Só no último fim de semana, a Polícia Judiciária apreendeu na região do Algarve nove toneladas e meia de haxixe. No sábado, foram detectadas três toneladas e meia e dois homens detidos após a intercepção de uma carrinha que seguia na Estrada Nacional 125, em Albufeira, rumo a Espanha. Ao que o JN apurou, a droga vinha de Marrocos e tinha sido introduzida em Portugal por via marítima, pelo Algarve.
No domingo seguinte, nova operação culminou com a apreensão de seis toneladas de haxixe, dissimuladas num camião TIR, entre sacos de batatas. Davam para três milhões de doses. A droga entrou pela Costa Vicentina, no sudoeste alentejano, perto da Zambujeira do Mar e seguiria para o mercado europeu.
O grupo criminoso já estava a ser vigiado pela Polícia Judiciária há cerca de seis meses, no âmbito da denominada "Operação Sudoeste". Na última semana, dois portugueses e um holandês foram detidos. Ao que foi possível apurar, poderão estar ainda mais detenções na calha, uma vez que a investigação ainda não terminou.
Depois de ter chegado a Portugal, ao que tudo indica proveniente de Marrocos, o produto estupefaciente foi acondicionado num "refúgio" dos traficantes, perto da Zambujeira do Mar. No último domingo, um camião TIR - que havia sido alugado a uma empresa de transporte de batatas -, foi carregado com 187 fardos de haxixe e seguiu viagem, acompanhado de perto por de viatura de alta cilindrada. O objectivo era chegarem a Espanha e posteriormente à Holanda. No entanto, ao que foi possível apurar o produto estupefaciente estava destinado ao mercado polaco.
Já no final da A2, na zona de Paderne/Albufeira, o camião e a viatura, um Subaru Impreza, foram interceptados pela Brigada de Trânsito da GNR e Polícia Judiciária. No local foi apreendido cerca de metade da droga. O restante foi detectado no local que servia de armazém.
Apenas o condutor do veículo pesado ficou sujeito a termo de identidade e residência (TIR), o segundo português e o holandês ficaram em prisão preventiva.
João Figueira, inspector-chefe da Direcção Central de Investigação do Tráfico de Estupefacientes (DCITE), explicou que o condutor ficou apenas sujeito a TIR, uma vez que a investigação ainda está a apurar o seu real envolvimento no processo. O responsável acredita que a organização responsável pela movimentação do haxixe estará instalada fora de Portugal, sendo o território nacional apenas um ponto de entrada na Europa.
MAIS 4,5 TONELADAS APANHADAS JÁ NO PORTO DE SESIMBRA.Quarenta e duas toneladas de haxixe APREENDIDAS SÓ EM 2008...
POR OUTRO LADO CONVINHA DEDUZIR QUE SE UM MARROQUINO PODE CHEGAR A Nº2 NO IRAQUE, MUITO MAIS FÁCIL LOGO AO LADO...
O Exército norte-americano garante que o "número dois" da al-Qaeda no Iraque foi morto numa operação no passado dia 5 na cidade de Mossul (norte).
O líder rebelde é identificado pelos militares dos EUA como um marroquino conhecido como Abu Qaswarah ou Abu Sara.
MAS OS ESQUERDISTAS O QUE QUEREM É MAIS "MANTEIGA" PARA DISTRIBUIR A AFRICANOS E AFINS MESMO QUE ISSO IMPLIQUE NÃO COMPRAR SUBMARINOS OU ARMAMENTO QUE IMPONHA UM MÍNIMO DOS MÍNIMOS DE RESPEITO AOS RATOS QUE ESPREITAM.E QUE COMO SE VÊ ESTÃO Á MÃO DE SEMEAR E COM TODAS AS FACILIDADES QUE AS NOSSAS FRONTEIRAS SÃO O MAIOR QUEIJO SUÍÇO DA EUROPA...
OS VERDADEIROS PORTUGUESES DEVEM PENSAR QUE AMOR PÁTRIO OU QUE CUIDADOS DE SOBREVIVÊNCIA COMO PAÍS TERÃO AS CENTENAS DE MILHAR DE EX-IMIGRANTES AGORA NACIONAIS E TAMBÉM MUITOS DOS INTERNACIONALISTAS QUE LHES ABREM TODAS AS PORTAS EM PRESERVAR O PAÍS INDEPENDENTE , DIGNO E ORDEIRO QUANDO O QUE INTERESSA É QUE CADA UM SAQUE O MAIS QUE POSSA, MESMO RECORRENDO AO ENVENENAMENTO POR DROGAS DA JUVENTUDE INDÍGENA...SE ISSO NÃO É TRAIÇÃO CONSIDEREM ISTO JÁ ACABADO...
