Valença: Ferido com tiros na cabeça em estado «reservado»
O estado de saúde do jovem de 26 anos que hoje foi baleado na cabeça na sequência de um assalto a um posto de abastecimento de combustíveis, em Valença, é «muito reservado», disse à Lusa fonte hospitalar.
Segundo fonte do Hospital de São João, o jovem tem duas balas alojadas no cérebro, está inconsciente e para já não será operado, porque é preciso «esperar pela evolução» do seu estado de saúde.
O jovem encontrava-se a trabalhar no posto de abastecimento de combustíveis da Repsol, na freguesia de Arão, Valença, quando foi atingido com dois tiros na cabeça na sequência de um assalto.
Segundo fonte dos bombeiros que encontraram a vítima já inconsciente no local, o funcionário, «com o medo, terá feito um qualquer movimento que os assaltantes terão interpretado como uma disposição de oferecer resistência», o que os levou a efectuar dois disparos.
O assalto ocorreu cerca das 06:30 e foi perpetrado por quatro indivíduos armados e encapuzados, disse à Lusa fonte da GNR.
TALVEZ MAIS UNS RADARES APANHEM OS ENCAPUZADOS... MAS QUANDO É QUE DEMITEM MEIA DÚZIA ATÉ TERMOS SEGURANÇA COMO DEVE SER? OU A CULPA É DO MINISTRO ?
Sunday, August 19, 2007
EM PORTUGAL "DIREITA" É SÓ "TEATRO"...
No sólo hay que ser de derechas. Hay que parecerlo. Nicolas Sarkozy comprendió la importancia de esta máxima
SARKO É NOVO AINDA PRECISA SER REELEITO... E SE FALHAR AS PROMESSAS...
SARKO É NOVO AINDA PRECISA SER REELEITO... E SE FALHAR AS PROMESSAS...
ANTES DE MORRER RECONQUISTE TAMBÉM OLIVENÇA
O líder cubano, Fidel Castro, lembrou esta sexta-feira que Cuba exige a restituição do “território ilegalmente ocupado de Guantanamo”, a base-naval dos EUA no sul da ilha.
DEPOIS DE TANTA SOLIDADRIEDADE DOS ESQUERDISTAS PORTUGUESES BEM PODIA TER PAGO JUNTANDO OLIVENÇA NA LISTA DE QUESTÕES A RESOLVER ANTES DE MORRER...
DÊ INSTRUÇÕES AO ANACLETO PARA QUE EM VEZ DE MILHEIRAIS RECONQUISTE OLIVENÇA NUMA ACÇÃO INTERNACIONALISTA DE MASSAS EM QUE A MAIORIA DEVERIA SER ESPANHOLA...
DEPOIS DE TANTA SOLIDADRIEDADE DOS ESQUERDISTAS PORTUGUESES BEM PODIA TER PAGO JUNTANDO OLIVENÇA NA LISTA DE QUESTÕES A RESOLVER ANTES DE MORRER...
DÊ INSTRUÇÕES AO ANACLETO PARA QUE EM VEZ DE MILHEIRAIS RECONQUISTE OLIVENÇA NUMA ACÇÃO INTERNACIONALISTA DE MASSAS EM QUE A MAIORIA DEVERIA SER ESPANHOLA...
E VÃO DEIXÁ-LOS ONDE?
A corveta da Marinha Portuguesa ‘Jacinto Cândido’ interceptou ontem, na costa do Senegal, uma embarcação com cerca de 90 emigrantes ilegais, que, presumivelmente, se dirigia para o arquipélago das Canárias.
QUASE QUE ME ARREPIO QUANDO EXISTEM OPERAÇÕES HUMANITÁRIAS...
QUASE QUE ME ARREPIO QUANDO EXISTEM OPERAÇÕES HUMANITÁRIAS...
E SE FOSSEM ANTES AGENTES SECRETOS?
Polícias portugueses em permanência na Venezuela
Portugal e a Venezuela prevêem colocar, a partir de Outubro, oficiais de ligação (polícias), junto das embaixadas portuguesa em Caracas e venezuelana em Lisboa.
Segundo o semanário Expresso, a medida deve-se "à vaga de sequestros" na Venezuela, país onde no último domingo quatro portugueses, entre eles três crianças, foram sequestrados no estado de Táchira.
