Saturday, May 25, 2013

DANOS COLATERAIS DA COLONIZAÇÃO DA EUROPA.E POR NOSSA CONTA...

La Suède découvre le cocktail explosif de ses banlieues

Par Pauline CurtetMis à jour le 24/05/2013 à 21:48 Publié le 24/05/2013 à 19:37

Sous protection policière, des pompiers interviennent pour éteindre l'incendie d'une crèche dans la nuit du 24 mai à Kista, une banlieue ghettoïsée de Stockholm. Crédits photo : SCANPIX SWEDEN/REUTERS
À Husby, berceau des émeutes, 60 % de la population est d'origine étrangère. Le chômage qui frappe surtout les jeunes atteint 16 %.

Stockholm brûle-t-elle? Certainement pas. Au centre de la riche capitale suédoise, les gros titres des journaux sur les émeutes ne semblent même pas troubler le constant va-et-vient des passants. Mais il suffit de parcourir huit stations de métro, en direction du nord-ouest de Stockholm, pour découvrir les traces des violences. Certes, ces dernières sont bien moins sérieuses que celles survenues lors d'émeutes en France ou en Grande-Bretagne. Mais à Husby, berceau de la révolte, des vitrines brisées, une école aux murs noircis, une bibliothèque dont la porte est en mille morceaux rappellent l'agitation des nuits passées.
«C'est une minorité de jeunes qui a fait ça. La première nuit, ils devaient être cinquante. Puis c'est passé à cent, et ça s'est propagé à d'autres banlieues», raconte Fresia Monteniegro, une Suédoise d'origine chilienne, âgée d'une quarantaine d'années. «Moi, mes enfants sont restés à la maison. Je le sais car j'étais là. Mais je connais des mères qui ne savaient pas où étaient les leurs.» Avec plusieurs autres personnes, membres comme elle, d'un groupe chrétien, Fresia fait le pied de grue devant une supérette de la ville. «On veut dire aux parents de contrôler leurs enfants, qu'ils arrêtent de les laisser sortir dans la rue, le soir», martèle-t-elle.
Immigration, racisme et inégalités accrues

Fresia Monteniegro n'est pas la seule habitante de Husby à appeler au calme. Collée sur les vitrines de l'unique place commerçante de la ville de 12. 000 habitants, une affiche imprimée à la hâte les appelle à se rassembler, pour dénoncer les brutalités, qu'elles viennent des policiers ou des vandales.
Depuis l'éclatement des violences, dimanche dernier à Husby, la Suède s'interroge. «C'est incroyable, tous ces journalistes, de partout en Europe, qui viennent nous voir depuis dimanche. Ils me demandent ce qu'il se passe et je ne sais pas quoi répondre», soupire la vendeuse d'un magasin d'articles afro-cubains, dont la devanture affiche encore les éclats d'un jet de pierre.
La mort d'un homme de 69 ans d'origine portugaise, abattu par la police le 13 mai dernier alors qu'il brandissait une arme blanche, semble avoir été l'étincelle à l'origine de ces violences. Mais leurs racines sont bien plus profondes. Il suffit de parler aux habitants de Husby pour s'en rendre compte.
«Les jeunes de ces banlieues, lorsqu'ils terminent le lycée, ou parfois, l'université, ne trouvent pas de travail. Souvent, c'est parce que leur nom ne sonne pas suédois, et qu'ils viennent de quartiers pauvres», estime Michael Johns, 34 ans, qui a quitté, il y a neuf ans, les Barbades, pour vivre à Rinkeby, banlieue proche de Husby. «Moi par exemple, j'ai postulé à un emploi de livreur. À l'entretien, tout se passait bien, puis tout à coup le patron a regardé mon CV, il a sursauté en me disant “alors, vous venez de Rinkeby?” J'ai su que je ne serais pas embauché.»
Immigration, racisme et accroissement des inégalités sont devenus, en quelques jours, les thèmes majeurs de l'actualité suédoise, qui a rarement connu de telles violences. «Clairement, ces banlieues sont ghettoïsées, comme en France. Les gens qui habitent là ont l'impression qu'ils n'auront aucun futur. Ils se sentent exclus, et ils le sont, au moins géographiquement», décrit Eva Andersson, géographe urbaine à l'université de Stockholm. L'histoire des banlieues suédoises, est, d'ailleurs, typique des grosses villes européennes: une construction massive de barres d'immeubles dans les années 1960 pour accueillir la classe moyenne (en Suède, le programme s'appelait «Miljonprogrammet», et consistait à construire un million de logements), suivie d'un déclassement progressif. «De plus en plus d'immigrés se sont installés dans ces immeubles, devenus vieillissants. Personne d'autre n'en voulait», résume Eva Andersson.
110 nationalités différentes

