Monday, May 21, 2007

ESQUERDA ESCLARECIDA

Sendero Luminoso ameaça de morte homossexuais



HELENA TECEDEIRO

A comunidade homossexual do Peru pediu protecção às autoridades após ter sido ameaçada de morte pelo movimento maoísta Sendero Luminoso. A 17 de Maio, dia internacional da luta contra a homofobia, mas também 27.º aniversário do início da luta armada para a organização terrorista, esta distribuiu panfletos nos quais atacava também as prostitutas, os alcoólicos, os traficantes de droga e os violadores.

Em comunicado, o Movimento dos Homossexuais de Lima explicou que as ameaças contidas nos panfletos se dirigiam a "quem protagonize actos de nepotismo, abuso de autoridade, assédio sexual, violação, tráfico e consumo de droga, prostituição, alcoolismo e homossexualidade". Giovanni Romero, o presidente da organização, disse à AFP já ter pedido uma audiência com o ministro do Interior para coordenar medidas de protecção aos homossexuais.

Mas as ameaças não são novas. Na época de maior violência política no Peru (entre 1980 e 2000, quando confrontos entre autoridades e guerrilheiros fizeram mais de 70 mil mortos) cerca de 500 gays, travestis e bissexuais foram assassinados por membros do Sendero Luminoso.

As actividades da guerrilha maoísta diminuíram desde a captura, em 1992, do seu líder, Abimael Guzmán. Mas na semana passada, a polícia de Lima desactivou cinco engenhos explosivos na cidade, alegadamente ali colocados por guerrilheiros. |

VEJAM LÁ DE NÃO LHE APLICAM MAIS DE 3 ANOS PARA NÃO LHE PREJUDICAR A NACIONALIDADE

Um angolano, de 25 anos, foi detido na última sexta-feira pela PSP da Amadora, quando se preparava para levantar uma quantia em dinheiro que havia depositado, dias antes, usando documentos falsos.






Os funcionários de um banco na Mina, Amadora, chamaram a PSP por suspeita do bilhete de identidade e cartão de contribuinte apresentados pelo indivíduo.

Ao que o CM apurou, ambos os documentos foram furtados de uma viatura na Amadora e depois usados pelo indivíduo no depósito de uma quantia em dinheiro. Dias depois, ao levantar essa soma, o angolano foi detido. Já com cadastro por crimes de burla, o indivíduo

LEI DA NACIONALIDADE-UMA 2ª LEI DA DROGA



2007-05-21 - 00:00:00

Imigração: Novos compatriotas oriundos de todas as partes do mundo
Mais 324 jovens portugueses

António Cotrim/Lusa

Primeiro-ministro salientou ruptura com 'tradição de reserva e desconfiança' que existia em Portugal
Na fila para o Mosteiro dos Jerónimos ouvem-se diversas línguas. Indiano, russo e também crioulo. Podiam ser turistas, mas não. São as famílias das 324 crianças e jovens que receberam ontem das mãos de José Sócrates o certificado de nacionalidade portuguesa.



SÓCRATES TAMBÉM "DECIDIU" "CORAJOSAMENTE" DESPENALIZAR OS CONSUMOS DA DROGA COM OS RESULTADOS QUE TODOS CONHECEMOS.
AGORA OS POLÍTICOS DO PCP AO CDS ARRANJARAM MAIS UMA FERRAMENTA DE DESCARACTERIZAÇÃO E EMPOBRECIMENTO QUE OUTROS VÃO PAGAR CARO NO FUTURO
COM POLÍTICOS DESTES OS POBRES PORTUGUESES PODEM ESPERAR...POIS QUE A PRIORIDADE É COMBATER A EXCLUSÃO E A DIFERENÇA...

Sunday, May 20, 2007

A ORQUESTRA VERMELHA

home > Igreja > notícia
19/05/2007 16.04.50
GOVERNO DE EVO MORALES PEDIRÁ EXPLICAÇÕES AO VATICANO SOBRE AFIRMAÇÕES DO PAPA

La Paz, 19 mai (RV) – O governo boliviano de Evo Morales anunciou ontem, que convidará o núncio apostólico no país, Dom Ivo Scapolo, para "uma conversação" sobre o discurso de Bento XVI no Brasil, quando o pontífice denunciou a existência de "governos autoritários" na América Latina, ainda que sem citar nomes.

