OPINIÃO
SÃO JOSÉ ALMEIDA
Chega um partido populista de extrema-direita a Portugal
Ventura aposta em temas e num discurso populista nos exactos termos em que se caracteriza hoje o populismo de extrema-direita.
26 de Janeiro de 2019, 7:31 Partilhar notícia
André Ventura entregou, na quarta-feira, no Tribunal Constitucional 7500 assinaturas para formalizar um novo partido: Chega. Não há razão para o Tribunal Constitucional não legalizar esta formação política. O único impedimento constitucional para a criação de um partido é ele perfilhar o ideário fascista. Tal não transparece do que, até agora, é conhecido dos textos fundadores do Chega
AFINAL SÓ FALTA MESMO QUEBRAR COM ESSA COISA DAS "ORGANIZAÇÕES FASSISTAS" PARA EM COMBATE DE IGUAL PARA IGUAL OS PORTUGUESES ETERNOS MEDROSOS DECIDIREM DO SEU FUTURO.QUE DEIXARAM SER CATASTRÓFICO POR MUITAS DÉCADAS.IMAGINEM QUE AGORA ATÉ OS TRBALHADORES BRANCOS O QUE MAIS ALEGADAMENTE QUEREM É TER UM CAPATAZ ESCURINHO.SE ASSIM NÃO FOSSE NÃO OS ANDAVAM(MAIS O COSTA A QUE OS OUTROS FAZEM AINDA POR CIMA VÉNIAS) A IMPORTAR COMO DE PÃO PARA A BOCA SE TRATASSE.DE NAÇÃO INDEPENDENTE A UM SOBADO COM MONTANHAS DE DEPENDÊNCIAS E A MALTA TODA A FUGIR DE CÁ...
Saturday, January 26, 2019
A INÊS PEDROSA SÓ TEM UM DESGOSTO:NÃO TER NASCIDO ESCURINHA.QUEM A OUÇA E NÃO A VEJA NÃO LHE ENCONTRAVA DIFERENÇA NENHUMA...
Inês Pedrosa: Falar do amor entre professora e aluno, violação, LGBT, tourada...
TEM CONTUDO UMA EXPOSIÇÃO ATABALHOADA E MESMO APARVALHADA...
TEM CONTUDO UMA EXPOSIÇÃO ATABALHOADA E MESMO APARVALHADA...
CLARO QUE OS COMUNISTAS CASEIROS QUE NUNCA RENEGARAM NADA DE NADA DA EX-URSS NUNCA SOUBERAM DE NADA...
El genocidio ucraniano: así exterminó Stalin a cuatro millones de campesinos
FERNANDO PALMERO
224 comentarios
Anne Applebaum, ganadora del Pulitzer en 2004, indaga en 'Hambruna roja' en el tiránico programa diseñado para eliminar al movimiento nacional ucraniano y asesinar a los campesinos que se oponían a la colectivización de tierras agrícolas.
FOI PRECIOSO O SEU APOIO TOTAL COMO A EX-URSS QUERIA DAS ENTREGAS DE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO.E COM LIMPEZA ÉTNICA DOS BRANCOS EM NOME DA "AMIZADE DOS POVOS" +PORQUE A LUTA ERA SÓ CONTRA O FASSISMO.AGORA?ORA ORA É VÊ-LOS A IMPORTAR E NACIONALIZAR OS PRETINHOS TODOS QUE APANHEM NA REDE...MAS ATENÇÃO QUE AGORA É COM DIREITOS.CASA EDUCAÇÃO SAÚDE RSI E OUTRAS MORDOMIAS DO VALENTE "ESTADO SOCIAL" APESAR DO PAÍS ESTAR FALIDO E OS CONTRIBUINTES ARRUINADOS COM TANTO ARRASTO FISCAL...
ATÉ TÊM GOVERNO INTERNACIONALISTA E TUDO...
FERNANDO PALMERO
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Anne Applebaum, ganadora del Pulitzer en 2004, indaga en 'Hambruna roja' en el tiránico programa diseñado para eliminar al movimiento nacional ucraniano y asesinar a los campesinos que se oponían a la colectivización de tierras agrícolas.
FOI PRECIOSO O SEU APOIO TOTAL COMO A EX-URSS QUERIA DAS ENTREGAS DE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO.E COM LIMPEZA ÉTNICA DOS BRANCOS EM NOME DA "AMIZADE DOS POVOS" +PORQUE A LUTA ERA SÓ CONTRA O FASSISMO.AGORA?ORA ORA É VÊ-LOS A IMPORTAR E NACIONALIZAR OS PRETINHOS TODOS QUE APANHEM NA REDE...MAS ATENÇÃO QUE AGORA É COM DIREITOS.CASA EDUCAÇÃO SAÚDE RSI E OUTRAS MORDOMIAS DO VALENTE "ESTADO SOCIAL" APESAR DO PAÍS ESTAR FALIDO E OS CONTRIBUINTES ARRUINADOS COM TANTO ARRASTO FISCAL...
