Leonel Moura
conceito de multiculturalismo tem sido usado no Ocidente, sobretudo pela esquerda liberal, como atitude genérica de tolerância para com outras culturas distintas das nossas.
Esse princípio, positivo em si mesmo, que releva de uma vontade de aceitação do outro e da diversidade cultural, gerou contudo uma espécie de paralisia ética quando se enfrenta práticas claramente aberrantes, civilizacionalmente atrasadas e mesmo bárbaras desde que perpetradas por gente oriunda de outros pontos do globo. Ou seja, a tolerância tem dado, muitas das vezes, lugar a uma cumplicidade com aquilo que o Ocidente conseguiu superar através de muita luta e coragem através da sua história.
É assim que alguma esquerda se remete ao silêncio quando se assiste a práticas degradantes de submissão das mulheres, por exemplo no uso dos véus, na restrição das liberdades individuais, caso dos casamentos forçados, ou mesmo de violência arbitrária sobre os que não seguem dogmas e rituais, pelos vários fundamentalismos. Obnubilados pela defesa intransigente do outro, esta esquerda esquece a defesa da sua própria cultura, dos seus princípios humanistas, do ímpeto libertador enquanto movimento liberal contra o conservadorismo e a opressão.
Por detrás deste contraditório comportamento encontra-se um forte sentimento de culpa herdado do colonialismo. De facto, o Ocidente triturou culturas e povos, cometeu e continua a cometer barbaridades em nome dos seus interesses e visão do mundo. Mas isso não deve levar-nos a confundir o multiculturalismo com cedência à barbárie. Não se pode confundir multiculturalismo com um multimoralismo que relativiza, nos outros, aquilo que para nós é intolerável.
O mau resultado deste multimoralismo está aliás à vista. A abertura do mundo, a acelerada mobilidade de pessoas e mercadorias, as vastas migrações, as crescentes interdependências políticas e económicas, têm gerado um sem número de conflitos que mais do que de natureza cultural ou religiosa são na verdade conflitos de civilização. Multidões de praticantes de modos retrógrados de civilização têm invadido o Ocidente, e a Europa em particular. A situação das mulheres é, neste domínio, particularmente chocante. Mas também o fomento, junto dos jovens, de uma cultura de ódio, racista ou religioso, contra as nossas sociedades democráticas, tolerantes e livres.
Que estes fenómenos alimentem por sua vez, entre nós, os nacionalismos e as ideias fascizantes não deve espantar ninguém. A demissão da esquerda e do liberalismo em geral, a confusão instalada na intelectualidade e na política, abrem caminho ao radicalismo de direita que aos olhos de uma parte crescente da população aparece como única força capaz de fazer frente à subversão dos nossos costumes assentes na liberdade individual. Ao permitirmos a instalação de verdadeiros guetos, onde prolifera muito daquilo que nos levou séculos a combater e superar, estamos a abdicar da nossa própria cultura e a regredir em termos de civilização. Enfim, se os outros têm direito à sua cultura, por maioria de razão nós temos direito à nossa.
Por outro lado, o Ocidente, em nome de uma pretensa liberalização económica, tem sido igualmente cúmplice ao aceitar que muitos países, ditos emergentes, mantenham as suas populações e forças de trabalho numa situação de extrema miséria, com baixíssimos salários, sem nenhuns direitos cívicos ou sindicais. Não se trata só de uma concorrência francamente desleal mas de pactuar com novas formas de servidão e degradação humana. Muito daquilo que hoje consumimos é produto de uma verdadeira escravatura. E isso não pode ser aceite.
O problema é pois real e as suas consequências nefastas. O choque de civilizações existe mesmo e não se resume ao fundamentalismo religioso. Nalguns países, sobretudo no norte da Europa, sucedem-se graves conflitos insanáveis entre comunidades. Chega-se ao ponto de algumas destas comunidades pretenderem ir contra a liberdade de expressão, como foi o caso das caricaturas de Maomé e outros exemplos.