O ministro boliviano das Relações Exteriores, David Choquehuanca, disse que o governo ordenou a convocação de Dom Scapolo e que agora, aguarda uma resposta do diplomata vaticano, para fixar a data de seu comparecimento.

"Queremos conversar sobre as declarações do papa. São declarações da Igreja. Nós as respeitamos, mas estamos preocupados com essas afirmações e, por isso, decidimos convocar o núncio para esclarecer a questão" _ disse Choquehuanca, numa coletiva de imprensa.

Em sua visita ao Brasil, há cerca de uma semana, Bento XVI advertiu sobre o surgimento de governos autoritários na região, embora não tenha se referido explicitamente a nenhum país. O pontífice elogiou o progresso da democracia na região, mas ressaltou que subsistem motivos de preocupação com as formas de governo autoritárias, "sujeitas a ideologias que se acreditava superadas".

O governo da Venezuela disse, esta semana, que não há nenhuma razão para se pensar que o papa se referisse à administração Chávez, quando falou de "autoritarismo", durante sua visita ao Brasil.

A oposição boliviana tem acusado Morales, reiteradamente, de comportamento "totalitário", pelo fato de impor suas reformas. O líder da oposição conservadora, o ex-presidente Jorge Quiroga, disse, esta semana, que Morales deveria seguir os conselhos de Bento XVI, e não os de seu aliado, Hugo Chávez. (AF)

SÓ NÃO CONHEÇO REACÇÃO DO MORTO-VIVO, O PADRINHO MAS QUER CHAVEZ, QUER O COCALERO NÃO DESILUDIRAM.
OS "DEMOCRATAS" AMIGOS DAS FARC E DE OUTRAS DITADURAS CONSENTEM , ACHAM O TRIBALISMO LINDO FORA MAS MUITO FEIO POR CÁ...
FORA PODEMOS SER VERGASTADOS MAS CÁ DENTRO BONS ALUNOS... E PAGANTES!
UMA SÉRIE DE PAÍSES CUJO ACTUAL CONTRIBUTO PARA A CIVILIZAÇÃO É A EXPORTAÇÃO DE DROGAS QUE A ENVENENAM...
QUANDO É QUE A ONU VAI PRENDÊ-LOS, JULGÁ-LOS E ENCERRÁ-LOS POR TODA A VIDA NUMA CADEIA?

