D'autres Congolais expulsés d'Angola, dont le nombre est estimé à ce jour à plus de 2.000, sont arrivés il y a près d'une semaine dans le territoire de Kapanga, au Katanga (sud-est), selon le vice-gouverneur de la province, Yav Tshibal, qui a précisé que la plupart d'entre-eux étaient hébergés dans des familles d'accueil.
Parmi ces milliers d'expulsés d'Angola figurent plusieurs dizaines de ressortissants ouest-africains (notamment des Maliens, Sénégalais et Ivoiriens) qui avaient traversé la frontière angolaise munis de passeports congolais, soit faux, soit acquis illégalement, affirme-t-on à la Direction générale des migrations (DGM) à Kinshasa.
Ils seront prochainement reconduits dans leurs pays respectifs, a précisé la DGM.
Depuis 2004, plus de 350.000 immigrés illégaux, quasiment tous des Congolais de RDC, ont été expulsés des provinces minières d'Angola dans le cadre d'une opération baptisée "Diamant" et visant à lutter contre le trafic illégal de diamants angolais.
Saturday, July 14, 2007
Friday, July 13, 2007
SINDICALISMO AMARELO
SINDICALISMO SUBSIDIODEPENDENTE
João Miranda
Investigador em biotecnologia
jmirandadn@gmail.com
Esta semana os sindicatos da função pública conquistaram um novo privilégio. A carreira sindical vai ser valorizada pelo novo sistema de avaliação dos funcionários públicos. Este novo privilégio é mais um dos muitos concedidos pelo Estado. Os sindicatos da função pública são financiados indirectamente pelo Estado através da concessão de horas remuneradas para trabalho sindical, do direito de utilização de instalações públicas para actividades sindicais, do direito de utilização dos serviços públicos para a cobrança de quotas e do destacamento de funcionários públicos remunerados pelo Estado para funções sindicais. Estes privilégios criam um clima de promiscuidade entre os sindicatos e o Estado que prejudica tanto o interesse público como o interesse dos trabalhadores.
A função dos sindicatos é defender interesses dos trabalhadores que não coincidem com o interesse público. Os trabalhadores estão interessados em salários tão elevados quanto possível. A função do Estado é prestar serviços de qualidade ao público ao preço mais baixo possível para o contribuinte. Dado que o Estado não existe para criar empregos bem remunerados para sindicalistas, mas sim para defender o interesse público, não se percebe porque é que o sistema de avaliação dos funcionários públicos haveria de premiar funcionários por estes dedicarem parte do seu tempo a lutar pelo encarecimento dos serviços públicos.
A liberdade sindical implica a liberdade de os trabalhadores constituírem sindicatos para defender os seus interesses. Mas implica também o direito de cada cidadão de não ser forçado a financiar sindicatos de que discorde. A lei actual concede aos sindicatos da função pública benesses que são pagas involuntariamente pelos contribuintes. As benesses concedidas por lei aos sindicatos acabam por prejudicar os próprios trabalhadores porque permitem que os sindicatos se desliguem das pessoas que supostamente representam. A partir do momento em que grande parte da actividade sindical é financiada por essas benesses, os sindicalistas deixam de precisar das suas bases de apoio. E com o tempo, e por causa da assimetria de informação entre os dirigentes especializados em negociações e os restantes trabalhadores, os interesses dos dirigentes sindicais entram em conflito com os dos trabalhadores. Os líderes sindicais passam a usar o poder do sindicato para negociar os seus próprios interesses em detrimento dos interesses dos trabalhadores. Não é por acaso que a valorização das carreiras sindicais aparece numa negociação sobre a avaliação da função pública. Esse é o tema que mais interessa aos dirigentes sindicais, mas muito provavelmente o que menos interessa ao trabalhador comum.|
MAS QUANDO O ESTADO ESTÁ COM PROBLEMAS DE TESOURARIA OS SINDICALISTAS PROMOVEM GREVES DE 1 DIA...
João Miranda
Investigador em biotecnologia
jmirandadn@gmail.com
Esta semana os sindicatos da função pública conquistaram um novo privilégio. A carreira sindical vai ser valorizada pelo novo sistema de avaliação dos funcionários públicos. Este novo privilégio é mais um dos muitos concedidos pelo Estado. Os sindicatos da função pública são financiados indirectamente pelo Estado através da concessão de horas remuneradas para trabalho sindical, do direito de utilização de instalações públicas para actividades sindicais, do direito de utilização dos serviços públicos para a cobrança de quotas e do destacamento de funcionários públicos remunerados pelo Estado para funções sindicais. Estes privilégios criam um clima de promiscuidade entre os sindicatos e o Estado que prejudica tanto o interesse público como o interesse dos trabalhadores.
