Una independencia sin dinero
Kosovo, provincia serbia de mayoría albanesa, vive de la ayuda de los organismos internacionales mientras espera la soberanía
RAMÓN LOBO (ENVIADO ESPECIAL) - Pristina - 31/05/2007
OS AMERICANOS , POR RAZÕES DE PROPAGANDA JUNTO DOS ISLÂMICOS, FIZERAM UMA GUERRA À SÉRVIA.A SOLUÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DO KOSOVO, PAÍS SEM VIABILIDADE ECONÓMICA, NÃO DEVER SER APROVADA PELA EUROPA POIS QUE SE ASSIM FIZER DEVE ASSUMIR TODAS AS CONSEQUÊNCIAS DISSO: DAR A INDEPENDÊNCIA À CORSEGA AO EUZKADI, À ESCÓCIA?...DIVIDIR A BÉLGICA?
OU SÃO PRINCIPIOS OU NÃO...
CONCORDO COM A RÚSSIA: OS SÉRVIOS E OS KOSOVARES TÊM QUE SE ENTENDER... SÓZINHOS!
Thursday, May 31, 2007
A FALTA DE SEGURANÇA EXTERNA

500.000 moedas de ouro e prata
Entre Portugal y Marruecos
El Odissey encontró el tesoro en el mes de abril en una zona lejos del Estrecho de Gibraltar y de los controles de las costas españolas; en algún punto del océano lejos del arco que forman el cabo de San Vicente en Portugal y la ciudad de Jadida, al sudoeste de Marruecos, informa Álvaro de Cózar.
Tras dos meses rondando por las aguas del Estrecho y el Mar de Alborán, el buque insigina de la compañía estadounidense, el Odyssey Explorer, comunicó a la torre de control de Tarifa Tráfico que dejaba la zona rumbo al oeste. "Pero sólo indicaron que viajaban hacia el oeste", asegura una fuente de la estación que observa todos los días el movimiento de los buques en la zona del Estrecho.
SE CALHAR OS 500000 MILHÕES DE DOLARES EM MOEDAS DE OURO E PRATA FORAM TIRADAS NAS NOSSAS COSTA MAS COMO TUDO AQUI É PERMITIDO , MESMO DESEMBARQUES CLANDESTINOS...
A APROVEITAR AS "BOAS" LEIS QUE POR CÁ SE FAZEM
SE ENCUENTRAN EN BUEN ESTADO DE SALUD
Once menores, entre ellos tres bebés, llegan a la costa andaluza en dos pateras
O POLITICAMENTE CORRECTO INSTALADO NO GOVERNO FAZ UMAS LEIS TÃO BOAS QUE FAZ PERIGAR A VIDA DE MULHERES E CRIANÇAS QUE SABEM QUE SE CHEGAREM TÊM A LEI PELO SEU LADO COM GARANTIA DE NACIONALIDADE AO FIM DE 6 ANOS...
DEPOIS DIGAM QUE NÃO SÃO RESPONSÁVEIS PELAS TRAGÉDIAS QUE CONSECUTIVAMENTE ACONTECEM E AINDA PELO AUMENTO DO RACISMO FACE A ESTA CONTINUA INVASÃO DESNECESSÁRIA DE POBRES.
Once menores, entre ellos tres bebés, llegan a la costa andaluza en dos pateras
O POLITICAMENTE CORRECTO INSTALADO NO GOVERNO FAZ UMAS LEIS TÃO BOAS QUE FAZ PERIGAR A VIDA DE MULHERES E CRIANÇAS QUE SABEM QUE SE CHEGAREM TÊM A LEI PELO SEU LADO COM GARANTIA DE NACIONALIDADE AO FIM DE 6 ANOS...
DEPOIS DIGAM QUE NÃO SÃO RESPONSÁVEIS PELAS TRAGÉDIAS QUE CONSECUTIVAMENTE ACONTECEM E AINDA PELO AUMENTO DO RACISMO FACE A ESTA CONTINUA INVASÃO DESNECESSÁRIA DE POBRES.
PAÍS SOLIDÁRIO
Desesperada com a dependência e sofrimento da filha deficiente, uma mulher de 50 anos lançou-se ontem de carro do Cabo Espichel, em Sesimbra, de uma altura de mais de cem metros. Com ela levou a filha, de 25 anos, que sempre precisou da mãe para comer e andar. As duas tiveram morte imediata.
COM TANTO ELEITO A "SERVIR", TANTA PERSONALIDADE A FAZER "SOLIDARIEDADE", TANTA MISERICÓRDIA, TANTA ONG, TANTO ESTADO COM PESSOAS QUE EM TUDO PENSAM E EIS QUE O POVO SE MATA POR DESESPERO.MUITOS MAIS DEVE HAVER NA SITUAÇÃO DESTA MULHER.ENTÃO VELHOTES SEMI-ABANDONADOS...
