ARRENDAMENTO
Perdão de multas a inquilinos de bairros sociais
Em causa está a lei que permite ao senhorio, no âmbito de acordo de regularização de dívida, “reduzir ou dispensar a indemnização prevista”, cujo valor tem de ser “igual a 20% do que for devido”.
ENFIM QUANTO MAIS AFRICANOS IMPORTAREM MAIS RICOS FICAMOS...E MENOS DROGADOS VAI HAVER!
Saturday, June 22, 2019
QUERO VER O MARCELO A TIRAR UMA SELFIE A RIR-SE JUNTO A ESTAS OBRAS DE ARTE...
RICARDO SALGADO
Armazém que escondia centenas de obras de arte de Salgado ficava em Loures
22/6/2019, 10:381.461
O edifício onde Ricardo Salgado escondia a sua coleção de arte era designado de Armazém D, e situava-se no Centro Empresarial Urbanos, em Loures. Era uma caixa forte de 90 metros quadrados.
Já se sabia, desde abril, que Ricardo Salgado tinha um tesouro escondido
RICARDO SALGADO
Era em Loures, na região de Lisboa, num espaço designado por Armazém D que Ricardo Salgado escondia a sua vasta coleção de arte. O espólio tinha 138 obras de arte que passavam por quadros, estatuetas, fotografias e gravuras e esteve ali escondido durante quase cinco anos, revela o Correio da Manhã.
Já se sabia, desde abril, que Ricardo Salgado tinha um tesouro escondido, como a Sábado chegou a noticiar. Durante a investigação ao caso BES, a Polícia Judiciária encontrou documentos que a levaram à descoberta das obras de arte escondidas: o antigo líder do Banco Espírito Santo pagava todos os meses 2.500 euros+IVA à empresa “Transportes Urbanos S.A” para o arrendamento de uma caixa forte climatizada.
O Correio da Manhã revela agora que a caixa forte se situa em Loures. Naquela área de 90 metros, Salgado guardava obras de artistas como Francisco Tropa, Pedro Cabrita Reis, António Poppe, Roy Hammond, Nedko Solakov, Júlia Ventura, Cristina Ataíde, Susana Solano ou Candida Höffer.
O contrato datava de 30 de abril de 2009, escreve o jornal, mas produzia efeitos retroativos a 1 de julho de 2008, e estava assinado pelo próprio Salgado e por dois administradores da Transportes Urbanos. Ali ficava expresso que o banqueiro era o proprietário da coleção de arte e que pretendia guardá-la num local seguro dos perigos de roubo e destruição. Para isso, a empresa dotou o espaço de todas as condições técnicas e de segurança, desde portões e sistemas de deteção de intrusão, incêndio e anti-humidade.
Caso Salgado pretendesse levantar ou depositar obras de artes, avança o CM, tinha de informar a empresa com pelo menos 24 horas de antecedência. Anexado ao documento estava ainda uma listagem de todas as peças e respetivas fotografias, tendo cada obra de arte o seu respetivo seguro.
Mais tarde, em 2015, a coleção terá sido transportada (ao longo de dois dias) do armazém de Loures para Lisboa, para as instalações da Sala Branca — Leilões de Arte, na Avenida Marquês de Tomar. O objetivo era vender a coleção para impedir o seu eventual arresto, como aliás veio a acontecer.
ÀS OFFSHORES É QUE A PJ NÃO VAI METER O BEDELHO.
Armazém que escondia centenas de obras de arte de Salgado ficava em Loures
22/6/2019, 10:381.461
O edifício onde Ricardo Salgado escondia a sua coleção de arte era designado de Armazém D, e situava-se no Centro Empresarial Urbanos, em Loures. Era uma caixa forte de 90 metros quadrados.
Já se sabia, desde abril, que Ricardo Salgado tinha um tesouro escondido
RICARDO SALGADO
Era em Loures, na região de Lisboa, num espaço designado por Armazém D que Ricardo Salgado escondia a sua vasta coleção de arte. O espólio tinha 138 obras de arte que passavam por quadros, estatuetas, fotografias e gravuras e esteve ali escondido durante quase cinco anos, revela o Correio da Manhã.