COMO SE DESTROI UMA NAÇÃO

Lei da Nacionalidade «produz» os primeiros portugueses


Trezentos e vinte e quatro novos cidadãos portugueses, beneficiários da nova Lei da Nacionalidade, recebem hoje um certificado de nacionalidade, uma bandeira e a Constituição da República Portuguesa, numa cerimónia presidida pelo primeiro-ministro no Mosteiro do Jerónimos, Lisboa.
Nesta sessão pública das primeiras atribuições e aquisições da nacionalidade portuguesa, ao abrigo da nova Lei da Nacionalidade, estarão ainda presentes, além de José Sócrates, os ministros da Presidência, Pedro Silva Pereira, da Justiça, Alberto Costa, e da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues.
A nova Lei da Nacionalidade (Lei Orgânica número 2/2006, de 17 de Abril) foi aprovada pelo Parlamento a 16 de Fevereiro de 2006, sem votos contra, no seguimento de uma proposta de lei do Governo, que defendeu que o diploma “promove a justiça e a inclusão social, num exercício de abertura e responsabilidade”.
Na altura, José Sócrates considerou que a aprovação da nova Lei da Nacionalidade é “um passo civilizacional” para a inclusão social dos filhos dos imigrantes. “É um passo prudente, porque não queremos fazer de Portugal um paraíso da imigração mas é um passo civilizacional para a integração social dos filhos dos imigrantes”, disse, então. A nova Lei da Nacionalidade vai permitir que os netos de portugueses nascidos no estrangeiro possam adquirir a nacionalidade portuguesa. Segundo o diploma, o Governo concede “naturalização aos indivíduos nascidos no estrangeiro com pelo menos um ascendente do segundo grau da linha directa de nacionalidade portuguesa e que não tenham perdido essa nacionalidade”.
Até agora só podiam tornar-se portugueses os filhos dos emigrantes.
A Lei da Nacionalidade vai também melhorar os direitos dos filhos dos estrangeiros que vivem em Portugal. A proposta de lei permite ainda a atribuição da nacionalidade portuguesa a imigrantes de terceira geração, desde que um dos pais tenha nascido em Portugal.
O diploma concede igualmente a nacionalidade portuguesa a imigrantes de segunda geração mas limitando o acesso à condição de o progenitor se encontrar há cinco anos em situação legal em Portugal no momento do nascimento da criança. A nova lei também permitirá a concessão da nacionalidade às crianças nascidas em território nacional e que tenham concluído o primeiro ciclo do Ensino Básico. O Alto Comissário para a Imigração e Minorias Étnicas, Rui Marques, congratulou-se, então, com a nova lei, sublinhando que esta vai permitir a atribuição da nacionalidade portuguesa a imigrantes de terceira geração. Rui Marques observou que a lei é “um passo muito positivo” para promover a inclusão social, designadamente para muitas crianças que nasceram em Portugal, mas não são consideradas portuguesas.
A nova Lei da Nacionalidade vai permitir, por exemplo, que os netos de portugueses nascidos no estrangeiro possam adquirir a nacionalidade portuguesa, o que terá expressão significativa em países como o Brasil e outros da América Latina, que, no passado, acolheram levas de emigrantes portugueses.

REPAREM BEM NINGUÉM VOTOU CONTRA...
QUANTO AOS NETOS VAMOS ESVAZIAR ÁFRICA

NACIONALISTAS QUE COISA TÃO TACANHA...

Serbia prefiere renunciar a entrar en la UE antes que perder Kosovo
El Gobierno se opone sin fisuras a la independencia de la provincia

POR CÁ DÁ-SE TUDO A TODOS , CLARO QUE COM PREJUIZO DOS INDÍGENAS...

ANDAM A CAVAR A SEPULTURA FUTURA DE PORTUGAL

Mariline Alves

Perguntas do teste dizem respeito ao dia-a-dia dos imigrantes
Nasceram em Portugal, vivem em Portugal e não conhecem outro país. Portugueses por afinidade que, a partir de hoje, se tornam oficialmente portugueses. Um grupo de 324 jovens de ascendência estrangeira que sempre residiu no País recebe esta tarde, numa cerimónia pública, em Belém, presidida pelo primeiro-ministro, o certificado de nacionalidade, ao abrigo da nova lei, em vigor desde Dezembro.


“É uma questão de inclusão social. Queremos assinalar o momento a partir do qual se torna visível que Portugal passa a ter mais condições de inclusão social”, explicou ao CM o secretário de Estado da Justiça, João Tiago Silveira.

A maioria dos que hoje recebem o certificado, uma bandeira nacional e uma Constituição tem menos de 14 anos (só 40 superam essa idade). Maria João Marques, da Associação Unidos de Cabo Verde, garante que, apesar de muito novos, entendem o significado de ter bilhete de identidade português: “Ouvem falar de Cabo Verde, falam muito bem as duas línguas, mas têm muito orgulho em serem portugueses.” Para demonstrar a importância que teve a divulgação da nova lei, lembra um órfão de 12 anos “que tomou a liberdade de pedir ajuda para ser português”. Mas a associação não ajuda só crianças: “O nosso primeiro adulto foi buscar o bilhete de identidade na sexta-feira e até chorou.”

Em declarações ao CM, João Tiago Silveira lembra que, “há 20 anos, Portugal era um país de emigração e hoje é um País de imigração”, sendo importante reconhecer que “há pessoas de origem diversa que encontram em Portugal um local onde gostam de viver, um lugar seguro e que é atractivo para viver”.