A esquerda liberal não pode continuar a meter a cabeça na areia. É preciso distinguir claramente aquilo que é a tolerância e até o apreço pela diferença e diversidade, daquilo que são manifestações aberrantes, irracionais e opressivas absolutamente intoleráveis.
Sunday, January 23, 2011
JÁ NÃO VOU DORMIR BEM ESTA NOITE...
Egypte : la plus haute institution islamique suspend son dialogue avec le Vatican
LEMONDE.FR | 20.01.11 | 16h36 • Mis à jour le 20.01.11 | 16h57
O QUE A EUROPA PRECISA É DE RETALIAR POR CÁ.ISTO É FAZER AS COISAS COM RECIPROCIDADES VERIFICÁVEIS...
LEMONDE.FR | 20.01.11 | 16h36 • Mis à jour le 20.01.11 | 16h57
O QUE A EUROPA PRECISA É DE RETALIAR POR CÁ.ISTO É FAZER AS COISAS COM RECIPROCIDADES VERIFICÁVEIS...
BASTAVA ISTO PARA SE VER COMO A CLASSE POLÍTICA É CORRUPTA E INCOMPETENTE
Médicos estrangeiros são 9,3% dos clínicos autorizados para exercer em Portugal
22 de Janeiro, 2011
O número de clínicos estrangeiros registados em Portugal passou de 3.736 em 2008 para 3.937 em 2010, representando 9,3 por cento da totalidade dos médicos com autorização para exercer no país. A grande maioria é oriunda da União Europeia.
MAS VÃO LÁ VER OS NÚMEROS DE ADVOGADOS, SOCIÓLOGOS E PSICÓLOGOS...E PERGUNTEM LÁ SE OS ALEMÃES OS QUEREM... OS ALEMÃES OU OUTROS...
E NÃO FECHAM AS MERDAS(PARA NÃO DIZER ACADEMIA DAS CIÊNCIAS RECUADA DA URSS)QUE VICEJAM POR AÍ POR CONTA DOS IMPOSTOS...
22 de Janeiro, 2011
O número de clínicos estrangeiros registados em Portugal passou de 3.736 em 2008 para 3.937 em 2010, representando 9,3 por cento da totalidade dos médicos com autorização para exercer no país. A grande maioria é oriunda da União Europeia.
MAS VÃO LÁ VER OS NÚMEROS DE ADVOGADOS, SOCIÓLOGOS E PSICÓLOGOS...E PERGUNTEM LÁ SE OS ALEMÃES OS QUEREM... OS ALEMÃES OU OUTROS...
E NÃO FECHAM AS MERDAS(PARA NÃO DIZER ACADEMIA DAS CIÊNCIAS RECUADA DA URSS)QUE VICEJAM POR AÍ POR CONTA DOS IMPOSTOS...
SEMPRE COM UM GANG PERTO DE SI...,
Assaltantes ameaçam violar irlandesas
As duas irlandesas voltavam para casa, no Edifício Europa, em Vilamoura, na madrugada de ontem. Quando chegaram ao prédio, foram surpreendidas por um grupo de indivíduos. O gang forçou a entrada no apartamento das vítimas, bateu-lhes, ameaçou-as com violação e acabou por fugir, com um PC portátil e os cartões de crédito das duas mulheres.
Tudo aconteceu por volta das 06h00. As irlandesas tinham estado a divertir-se na noite de Vilamoura e regressavam ao apartamento, no edifício na avenida Tivoli, perto do antigo casino. O grupo, que as terá seguido até casa, surgiu, nessa altura, de repente. Seriam três ou quatro indivíduos, com capuzes na cabeça.
Sem darem oportunidade para que as vítimas se defendessem, os assaltantes obrigaram-nas, primeiro, a entrarem no prédio e, depois, no apartamento, onde as duas mulheres estão instaladas.
O que se seguiu depois foram momentos de pesadelo. As irlandesas foram agredidas pelo grupo, que pretendia dinheiro e os códigos dos cartões de crédito. E, perante a resistência das vítimas, foram ameaçadas com a possibilidade de violação – que fonte policial garantiu ao CM não se ter concretizado.