Já se sabia, desde abril, que Ricardo Salgado tinha um tesouro escondido, como a Sábado chegou a noticiar. Durante a investigação ao caso BES, a Polícia Judiciária encontrou documentos que a levaram à descoberta das obras de arte escondidas: o antigo líder do Banco Espírito Santo pagava todos os meses 2.500 euros+IVA à empresa “Transportes Urbanos S.A” para o arrendamento de uma caixa forte climatizada.
O Correio da Manhã revela agora que a caixa forte se situa em Loures. Naquela área de 90 metros, Salgado guardava obras de artistas como Francisco Tropa, Pedro Cabrita Reis, António Poppe, Roy Hammond, Nedko Solakov, Júlia Ventura, Cristina Ataíde, Susana Solano ou Candida Höffer.
O contrato datava de 30 de abril de 2009, escreve o jornal, mas produzia efeitos retroativos a 1 de julho de 2008, e estava assinado pelo próprio Salgado e por dois administradores da Transportes Urbanos. Ali ficava expresso que o banqueiro era o proprietário da coleção de arte e que pretendia guardá-la num local seguro dos perigos de roubo e destruição. Para isso, a empresa dotou o espaço de todas as condições técnicas e de segurança, desde portões e sistemas de deteção de intrusão, incêndio e anti-humidade.
Caso Salgado pretendesse levantar ou depositar obras de artes, avança o CM, tinha de informar a empresa com pelo menos 24 horas de antecedência. Anexado ao documento estava ainda uma listagem de todas as peças e respetivas fotografias, tendo cada obra de arte o seu respetivo seguro.
Mais tarde, em 2015, a coleção terá sido transportada (ao longo de dois dias) do armazém de Loures para Lisboa, para as instalações da Sala Branca — Leilões de Arte, na Avenida Marquês de Tomar. O objetivo era vender a coleção para impedir o seu eventual arresto, como aliás veio a acontecer.
ÀS OFFSHORES É QUE A PJ NÃO VAI METER O BEDELHO.
LGBT À VISTA MAS PRATICANTES NO ARMÁRIO...
"O arraial agora é um monstro". Direitos LGBT estão cada vez mais à vista de todos
A maior festa da comunidade LGBT regressa neste sábado ao Terreiro do Paço, em Lisboa, 23 anos depois da primeira edição do Arraial Pride no jardim do Príncipe Real. São 12 horas de concertos, uma arruada e atividades para todas as idades
PARECE QUE OS PANELEIROS SÓ RECENTEMENTE VÃO AO IR TOMAR NO CU.NO TEMPO EM QUE O CABO DA GNR AVIAVA UM PANELEIRO FAMOSO ERA COMO SE PODE IMAGINAR UMA REPRESSÃO DO CARAÇAS.OS CUS MORRIAM VIRGENS...
AGORA? ORA ORA COM TANTO BENEFÍCIO NÃO HÁ CHICO ESPERTO QUE NÃO VÁ NA EXPERIMENTAÇÃO E MUITOS NA PRÁTICA.PELO QUE AS MULHERES TÊM QUE IR AO ESFREGAR GRELO COM GRELO... E TODOS TÊM QUE ADOPTAR UMA CRIANÇA ESCURINHA IMPORTADA DIRECTAMENTE DE ÁFRICA!...
A maior festa da comunidade LGBT regressa neste sábado ao Terreiro do Paço, em Lisboa, 23 anos depois da primeira edição do Arraial Pride no jardim do Príncipe Real. São 12 horas de concertos, uma arruada e atividades para todas as idades
PARECE QUE OS PANELEIROS SÓ RECENTEMENTE VÃO AO IR TOMAR NO CU.NO TEMPO EM QUE O CABO DA GNR AVIAVA UM PANELEIRO FAMOSO ERA COMO SE PODE IMAGINAR UMA REPRESSÃO DO CARAÇAS.OS CUS MORRIAM VIRGENS...
AGORA? ORA ORA COM TANTO BENEFÍCIO NÃO HÁ CHICO ESPERTO QUE NÃO VÁ NA EXPERIMENTAÇÃO E MUITOS NA PRÁTICA.PELO QUE AS MULHERES TÊM QUE IR AO ESFREGAR GRELO COM GRELO... E TODOS TÊM QUE ADOPTAR UMA CRIANÇA ESCURINHA IMPORTADA DIRECTAMENTE DE ÁFRICA!...
