Maiorca
protesta depois de acusações de estupro contra turistas alemães
Um jovem de 18 anos alega ter sido estuprado em Mallorca por vários turistas da Alemanha. Em resposta ao incidente, centenas de pessoas se reuniram para manifestações na ilha.
Manifestação contra a violência sexual em Maiorca: "Não é não!"
Clara Margais
Segunda, 08.07.2019
Centenas de manifestantes na ilha de férias espanhola protestaram contra a violência sexual após a suposta violação em grupo de um alemão em Maiorca. A mídia local informou que várias organizações de direitos das mulheres haviam convocado manifestações pela Internet.
As manifestações aconteceram na noite de segunda-feira, entre outras coisas, na praça da prefeitura da capital da ilha, Palma, assim como em Manacor e Cala Rajada. Como o jornal maiorquino "Ultima Hora" relatou, os participantes predominantemente femininos, entre outros chamados barulhentos como "Não é não!" e segurou cartazes dizendo "Nós queremos uma vida livre de machismo".
O movimento feminista "Moviment Feminista de Mallorca" anunciou no Facebook que está trabalhando para garantir que as ofensas sexuais sejam processadas e que os perpetradores não saiam ilesos.
De acordo com a agência de notícias dpa, a ação não foi apenas sobre o caso dos alemães, que foram supostamente estuprados por dois compatriotas em Cala Ratjada na semana passada - mas também sobre casos semelhantes que causaram indignação na Espanha no passado.
Por causa da alegada ofensa sexual , dois alemães estão sob fiança sem ordem preventiva. Dois outros alemães, que também foram presos , foram inicialmente libertados pelo tribunal competente no final de semana.
Os suspeitos teriam negado o ato em seus interrogatórios. Embora tivesse chegado ao sexo , mas isso era "consensual", os jornais locais haviam citado as autoridades. Por outro lado, os exames médicos devem ter confirmado que o jovem de 18 anos foi vítima de violência sexual. Uma porta-voz do tribunal disse, segundo o dpa, que o judiciário não vai anunciar mais detalhes durante a investigação.
SE FOSSEM "BANDIDOS" DA EXTREMA-DIREITA UI UI UI
Tuesday, July 9, 2019
UMA GRANDE INTELECTUAL DO MALI ADEPTA DA CULPA DO BRANCO EM TODAS AS CIRCUNSTÂNCIAS.COMO O MAMADOU BAH...
“Europa subcontrata la violencia en África”
Aminata Traoré es un referente en Malí y en toda África. Excandidata a la presidencia de su país, antigua ministra de Cultura, escritora, activista antiglobalización y feminista, denuncia la imposición de la frontera europea en el Sahel y vincula neocolonialismo y migraciones
“Europa se niega a hacerse la pregunta correcta. ¿Por qué tantos jóvenes dan la espalda a un continente tan rico? Es el fracaso del modelo de desarrollo”.
“Nunca pensé que llegaría a ver tumbas y tumbas y más tumbas de nuestros primos y hermanos en las playas del Mediterráneo o en el desierto del Sáhara, olvidados. Cuando impiden a los barcos que no salgan a salvar a gente están diciendo que les dejen morir. Es cínico, inimaginable e inaceptable”, opina indignada.
Para la autora de libros icónicos como L'Etau o L'Afrique humiliée, estas políticas son producto del “fracaso del modelo económico neoliberal impuesto” y del “racismo sistémico” extendido en Europa, que se ensaña con los africanos subsaharianos. Considera que la migración africana es la que causa “mayores problemas” a los Gobiernos europeos, porque el viejo continente “no quiere sociedades mestizas” y, por eso, “obstaculiza el derecho de asilo a las personas negras, incluso cuando sus países están en guerra”, como sucede en Níger, Chad o Malí, según apunta.
A nosotros nadie nos ha preguntado si queremos esta externalización de fronteras
Para Traoré, en definitiva, las primeras imágenes en 2005 de personas migrantes intentando atravesar a Ceuta y Melilla certificaron “el fracaso de la globalización feliz prometida” y ahora el sistema sigue demostrando “que no tiene la vocación de garantizar ni empleo ni recursos a las personas y tampoco pretende respetar el derecho a la movilidad para todo el mundo”, sobre todo en África.
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Escravidão no Mali
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A escravidão no Mali persiste até os dias de hoje, com cerca de 200.000 pessoas mantidas em servidão direta à um senhor. Desde 2006, um movimento chamado Temedt tem ativamente lutado no país contra a persistência da escravidão e a discriminação associada aos ex-escravos. Segundo relatos, durante a Rebelião tuaregue de 2012, ex-escravos foram recapturados por seus antigos senhores.