As duas mulheres acabaram por ceder os códigos e o grupo foi-se embora com os cartões e com o computador pessoal de uma delas.
Só quando os atacantes se foram embora é que as duas mulheres puderam pedir ajuda. A GNR foi chamada ao local, mas o caso passou para a Polícia Judiciária de Faro, que agora prossegue com as investigações.
Fonte policial referiu ao CM que os suspeitos poderão fazer parte de um grupo de assaltantes que tem atacado essencialmente turistas a altas horas da madrugada, naquela zona de Vilamoura.
E CHEIOS DE DIREITOS!DEVE SER PARA NÃO PAGAREM "OFICIOSAS" AOS ADVOGADOS QUE OS VÃO DEIXANDO POR AÍ A ARRASTAR... PARA NOS "ENRIQUECEREM"...
NÃO PODEM É ULTRAPASSAR OS 3 ANINHOS SENÃO LÁ SE VAI A "NACIONALIDADE" SALVADORA O QUE JÁ TEM DADO PROCESSOS DE "ERRO JUDICIAL" PARA A COISA ANDAR PARA TRÁS...
As duas irlandesas voltavam para casa, no Edifício Europa, em Vilamoura, na madrugada de ontem. Quando chegaram ao prédio, foram surpreendidas por um grupo de indivíduos. O gang forçou a entrada no apartamento das vítimas, bateu-lhes, ameaçou-as com violação e acabou por fugir, com um PC portátil e os cartões de crédito das duas mulheres.
Tudo aconteceu por volta das 06h00. As irlandesas tinham estado a divertir-se na noite de Vilamoura e regressavam ao apartamento, no edifício na avenida Tivoli, perto do antigo casino. O grupo, que as terá seguido até casa, surgiu, nessa altura, de repente. Seriam três ou quatro indivíduos, com capuzes na cabeça.
Sem darem oportunidade para que as vítimas se defendessem, os assaltantes obrigaram-nas, primeiro, a entrarem no prédio e, depois, no apartamento, onde as duas mulheres estão instaladas.
O que se seguiu depois foram momentos de pesadelo. As irlandesas foram agredidas pelo grupo, que pretendia dinheiro e os códigos dos cartões de crédito. E, perante a resistência das vítimas, foram ameaçadas com a possibilidade de violação – que fonte policial garantiu ao CM não se ter concretizado.
As duas mulheres acabaram por ceder os códigos e o grupo foi-se embora com os cartões e com o computador pessoal de uma delas.
Só quando os atacantes se foram embora é que as duas mulheres puderam pedir ajuda. A GNR foi chamada ao local, mas o caso passou para a Polícia Judiciária de Faro, que agora prossegue com as investigações.
Fonte policial referiu ao CM que os suspeitos poderão fazer parte de um grupo de assaltantes que tem atacado essencialmente turistas a altas horas da madrugada, naquela zona de Vilamoura.
E CHEIOS DE DIREITOS!DEVE SER PARA NÃO PAGAREM "OFICIOSAS" AOS ADVOGADOS QUE OS VÃO DEIXANDO POR AÍ A ARRASTAR... PARA NOS "ENRIQUECEREM"...
NÃO PODEM É ULTRAPASSAR OS 3 ANINHOS SENÃO LÁ SE VAI A "NACIONALIDADE" SALVADORA O QUE JÁ TEM DADO PROCESSOS DE "ERRO JUDICIAL" PARA A COISA ANDAR PARA TRÁS...
OS SALVADORES DO PLANETA DEPOIS FAZEM PAGAR OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS...
Dia Mundial: Nove doentes registados em 2009
O estigma social de ser leproso
A lepra é uma doença que, em Portugal, foi erradicada há vários anos. Ainda assim, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística, em 2009 registaram-se nove doentes no País.
Segundo os especialistas, os valores surgem associados a imigrantes, nomeadamente de África e do Brasil – o segundo país com mais casos no Mundo, – que já chegaram a Portugal com a doença.
