Saturday, May 5, 2007

POLÍTICOS DE CASINO

http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1293069&idCanal=21

DEPOIS DA IMPORTAÇÃO DOS CASINOS DE MACAU VAI SEGUIR-SE O JOGO DO BICHO DO BRASIL...

CLARO TUDO SEMPRE DENTRO DA MAIS ESTRITA LEGALIDADE...

DEPOIS QUEREM QUE A GENTE ACREDITE...

QUANTOS FALSOS PORTUGUESES EXISTEM?


a identidade e nacionalidade do suspeito ainda não são conhecidas, mas o grau de sofisticação com que trabalhava leva as autoridades a presumir que o homem detido anteontem, em Tomar, faça parte de uma rede internacional de auxílio à imigração ilegal.

O estrangeiro tinha em casa um autêntico arsenal de documentos falsos, passaportes e cópias de carimbos de empresas e instituições públicas, que utilizaria para ludibriar as autoridades portuguesas, em particular o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

O esquema não é novo e carece de muita perícia e paciência. Na posse dos passaportes de cidadãos estrangeiros, sobretudo de países como o Brasil, Egipto, Marrocos, Nepal, Paquistão ou Senegal, o suspeito começava por solicitar um número de contribuinte junto das Finanças.

Posteriormente, forjava contratos de trabalho e fazia chegar ao SEF os processos de pedido de prorrogação de permanência em Portugal. Os imigrantes podiam até nem estar no nosso país, mas através deste expediente, terá sido regularizada a situação de muitos estrangeiros em território nacional, dando-lhes legalidade para circular livremente na União Europeia.

A fraude foi interrompida anteontem, na sequência de uma investigação desencadeada pelo SEF, em Tomar e Lisboa.

Pela movimentação de dinheiros e correspondência apreendida, as autoridades admitem estar perante uma rede de dimensões internacionais. As investigações prosseguem e não está excluída a possibilidade de haver mais detenções.


E QUANTOS DELES ESTÃO INCLUSIVÉ A RECEBER POR CONTA DO ERÁRIO PÚBLICO?
BEM DIZ O ALTO COMISSÁRIO : TEMOS QUE ADMITIR RECEBER MENOS PARA QUE OUTROS RECEBAM MAIS... MAS COM CONTINENTES CHEIOS DE MESERÁVEIS O NOSSO DESTINO NAS MÃOS DESTES FILÓSOFOS NÃO É MUITO BRILHANTE POIS NÃO?

RESULTADOS DA ANARQUIA SOCIAL


Uma menina inglesa de três anos desapareceu do quarto de um aldeamento turístico na Praia da Luz, Lagos, onde os pais a deixaram a dormir para irem jantar. Rapto é o cenário mais provável. Às investigações da PJ junta-se hoje uma equipa policial britânica

AO QUEREREM IMPLANTAR UM REGIME ABERTO AOS DESERDADOS DO MUNDO , SEM INCÓMODOS POLICIAIS, SEM GRANDES FORMALIDADES NA LEGALIZAÇÃO E NA ATRIBUIÇÃO DE NACIONALIDADE ONDE SOBRESSAI O FACTO DE QUE QUASE NINGUÉM É REPATRIADO, MESMO QUE SE DEDIQUE A UMA VIDA CRIMINOSA, O RESULTADO SÓ PODE SER COMO O DE AGORA - O DESAPARECIMNTO DA MADELEINE.
UMA MINORIA ESCASSA OBRIGA O PAÍS TODO A ESTAR A SAQUE E AO SABOR DUM TOTOLOTO DE INFORTUNIO
PORTUGAL TORNOU-SE A CLOACA DO MUNDO E OS SEUS CIDADÃOS E CONVIDADOS VÍTIMAS ANTECIPADAS PORQUE AO POLITICAMENTE CORRECTO INTERESSA QUE ASSIM SEJA...
AS CONSEQUÊNCIAS PODEM SER CATASTRÓFICAS PARA UMA ECONOMIA AGONIZANTE: TURISTAS A EVITAR ESTA BANDALHEIRA QUE PREVILIGIA E INCENTIVA A CRIMINALIDADE!

