Thursday, February 18, 2021

EIS O PLANO QUINQUENAL DE HABITAÇÃO SOCIAL PARA UMA COLONIZAÇÃO COM DIREITOS E POR MIL ANOS...

 

Portugal destina 1,6 mil milhões de euros para habitação no Plano de Recuperação e Resiliência

Documento para ajudar a relançar a economia nacional, no pós-Covid-19, colocado ontem em consulta pública pelo Governo, depois de conversações com Bruxelas.

Photo by Kinga Cichewicz on Unsplash
Photo by Kinga Cichewicz on Unsplash
Autor:Lusa

Portugal prevê investir 1,6 mil milhões de euros ao nível da habitação, destacando o objetivo de apoiar 26.000 famílias até 2026, segundo o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para aceder a verbas comunitárias pós-crise da covid-19. Entre os investimentos a concretizar no setor da habitação, o Governo refere o 1.º Direito - Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, com 1,2 mil milhões de euros, e a Bolsa Nacional de Alojamento Urgente e Temporário, com 186 milhões de euros.

Segundo o PRR, colocado esta terça-feira (dia 16 de fevereiro de 2021), em consulta pública pelo Governo, o 1.º Direito - Programa de Apoio ao Acesso à Habitação vai “dar resposta a pelo menos 26.000 famílias até 2026”.

No âmbito da Bolsa Nacional de Alojamento Urgente e Temporário, em que o enquadramento legal do Plano de Alojamento Urgente e Temporário deve ser aprovado no 1.º semestre deste ano, está prevista a “criação de 2.130 alojamentos de emergência ou de acolhimento/transição, de natureza mais transversal, e de 800 fogos e sete blocos habitacionais, e Centros de Instalação Temporários e Espaços Equiparados especificamente para as forças de segurança”.

Além dos 1.633 milhões de euros, vai ser utilizada a vertente de empréstimos do Instrumento de Recuperação e Resiliência, no montante de 1.149 milhões de euros, para investir no parque público de habitação a custos acessíveis, com 774 milhões de euros, e no alojamento estudantil a custos acessíveis, com 375 milhões de euros.

No parque público de habitação a custos acessíveis, o investimento previsto permite prever a reabilitação de 75% do património inscrito no inventário do património imobiliário do Estado com aptidão para uso habitacional, orientado para a criação de um parque habitacional público a preços acessíveis, e salvaguardar o investimento na promoção de rendas acessíveis através de programas municipais.

No alojamento estudantil a custos acessíveis, o objetivo é “disponibilizar, até 2026, 15.000 camas em alojamento estudantil/ unidade residencial”.

“Ao nível da habitação pretende-se relançar e reorientar a política de habitação em Portugal, salvaguardando habitação para todos, através do reforço do parque habitacional público e da reabilitação das habitações indignas das famílias de menores rendimentos”, indicou o Governo, reconhecendo que esta área do domínio integrante do Estado Social “foi persistentemente negligenciada” no quadro das políticas sociais em Portugal.

Assumindo a “ausência de respostas públicas claras e substantivas e a existência de falhas de mercado”, o Executivo referiu que as carências habitacionais em Portugal “acumularam-se ao longo de décadas e agudizaram-se sempre em momentos de crise, como sucedeu com a crise financeira internacional ou, agora, com a pandemia covid-19”.

“A necessidade e a urgência em colmatar estas carências são inegáveis em prol de um direito fundamental como é o direito à habitação”, lê-se no PRR.

Entre os principais desafios, o Governo apontou a existência de famílias a viver em habitações indignas e desadequadas, as necessidades urgentes e temporárias de habitação, as necessidades temporárias de fixação de funcionários, agentes e demais servidores do Estado e dos institutos públicos, e a desadequação entre os rendimentos das famílias da classe média e a oferta existente.

Na perspetiva de novas reformas, o PRR prevê a implementação do Plano Nacional de Alojamento Urgente e Temporário, que será criado “para a minimização dos constrangimentos hoje verificados nas respostas imediatas e de cariz temporário”.

