Friday, March 5, 2010

DADA UMA MÃO TOMAM O BRAÇO...

POLÍTICA | Un día antes de la cumbre UE-Marruecos

Se presenta en Granada el primer partido musulmán a nivel nacional
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El presidente de PRUNE, Mustafá Bakkach, en Granada. | Jesús García.

José A. Cano | Granada
Actualizado viernes 05/03/2010 21:00 horasDisminuye el tamaño del texto Aumenta el tamaño del texto Comentarios 290
Un día antes de que comience la cumbre UE-Marruecos, aunque afirmando que "ni entran ni salen" de lo que pueda discutirse en esta, constituidos desde julio de 2009 y en los titulares desde el otoño, el Partido Renacimiento y Unión de España (PRUNE), "de inspiración en el Islam y centrado en representar a las minorías" se ha presentado oficialmente en Granada.

Su fundador, Mustafá Bakkach -de nacionalidad española desde 2001 "aunque Marruecos no retire a nadie la suya y por eso la sigo teniendo"-, presentó un discurso leído en primer lugar en árabe, en el que se defendía aumentar la participación ciudadana en política, promover la justicia, la igualdad, la solidaridad y respetar "la legalidad vigente y la Constitución Española", con la única diferencia con el ideario hipotético de cualquier otro partido de considerar el Islam "fuente de dichos principios".

Bakkach lamentó que, desde que se conoció la creación del partido "se haya intentado fomentar el miedo" al mismo "diciendo que es radical, promarroquí o islamista", circunstancia que no considera reales. El fundador del PRUNE, que ha sido delegado de la Comisión Islámica Española por el colectivo marroquí y vicepresidente de la Federación de Entidades Religiosas Islámicas de España (Feeri), considera que "si existen partidos de inspiración cristiana, no veo qué problema hay en que la nuestra sea el Islam".

"Somos un partido español que aspira a trabajar dentro de España, no sé qué intereses han movido los ataques de los últimos meses", sentenció, agregando que "no nos financia ningún país extranjero, aunque ha habido intentos que hemos rechazado". Pretender que "nuestro objetivo sea reconstruir Al-Andalus o aplicar la sharia" son "tonterías como muchas otras que se han dicho".

También tuvo sus críticas para el "tratamiento informativo" recibido por el partido en su corta vida, opinando que "se ha hablado sin conocimiento alguno", por ejemplo "insistiendo en que se nos investigase, como si por ser musulmanes tuviésemos que ser terroristas o agentes de otro país".

Aunque el PRUNE concurrirá a las municipales de 2011 y las nacionales de 2012 en las circunscripciones dónde ya tiene delegados –esto es, Madrid y Barcelona, que verán actos de presentación equivalentes al de Granada "próximamente", además de Asturias, Valencia, Murcia y al menos, en Andalucía, en Málaga y Granada–, se marcan el objetivo de estar presente en los Ayuntamiento en 2015.

"Espero que en 20 años podamos aspirar a tener alcaldías e incluso algún ministerio, y en 30, tener el honor de que uno de nuestros afiliados sea presidente del Gobierno", deseó Bakkach. Unos afiliados cuyo número no quiso concretar "porque somos un partido joven y no nos gusta centrarnos en las cifras" pero que estimó entre 700 y 1000, esperando quintuplicarlos antes de las próximas municipales.

Asimismo, el PRUNE quiso desvincularse del ruido de fondo previo a la cumbre UE-Marruecos, afirmando que el país norteafricano "para nosotros es sólo una nación vecina" y que los asuntos relativos al Sáhara Occidental o las relaciones entre Europa y terceros países "corresponden a la diplomacia, y nosotros conocemos nuestras limitaciones".

Asimismo, opinó sobre los actuales debates sobre integración, Islam e inmigración valorando "negativamente" que se intente clasificar a los extranjeros residentes en España "en bloque" como de una tendencia política u otra. También consideró que "si llevo viviendo 20 años en España y trabajando, ¿por qué se supone que tengo que integrarme? Ya estoy integrado".

