Thursday, November 22, 2018

A COLONIZAÇÃO EUROPEIA SÓ SE RESOLVE ARQUIVANDO CERTOS ALEGADOS "DIREITOS HUMANOS" QUE SÓ LIXAM OS EUROPEUS...

What is the current state of the migration crisis in Europe?
Three years since the peak of the crisis, here is how things stand as tensions rise again

Jon Henley

@jonhenley
Wed 21 Nov 2018 17.28 GMT First published on Fri 15 Jun 2018 14.34 BST


More than three years after Europe’s biggest influx of migrants and refugees since the second world war, tensions between EU member states over how to handle irregular immigration from outside the bloc – mainly from the Middle East and Africa – remain high.

What is the scale of migration?
Numbers are sharply down from their 2015-16 peak because of a 2016 EU deal with Turkey, new border fences in the Balkans, and a 2017 bilateral arrangement between Italy and Libya, but have begun creeping up again.

The UNHCR says Spain has welcomed 56,200 irregular migrants arriving by sea so far this year, Greece 28,700 and Italy 22,500. Overland arrivals in Greece have also climbed sharply to 14,000, a three-fold increase on the same period last year.

The underlying factors that have led to more than 1.8 million migrants coming to Europe since 2014 have not gone away; most observers believe it is only a matter of time before the number of arrivals picks up significantly once more.


Why is it a problem?
Everyone agrees Europe needs to urgently overhaul its asylum and immigration rules. At present Spain, Italy and Greece take most of the strain owing to their geographical position on the Mediterranean Sea and the fact that, under EU law, asylum seekers must lodge their applications in the first EU country they enter.

However, no one can agree on what to do: some countries want tougher external border controls, others fairer distribution of new arrivals. Any solution will have to balance the concerns of “frontline” southern states with those of wealthier northern “destination” states, while dealing with the refusal of hardline central and eastern ones (such as Hungary and Poland) to accept any migrants at all.


What is the wider political context?

With anti-immigration sentiment on the rise across the continent, the presence in Italy’s government of the far-right League party of Matteo Salvini, which campaigned on a pledge to send 500,000 irregular migrants home, is making itself felt. The similarly rightwing, populist Freedom party is sharing power in Austria.

In Germany – which welcomed more than 1 million migrants in 2015 under Angela Merkel’s open-door policy – the rightwing Alternative für Deutschland (AfD) party has kept immigration firmly at the top of the political agenda. After a series of electoral setbacks, the chancellor has said she will not stand again. Polling shows immigration and terrorism remain EU citizens’ top concerns.

Where do things stand?
Fewer people are making the journey across the Mediterranean, but the proportion of those losing their lives while trying has risen sharply: so far in 2018, more than 21,000 people have made the crossing, and more than 1,250 have died.

Amid a string of high-profile cases of migrant rescue boats left drifting at sea, NGO vessels have all but disappeared from the main migration routes to Italy following Salvini’s announcement after taking office this summer that he was closing Italian ports to non-Italian rescue vessels.

European leaders papered over their divisions at a crunch summer summit but have so far dodged any formal agreement on refugee quotas, with central states rejecting any form of mandatory action.

What will happen now?
Merkel is on record as saying the future of the European Union hinges on whether it can find answers to the “vital questions” posed by migration, but although leaders agree on the need to ease the burden on Italy and Greece, details are scarce.

Efforts will be shared, but only voluntarily. Members are to take in rescued migrants and establish centres to assess asylum claims on their soil, and the bloc will explore regional processing platforms in Algeria, Egypt, Libya, Morocco, Niger and Tunisia.

But so far none of these countries have agreed to help, while a couple have ruled themselves out. Meanwhile Hungary’s leader, Viktor Orbán, is leading a call among some states for a “strong border” to stop an “invasion”. Nothing is yet settled.

A PANELEIRAGEM QUE OS PRODUZIU ANDA POR AÍ CALADINHA E FELIZ COM OS RESPECTIVOS CHOURIÇOS MOUROS ENQUANTO O ZÉ POVINHO SÓ TEM QUE DIVIDIR E IR ESCURECENDO ISTO DEPOIS DE NO NOSSO CASO TEREM ENTREGUE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO E COM LIMPEZA ÉTNICA DOS BRANCOS E SEM BENS.SEM UM PIO DOS QUERIDOS QUE AGORA NÃO QUEREM RACISMO NEM XENOFOBIAS E DISTRIBUEM AQUILO QUE NÃO É DELES...