A escravidão no Mali existia entre diferentes grupos étnicos do Mali Pré-imperial antes da conquista muçulmana. A escravidão aumentou em importância com o tráfico árabe de escravos através do Saara durante a Idade Média. Após o colapso do Império do Mali (ca. 1600), a escravidão foi incrementada e o tráfico escravista tornou-se uma parte essencial da economia dos tuaregues, mandês e fulas, comunidades que se tornariam os principais grupos étnicos do Mali.
SÓ DIGO UMA COISA:QUEM É QUE NOS PERGUNTA SE QUEREMOS SER COLONIZADOS AGORA POR PRETOS?DEPOIS DAQUELA DESCOLONIZAÇÃO EXEMPLAR COM LIMPEZA ÉTNICA DO BRANCO E SEM BENS?E JÁ AGORA SE QUEREMOS CONTINUAR A PAGAR PARA O EX-IMPÉRIO E MAIS ALÉM...
Aminata Traoré es un referente en Malí y en toda África. Excandidata a la presidencia de su país, antigua ministra de Cultura, escritora, activista antiglobalización y feminista, denuncia la imposición de la frontera europea en el Sahel y vincula neocolonialismo y migraciones
“Europa se niega a hacerse la pregunta correcta. ¿Por qué tantos jóvenes dan la espalda a un continente tan rico? Es el fracaso del modelo de desarrollo”.
“Nunca pensé que llegaría a ver tumbas y tumbas y más tumbas de nuestros primos y hermanos en las playas del Mediterráneo o en el desierto del Sáhara, olvidados. Cuando impiden a los barcos que no salgan a salvar a gente están diciendo que les dejen morir. Es cínico, inimaginable e inaceptable”, opina indignada.
Para la autora de libros icónicos como L'Etau o L'Afrique humiliée, estas políticas son producto del “fracaso del modelo económico neoliberal impuesto” y del “racismo sistémico” extendido en Europa, que se ensaña con los africanos subsaharianos. Considera que la migración africana es la que causa “mayores problemas” a los Gobiernos europeos, porque el viejo continente “no quiere sociedades mestizas” y, por eso, “obstaculiza el derecho de asilo a las personas negras, incluso cuando sus países están en guerra”, como sucede en Níger, Chad o Malí, según apunta.
A nosotros nadie nos ha preguntado si queremos esta externalización de fronteras
Para Traoré, en definitiva, las primeras imágenes en 2005 de personas migrantes intentando atravesar a Ceuta y Melilla certificaron “el fracaso de la globalización feliz prometida” y ahora el sistema sigue demostrando “que no tiene la vocación de garantizar ni empleo ni recursos a las personas y tampoco pretende respetar el derecho a la movilidad para todo el mundo”, sobre todo en África.
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Escravidão no Mali
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A escravidão no Mali persiste até os dias de hoje, com cerca de 200.000 pessoas mantidas em servidão direta à um senhor. Desde 2006, um movimento chamado Temedt tem ativamente lutado no país contra a persistência da escravidão e a discriminação associada aos ex-escravos. Segundo relatos, durante a Rebelião tuaregue de 2012, ex-escravos foram recapturados por seus antigos senhores.
A escravidão no Mali existia entre diferentes grupos étnicos do Mali Pré-imperial antes da conquista muçulmana. A escravidão aumentou em importância com o tráfico árabe de escravos através do Saara durante a Idade Média. Após o colapso do Império do Mali (ca. 1600), a escravidão foi incrementada e o tráfico escravista tornou-se uma parte essencial da economia dos tuaregues, mandês e fulas, comunidades que se tornariam os principais grupos étnicos do Mali.
SÓ DIGO UMA COISA:QUEM É QUE NOS PERGUNTA SE QUEREMOS SER COLONIZADOS AGORA POR PRETOS?DEPOIS DAQUELA DESCOLONIZAÇÃO EXEMPLAR COM LIMPEZA ÉTNICA DO BRANCO E SEM BENS?E JÁ AGORA SE QUEREMOS CONTINUAR A PAGAR PARA O EX-IMPÉRIO E MAIS ALÉM...
Monday, July 8, 2019
SE OS MESMOS QUE ESTIVERAM EM MACAU É QUE NOS GOVERNAM E NOS FAZEM INCLUSIVE AJOELHAR PERANTE A CHINA AGORA QUE O SOL DA TERRA ESTÁ EM PEQUIM...
