Sunday, November 1, 2020
O QUE SERÁ DOS "PORTUGUESES" QUANDO O VIEIRA DA SILVA MORRER...
Saturday, October 31, 2020
PORRA RACISMO EM ODIVELAS ONDE NÃO FALTA MUITO PARA HAVER UMA MAIORIA DE MINORITÁRIOS?
Escola Básica Eça de Queirós | CM Odivelas
Como um grupo de alunos apagou frases racistas
PORTUGAL
'Clã Ali' legaliza milhares de imigrantes através de subornos
Clã liderado por advogado de Lisboa que envolveu três irmãos e um sobrinho.
A EMPREGADA DA SONAE QUE SONHA EM SUBSTITUIR OS BRANCOS DO SEF POR ESCURINHOS ACOLHEDORES...
IGAI implica 12 inspectores do SEF, seguranças e enfermeiro na morte de Ihor Homenyuk
Médico-legista traçou cenários em que morte de Ihor poderia ter sido evitada. IGAI não poupa críticas ao que considerou “postura generalizada de desinteresse pela condição humana” por seguranças, inspectores e enfermeiro que acusa de “negligência e negação na prestação de auxílio”. Há 12 inspectores do SEF com processos disciplinares por causa deste caso.
FRANCISCA ESTÁ NA ALTURA DA DISTRIBUIÇÃO DA KALASH COM FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO SEU USO A PRETINHOS QUERIDOS SUJEITOS A RACISMO...
“O racismo é o crime perfeito: quem o comete acha sempre que a culpa é da vítima”, diz ministra da Justiça
Aumento da escolaridade em Portugal não eliminou discurso de ódio, diz Francisca Van Dunem. Ministra da Justiça
COLONIZADORES AFRICANOS A TODO O CUSTO...
Awa Zongo, 29, hurled a pan of boiling water over Asam Panahandeh and stabbed her 30 times during the 'unprovoked' attack at their home in Wigan.
Manchester Crown Court heard that as she launched the attack in December of last year, Zongo, who was due to be deported two days later, repeatedly shouted ‘I’m not going back’.
After managing to escape, Ms Panahandeh fled into the street covered in blood and with the knife still plunged deep into her neck.
Doctors who treated her said it was ‘miraculous’ that she had survived the attack.
PÁ OLHA QUE FECHAR FRONTEIRA É RACISMO...E JINDUNGO NO CU DOS BRANCOS É SEMPRE DE APLAUDIR...
L’éditorial du Figaro: «État d’urgence aux frontières»
Par Vincent Trémolet de Villers, directeur adjoint de la rédaction.

Celui-ci venait de Tunisie, un pays qui ne connaît ni la guerre, ni la misère ; celui-là de Tchétchénie et nous avions d’abord refusé l’asile à sa famille ; cet autre encore du Pakistan, il était «mineur» et avait 25 ans ; cet autre enfin du Soudan, il était réfugié. Couteau, hachoir, ils ont blessé notre pays, l’ont plongé dans le sang, les larmes, la mort, la barbarie la plus bestiale. Jusqu’ici nos beaux esprits enivrés d’«anciennes vertus chrétiennes devenues folles» (Chesterton) s’admiraient dans l’éloge de ces «Autres», démunis, victimes de nos dominations d’Occidentaux. Ils étaient forcément innocents, nous étions intrinsèquement coupables. «Ô Lampedusa» chantait le chœur du Bien sans voir que parmi les pauvres hères, se cachaient des bourreaux.
L’immigration n’est pas la cause première du terrorisme, c’est une évidence, mais les mois que nous venons de vivre nous confirment qu’elle en est une des conditions. La prudence imposerait de fermer immédiatement, aujourd’hui, nos frontières,


