Tribunal repete julgamento de 14 traficantes
Relação de Évorta anula escutas feita pela PJ a doisarguidos. Um dos traficantes foi abatido a tiro na praia
00h30m
MARISA RODRIGUES
Catorze pessoas, condenadas por tráfico de estupefacientes na sequência de um descarregamento de quase duas toneladas de haxixe na praia das Belharucas, em Albufeira, vão voltar a ser julgadas.
A Relação de Évora anulou as escutas feitas pela Polícia Judiciária (PJ) a dois dos suspeitos. O novo julgamento deverá começar, hoje, no Tribunal de Albufeira.
A anulação do julgamento foi determinada depois de um recurso apresentado pelo advogado Carlos Melo Alves. O representante de dois arguidos invocou a nulidade das intercepções telefónicas e a Relação deu-lhe razão. No entanto, as escutas efectuadas aos restantes foram consideradas válidas. Ainda assim, por ter sido ordenada a repetição do julgamento, todos os arguidos regressam ao tribunal para ser novamente julgados.
Treze tinham sido condenados em primeira instância no início deste ano a penas de prisão efectiva entre os seis e os 14 anos. Apenas um, condenado a 4 anos e sete meses, ficou com pena suspensa na sua execução. Os doze homens e as duas mulheres, todos de nacionalidade portuguesa, são suspeitos de participação num descarregamento de 66 fardos de haxixe, na madrugada de 28 de Fevereiro de 2006. Os investigadores, que surpreenderam os indivíduos em flagrante na praia das Belharucas, foram recebidos a tiro. Um traficante acabou por ser abatido e morreu no local. Na altura, a Directoria de Faro instaurou um processo interno de averiguações e as armas dos elementos da PJ foram recolhidas e analisadas no Laboratório de Polícia Científica, mas as investigações foram inconclusivas. Nunca chegou a ser apurado quem foi o autor (ou autores) dos disparos.
Além da droga, foram apreendidas cinco viaturas, uma delas em Faro. O condutor fugiu e foi perseguido, tendo sido detido depois de ter entrado em contra-mão numa das ruas mais movimentadas da cidade. Na praia, dentro da carrinha já carregada com a droga, foi encontrado um revólver de calibre .38 e duas munições.
A investigação teve início em Junho de 2005. Em Fevereiro de 2006 foram efectuadas as primeiras oito detenções, na sequência do desembarque. As restantes ocorreram nos meses seguintes.
DEPOIS A CULPA É DOS TRIBUNAIS E DAS POLÍCIAS.A MERDA DE LEIS QUE OS COLARINHOS BRANCOS FAZEM NUNCA SÃO IMPEDITIVO DE NADA NEM METEM TONELADAS DE AREIA NAS ENGRENAGENS...
Monday, November 24, 2008
QUANTAS EMPRESAS EXISTEM SÓ PARA LEGALIZAR A NOSSA RIQUEZA?
São João Novo julga cidadãos estrangeiros por auxílio à imigração ilegal
10h21m
O Tribunal de São João Novo começa a julgar, quinta-feira, um processo que envolve cidadãos estrangeiros acusados de mais de 70 crimes de auxílio à imigração ilegal e falsificação de documentos.
De acordo com a acusação do Ministério Público (MP), os arguidos Dines B. e Ateeq H. criaram, individualmente, esquemas para regularizar a situação de dezenas de imigrantes oriundos do Nepal, Paquistão e Marrocos, recorrendo a falsos contratos de trabalho.
Em Março de 2001, Dines B., acusado de 57 crimes de falsificação de documentos e auxílio de imigração ilegal, terá proposto a Carla A. (também arguida e sua colega de trabalho numa empresa de confecções na Trofa) que, a troco de uma determinada quantia, constituísse uma empresa para futura elaboração de falsos de contratos de trabalho com cidadãos estrangeiros.
Carla A., acusada em co-autoria de sete crimes de falsificação de documentos e auxílio à imigração ilegal, assinou, alegadamente, sete contratos de trabalho com os quais Dines B. obteve autorização dos respectivos cidadãos junto do SEF.