PS

GAJOS A ATRAVESSAR CONTINENTES SÓ PARA NA SUA ESMAGADORA MAIORIA FICAR POR NOSSA CONTA?FODA-SE...

O REINO UNIDO COM O SEU IMPÉRIO LÁ DENTRO...

DAYLIGHT MURDER Tragic teen Ozell Pemberton fights off knife killers in harrowing CCTV footage moments before he’s stabbed to death
West Midlands Police have released new footage of him being attacked by killers Oscar Ingram, 21, and Mohammed Amir Hussain, 17

By James Cox
22nd November 2018, 2:07 amUpdated: 22nd November 2018,

THIS is the harrowing moment a tragic teen fights off two knifemen, moments before he is stabbed to death in a street.

Ozell Pemberton, 16, was fatally knifed in broad daylight in Sutton Coldfield town centre in May.



Ozell Pemberton fights off two knife wielding thugs before being stabbed to death in the street


West Midlands Police have released new footage of him being attacked by killers Oscar Ingram, 21, and Mohammed Amir Hussain, 17.


E ANDARAM A CHATEAR OS OUTROS PARA FAZEREM O MESMO.AQUILO É TÃO BOM QUE ATÉ OS NOSSOS CRIMINOSOS PARA LÁ FOGEM...

E AS EXPORTAÇÕES QUE NÃO SÃO PAGAS E QUE DÃO DIREITO A PENHORAS?UI UI UI

Fisco vendeu por mês 134 imóveis penhorados
Desde 2016 que a Autoridade Tributária e Aduaneira está proibida de vender casas penhoradas que sejam de habitação própria e permanente do devedor.

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ANGOLA Exportações para Angola encolhem para metade em quatro anos

MAS ENTRETANTO COMO NEM SEQUER PODEMOS SABER QUEM SÃO OS DEVEDORES DA CGD E COMO O BES/BESA FALIRAM A CGD PODE VOLTAR A EMPRESTAR LÁ EM LUANDA QUE DEPOIS O CONTRIBUINTE VOLTA A PAGAR...HÁ QUE SALVAR CÁ DENTRO E LÁ FORA QUE OS 60 MILHÕES DO INSTITUTO CAMÕES SÃO MIGALHAS.APESAR DE SEREM MAIS DO QUE OS 50 MILHÕES PARA AUMENTOS DOS FUNCIONÁRIOS...

UMA BAIXA DE PESO NA FEITURA DA RAÇA MISTA EUROPEIA?E IMAGINEM SAI DE LÁ UM TUGA...

UNIÃO EUROPEIA
Português que dirige agência europeia de asilo acusado de má conduta no cargo
22/11/2018, 0:33
José Carreira, diretor executivo do Gabinete Europeu de Apoio ao Asilo, foi acusado de má conduta no cargo. O Gabinete Europeu Anti-Fraude investigava o português há vários meses.

José Carreira estava a ser investigado sobre irregularidades na gestão de recursos humanos, falhas na proteção de dados e denúncias de bullying

José Carreira, diretor executivo do Gabinete Europeu de Apoio ao Asilo (GEAA), estava a ser investigado, em janeiro deste ano, pelo Gabinete Europeu Anti-Fraude por “suspeitas de conduta irregular” no cargo. Em causa estavam irregularidades na gestão de recursos humanos, falhas na proteção de dados, denúncias de bullying e o fomento de uma “cultura de irresponsabilidade”, de acordo com o jornal Politico. Além disso, o responsável português era ainda suspeito de ter violado as regras de contratação pública de serviços.

O documento a que o Politico teve acesso no princípio do ano referia que a investigação se centrava “no quadro de apoio da União Europeia em resposta à crise de refugiados na Grécia”. José Carreira negou todas as acusações contra si e acabou por se demitir em julho deste ano. Entretanto, a investigação levada a cabo pelo Gabinete Europeu Anti-Fraude (conhecido por OLAF, na sigla em francês) chegou ao fim.



Em comunicado, o OLAF declara que a investigação identificou “irregularidades como o incumprimento de procedimentos de adjudicação que resultaram em gastos injustificados pelo GGAA, má gestão, abuso de poder relativamente à gestão de recursos humanos, assédio e comportamento inapropriado para com os membros do gabinete, bem como falhas na proteção de dados”.

Neste contexto, o OLAF sugeriu ao Conselho de Gestão a aplicação de uma ação disciplinar contra o diretor executivo e a outros membros do órgão.

