Opinião
Um cretino é um cretino
00h00m
Comecemos por onde estas coisas devem começar: o escriba que diariamente bolça sentenças nesta página e que dá pelo nome de Manuel António Pina é um refinado cretino. Posto isto, assim, que é a forma honesta de pôr este tipo de coisas, nada mais haveria a dizer. Citando um treinador de futebol dado a elucubrações epistemológicas, «um vintém é um vintém e um cretino é um cretino». E... Pronto! Estaria tudo dito. Além disso, só se MAP não fosse tão cretino é que valeria a pena mostrar-lhe por que é que ele é tão cretino.
Não costumo responder a cretinos. Mas, correndo o risco de este, como todos os outros, se tornar ainda mais agressivo, vou abrir uma excepção e descer ao seu terreno para lhe responder com as mesmas armas que ele tem usado contra mim, até porque este é um cretino especial, do tipo intelectual de esquerda.
MAP anda, desde 2005, a desferir-me ataques pessoais. O homem tem uma fixação doentia em mim. Incomodam-no muito as minhas posições públicas e sobretudo as denúncias que tenho feito sobre o nosso sistema judicial. Ele nunca se referiu com seriedade ao que eu digo. Prefere atacar-me como pessoa, imputando-me sempre os motivos mais mesquinhos ou os propósitos mais infames.
MAP tem a postura de um medíocre bem pensante, para quem é sempre mais cómodo atacar pessoas em vez de criticar ideias. As pessoas arrumam-se de uma penada, atingindo-as, à falsa fé, com dois ou três adjectivos. Isso dá a essa espécie de cretinos uma ilusória sensação de importância. Os medíocres só se sentem fortes quando humilham os que julgam mais fracos. Discutir ideias ou comentá-las com seriedade é sempre mais difícil porque exige qualidades que não abundam em MAP. Este é um megalómano em permanente ajuste de contas com a sua própria mediocridade intelectual.
Mas, ele é também intelectualmente desonesto, pois interpreta os factos sobre que escreve de modo que as pessoas concluam algo diferente do que eles realmente significam. A título de exemplo: ele já tentou convencer os leitores do JN de que a culpa pelas horas que as pessoas perdem inutilmente nos tribunais portugueses é dos advogados e não dos juízes.
Aliás, MAP nunca teve uma palavra sobre a actuação dos magistrados, a não ser para os elogiar ou então para execrar quem os critica. Ele deve ter algum sentimento compulsivo de gratidão para com eles ou alguma amizade reverencial (este tipo de pessoas age muito por amiguismos), pois adopta sempre uma postura canina em relação à justiça. A agressividade de mastim com que ataca os que criticam o funcionamento dos tribunais é apenas o corolário da sua obsequiosidade de caniche em relação às magistraturas.
MAP julga-se um ser superior. Com a displicência dos tudólogos diplomados ele fala de tudo e de todos, do que sabe e do que não sabe. As suas crónicas no JN, sempre naquele estilo alambicado típico dos ociosos, são a expressão aparolada de um imenso complexo de superioridade. Ele tem de julgar e condenar sumariamente alguém, pois senão sente-se diminuído perante si próprio e, sobretudo, perante o círculo de aduladores que lhe entumecem o ego.
Mas, se repararmos bem, lá nos secretos mais profundos do seu ser esconde-se um homem cruelmente dilacerado por indizíveis frustrações. É possível que na adolescência o tenham convencido de que seria um grande escritor, destino para o qual logo desenvolveu os tiques e poses apropriados. Mas, afinal, nunca passou de uma figura menor típica do universo queirosiano - um personagem que mistura o diletantismo de um João da Ega com os dotes literários de um Alencar d'Alenquer e o rancor mesquinho de um Dâmaso Salcede. Tudo isso, transposto para o jornalismo, resultou numa espécie de Palma Cavalão dos tempos actuais. Enfim, um homem que chegou a velho sem ter sido adulto e a quem os mais próximos, por rotina, caridade ou estupidez, provavelmente ainda tratam como uma grande esperança.
Esse género de frustrações conduz, no limite, ao desespero existencial. Em alguns casos, estes frustrados cometem actos tenebrosos. Porém, em MAP, as suas frustrações e complexos transformaram-no, num sniper que, emboscado nos telhados da sua senilidade rancorosa, dispara cobardemente contra tudo o que mexe, de preferência contra o carácter das vítimas que escolhe ao acaso.