Friday, May 4, 2007

JULIANA PAIS TOP BRASILIEN NUDE WOMAN


UMA DAS CAUSAS DO DESCALABRO DAS CONTAS PUBLICAS

Mesmo sem a falência e deslocalização das industrias de mão de obra barata o défice estava assegurado porque nunca tantos ganhram tanto,como se pode ver em :
http://www.cga.pt/PubDR/200705.pdf

-Controladores de trafego aéreo ..........4900 eurozinhos
-Prof Caedrático..........................5000 "
-Chefe dum qualquer serviço num
hospital rasca.......................... 4900 "
-Procuradores G Adjuntos .................5000 "
-Juiz desembargador...................... 5500 "

Contem esse pessoal todo e vejam donde vem a riqueza produtiva que o justifique.
Claro que existem impostos sobre aquilo mas mesmo assim e atendendo a que não deve existir uma hierarquia piramidal alguém tem que sofrer... a desigualdade não?
Os políticos acumulam pensões... entre outras que se sabem e não dizem...por falta de provas obviamente!

TEMOS "QUALIDADE DE VIDA"

Droga: Portugal tem o haxixe mais barato da Europa

Portugal é o país da União Europeia com cannabis mais barata, média de 2,3 euros por grama, longe dos 12 euros na Noruega, ou dos 5 a 10 mencionados na maioria dos Estados-membros, segundo a agência europeia das drogas.

ORA COM TÃO BONS CONTROLOS DE FRONTEIRA, COM TANTAS AJUDAS DA "PESCA" A SEREM APROVEITADOS PARA "PESCAR", COM TANTO CRESCIMENTO DE "DROGADOS" SOMOS OS MAIORES DA EUROPA... O GOVERNO DEVE ESTAR ORGULHOSO...

RETIRADO DO "ALMA LUSÍADA"

O 25 DE ABRIL E A HISTÓRIA

Se alguém quisesse acusar os portugueses de cobardes, destituídos de dignidade ou de qualquer forma de brio, de inconscientes e de rufias, encontraria um bom argumento nos acontecimentos desencadeados pelo 25 de Abril.

Na perspectiva de então, havia dois problemas principais a resolver com urgência. Eram eles a descolonização e a liquidação do antigo regime. Quanto à descolonização, havia trunfos para a realizar em boa ordem e com vantagem para ambas as partes: o Exército Português não fora batido em campo de batalha; não havia ódio generalizado das populações nativas contra os colonos; os chefes dos movimentos de guerrilha eram em grande parte homens de cultura portuguesa; havia uma doutrina, a exposta no livro «Portugal e o Futuro», do general Spínola, que tivera a aceitação nacional, e poderia servir de ponto de partida para uma base maleável de negociações. As possibilidades eram ou um acordo entre as duas partes, ou, no caso de este não se concretizar, uma retirada em boa ordem, isto é, escalonada, ordenada e honrosa.

Todavia, o acordo não se realizou, e retirada não houve, mas sim uma debandada em pânico, um salve-se-quem-puder. Os militares portugueses, sem nenhum motivo para isso, fugiram como pardais, largando armas e calçado, abandonando os portugueses e africanos que confiavam neles. Foi a maior vergonha de que há memória desde Alcácer Quibir.

Pelo que agora se conhece, este comportamento inesquecível e inqualificável deve-se a duas causas. Uma foi que o PCP, infiltrado no Exército, não estava interessado num acordo, nem numa retirada em ordem, mas num colapso imediato, que fizesse cair esta parte da África na zona soviética. O essencial era não dar tempo de resposta às potências ocidentais. De facto, o que aconteceu nas antigas colónias portuguesas insere-se na estratégia africana da URSS, como os acontecimentos subsequentes vieram mostrar.

Outra causa foi a desintegração da hierarquia militar a que a insurreição dos capitães deu início e que o MFA explorou ao máximo, quer por cálculo partidário, quer por demagogia, para recrutar adeptos no interior das Forças Armadas. Era natural que os capitães quisessem voltar depressa para casa. Os agentes do MFA exploraram e deram cobertura ideológica a esse instinto das tripas, justificaram honrosamente a cobardia que se lhe seguiu. Um bando de lebres espantadas recebeu o nome respeitável de «revolucionários».