A LÍNGUA PORTUGUESA ENSINADA NOS PALOP´S COM DINHEIROS PORTUGUESES É NEOCOLONIALISMO.ARRANJEM AS VOSSAS VIAS E DEPRESSA...
"Ensinamos o português nos nossos países como se fosse língua materna, quando não é"
O diretor executivo do Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP) defendeu esta sexta-feira que o ensino do português como língua materna em países com "línguas africanas muito vivas" não é "a melhor" metodologia, antecipando alterações na forma de ensino.
21 Junho 2019 — 17:41
Portugal é o terceiro país mais pacífico do mundo. O Afeganistão é o mais violento
"Depois de observar durante muitos anos alguns sistemas de ensino, algumas metodologias de ensino de língua portuguesa, fiquei com a ideia que a metodologia não é a melhor, porque ensinamos o português nos nossos países como se fosse língua materna, quando não é. Talvez uma abordagem diferente fosse mais produtiva", defendeu Incanha Intumbo.
O diretor executivo do IILP, um organismo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), falava na cidade da Praia, no arranque do segundo dia do IX Encontro de Escritores de Língua Portuguesa, evento organizado pela União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) e pela Câmara Municipal da Praia.
Incanha Intumbo disse ter ficado "muito contente" de ter ouvido, no dia anterior, o primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, dizer que Cabo Verde, que tem o português como língua oficial, vai repensar a sua metodologia de ensino.
"Quando eu puder, recomendarei a alguns países que façam o mesmo, porque notamos que os estudantes passam 12 anos num sistema de ensino num país onde o português é língua oficial, chegam ao 12.º ano e têm dificuldades muito sérias em língua portuguesa. Os mesmos estudantes vão à China e já falam chinês, com muito boa correção, vão à Rússia, a outros países, é claro que depois melhoram", exemplificou o diretor do IILP.
"O que é que está mal? A primeira constatação é que estes estudantes não são burros, embora se diga em português que burro velho não aprende língua'. O problema está no sistema, na metodologia, e é aí que temos que procurar as bases para dizer que isto está mal", prosseguiu o responsável institucional.
Para Incanha Intumbo, um dos problemas de ensino do português está no facto de alguns países continentais terem "línguas africanas muitos vivas", a que os estudantes estão habituados desde crianças, mas, de repente, têm de fazer uma transição para uma língua de índole europeia.
"Por isso mesmo temos que repensar, adaptar e estudar a metodologia adequada para ensinar essa pessoa a língua portuguesa", insistiu o diretor do IILP, que é natural da Guiné-Bissau, pelo que antecipou que "qualquer dia" esse e os outros países também vão mudar a sua metodologia de ensinar a língua de Camões.
Incanha Intumbo garantiu também que o IILP pode colaborar tecnicamente com os países que pretendem mudar a sua metodologia de ensino da língua portuguesa.
Com sede da cidade da Praia, o IILP é um órgão da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e tem por objetivos fundamentais "a promoção, a defesa, enriquecimento e difusão da língua portuguesa como veículo de cultura, educação, informação e acesso ao conhecimento científico, tecnológico e de utilização em fóruns internacionais".
O IX Encontro de Escritores de Língua Portuguesa, que se prolonga até sábado, homenageou na quinta-feira o escritor cabo-verdiano Germano Almeida, Prémio Camões de 2018.
O evento, que conta com a participação de dezenas de escritores e que este ano tem como tema geral a literatura infanto-juvenil, visa contribuir para o diálogo e a aproximação entre os escritores de língua portuguesa dos diferentes continentes.
As anteriores edições do Encontro de Escritores de Língua Portuguesa decorreram na cidade de Natal (Brasil), em Luanda (Angola) e as últimas quatro edição na cidade da Praia (Cabo Verde).
VÁ LÁ QUE NÃO SE QUEIXARAM DA "NOSSA" DESPESA ESTES NACIONALISTAS AFRICANOS.POR MIM ESTEJAM À VONTADE DE PROMOVER AS VOSSAS LÍNGUAS MATERNAS.SEM DEIXAR NENHUMA PARA TRÁS...