Senhor Manuel António Pina, não se atormente mais. O seu mal cura-se com uma dose apropriada de iodo. Trate-se! Vá para uma boa praia e... Ioda-se!
NOTA: Na próxima crónica apresentarei as razões por que não irei votar em 5 de Junho. Isto se mais nenhum cretino se atravessar no meu caminho.
Sunday, April 24, 2011
POR CÁ OS OPERÁRIOS E CAMPONESES PREFEREM FICAR PRETOS...
Marine Le Pen, candidate préférée des ouvriers
Marine Le Pen recueillerait 36 % des voix dans l'électorat populaire au premier tour, selon un sondage IFOP.
Selon un sondage IFOP, la candidate du FN recueillerait 36 % des voix dans l'électorat populaire au premier tour, loin devant tous les autres candidats.
MAS OS COMUNAS E BLOQUISTAS QUE SE PONHAM A PAU.A ESTATÍSTICA DEMONSTRA QUE A RAPAZIADA QUANDO EMIGRA PARA A EXTREMA DIREITA É AOS MONTES...
POR MIM E POR CÁ SÓ FALTA QUEM ABRA A BOCA PORQUE ESTÁ TUDO PRONTO...
Marine Le Pen recueillerait 36 % des voix dans l'électorat populaire au premier tour, selon un sondage IFOP.
Selon un sondage IFOP, la candidate du FN recueillerait 36 % des voix dans l'électorat populaire au premier tour, loin devant tous les autres candidats.
MAS OS COMUNAS E BLOQUISTAS QUE SE PONHAM A PAU.A ESTATÍSTICA DEMONSTRA QUE A RAPAZIADA QUANDO EMIGRA PARA A EXTREMA DIREITA É AOS MONTES...
POR MIM E POR CÁ SÓ FALTA QUEM ABRA A BOCA PORQUE ESTÁ TUDO PRONTO...
AINDA CÁ FALTAM OS INDIOS DA AMAZÓNIA...
Emprego - Comunidade em Odemira
Tailandeses no Alentejo
Por mês chegam a ganhar mil euros. Dez vezes mais do que um salário médio na Tailândia. Mas, para chegar a este número, homens e mulheres não se importam de trabalhar de sol a sol e aos fins-de-semana para ganhar horas extraordinárias.
"O objectivo da vinda para Portugal é ganhar o máximo dinheiro possível. Para eles é irrelevante se trabalham ou não ao fim-de-semana. Depois vão-se embora ao fim de dois ou três anos com dinheiro suficiente para comprar uma casa", disse ao CM Rute Silva, directora de Recursos Humanos da DFRM, agência responsável pelo recrutamento dos tailandeses, situada em São Teotónio, Odemira, que acolhe a maioria da comunidade residente em Portugal.
Os primeiros trabalhadores tailandeses – um total de seis – chegaram ao nosso país em 2007. Depressa se instalaram nesta região alentejana para trabalharem nas campanhas do morango, da azeitona, mas também no cultivo de flores, estufas e viveiros como o Bambuparque (ver caixa). Hoje, o concelho de Odemira tem uma comunidade de 400, quase todos residentes em São Teotónio. "Depois do primeiro grupo, começaram a chegar no mesmo ano outros grupos de 20 pessoas. Já chegaram a ser 465 e as empresas não param de pedir mais trabalhadores tailandeses, até porque muitas não conseguem recrutar portugueses", explicou Rute Silva.
FAZEM TODO O TIPO DE TRABALHO
O Bambuparque, considerado o mais importante viveiro de bambus da Europa, emprega quase 50 pessoas. Seis são tailandeses. "São muito bons trabalhadores. Fazem todo o tipo trabalho no campo", refere Marguerite de Oliveira gerente da empresa. Segundo esta mulher, de 47 anos, nesta sociedade não há diferenças entre os trabalhadores. "Os tailandeses fazem o mesmo que os portugueses", sublinha.