DOIS NEGROS BATER EM MULHER PARA ROUBAR DEVE SER INSCRITO NA LEI COMO LEGÍTIMO...

05 Março 2010 - 00h30

Moita: Comerciante traída por rotina de depositar dinheiro sempre às quintas-feiras de manhã
Agredida em assalto
Como era hábito às quintas-feiras de manhã, Fernanda Moreno, 53 anos, saiu da loja de electrodomésticos Prolar onde trabalha, em Alhos Vedros, Moita, para ir depositar dinheiro ao banco. Mas ontem de manhã já tinha dois jovens assaltantes à sua espera – que a agrediram a soco e pontapé, antes de a obrigaram a entregar uma bolsa contendo 1400 euros.


Lena Silva, gerente da Prolar, foi testemunha do ataque à sua funcionária. "A Fernanda ia a entrar no carro, que estava estacionado mesmo em frente à entrada da loja. O primeiro a atacar foi um deles, que lhe deu uma pancada nas costas, mesmo abaixo da cabeça", explicou a comerciante ao CM.

Combalida, Fernanda Moreno caiu desamparada no chão. Atacada ainda com mais murros e pontapés, foi incapaz de impedir os dois jovens, ambos negros e com cerca de 20 anos, de roubar uma bolsa que levava junto ao corpo.

"Ela trabalha aqui há 37 anos", disse a gerente da loja de electrodomésticos Prolar, e, "como é hábito, ia todas as quintas-feiras, às 11h00, fazer um depósito bancário. Levava cerca de 1400 euros na bolsa", acrescentou ao CM Lena Silva.

Já na posse do dinheiro, os dois jovens assaltantes escaparam a correr. Atordoada e em pânico, Fernanda Moreno foi assistida no Hospital do Barreiro, mas não sofreu ferimentos graves.

AFINAL FAZEREM O QUE OS INDÍGENAS NÃO QUEREM NÃO É PARA TODOS.O GAJO QUE O BLOCO DE ESQUERDA LÁ TEM PARA TOMAR AS MEDIDAS DO TAMANHO DAS CASAS QUE TEMOS QUE DAR DEVE ESPECIALIZAR-SE NESTE TIPO DE RECLAMAÇÕES JUSTAS...OU SEJA A "MODERNIZAÇÃO" DUMA CULTURA VELHA E GASTA...

ROUBAR MAS COM DIREITOS PÁ...ENTÃO NÃO NACIONALIZARAM O ANGOLANO PÁ?

05 Março 2010 - 00h30

Crime: NIC da GNR do Montijo caça dupla que atacava com facas
Lançam terror na Margem Sul
Otília Fernandes, proprietária da farmácia Gusmão, em Alhos Vedros, Moita, foi a última vítima de uma dupla de assaltantes suspeita de mais de uma dezena de roubos, com armas brancas, a farmácias, supermercados e bombas de gasolina, em toda a Margem Sul. "Entrou aqui um deles encapuzado e disse logo que queria todo o dinheiro", recordou a farmacêutica ao CM, cujo estabelecimento foi atacado terça-feira, momentos antes de os ladrões serem detidos na Moita, onde residiam.


Há seis meses que eram ambos investigados pelo Núcleo de Investigação Criminal da GNR do Montijo. Um português, de 45 anos, e um angolano, de 38, tinham já antecedentes.

Encapuzados, usavam facas, chaves de fendas ou outro tipo de armas brancas para atacar. "Andavam num carro velho, que terão usado para mais de dez assaltos", disse ao CM fonte policial. O maior dos alvos eram farmácias, em especial nos concelhos da Moita, Barreiro e Montijo. Mas há registo de assaltos a supermercados – da cadeia Minipreço e Pingo Doce – e pelo menos uma bomba de gasolina. Terça-feira, às 12h15, a dupla fez o último assalto. "Fugiram com 300 euros", recorda Otília Fernandes, da farmácia Gusmão. Os dois, que poderiam ter um cúmplice, foram presentes ao juiz, mas, à hora de fecho desta edição, não eram conhecidas medidas de coacção.

