Sunday, March 7, 2021
E MESMO SEM ESTAR NO FAMOSO CLUBE DO TACHO INTERNACIONALISTA, O "CO" O MAMADOU BAILA BAH MANDA.PEDIU MAIS PRETINHOS E TEVE-OS LOGO...
NO CENTENARIO DO PCP SAI UMA MEDALHA LENINE PARA MAIS UM JORNALISTA DO ESPESSO QUE SÓ LHE FALTA SER EDITADO EM PAPEL DE BÍBLIA...
Entre Deus e o Diabo. A história de André Ventura antes de ser líder do Chega

José Fernandes
Fundamentalista religioso, usou cilício e autoinfligiu-se castigos corporais. A história de André Ventura antes de ser líder do Chega é um manual de como subir na vida
os gabinetes dos políticos costuma haver fotos com líderes e figuras históricas, retratos assinados de Papas e Presidentes em molduras de prata, mas em cima desta secretária nem sequer há uma imagem da família. André Ventura só tem uma foto na mesa, junto ao ecrã do computador, onde aparece ao lado do seu confessor e diretor espiritual, o padre Mário Rui Pedras, pároco de São Nicolau, uma igreja na Baixa lisboeta conhecida pelo conservadorismo — é um dos raros templos onde ainda são celebradas missas em latim — e que no último 1º de Maio apelou a um “sobressalto católico”, numa homilia noticiada por o sacerdote ter dito que é “a ‘geringonça’ que manda neste país” (a propósito da manifestação da CGTP). Este pequeno sinal revela muito sobre o líder do Chega, o primeiro deputado de um partido da direita radical, populista, com retórica exacerbada, racista e xenófoba, que parte da esquerda quer ilegalizar. Em pouco mais de dois anos, colocou-se no centro da discussão, misturou o estilo ofensivo de Trump e Bolsonaro com a escola dos debates desportivos, contribuiu para a quase extinção do CDS e está a baralhar as contas do PSD para o dia em que for preciso formar um Governo. O homem que há quatro anos era conhecido apenas pelos comentários da bola deve à religião aquilo em que se tornou, ou não passaria de mais um indignado taxista da linha de Sintra, a dizer mal de ciganos, de pretos e dos resultados do Benfica.
6 MARÇO 2021 19:28
Saturday, March 6, 2021
O DIABO DO CHEGA DEITA VAPORES DE ENXOFRE POR TODA A "DIREITA" QUE O ANDA A "CERCAR" UI UI UI
05 março 2021
parte da explicação
"Pedro Arroja deixou de acreditar que o fato liberal vista substancialmente melhor no corpo luso do que o fato socialista que tem servido de indumentária nas últimas décadas. É que ambos os trajes foram confecionados por estrangeiros, um por calvinistas e outro por luteranos, e não é fácil que encaixem bem num esqueleto cultural marcadamente católico. Os intelectuais portugueses, caracterizados por Arroja, com alguma graça, como comerciantes de ideologias estrangeiras em segunda mão, deviam era dedicar-se ao estudo da nossa tradição, do nosso espírito comunitário, da nossa sabedoria prática (e respectiva falta de jeito para abstrações), da nossa vivência familiar e do nosso profundo catolicismo - que não deve, de maneira nenhuma, ser confundido com "o ir à missa" pois até o mais convicto dos ateus desta ocidental praia lusitana se encontra, mesmo que não o deseje e não se aperceba, fortemente condicionado pelo catecismo do Vaticano. Dessa forma estariam os intelectuais portugueses aptos a propor soluções ideológicas que não nos ficassem curtas nas mangas ou largas na cintura" (cf. aqui, ênfases meus).
Neste parágrafo do seu recente livro "A blogosfera portuguesa" (cf. aqui), o Sérgio Barreto Costa resume de forma precisa o meu pensamento.
Gostaria agora de acrescentar que, de todos os partidos políticos portugueses, aquele que, no seu programa, melhor se ajusta ao que está dito em cima - isto é, que parte das tradições e do modo de ser português para propor soluções para o país - é o Chega (cf. aqui).
Julgo que está aí parte da explicação para o seu sucesso fulgurante.
A NOSSA AFRICANIZAÇÃO TEM QUE PARAR.E VAMOS LÁ A LEVANTAR TODOS OS APOIOS QUE SAÍRAM DO NOSSA ORÇAMENTO PARA ÁFRICA E O QUE GANHAMOS COM ISSO...