E nisso foram ajudados por homens políticos altamente responsáveis, que lançaram palavras de ordem de capitulação e desmobilização, num momento em que era indispensável manter a coesão e o moral do exército, para que a retirada em ordem ou o acordo fossem possíveis. A operação militar mais difícil é a retirada; exige, em grau elevadíssimo, o moral da tropa. Neste caso, a tropa foi atraiçoada pelo seu próprio comando e por um certo número de políticos inconscientes ou fanáticos, e em qualquer caso destituídos de sentimento nacional. Não é ao soldadinho que se deve imputar esta fuga vergonhosa, mas aos que desorganizaram, conscientemente, a cadeia de comando, aos que lançaram palavras de ordem que, nas circunstâncias do momento, eram puramente criminosas.

Isto quanto à descolonização, que, na realidade, não houve. O outro problema era o da liquidação do regime deposto.

Os políticos aceitaram e aplaudiram a insurreição dos capitães, que vinha derrubar um governo, que, segundo eles, era um pântano de corrupção e que se mantinha graças ao terror policial: impunha-se, portanto, fazer o seu julgamento, determinar as responsabilidades, discriminar entre o são e o podre, para que a nação pudesse começar uma vida nova. Julgamento dentro das normas justas, segundo um critério rigoroso e valores definidos.

Quanto aos escândalos da corrupção, de que tanto se falava, o julgamento simplesmente não foi feito. O povo português ficou sem saber se as acusações que se faziam nos comícios e nos jornais correspondiam a factos ou eram simplesmente atoardas. O princípio da corrupção não foi responsavelmente denunciado, nem na consciência pública se instituiu o seu repúdio. Não admira por isso que alguns homens políticos se sentissem encorajados a seguir pelo mesmo caminho, como se a corrupção impune tivesse tido a consagração oficial. Em qualquer caso, já hoje não é possível fazer a condenação dos escândalos do antigo regime, porque outros talvez piores os vieram desculpar.

Quanto ao terror policial, estabeleceu-se uma confusão total. Durante longos meses, esperou-se uma lei que permitisse levar a tribunal a PIDE-DGS. Ela chegou, enfim, quando uma parte dos eventuais acusados tinha desaparecido e estabelecia um número surpreendentemente longo de atenuantes, que se aplicavam praticamente a todos os casos. A maior parte dos julgados saiu em liberdade. O público não chegou a saber, claramente, as responsabilidades que cabiam a cada um. Nem os acusadores ficaram livres da suspeita de conluio com os acusados, antes e depois do 25 de Abril.

Havia, também, um malefício imputado ao antigo regímen, que era o dos crimes de guerra, cometidos nas operações militares do Ultramar. Sobre isto, lançou-se um véu de esquecimento. As Forças Armadas Portuguesas foram alvo de suspeitas que ninguém quis esclarecer e que, por isso, se transformaram em pensamentos recalcados.

Em resumo, não se fez a liquidação do antigo regímen, como não se fez a descolonização. Uns homens substituiram outros, quando os mesmos não substituiram os mesmos; a um regímen monopartidário substituiu-se um regímen pluripartidário. Mas não se estabeleceu uma fronteira entre o passado e o presente. Os nossos homens públicos contentaram-se com uma figura de retórica: «a longa noite fascista».

Com estes começos e fundamentos, falta ao regime que nasceu do 25 de Abril um mínimo de credibilidade moral. A cobardia, a traição, a irresponsabilidade, a confusão, foram as taras que presidiram ao seu parto e, com esses fundamentos, nada é possível edificar. O actual estado de coisas, em Portugal, nasceu podre nas suas raízes. Herdou todos os podres da anterior, mais a vergonha da deserção.