Depois da empresa de confecções cessar a actividade, Dines B. terá forjado vários documentos em nome da mesma, elaborando declarações de remuneração e contratos de trabalho para 28 cidadãos estrangeiros, a troco de quantias não apuradas.
Durante o ano de 2005, o arguido terá utilizado o nome da referida empresa para obter autorizações de permanência junto do SEF.
Dines B. terá ainda utilizado, entre 2004 e 2005, o nome de uma segunda empresa, que também já tinha cessado actividade, e onde já tinha trabalhado, para forjar documentos para regularização da situação de 21 imigrantes.
Apenas dois dos muitos cidadãos estrangeiros que terão participado neste esquema, foram constituídos arguidos por se desconhecer o paradeiro dos restantes.
Hamid Z. e Moulay E. estão acusados de um crime de falsificação de documentos, em co-autoria com Dines B. por, alegadamente, terem utilizado os documentos forjados pelo arguido para permanecer em Portugal.
Utilizando um método semelhante, Ateeq H. (que trabalhava na mesma empresa na Trofa que o arguido Dines B.), terá pedido, em Março de 2001, ao irmão da sua então companheira (Joaquim C.) que este constituísse uma empresa e assinasse três contratos de trabalho, com os quais conseguiu obter autorização de permanência em Portugal para os cidadãos em causa.
A acusação do MP alega que o arguido Ateeq H. procedeu de forma idêntica junto de Maria S. (companheira de Joaquim C.), a qual terá constituído uma empresa em nome individual e assinou nove contratos para cidadãos imigrantes, a troco de 1.500 euros.
Ateeq H., 33 anos, está acusado de 13 crimes de falsificação de documentos e 12 de auxílio à imigração ilegal
Joaquim C. e Maria S. chegaram a ser constituídos arguidos em 2001, mas em 2006 o procedimento criminal prescreveu.
O início do julgamento está marcado para quinta-feira, pelas 14:00 na 4.ª vara do Tribunal de São João Novo.
ATÉ JUSTIFICA PAGAR DURANTES UNS TEMPOS PARA FICAR A RECEBER OS BENEFICIOS DO ESTADO SOCIAL QUE VIVE PARA COMBATER A POBREZA.EM ESPECIAL A DIFERENTE E DO MUNDO...
10h21m
O Tribunal de São João Novo começa a julgar, quinta-feira, um processo que envolve cidadãos estrangeiros acusados de mais de 70 crimes de auxílio à imigração ilegal e falsificação de documentos.
De acordo com a acusação do Ministério Público (MP), os arguidos Dines B. e Ateeq H. criaram, individualmente, esquemas para regularizar a situação de dezenas de imigrantes oriundos do Nepal, Paquistão e Marrocos, recorrendo a falsos contratos de trabalho.
Em Março de 2001, Dines B., acusado de 57 crimes de falsificação de documentos e auxílio de imigração ilegal, terá proposto a Carla A. (também arguida e sua colega de trabalho numa empresa de confecções na Trofa) que, a troco de uma determinada quantia, constituísse uma empresa para futura elaboração de falsos de contratos de trabalho com cidadãos estrangeiros.
Carla A., acusada em co-autoria de sete crimes de falsificação de documentos e auxílio à imigração ilegal, assinou, alegadamente, sete contratos de trabalho com os quais Dines B. obteve autorização dos respectivos cidadãos junto do SEF.
Depois da empresa de confecções cessar a actividade, Dines B. terá forjado vários documentos em nome da mesma, elaborando declarações de remuneração e contratos de trabalho para 28 cidadãos estrangeiros, a troco de quantias não apuradas.
Durante o ano de 2005, o arguido terá utilizado o nome da referida empresa para obter autorizações de permanência junto do SEF.
Dines B. terá ainda utilizado, entre 2004 e 2005, o nome de uma segunda empresa, que também já tinha cessado actividade, e onde já tinha trabalhado, para forjar documentos para regularização da situação de 21 imigrantes.
Apenas dois dos muitos cidadãos estrangeiros que terão participado neste esquema, foram constituídos arguidos por se desconhecer o paradeiro dos restantes.
Hamid Z. e Moulay E. estão acusados de um crime de falsificação de documentos, em co-autoria com Dines B. por, alegadamente, terem utilizado os documentos forjados pelo arguido para permanecer em Portugal.