SIM PORQUE SE LEPROSOS SÓ AINDA SÃO SÓ 9 OS SIDOSOS SÃO ÀS DEZENAS DE MILHAR...MAS TEMOS OS INTERNACIONALISTAS DO HOMEM NOVO E MULATO A "EXIGIR" QUE NÃO HAJA "DISCRIMINAÇÃO" PORQUE TODOS NÃO SÃO DEMAIS PARA NOS "ENRIQUECER"...COM DESPESA!
O estigma social de ser leproso
A lepra é uma doença que, em Portugal, foi erradicada há vários anos. Ainda assim, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística, em 2009 registaram-se nove doentes no País.
Segundo os especialistas, os valores surgem associados a imigrantes, nomeadamente de África e do Brasil – o segundo país com mais casos no Mundo, – que já chegaram a Portugal com a doença.
SIM PORQUE SE LEPROSOS SÓ AINDA SÃO SÓ 9 OS SIDOSOS SÃO ÀS DEZENAS DE MILHAR...MAS TEMOS OS INTERNACIONALISTAS DO HOMEM NOVO E MULATO A "EXIGIR" QUE NÃO HAJA "DISCRIMINAÇÃO" PORQUE TODOS NÃO SÃO DEMAIS PARA NOS "ENRIQUECER"...COM DESPESA!
Saturday, January 22, 2011
AS DISCRIMINAÇÕES POSITIVAS QUE NOS DERRUBAM
Dupla nacionalidade de Yannick permite registar o nome
A filha de Luciana Abreu e Yannick Djaló vai mesmo chamar-se Lyonce Viiktória e pode ser assim registada.
QUANDO HÁ ANOS APARECEU UM GUINEENSE QUE NO NOME TINHA "FODE" A RECUPERAR A NACIONALIDADE PORTUGUESA E NO TEMPO EM QUE O "FASSISMO" AINDA OBRIGAVA À PUBLICAÇÃO EM DIÁRIO DA REPÚBLICA PARA TODOS PODERMOS VER, O QUE AGORA NÃO ACONTECE POIS QUE AS CENTENAS DE MILHAR PODERIAM CHAMAR À ATENÇÃO DO CONTRIBUINTE, DEU BRADO.UM EXEMPLO DA SUJEIÇÃO DO INDÍGENA À VONTADE DOS COLONIZADORES ISCTE E A PROVA DE QUE UNS TÊM MAIS DIREITOS DO QUE OUTROS.SOMOS TODOS IGUAIS MAS UNS TÊM 2 NACIONALIDADES E CURIOSAMENTE ACORDOS DE EXTRADIÇÃO COM A SUA PÁTRIA DO CORAÇÃO,NÃO...
A filha de Luciana Abreu e Yannick Djaló vai mesmo chamar-se Lyonce Viiktória e pode ser assim registada.
QUANDO HÁ ANOS APARECEU UM GUINEENSE QUE NO NOME TINHA "FODE" A RECUPERAR A NACIONALIDADE PORTUGUESA E NO TEMPO EM QUE O "FASSISMO" AINDA OBRIGAVA À PUBLICAÇÃO EM DIÁRIO DA REPÚBLICA PARA TODOS PODERMOS VER, O QUE AGORA NÃO ACONTECE POIS QUE AS CENTENAS DE MILHAR PODERIAM CHAMAR À ATENÇÃO DO CONTRIBUINTE, DEU BRADO.UM EXEMPLO DA SUJEIÇÃO DO INDÍGENA À VONTADE DOS COLONIZADORES ISCTE E A PROVA DE QUE UNS TÊM MAIS DIREITOS DO QUE OUTROS.SOMOS TODOS IGUAIS MAS UNS TÊM 2 NACIONALIDADES E CURIOSAMENTE ACORDOS DE EXTRADIÇÃO COM A SUA PÁTRIA DO CORAÇÃO,NÃO...
