Monday, June 11, 2007

DEBORA SECO






COM ESTE CHAPÉU À COWBOY SÓ POSSO GARANTIR QUE FAZIA DE CAVALINHO...

DREN-MARGARIDA MOREIRA













ESTA SENHORA QUE JÁ FOI DA "JUVENTUDE SOCIALISTA" E PORTANTO DEFENSORA DE MUITA DAS PORCARIAS QUE CÁ SE FIZERAM DEPOIS DO 25 ABRIL NOMEADAMENTE O FIM DO SERVIÇO MILITAR OBRIGATÓRIO, DA DESPENALIZAÇÃO DAS DROGAS , DOS GAYS E LÉSBICAS COM OS RESULTADOS À VISTA AFINAL É ADEPTA DA POLÍTICA DE TERRA QUEIMADA PARA QUE SOBRE AS CINZAS SEJA CRIADO O "NOVO HOMEM" SEMELHANTE AO ANTERIOR MAS QUE ADORE UM PATRÃO DIFERENTE.O SEU.

BASTA FALAR CLARO

BUSH , EUA , EUROPA E KOSOVO

O futuro da província sérvia habitada por 90% de albaneses e administrada pela ONU desde 1999 (após os bombardeamentos da NATO para fazer cessar a repressão sérvia contra os separatistas albaneses), está a ser debatido nas Nações Unidas. No Conselho de Segurança - onde a Rússia tem direito de veto -, europeus e americanos apoiam o plano do enviado especial para o Kosovo, Martti Ahtisaari, que prevê uma independência sob supervisão internacional. Os sérvios e russos opõem-se a esse plano.

NÃO É DE SURPREENDER QUE A ALBANIA , PAÍS MUÇULMANOS SEJA QUASE O ÚNICO QUE BEIJA OS SAPATOS DO BUSH E NADA LHE APONTE DE MAL.PERCEBE-SE ESSE RECONHECIMENTO POR PARTE DOS ALBANESES A ALGUÉM QUE COLOCA TODO O SEU PODERIO MILITAR A DILATAR AS FRONTEIRAS DA ALBANIA.
DOS EUROPEUS É QUE SE NÃO PERCEBE A SUA TÁCTICA.VÃO QUERER SER BOMBARDEADOS EM MADRID?TOLEDO? PARIS? O EUZKADI QUER SER INDEPENDENTE... A CORSEGA QUER SER INDEPENDENTE METADE DA BELGICA QUER SER INDEPENDENTE... PORTUGAL A NORTE DO PARALELO DE RIO MAIOR QUALQUER DIA QUER SER INDEPENDENTE...
ESTA SOLUÇÃO PARA O KOSOVO NÃO SE ME AFIGURA DE GRANDE ESPERTEZA... POIS COM A QUANTIDADE DE IMIGRANTES EXISTENTES NA EUROPA VAI SER MUITO FÁCIL ARRANJAR CIDADES MAIORITÁRIAS DE MUÇULMANOS QUE OBVIAMENTE SE JUNTARIAM AOS SEUS IRMÃOS SE OS DEIXASSEM...
ESTA DECISÃO DE FRAQUEZA DA EUROPA VAI SER DEVASTADORA NUM FUTURO PRÓXIMO E MAIS UM TRUNFO PARA A RECONQUISTA DO AL-ANDALUZ...

Sunday, June 10, 2007

PROMOTORES POLITICAMENTE CORRECTOS(1)

Joana: ASFIC processa Procurador que acusa PJ de tortura

A Associação dos Funcionários de Investigação Criminal (ASFIC) disse este domingo que vai processar o magistrado que acusa de tortura, omissão de auxílio e falsificação de documento cinco elementos da Polícia Judiciária (PJ) no âmbito do caso Joana.
As acusações do Ministério Público (MP) a cinco elementos da PJ remetem ao caso Joana, a menina algarvia que desapareceu a 12 de Setembro de 2004 na aldeia de Figueira (Portimão), e cuja mãe, Leonor Cipriano, e tio, João Cipriano, foram condenados a 20 e 19 anos de prisão, respectivamente, pela morte da criança.