Utilizando um método semelhante, Ateeq H. (que trabalhava na mesma empresa na Trofa que o arguido Dines B.), terá pedido, em Março de 2001, ao irmão da sua então companheira (Joaquim C.) que este constituísse uma empresa e assinasse três contratos de trabalho, com os quais conseguiu obter autorização de permanência em Portugal para os cidadãos em causa.
A acusação do MP alega que o arguido Ateeq H. procedeu de forma idêntica junto de Maria S. (companheira de Joaquim C.), a qual terá constituído uma empresa em nome individual e assinou nove contratos para cidadãos imigrantes, a troco de 1.500 euros.
Ateeq H., 33 anos, está acusado de 13 crimes de falsificação de documentos e 12 de auxílio à imigração ilegal
Joaquim C. e Maria S. chegaram a ser constituídos arguidos em 2001, mas em 2006 o procedimento criminal prescreveu.
O início do julgamento está marcado para quinta-feira, pelas 14:00 na 4.ª vara do Tribunal de São João Novo.
ATÉ JUSTIFICA PAGAR DURANTES UNS TEMPOS PARA FICAR A RECEBER OS BENEFICIOS DO ESTADO SOCIAL QUE VIVE PARA COMBATER A POBREZA.EM ESPECIAL A DIFERENTE E DO MUNDO...
EM VEZ DE SIMPLIFICAREM AS 2 REGIÕES QUEREM MULTIPLICAR OS PÃES...
Sentimento regionalista cresce em todos os partidos
OS AÇORES E MADEIRA VIVEM ACIMA DAS SUAS POSSIBILIDADES FINANCIADOS PELO ORÇAMENTO DO CONTINENTE.MULTIPLICARAM OS CARGOS, OS ASSESSORES DE FORMA PERFEITAMENTE ESCANDALOSA PARA AS POSSES DO PAÍS.A INVEJA DOS POLÍTICOS CONTINENTAIS LEVA-OS A SONHAR TAMBÉM COM ESSE MAR DE LEITE E MEL...CARGOS E MAIS CARGOS PARA FAMILIARES E AMIGOS... E POR CONTA DOS ESCRAVOS DOS CONTRIBUINTES.
TEMOS A MÁQUINA DE ELEITOS MAIS LUXUOSA DA EUROPA, A MAIS CORRUPTA E MENOS EFICIENTE, MAS EM VEZ DE A REFORMAREM QUEREM MAIS DO MESMO...
EXPLIQUEM AO ZÉ POVINHO QUANTO É QUE CUSTA ESTA DEMOCRACIA, ENGLOBANDO OS ELEITOS, OS DE NOMEAÇÃO POLÍTICA E OS ASSESSORES E VER-SE-Á PORQUE VAMOS DIREITINHOS PARA A BANCARROTA... SE COTEJADOS ESSES CUSTOS COM A PRODUÇÃO QUE ENTRETANTO PROMOVERAM(OU VENDERAM)...
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TEMOS A MÁQUINA DE ELEITOS MAIS LUXUOSA DA EUROPA, A MAIS CORRUPTA E MENOS EFICIENTE, MAS EM VEZ DE A REFORMAREM QUEREM MAIS DO MESMO...
EXPLIQUEM AO ZÉ POVINHO QUANTO É QUE CUSTA ESTA DEMOCRACIA, ENGLOBANDO OS ELEITOS, OS DE NOMEAÇÃO POLÍTICA E OS ASSESSORES E VER-SE-Á PORQUE VAMOS DIREITINHOS PARA A BANCARROTA... SE COTEJADOS ESSES CUSTOS COM A PRODUÇÃO QUE ENTRETANTO PROMOVERAM(OU VENDERAM)...