O Conselho de Gestão do GEAA irá agora considerar as indicações que resultaram da investigação, incluindo se haverá ou não medidas a tomar contra o português José Carreira. Nos próximos dias 26 e 27 de novembro, o Gabinete Europeu de Apoio ao Asilo irá reunir-se para discutir o comunicado sobre a investigação do OLAF. Para já, o Gabinete não irá comentar nada relativo ao caso, deixando essa discussão para mais tarde.

Ao Politico, José Carreira disse por e-mail que “os resultados da investigação não são suportados por quaisquer factos e são maioritariamente elaborados através de opiniões. A agência e os seus membros fizeram um trabalho extraordinário para responder ao que a União Europeia e as suas instituições pediram para fazer face à crise de refugiados sem precedentes, a qual exigiu medidas extraordinárias com base no que as normas permitem”. O responsável português acrescentou ter a certeza de que o Conselho de Gestão estará preparado para ler e analisar as conclusões de uma forma construtiva, de modo a fazer cessar as alegações”.

SE CALHAR O CARREIRA TINHA MAIS OLHOS QUE BARRIGA...E AGORA TIRARAM-LHE O TAPETE.NÃO TE INCOMODES QUE HÁ POR AÍ MUITOS QUE TERÃO QUE SEGUIR O MESMO CAMINHO POR QUEREREM AGORA QUE O "NOSSO POVO" FIQUE ESCURINHO DEPOIS DE TEREM ENTREGUE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO E COM LIMPEZA ÉTNICA E SEM BENS...,

SERÁ QUE A CÂNDIDA VILAR NÃO VÊ AQUI UM MOTIVO PARA METER DENTRO MEIA DÚZIA DE BRANCOS?OLHA OS PRETINHOS QUERIDOS...

CDS-PP
Cristas foi ao "supermercado" de droga em Lisboa

Cristas, vereadora-deputada-presidente, visitou comerciantes do centro de Lisboa para provar que "há medo e insegurança" numa das zonas de maior tráfico de droga. E não há polícia que chegue.

“Ainda agora fui almoçar ali à ‘Camponesa’ (junto ao miradouro de Santa Catarina), e estava lá um grupo de pessoas — vou dizer pretos, mas não tenho nada contra — que eram de gangues rivais”

SÓ FALTA LEGALIZAREM NÃO SÓ O HAXIXE COMO A COCA E A HEROÍNA.UMA GRANDE LUTA PELA FRENTE.DROGADOS APANHAM NO CU COM MAIS FACILIDADE...

UM EXEMPLO DE RAÇA MISTA ENRIQUECEDORA E PORTUGUESÍSSIMA CLARO...

ANGOLA
João Lourenço dá “esperança”, mas ainda não convence a melhor rapper de Angola

Sobre a visita a Portugal de João Lourenço, a cantora eleita a melhor rapper feminina do ano 2017 pelo Angola Hip Hop Awards, confessa estar "curiosa". Também portuguesa, Eva gosta de ver os dois países mais próximos, mas preferia que Angola trabalhasse com "países que são modelos a nível internacional como o Canadá, a Noruega e a Alemanha".

"Os empresários portugueses e os políticos angolanos, e empresários angolanos, relacionam-se muito bem principalmente no que toca às questões da corrupção", argumenta.

TEM MUITO À VONTADE É PATRIOTA COMO SE ESPERAVA E NADA DE RECORDAR O QUE FOI APAGADO DA FOTOGRAFIA:A LIMPEZA ÉTNICA DOS BRANCOS E SEM BENS...CLARO SEM RACISMO NEM XENOFOBIA...

PS

O BRANCO TUGA QUE SE VÁ PREPARANDO PARA A SUA VEZ DE SER ESCRAVIZADO. FISCALMENTE PORQUE ISTO DE ESCURECER O ZÉ POVINHO PRECISA DE NÚMEROS GRANDES...

A RAPAZIADA QUE LUTAVA PELA DESCOLONIZAÇÃO AGORA LUTA POR NOS COLONIZAR.E COM O MELHOR QUE EXISTE NO PLANETA.ISSO DE LEIS NEM É COM ELES.QUEREM-NOS CÁ TODOS...

Líbia
Polícia desembarca à força 77 migrantes resgatados no Mediterrâneo

Migrantes resgatados recusavam ficar na Líbia


As autoridades líbias desembarcaram à força 77 migrantes que, por medo de serem torturados nos centros de detenção da Líbia, não quiseram abandonar, no porto de Misrata, o navio porta-contentores que os resgatou no Mediterrâneo.