OS NOSSOS INTERNACIONALISTAS AGORA SÓ QUEREM O IMPÉRIO DA LÍNGUA.E COMO É POR NOSSA CONTA TEMOS QUE O DERRUBAR CERTO?IMAGINEM SE O MAMADOU BAH NÃO TIVESSE SIDO SUBSIDIADO NA LÍNGUA...O DINHEIRÃO QUE O CONTRIBUINTE NÃO TINHA POUPADO INCLUINDO EM "JUSTIÇA" PARA BONS SELVAGENS...
O diretor executivo do Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP) defendeu esta sexta-feira que o ensino do português como língua materna em países com "línguas africanas muito vivas" não é "a melhor" metodologia, antecipando alterações na forma de ensino.
21 Junho 2019 — 17:41
Portugal é o terceiro país mais pacífico do mundo. O Afeganistão é o mais violento
"Depois de observar durante muitos anos alguns sistemas de ensino, algumas metodologias de ensino de língua portuguesa, fiquei com a ideia que a metodologia não é a melhor, porque ensinamos o português nos nossos países como se fosse língua materna, quando não é. Talvez uma abordagem diferente fosse mais produtiva", defendeu Incanha Intumbo.
O diretor executivo do IILP, um organismo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), falava na cidade da Praia, no arranque do segundo dia do IX Encontro de Escritores de Língua Portuguesa, evento organizado pela União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) e pela Câmara Municipal da Praia.
Incanha Intumbo disse ter ficado "muito contente" de ter ouvido, no dia anterior, o primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, dizer que Cabo Verde, que tem o português como língua oficial, vai repensar a sua metodologia de ensino.
"Quando eu puder, recomendarei a alguns países que façam o mesmo, porque notamos que os estudantes passam 12 anos num sistema de ensino num país onde o português é língua oficial, chegam ao 12.º ano e têm dificuldades muito sérias em língua portuguesa. Os mesmos estudantes vão à China e já falam chinês, com muito boa correção, vão à Rússia, a outros países, é claro que depois melhoram", exemplificou o diretor do IILP.
"O que é que está mal? A primeira constatação é que estes estudantes não são burros, embora se diga em português que burro velho não aprende língua'. O problema está no sistema, na metodologia, e é aí que temos que procurar as bases para dizer que isto está mal", prosseguiu o responsável institucional.
Para Incanha Intumbo, um dos problemas de ensino do português está no facto de alguns países continentais terem "línguas africanas muitos vivas", a que os estudantes estão habituados desde crianças, mas, de repente, têm de fazer uma transição para uma língua de índole europeia.
"Por isso mesmo temos que repensar, adaptar e estudar a metodologia adequada para ensinar essa pessoa a língua portuguesa", insistiu o diretor do IILP, que é natural da Guiné-Bissau, pelo que antecipou que "qualquer dia" esse e os outros países também vão mudar a sua metodologia de ensinar a língua de Camões.
Incanha Intumbo garantiu também que o IILP pode colaborar tecnicamente com os países que pretendem mudar a sua metodologia de ensino da língua portuguesa.
Com sede da cidade da Praia, o IILP é um órgão da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e tem por objetivos fundamentais "a promoção, a defesa, enriquecimento e difusão da língua portuguesa como veículo de cultura, educação, informação e acesso ao conhecimento científico, tecnológico e de utilização em fóruns internacionais".
O IX Encontro de Escritores de Língua Portuguesa, que se prolonga até sábado, homenageou na quinta-feira o escritor cabo-verdiano Germano Almeida, Prémio Camões de 2018.
O evento, que conta com a participação de dezenas de escritores e que este ano tem como tema geral a literatura infanto-juvenil, visa contribuir para o diálogo e a aproximação entre os escritores de língua portuguesa dos diferentes continentes.
As anteriores edições do Encontro de Escritores de Língua Portuguesa decorreram na cidade de Natal (Brasil), em Luanda (Angola) e as últimas quatro edição na cidade da Praia (Cabo Verde).