A MERDA DE LEIS PRODUZIDAS PELA ASSEMBLEIA NACIONAL DE ESQUERDA
24 Novembro 2008 - 00h30
Crime: Seis romenos voltaram a roubar após condenação a penas suspensas
Atacaram ourives com pé-de-cabra
Entre Novembro de 2007 e Abril deste ano, seis romenos lançaram-se numa vaga de assaltos a ourivesarias. Pelo meio, quase mataram o funcionário de um destes estabelecimentos, em Coruche, que ficou sem parte da massa encefálica após ter sido atingido com um pé-de-cabra na cabeça. A PSP prendeu-os a assaltar uma loja de roupa em Lisboa e foi só por este crime que acabaram por ser julgados. Libertados ao terem sido todos condenados a penas suspensas, voltaram a reincidir nos assaltos. Agora, as polícias não os conseguem encontrar.
O grupo já totaliza assaltos a ourivesarias em quatro distritos (Lisboa, Santarém, Leiria, e Setúbal). Três forças de segurança (PSP, GNR, e PJ) investigam os crimes que terão começado em Novembro de 2007.
Todos os assaltos têm dois elos de ligação. Primeiro, a violência. Além de invadirem as ourivesarias armados com pés-de-cabra, os romenos nunca hesitaram em agredir as vítimas. Segundo, as viaturas usadas nos crimes. O grupo furtou vários veículos, de marca Ford Escort, que, após os assaltos aos estabelecimentos, eram encontrados abandonados.
Foi a PSP a primeira a surpreender os romenos. A 16 de Abril deste ano, depois de o grupo ter furtado 63 mil euros em roupa da Penhalta Novias – uma loja de roupa de noiva situada na avenida da República, em Lisboa – agentes da 5ª Esquadra de Investigação Criminal prenderam os seis assaltantes.
Presentes a juiz, aguardaram todos julgamento em prisão preventiva. No entanto, o Ministério Público ignorou praticamente todos os crimes violentos praticados pelos assaltantes, que foram a julgamento apenas pela prática de um furto qualificado à loja de roupa em Lisboa.
Julgados há pouco mais de um mês, nos juízos criminais de Lisboa, os seis assaltantes foram condenados a penas suspensas de prisão. Colocados em liberdade, não demoraram muito a regressar aos assaltos. Nas últimas três semanas, há indícios que ligam o gang a dois assaltos a ourivesarias praticados na Marinha Grande, e outro no Pinhal Novo, concelho de Palmela.
O CM noticiou este crime. A 29 de Outubro, dois homens, com pronúncia da Europa de Leste, bateram à porta da ourivesaria Morais & Paião. Quando as funcionárias abriram a porta, foram agredidas a murro.
Os assaltantes roubaram todos os artigos de ouro que puderam, e fugiram num Ford Escort azul.
Até ao momento, não foi ainda possível localizar qualquer um dos assaltantes. A PSP, a GNR, e a Polícia Judiciária têm inquéritos abertos aos crimes deste gang romeno.
VÍTIMA FICOU SEM MASSA ENCEFÁLICA
Em Janeiro deste ano, os seis assaltantes que têm as polícias no encalço atacaram uma ourivesaria em Coruche. O ‘modus operandi’ repetiu-se. Enquanto dois dos ladrões empunhavam pés-de-cabra, os outros quatro dispuseram-se no estabelecimento, de forma a destruir o maior número possível de montras e sacar o respectivo conteúdo. Mas, de novo, a violência veio ao de cima. Sem que o único funcionário de serviço esboçasse qualquer sinal de reacção, os romenos atingiram-no com um golpe de pé-de-cabra na cabeça. A arma ficou cravada na cabeça da vítima, arrancando-lhe um bocado de massa encefálica. A vítima teve de receber prolongado tratamento hospitalar. O grupo fugiu com milhares de euros em ouro.
PORMENORES
GRUPO JOVEM E VIOLENTO
Os seis elementos que integram o gang romeno de assaltantes têm entre 22 e 40 anos, desconhecendo-se quando terão entrado em Portugal.
FICAM EM RESIDENCIAIS
Os investigadores têm tido dificuldades em localizar os seis assaltantes. O CM apurou que o grupo romeno nunca passa mais do que duas, três noites no mesmo local, pernoitando em residenciais.
APURAR CADASTRO
GNR, PSP, e Polícia Judiciária repartem os inquéritos à acção do gang. Os investigadores tentam apurar se os assaltantes têm cadastro na Roménia.
