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19/05/2007 16.04.50
GOVERNO DE EVO MORALES PEDIRÁ EXPLICAÇÕES AO VATICANO SOBRE AFIRMAÇÕES DO PAPA
La Paz, 19 mai (RV) – O governo boliviano de Evo Morales anunciou ontem, que convidará o núncio apostólico no país, Dom Ivo Scapolo, para "uma conversação" sobre o discurso de Bento XVI no Brasil, quando o pontífice denunciou a existência de "governos autoritários" na América Latina, ainda que sem citar nomes.
O ministro boliviano das Relações Exteriores, David Choquehuanca, disse que o governo ordenou a convocação de Dom Scapolo e que agora, aguarda uma resposta do diplomata vaticano, para fixar a data de seu comparecimento.
"Queremos conversar sobre as declarações do papa. São declarações da Igreja. Nós as respeitamos, mas estamos preocupados com essas afirmações e, por isso, decidimos convocar o núncio para esclarecer a questão" _ disse Choquehuanca, numa coletiva de imprensa.
Em sua visita ao Brasil, há cerca de uma semana, Bento XVI advertiu sobre o surgimento de governos autoritários na região, embora não tenha se referido explicitamente a nenhum país. O pontífice elogiou o progresso da democracia na região, mas ressaltou que subsistem motivos de preocupação com as formas de governo autoritárias, "sujeitas a ideologias que se acreditava superadas".
O governo da Venezuela disse, esta semana, que não há nenhuma razão para se pensar que o papa se referisse à administração Chávez, quando falou de "autoritarismo", durante sua visita ao Brasil.
A oposição boliviana tem acusado Morales, reiteradamente, de comportamento "totalitário", pelo fato de impor suas reformas. O líder da oposição conservadora, o ex-presidente Jorge Quiroga, disse, esta semana, que Morales deveria seguir os conselhos de Bento XVI, e não os de seu aliado, Hugo Chávez. (AF)
SÓ NÃO CONHEÇO REACÇÃO DO MORTO-VIVO, O PADRINHO MAS QUER CHAVEZ, QUER O COCALERO NÃO DESILUDIRAM.
OS "DEMOCRATAS" AMIGOS DAS FARC E DE OUTRAS DITADURAS CONSENTEM , ACHAM O TRIBALISMO LINDO FORA MAS MUITO FEIO POR CÁ...
FORA PODEMOS SER VERGASTADOS MAS CÁ DENTRO BONS ALUNOS... E PAGANTES!
UMA SÉRIE DE PAÍSES CUJO ACTUAL CONTRIBUTO PARA A CIVILIZAÇÃO É A EXPORTAÇÃO DE DROGAS QUE A ENVENENAM...
QUANDO É QUE A ONU VAI PRENDÊ-LOS, JULGÁ-LOS E ENCERRÁ-LOS POR TODA A VIDA NUMA CADEIA?
Sunday, May 20, 2007
COMO SE DESTROI UMA NAÇÃO
Lei da Nacionalidade «produz» os primeiros portugueses
Trezentos e vinte e quatro novos cidadãos portugueses, beneficiários da nova Lei da Nacionalidade, recebem hoje um certificado de nacionalidade, uma bandeira e a Constituição da República Portuguesa, numa cerimónia presidida pelo primeiro-ministro no Mosteiro do Jerónimos, Lisboa.
Nesta sessão pública das primeiras atribuições e aquisições da nacionalidade portuguesa, ao abrigo da nova Lei da Nacionalidade, estarão ainda presentes, além de José Sócrates, os ministros da Presidência, Pedro Silva Pereira, da Justiça, Alberto Costa, e da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues.
A nova Lei da Nacionalidade (Lei Orgânica número 2/2006, de 17 de Abril) foi aprovada pelo Parlamento a 16 de Fevereiro de 2006, sem votos contra, no seguimento de uma proposta de lei do Governo, que defendeu que o diploma “promove a justiça e a inclusão social, num exercício de abertura e responsabilidade”.