Thursday, October 16, 2008
Wednesday, October 15, 2008
OS ITALIANOS NÃO QUEREM SER AFRICANIZADOS...
Una prueba de acceso para los estudiantes inmigrantes
Italia estudia una prueba de acceso a la escuela específico y "clases puente" para los que no la superen
Aquellos que no las superen deberán asistir a "clases puente" para garantizar la inserción del alumno en el grupo correspondiente Además, se prohibirá la inserción de los alumnos extranjeros después del 31 de diciembre, y los niños inmigrantes serán distribuidos en las aulas en proporción con el número de alumnos italianos
CÁ NÃO.TUDO MUITO DEMOCRÁTICO.ENTRA QUEM QUER EM QUALQUER ALTURA DO ANO, NO ANO QUE QUISER E MESMO SEM SABER FALAR 1 ÚNICA PALAVRA DE PORTUGUÊS...
E EXISTEM MUITAS TURMAS EM QUE OS PORTUGUESES ESTÃO A SER ASSIMILADOS MAS É PELA MAIORIA AFRICANA...
Italia estudia una prueba de acceso a la escuela específico y "clases puente" para los que no la superen
Aquellos que no las superen deberán asistir a "clases puente" para garantizar la inserción del alumno en el grupo correspondiente Además, se prohibirá la inserción de los alumnos extranjeros después del 31 de diciembre, y los niños inmigrantes serán distribuidos en las aulas en proporción con el número de alumnos italianos
CÁ NÃO.TUDO MUITO DEMOCRÁTICO.ENTRA QUEM QUER EM QUALQUER ALTURA DO ANO, NO ANO QUE QUISER E MESMO SEM SABER FALAR 1 ÚNICA PALAVRA DE PORTUGUÊS...
E EXISTEM MUITAS TURMAS EM QUE OS PORTUGUESES ESTÃO A SER ASSIMILADOS MAS É PELA MAIORIA AFRICANA...
É TEMPO DE IR LIMPANDO AS ARMAS
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Ó BOAVENTURA PÁ PRESOS A MAIS PÁ!E SUGERE CAMPOS DE REEDUCAÇÃO PARA REAÇAS PÁ!
Custo de avaliação penal em segredo
15-Out-2008
O Ministério da Justiça mantém em segredo os custos com o contrato celebrado com o Observatório Permanente da Justiça Portuguesa (OPJ) para a monitorização das leis penais.
Apesar dos insistentes contactos junto do gabinete do ministro da Justiça, Alberto Costa – designadamente dois e-mails enviados nos dias 7 e 9 de Outubro –, o CM não obteve, até ao momento, qualquer resposta à pergunta: ‘Quanto custa ao Ministério da Justiça o processo de monitorização da reforma penal?’
Para hoje estava agendada a audição de Alberto Costa na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais sobre a monitorização da reforma penal, mas esta foi adiada, uma vez que o ministro se encontra doente.
Há uma semana, a coordenadora executiva do estudo, Conceição Gomes, disse também no Parlamento que não foram monitorizados "casos concretos" e que "há muitas questões que ainda não podem ser avaliadas" – referindo-se ao segundo dos três relatórios previstos.
Quanto ao primeiro, que foi apresentado em Julho e que concluiu que a reforma causou uma "redução drástica do número de presos preventivos" e que não contribuiu para a celeridade da Justiça, Conceição Gomes recusou falar em conclusões, mas apenas em "percepções". "Ainda não é possível apurar até que ponto a percepção é real", afirmou a coordenadora executiva do Observatório.
MINISTRO DEIXA PINTO MONTEIRO DOIS ANOS À ESPERA
O procurador-geral da República, Pinto Monteiro, já exigiu e propôs alterações no regime do segredo de justiça, deixando desde logo o aviso de que "os crimes económicos correm todos risco".
No entanto, um dia depois de o ministro ter recebido as propostas de Pinto Monteiro, em Fevereiro, Alberto Costa recusou proceder a alterações na revisão penal de 2007 antes de terminar o processo de monitorização do Observatório da Justiça, ou seja, em Maio de 2009. Esta posição tem sido sistematicamente reiterada por Costa, mas o próprio PS recuou e propôs alterações aos dois artigos do Código de Processo Penal, no sentido de facilitar a detenção dos agressores fora de flagrante delito e, assim, assegurar a protecção das vítimas de violência doméstica. O ministro mantém-se irredutível e alega que "quem se arrepende depressa erra duas vezes".