“Com a pandemia, tornou-se mais claro que as condições habitacionais são um importante fator de desigualdade social, de vulnerabilidade e de segregação territorial”, sustentou o Governo, admitindo que, na ausência de um parque de habitação social com uma dimensão adequada e de uma resposta estruturada a carências de alojamento urgentes, as medidas excecionais de proteção do direito a permanecer na habitação própria ou arrendada, que foram implementadas nos últimos meses, “não respondem de modo suficiente e sustentado às necessidades identificadas”.

Wednesday, February 17, 2021

TAMBÉM NO PASQUIM PÚBLICO DA SONAE: PRECISAMOS OUTRA VEZ DE UMA PIDE QUE DÊ UNS SAFANÕES A TANTO TRAIDOR E NEM DEIXE ENTRAR OS SEUS AMIGOS...

 A 4 de Junho de 1963, Margarida N. escreveu à PIDE. Estando para casar com o João A., notava que havia na vida do seu noivo “qualquer coisa de obscuro” e pedia informações sobre a sua “situação moral, civil e política”. O episódio sugere que a PIDE fora normalizada pelos portugueses e até utilizada para servir os seus interesses pessoais. Terão sido os portugueses apenas um “povo vítima” da PIDE?

SE DEPORTAREM ESTA FICARIA CONTENTE.LÁ SENTIR-SE-IA COMO PEIXE NA ÁGUA...

 EDITORIAL

A guerra colonial nunca existiu (nem a ditadura)

O esquecimento não é digno de um povo adulto. E 60 anos depois do princípio da guerra, era bom trocarmos umas ideias sobre o assunto.

DEPORTAR O MAMADOU E DE QUEM O APOIAR!E SEGUNDO AS VIAS AFRICANAS DA DESCOLONIZAÇÃO...

 

Quase 15 000 pessoas exigem deportação de ativista Mamadou Ba


AINDA VAMOS VER UMA PONTE AÉREA PARA ÁFRICA...

E ASSIM VAI A SALVAÇÃO DO PLANETA QUE NOS OBRIGA A DISTRIBUIR MUITO PARA UM DIA FICARMOS RICOS.O INDIGENATO BRANCO QUE EMIGRE...

 

Pai do bebé do ano 2020 condenado a prisão por homicídio

Morte a tiro de caçadeira na Quinta do Mocho em 2008 acaba com pena de 13 anos por coautoria.


"O pai sempre disse que ia ser o bebé do ano": Uryyah é o primeiro bebé de 2020

Pesa 3,830 kg e nasceu às 40 semanas e seis dias. Menino junta-se a cinco irmãos.

IDEIAS PARA O MINISTRO DO AMBIENTE QUE NÃO GOSTA DE MOTORES A GASÓLEO.SERÁ PARA ISSO QUE ANDAM A QUERER A "LIVRE CIRCULAÇÃO CPLP"?

 

Ashley Judd says she could have DIED of internal bleeding after shattering her leg in

Ashely Judd claimed she could have died of 'internal bleeding' after a horrific fall in the Democratic Republic of Congo last week. The 52-year-old actress revealed in a new Instagram post from Tuesday that she suffered a 'shattered leg in four places' plus 'nerve damage' that could have also required an amputation. Her update, with stunning photos of her jungle rescue, follows a grueling 55-hour rescue including a lengthy trek through the jungle before she was transferred to an ICU in South Africa.

OS CATALÃES GOSTAM DE SE RENDER SEM COMBATE.NA INVASÃO ISLÂMICA FOI ASSIM.SE MADRID MANDAR A LEGIÃO ESTRANGEIRA A REPÚBLICA RENDE-SE LOGO...

 

Junts avisa: “El 14-F ganó la república catalana. Los independentistas nos pondremos de acuerdo”


SEMPRE FORAM O JINDUNGO NO CU DOS DA PENÍNSULA IBÉRICA TODA...

PS

POR CÁ OS LIBERTADORES DE PAÍSES INDEPENDENTES DA TRETA A MANDO DE MOSCOVO E DE PEQUIM MUITO PATRIOTAS AGORA SÉ SE QUEREM JUNTAR A ESPANHA IMAGINEM...