PERTENCE CERTAMENTE AO submundo da blogosfera DE ACORDO COM CIENTÍFICAS CLASSIFICAÇÕES DUNS GAJOS QUE VIVEM DOS MEUS IMPOSTOS E ANDAM A AFUNDAR PORTUGAL
Jorge Moreira da Silva, ministro do Ambiente e Energia
"Já não há rendas excessivas no sector elétrico"
Na semana em que se soube que um grupo de ex-governantes e académicos escreveu uma carta a Passos Coelho pedindo mais cortes nas rendas da energia, Jorge Moreira da Silva diz que a tarefa está concluída.
Moreira da Silva diz que até 2020 serão cortadados 4,4 mil milhões de euros nas rendas do sector elétrico / Mike Sargeant
O ministro do Ambiente e Energia, Jorge Moreira da Silva, diz, em entrevista ao Expresso, que "a tarefa está concluída.
Já não existem rendas excessivas no setor elétrico".
OS ELEITOS INTERPRETADORES E SUA CORTE,OS SWAP´S, AS PPP´S, AS RENDAS, O ACIDI, OS DOUTORES DA MULA RUÇA E DAS GENERALIDADES E CULATRAS INTERNACIONALISTAS o bpn ,o bpp e agora o bes QUE PAGUEM A CRISE
É reconhecido por todos que António Costa tem "boa imprensa", enquanto António José Seguro tem "má imprensa".
O que é estranho é que isso seja aceite acriticamente, como um facto estabelecido e normal, em vez de desencadear uma reflexão sobre a qualidade - ou mesmo a integridade - do jornalismo e da análise política entre nós.
Pense-se, por exemplo, na proposta de Seguro para a realização de eleições primárias no PS, com vista à escolha do candidato do partido a primeiro-ministro, abertas a militantes e simpatizantes. Ela é geralmente apresentada como um gesto de oportunismo político, em vez de ser analisada pelos seus méritos próprios e em função da abertura dos partidos à sociedade civil, tão reclamada por todos. Embora entrando aqui num raciocínio contrafactual - e, como tal, falível - parece-me claro que, se a mesma proposta fosse apresentada por Costa, seria imediatamente acolhida como uma inovação bem-vinda e uma oportunidade para a renovação do funcionamento dos partidos políticos em Portugal.
Considere-se, para dar outro exemplo, a atitude de Costa e Seguro no contacto directo com as pessoas. Qualquer jornalista que acompanhe os dois sabe que Seguro está perfeitamente à vontade no meio do povo, enquanto Costa denota incomodidade física. Não há aqui motivo de notícia e análise? Não revela isto algo politicamente relevante na personalidade dos dois? Se a atitude dos dois fosse ao contrário, se Seguro mostrasse repugnância no contacto físico com o povo e Costa estivesse à vontade, não seria isso motivo de atenção mediática?
Os exemplos podiam multiplicar-se. Mas a questão é esta: por que razão jornalistas e analistas são geralmente favoráveis a Costa e desfavoráveis a Seguro?
A resposta é relativamente simples: Costa pertence ao mesmo grupo social da maior parte dos jornalistas e comentadores. Trata-se de um grupo que olha para o país com superioridade, mas que considera Costa como um deles. Costa fala como eles, tem as mesmas referências, os mesmos amigos. Neste aspecto, Seguro é um ‘outsider'. Nada tem a ver com os meios jornalísticos e intelectuais de Lisboa. As suas preocupações são distintas, o seu modo de falar diferente. Por isso é objecto de desconfiança e maltratado.
Se a política portuguesa tivesse já ultrapassado a fase oligárquica, o facto de Seguro vir de fora dos círculos habituais de poder e influência seria valorizado e não desvalorizado. Por exemplo nos Estados Unidos, onde a política é mais aberta e democrática, existe uma grande valorização daqueles que são percepcionados como exteriores ao sistema e aos círculos de interesse de Washington. Mas a política portuguesa continua a ser à moda antiga: um ‘old boys network'. Até quando?
“Consideramos que as provas padecem de um excessivo peso de cálculo, nomeadamente, no 6º ano, onde 80% da prova avaliava cálculo. Mesmo quando os itens em questão não tinham a ver com cálculo, tinham a ver com a geometria, com a organização e tratamento de dados. Mesmo em perguntas de escolha múltipla e de resposta directa eram necessários vários passos de cálculo para se chegar ao resultado”, diz à Renascença a presidente da APM, Lurdes Figueiral.
Presidente da Associação de Professores de Matemática reage aos resultados negativos nos exames dos 4º e 6º anos. Os exames "nunca deverão ser introduzidos nestes níveis de ensino".
O representante especial das Nações Unidas para a Guiné-Bissau defende uma "reforma , com honra, dignidade e em condições de segurança" para os militares envolvidos no golpe de Estado de há dois anos.
O SEC ESTADO LEVOU COM ELE AQUELES GUINEENSES EXPULSOS E QUE OS GOLPISTAS SE RECUSARAM A RECEBER?SE NÃO LEVOU DEVERIA TER LEVADO...