OS CANOS SERRADOS ALIADOS AOS COLARINHOS BRANCOS.QUE NÃO DÃO FERRAMENTAS ÀS POLÍCIAS DE COMBATEREM OS CRIMES QUE ESPOLIAM E MATAM OS PORTUGUESES.QUE TAL UM CONTROLO RIGOROSO DA IMIGRAÇÃO?OBRIGATORIADADE DE MANISFESTAR À POLÍCIA OS ESTRANGEIROS ALOJADOS, QUER NOS ALUGUERES, QUER NOS HOTEIS E PENSÕES?E EXPULSAR OS ESTRANGEIROS QUE COMETAM CRIMES?E RETIRAR A NACIONALIDADE A CRIMINOSOS DE LONGA DURAÇÃO?OS PORTUGUESES INDÍGENAS ANDAM FARTOS DA GOVERNAÇÃO DESTE MONTE DE COLARINHOS BRANCOS ARMADOS EM MISSIONÁRIOS.ELES QUE TÊM POLÍCIA À PORTA 24 HORAS POR DIA.E ATIRAM O SEU POVO ÀS FERAS QUE IMPORTAM...
Crime: Seis romenos voltaram a roubar após condenação a penas suspensas
Atacaram ourives com pé-de-cabra
Entre Novembro de 2007 e Abril deste ano, seis romenos lançaram-se numa vaga de assaltos a ourivesarias. Pelo meio, quase mataram o funcionário de um destes estabelecimentos, em Coruche, que ficou sem parte da massa encefálica após ter sido atingido com um pé-de-cabra na cabeça. A PSP prendeu-os a assaltar uma loja de roupa em Lisboa e foi só por este crime que acabaram por ser julgados. Libertados ao terem sido todos condenados a penas suspensas, voltaram a reincidir nos assaltos. Agora, as polícias não os conseguem encontrar.
O grupo já totaliza assaltos a ourivesarias em quatro distritos (Lisboa, Santarém, Leiria, e Setúbal). Três forças de segurança (PSP, GNR, e PJ) investigam os crimes que terão começado em Novembro de 2007.
Todos os assaltos têm dois elos de ligação. Primeiro, a violência. Além de invadirem as ourivesarias armados com pés-de-cabra, os romenos nunca hesitaram em agredir as vítimas. Segundo, as viaturas usadas nos crimes. O grupo furtou vários veículos, de marca Ford Escort, que, após os assaltos aos estabelecimentos, eram encontrados abandonados.
Foi a PSP a primeira a surpreender os romenos. A 16 de Abril deste ano, depois de o grupo ter furtado 63 mil euros em roupa da Penhalta Novias – uma loja de roupa de noiva situada na avenida da República, em Lisboa – agentes da 5ª Esquadra de Investigação Criminal prenderam os seis assaltantes.
Presentes a juiz, aguardaram todos julgamento em prisão preventiva. No entanto, o Ministério Público ignorou praticamente todos os crimes violentos praticados pelos assaltantes, que foram a julgamento apenas pela prática de um furto qualificado à loja de roupa em Lisboa.
Julgados há pouco mais de um mês, nos juízos criminais de Lisboa, os seis assaltantes foram condenados a penas suspensas de prisão. Colocados em liberdade, não demoraram muito a regressar aos assaltos. Nas últimas três semanas, há indícios que ligam o gang a dois assaltos a ourivesarias praticados na Marinha Grande, e outro no Pinhal Novo, concelho de Palmela.
O CM noticiou este crime. A 29 de Outubro, dois homens, com pronúncia da Europa de Leste, bateram à porta da ourivesaria Morais & Paião. Quando as funcionárias abriram a porta, foram agredidas a murro.
Os assaltantes roubaram todos os artigos de ouro que puderam, e fugiram num Ford Escort azul.
Até ao momento, não foi ainda possível localizar qualquer um dos assaltantes. A PSP, a GNR, e a Polícia Judiciária têm inquéritos abertos aos crimes deste gang romeno.