COM TANTO ELEITO A "SERVIR", TANTA PERSONALIDADE A FAZER "SOLIDARIEDADE", TANTA MISERICÓRDIA, TANTA ONG, TANTO ESTADO COM PESSOAS QUE EM TUDO PENSAM E EIS QUE O POVO SE MATA POR DESESPERO.MUITOS MAIS DEVE HAVER NA SITUAÇÃO DESTA MULHER.ENTÃO VELHOTES SEMI-ABANDONADOS...
Wednesday, May 30, 2007
OS "CORNOS MANSOS" TAMBÉM SÃO PACÍFICOS...
O nosso País figura entre os mais pacíficos do Mundo ocupando o nono lugar em matéria de segurança, segundo uma tabela divulgada esta terça-feira pelo Intelligence Unit, o centro de investigação da revista britânica ‘The Economist’.
A EXPERIÊNCIA HISTÓRICA DEMONSTRA QUE NORMALMENTE ISSO LEVA A MAUS RESULTADOS. SEMPRE QUE FOI TENTADA A VIA CIVILISTA, O DESARMAMENTO UNILATERAL,O PACIFISMO MILITANTE, INSTALOU-SE A DISCORDIA, AUMENTARAM AS FORÇAS CENTRÍFUGAS, A INTERFERÊNCIA ESTRANGEIRA E POR FIM A GUERRA COM MUITOS MAIS CUSTOS DO QUE SERIA DE ESPERAR...
EM PORTUGAL EXISTE UMA INCAPACIDADE POLÍTICA DE IMPLEMENTAR UMA SEGURANÇA INTERNA E EXTERNA ADEQUADA ÀS AMEAÇAS E SUPORTÁVEL PELA ECONOMIA.REFORMAS SOBRE REFORMAS SEM UM PLANO DE FUNDO, UNICAMENTE LIMITADO A "MANTER OS GAJOS LONGE" E "QUIETOS"
A EXPERIÊNCIA HISTÓRICA DEMONSTRA QUE NORMALMENTE ISSO LEVA A MAUS RESULTADOS. SEMPRE QUE FOI TENTADA A VIA CIVILISTA, O DESARMAMENTO UNILATERAL,O PACIFISMO MILITANTE, INSTALOU-SE A DISCORDIA, AUMENTARAM AS FORÇAS CENTRÍFUGAS, A INTERFERÊNCIA ESTRANGEIRA E POR FIM A GUERRA COM MUITOS MAIS CUSTOS DO QUE SERIA DE ESPERAR...
EM PORTUGAL EXISTE UMA INCAPACIDADE POLÍTICA DE IMPLEMENTAR UMA SEGURANÇA INTERNA E EXTERNA ADEQUADA ÀS AMEAÇAS E SUPORTÁVEL PELA ECONOMIA.REFORMAS SOBRE REFORMAS SEM UM PLANO DE FUNDO, UNICAMENTE LIMITADO A "MANTER OS GAJOS LONGE" E "QUIETOS"
SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE
Contas individuais
Não percebo a justiça de ter de pagar, na mesma proporção, consequências previsíveis das escolhas livres de cada um.
Tiago Mendes
Um princípio geral: se A é mais responsável por X do que B, A deve ser mais responsabilizável do que B pelo que decorre de X. No caso da saúde, e porque a existência digna de cada um de nós depende muito dela, faz todo o sentido juntar a este princípio uma cláusula contratual de partilha de risco e de alguma entre-ajuda, nomeadamente em caso de catástrofe – para qualquer um – e, de forma geral, aos mais desprotegidos. O que não faz sentido é perder de vista o princípio enunciado.
Não me interessa o estilo de vida que cada um leva. É-me indiferente que o meu vizinho coma batatas fritas todos os dias, tenha auriculares nos ouvidos o tempo todo ou beba meia garrafa de ‘whisky’ antes de se deitar. Só não percebo a justiça de ter de pagar, na mesma proporção, algumas previsíveis consequências dessas escolhas livres. O princípio do consumidor-pagador deve ser a base de partida – embora, nesta área, nunca o fim. O que é incrível é que subsista, aqui e ali, a defesa demagógica da saúde “tendencialmente gratuita”, como se ela não fosse paga por todos.
Uma alternativa residiria em evoluir para um sistema misto, de contas individualizadas complementadas por um fundo comum, financiado por descontos obrigatórios. A conta receberia uma parcela do salário e ficaria cativa. Poderia ser usada para adquirir seguros privados, mas não para qualquer outra despesa ao longo da vida. A utilização do serviço público de saúde implicaria um débito nessa conta, que poderia ter um saldo temporariamente negativo e receber transferências privadas exteriores (ex: instituições de solidariedade). Ninguém seria marginalizado no acesso a cuidados básicos.