Na altura, José Sócrates considerou que a aprovação da nova Lei da Nacionalidade é “um passo civilizacional” para a inclusão social dos filhos dos imigrantes. “É um passo prudente, porque não queremos fazer de Portugal um paraíso da imigração mas é um passo civilizacional para a integração social dos filhos dos imigrantes”, disse, então. A nova Lei da Nacionalidade vai permitir que os netos de portugueses nascidos no estrangeiro possam adquirir a nacionalidade portuguesa. Segundo o diploma, o Governo concede “naturalização aos indivíduos nascidos no estrangeiro com pelo menos um ascendente do segundo grau da linha directa de nacionalidade portuguesa e que não tenham perdido essa nacionalidade”.
Até agora só podiam tornar-se portugueses os filhos dos emigrantes.
A Lei da Nacionalidade vai também melhorar os direitos dos filhos dos estrangeiros que vivem em Portugal. A proposta de lei permite ainda a atribuição da nacionalidade portuguesa a imigrantes de terceira geração, desde que um dos pais tenha nascido em Portugal.
O diploma concede igualmente a nacionalidade portuguesa a imigrantes de segunda geração mas limitando o acesso à condição de o progenitor se encontrar há cinco anos em situação legal em Portugal no momento do nascimento da criança. A nova lei também permitirá a concessão da nacionalidade às crianças nascidas em território nacional e que tenham concluído o primeiro ciclo do Ensino Básico. O Alto Comissário para a Imigração e Minorias Étnicas, Rui Marques, congratulou-se, então, com a nova lei, sublinhando que esta vai permitir a atribuição da nacionalidade portuguesa a imigrantes de terceira geração. Rui Marques observou que a lei é “um passo muito positivo” para promover a inclusão social, designadamente para muitas crianças que nasceram em Portugal, mas não são consideradas portuguesas.
A nova Lei da Nacionalidade vai permitir, por exemplo, que os netos de portugueses nascidos no estrangeiro possam adquirir a nacionalidade portuguesa, o que terá expressão significativa em países como o Brasil e outros da América Latina, que, no passado, acolheram levas de emigrantes portugueses.
REPAREM BEM NINGUÉM VOTOU CONTRA...
QUANTO AOS NETOS VAMOS ESVAZIAR ÁFRICA
Trezentos e vinte e quatro novos cidadãos portugueses, beneficiários da nova Lei da Nacionalidade, recebem hoje um certificado de nacionalidade, uma bandeira e a Constituição da República Portuguesa, numa cerimónia presidida pelo primeiro-ministro no Mosteiro do Jerónimos, Lisboa.
Nesta sessão pública das primeiras atribuições e aquisições da nacionalidade portuguesa, ao abrigo da nova Lei da Nacionalidade, estarão ainda presentes, além de José Sócrates, os ministros da Presidência, Pedro Silva Pereira, da Justiça, Alberto Costa, e da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues.
A nova Lei da Nacionalidade (Lei Orgânica número 2/2006, de 17 de Abril) foi aprovada pelo Parlamento a 16 de Fevereiro de 2006, sem votos contra, no seguimento de uma proposta de lei do Governo, que defendeu que o diploma “promove a justiça e a inclusão social, num exercício de abertura e responsabilidade”.
Na altura, José Sócrates considerou que a aprovação da nova Lei da Nacionalidade é “um passo civilizacional” para a inclusão social dos filhos dos imigrantes. “É um passo prudente, porque não queremos fazer de Portugal um paraíso da imigração mas é um passo civilizacional para a integração social dos filhos dos imigrantes”, disse, então. A nova Lei da Nacionalidade vai permitir que os netos de portugueses nascidos no estrangeiro possam adquirir a nacionalidade portuguesa. Segundo o diploma, o Governo concede “naturalização aos indivíduos nascidos no estrangeiro com pelo menos um ascendente do segundo grau da linha directa de nacionalidade portuguesa e que não tenham perdido essa nacionalidade”.
Até agora só podiam tornar-se portugueses os filhos dos emigrantes.
A Lei da Nacionalidade vai também melhorar os direitos dos filhos dos estrangeiros que vivem em Portugal. A proposta de lei permite ainda a atribuição da nacionalidade portuguesa a imigrantes de terceira geração, desde que um dos pais tenha nascido em Portugal.