A ASFIC confirmou que há três elementos da Polícia Judiciária acusados de crime de tortura, um elemento acusado de omissão de auxílio e um quinto elemento por falsificação de documento.

A acusação do MP a elementos da Judiciária é classificada pelo presidente da ASFIC, Carlos Anjos, de «aberração infeliz» e «má, do ponto de vista jurídico», acrescentando ainda que, «se fosse um exame de quarta classe, o magistrado e autor da dita peça chumbava de certeza».

A ASFIC informa que vai acusar o Procurador por não provar que o documento do colega da Judiciária é falso e por adulterar a verdade dos factos na acusação.

Carlos Anjos refere que o procurador escreve claramente que um dos seus colegas foi reconhecido por Leonor, mas «estranhamente esqueceu-se de colocar o resto da frase», onde a arguida diz que aquele profissional nunca a agrediu.

Um dos acusados é o coordenador de investigação criminal da PJ de Portimão, Gonçalo Amaral, o outro é um inspector chefe, o líder da equipa que estava a chefiar as investigações no terreno no caso Joana, e que entretanto se reformou.

Os restantes três acusados, inspectores, dois deles eram os responsáveis pelos interrogatórios e, por fim, um elemento que fez uma informação do serviço e que é acusado de falsificação de documentos.

Questionado pela Lusa sobre o facto das acusações à Judiciária poderem vir a alterar o processo das condenações de Leonor e João Cipriano, que entretanto viram a pena reduzida pelo Supremo Tribunal de Justiça para 16 anos e oito meses de prisão, o responsável afirma que tais acusações «não têm nada a ver».

Diário Digital / Lusa

EMBORA ESTE TENHA ESPERADO MAIS TEMPO DO QUE O QUE ACUSA OS POLICIAS QUE IMPUSERAM A ORDEM NO 25 ABRIL A SENSASÃO QUE SE TEM É QUE NO ESTADO CADA PARTIDO QUER IMPOR A SUA VERSÃO PARTIDÁRIA... SÃO SMPRE MUITO AFOITOS QUANDO SE TRATA DE SRAGENTOS , GNR´S POLICIA E PJ´S... MAS BRANDOS PARA TRAFICANTES,COLARINHOS BRANCOS,MINORITÁRIOS E OUTRAS "INTEGRAÇÕES".PURA FALTA DE BOM SENSO E UMA AMOSTRA DO QUE ESTÁAINDA PARA VIR.

PROMOTORES POLITICAMENTE CORRECTOS

Inspectores da PJ acusados de tortura


Leonor Cipriano agredida


O Ministério Público (MP) acusou formalmente cinco inspectores da Polícia Judiciária (PJ) por alegado envolvimento em cenas de agressões, em Outubro de 2004, sobre Leonor Cipriano, mãe de Joana, a menina alegadamente morta no mês anterior em Figueira, Portimão, pela própria progenitora e o tio, João Cipriano. Três dos polícias estão acusados especificamente do crime de tortura, enquanto um quarto responderá por omissão de auxílio e o quinto por falsificação de documento.

De acordo com informações recolhidas pelo JN, o procurador - o terceiro que tomou conta do caso - resolveu arquivar as suspeitas que pendiam sobre outros cinco inspectores da PJ, pertencentes à Direcção Central de Combate ao Banditismo, que foram de Lisboa até ao Algarve ajudar na investigação.

Um dos acusados neste processo é Gonçalo Amaral, coordenador da PJ de Portimão e um dos líderes da investigação do caso Madeleine, a menina inglesa desaparecida a 3 de Maio, na Praia da Luz, Lagos.

Segundo apurou o JN, os inspectores da PJ estão revoltados com a situação e ponderam apresentar uma queixa contra o magistrado responsável pelo caso, por alegada omissão na análise de elementos que os ilibariam da acusação.

Os supostos crimes de tortura terão, segundo o MP, sido cometidos durante interrogatórios, com o intuito de obter a confissão, que veio a suceder, de Leonor. A mãe de Joana foi fotografada, pelos serviços prisionais, com face e corpo cheios de nódoas negras.