VÍTIMA FICOU SEM MASSA ENCEFÁLICA
Em Janeiro deste ano, os seis assaltantes que têm as polícias no encalço atacaram uma ourivesaria em Coruche. O ‘modus operandi’ repetiu-se. Enquanto dois dos ladrões empunhavam pés-de-cabra, os outros quatro dispuseram-se no estabelecimento, de forma a destruir o maior número possível de montras e sacar o respectivo conteúdo. Mas, de novo, a violência veio ao de cima. Sem que o único funcionário de serviço esboçasse qualquer sinal de reacção, os romenos atingiram-no com um golpe de pé-de-cabra na cabeça. A arma ficou cravada na cabeça da vítima, arrancando-lhe um bocado de massa encefálica. A vítima teve de receber prolongado tratamento hospitalar. O grupo fugiu com milhares de euros em ouro.
PORMENORES
GRUPO JOVEM E VIOLENTO
Os seis elementos que integram o gang romeno de assaltantes têm entre 22 e 40 anos, desconhecendo-se quando terão entrado em Portugal.
FICAM EM RESIDENCIAIS
Os investigadores têm tido dificuldades em localizar os seis assaltantes. O CM apurou que o grupo romeno nunca passa mais do que duas, três noites no mesmo local, pernoitando em residenciais.
APURAR CADASTRO
GNR, PSP, e Polícia Judiciária repartem os inquéritos à acção do gang. Os investigadores tentam apurar se os assaltantes têm cadastro na Roménia.
OS CANOS SERRADOS ALIADOS AOS COLARINHOS BRANCOS.QUE NÃO DÃO FERRAMENTAS ÀS POLÍCIAS DE COMBATEREM OS CRIMES QUE ESPOLIAM E MATAM OS PORTUGUESES.QUE TAL UM CONTROLO RIGOROSO DA IMIGRAÇÃO?OBRIGATORIADADE DE MANISFESTAR À POLÍCIA OS ESTRANGEIROS ALOJADOS, QUER NOS ALUGUERES, QUER NOS HOTEIS E PENSÕES?E EXPULSAR OS ESTRANGEIROS QUE COMETAM CRIMES?E RETIRAR A NACIONALIDADE A CRIMINOSOS DE LONGA DURAÇÃO?OS PORTUGUESES INDÍGENAS ANDAM FARTOS DA GOVERNAÇÃO DESTE MONTE DE COLARINHOS BRANCOS ARMADOS EM MISSIONÁRIOS.ELES QUE TÊM POLÍCIA À PORTA 24 HORAS POR DIA.E ATIRAM O SEU POVO ÀS FERAS QUE IMPORTAM...
Sunday, November 23, 2008
JUÍZES NO BOM CAMINHO
23 Novembro 2008 - 00h30
Congresso: Póvoa de Varzim
Maçonaria sem juízes
Os juízes não querem ver os seus pares na maçonaria, Opus Dei, órgãos desportivos ou cargos de confiança política. O Compromisso Ético aprovado ontem, por unanimidade, no 8º Congresso dos Juízes Portugueses, rejeita a participação dos magistrados em "organizações secretas" e "em actividades cívicas externas às funções, que impliquem sujeição a apreciações públicas e vexatórias.
AGORA TÊM QUE ENCONTRAR MANEIRA DE "LIXAR" OS PREVARICADORES...
Congresso: Póvoa de Varzim
Maçonaria sem juízes
Os juízes não querem ver os seus pares na maçonaria, Opus Dei, órgãos desportivos ou cargos de confiança política. O Compromisso Ético aprovado ontem, por unanimidade, no 8º Congresso dos Juízes Portugueses, rejeita a participação dos magistrados em "organizações secretas" e "em actividades cívicas externas às funções, que impliquem sujeição a apreciações públicas e vexatórias.
AGORA TÊM QUE ENCONTRAR MANEIRA DE "LIXAR" OS PREVARICADORES...
Saturday, November 22, 2008
Ó COSTA ENTÃO COSTA?
La clase media fue machacada en Lisboa".
El problema se remonta a los años del dictador Salazar. Congelaron los alquileres en 1940, y así hasta 1985. Luego, comenzaron a regularizarse en muy pequeña escala.