Résultat, aujourd'hui, près de 60 % de la population de Husby est d'origine étrangère et plus de 110 nationalités différentes y sont représentées. Le taux de chômage de la ville atteint les 16 % alors qu'il est de 6 % au niveau national, et il frappe surtout les jeunes. Pour Michael Johns, ce déclassement constitue une véritable bombe à retardement pour la Suède: «Les parents de ces jeunes, quand ils sont arrivés, ne disaient rien. Ils restaient en groupe, dans leurs communautés et ne se plaignaient pas. Leurs enfants, qui sont aujourd'hui de jeunes adultes, parlent suédois et ont la nationalité suédoise. Ils ne comprennent pas pourquoi on ne les considère pas comme tels. Mais c'est un peu pareil en France, non?»

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Portugueses em risco de despejo no Luxemburgo

Vinte trabalhadores a residir num albergue para estrangeiros no Luxemburgo poderão ficar sem casa por terem excedido o prazo da "habitação temporária".
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ENTÃO NO NOSSO CASO É TUDO DE BORLA E PARA TODA A VIDA.UNS DIREITOS QUE NINGUÉM SE ATREVE A COLOCAR EM CAUSA.O MAIOR TABU DO REGIME.QUE DESCOLONIZOU COM EXPULSÕES EM MASSA E CONFISCOS DE BENS E AGORA NOS COLONIZA COM SUBSÍDIOS DA SEGURANÇA SOCIAL .SEMPRE COM OS MESMOS A PAGAR CLARO...E DEPOIS NÃO QUEREM SER TRAIDORES...

QUANDO QUALQUER UM GOVERNA QUEM SE LIXA SÃO OS INDÍGENAS DONDE EMANA A LEGITIMIDADE DO GOVERNO...

Ricardo Salgado desvalorizou hoje a falta de mão-de-obra nacional nos projectos agrícolas do Alqueva, declarando que há imigrantes que substituem os portugueses que "preferem ficar com o subsídio de desemprego".




