Wednesday, June 3, 2026

GUINÉ BISSAU UM ESTADO FALHADO À NASCENÇA E QUE AINDA SE MANTÉM E ONDE PORTUGAL NÃO TEM DIREITO A "QUINTAS".SÓ A PAGAR POR TUDO E NADA...

Sobre a independência da Guiné-Bissau (III) Francisco George Ex-diretor-geral da Saúde João da Costa planeou a colocação dos diferentes contingentes de cooperantes concentrada em localidades distintas umas das outras. Nestes termos, a capital receberia cooperantes cubanos, enviados por decisão de Fidel Castro, logo a seguir à Independência. Era um dilatado número de médicos de todas as especialidades que, desde cedo, passou a garantir o funcionamento do principal hospital de Bissau. Mas, Bafatá funcionaria com as equipas da cooperação da URSS, enquanto que os médicos chineses iriam exercer no hospital de Canchungo. No âmbito da cooperação bilateral, João da Costa separou, desta maneira, a prestação de cuidados de saúde por equipas: Cuba, URSS e China. Aliás, tinham sido os principais países que apoiaram ativamente a Luta conduzida pelo PAIGC. A Organização Mundial da Saúde e a UNICEF colaboraram na implementação do programa de vacinação na perspetiva da redução da mortalidade infantil e materna. Com o novo Portugal, a Guiné-Bissau estabeleceu um mecanismo de assistência médica hospitalar destinado a doentes que seriam evacuados por via aérea, desde que necessitassem de terapêutica especializada por serem portadores de doenças que não podiam ser tratadas no hospital de Bissau. As agências de cooperação de países, particularmente nórdicos, garantiam o financiamento de projetos inovadores de promoção da saúde focados na universalidade do acesso a cuidados desenvolvidos com a plena participação dos próprios membros que integram as comunidades. Na região de Madina do Boé, o Projeto de Saúde de Base adquiriu expressão modelar. Constituiu fonte de inspiração para as recomendações da célebre Declaração de Alma Ata sobre Cuidados Primários de Saúde, em 1978. AGORA OS NOSSOS ESQUERDISTAS QUEREM "REPARAR" COM A VINDA DE COLONOS AFRICANOS NUM COLONIALISMO "BOM" PORQUE O CONTRIBUINTE TEM O DEVER DE COMBATER AS DIFERENÇAS E DESIGUALDADES PARA UM BOM ACOLHIMENTO.QUE PELOS VISTOS NÃO IMPEDEMN OS TIROTEIOS E AS MORTES NEM A VENDA DE DROGAS... Reinventar o Estado para os mais vulneráveis Luís Vidigal Governação eletrónica O QUE O VIDIGAL QUER É UMA RAÇA MISTA E MUITAS IGUALDADES SEM ÓDIO QUE O MAI ESTÁ ENCARREGADO DE COMBATER ATÉ AO ÚLTIMO POLÍCIA...A RAÇA MISTA VENCERÁ!

DEPOIS DE ANOS E ANOS A EMBALAREM E A SUBSIDIAREM O AGUALUSA ELE QUIS DAR ALENTO AOS SEUS MANOS MOSTRANDO SER MAIS GUERRILHEIRO DO QUE ELES

José Eduardo ‘Aguageral’ Aline Hall de Beuvink Professora associada da Universidade Autónoma de Lisboa e investigadora (do CIDEHUS). O BOAVENTURA DA SOUSA SANTOS DEVE ANDAR A SORRIR COM ESTE SEU ADEPTO DO SUL GLOBAL.MAS O AGUALUSA TEM MUITOS OUTROS CÁ DENTRO A FAZER A CAMA NÃO À "LÍNGUA" SUBSIDIADA PELO INSTITUTO CAMÕES MAS AO NOSSO POVO INTEIRINHO.QUE AINDA UM DIA VÃO QWUERER QUE APRENDA O CRIOULO...

Tuesday, June 2, 2026

AS ONG´S AO PÉ DO TEDH VÃO ACTUAR.NÃO DEVEM QUERER CÁ "ÓDIOS"...

Six détenus de la prison ultra-sécurisée de Condé-sur-Sarthe portent plainte pour violences et harcèlement moral LEMBREM-SE DE QUE HÁ O SERVIÇO EUROPEU FRONTEX MAS PARA SALVAR OS IMIGRANTES E AI DE QUEM OS MALTRATE QUE ISSO DE DESPIR E ROUBAR NÁUFRAGOS ERA NA ÉPOCA DOS DESCOBRIMENTOS PORTUGUESES E ANTES DO "COLONIALISMO".AÍ ERA TUDO TUDO AFECTOS...