CHINA
Hong Kong, Macau e cultura democrática
Ricardo Pinheiro Alves
8/7/2019, 0:02171
Os portugueses que foram colocados em Macau durante a administração portuguesa trataram em primeiro lugar da sua vidinha. O que deixaram foi uma cultura de subserviência e aproveitamento oportunista.
Os protestos que em Hong Kong se iniciaram há um mês são muito reveladores se pensarmos na herança que britânicos e portugueses deixaram naquela região da Ásia. Em Hong Kong, a possibilidade de extradição de suspeitos para a China levou milhões para as ruas, sabendo que estavam a correr o risco de serem presos e torturados. Esta coragem já tinha sido demonstrada em ocasiões anteriores e revela simplesmente o apego à liberdade e a cultura democrática que os britânicos deixaram naquele território.
As autoridades chinesas, e os seus representantes em Hong Kong e em Macau, irão agora hesitar antes de tentar implementar uma regra semelhante. Irão consegui-lo mais tarde ou mais cedo, não tenhamos ilusões sobre o Comunismo, mas ficaram a saber que a integração de Hong Kong será difícil.
Por isso, também é fácil concluir que irão começar por Macau quando quiserem forçar a integração dos dois territórios. Hoje, respira-se em Macau um clima de total dependência e subjugação face à China.
Não é difícil perceber que se a hipótese de extraditar um suspeito para a China continental tivesse surgido em Macau ninguém protestaria. Esta atitude é reveladora da herança portuguesa em Macau e do contraste face aos britânicos.
Os portugueses que foram colocados em Macau durante a administração portuguesa trataram em primeiro lugar do seu salário melhorado e da sua vidinha, aproveitando para conhecer o Oriente. O que deixaram vincado foi uma cultura de subserviência e de aproveitamento oportunista, e pouca preocupação sobre o destino dos habitantes do território. E este desinteresse é também comprovado pelo silêncio dos pretensos “defensores” dos direitos fundamentais em Portugal.
Passado um mês desde o início dos protestos nem um comentário foi publicado no jornal Público, onde os “justiceiros” são lestos a apontar os dedos aos “Bolsonaros” deste Mundo enquanto “disfarçam” os regimes cubano e venezuelano ou “escondem” a corrupção do Sr. Lula.
Tratando-se de uma ditadura de esquerda, os comentadores de serviço calam-se. O seu silêncio diz mais do que o “barulho” das palavras que habitualmente usam.
Economista. O texto reflecte apenas a opinião do autor
HOJE SÃO GESTORES DE DEPENDÊNCIAS.ATÉ DA DJASS DOS ALEGADOS AFRODESCENDENTES QUE ATÉ NOS QUEREM GOVERNAR...
Hong Kong, Macau e cultura democrática
Ricardo Pinheiro Alves
8/7/2019, 0:02171
Os portugueses que foram colocados em Macau durante a administração portuguesa trataram em primeiro lugar da sua vidinha. O que deixaram foi uma cultura de subserviência e aproveitamento oportunista.
Os protestos que em Hong Kong se iniciaram há um mês são muito reveladores se pensarmos na herança que britânicos e portugueses deixaram naquela região da Ásia. Em Hong Kong, a possibilidade de extradição de suspeitos para a China levou milhões para as ruas, sabendo que estavam a correr o risco de serem presos e torturados. Esta coragem já tinha sido demonstrada em ocasiões anteriores e revela simplesmente o apego à liberdade e a cultura democrática que os britânicos deixaram naquele território.
As autoridades chinesas, e os seus representantes em Hong Kong e em Macau, irão agora hesitar antes de tentar implementar uma regra semelhante. Irão consegui-lo mais tarde ou mais cedo, não tenhamos ilusões sobre o Comunismo, mas ficaram a saber que a integração de Hong Kong será difícil.
Por isso, também é fácil concluir que irão começar por Macau quando quiserem forçar a integração dos dois territórios. Hoje, respira-se em Macau um clima de total dependência e subjugação face à China.
Não é difícil perceber que se a hipótese de extraditar um suspeito para a China continental tivesse surgido em Macau ninguém protestaria. Esta atitude é reveladora da herança portuguesa em Macau e do contraste face aos britânicos.
Os portugueses que foram colocados em Macau durante a administração portuguesa trataram em primeiro lugar do seu salário melhorado e da sua vidinha, aproveitando para conhecer o Oriente. O que deixaram vincado foi uma cultura de subserviência e de aproveitamento oportunista, e pouca preocupação sobre o destino dos habitantes do território. E este desinteresse é também comprovado pelo silêncio dos pretensos “defensores” dos direitos fundamentais em Portugal.