TODOS SE LEMBRAM DAS PORTAS ABERTAS AO MUNDO PROMOVIDAS PELOS GRANDES PEDREIROS PARA FAZEREM PONTES, ESTRADAS E PRÉDIOS.POR NECESSIDADE?NÃO PARA PAGAREM MENOS.POIS QUE NESSA MESMA ALTURA HAVIA EMIGRAÇÃO DE INDÍGENAS PARA A EUROPA QUE NÃO AGUENTAVAM SER PAGOS COM SALÁRIOS DE MISÉRIA PAGOS AOS IMIGRANTES.MAS QUE O ESTADO COMPENSAVA COM A CASA SOCIAL E OUTROS SUBSÍDIOS DE DISCRIMINAÇÃO POSITIVA.
HOJE ESSA RAPAZIADA MAIORITARIAMENTE VIVE A 100% DO ESTADO SOCIAL E MUITOS JÁ "PORTUGUESES" TAL É A QUANTIDADE DE INTERNACIONALISTAS-HUMANISTAS A GERIR OS DINHEIROS DO ESTADO OU A FAZER LAVAGENS CEREBRAIS AO ZÉ POVINHO QUE EM CONSEQUÊNCIA ANDA A DAR TIROS NOS PRÓPRIOS PÉS...
O HOMEM DA LIGA DE FUTEBOL VEIO TAMBÉM COM O CHORADINHO E PELOS VISTOS CONVENCEU O GOVERNO A DEIXAR ENTRAR "FUTEBOLISTAS" PORQUE DÃO LUCRO...JÁ ESTOU A VER OS OLHEIROS A PASSAREM A DELEGAÇÕES DO SEF E A VOLTAREM A "ENRIQUECER-NOS" COM MAIS UMA CAMADA DE AFRICANOS.FUTEBOLISTAS.DOS QUE NUNCA REGRESSAM...
AGORA PELOS VISTOS CHEGOU A É POCA DOS BANQUEIROS-NEGREIROS.A MALTA NÃO QUER TRABALHAR?IMPORTAM-SE TRABALHADORES DE ÁFRICA...DA ÁSIA.
PORTANTO SE JÁ TEMOS A MAIOR CASA PIA DO MUNDO NO CAPÍTULO DE SALVAMENTO DO PLANETA  COM CERCA DE 1000000 DE ASSISTIDOS PELO "ESTADO SOCIAL INTERNACIONALISTA", SEM NADA TEREM PARA FAZER, ATÉ PORQUE FORAM RECRUTADOS DE FORMA CIENTÍFICA E COM GRANDES ÍNDICES DE MULTIPLICAÇÃO E ISTO EM MENOS DE 10 ANOS O QUE VAI SER DE PORTUGAL...
A CONSTRUÇÃO DO PRIMEIRO SOBADO DA EUROPA FEITA PELOS GAJOS DAS NOVAS OPORTUNIDADES DA POLÍTICA ESTÁ A DERRUBAR UMA NAÇÃO COM 9 SÉCULOS DE HISTÓRIA, QUE COMO SE SABE ATÉ PASSOU À CLANDESTINIDADE...POR CONVENIÊNCIA...
A TAL "DESVALORIZAÇÃO FISCAL" QUE NÃO É MAIS DO QUE RETIRAR DINHEIRO A TODA A GENTE POR FORMA A COMPENSAR AS ANTIGAS DESVALORIZAÇÕES CAMBIAIS ATINGE QUASE TODOS.MENOS OS TAIS QUE NÃO QUEREM TRABALHAR.OS INTOCÁVEIS.OS QUE ESTÃO NA BOCA DE TODOS OS POLÍTICOS.TODOS MESMO.E POR ISSO MESMO É O GRUPO QUE "CRESCE" APESAR DA "CRISE".CRIANDO CONSECUTIVAS "NECESSIDADES".PROVIDENCIADAS PELA CLASSE MÉDIA POIS CLARO.QUE NÃO TEM OFFSHORES PARA FUGIR AOS IMPOSTOS LOGO DESCONTADOS PELO PATRÃO.E HÁ MAIS DE UMA DEZENA DE ANOS A CAMINHAR LENTA MAS SEGURAMENTE PARA O BAIRRO SOCIAL MULTICULTURAL NUMA DE "TODOS IGUAIS, TODOS DIFERENTES" E ONDE SE MISTURA TUDO.PARA FAZEREM O HOMEM NOVO E MULATO DEPOIS DA ENTREGA DE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO!
PARA A CRISE SER RESOLVIDA TERÃO PRIMEIRO QUE RESOLVER A CRISE DE IDENTIDADE...ISTO SE NÃO QUISEREM TER COMO CAPATAZES OS AFRICANOS QUE ANDAM A IMPORTAR.NO MÍNIMO POIS QUE UM DIA AINDA PODEM SER VENDIDOS COMO ESCRAVOS PARA ÁFRICA.PELA MÃO DOS DIRIGENTES QUE ELEGEM OU QUE TÊM O DINHEIRO COMO O SALGADO...

Friday, May 24, 2013

QUEM NOS AVISA NOSSO AMIGO É...

Multiculturalismo + Welfare State = Desgraça

24 MAIO, 2013
A Suécia entra no quinto dia seguido de motim, com dezenas de carros em chamas e lojas destruídas nos subúrbios de Estocolmo. O pretexto foi a morte de um imigrante que teria problemas mentais, causada pela polícia local. A revolta contra a polícia é enorme. A imagem da Suécia como paraíso igualitário está mais chamuscada do que nunca.
Há muitos mitos sobre o sucesso sueco. O país ficou rico sob o modelo mais liberal, e após o avanço do estado de bem-estar social, o país chegou a “quebrar” no começo dos anos 1990. Várias reformas liberais colocaram a nação na rota da prosperidade novamente, mas o peso estatal segue muito elevado. Apesar de uma população pequena, relativamente homogênea e bem educada, os custos do modelo podem ser sentidos. Há desemprego crescente, e a imigração se tornou um problema.
O casamento entre o “welfare state” e o multiculturalismo pode ser fatal. O primeiro cria inúmeros privilégios, e a população logo aprende que quem não chora, não mama. Imigrantes desejam viver no país para usufruir da “carona grátis”, das mordomias sustentadas pelos pesados impostos dos que trabalham. Isso pode produzir xenofobia. Já o segundo cria segregação, ao recusar a idéia de valores universais melhores, e rejeitar a noção de que o imigrante é que deve assimilar a cultura de quem o recebe, e não o contrário.
Some-se a isso o fato de boa parte desses imigrantes ser muçulmana, e se tem um barril de pólvora. A “islamização” crescente da Europa, com o relativismo cultural dos próprios europeus, incapazes de objetivamente reconhecer a superioridade de sua cultura (afinal, o fluxo migratório mostra justamente que os imigrantes concordam com isso), gera um clima perigoso de segregação.
O “welfare state” completa a equação problemática, ajudando a criar desemprego para os imigrantes e a revolta de quem paga a conta. Parece uma situação insustentável. Em equação simples: Multiculturalismo + Welfare State = Desgraça. Questão de tempo apenas…