O diploma concede igualmente a nacionalidade portuguesa a imigrantes de segunda geração mas limitando o acesso à condição de o progenitor se encontrar há cinco anos em situação legal em Portugal no momento do nascimento da criança. A nova lei também permitirá a concessão da nacionalidade às crianças nascidas em território nacional e que tenham concluído o primeiro ciclo do Ensino Básico. O Alto Comissário para a Imigração e Minorias Étnicas, Rui Marques, congratulou-se, então, com a nova lei, sublinhando que esta vai permitir a atribuição da nacionalidade portuguesa a imigrantes de terceira geração. Rui Marques observou que a lei é “um passo muito positivo” para promover a inclusão social, designadamente para muitas crianças que nasceram em Portugal, mas não são consideradas portuguesas.
A nova Lei da Nacionalidade vai permitir, por exemplo, que os netos de portugueses nascidos no estrangeiro possam adquirir a nacionalidade portuguesa, o que terá expressão significativa em países como o Brasil e outros da América Latina, que, no passado, acolheram levas de emigrantes portugueses.
REPAREM BEM NINGUÉM VOTOU CONTRA...
QUANTO AOS NETOS VAMOS ESVAZIAR ÁFRICA
NACIONALISTAS QUE COISA TÃO TACANHA...
Serbia prefiere renunciar a entrar en la UE antes que perder Kosovo
El Gobierno se opone sin fisuras a la independencia de la provincia
POR CÁ DÁ-SE TUDO A TODOS , CLARO QUE COM PREJUIZO DOS INDÍGENAS...
El Gobierno se opone sin fisuras a la independencia de la provincia
POR CÁ DÁ-SE TUDO A TODOS , CLARO QUE COM PREJUIZO DOS INDÍGENAS...
ANDAM A CAVAR A SEPULTURA FUTURA DE PORTUGAL
Mariline Alves
Perguntas do teste dizem respeito ao dia-a-dia dos imigrantes
Nasceram em Portugal, vivem em Portugal e não conhecem outro país. Portugueses por afinidade que, a partir de hoje, se tornam oficialmente portugueses. Um grupo de 324 jovens de ascendência estrangeira que sempre residiu no País recebe esta tarde, numa cerimónia pública, em Belém, presidida pelo primeiro-ministro, o certificado de nacionalidade, ao abrigo da nova lei, em vigor desde Dezembro.
“É uma questão de inclusão social. Queremos assinalar o momento a partir do qual se torna visível que Portugal passa a ter mais condições de inclusão social”, explicou ao CM o secretário de Estado da Justiça, João Tiago Silveira.
A maioria dos que hoje recebem o certificado, uma bandeira nacional e uma Constituição tem menos de 14 anos (só 40 superam essa idade). Maria João Marques, da Associação Unidos de Cabo Verde, garante que, apesar de muito novos, entendem o significado de ter bilhete de identidade português: “Ouvem falar de Cabo Verde, falam muito bem as duas línguas, mas têm muito orgulho em serem portugueses.” Para demonstrar a importância que teve a divulgação da nova lei, lembra um órfão de 12 anos “que tomou a liberdade de pedir ajuda para ser português”. Mas a associação não ajuda só crianças: “O nosso primeiro adulto foi buscar o bilhete de identidade na sexta-feira e até chorou.”
Em declarações ao CM, João Tiago Silveira lembra que, “há 20 anos, Portugal era um país de emigração e hoje é um País de imigração”, sendo importante reconhecer que “há pessoas de origem diversa que encontram em Portugal um local onde gostam de viver, um lugar seguro e que é atractivo para viver”.
Perguntas do teste dizem respeito ao dia-a-dia dos imigrantes
Nasceram em Portugal, vivem em Portugal e não conhecem outro país. Portugueses por afinidade que, a partir de hoje, se tornam oficialmente portugueses. Um grupo de 324 jovens de ascendência estrangeira que sempre residiu no País recebe esta tarde, numa cerimónia pública, em Belém, presidida pelo primeiro-ministro, o certificado de nacionalidade, ao abrigo da nova lei, em vigor desde Dezembro.