O ordenado varia consoante o número de horas. "A média é de 600 euros. Mas os tailandeses trabalham sempre mais um fim-de-semana", acrescenta. Além dos asiáticos, a empresa emprega duas mulheres ucranianas. Os restantes funcionários são portugueses, a maioria (40 trabalhadores) são mulheres.
Tailandeses no Alentejo
Por mês chegam a ganhar mil euros. Dez vezes mais do que um salário médio na Tailândia. Mas, para chegar a este número, homens e mulheres não se importam de trabalhar de sol a sol e aos fins-de-semana para ganhar horas extraordinárias.
"O objectivo da vinda para Portugal é ganhar o máximo dinheiro possível. Para eles é irrelevante se trabalham ou não ao fim-de-semana. Depois vão-se embora ao fim de dois ou três anos com dinheiro suficiente para comprar uma casa", disse ao CM Rute Silva, directora de Recursos Humanos da DFRM, agência responsável pelo recrutamento dos tailandeses, situada em São Teotónio, Odemira, que acolhe a maioria da comunidade residente em Portugal.
Os primeiros trabalhadores tailandeses – um total de seis – chegaram ao nosso país em 2007. Depressa se instalaram nesta região alentejana para trabalharem nas campanhas do morango, da azeitona, mas também no cultivo de flores, estufas e viveiros como o Bambuparque (ver caixa). Hoje, o concelho de Odemira tem uma comunidade de 400, quase todos residentes em São Teotónio. "Depois do primeiro grupo, começaram a chegar no mesmo ano outros grupos de 20 pessoas. Já chegaram a ser 465 e as empresas não param de pedir mais trabalhadores tailandeses, até porque muitas não conseguem recrutar portugueses", explicou Rute Silva.
FAZEM TODO O TIPO DE TRABALHO
O Bambuparque, considerado o mais importante viveiro de bambus da Europa, emprega quase 50 pessoas. Seis são tailandeses. "São muito bons trabalhadores. Fazem todo o tipo trabalho no campo", refere Marguerite de Oliveira gerente da empresa. Segundo esta mulher, de 47 anos, nesta sociedade não há diferenças entre os trabalhadores. "Os tailandeses fazem o mesmo que os portugueses", sublinha.
O ordenado varia consoante o número de horas. "A média é de 600 euros. Mas os tailandeses trabalham sempre mais um fim-de-semana", acrescenta. Além dos asiáticos, a empresa emprega duas mulheres ucranianas. Os restantes funcionários são portugueses, a maioria (40 trabalhadores) são mulheres.
QUE A CATANA PASSE A "DIREITO" COMO O RSI...
Uma catana com 61 cm não é arma proibida para o tribunal
Relação dá razão a condenado por tráfico de droga e reduz pena em dois anos.
OS AGORA COLONIZADORES JÁ SABEM:CATANA É INSTRUMENTO DE TRABALHO.É DE ARRANJAREM UMA CANÇÃO DO ESTILO:"PORTUGAL É NOSSO" QUE COMO ANTIGAMENTE DÁ SEMPRE RESULTADO...CÁ POR MIM DOU UM CONSELHO AOS COLONIZADOS:ARMEM-SE...
Relação dá razão a condenado por tráfico de droga e reduz pena em dois anos.
OS AGORA COLONIZADORES JÁ SABEM:CATANA É INSTRUMENTO DE TRABALHO.É DE ARRANJAREM UMA CANÇÃO DO ESTILO:"PORTUGAL É NOSSO" QUE COMO ANTIGAMENTE DÁ SEMPRE RESULTADO...CÁ POR MIM DOU UM CONSELHO AOS COLONIZADOS:ARMEM-SE...
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A CRIATIVIDADE DA ESQUERDA NÃO TEM LIMITES
Saturday, April 23, 2011
QUEM DENUNCIA OD "DOUTORES COPIADORES"? CÁ DO BURGO?
"The goal is to guarantee the integrity of doctor titles in Germany,"
QUEM DESMASCARA OS SEUS DETENTORES QUE SE APROVEITAM DA MÁXIMA:EM TERRA DE CEGOS QUEM TEM OLHO É REI?
PRINCIPALMENTE OS LIGADOS À POLÍTICA QUE "PAGAM" COM O ERÁRIO PÚBLICO, PARA O SEU PRIVADO BENEFÍCIO...