PORTANTO UM MALIENSE E UM MARROQUINO (O JEAN LUC? A MANDAR NOS EMIGRANTES PORTUGUESES DE SAINT DENIS ONDE O MARCELO NUNCA FOI MAS EM QUE AS PORTUGUESAS DA GUARDA VESTEM BURCAS...PORQUE A NOSSA KULTURA É DO AJOELHAR PARA MAIS DEPRESSA FAZEREM A RAÇA MISTA E ACABAREM COM A NAÇÃO PORTUGUESA

FRANCIA Bally Bagayoko, el alcalde 'insurrecto' de Saint-Denis Hijo de inmigrantes malienses, el edil dio a La Francia Insumisa de Jean-Luc Mélenchon su primer municipio de más de 100.000 habitantes en las últimas elecciones locales Manifestation contre le racisme en soutien au maire de Saint-Denis, Bally Bagayoko. THOMAS SAMSON / AFP « Tout ça, c’est la “nouvelle France” » : comment LFI cherche à faire main basse sur les cités ENQUÊTE - À Lille, Montpellier, Saint-Denis, La Courneuve et un peu partout en France, les Insoumis mènent une campagne permanente pour mobiliser l’électorat des quartiers populaires. Une stratégie qui commence à porter ses fruits mais qui se heurte à certaines limites. O MARCELO ATÉ CONDECOROU AS PORTUGUESAS QUE SE TINHAM CASADO COM MARROQUINOS NUM ABRIR DE PORTAS ANTES DA FAMOSA MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE DO COSTA.COM TAIS VALORES LEVARAM-NO LOGO PARA BRUXELAS...E POR CÁ TUDO BEM COLONIZADO...AGORA FALTA-LHES REPRESENTAÇÃO E UMA POLÍCIA AMIGA SEM ÓDIO AOS NEGROS CLARO.OS BRANCOS QUE SE PREPAREM PARA PAGAR A ESCRAVATURA...

DEVE SER UM DOS NOVOS VALORES EUROPEUS.TODOS A LER DA CARTILHA PARA FICAREM MANSINHOS.E COM CALMA O GOVERNO AINDA NOS VAI OBRIGAR A COMPRAR ESSA PROPAGANDA TRAIDORA...

Governo lança concurso para garantir distribuição de jornais no interior A ESMAGADORA MAIORIA DOS QUE ESCREVEM NA PROPAGANDA É ADEPTA DOS NOVOS VALORES EUROPEUS QUE NOS MANDAM AJOELHAR A TUDO TUDO TUDO...

PORTANTO SÃO OS IMPOSTOS EUROPEUS QUE NOS ANDAM A COLONIZAR SUBSTITUINDO O NOSSO POVO...E ATÉ TEMOS UM GRANDE COMBATENTE DO "ÓDIO" A GOVERNAR...

A fraude dos novos valores europeus (II) Esta é a ‘Europa’ de Bruxelas e estes são os seus valores e a sofisticada máquina para proteger estes anti-valores. Diogo Pacheco de Amorim 01 de junho 2026 às 15:40 A ‘Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão’ de 1789 proclama que os homens nascem livres e iguais em direitos; a soberania reside na nação; a lei deve ser igual para todos e, principalmente, que existem direitos naturais anteriores ao Estado, que a liberdade de opinião e expressão é fundamental e que a propriedade é um direito inviolável e sagrado. Esta declaração resume o essencial dos principais velhos valores europeus e assim traduzidos para o século XIX com continuidade até ao terceiro quartel do século XX. Como surgem os ‘novos valores europeus’? Esta expressão não corresponde a uma categoria jurídica formal única da União Europeia, mas antes a uma evolução político-cultural progressiva, numa primeira fase e a uma total distorção e inversão, numa segunda fase, do conceito tradicional de ‘valores europeus’, sobretudo a partir das décadas de 1990 e 2000, no essencial após o fim da guerra fria O artigo 2.º do Tratado da União Europeia fixa formalmente os ‘valores da União’: dignidade humana; liberdade; democracia; igualdade; Estado de direito; direitos humanos; direitos das minorias. Já menos densos do que os de 1789 mas ainda ‘aceitáveis’. Contudo, aquilo a que hoje se chama ‘novos valores europeus’ corresponde a uma expansão interpretativa e ideológica destes valores fixados no TUE. De facto, entre os anos 2000 e 2020, o conceito deixa progressivamente de se limitar ao núcleo liberal-democrático clássico e passa a incorporar: políticas identitárias; multiculturalismo; igualdade de género em sentido expansivo; ideologia de género; políticas LGBTQ+; linguagem inclusiva; políticas climáticas como imperativo moral; inclusão e diversidade como critérios transversais de governação e um conceito cada vez mais amplo de ‘extremismo’, ou seja, a matriz básica da teologia woke transformada no pilar axiológico da visão política ditada pela oligarquia de Bruxelas. Estes não aceitam qualquer outra alternativa política que surja atacando-a como ‘desinformação’ e ‘discurso de ódio’ através do sistema judicial com base na monitorização ideológica das plataformas digitais. Esta mudança não surge de um único tratado, neste caso o Tratado de Lisboa, onde são dados os primeiros passos, mas de vários mecanismos cruzados e cumulativos: jurisprudência do Tribunal de Justiça da União Europeia, decisões da Comissão Europeia e resoluções do Parlamento Europeu; financiamento europeu a ONG e redes ativistas, políticas educativas e culturais, expansão do direito antidiscriminação e múltipla legislação digital recente profundamente limitadora da liberdade de expressão particularmente em períodos eleitorais. É neste contexto que aparecem programas de ‘resiliência democrática’, estruturas de combate à ‘desinformação’ ou os sistemas de ‘trusted flaggers’ (sinalizadores de confiança) traduzidos num corpo legislativo que inclui instrumentos como o Digital Services Act (DSA) e o European Democracy Shield (EDS); O Chat Control e o Protect EU; O European Media Freedom Act (EMFA) e o AI Act. E, ainda, o Euro Digital e a EU Digital Walet. O leitor coloque os nomes destes instrumentos no ChatGPT e pergunte-lhe o que significa cada um deles em particular e todos no seu conjunto e verá a resposta: a mais sofisticada máquina de censura e controle ideológico que possa imaginar em ação. Esta é a ‘Europa’ de Bruxelas e estes são os seus valores e a sofisticada máquina para proteger estes anti-valores. O fim da velha Europa greco-romana e cristã e dos velhos valores europeus dos quais o valor ancilar e central é o da liberdade: liberdade de ser e de parecer, de pensar, de falar e de agir. Porque sem esta fundacional liberdade, a vida perde todo o seu sentido. Vice-presidente da Assembleia da República OS LUSITANOS QUE COLQUEM OS FERREIROS A FAZER FALCATAS.AS REVOLUÇÕES VENCEDORAS QUE ELIMINARÃO TODA A TRAIÇÃO E DESCOLONIZARÃO OS QUE NÃO NOS QUEREM BEM...