A função dos sindicatos é defender interesses dos trabalhadores que não coincidem com o interesse público. Os trabalhadores estão interessados em salários tão elevados quanto possível. A função do Estado é prestar serviços de qualidade ao público ao preço mais baixo possível para o contribuinte. Dado que o Estado não existe para criar empregos bem remunerados para sindicalistas, mas sim para defender o interesse público, não se percebe porque é que o sistema de avaliação dos funcionários públicos haveria de premiar funcionários por estes dedicarem parte do seu tempo a lutar pelo encarecimento dos serviços públicos.
A liberdade sindical implica a liberdade de os trabalhadores constituírem sindicatos para defender os seus interesses. Mas implica também o direito de cada cidadão de não ser forçado a financiar sindicatos de que discorde. A lei actual concede aos sindicatos da função pública benesses que são pagas involuntariamente pelos contribuintes. As benesses concedidas por lei aos sindicatos acabam por prejudicar os próprios trabalhadores porque permitem que os sindicatos se desliguem das pessoas que supostamente representam. A partir do momento em que grande parte da actividade sindical é financiada por essas benesses, os sindicalistas deixam de precisar das suas bases de apoio. E com o tempo, e por causa da assimetria de informação entre os dirigentes especializados em negociações e os restantes trabalhadores, os interesses dos dirigentes sindicais entram em conflito com os dos trabalhadores. Os líderes sindicais passam a usar o poder do sindicato para negociar os seus próprios interesses em detrimento dos interesses dos trabalhadores. Não é por acaso que a valorização das carreiras sindicais aparece numa negociação sobre a avaliação da função pública. Esse é o tema que mais interessa aos dirigentes sindicais, mas muito provavelmente o que menos interessa ao trabalhador comum.|
MAS QUANDO O ESTADO ESTÁ COM PROBLEMAS DE TESOURARIA OS SINDICALISTAS PROMOVEM GREVES DE 1 DIA...
LISBOA NO EL PAIS COM RECADO PARA COSTA
los niños (apenas el 13% de la población) ya no juegan en los parques.
O EX-MINISTRO DA SEGURANÇA, FUTURO PRIMEIRO PRESIDENTE MULATO EM 800 ANOS,VAI CERTAMENTE TOMAR MEDIDAS PARA QUE AS CRIANÇAS POSSAM BRINCAR NOS JARDINS...
O EX-MINISTRO DA SEGURANÇA, FUTURO PRIMEIRO PRESIDENTE MULATO EM 800 ANOS,VAI CERTAMENTE TOMAR MEDIDAS PARA QUE AS CRIANÇAS POSSAM BRINCAR NOS JARDINS...
BIN LADEM HEAD VALUES 50000000 USD
AFIEM AS ESPADAS QUE UM NOVO TARIK VEM AÍ...
Al Qaeda equipara Al Andalus con el Irak ocupado
I. CEMBRERO - Madrid - 14/07/2007
Cuando en el otoño de 2001 Osama Bin Laden reivindicó en un vídeo el atentado contra las Torres Gemelas de Nueva York, mencionó también Al Andalus causando desconcierto entre los traductores de la CIA, según contó uno de sus ex agentes. Tardaron en recordar que era la palabra medieval árabe para España.
Ahora ya están acostumbrados porque la organización terrorista reitera con frecuencia su reivindicación sobre la Península. Ayman al Zawahiri, el número dos de Al Qaeda, acaba de dar un paso más al comparar la ocupación de Irak por EE UU con la conquista de Al Andalus por los cristianos españoles.
La embestida del lugarteniente de Osama Bin Laden pasó inadvertida porque le dedica dos párrafos en un vídeo de 21 minutos difundido el pasado martes por Al Sahab, una de las productoras de Al Qaeda.
Titulado Malvado Reino Unido y sus esclavos indios, el grueso del discurso de Zawahiri estuvo dedicado a arremeter contra la reina Isabel II y el ex primer ministro Tony Blair por haber otorgado el título de Caballero del Imperio Británico al escritor anglo-indio Salman Rushdie.
Al final, el brazo derecho de Bin Laden sostiene que "el despertar de la yihad (guerra santa) que se ha producido en las tierras del islam está a punto de golpear a las puertas de Jerusalén y liberar todos los territorios del islam que han sido ocupados, desde el conquistado Al Andalus hasta el invadido Irak".
Zawahiri ensalza también el atentado que, el 24 de junio, costó la vida a seis cascos azules españoles en el sur de Líbano. Asegura que fue una "hazaña bendita" y hace un llamamiento a los musulmanes libaneses para que no ahorren esfuerzos para acabar con las "fuerzas hostiles al islam" que intentan separar a Líbano de la "comunidad islámica".
Al Andalus es, para los musulmanes, su era de esplendor -sobre todo en el siglo X- en casi toda la Península Ibérica e incluso en una pequeña parte del suroeste de Francia.
Ceuta y Chechenia
En buena parte de sus discursos Zawahiri recuerda su reivindicación sobre esa España musulmana -a veces alude al último reino musulmán en Granada-, pero la comparación que hizo el martes es la más terrible desde que él mismo equiparara, hace ya siete meses, la "ocupación" española de Ceuta y Melilla con la rusa de Chechenia.