ASSIM COMO É QUE PODEMOS SER ENRIQUECIDOS?SEM SEGURANÇA NO TRABALHO?DEVEM CONTACTAR O SOS RACISMO PÁ!NÃO HÁ DIREITO!

COLONIZAÇÃO MONHÉ AGRADECIDA

Bava garante que nunca informou Sócrates sobre o negócio da TVI
04.03.2010 13:01 Ana Brito

Zeinal Bava disse que a PT nunca informou o primeiro-ministro sobre a tentativa de compra da TVI e garantiu que a empresa não foi instrumentalizada pelo Governo neste processo.

Thursday, March 4, 2010

DEPOIS É PRECISO FAZER TRABALHAR OS POLÍCIAS...

04 Março 2010 - 15h46

Autoridades acreditam que homens iriam assaltar baixa de Faro
Faro: PSP evitou assalto de "grandes dimensões"
A PSP de Faro afirmou esta quinta-feira em comunicado que acredita ter evitado um assalto de "grandes dimensões" na baixa da cidade, que estaria a ser preparado por dois homens, já referenciados.


Os suspeitos, de 30 e 41 anos, foram detectados por elementos das autoridades cerca das 02h00 numa carrinha de mercadorias na principal rua de comércio de Faro.

Ao efectuarem uma busca à carrinha, a polícia encontrou material habitualmente usado em assaltos: luvas, gorros, martelos, pés de cabra e caixas de papelão.

No comunicado pode ler-se que, apesar de não terem sido apanhados em flagrante, a PSP acredita que os homens, suspeitos de outros furtos a perfumarias, se preparavam para realizar um "furto de grandes dimensões".

Os suspeitos, estrangeiros mas em situação legal no País, foram identificados pela polícia e a carrinha, que não é propriedade dos homens, apreendida para ser investigada a sua origem.

E NA FUNÇÃO PÚBLICA NÃO SE ARRANJA NADA?

04 Março 2010 - 16h16

Ilhas dos Açres e da Madeira fazem parte da lista
Governo dá 3800 vistos de residência a estrangeiros
O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira uma resolução que permite que sejam concedidos 3800 vistos de residência a estrangeiros que pretendam trabalhar em Portugal.


De acordo com o comunicado emitido pelo Conselho de Ministros, os quase quatro mil vistos correspondem às “oportunidades de emprego presumivelmente não preenchidas” e foram definidos com base nas projecções existentes de evolução do emprego em Portugal.

Dos 3.800 vistos que vão ser concedidos, 40 são dirigidos para a Região Autónoma dos Açores e 10 para o arquipélago da Madeira.

600000 DESEMPREGADOS E 400000 RSI´S SÃO UM BURAQUINHO NUM DENTE.CABEM SEMPRE MAIS UNS MILHARES.REDUZEM-SE OS VENCIMENTOS AOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS E PRONTOS!
ATÉ PORQUE PORTUGAL É CARENTE EM PROFISSÕES DE ALTO TECNICISMO COMO ASSENTAR TIJOLO...

POR CÁ NACIONALIZA-SE TUDO.O SÓCRATES TEM UM VERDADEIRO CORAÇÃO DE AFRICANO

Las consecuencias de la crisis
La crisis económica radicaliza a la sociedad en contra de la inmigración
Una encuesta del Gobierno revela el aumento del rechazo a los extranjeros
TOMÁS BÁRBULO - Madrid - 03/03/2010

La crisis ha endurecido la opinión que los españoles tienen de la inmigración. A medida que las cifras económicas se hunden, resulta más difícil reconocer a la sociedad tolerante y generosa con los extranjeros de hace sólo tres años. Ésa es la cruda conclusión que se obtiene después de repasar las 394 páginas del informe Racismo y Xenofobia 2009, editado por el Ministerio de Trabajo e Inmigración. El trabajo está basado en una encuesta realizada por el Centro de Investigaciones Sociológicas (CIS) entre septiembre y octubre de 2008, justo seis meses después del comienzo de la recesión.


