 camas em alojamento estudantil/ unidade residencial”.

“Ao nível da habitação pretende-se relançar e reorientar a política de habitação em Portugal, salvaguardando habitação para todos, através do reforço do parque habitacional público e da reabilitação das habitações indignas das famílias de menores rendimentos”, indicou o Governo, reconhecendo que esta área do domínio integrante do Estado Social “foi persistentemente negligenciada” no quadro das políticas sociais em Portugal.

Assumindo a “ausência de respostas públicas claras e substantivas e a existência de falhas de mercado”, o Executivo referiu que as carências habitacionais em Portugal “acumularam-se ao longo de décadas e agudizaram-se sempre em momentos de crise, como sucedeu com a crise financeira internacional ou, agora, com a pandemia covid-19”.

“A necessidade e a urgência em colmatar estas carências são inegáveis em prol de um direito fundamental como é o direito à habitação”, lê-se no PRR.

Entre os principais desafios, o Governo apontou a existência de famílias a viver em habitações indignas e desadequadas, as necessidades urgentes e temporárias de habitação, as necessidades temporárias de fixação de funcionários, agentes e demais servidores do Estado e dos institutos públicos, e a desadequação entre os rendimentos das famílias da classe média e a oferta existente.

Na perspetiva de novas reformas, o PRR prevê a implementação do Plano Nacional de Alojamento Urgente e Temporário, que será criado “para a minimização dos constrangimentos hoje verificados nas respostas imediatas e de cariz temporário”.

“Com a pandemia, tornou-se mais claro que as condições habitacionais são um importante fator de desigualdade social, de vulnerabilidade e de segregação territorial”, sustentou o Governo, admitindo que, na ausência de um parque de habitação social com uma dimensão adequada e de uma resposta estruturada a carências de alojamento urgentes, as medidas excecionais de proteção do direito a permanecer na habitação própria ou arrendada, que foram implementadas nos últimos meses, “não respondem de modo suficiente e sustentado às necessidades identificadas”.

Wednesday, February 17, 2021

TAMBÉM NO PASQUIM PÚBLICO DA SONAE: PRECISAMOS OUTRA VEZ DE UMA PIDE QUE DÊ UNS SAFANÕES A TANTO TRAIDOR E NEM DEIXE ENTRAR OS SEUS AMIGOS...

 A 4 de Junho de 1963, Margarida N. escreveu à PIDE. Estando para casar com o João A., notava que havia na vida do seu noivo “qualquer coisa de obscuro” e pedia informações sobre a sua “situação moral, civil e política”. O episódio sugere que a PIDE fora normalizada pelos portugueses e até utilizada para servir os seus interesses pessoais. Terão sido os portugueses apenas um “povo vítima” da PIDE?