Los seguidores norteafricanos de Bin Laden han retomado el argumento. El argelino Grupo Salafista de Predicación y Combate, que desde enero se hace llamar Al Qaeda en el Magreb Islámico, insistió en abril, en su comunicado de reivindicación de los atentados de Argel, en el deber religioso de liberar la tierra musulmana "de Jerusalén a Al Andalus".
Al mes siguiente su líder, apodado Abdelmalek Droukdal, se mofó en un vídeo de Marruecos por estar más preocupado por el Sáhara Occidental que por "limpiar" Ceuta y Melilla de las "impurezas" españolas.
POR ACASO OS POLITICOS PORTUGUESES, CLARIVIDENTES COMO SEMPRE, ESTÃO TOMANDO MEDIDAS AO NÍVEL DA IMIGRAÇÃO E NACIONALIDADE,QUE A TODO O TEMPO HÃO-DE FACILITAR UMAS "ROMARIAS" PELOS DESMIOLADOS QUE PRECISAM DE, URGENTEMENTE, FICAR SEM CABEÇA, QUE GARANTA A SUA ENTRADA NO INFERNO.
I. CEMBRERO - Madrid - 14/07/2007
Cuando en el otoño de 2001 Osama Bin Laden reivindicó en un vídeo el atentado contra las Torres Gemelas de Nueva York, mencionó también Al Andalus causando desconcierto entre los traductores de la CIA, según contó uno de sus ex agentes. Tardaron en recordar que era la palabra medieval árabe para España.
Ahora ya están acostumbrados porque la organización terrorista reitera con frecuencia su reivindicación sobre la Península. Ayman al Zawahiri, el número dos de Al Qaeda, acaba de dar un paso más al comparar la ocupación de Irak por EE UU con la conquista de Al Andalus por los cristianos españoles.
La embestida del lugarteniente de Osama Bin Laden pasó inadvertida porque le dedica dos párrafos en un vídeo de 21 minutos difundido el pasado martes por Al Sahab, una de las productoras de Al Qaeda.
Titulado Malvado Reino Unido y sus esclavos indios, el grueso del discurso de Zawahiri estuvo dedicado a arremeter contra la reina Isabel II y el ex primer ministro Tony Blair por haber otorgado el título de Caballero del Imperio Británico al escritor anglo-indio Salman Rushdie.
Al final, el brazo derecho de Bin Laden sostiene que "el despertar de la yihad (guerra santa) que se ha producido en las tierras del islam está a punto de golpear a las puertas de Jerusalén y liberar todos los territorios del islam que han sido ocupados, desde el conquistado Al Andalus hasta el invadido Irak".
Zawahiri ensalza también el atentado que, el 24 de junio, costó la vida a seis cascos azules españoles en el sur de Líbano. Asegura que fue una "hazaña bendita" y hace un llamamiento a los musulmanes libaneses para que no ahorren esfuerzos para acabar con las "fuerzas hostiles al islam" que intentan separar a Líbano de la "comunidad islámica".
Al Andalus es, para los musulmanes, su era de esplendor -sobre todo en el siglo X- en casi toda la Península Ibérica e incluso en una pequeña parte del suroeste de Francia.
Ceuta y Chechenia
En buena parte de sus discursos Zawahiri recuerda su reivindicación sobre esa España musulmana -a veces alude al último reino musulmán en Granada-, pero la comparación que hizo el martes es la más terrible desde que él mismo equiparara, hace ya siete meses, la "ocupación" española de Ceuta y Melilla con la rusa de Chechenia.
Los seguidores norteafricanos de Bin Laden han retomado el argumento. El argelino Grupo Salafista de Predicación y Combate, que desde enero se hace llamar Al Qaeda en el Magreb Islámico, insistió en abril, en su comunicado de reivindicación de los atentados de Argel, en el deber religioso de liberar la tierra musulmana "de Jerusalén a Al Andalus".
Al mes siguiente su líder, apodado Abdelmalek Droukdal, se mofó en un vídeo de Marruecos por estar más preocupado por el Sáhara Occidental que por "limpiar" Ceuta y Melilla de las "impurezas" españolas.
POR ACASO OS POLITICOS PORTUGUESES, CLARIVIDENTES COMO SEMPRE, ESTÃO TOMANDO MEDIDAS AO NÍVEL DA IMIGRAÇÃO E NACIONALIDADE,QUE A TODO O TEMPO HÃO-DE FACILITAR UMAS "ROMARIAS" PELOS DESMIOLADOS QUE PRECISAM DE, URGENTEMENTE, FICAR SEM CABEÇA, QUE GARANTA A SUA ENTRADA NO INFERNO.
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MAIS UM MOTIVO PARA ESTAR LONGE DE ÁFRICA
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Rede operava no aeroporto da Portela há mais de dez anos. Suspeito foi apanhado em flagrante com 36,5 quilos de cocaína.
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