Corbacho dice que "no hay un sentimiento xenófobo"
El termómetro sobre la inmigración
GRAFICO - El Pais - 03-03-2010
La crisis económica ha acentuado la percepción negativa de los extranjeros - EL PAÍS



Ministerio de Trabajo e Inmigración

Tres de cada cuatro piden una política de extranjería más dura
Cada vez son más los españoles que piensan que el número de inmigrantes es excesivo, que las leyes son demasiado tolerantes con ellos o que los extranjeros hurtan trabajos a los nacionales. Para colmo, el estudio advierte que es previsible que, a medida que siga aumentando el número de desempleados, esas opiniones capten más adeptos. Es decir: es razonable pensar que a estas alturas, más de un año después de que fuera realizada la encuesta en la que se basa el informe, el rechazo hacia los inmigrantes es mayor del que muestran los datos que acaban de ser publicados. Éstos son algunos de ellos:

- Hay demasiados inmigrantes. En 1996 sólo el 28% de los españoles decía que los extranjeros eran "demasiados". La cifra creció hasta el 60% en 2005. En 2008, tres años más tarde, la suma entre los que valoraban su número como "excesivo" y como "elevado" se había disparado hasta el 77%.

- Las leyes son demasiado tolerantes. Eso es lo que opina el 42% de los españoles (18 puntos más que cuatro años antes). Si a ellos se les suma el 32% que las considera "más bien tolerantes", cabe concluir que nada menos que tres de cada cuatro encuestados demandan una política de inmigración más dura.

- Expulsión de parados y delincuentes. El 68% considera muy o bastante aceptable que sean expulsados "los inmigrantes legalmente instalados que cometan cualquier delito". Y cuatro de cada diez encuestados se muestra "muy de acuerdo" o "más bien de acuerdo" con la siguiente afirmación: "Si alguien que viene a trabajar aquí se quedara en el paro durante mucho tiempo, debería ser expulsado del país".

- Los españoles, primero. El 42% de los encuestados cree que los españoles deberían tener preferencia a la hora de acceder a la atención sanitaria, y un número aún mayor, el 55%, es partidario de que tengan ventaja en la elección de colegio para sus hijos.

- El trabajo, para los nacionales. Nada menos que el 21% considera "muy aceptable", y otro 39% ve "bastante aceptable", que los españoles tengan preferencia en el acceso al mercado laboral. El total de partidarios de esa discriminación asciende, pues, al 60%. Tan solo el 9% la considera "nada aceptable". El 23% cree que es "poco aceptable".

- Freno al asilo político. En sólo un año, aumenta a más del doble (del 11% al 26%) el número de españoles que están de acuerdo con acoger sólo a un número limitado de solicitantes de asilo, aunque se haya comprobado que están realmente perseguidos.

- Crece la oposición a dar derechos sociales y ciudadanos. Cae el número de personas partidarias de conceder derechos sociales y de ciudadanía a los inmigrantes, aunque éstos estén "instalados en España de manera estable". Solamente el 55% de los encuestados les daría voto en las elecciones generales, el 69% lo haría en los comicios municipales y también el 69% defiende su derecho a la obtención de la nacionalidad.

- Demasiadas ayudas. Los inmigrantes son el grupo de población que más protección recibe del Estado. Eso es lo que opina el 58% de los españoles (cuatro puntos más que en 2007). Y uno de cada dos encuestados afirma que, aunque tengan los mismos ingresos que los españoles, se les dan más ayudas sanitarias y educativas.

- Los extranjeros deterioran los servicios. Crece la asociación entre la inmigración y el deterioro de los servicios públicos (sanidad y educación), pero también aumenta la opinión de que los extranjeros deterioran las condiciones laborales, hacen aumentar el desempleo y, "al aceptar sueldos más bajos, hacen que bajen los salarios" de los españoles. Por el contrario, también crece (en dos puntos) el número de los que piensan que los inmigrantes "desempeñan los trabajos que los españoles no quieren hacer".