Em finais de Maio, durante uma visita de vários dias do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, António Braga, a Caracas, o director-adjunto da Polícia Judiciária, José Brás, avançou à agência Lusa que Portugal estava a analisar a colocação de um oficial de ligação junto da embaixada portuguesa na capital venezuelana.
O oficial teria como missão principal "colaborar presencialmente com as autoridades venezuelanas, facilitar o intercâmbio e desenvolver o trabalho junto da comunidade", para combater o narcotráfico e os sequestros.
A iniciativa visaria aumentar os níveis de confiança dos portugueses relativamente às polícias e sensibilizá-los para adoptarem medidas que minimizem as hipóteses de serem vítimas de sequestros.
Durante a visita, os dois responsáveis portugueses mantiveram encontros com representantes do Governo venezuelano, nomeadamente com o ministro do Interior e da Justiça, Pedro Carreño, a quem transmitiram a preocupação da comunidade portuguesa quanto aos raptos.
Na sequência dos contactos efectuados, em Junho, durante uma visita do secretário de Estado da Justiça, João Tiago Silveira, Portugal e Venezuela decidiram avançar com a criação de uma comissão técnica mista para tratar de aspectos relacionados com o combate ao narcotráfico, aos raptos e sequestros, e à investigação criminal.
Os dois países acordaram ainda "assegurar que o oficial de ligação" da Polícia Judiciária que trabalhará junto da embaixada de Portugal em Caracas "terá canais directos, junto das autoridades venezuelanas, para poder realizar o seu trabalho e dar apoio à investigação criminal relacionada com nacionais portugueses" na Venezuela.|
QUE ABORRECIMENTO.ISSO NÃO EXISTE POIS QUE SOMOS TODOS ANTI-FASCISTAS...
MANDEM PESSOAL DE LETRAS E DOS VERMELHOS PARA DAR AULAS DE PORTUGUÊS...
Portugal e a Venezuela prevêem colocar, a partir de Outubro, oficiais de ligação (polícias), junto das embaixadas portuguesa em Caracas e venezuelana em Lisboa.
Segundo o semanário Expresso, a medida deve-se "à vaga de sequestros" na Venezuela, país onde no último domingo quatro portugueses, entre eles três crianças, foram sequestrados no estado de Táchira.
Em finais de Maio, durante uma visita de vários dias do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, António Braga, a Caracas, o director-adjunto da Polícia Judiciária, José Brás, avançou à agência Lusa que Portugal estava a analisar a colocação de um oficial de ligação junto da embaixada portuguesa na capital venezuelana.
O oficial teria como missão principal "colaborar presencialmente com as autoridades venezuelanas, facilitar o intercâmbio e desenvolver o trabalho junto da comunidade", para combater o narcotráfico e os sequestros.
A iniciativa visaria aumentar os níveis de confiança dos portugueses relativamente às polícias e sensibilizá-los para adoptarem medidas que minimizem as hipóteses de serem vítimas de sequestros.
Durante a visita, os dois responsáveis portugueses mantiveram encontros com representantes do Governo venezuelano, nomeadamente com o ministro do Interior e da Justiça, Pedro Carreño, a quem transmitiram a preocupação da comunidade portuguesa quanto aos raptos.
Na sequência dos contactos efectuados, em Junho, durante uma visita do secretário de Estado da Justiça, João Tiago Silveira, Portugal e Venezuela decidiram avançar com a criação de uma comissão técnica mista para tratar de aspectos relacionados com o combate ao narcotráfico, aos raptos e sequestros, e à investigação criminal.
Os dois países acordaram ainda "assegurar que o oficial de ligação" da Polícia Judiciária que trabalhará junto da embaixada de Portugal em Caracas "terá canais directos, junto das autoridades venezuelanas, para poder realizar o seu trabalho e dar apoio à investigação criminal relacionada com nacionais portugueses" na Venezuela.|
QUE ABORRECIMENTO.ISSO NÃO EXISTE POIS QUE SOMOS TODOS ANTI-FASCISTAS...
MANDEM PESSOAL DE LETRAS E DOS VERMELHOS PARA DAR AULAS DE PORTUGUÊS...