VÁ LÁ QUE NÃO SE QUEIXARAM DA "NOSSA" DESPESA ESTES NACIONALISTAS AFRICANOS.POR MIM ESTEJAM À VONTADE DE PROMOVER AS VOSSAS LÍNGUAS MATERNAS.SEM DEIXAR NENHUMA PARA TRÁS...
OS NOSSOS INTERNACIONALISTAS AGORA SÓ QUEREM O IMPÉRIO DA LÍNGUA.E COMO É POR NOSSA CONTA TEMOS QUE O DERRUBAR CERTO?IMAGINEM SE O MAMADOU BAH NÃO TIVESSE SIDO SUBSIDIADO NA LÍNGUA...O DINHEIRÃO QUE O CONTRIBUINTE NÃO TINHA POUPADO INCLUINDO EM "JUSTIÇA" PARA BONS SELVAGENS...
VAMOS TER TRUST IN NEWS DURANTE MAIS UNS TEMPINHOS...
Oferta de obrigações da SIC aumenta de €30 milhões para €51 milhões
E CLARO PUBLICIDADE AFRICANIZADORA POR NOSSA CONTA AO ESTILO 9 DE CADA 10 ESTRELAS USAM LUX...
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JULGUEMOS O "PRESIDENTE" DE TODOS OS "PORTUGUESES" DE AQUÉM E ALÉM MAR MAS QUE FALHOU AO VELHINHO DO INCÊNDIO...
21/06/2019
André Ventura
Marcelo devia ser tão julgado como o jovem português que ajuda imigrantes ilegais
Miguel Duarte sabia disto tão bem como eu sei que o auxílio à imigração ilegal e ao trágico de seres humanos é crime, em Portugal, em Itália e em qualquer parte da União Europeia.
É preciso chamar as coisas pelos nomes: o Miguel Duarte não é nenhum S.Francisco de Assis que anda pelo Mediterrâneo a salvar vidas perdidas. Trata-se de apoio à imigração ilegal e ao negócio obscuro e violento do tráfico de seres humanos. Aliás, segundo o Ministério Público italiano (que razões temos para duvidar da magistratura de um dos nossos parceiros europeus?) a ONG com a qual este jovem colabora não só se recusou a aceitar a presença policial nos barcos que resgatam os migrantes, como encetou contactos e diálogo com os traficantes de seres humanos no Mediterrâneo, esse negócio que já é mais rentável que o tráfico de droga na Europa.
Ou queremos ser sérios ou estamos só a produzir chavões para os telejornais do dia seguinte: eu, como líder do Chega, rejeito veementemente tornar este jovem em qualquer espécie de herói ou santo protetor dos refugiados. Trata-se de apoiar uma atividade que, se não for cortada na raiz, está a caminho de provocar um dos maiores desastres sociais, políticos e humanitários na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. E Miguel Duarte sabia disto tão bem como eu sei que o auxílio à imigração ilegal e ao trágico de seres humanos é crime, em Portugal, em Itália e em qualquer parte da União Europeia.
O Presidente da República, que surpreendentemente se tem mantido em silêncio sobre o processo que envolve a queda do Banco Espírito Santo, decidiu colocar a sua alta magistratura ao serviço do politicamente correto e pedir justificações à justiça italiana. Chegou a falar, imagine-se, em dever de auxílio. Marcelo devia ser politicamente julgado por estas palavras rudes, tal como Miguel Duarte será julgado por auxílio à imigração ilegal. Aliás, é por isso que tem a designação de ‘ilegal’. Por ser criminosa. Ilícita! O Presidente da República está-se nas tintas para o direito penal português ou italiano, quer ser reeleito e mais nada, apelando a um certo desconhecimento do fenómeno e ao coração mole dos portugueses. É vergonhoso! Se a ONG em que Miguel Duarte colabora quisesse realmente fazer a diferença estava nos centros de acolhimento de migrantes e refugiados a ajudar com alimentação e apoio jurídico, e não em barcos no Mediterrâneo onde rejeitam a presença das autoridades. Se quisessem verdadeiramente fazer a diferença estavam nos países de origem destes fluxos a denunciar os traficantes de pessoas e a fazer trabalho humanitário.