Passado um mês desde o início dos protestos nem um comentário foi publicado no jornal Público, onde os “justiceiros” são lestos a apontar os dedos aos “Bolsonaros” deste Mundo enquanto “disfarçam” os regimes cubano e venezuelano ou “escondem” a corrupção do Sr. Lula.
Tratando-se de uma ditadura de esquerda, os comentadores de serviço calam-se. O seu silêncio diz mais do que o “barulho” das palavras que habitualmente usam.
Economista. O texto reflecte apenas a opinião do autor
HOJE SÃO GESTORES DE DEPENDÊNCIAS.ATÉ DA DJASS DOS ALEGADOS AFRODESCENDENTES QUE ATÉ NOS QUEREM GOVERNAR...
O ZÉ POVINHO ESTÁ-SE CAGANDO PARA O GOVERNO TENDO EM ATENÇÃO A % DE VOTANTES.INTERPRETAM-NO SEMPRE MAL...
Vítor Rainho
Governo tenta salvar casamento com o povo
GOVERNOS QUE TANTO ENTREGAM TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO COM PREJUÍZO DO BRANCO EXPULSO E SEM BENS E AGORA SALVAMENTO A EITO AINDA POR CIMA DE DESILUDIDOS COM AS LIBERTAÇÕES FALHADAS? COM DESPESA POR NOSSA CONTA POR TODO O ANTIGO IMPÉRIO E MAIS ALÉM?PORRA...
OLHA QUE NOVIDADE DETROIT E LISBOA A MESMA LUTA...
Festival cobra mais dinheiro pela entrada a pessoas brancas
Na tabela com o preço dos bilhetes existia o bilhete “POC” (People of Color – pessoas de cor) que custava 10 dólares e o bilhete “NONPOC para pessoas brancas, que tinha o valor de 20 dólares.
Um festival em Detroit, o AfroFuture Fest decidiu cobrar mais 10 dólares a pessoas brancas que quisessem adquirir o bilhete, uma atitude que tem vindo a gerar polémica nas redes sociais.
POR CÁ A MALTA AFRICANA CHEGA DE MÃO À FRENTE E OUTRA ATRÁS E LOGO O ESTADO SOCIAL COMEÇA A INVESTIR.SEGUNDO AS SUAS NECESSIDADES.O BRANCO PAGA.E O FISCO TRATA DELE SE NÃO COLABORAR...
Na tabela com o preço dos bilhetes existia o bilhete “POC” (People of Color – pessoas de cor) que custava 10 dólares e o bilhete “NONPOC para pessoas brancas, que tinha o valor de 20 dólares.
Um festival em Detroit, o AfroFuture Fest decidiu cobrar mais 10 dólares a pessoas brancas que quisessem adquirir o bilhete, uma atitude que tem vindo a gerar polémica nas redes sociais.
POR CÁ A MALTA AFRICANA CHEGA DE MÃO À FRENTE E OUTRA ATRÁS E LOGO O ESTADO SOCIAL COMEÇA A INVESTIR.SEGUNDO AS SUAS NECESSIDADES.O BRANCO PAGA.E O FISCO TRATA DELE SE NÃO COLABORAR...
BEM ME PARECIA QUE DEPOIS DA NACIONALIZAÇÃO NUNCA MAIS O IRIAM APANHAR DE CALÇAS NA MÃO...
Fortuna de Ricardo Salgado ascende a 1200 milhões de euros
CM revela documentos que mostram a fortuna escondida do ex-banqueiro.
E TEM SÓCIOS MUITO "IN" COMO GOSTAM OS ANTIFASSISTAS. DOS ESCURINHOS...
CM revela documentos que mostram a fortuna escondida do ex-banqueiro.
E TEM SÓCIOS MUITO "IN" COMO GOSTAM OS ANTIFASSISTAS. DOS ESCURINHOS...
PORTUGAL NA MÃO DE TRAIDORES E CORRUPTOS.QUE COLOCAM OS VERDADEIROS PORTUGUESES EM ÚLTIMO LUGAR

UNS DESMEMORIADOS QUANDO INTERROGADOS ACERCA DAS SUAS AVENTURAS DAS ROUBALHEIRAS E DAS TRAIÇÕES COLONIZADORAS DEPOIS DAS ENTREGAS,AGORA SÓ GOSTAM DE AFRICANISTAS PRETINHOS...E ALGUNS COM O DINHEIRO DO CONTRIBUINTE TUGA ARRANJADO EM ÁFRICA!
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