ANACLETO O CEIFADOR DE MILHEIRAIS
O VELHO FRANCISCO
A entrevista de Francisco Anacleto Louçã ao DN constitui, como sempre acontece com a personagem, um exercício de nostalgia pelas piores derivas do Maio de 68. Louçã é um produto desse tempo que, por azaradas contingências, vive neste. Sob o discurso vagamente institucional, palpitam os conceitos e os achaques da época: destruição; transformação ("estrutural", claro); confronto; ataque; luta. E não faltam a desqualificação dos adversários a título de "burgueses", a denúncia do capitalismo "predador" e o proverbial ódio aos ricos, que usurpam o "trabalho dos outros". Na entrevista, falou-se da eventual transição do Bloco para o poder, agora na Câmara de Lisboa, um dia em coligação nacional. Louçã reagiu com esperado nojo. Julgo que com sinceridade, também. É verdade que, gradualmente, o activismo militante de 1968 se dissolveu no conformismo (burguês, não esquecer). Na Alemanha, Joschka Fischer chegou a defender a Nato. Na França, Bernard Kouchner chegou ao executivo de Sarkozy. Mas os traidores não são os modelos de Louçã. O Timoneiro do BE imobilizou-se nos valores "românticos" do movimento, o racismo social, o desprezo pelo Ocidente e o fascínio pelas "vanguardas" latinas, a simpatia discreta por terrorismos vários, a urgência revolucionária. Ao invés do mundo, Louçã, impermeável a dúvidas, não mudou. Ignoro se um dia ele mudará, a ponto de alcançar o Governo e ceder, em definitivo, ao "sistema". Mas sua tragédia é constatar que já cedeu, quando de facto ainda gostaria de o reduzir a cinzas. Fogachos ocasionais, como o dos vagabundos aplaudidos por dirigentes do Bloco, que sexta-feira arrasaram, no Algarve, uma plantação de milho transgénico e deixaram uma família na miséria, são a insurgência possível, não a desejada. O contexto condenou Louçã a uma resignação vexatória, mitigada por retórica ardente e pouco mais. Removido o perpétuo esgar de arrogância, é fundamental supormos Louçã infeliz.
ALBERTO GONÇAVES/DN
A entrevista de Francisco Anacleto Louçã ao DN constitui, como sempre acontece com a personagem, um exercício de nostalgia pelas piores derivas do Maio de 68. Louçã é um produto desse tempo que, por azaradas contingências, vive neste. Sob o discurso vagamente institucional, palpitam os conceitos e os achaques da época: destruição; transformação ("estrutural", claro); confronto; ataque; luta. E não faltam a desqualificação dos adversários a título de "burgueses", a denúncia do capitalismo "predador" e o proverbial ódio aos ricos, que usurpam o "trabalho dos outros". Na entrevista, falou-se da eventual transição do Bloco para o poder, agora na Câmara de Lisboa, um dia em coligação nacional. Louçã reagiu com esperado nojo. Julgo que com sinceridade, também. É verdade que, gradualmente, o activismo militante de 1968 se dissolveu no conformismo (burguês, não esquecer). Na Alemanha, Joschka Fischer chegou a defender a Nato. Na França, Bernard Kouchner chegou ao executivo de Sarkozy. Mas os traidores não são os modelos de Louçã. O Timoneiro do BE imobilizou-se nos valores "românticos" do movimento, o racismo social, o desprezo pelo Ocidente e o fascínio pelas "vanguardas" latinas, a simpatia discreta por terrorismos vários, a urgência revolucionária. Ao invés do mundo, Louçã, impermeável a dúvidas, não mudou. Ignoro se um dia ele mudará, a ponto de alcançar o Governo e ceder, em definitivo, ao "sistema". Mas sua tragédia é constatar que já cedeu, quando de facto ainda gostaria de o reduzir a cinzas. Fogachos ocasionais, como o dos vagabundos aplaudidos por dirigentes do Bloco, que sexta-feira arrasaram, no Algarve, uma plantação de milho transgénico e deixaram uma família na miséria, são a insurgência possível, não a desejada. O contexto condenou Louçã a uma resignação vexatória, mitigada por retórica ardente e pouco mais. Removido o perpétuo esgar de arrogância, é fundamental supormos Louçã infeliz.
ALBERTO GONÇAVES/DN
Saturday, August 18, 2007
VERDE EUFÉMIA UMA MILÍCIA TERRORISTA
De cara tapada como guerrilheiros, que talvez sejam, mas com as armas escondidas , que como se sabe existem centenas em boas mãos, arrasaram o milheiral ao agricultor que viu a lei a ser derrotada.Como é pessoal de esquerda o governo nada vai fazer, mas se tivesse sido a direita tinha havido interrupção das transmissões dos meios de comunicação e só se ouviria a música revolucionária a clamar pela resposta popular... antifassista!
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