Ao decidir-se pela acusação, o procurador do MP de Faro faz notar, todavia, que não se sabe ao certo quem terá torturado Leonor, mas que, face ao quadro dos factos, só poderiam ter sido três dos envolvidos a elaborar o plano. Isto apesar de Leonor não ter reconhecido os agressores, numa diligência promovida em Novembro de 2005, com mistura dos investigadores com cidadãos comuns. A arguida terá reconhecido dois elementos, mas disse não ter sido agredida por eles.

POR ESTES PROCURADORES, NÃO FORA A ACÇÃO DO JURI POPULAR, OS ASSASSINOS ANDAVAM CÁ FORA.A TODO O PASSO SE VERIFICA QUE METADE DO ESTADO ESTÁ CONTRA A OUTRA METADE.QUE MUDA DE OPINIÃO À MAIS LEVE BRISA.ASSIM NÃO... EMBORA SE SAIBA QUE TODO O BICHO CARETA PODE HOJE ACEDER A CARGOS QUE A NUNCA DEVERIA EM BOA VERDADE TER DIREITO POR NÍTIDA FALTA DE SENTIDO DA RESPONSABILIDADE

NÃO ACONTECIA SE FOSSES PRETO PÁ...

Emigrante preso em Omã processa Estado



PAULO JULIÃO, Viana do Castelo

Esteve 82 dias na prisão por um crime que não cometeu
Aos 56 anos, Agostinho Alves, diz-se "desiludido" com o seu País e acusa as autoridades portugueses de o "extraditarem" para a Arábia Saudita sem o seu conhecimento. Há um ano, contou 82 dias na prisão por um crime que, reconheceu mais tarde o Tribunal de Omã, não cometeu. Exige agora que o Estado Português assuma as suas responsabilidades: "O que quero do meu País é que a Lei me faça Justiça. Alguém cometeu um erro e por isso alguém terá de pagar por ele", confessou ao DN.

Natural de Subportela, em Viana do Castelo, Agostinho, electricista de profissão, foi detido a 23 de Março de 2006, quando chegava ao aeroporto de Riade, na Arábia Saudita, na sequência de um mandado de captura emitido pela Interpol - Tinha sido julgado, à revelia, em Omã, onde também esteve emigrado, por alegada falsificação de dólares americanos, e condenado a cinco anos de prisão, depois reduzidos para metade.

Mal foi apanhado em Riade, foi levado para Omã. Ai, a 6 de Junho de 2006, foi considerado inocente e passados seis dias regressava a Lisboa. "O meu País mandou-me para Guantanamo" afirmou, na altura. Sentimento que pouco mudou, um ano depois. "Não há nada que me pague o que o meu País me deixou sofrer. Não há dinheiro, diamantes, nada, mas a Justiça vai ser feita", afirma. Já entregou o caso a um advogado. "Agora não vivo, sobrevivo", confessa.

Em Portugal, com as marcas psicológicas deste episódio bem vivas, foi proibido pelos médicos de trabalhar. Um Rendimento Social de Inserção de 600 euros e algumas esmolas servem para sustentar uma família com mulher e duas filhas menores. Passou os últimos 26 anos a trabalhar em vários países do mundo. "Corri o mundo inteiro a trabalhar, tinha assumido compromissos e o meu País atirou-me à lama", reconhece, lacónico, Agostinho Alves, sublinhando. "Ainda acredito que Portugal é um País justo, por isso alguém vai ter de responder pelo que me aconteceu".

SIM PORQUE PORTUGUESES SÃO FACILMENTE ENTREGUES ENQUANTO OS "NACIONAIS" E IMIGRANTES COM OUTRAS NACIONALIDADES FICAM IMPUNES PORQUE O NOSSO POLITICAMENTE CORRECTO "DÁ" TUDO SEM PEDIR NADFA EM TROCA.MAIS UM ASPECTO EM QUE SE PREVILIGIA O QUE É DE FORA EM DESFAVOR DO NACIONAL...LEGÍTIMO.