SE OS DOUTORES VERDADEIROS SE DEIXAREM CAIR NA LAMA...
QUEM DESMASCARA OS SEUS DETENTORES QUE SE APROVEITAM DA MÁXIMA:EM TERRA DE CEGOS QUEM TEM OLHO É REI?
PRINCIPALMENTE OS LIGADOS À POLÍTICA QUE "PAGAM" COM O ERÁRIO PÚBLICO, PARA O SEU PRIVADO BENEFÍCIO...
SE OS DOUTORES VERDADEIROS SE DEIXAREM CAIR NA LAMA...
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UM BURRO CARREGADO DE LIBRAS É UM DOUTOR...
O SOBADO DE LISBOA UM CAVALO DE TRÓIA PARA PORTUGAL E A EUROPA
Un rempart qui présente des signes de faiblesse
Mots clés : Schengen, immigration clandestine, Union européenne
Par Jean-Jacques Mevel
22/04/2011 | Mise à jour : 20:59 Réactions (66)
Faute de défense collective et de volonté politique, la citadelle exemplaire de Schengen s'inquiète d'être assiégée.
Lorsque la France, l'Allemagne et les trois pays du Benelux ont décidé de supprimer les contrôles pour ouvrir un espace européen sans passeport en 1985, tous avaient compris que le relâchement à l'intérieur aurait pour contrepartie le renforcement d'une frontière externe devenue «commune». Un quart de siècle plus tard, l'espace Schengen compte vingt-cinq États membres et réunit sans barrière plus de 400 millions d'âmes. Il déborde les frontières de l'UE avec l'Islande, la Norvège et la Suisse. Mais faute de défense collective et de volonté politique, la citadelle exemplaire s'inquiète d'être assiégée.
C'est que le rempart Schengen offre d'inquiétants signes de faiblesse, comme en témoignent deux exemples frappants. Le premier est celui de la Grèce. Depuis le 21 janvier, un arrêt de la Cour européenne des droits de l'homme interdit aux autres États de Schengen de renvoyer dans la péninsule les clandestins arrivés par la Turquie. La règle qui fait de tout pays placé en première ligne le gardien de sa part de frontière européenne se retrouve ainsi abolie, sur l'un des fronts les plus chauds de l'immigration. Un demandeur d'asile irakien, afghan ou pakistanais qui a réussi à gagner le nord de l'Europe via la Thrace est ainsi pratiquement assuré du droit de s'installer, quoi que vaille son dossier.
A Bruxelles, les langues se délient
À cette première fuite s'en ajoute aujourd'hui une seconde, potentiellement désastreuse : c'est la décision du gouvernement Berlusconi d'accorder des permis de séjour à une partie des clandestins, pour l'heure tunisiens, arrivés dans l'île italienne de Lampedusa. Rome frappe un grand coup et appelle ses partenaires à la rescousse. Mais à l'intérieur de l'Europe sans frontière, le permis de séjour italien est comme un cheval de Troie, prêt à rouler vers le reste du continent. La France, où beaucoup des 22.000 migrants «économiques» passés par l'île rêvent de trouver du travail, se sent bien sûr visée. En pratique, la vraie frontière va se replier de Lampedusa vers Menton ou Modane. La police française vient d'ailleurs d'y rétablir des contrôles, sous le regard sourcilleux de la Commission Barroso.
L'Europe sans frontière est-elle menacée d'effritement ? À Bruxelles, personne ne veut reconnaître publiquement qu'un second grand succès de l'UE commence à vaciller. En privé, les langues pourtant se délient. «Les Italiens risquent tout simplement de faire exploser Schengen», avertissait voici quelques jours un diplomate directement impliqué dans le dossier.