E, com este começo, tudo foi possível depois, como num exército em debandada: vieram as passagens administrativas, sob capa de democratização do ensino; vieram «saneamentos» oportunistas e iníquios, a substituir o julgamento das responsabilidades; vieram os bandos militares, resultado da traição do comando, no campo das operações; vieram os contrabandistas confessos e os falsificadores de moeda em lugares de confiança política ou administrativa; veio o compadrio quase declarado, nos partidos e no Governo; veio o controlo da Imprensa e da Radiotelevisão, pelo Governo e pelos partidos, depois de se ter declarado a abolição da censura; veio a impossibilidade de se distinguir o interesse geral dos interesses dos grupos de pressão, chamados partidos, a impossibilidade de esclarecer um critério que joeirasse os patriotas e os oportunistas, a verdade e a mentira; veio o considerar-se o endividamento como um meio «honesto» de viver. Os cravos do 25 de Abril, que muitos, candidamente, tomaram por símbolo de uma primavera, fanaram-se sobre um monte de esterco.

Ao contrário das esperanças de alguns, não se começou vida nova, mas rasgou-se um véu que encobre uma realidade insuportável. Para começar, escreveu-se na nossa história uma página ignominiosa de cobardia e irresponsabilidade, página que, se não for resgatada, anula, por si só, todo o heroísmo e altura moral que possa ter havido noutros momentos da nossa história e que nos classifica como um bando de rufias indignos do nome de nação. Está escrita e não pode ser arrancada do livro.

É preciso lê-la com lágrimas de raiva e tirar dela as conclusões, por mais que nos custe. Começa por aí o nosso resgate. Portugal está hipotecado por esse débito moral, enquanto não demonstrar que não é aquilo que o 25 de Abril revelou. As nossas dificuldades presentes, que vão agravar-se no futuro próximo, merecemo-las, moralmente.

Mas elas são uma prova e uma oportunidade. Se formos capazes do sacrifício necessário para as superar, então poderemos considerar-nos desipotecados e dignos do nome de povo livre e de nação independente. »

( António José Saraiva in Diário de Notícias_26-01-1979 )

Fim de transcrição dos artigos de AJS


# posted by António Viriato @ 01:29 0 comments
1.5.07


O PRINCIPAL TRABALHO POLÍTICO DAS ESQUERDAS FOI DE FACTO MINAR A DISCIPLINA, PROVOCAR OS SANEAMENTOS NA HIERARQUIA,PARTIDARIZAR EM SUMA.
SOU TESTEMUNHA DISSO E É BOM RECORDAR QUE SÓ EXISTIAM CERCA DE DUAS DEZENAS DE OFICIAIS SUBALTERNOS DO QUADRO PERMANENTE PARA ENQUADRAR TODO O EXÉRCITO PELO QUE ESTAVAM FUNDAMENTALMENTE REMETIDOS ÀS FUNÇÕES DE INSTRUÇÃO DOS OFICIAIS E SARGENTOS MILICIANOS.MESMO NA GUERRA ERAM JÁ CAPITÃES MILICIANOS FEITOS A "MARTELO" QUE ASSEGURAVAM UMA BOA PARTE DOS EFECTIVOS.
FACE A TAL SITUAÇÃO EM QUE OS OFICIAIS MILICIANOS JÁ VINHAM DAS UNIVERSIDADES DEVIDAMENTE "DOUTRINADOS" PARA O BOTA-ABAIXO OS PARTIDOS DE ESQUERDA DEITARAM GASOLINA.TODOS ELES.ATÉ ME LEMBRO QUE ASSISTI DEPOIS DO 25 À PRIMEIRA "REVOLTA" DE CADETES POR NÃO QUEREREM MAIS RECEBER INSTRUÇÃO DO "ASSALTO À CUBATA".MAIS TARDE APARECEU O NOME DO ORGANIZADOR NUM JORNAL:JOÃO SOARES.
QUE O ACTUAL REGIME CONCORDOU COM TUDO O QUE FOI FEITO ESTÁ ESPELHADO NA "RECONSTRUÇÃO DE CARREIRAS" DE TODOS OS OFICIAIS AFASTADOS AO LONGO DO PROCESSO, EM ESPECIAL A SEGUIR AO 25 DE NOVEMBRO.SÓ FALTA PROMOVER O OTELO SARAIVA DE CARVALHO.
OUTROS ADERIRAM À MAÇONARIA, SEMPRE À ESPERA DE MAIS UMA PREBENDA COMO BOBOS DO REGIME.
O POVO ESTÁ MAL POIS TEM O QUE PEDIU...MAS OS SEUS PATRÕES ANDAM NO BEM BOM...