O NEPOTISMO DOS EX-LAVA PRATOS
Três décadas de boycracia. Em Portugal nunca faltaram jobs
por Nuno Aguiar, Publicado em 22 de Janeiro de 2011 | Actualizado há 14 horas
.Estudo conclui que empresas públicas aumentam o número de contratações imediatamente antes e depois das mudanças de governo
No jobs for the boys", foi a famosa tirada de António Guterres na primeira reunião da direcção do PS depois da vitória nas legislativas de 1995. O aviso tinha o objectivo de acalmar o apetite do aparelho socialista, afastado há dez anos do poder. No entanto, os números mostram que os boys não só têm um apetite insaciável, como sempre tiveram jobs. Os períodos imediatamente antes e depois de todas as eleições legislativas entre 1980 e 2008 foram aqueles em que as empresas públicas mais trabalhadores contrataram. "É evidente que são casos de compadrio ou nepotismo."
A conclusão é de Pedro Martins, professor de Economia Aplicada na Faculdade Queen Mary, da Universidade de Londres, que realizou o estudo. "Os nossos resultados indicam um impacto sistemático do ciclo político nos timings das empresas públicas em Portugal", diz o estudo. "Encontramos provas significativas de um grande aumento de contratações logo a seguir a um novo governo tomar posse, principalmente se for de uma cor política diferente (esquerda ou direita) do governo anterior. Além disso, as contratações tendem a aumentar antes de o novo governo tomar posse, independentemente do resultado das eleições."
A análise de Pedro Martins recua 30 anos e, segundo o investigador, é a primeira a provar empiricamente a existência deste tipo de fenómeno. Foram consideradas empresas públicas aquelas em que o Estado detém ou detinha pelo menos 50% do capital accionista. Para evitar que os resultados fossem influenciados pela evolução da economia ou por efeitos sazonais, as empresas privadas foram incluídas como grupo de controlo. As observações mostram que nestas empresas se assiste ao efeito contrário: uma mudança nos cargos de topo tem como resultado um abrandamento das contratações "porque a nova administração ainda se está a adaptar", diz.
Também segundo o estudo, nas empresas públicas, os contratados têm um ordenado em média 17% mais alto que nas privadas. São mais novos, com mais escolaridade e normalmente ocupam uma posição mais baixa na hierarquia. Ficam também mais tempo na empresa.
laranja? rosa? tanto faz Os dados mostram que pouco importa qual o partido no governo. Os jobs são de todos os que chegam ao poder. O aumento do número de contratados é transversal a PS e PSD, que lideraram o país nos últimos 30 anos, com a ocasional participação do CDS.
Os resultados - ver infografia em baixo - permitem observar picos de contratação cada vez que que o poder muda de cor. Perto do período eleitoral, "o número de contratações pode chegar a aumentar 50%", refere Pedro Martins ao i.
O efeito não se nota só em cargos de topo, onde a amostra é mais reduzida. É nas posições médias que se regista mais este fenómeno. Para o investigador, o impacto dos ciclos eleitorais nas empresas públicas é de tal forma significativo que é um dos factores que ajudam a explicar a "diferença de desempenho entre as empresas privadas e públicas". E deixa duas recomendações: limitar as contratações no período imediatamente anterior às eleições e aumentar a transparência.
FALAM MUITO BEM MAS NOS BASTIDORES SÃO MAIS TERRA A TERRA.É O SALVE-SE QUEM PUDER.OS MELHORES LUGARES VÃO PARA OS SEUS BONS GENES.SE FIZERAM UM LEVANTAMENTO DAS "CONTRATAÇÕES" PARA TUDO ONDE O ESTADO(E NÃO SÓ) MANDE LÁ VERÃO OS FILHOS E ENTEADOS DOS CAPATAZES DO REGIME.COMPETENTÍSSIMOS COMO SE VÊ PELOS RESULTADOS.OS FILHOS DO POVÃO MESMO AQUELES QUE FORAM ALUNOS BRILHANTES QUE VÃO EMIGRAR E QUE SE LIXEM...POIS QUE O "SISTEMA" NÃO ADMITE CONCORRÊNCIA...