"As forças policiais, armadas, entraram no barco e tiraram os migrantes à força. No meio dos confrontos foi lançado gás lacrimogéneo. Algumas pessoas ficaram feridas", disse à agência de notícias Efe uma testemunha que se encontrava no porto.

Fontes policiais explicaram à agência espanhola que os migrantes foram levados, na terça-feira à noite, para centros de detenção, apesar do pedido da organização não-governamental Amnistia Internacional, que advertiu que tal ação seria uma nova violação aos direitos humanos.

O porta-voz do navio com bandeira do Panamá, Ayoub Jassem, disse que as forças de segurança entraram no barco depois de as negociações com os migrantes terem falhado o objetivo de um desembarque voluntário.

"Apenas 14 dos 91 migrantes aceitaram abandonar o barco", afirmou, acrescentando que "seis migrantes ficaram feridos na operação e foram transportados ao hospital mais próximo".

A coordenadora humanitária da ONU para a Líbia, María Ribeiro, denunciou o assalto ao navio, em comunicado divulgado nas redes sociais.

"A comunidade humanitária está triste pela forma como os factos se sucederam. Os refugiados e migrantes que estavam a bordo procediam da Etiópia, da Eritreia, do Sudão do Sul, do Paquistão, do Bangladesh e da Somália", destacou.

"Não querer abandonar um barco relativamente seguro que os resgatou do perigo no mar é uma reação compreensível. Não é aceitável que os esforços de mediação não tenham permitido uma solução pacífica", acrescentou.

A organização afirmou que o facto de o navio ter sido obrigado a navegar rumo à Líbia depois do resgate supõe uma violação da lei internacional, que impede o desembarque de pessoas em países onde não se respeitam os direitos humanos.

"A recusa de desembarcar é uma prova clara das horríveis condições a que os migrantes e requerentes de asilo estão sujeitos nos centros de detenção da Líbia", assinalou Heba Morayef, diretora da Amnistia Internacional no Médio Oriente e norte de África.

"Os governos europeus e o governo do Panamá devem trabalhar com as autoridades líbias e encontrar uma solução para garantir que estas pessoas não vão ser detidas de forma indefinida na Líbia, onde se pratica a tortura", alertou.

Já a Human Rights Watch incitou as autoridades líbias a "permitirem imediatamente que as Nações Unidas e organizações não-governamentais contactem com as pessoas expulsas à força do navio, encontrem alternativas para sua detenção, e investiguem eventuais recursos ilegais à força".

Os 91 migrantes foram resgatados no passado dia 09 de novembro quando navegavam à deriva num barco pneumático precário que deixou as costas líbias com a intenção de chegar a Itália.

Quando regressaram ao porto de Misrata, 14 deles aceitaram desembarcar e o resto negou-se a deixar o barco, assegurando que preferiam "morrer a bordo" do que voltar para um país onde dizem ter sofrido tortura.

Depois da insurreição em 2011 que derrubou Muammar Kadafi do poder, a Líbia é vítima do caos e da guerra civil, sendo também um ponto de passagem para migrantes que fogem de guerras ou da pobreza em África, procurando melhores condições de vida na Europa.

Vários grupos de direitos humanos alertaram que os migrantes estão sujeitos à exploração, aos abusos de traficantes e a milícias locais.

Nos últimos anos, os países europeus forneceram formação e fundos às autoridades da Líbia para reduzir o fluxo migratório no mar Mediterrâneo, onde milhares de migrantes perderam a vida.

Os navios comerciais tornaram-se cada vez mais a única possibilidade de resgate de migrantes no mar e, nos últimos meses, encontraram-se repetidamente em situações de hostilidade à chegada dos migrantes por parte de governos europeus, paralelamente com a vigência da lei internacional marítima que obriga o resgate de pessoas.

A agência da ONU para as migrações (ACNUR) anunciou que cerca de 850 migrantes morreram ao tentar atravessar o mar Mediterrâneo, desde o início de 2018, comparando com 2.100 no mesmo período em 2017.

A agência estima que mais de 40 mil alcançaram os países europeus desde janeiro de 2018, comparando com 80 mil na mesma altura em 2017.


ATRAVESSAM TODO O PLANETA PARA NOS VIR ENRIQUECER E HÁ SEMPRE RESMAS DE GAJOS E GAJAS A ABRIR-LHES AS PORTAS.DANO COLATERAL DE TANTO DOUTOR NAS ÁREAS DAS MIGRAÇÕES PORQUE O OBJECTIVO AGORA É O "NOSSO POVO" FICAR MAIS ESCURINHO...