Uma vela para uma cimeira com África e um novo acordo UE-ACP na presidência portuguesa da UE
Se os astros se tivessem conjugado ou se porventura ainda se alinharem, o que é difícil, a presidência portuguesa da União Europeia neste primeiro semestre de 2021 poderá ter um brilho político-diplomático no que respeita ao relacionamento europeu com África.
África, tão perto mas tão longe
POIS POIS Ó JERÓNIMO.RESTA SABER O CONCEITO DE POVO E PÁTRIA...

Jerónimo de Sousa
Cem anos ao serviço do povo e da Pátria
O QUE ENVERGONHA OS NOSSOS ACTUAIS COLONIZADORES E EX-DESCOLONIZADORES DO SALVE-SE QUEM PUDER DEPOIS DO NEM MAIS UM SOLDADO PARA AS COLÓNIAS...
Palavras-droga alucinógenas. A loucura social
Adulterar a relação entre a designação e o conteúdo de palavras-chave é a técnica eficaz de alienação no ensino, comunicação social, partidos políticos, mundo das artes e espetáculos ou redes sociais.
1Colonialismo
Os mais ferozes na condenação do «colonialismo» europeu são os que não tiverem experiência vivencial do fenómeno colonial quando e onde existiu. África elucida. Para os alienados se protegerem baniram da história o olhar dos colonos europeus que viveram efetivamente o fenómeno no tempo e espaço. Como a realidade não se verga, no Ocidente viram-se forçados a banir, por acrescento, as conversas sobre África para escaparem à dolorosa comparação entre as condições de vida das populações colonizadas e as das populações «libertadas» da atualidade. Como a doença da desorientação no tempo e espaço não passa, os alienados instigam o jovem negro nascido e criado em Lisboa ou Paris, tão ignorante da África vivida quanto os ditos, a assumir-se «vítima» da «escravatura», «colonialismo», «fascismo» ou «racismo» bastando que escreva um rap ritmado, com molde importado dos Estados Unidos da América, e possua um cérebro condizente com a alucinada relação com o tempo e espaço impingida na escola ou na comunicação social, meios artísticos, por aí adiante.
5Racismo
Para quem admita a validade atual da palavra, o «racismo» resiste como fenómeno deslocado dos Estados Unidos da América para a Europa. Desde a origem e para sempre, a ancestralidade do outro lado do Atlântico pertence apenas à minoria índia, pelo que brancos e negros estão condenados a disputar entre si filiações legítimas a um espaço territorial que nunca lhes reconhecerá ancestralidade e, por isso, as disputas raciais estarão sempre latentes entre os alienígenas. Europa e África são de outra natureza. Os colonizadores europeus praticaram a discriminação racial num outro tempo histórico e fora do seu espaço territorial ancestral. Com as independências e com o fim dos impérios, as populações negras assenhoraram-se dos seus espaços ancestrais em África. A população branca, por seu lado, viu a legitimidade da sua identidade confinada ao seu espaço originário, a Europa. Logo, o caldo de tensões raciais à americana jamais será reproduzível nas sociedades europeias e africanas onde a legitimidade da maioria racial não é questionável, a não ser por indução artificial de um parto sem gravidez. As minorias brancas em África estão hoje livres dessa alucinação e no antigo bastião do Racismo, a África do Sul, levam, calam e morrem. Na Europa, que garante e garantirá uma inigualável justiça inter-racial, os autoproclamados representantes das minorias negras, pelo contrário, semeiam conflitos raciais, por exemplo em Lisboa ou Londres, supondo-se em Nova Iorque. Por excesso de mimo branco, divertem-se a insultar a dignidade da maioria que os acolhe na sua terra ancestral. Não creio que esses antirracistas esperem milagres da sua alienação, apenas subsídios pagos através de impostos custeados pelos europeus civilizados que insultam.
Sociedade inteligente e palavras-droga alucinógenas são antónimos
O dicionário de palavras-droga alucinógenas poderia ter outras entradas: «capitalismo», «ciências sociais», «comunismo», «discurso de ódio», «eurocentrismo», «extrema-direita», «homofobia», «imperialismo», «islamofobia», «multiculturalismo», «nacionalismo», «neoliberalismo», «populismo», «social-democracia», «socialismo», «xenofobia» e mais umas poucas. A recusa do consumo dessa família de palavras e respetiva pedagogia removeriam os seus fabricantes e traficantes para onde merecem, o hospício da história, e abririam as portas à sociedade inteligente.