MAGISTRATURAS FAZEM BALANÇO NEGATIVO
Mais crimes e menos presos. Foi este o balanço feito pelas magistraturas e investigadores após um ano de novas leis penais. Em Setembro de 2008, havia menos 2038 presos nas cadeias portuguesas, uma diminuição que coincidiu com uma onda de criminalidade violenta sem precedentes. Carlos Anjos, da Polícia Judiciária, classificou as mudanças como "terríveis", o desembargador António Martins fez um "balanço negativo" e o procurador António Cluny limitou-se a dizer que "as estatísticas falam por si".
O alvo das críticas são o regime da prisão preventiva – foi reduzido o número de crimes que permitem a preventiva e encurtados os prazos desta medida de coacção – e os obstáculos criados à detenção fora de flagrante delito. No primeiro dia da reforma 115 presos foram soltos.
APONTAMENTOS
OBSERVATÓRIO
O Observatório Permanente da Justiça Portuguesa foi criado no Centro de Estudos Sociais da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, em 1996, através de um contrato celebrado com o Ministério da Justiça. É coordenado por Boaventura de Sousa Santos.
CONTRATO
O Ministério da Justiça assinou, a 29 de Outubro de 2007, um contrato com o Observatório Permanente da Justiça Portuguesa para a monitorização dos Códigos Penal e de Processo Penal, cujas alterações entraram em vigor a 15 de Setembro de 2007. O contrato prevê a realização de três relatórios semestrais.
EQUIPA
A equipa do Observatório da Justiça encarregue de fazer a avaliação das novas leis penais é coordenada por Boaventura de Sousa Santos e por Conceição Gomes e integrada por mais seis pessoas. O primeiro relatório foi apresentado em Julho, o próximo é a 30 de Novembro e o último está agendado para Maio de 2009.
CORREIO DA MANHÃ | 15.10.2008
15-Out-2008
O Ministério da Justiça mantém em segredo os custos com o contrato celebrado com o Observatório Permanente da Justiça Portuguesa (OPJ) para a monitorização das leis penais.
Apesar dos insistentes contactos junto do gabinete do ministro da Justiça, Alberto Costa – designadamente dois e-mails enviados nos dias 7 e 9 de Outubro –, o CM não obteve, até ao momento, qualquer resposta à pergunta: ‘Quanto custa ao Ministério da Justiça o processo de monitorização da reforma penal?’
Para hoje estava agendada a audição de Alberto Costa na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais sobre a monitorização da reforma penal, mas esta foi adiada, uma vez que o ministro se encontra doente.
Há uma semana, a coordenadora executiva do estudo, Conceição Gomes, disse também no Parlamento que não foram monitorizados "casos concretos" e que "há muitas questões que ainda não podem ser avaliadas" – referindo-se ao segundo dos três relatórios previstos.
Quanto ao primeiro, que foi apresentado em Julho e que concluiu que a reforma causou uma "redução drástica do número de presos preventivos" e que não contribuiu para a celeridade da Justiça, Conceição Gomes recusou falar em conclusões, mas apenas em "percepções". "Ainda não é possível apurar até que ponto a percepção é real", afirmou a coordenadora executiva do Observatório.
MINISTRO DEIXA PINTO MONTEIRO DOIS ANOS À ESPERA
O procurador-geral da República, Pinto Monteiro, já exigiu e propôs alterações no regime do segredo de justiça, deixando desde logo o aviso de que "os crimes económicos correm todos risco".
No entanto, um dia depois de o ministro ter recebido as propostas de Pinto Monteiro, em Fevereiro, Alberto Costa recusou proceder a alterações na revisão penal de 2007 antes de terminar o processo de monitorização do Observatório da Justiça, ou seja, em Maio de 2009. Esta posição tem sido sistematicamente reiterada por Costa, mas o próprio PS recuou e propôs alterações aos dois artigos do Código de Processo Penal, no sentido de facilitar a detenção dos agressores fora de flagrante delito e, assim, assegurar a protecção das vítimas de violência doméstica. O ministro mantém-se irredutível e alega que "quem se arrepende depressa erra duas vezes".
MAGISTRATURAS FAZEM BALANÇO NEGATIVO
Mais crimes e menos presos. Foi este o balanço feito pelas magistraturas e investigadores após um ano de novas leis penais. Em Setembro de 2008, havia menos 2038 presos nas cadeias portuguesas, uma diminuição que coincidiu com uma onda de criminalidade violenta sem precedentes. Carlos Anjos, da Polícia Judiciária, classificou as mudanças como "terríveis", o desembargador António Martins fez um "balanço negativo" e o procurador António Cluny limitou-se a dizer que "as estatísticas falam por si".