ENTÃO QUANDO OS SALVADORES DO PLANETA AINDA ATÉ HÁ POUCO TEMPO DESCOLONIZADORES EMÉRITOS AGORA ANDAM NUMA DE NACIONALIZAÇÃO DO PLANETA A EITO E POR NOSSA CONTA...170000 NOS 2 ÚLTIMOS ANOS?QUAL A NECESSIDADE?FAZEREM-NOS PAGAR PARA TODO O SEMPRE...

OI PNR PREPAREM A RECEPÇÃO DOS CANDIDATOS DAS ESQUERDAS...

Marseille : une candidate Front de gauche passe au Front national

Anna Rosso-Roig, candidate du Front de gauche à Marseille aux législatives de juin dernier, se présentera sous l'étiquette Front national aux municipales.


E POR CÁ COMO É?NINGUÉM ANDA NAS MAÇONARIAS?DE CERTEZA?

Un prêtre franc-maçon démis de ses fonctions à la demande du Vatican


Le père Pascal Vesin, curé à Megève, restera prêtre «mais sans droit d'exercer». En outre, il a choisi de rester dans la franc-maçonnerie.


PÁ SÓ DIGO ISTO PORQUE OS "AVANÇOS" CIVILIZACIONAIS NÃO TÊM TIDO NENHUMA OPOSIÇÃO...O QUE NÃO DEIXA DE SER ESTRANHO...

SE TIVESSEM CONSTRUIDO O ALQUEVA NA LINHA DE SINTRA OU EM LOURES JÁ TINHAM MÃO DE OBRA ESPECIALIZADA EM HORTAS...

Falta mão-de-obra no Alqueva

Publicado hoje às 07:21

No Alqueva falta mão-de-obra. É uma dificuldade lembrada no dia em que, em Lisboa, acontece um seminário para atrair investimento estrangeiro para aquela parte do Baixo Alentejo.
 


Os agricultores alertam para a falta de mão-de-obra para explorar o potencial à volta do Alqueva. Manuel Castro e Brito, presidente da Federação dos Agricultores do Baixo Alentejo, diz que tem sido necessário recorrer aos trabalhadores do Leste Europeu e do Norte de África.
O presidente da EDIA (Empresa de Desenvolvimento e Infra-Estruturas do Alqueva), João Basto admite que a mão-de-obra é um problema que se apresenta aos investidores estrangeiros. Uma falha que se resolve recorrendo à imigração.
Um obstáculo assinalado num dia em que cerca de 30 empresários chegam a Portugal para perceber se vale a pena investir na agricultura junto ao Alqueva. Nesta altura 40 por cento da área de regadio está disponível à espera de quem a queira cultivar, o presidente da EDIA garante que a água desta barragem, suficiente para quatro anos de seca, atrai cada vez mais estrangeiros.
O presidente da Federação dos Agricultores do Baixo Alentejo nada tem contra os investidores estrangeiros. Manuel Castro e Brito defende, no entanto, que a resposta nacional tem sido suficiente, nomeadamente em associação com quem de fora tem tido a vontade de apostar na região do Alqueva.