OS EX-DESCOLONIZADORES QUE DIZIAM QUE COM "COLÓNIAS" O "DESENVOLVIMENTO" NÃO ERA POSSÍVEL E POR ISSO SEGUIRAM AS ORDENS DA URSS E "ENTREGARAM" O ULTRAMAR SEM GARANTIAS PARA NINGUÉM AGORA DIZEM AOS INDÍGENAS QUE A LEGALIZAÇÃO DE AFRICANOS E A SUA MAIS RÁPIDA NACIONALIZAÇÃO SÃO UMA "RIQUEZA", FACILMENTE DESMENTIDA PELOS NÚMEROS DO DESEMPREGO.MAIS DO QUE DOBRARAM O NÚMERO DE "POBRES" PELA SUA IMPORTAÇÃO DESREGRADA À "INTERNACIONALISTA".ENFIM ESTAMOS A SER COLONIZADOS A UM RITMO TAL QUE NENHUMA SOLUÇÃO VAI HAVER QUE SALVE PORTUGAL.PRINCIPALMENTE COM OS DIREITOS SAGRADOS DA ACTUAL "CONSTITUIÇÃO"...
OS INTERNACIONALISTAS QUE NOS TÊM GOVERNADO PARA ALÉM DE NIVELAREM O SEU POVO POR ÁFRICA SERVEM TAMBÉM COMO CAVALO DE TRÓIA PARA A EUROPA, POIS QUE PARA LÁ VÃO MUITOS DOS "PORTUGUESES" E "LEGALIZADOS" CÁ PELOS HUMANISTAS SALVADORES DO PLANETA.EUROPA QUE NOS VAI PAGAR ESSE SERVIÇO TRAIDOR CONVENIENTEMENTE...
SE PENSAM QUE A COISA VAI SER RESOLVIDA PELO ACTUAL REGIME DESENGANEM-SE.OU O DEITAM ABAIXO OU ACABAM ESCRAVIZADOS A "DIVIDIR" SEGUNDO A FÓRMULA POLITICAMENTE CORRECTA, MAS TRAIDORA DO "TEMOS QUE GANHAR MENOS PARA OUTROS GANHAREM MAIS".E COMO A ÁFRICA ESTÁ CHEIA DELES É FÁCIL DE VER O RESULTADO...
OU DEITAM ABAIXO OS GAJOS DO TUDO E DO SEU CONTRÁRIO OU ACABAMOS COMO POVO PORTUGUÊS...OU FAZEM UMA "RECONQUISTA" OU PAGAM TAXA DE OCUPAÇÃO"!
Mots clés : Schengen, immigration clandestine, Union européenne
Par Jean-Jacques Mevel
22/04/2011 | Mise à jour : 20:59 Réactions (66)
Faute de défense collective et de volonté politique, la citadelle exemplaire de Schengen s'inquiète d'être assiégée.
Lorsque la France, l'Allemagne et les trois pays du Benelux ont décidé de supprimer les contrôles pour ouvrir un espace européen sans passeport en 1985, tous avaient compris que le relâchement à l'intérieur aurait pour contrepartie le renforcement d'une frontière externe devenue «commune». Un quart de siècle plus tard, l'espace Schengen compte vingt-cinq États membres et réunit sans barrière plus de 400 millions d'âmes. Il déborde les frontières de l'UE avec l'Islande, la Norvège et la Suisse. Mais faute de défense collective et de volonté politique, la citadelle exemplaire s'inquiète d'être assiégée.
C'est que le rempart Schengen offre d'inquiétants signes de faiblesse, comme en témoignent deux exemples frappants. Le premier est celui de la Grèce. Depuis le 21 janvier, un arrêt de la Cour européenne des droits de l'homme interdit aux autres États de Schengen de renvoyer dans la péninsule les clandestins arrivés par la Turquie. La règle qui fait de tout pays placé en première ligne le gardien de sa part de frontière européenne se retrouve ainsi abolie, sur l'un des fronts les plus chauds de l'immigration. Un demandeur d'asile irakien, afghan ou pakistanais qui a réussi à gagner le nord de l'Europe via la Thrace est ainsi pratiquement assuré du droit de s'installer, quoi que vaille son dossier.
A Bruxelles, les langues se délient
À cette première fuite s'en ajoute aujourd'hui une seconde, potentiellement désastreuse : c'est la décision du gouvernement Berlusconi d'accorder des permis de séjour à une partie des clandestins, pour l'heure tunisiens, arrivés dans l'île italienne de Lampedusa. Rome frappe un grand coup et appelle ses partenaires à la rescousse. Mais à l'intérieur de l'Europe sans frontière, le permis de séjour italien est comme un cheval de Troie, prêt à rouler vers le reste du continent. La France, où beaucoup des 22.000 migrants «économiques» passés par l'île rêvent de trouver du travail, se sent bien sûr visée. En pratique, la vraie frontière va se replier de Lampedusa vers Menton ou Modane. La police française vient d'ailleurs d'y rétablir des contrôles, sous le regard sourcilleux de la Commission Barroso.