É mais fácil debitar chavões do género: ‘Quando vejo alguém a morrer não lhe peço o passaporte’. É um populismo doce e fácil. Mas a políticos exige-se mais: exige-se que vão um pouco mais profundo do que a espuma dos dias e assumam o dever de lutar pela segurança e pela dignidade dos europeus. E aceitem de uma vez por todas enfrentar as raízes do problema no Mediterrâneo, em vez de continuarem a encher os bolsos de meia dúzia de famílias na Líbia, na Síria e no Iraque. Às nossas custas, sempre às nossas custas!
Por causa de organizações como aquela em que Miguel Duarte colabora, os traficantes de seres humanos nem sequer têm de fazer um grande esforço para levar os migrantes até à costa italiana: basta ter tudo acertado para os deixar nalguma zona onde serão resgatados e finalmente levados até solo seguro. Já era um negócio criminoso e milionário. Agora torna-se seguro, apelativo e até sexy. Ainda vamos ter no Mediterrâneo algumas barcaças do Bloco de Esquerda a levar as pessoas até aos portos da Sicília ou do Sul de Espanha. É uma questão de tempo.
O que não pode acontecer é o Sr. Presidente da República apresentar-se nesta matéria como se falasse por todos os portugueses! Os contribuintes, os cidadãos de bem estão fartos! O dia do seu julgamento, Sr. Presidente, também chegará!
Podem deixar de lado a retórica da solidariedade que já só serve para as crónicas absurdas da Mariana Mortágua ou do Daniel Oliveira, podem parar de gritar sobre os deveres da humanidade com a insistência quase lunática do Eduardo Barroso, isto é simplesmente um negócio criminoso em que ninguém devia participar. E, se o decidir fazer, deve ser julgado por isso. Não há dinheiro para advogados? Peçam ao Bloco de Esquerda ou ao Livre, afinal eles já fazem quase tudo para que um dia a tragédia de um grande ataque terrorista aconteça mesmo debaixo das nossas barbas.
O TACHO DE PRESIDENTE ONDE ANDA BEM ACOMPANHADO POR INTERNACIONALISTAS FAMOSOS NÃO DÁ PARA IR TRAINDO OS VERDADEIROS PORTUGUESES.ELE O BOM DO GUTERRES E O VITORINO SÃO PONTAS DE LANÇA DA NOSSA AFRICANIZAÇÃO...
André Ventura
Marcelo devia ser tão julgado como o jovem português que ajuda imigrantes ilegais
Miguel Duarte sabia disto tão bem como eu sei que o auxílio à imigração ilegal e ao trágico de seres humanos é crime, em Portugal, em Itália e em qualquer parte da União Europeia.
É preciso chamar as coisas pelos nomes: o Miguel Duarte não é nenhum S.Francisco de Assis que anda pelo Mediterrâneo a salvar vidas perdidas. Trata-se de apoio à imigração ilegal e ao negócio obscuro e violento do tráfico de seres humanos. Aliás, segundo o Ministério Público italiano (que razões temos para duvidar da magistratura de um dos nossos parceiros europeus?) a ONG com a qual este jovem colabora não só se recusou a aceitar a presença policial nos barcos que resgatam os migrantes, como encetou contactos e diálogo com os traficantes de seres humanos no Mediterrâneo, esse negócio que já é mais rentável que o tráfico de droga na Europa.
Ou queremos ser sérios ou estamos só a produzir chavões para os telejornais do dia seguinte: eu, como líder do Chega, rejeito veementemente tornar este jovem em qualquer espécie de herói ou santo protetor dos refugiados. Trata-se de apoiar uma atividade que, se não for cortada na raiz, está a caminho de provocar um dos maiores desastres sociais, políticos e humanitários na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. E Miguel Duarte sabia disto tão bem como eu sei que o auxílio à imigração ilegal e ao trágico de seres humanos é crime, em Portugal, em Itália e em qualquer parte da União Europeia.