MAS PODEM SEMPRE LEVAR OS SUBSIDIADOS PARA AÍ.ALIÁS OS COMUNISTAS COM GRANDES VOTAÇÕES NO ALENTEJO PODIAM MOSTRAR-NOS OS BENEFÍCIOS DO HOMEM NOVO E MULATO A CANTAR ALENTEJANO...
CLARO QUE MAIS UMAS CAMADAS DE IMPORTADOS É SEMPRE SOLUÇÃO.MAS COM DIREITOS.OS REFORMADOS E PENSIONISTAS LICENCIADOS AINDA TÊM MUITOS MESES PARA PERDER EM FAVOR DA SALVAÇÃO DO PLANETA AZUL.EMBORA JÁ ANDEM A RECEBER MENOS DO QUE UM AFRICANO ANALFABETO RECÉM CHEGADO EM MUITOS PAÍSES EUROPEUS...

POR CÁ OS DESCOLONIZADORES ANDAM A COLONIZAR-NOS EM FORÇA.COM OS ANTIGOS DESCOLONIZADOS...MAS OS OUTROS É QUE ESTÃO A VER MAL A COISA...

La Suède secouée par une révolte des banlieues

Avec la crise, le soulèvement de quartiers déshérités n'épargne plus l'État-providence scandinave.

Voitures incendiées, fenêtres et vitrines cassées, jets de pierre sur la police et les pompiers: le scénario, connu en France ou en Grande-Bretagne, constitue un vrai choc pour la ­Suède, plus habituée à être désignée comme un exemple de justice sociale et d'intégration.Ces émeutes ont démarré dimanche soir à Husby, une banlieue située au nord-ouest de Stockholm. Mercredi soir, après trois nuits d'agitation, les violences ont gagné d'autres banlieues situées, cette fois-ci, au sud de la capi­tale suédoise. Dans la ville d'Hagsätra, un agent de police, sérieusement blessé à la tête par un jet de pierre, a dû être hospitalisé. Plusieurs bâtiments, dont un restaurant et un commissariat de police, ont été incendiés, s'ajoutant aux écoles et centres culturels dégradés depuis dimanche. Les pompiers de la ville, appelés sur plus d'une centaine d'incendies et souvent ralentis par les violences, se sont dits «dépassés» par les événements. L'appel au calme lancé mardi par le premier ministre de centre droit, Fredrik Reinfeldt, qui demandait aux «parents et aux adultes» d'agir pour éviter de nouvelles violences, n'a toujours pas été entendu.
«Pourquoi font-ils ça?» s'interrogeait, jeudi matin, la presse suédoise, abasourdie. «Ils», ce sont les jeunes de ces quartiers défavorisés, qui comptent une forte proportion d'immigrés et, surtout, un taux de chômage bien plus élevé que la moyenne nationale. L'étincelle de ces émeutes semble être la mort, la semaine dernière, d'un habitant de Husby abattu par la police, alors qu'il menaçait des agents avec une machette.

Délit de faciès

Cependant, pour beaucoup d'observateurs, ces violences doivent être mises sur le compte d'un accroissement spectaculaire de la pauvreté dans la société suédoise. Depuis les années 1990 et une crise bancaire dévastatrice pour la Scandinavie, la Suède a en effet largement diminué la taille de son État-providence, entraînant une forte croissance des inégalités. Les immigrés, qui constituent 15 % de la population suédoise, ont été les premiers touchés, en parti­culier les plus jeunes.
«Je comprends pourquoi beaucoup de gens qui vivent dans ces banlieues et à Husby sont inquiets, en colère et préoccupés», a admis la ministre de la Justice, Beatrice Ask. «L'exclusion sociale est une cause très importante de nombreux problèmes. Nous comprenons cela», a continué la ministre, en pesant ses mots. Cette dernière s'est retrouvée, il y a quelques mois, au centre d'un débat sur les méthodes de la police de Stockholm, accusée de contrôler plus souvent l'identité des personnes de couleur. Beatrice Ask avait alors déclaré que les personnes faisant l'objet de contrôles réagissaient parfois de manière un peu trop sensible face à la police. Son commentaire, maladroit, avait relancé le débat sur la montée du racisme en ­Suède. Le parti anti-immigrés et eurosceptique des Démocrates de Suède, dont certains membres sont d'anciens néonazis, se trouve d'ailleurs, à moins d'un an des prochaines élections législatives, en troisième position des sondages.
A RAPAZIADA DO TUDO E DO SEU CONTRÁRIO ESQUEÇE QUE DEPOIS DUM CLICK QUALQUER A MALTA PASSA DE MANSO A ENRAIVECIDO...