L'Europe sans frontière est-elle menacée d'effritement ? À Bruxelles, personne ne veut reconnaître publiquement qu'un second grand succès de l'UE commence à vaciller. En privé, les langues pourtant se délient. «Les Italiens risquent tout simplement de faire exploser Schengen», avertissait voici quelques jours un diplomate directement impliqué dans le dossier.
OS EX-DESCOLONIZADORES QUE DIZIAM QUE COM "COLÓNIAS" O "DESENVOLVIMENTO" NÃO ERA POSSÍVEL E POR ISSO SEGUIRAM AS ORDENS DA URSS E "ENTREGARAM" O ULTRAMAR SEM GARANTIAS PARA NINGUÉM AGORA DIZEM AOS INDÍGENAS QUE A LEGALIZAÇÃO DE AFRICANOS E A SUA MAIS RÁPIDA NACIONALIZAÇÃO SÃO UMA "RIQUEZA", FACILMENTE DESMENTIDA PELOS NÚMEROS DO DESEMPREGO.MAIS DO QUE DOBRARAM O NÚMERO DE "POBRES" PELA SUA IMPORTAÇÃO DESREGRADA À "INTERNACIONALISTA".ENFIM ESTAMOS A SER COLONIZADOS A UM RITMO TAL QUE NENHUMA SOLUÇÃO VAI HAVER QUE SALVE PORTUGAL.PRINCIPALMENTE COM OS DIREITOS SAGRADOS DA ACTUAL "CONSTITUIÇÃO"...
OS INTERNACIONALISTAS QUE NOS TÊM GOVERNADO PARA ALÉM DE NIVELAREM O SEU POVO POR ÁFRICA SERVEM TAMBÉM COMO CAVALO DE TRÓIA PARA A EUROPA, POIS QUE PARA LÁ VÃO MUITOS DOS "PORTUGUESES" E "LEGALIZADOS" CÁ PELOS HUMANISTAS SALVADORES DO PLANETA.EUROPA QUE NOS VAI PAGAR ESSE SERVIÇO TRAIDOR CONVENIENTEMENTE...
SE PENSAM QUE A COISA VAI SER RESOLVIDA PELO ACTUAL REGIME DESENGANEM-SE.OU O DEITAM ABAIXO OU ACABAM ESCRAVIZADOS A "DIVIDIR" SEGUNDO A FÓRMULA POLITICAMENTE CORRECTA, MAS TRAIDORA DO "TEMOS QUE GANHAR MENOS PARA OUTROS GANHAREM MAIS".E COMO A ÁFRICA ESTÁ CHEIA DELES É FÁCIL DE VER O RESULTADO...
OU DEITAM ABAIXO OS GAJOS DO TUDO E DO SEU CONTRÁRIO OU ACABAMOS COMO POVO PORTUGUÊS...OU FAZEM UMA "RECONQUISTA" OU PAGAM TAXA DE OCUPAÇÃO"!
Friday, April 22, 2011
Ó OTELO OLHA COMO O SALAZAR ERA MODERNO...
ENTREVISTA: ANNE MOIR Neuróloga
"Se debe educar a ambos sexos de forma separada"
KERMAN ROMEO - Bilbao - 22/04/2011
Anne Moir (Leeds, Inglaterra, 1950) es doctora en Genética por la Universidad de Oxford. Productora y directora de documentales sobre este asunto para la BBC, con los que ha ganado varios galardones, y educadora de adultos en el Human Givens College, es autora del libro Brain sex: The real difference between men and women, en el que expone los beneficios de educar a niños y niñas por separado en función de las diferencias neurológicas entre ambos sexos.
La neuróloga inglesa Anne Moir extiende una mano y señala sus dedos índice y anular. Sonriente, resalta que tienen el mismo tamaño, algo que, según apunta, se debe a la testosterona. En los hombres suele resultar habitual que el dedo anular sea superior al índice, dado que tienen más testosterona, mientras que en las mujeres presentan un tamaño muy similar o, incluso, el índice sobrepasa al anular.