“É uma questão de inclusão social. Queremos assinalar o momento a partir do qual se torna visível que Portugal passa a ter mais condições de inclusão social”, explicou ao CM o secretário de Estado da Justiça, João Tiago Silveira.
A maioria dos que hoje recebem o certificado, uma bandeira nacional e uma Constituição tem menos de 14 anos (só 40 superam essa idade). Maria João Marques, da Associação Unidos de Cabo Verde, garante que, apesar de muito novos, entendem o significado de ter bilhete de identidade português: “Ouvem falar de Cabo Verde, falam muito bem as duas línguas, mas têm muito orgulho em serem portugueses.” Para demonstrar a importância que teve a divulgação da nova lei, lembra um órfão de 12 anos “que tomou a liberdade de pedir ajuda para ser português”. Mas a associação não ajuda só crianças: “O nosso primeiro adulto foi buscar o bilhete de identidade na sexta-feira e até chorou.”
Em declarações ao CM, João Tiago Silveira lembra que, “há 20 anos, Portugal era um país de emigração e hoje é um País de imigração”, sendo importante reconhecer que “há pessoas de origem diversa que encontram em Portugal um local onde gostam de viver, um lugar seguro e que é atractivo para viver”.
Saturday, May 19, 2007
RETIRADO DO "PORTUGAL DOS PEQUENINOS"
19.5.07
O "BLIND TRUSTEE"
Isto é o que se chama "conversa da treta". Quanto ao "número 2", Manuel Salgado, um cortesão do regime, Carrilho, o perigoso ressabiado, já disse tudo em letra de forma:
"Este almoço foi todavia, para minha inteira surpresa e, devo dizer, não menor perplexidade, precedido de vários recados, de proveniência muito diversa mas de conteúdo sempre idêntico - O Salgado quer ser vereador. A minha perplexidade decorria de eu saber que Manuel Salgado tinha muitos projectos em curso na cidade de Lisboa, o que configurava uma situação de óbvio, e perturbante, conflito de interesses. Foi isto, de resto, depois de ele me confirmar o seu desejo de integrar a minha equipa, que eu lhe disse com toda a frontalidade. Ele reconheceu que havia dificuldades, mas que juridicamente havia soluções, que se podia pensar num blind trustee para dirigir o seu atelier. Tudo me pareceu pouco claro, pelo que ficámos de pensar melhor no assunto - mas eu fiquei muito preocupado, não só juridicamente mas também eticamente, com os contornos desta inesperada situação."
in Manuel Maria Carrilho, SOB O SIGNO DA VERDADE, D. Quixote, página 53.
Publicada por João Gonçalves em 19.5.07
Etiquetas: António Costa, CML, PS, Regime
O "BLIND TRUSTEE"
Isto é o que se chama "conversa da treta". Quanto ao "número 2", Manuel Salgado, um cortesão do regime, Carrilho, o perigoso ressabiado, já disse tudo em letra de forma:
"Este almoço foi todavia, para minha inteira surpresa e, devo dizer, não menor perplexidade, precedido de vários recados, de proveniência muito diversa mas de conteúdo sempre idêntico - O Salgado quer ser vereador. A minha perplexidade decorria de eu saber que Manuel Salgado tinha muitos projectos em curso na cidade de Lisboa, o que configurava uma situação de óbvio, e perturbante, conflito de interesses. Foi isto, de resto, depois de ele me confirmar o seu desejo de integrar a minha equipa, que eu lhe disse com toda a frontalidade. Ele reconheceu que havia dificuldades, mas que juridicamente havia soluções, que se podia pensar num blind trustee para dirigir o seu atelier. Tudo me pareceu pouco claro, pelo que ficámos de pensar melhor no assunto - mas eu fiquei muito preocupado, não só juridicamente mas também eticamente, com os contornos desta inesperada situação."
in Manuel Maria Carrilho, SOB O SIGNO DA VERDADE, D. Quixote, página 53.
Publicada por João Gonçalves em 19.5.07
Etiquetas: António Costa, CML, PS, Regime
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