Sunday, June 22, 2014

QUEM MANDA PODE.E SEM NECESSIDADE DE JUSTIFICAR...O CONTRIBUINTE E EM ESPECIAL OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS QUE SE CUIDEM QUE HÁ TANTOS AMIGOS A SOCORRER...


Jorge Moreira da Silva, ministro do Ambiente e Energia

"Já não há rendas excessivas no sector elétrico"

Na semana em que se soube que um grupo de ex-governantes e académicos escreveu uma carta a Passos Coelho pedindo mais cortes nas rendas da energia, Jorge Moreira da Silva diz que a tarefa está concluída.
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Moreira da Silva diz que até 2020 serão cortadados 4,4 mil milhões de euros nas rendas do sector elétrico
Moreira da Silva diz que até 2020 serão cortadados 4,4 mil milhões de euros nas rendas do sector elétrico / Mike Sargeant
O ministro do Ambiente e Energia, Jorge Moreira da Silva, diz, em entrevista ao Expresso, que "a tarefa está concluída.
 Já não existem rendas excessivas no setor elétrico".

Wednesday, June 18, 2014

TUDO ACLARADO



OS ELEITOS INTERPRETADORES E SUA CORTE,OS SWAP´S, AS PPP´S, AS RENDAS, O ACIDI, OS DOUTORES DA MULA RUÇA E DAS GENERALIDADES E CULATRAS INTERNACIONALISTAS  o bpn ,o bpp e agora o bes QUE PAGUEM A CRISE

GOVERNAR É PREVER.E A ALEMANHA SABE GOVERNAR-SE.BASTA VER COMO ANTES DO JOGO A SPIEGEL ATIRAVA O ÁRBITO TODINHO PARA CIMA DE NÓS

Vídeo: Rei Juan Carlos diz que Portugal foi prejudicado contra a Alemanha

MAS A ALEMANHA GANHAVA SEMPRE.PORRA 3 ATAQUES NOS 3 PRIMEIROS MINUTOS?

COSTA E SEGURO.O PRIMEIRO OUVE A IMIGRAÇÃO E OS CANDIDATOS A IMIGRANTES.O SEGURO DEVE OUVIR OS PORTUGUESES DO PORTUGAL PROFUNDO QUE TÊM ANDADO A SER TRAÍDOS...

Sociedade Aberta

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João Cardoso Rosas

Os média e a crise no PS

JOÃO CARDOSO ROSAS
É reconhecido por todos que António Costa tem "boa imprensa", enquanto António José Seguro tem "má imprensa".
O que é estranho é que isso seja aceite acriticamente, como um facto estabelecido e normal, em vez de desencadear uma reflexão sobre a qualidade - ou mesmo a integridade - do jornalismo e da análise política entre nós.

Pense-se, por exemplo, na proposta de Seguro para a realização de eleições primárias no PS, com vista à escolha do candidato do partido a primeiro-ministro, abertas a militantes e simpatizantes. Ela é geralmente apresentada como um gesto de oportunismo político, em vez de ser analisada pelos seus méritos próprios e em função da abertura dos partidos à sociedade civil, tão reclamada por todos. Embora entrando aqui num raciocínio contrafactual - e, como tal, falível - parece-me claro que, se a mesma proposta fosse apresentada por Costa, seria imediatamente acolhida como uma inovação bem-vinda e uma oportunidade para a renovação do funcionamento dos partidos políticos em Portugal.

Considere-se, para dar outro exemplo, a atitude de Costa e Seguro no contacto directo com as pessoas. Qualquer jornalista que acompanhe os dois sabe que Seguro está perfeitamente à vontade no meio do povo, enquanto Costa denota incomodidade física. Não há aqui motivo de notícia e análise? Não revela isto algo politicamente relevante na personalidade dos dois? Se a atitude dos dois fosse ao contrário, se Seguro mostrasse repugnância no contacto físico com o povo e Costa estivesse à vontade, não seria isso motivo de atenção mediática?

Os exemplos podiam multiplicar-se. Mas a questão é esta: por que razão jornalistas e analistas são geralmente favoráveis a Costa e desfavoráveis a Seguro?

A resposta é relativamente simples: Costa pertence ao mesmo grupo social da maior parte dos jornalistas e comentadores. Trata-se de um grupo que olha para o país com superioridade, mas que considera Costa como um deles. Costa fala como eles, tem as mesmas referências, os mesmos amigos. Neste aspecto, Seguro é um ‘outsider'. Nada tem a ver com os meios jornalísticos e intelectuais de Lisboa. As suas preocupações são distintas, o seu modo de falar diferente. Por isso é objecto de desconfiança e maltratado.

Se a política portuguesa tivesse já ultrapassado a fase oligárquica, o facto de Seguro vir de fora dos círculos habituais de poder e influência seria valorizado e não desvalorizado. Por exemplo nos Estados Unidos, onde a política é mais aberta e democrática, existe uma grande valorização daqueles que são percepcionados como exteriores ao sistema e aos círculos de interesse de Washington. Mas a política portuguesa continua a ser à moda antiga: um ‘old boys network'. Até quando?

CÁLCULO É COISA FASSISTA PÁ.IMAGINEM SE A MALTA COMEÇA A FAZER AS CONTAS COM O ENRIQUECIMENTO DOS POBRES DO PLANETA QUE NOS ESCOLHEM E CHEGAM À CONCLUSÃO QUE ALGUÉM OS ANDOU A ENGANAR...

Exames de Matemática tinham “demasiado cálculo”

“Consideramos que as provas padecem de um excessivo peso de cálculo, nomeadamente, no 6º ano, onde 80% da prova avaliava cálculo. Mesmo quando os itens em questão não tinham a ver com cálculo, tinham a ver com a geometria, com a organização e tratamento de dados. Mesmo em perguntas de escolha múltipla e de resposta directa eram necessários vários passos de cálculo para se chegar ao resultado”, diz à Renascença a presidente da APMLurdes Figueiral.
Presidente da Associação de Professores de Matemática reage aos resultados negativos nos exames dos 4º e 6º anos. Os exames "nunca deverão ser introduzidos nestes níveis de ensino".


ATENÇÃO TC OLHEM QUE VAI SER PRECISO PAGAR REFORMAS...

"Uma amnistia é incontornável"


O representante especial das Nações Unidas para a Guiné-Bissau defende uma "reforma , com honra, dignidade e em condições de segurança" para os militares envolvidos no golpe de Estado de há dois anos.

O SEC ESTADO LEVOU COM ELE AQUELES GUINEENSES EXPULSOS E QUE OS GOLPISTAS SE RECUSARAM A RECEBER?SE NÃO LEVOU DEVERIA TER LEVADO...