Monday, June 1, 2026

VEJAM LÁ SE ESTA "ARTE" NÃO É DAQUELA A RETORNAR PARA ÁFRICA...

CULTURA ‘Varão de roupa usada’ por 80 mil euros abre polémica na cultura Crítico de arte Alexandre Pomar põe em causa o preço das obras incluídas na Coleção de Arte Contemporânea do Estado e atinge uma das mais importantes galerias de arte do país. Ministério da Cultura admite que aceita qualquer valor que lhe proponham. Crítico de arte Alexandre Pomar põe em causa o preço das obras incluídas na Coleção de Arte Contemporânea do Estado e atinge uma das mais importantes galerias de arte do país. Ministério da Cultura admite que aceita qualquer valor que lhe proponham. Bruno Horta 31 de maio 2026 às 08:53 ‘Varão de roupa usada’ por 80 mil euros abre polémica na cultura Sem papas na língua, o jornalista e crítico de arte Alexandre Pomar, filho do falecido artista plástico Júlio Pomar, veio remexer no tabu dos preços da arte contemporânea. «Quem está a roubar?», questionou Pomar no Facebook, dias depois da divulgação do relatório de 2025 da Comissão Para Aquisição de obras destinadas à Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), num total de 58 peças e 780 mil euros. Em vários posts, entre os dias 19 e 21 de maio, o crítico falou em «escândalo» e «caso de polícia». «Obras relevantes ou indigentes, de artistas com notoriedade ou só ‘famosos’, aparecem com números empolados e injustificados». A ainda: «É roubo! Pergunto se o júri aprovou estes preços de compra ou se apenas votou as obras». A principal obra visada foi a instalação The Tea Room, da dupla João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira, adquirida por 79.950 euros. Pomar chamou-lhe «varão de roupa usada», por consistir num conjunto de blusões de cabedal expostos num cabide metálico. Aparentemente, os artistas não foram o alvo direto de Pomar, antes a galeria que os representa e que vendeu a obra: Galeria Cristina Guerra, de Lisboa, considerada uma das mais influentes do país no domínio da arte contemporânea. As críticas têm sido ignoradas. Exceção feita para a historiadora de arte Raquel Henriques da Silva, antiga diretora do Museu do Chiado e do Instituto Português de Museus. Em artigo de opinião no jornal Público, na semana passada, escreveu que a CACE, ao dispor de 800 mil euros anuais para aquisições, «é um serviço escandalosamente privilegiado» em comparação com os museus e monumentos públicos, cujo orçamento para compras é de 680 mil euros a dividir por 34. Acrescentou que a CACE tem uma «atuação carregada de subjetividades». Contactados pelo Nascer do SOL, os dois artistas e a galerista Cristina Guerra não quiseram fazer comentários. Mas é certo que Vale e Ferreira, com mais de duas décadas de carreira, apresentaram uma exposição de relevo no Museu de Serralves entre julho e novembro de 2024, meses antes da venda do «varão», sendo voz corrente que a passagem por um grande museu de arte contemporânea aumenta a cotação de qualquer artista. RELATÓRIOS INCOMPLETOS A CACE responde perante a empresa pública Museus e Monumentos de Portugal, que por sua vez é tutelada pelo Ministério da Cultura.