por Nuno Aguiar, Publicado em 22 de Janeiro de 2011 | Actualizado há 14 horas
.Estudo conclui que empresas públicas aumentam o número de contratações imediatamente antes e depois das mudanças de governo
No jobs for the boys", foi a famosa tirada de António Guterres na primeira reunião da direcção do PS depois da vitória nas legislativas de 1995. O aviso tinha o objectivo de acalmar o apetite do aparelho socialista, afastado há dez anos do poder. No entanto, os números mostram que os boys não só têm um apetite insaciável, como sempre tiveram jobs. Os períodos imediatamente antes e depois de todas as eleições legislativas entre 1980 e 2008 foram aqueles em que as empresas públicas mais trabalhadores contrataram. "É evidente que são casos de compadrio ou nepotismo."
A conclusão é de Pedro Martins, professor de Economia Aplicada na Faculdade Queen Mary, da Universidade de Londres, que realizou o estudo. "Os nossos resultados indicam um impacto sistemático do ciclo político nos timings das empresas públicas em Portugal", diz o estudo. "Encontramos provas significativas de um grande aumento de contratações logo a seguir a um novo governo tomar posse, principalmente se for de uma cor política diferente (esquerda ou direita) do governo anterior. Além disso, as contratações tendem a aumentar antes de o novo governo tomar posse, independentemente do resultado das eleições."
A análise de Pedro Martins recua 30 anos e, segundo o investigador, é a primeira a provar empiricamente a existência deste tipo de fenómeno. Foram consideradas empresas públicas aquelas em que o Estado detém ou detinha pelo menos 50% do capital accionista. Para evitar que os resultados fossem influenciados pela evolução da economia ou por efeitos sazonais, as empresas privadas foram incluídas como grupo de controlo. As observações mostram que nestas empresas se assiste ao efeito contrário: uma mudança nos cargos de topo tem como resultado um abrandamento das contratações "porque a nova administração ainda se está a adaptar", diz.
Também segundo o estudo, nas empresas públicas, os contratados têm um ordenado em média 17% mais alto que nas privadas. São mais novos, com mais escolaridade e normalmente ocupam uma posição mais baixa na hierarquia. Ficam também mais tempo na empresa.
laranja? rosa? tanto faz Os dados mostram que pouco importa qual o partido no governo. Os jobs são de todos os que chegam ao poder. O aumento do número de contratados é transversal a PS e PSD, que lideraram o país nos últimos 30 anos, com a ocasional participação do CDS.
Os resultados - ver infografia em baixo - permitem observar picos de contratação cada vez que que o poder muda de cor. Perto do período eleitoral, "o número de contratações pode chegar a aumentar 50%", refere Pedro Martins ao i.
O efeito não se nota só em cargos de topo, onde a amostra é mais reduzida. É nas posições médias que se regista mais este fenómeno. Para o investigador, o impacto dos ciclos eleitorais nas empresas públicas é de tal forma significativo que é um dos factores que ajudam a explicar a "diferença de desempenho entre as empresas privadas e públicas". E deixa duas recomendações: limitar as contratações no período imediatamente anterior às eleições e aumentar a transparência.
FALAM MUITO BEM MAS NOS BASTIDORES SÃO MAIS TERRA A TERRA.É O SALVE-SE QUEM PUDER.OS MELHORES LUGARES VÃO PARA OS SEUS BONS GENES.SE FIZERAM UM LEVANTAMENTO DAS "CONTRATAÇÕES" PARA TUDO ONDE O ESTADO(E NÃO SÓ) MANDE LÁ VERÃO OS FILHOS E ENTEADOS DOS CAPATAZES DO REGIME.COMPETENTÍSSIMOS COMO SE VÊ PELOS RESULTADOS.OS FILHOS DO POVÃO MESMO AQUELES QUE FORAM ALUNOS BRILHANTES QUE VÃO EMIGRAR E QUE SE LIXEM...POIS QUE O "SISTEMA" NÃO ADMITE CONCORRÊNCIA...
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