Um sistema como este não se implementa num dia, mas a sua rejeição liminar por motivos ideológicos exige que se recorde o quão urgente é repensar o actual modelo do SNS, em face da evolução dos custos unitários de certos tratamentos e da demografia. Não há nada de “neo-liberal radical” nesta proposta. Apenas se considera que não é justo que cada um pague sempre tudo por igual. Os custos decorrentes de uma deficiência genética, de certos cancros e de outras doenças relativamente aleatórias devem ser comparticipados em 100%. O mesmo não acontece com a arteriosclerose ou os problemas auditivos da geração ‘iPod’. Um pouco mais de responsabilidade individual só faz bem.
tiago.mendes@economics.oxford.ac.uk
____
Tiago Mendes, Economista e tutor no Christ Church College, Oxford
COMO EM PRINCIPIO NINGUÉM É ATENDIDO SEM UM "CARTÃO" PELO SNS ACHO QUE DEVERIA O RESPECTIVO Nº ARMAZENAR OS TRATAMENTOS RECEBIDOS AO LONGO DA VIDA, O QUE DARIA OPORTUNIDADE AOS MÉDICOS DE SABEREM SE O DOENTE MANTINHA BOAS PRÁTICAS DE MANUTENÇÃO DA SUA SAÚDE E O ESTADO SABER PARA ONDE IAM OS CUSTOS...
SIM PORQUE QUEM SE DROGA, QUE TEM SEXO DE RISCO SABE QUE OUTROS ESTÃO LÁ PARA PAGAR...
Não percebo a justiça de ter de pagar, na mesma proporção, consequências previsíveis das escolhas livres de cada um.
Tiago Mendes
Um princípio geral: se A é mais responsável por X do que B, A deve ser mais responsabilizável do que B pelo que decorre de X. No caso da saúde, e porque a existência digna de cada um de nós depende muito dela, faz todo o sentido juntar a este princípio uma cláusula contratual de partilha de risco e de alguma entre-ajuda, nomeadamente em caso de catástrofe – para qualquer um – e, de forma geral, aos mais desprotegidos. O que não faz sentido é perder de vista o princípio enunciado.
Não me interessa o estilo de vida que cada um leva. É-me indiferente que o meu vizinho coma batatas fritas todos os dias, tenha auriculares nos ouvidos o tempo todo ou beba meia garrafa de ‘whisky’ antes de se deitar. Só não percebo a justiça de ter de pagar, na mesma proporção, algumas previsíveis consequências dessas escolhas livres. O princípio do consumidor-pagador deve ser a base de partida – embora, nesta área, nunca o fim. O que é incrível é que subsista, aqui e ali, a defesa demagógica da saúde “tendencialmente gratuita”, como se ela não fosse paga por todos.
Uma alternativa residiria em evoluir para um sistema misto, de contas individualizadas complementadas por um fundo comum, financiado por descontos obrigatórios. A conta receberia uma parcela do salário e ficaria cativa. Poderia ser usada para adquirir seguros privados, mas não para qualquer outra despesa ao longo da vida. A utilização do serviço público de saúde implicaria um débito nessa conta, que poderia ter um saldo temporariamente negativo e receber transferências privadas exteriores (ex: instituições de solidariedade). Ninguém seria marginalizado no acesso a cuidados básicos.
Um sistema como este não se implementa num dia, mas a sua rejeição liminar por motivos ideológicos exige que se recorde o quão urgente é repensar o actual modelo do SNS, em face da evolução dos custos unitários de certos tratamentos e da demografia. Não há nada de “neo-liberal radical” nesta proposta. Apenas se considera que não é justo que cada um pague sempre tudo por igual. Os custos decorrentes de uma deficiência genética, de certos cancros e de outras doenças relativamente aleatórias devem ser comparticipados em 100%. O mesmo não acontece com a arteriosclerose ou os problemas auditivos da geração ‘iPod’. Um pouco mais de responsabilidade individual só faz bem.
tiago.mendes@economics.oxford.ac.uk
____
Tiago Mendes, Economista e tutor no Christ Church College, Oxford
COMO EM PRINCIPIO NINGUÉM É ATENDIDO SEM UM "CARTÃO" PELO SNS ACHO QUE DEVERIA O RESPECTIVO Nº ARMAZENAR OS TRATAMENTOS RECEBIDOS AO LONGO DA VIDA, O QUE DARIA OPORTUNIDADE AOS MÉDICOS DE SABEREM SE O DOENTE MANTINHA BOAS PRÁTICAS DE MANUTENÇÃO DA SUA SAÚDE E O ESTADO SABER PARA ONDE IAM OS CUSTOS...
SIM PORQUE QUEM SE DROGA, QUE TEM SEXO DE RISCO SABE QUE OUTROS ESTÃO LÁ PARA PAGAR...
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