"En las escuelas en que se coeduca no se enseña, y puede ser contraproducente"
"El feminismo ignora las diferencias, con lo que estas aumentan"
A Moir le fascina el estudio del cerebro y de las diferencias neurológicas entre hombres y mujeres. A partir de ellas, ha configurado su tesis de que solo educando a ambos sexos por separado es posible explotar al máximo las facultades de cada uno. Hace unos días detalló sus tesis en el Palacio Euskaduna de Bilbao durante una conferencia organizada por la Federación de Asociaciones de Padres de Euskadi.
Pregunta. ¿Cuál es la principal diferencia entre los hombres y las mujeres?
Respuesta. Hay enormes diferencias en la configuración neuroquímica entre ambos sexos. La principal es aquello que nos motiva y que capta nuestra atención. A los chicos les fascina asumir riesgos, como saltar con un paracaídas. Pese a que siempre hay excepciones, una mujer se estresará más con aquello relacionado con el riesgo. El cerebro es muy plástico y, si no lo usas, lo pierdes. Las mujeres tienden a asumir menos riesgos a medida que van creciendo. Por ello, se les debe enseñar a tomarlos desde que son pequeñas. Los chicos no lo necesitan.
P. Aboga por educar de forma separada en los colegios a niños y niñas.
R. Si se desea reducir las diferencias entre chicos y chicas, se debe educar a ambos sexos de forma separada y diferente. Si no, discriminaríamos negativamente a los hombres. Y es que, si no se aprende, la socialización es irrelevante. Uno se socializa cuando aprende, y simplemente por convivir no se pegan las cosas. En las escuelas en las que se coeduca no se enseña, y puede ser contraproducente.
P. ¿En qué sentido?
R. Los chicos desarrollan la inteligencia emocional mucho más tarde que las mujeres y eso puede conducir a que estas ignoren a los chicos de su misma edad y piensen que son estúpidos. Si queremos ayudar a socializar tenemos que utilizar lo que sabemos sobre el cerebro con cualquiera. La socialización no es algo que ocurre; se entrena. La evidencia sugiere que ahora mismo hay una enorme distracción sexual entre ambos.
P. ¿Maduran hombres y mujeres a distinta edad?
R. Se está forzando a hombres y mujeres a entrar en otro mundo antes de que sus cerebros sean maduros, de que se desarrollen definitivamente. El cerebro de un hombre madura entre los 20 y los 25 años; los cerebros de las mujeres son maduros a los 16 o 17 años. Opino que ese lento desarrollo determina que poner a los adolescentes en las mismas clases repercutirá negativamente en su desarrollo y empobrecerá la comunicación entre sexos. Me gustaría que los colegios se organizasen de manera científica y no políticamente. Miro a la ciencia y pienso: ¿cómo dice que enseñaremos mejor a los niños?
P. ¿Chocan sus ideas con los postulados feministas?
R. Si enseñas a un niño que su cerebro está organizado de una manera lograrás sacarle lo mejor de sí mismo. Si ignoras las diferencias, las acentuarás. Pondré un ejemplo. Los chicos desarrollan la actividad verbal mucho más tarde que las chicas. La educación actual incide en la comunicación verbal, y los chicos se pueden sentir desplazados por no poder seguir la clase. Las chicas tienen menor habilidad para pensar en tres dimensiones. Si se ignora y no son educadas a otra velocidad en este aspecto serán menos aptas para dedicarse a labores técnicas, y se acentuarán estereotipos como que las mujeres aparcan peor. El feminismo ignora las diferencias, con lo que estas aumentan.
MAS A EDUCAÇÃO CONJUNTA DEVE SER BOA PARA A PANELEIRAGEM E PARA TERMOS MAIS ARRUMADORES DE CARROS...
"Se debe educar a ambos sexos de forma separada"
KERMAN ROMEO - Bilbao - 22/04/2011
Anne Moir (Leeds, Inglaterra, 1950) es doctora en Genética por la Universidad de Oxford. Productora y directora de documentales sobre este asunto para la BBC, con los que ha ganado varios galardones, y educadora de adultos en el Human Givens College, es autora del libro Brain sex: The real difference between men and women, en el que expone los beneficios de educar a niños y niñas por separado en función de las diferencias neurológicas entre ambos sexos.