O QUE TEM ANDADO A FAZER O PESSOAL ELEITO DESDE O 25 PÁ?NOMEADAMENTE O PS QUE FEZ UMA LEI DAS RENDAS QUE DEU ZERO?ALUGAR PARA OS GAJOS NÃO PAGAREM E O SENHORIO TER DE IR AO TOTTA?POR CAUSA DA JUSTIÇA QUE NÃO FUNCIONA(NEM INTERESSA)?
METER AS CULPAS PARA O SALAZAR?QUE MORREU EM 1968?PELOS VISTOS O PAI COSTA TINHA UMA CASSETE LÁ EM CASA...
El problema se remonta a los años del dictador Salazar. Congelaron los alquileres en 1940, y así hasta 1985. Luego, comenzaron a regularizarse en muy pequeña escala.
O QUE TEM ANDADO A FAZER O PESSOAL ELEITO DESDE O 25 PÁ?NOMEADAMENTE O PS QUE FEZ UMA LEI DAS RENDAS QUE DEU ZERO?ALUGAR PARA OS GAJOS NÃO PAGAREM E O SENHORIO TER DE IR AO TOTTA?POR CAUSA DA JUSTIÇA QUE NÃO FUNCIONA(NEM INTERESSA)?
METER AS CULPAS PARA O SALAZAR?QUE MORREU EM 1968?PELOS VISTOS O PAI COSTA TINHA UMA CASSETE LÁ EM CASA...
O ESTADO A QUE ISTO CHEGOU.É TUDO DELES.
COPIADO NO PORTADALOJA
"
O nome dos outros
Catalina Pestana, entrevistada pelo Correio da Manhã, hoje, pronunciou-se mais uma vez sobre o processo Casa Pia. Para dizer algumas coisas que merecem atenção e que respondem de algum modo, às observações dos passionarios da cabala em forma de urdidura que só alimentam para manterem poder .
O título da entrevista, pode ser algo redutor, porque a resposta sobre Paulo P. não fica por esse título, da responsabilidade do jornal. Mas é suficientemente explícito para transmitir uma verdade: não houve julgamento, de facto. Nem condenação. Mas precisamente por isso é que também não houve absolvição. Nem houve retractação dos ofendidos.
Tenho escrito e repetido e por muito que isso custe ao mencionado Paulo P. , continuarei a dizer que essa circunstância deveria ser mais do que suficiente para se afastar voluntariamente da política.
É uma opinião. Não uma sentença. E as opiniões ainda devem ser livres, em Portugal. A não ser que a Cooperativa já entenda que não...
Em certo passo, a entrevistada diz assim:
" Este julgamento não é o dos abusadores da Casa Pia, é o julgamento de uma guarda avançada, porque o resto da coluna está ca fora de colarinho branco e fato de bom corte à espera que o pó assente para voltar a intervir. Eu só sei o que os miúdos me diziam: "Eram estes e muitos outros que a gente não sabe o nome."
- posted by josé @ 19:39 2 comments "
"
O nome dos outros
Catalina Pestana, entrevistada pelo Correio da Manhã, hoje, pronunciou-se mais uma vez sobre o processo Casa Pia. Para dizer algumas coisas que merecem atenção e que respondem de algum modo, às observações dos passionarios da cabala em forma de urdidura que só alimentam para manterem poder .
O título da entrevista, pode ser algo redutor, porque a resposta sobre Paulo P. não fica por esse título, da responsabilidade do jornal. Mas é suficientemente explícito para transmitir uma verdade: não houve julgamento, de facto. Nem condenação. Mas precisamente por isso é que também não houve absolvição. Nem houve retractação dos ofendidos.
Tenho escrito e repetido e por muito que isso custe ao mencionado Paulo P. , continuarei a dizer que essa circunstância deveria ser mais do que suficiente para se afastar voluntariamente da política.
É uma opinião. Não uma sentença. E as opiniões ainda devem ser livres, em Portugal. A não ser que a Cooperativa já entenda que não...
Em certo passo, a entrevistada diz assim:
" Este julgamento não é o dos abusadores da Casa Pia, é o julgamento de uma guarda avançada, porque o resto da coluna está ca fora de colarinho branco e fato de bom corte à espera que o pó assente para voltar a intervir. Eu só sei o que os miúdos me diziam: "Eram estes e muitos outros que a gente não sabe o nome."
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