O Presidente da República, que surpreendentemente se tem mantido em silêncio sobre o processo que envolve a queda do Banco Espírito Santo, decidiu colocar a sua alta magistratura ao serviço do politicamente correto e pedir justificações à justiça italiana. Chegou a falar, imagine-se, em dever de auxílio. Marcelo devia ser politicamente julgado por estas palavras rudes, tal como Miguel Duarte será julgado por auxílio à imigração ilegal. Aliás, é por isso que tem a designação de ‘ilegal’. Por ser criminosa. Ilícita! O Presidente da República está-se nas tintas para o direito penal português ou italiano, quer ser reeleito e mais nada, apelando a um certo desconhecimento do fenómeno e ao coração mole dos portugueses. É vergonhoso! Se a ONG em que Miguel Duarte colabora quisesse realmente fazer a diferença estava nos centros de acolhimento de migrantes e refugiados a ajudar com alimentação e apoio jurídico, e não em barcos no Mediterrâneo onde rejeitam a presença das autoridades. Se quisessem verdadeiramente fazer a diferença estavam nos países de origem destes fluxos a denunciar os traficantes de pessoas e a fazer trabalho humanitário.
É mais fácil debitar chavões do género: ‘Quando vejo alguém a morrer não lhe peço o passaporte’. É um populismo doce e fácil. Mas a políticos exige-se mais: exige-se que vão um pouco mais profundo do que a espuma dos dias e assumam o dever de lutar pela segurança e pela dignidade dos europeus. E aceitem de uma vez por todas enfrentar as raízes do problema no Mediterrâneo, em vez de continuarem a encher os bolsos de meia dúzia de famílias na Líbia, na Síria e no Iraque. Às nossas custas, sempre às nossas custas!
Por causa de organizações como aquela em que Miguel Duarte colabora, os traficantes de seres humanos nem sequer têm de fazer um grande esforço para levar os migrantes até à costa italiana: basta ter tudo acertado para os deixar nalguma zona onde serão resgatados e finalmente levados até solo seguro. Já era um negócio criminoso e milionário. Agora torna-se seguro, apelativo e até sexy. Ainda vamos ter no Mediterrâneo algumas barcaças do Bloco de Esquerda a levar as pessoas até aos portos da Sicília ou do Sul de Espanha. É uma questão de tempo.
O que não pode acontecer é o Sr. Presidente da República apresentar-se nesta matéria como se falasse por todos os portugueses! Os contribuintes, os cidadãos de bem estão fartos! O dia do seu julgamento, Sr. Presidente, também chegará!
Podem deixar de lado a retórica da solidariedade que já só serve para as crónicas absurdas da Mariana Mortágua ou do Daniel Oliveira, podem parar de gritar sobre os deveres da humanidade com a insistência quase lunática do Eduardo Barroso, isto é simplesmente um negócio criminoso em que ninguém devia participar. E, se o decidir fazer, deve ser julgado por isso. Não há dinheiro para advogados? Peçam ao Bloco de Esquerda ou ao Livre, afinal eles já fazem quase tudo para que um dia a tragédia de um grande ataque terrorista aconteça mesmo debaixo das nossas barbas.
O TACHO DE PRESIDENTE ONDE ANDA BEM ACOMPANHADO POR INTERNACIONALISTAS FAMOSOS NÃO DÁ PARA IR TRAINDO OS VERDADEIROS PORTUGUESES.ELE O BOM DO GUTERRES E O VITORINO SÃO PONTAS DE LANÇA DA NOSSA AFRICANIZAÇÃO...
A RAPAZIADA DO TUDO E DO SEU CONTRÁRIO ESTÁ NO EURO MAS SONHA COM O KWANZA E O METICAL...

MAS POR ENQUANTO TALVEZ COM SAUDADE DO ESCUDO PORTUGUÊS TÊM UM CARINHO ESPECIAL PELO ESCUDO DE CABO VERDE...QUE ALIÁS "GARANTEM" NÃO SEI BEM COM QUE LUCRO E ACIMA DE TUDO VÃO RECEBENDO OS FILHOS DOS ANTIGOS "COMANDANTES" DA GUERRILHA DA GUINÉ DE LÁ DESCOLONIZADOS.NÃO É PARA TODOS ESTA CAPACIDADE DE VIRA CASACA COM O DANO COLATERAL DE QUE AGORA A RAÇA MISTA SÓ É FEITA CÁ DENTRO...E EM IGUALDADES ASSEGURADAS PELOS VASOS COMUNICANTES DO FISCO COM QUEM CHEGUE.SEJA AMIGO OU INIMIGO...
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