O alvo das críticas são o regime da prisão preventiva – foi reduzido o número de crimes que permitem a preventiva e encurtados os prazos desta medida de coacção – e os obstáculos criados à detenção fora de flagrante delito. No primeiro dia da reforma 115 presos foram soltos.
APONTAMENTOS
OBSERVATÓRIO
O Observatório Permanente da Justiça Portuguesa foi criado no Centro de Estudos Sociais da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, em 1996, através de um contrato celebrado com o Ministério da Justiça. É coordenado por Boaventura de Sousa Santos.
CONTRATO
O Ministério da Justiça assinou, a 29 de Outubro de 2007, um contrato com o Observatório Permanente da Justiça Portuguesa para a monitorização dos Códigos Penal e de Processo Penal, cujas alterações entraram em vigor a 15 de Setembro de 2007. O contrato prevê a realização de três relatórios semestrais.
EQUIPA
A equipa do Observatório da Justiça encarregue de fazer a avaliação das novas leis penais é coordenada por Boaventura de Sousa Santos e por Conceição Gomes e integrada por mais seis pessoas. O primeiro relatório foi apresentado em Julho, o próximo é a 30 de Novembro e o último está agendado para Maio de 2009.
CORREIO DA MANHÃ | 15.10.2008
MAS SE CALHAR É NISTO QUE SE ACABA...
The post-panic winners, even after the bailout, might be those firms — financial and otherwise — that have substantial cash reserves. A widespread consolidation of industries may be on the horizon, along with a nationalistic response of high tariff barriers, a decline in international trade, and scapegoating of immigrant competitors for scarce jobs. The failure in July of the World Trade Organization talks begun in Doha seven years ago suggests a new wave of protectionism may be on the way.
Tuesday, October 14, 2008
O OCIDENTE CHEIO DE SUBMARINOS 5AS COLUNAS
Army translator Daniel James was 'Walter Mitty' character who spied for Iran
An army interpreter who translated for the senior British commander in Afghanistan plotted to become a secret agent for Iran because he was passed over for promotion, the Old Bailey was told yesterday.
Daniel James, 45, an Iranian-born corporal in the Territorial Army, was working for General (now Sir) David Richards, commander of Nato’s International Security Assistance Force (Isaf) in 2006, when he decided to switch allegiance to Tehran, the jury heard.
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/uk/article4935826.ece
EM 34 ANOS DA DITA DEMOCRACIA QUE NÃO MAIS DO QUE UMA CLEPTOCRACIA E UMA ASSOCIAÇÃO DE MALFEITORES EMPENHADOS NA DESTRUIÇÃO DA NAÇÃO PORTUGUESA QUANTOS "NACIONALIZADOS" NÃO "METERAM" A TOMAR DECISÕES CUJOS RESULTADOS SE VÊM TODOS OS DIAS?
ESTES DITOS DEMOCRATAS GOVERNAM-SE E DERAM MUITA ANIMAÇÃO AO SEU ZÉ POVINHO PARA ELE NEM SEQUER TER TEMPO DE PENSAR O QUE LHE ANDAM A FAZER...A TORNÁ-LO ESCRAVO DE ESTRANGEIROS E PSEUDO "PORTUGUESES".VOTEM NELES VOTEM E DEPOIS AMARGAM...
An army interpreter who translated for the senior British commander in Afghanistan plotted to become a secret agent for Iran because he was passed over for promotion, the Old Bailey was told yesterday.
Daniel James, 45, an Iranian-born corporal in the Territorial Army, was working for General (now Sir) David Richards, commander of Nato’s International Security Assistance Force (Isaf) in 2006, when he decided to switch allegiance to Tehran, the jury heard.
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/uk/article4935826.ece
EM 34 ANOS DA DITA DEMOCRACIA QUE NÃO MAIS DO QUE UMA CLEPTOCRACIA E UMA ASSOCIAÇÃO DE MALFEITORES EMPENHADOS NA DESTRUIÇÃO DA NAÇÃO PORTUGUESA QUANTOS "NACIONALIZADOS" NÃO "METERAM" A TOMAR DECISÕES CUJOS RESULTADOS SE VÊM TODOS OS DIAS?
ESTES DITOS DEMOCRATAS GOVERNAM-SE E DERAM MUITA ANIMAÇÃO AO SEU ZÉ POVINHO PARA ELE NEM SEQUER TER TEMPO DE PENSAR O QUE LHE ANDAM A FAZER...A TORNÁ-LO ESCRAVO DE ESTRANGEIROS E PSEUDO "PORTUGUESES".VOTEM NELES VOTEM E DEPOIS AMARGAM...
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