La neuróloga inglesa Anne Moir extiende una mano y señala sus dedos índice y anular. Sonriente, resalta que tienen el mismo tamaño, algo que, según apunta, se debe a la testosterona. En los hombres suele resultar habitual que el dedo anular sea superior al índice, dado que tienen más testosterona, mientras que en las mujeres presentan un tamaño muy similar o, incluso, el índice sobrepasa al anular.
"En las escuelas en que se coeduca no se enseña, y puede ser contraproducente"
"El feminismo ignora las diferencias, con lo que estas aumentan"
A Moir le fascina el estudio del cerebro y de las diferencias neurológicas entre hombres y mujeres. A partir de ellas, ha configurado su tesis de que solo educando a ambos sexos por separado es posible explotar al máximo las facultades de cada uno. Hace unos días detalló sus tesis en el Palacio Euskaduna de Bilbao durante una conferencia organizada por la Federación de Asociaciones de Padres de Euskadi.
Pregunta. ¿Cuál es la principal diferencia entre los hombres y las mujeres?
Respuesta. Hay enormes diferencias en la configuración neuroquímica entre ambos sexos. La principal es aquello que nos motiva y que capta nuestra atención. A los chicos les fascina asumir riesgos, como saltar con un paracaídas. Pese a que siempre hay excepciones, una mujer se estresará más con aquello relacionado con el riesgo. El cerebro es muy plástico y, si no lo usas, lo pierdes. Las mujeres tienden a asumir menos riesgos a medida que van creciendo. Por ello, se les debe enseñar a tomarlos desde que son pequeñas. Los chicos no lo necesitan.
P. Aboga por educar de forma separada en los colegios a niños y niñas.
R. Si se desea reducir las diferencias entre chicos y chicas, se debe educar a ambos sexos de forma separada y diferente. Si no, discriminaríamos negativamente a los hombres. Y es que, si no se aprende, la socialización es irrelevante. Uno se socializa cuando aprende, y simplemente por convivir no se pegan las cosas. En las escuelas en las que se coeduca no se enseña, y puede ser contraproducente.
P. ¿En qué sentido?
R. Los chicos desarrollan la inteligencia emocional mucho más tarde que las mujeres y eso puede conducir a que estas ignoren a los chicos de su misma edad y piensen que son estúpidos. Si queremos ayudar a socializar tenemos que utilizar lo que sabemos sobre el cerebro con cualquiera. La socialización no es algo que ocurre; se entrena. La evidencia sugiere que ahora mismo hay una enorme distracción sexual entre ambos.
P. ¿Maduran hombres y mujeres a distinta edad?
R. Se está forzando a hombres y mujeres a entrar en otro mundo antes de que sus cerebros sean maduros, de que se desarrollen definitivamente. El cerebro de un hombre madura entre los 20 y los 25 años; los cerebros de las mujeres son maduros a los 16 o 17 años. Opino que ese lento desarrollo determina que poner a los adolescentes en las mismas clases repercutirá negativamente en su desarrollo y empobrecerá la comunicación entre sexos. Me gustaría que los colegios se organizasen de manera científica y no políticamente. Miro a la ciencia y pienso: ¿cómo dice que enseñaremos mejor a los niños?
P. ¿Chocan sus ideas con los postulados feministas?
R. Si enseñas a un niño que su cerebro está organizado de una manera lograrás sacarle lo mejor de sí mismo. Si ignoras las diferencias, las acentuarás. Pondré un ejemplo. Los chicos desarrollan la actividad verbal mucho más tarde que las chicas. La educación actual incide en la comunicación verbal, y los chicos se pueden sentir desplazados por no poder seguir la clase. Las chicas tienen menor habilidad para pensar en tres dimensiones. Si se ignora y no son educadas a otra velocidad en este aspecto serán menos aptas para dedicarse a labores técnicas, y se acentuarán estereotipos como que las mujeres aparcan peor. El feminismo ignora las diferencias, con lo que estas aumentan.
MAS A EDUCAÇÃO CONJUNTA DEVE SER BOA PARA A PANELEIRAGEM E PARA TERMOS MAIS ARRUMADORES DE CARROS...
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