ATÉ TÊM GOVERNO INTERNACIONALISTA E TUDO...
E ESTANDO ASSIM RICO SÓ TEM QUE DIVIDIR AQUILO QUE SERIA PARA OS POBRES CASEIROS...
Portugal tornou-se um dos países mais favoráveis à imigração
DEPOIS?ORA ORA MAIS DEPENDÊNCIAS.AGORA DE PAÍSES LIBERTOS QUE QUEREM VER OS SEUS POBRES BEM TRATADOS...MAS NUNCA NUNCA NUNCA DEVOLVIDOS...
OS ESQUERDISTAS E IDIOTAS ÚTEIS FIZERAM O TUDO E ANDAM A FAZER O SEU CONTRÁRIO...
DEPOIS?ORA ORA MAIS DEPENDÊNCIAS.AGORA DE PAÍSES LIBERTOS QUE QUEREM VER OS SEUS POBRES BEM TRATADOS...MAS NUNCA NUNCA NUNCA DEVOLVIDOS...
OS ESQUERDISTAS E IDIOTAS ÚTEIS FIZERAM O TUDO E ANDAM A FAZER O SEU CONTRÁRIO...
E FOI O CANECO ANTÓNIO COSTA QUE SEMPRE FOI A PONTA DE LANÇA DA NOSSA COLONIZAÇÃO AFRICANA.SEM RECIPROCIDADES EM LADO NENHUM...
RACISMO
Costa ‘caneco’
Gabriel Mithá RibeiroSeguir
26/1/2019, 0:03
27
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António Costa faz parte da pertença racial que os moçambicanos bem conhecem e que designam de forma depreciativa por ‘caneco’. Entre os oriundos do Índico 'monhé' sou eu por ter ascendentes islâmicos.
«Se vires um ‘monhé’ e uma cobra, mata o ‘monhé’ e deixa a cobra”, dizem os meus conterrâneos moçambicanos. Isto não é racismo porque, como já escrevi neste jornal, o racismo deixou de existir. Apenas a psicopandemia que tomou conta da espécie admite o contrário.
Imagine-se uma frágil bola de cristal colocado no topo de uma pirâmide sólida. Se a última se desmoronar, os cacos do cristal nunca mais voltarão a ser a antiga bola, perderão sentido e significado. É o que aconteceu com o racismo. O contexto histórico que o sustentava não existe mais. Desmoronou-se a discriminação racial formalmente instituída nos Estados Unidos da América, o nazismo, a colonização europeia, a guerra fria, o apartheid na África do Sul, entre outros. O racismo estatelou-se e muitos continuam a ter visões de uma bola suspensa no ar, intacta, brilhante, exemplo mais-que-perfeito de uma socio-neurose.
Basta ainda saber que hoje existem milionários de todas as raças e feitios, portanto o substrato socioeconómico do racismo também desapareceu. Além disso, é bem mais fácil um negro ou mestiço do bairro da Jamaica, no Seixal, ou de qualquer outro bairro ver um estado ocidental proteger os seus direitos legais do que um indivíduo branco numa qualquer sociedade da África atual, e por razões bem mais intimidatórias, graves ou violentas. Se alguém acredita que ainda existe muito racismo por resolver é bom que procure fora das sociedades maioritariamente brancas. Terá muito por onde se entreter.
Ver uma sociedade inteira a discutir o racismo a propósito de uma intervenção da polícia, e sobretudo ver gente adulta e responsável propor curas imaginárias para um mal que não existe faz com que a atual sociedade portuguesa não se distinga, na matéria, de um qualquer manicómio. Claro que não me refiro aos que se indignam com o absurdo ou o ridículo da situação. Só falta apelar à intervenção da ONU e da Santa Sé.
Como se não bastasse, há ainda a ladainha da violência policial. Na utopia de vitimização das minorias oprimidas de matriz soviética que parasitou a civilização ocidental por via das esquerdas, a culpa está sempre naqueles que nunca podem desempenhar o papel de vítimas, pela cor de pele e agravada em certos grupos socioprofissionais, com destaque para os polícias. Estes podem ser desrespeitados, desautorizados, agredidos, humilhados, afetados por frustrações, depressões e suicídios, porém ainda lhes sobra espaço para serem sempre culpabilizados. À falta de melhor acusa-se do uso excessivo da força. Até dá a ideia de que lidam com anjos, não com seres humanos que têm sempre os instintos primários à flor da pele.
As mesmas elites académicas, intelectuais, políticas ou artísticas incapazes de domesticar os instintos primários da espécie, civilizando-a, no conforto das instituições que controlam, em especial nas salas de aula onde, por sinal, fizeram proliferar o pior da anomia social (má educação, indisciplina, preguiça ou mesmo violência), numa espécie de ginástica esquizofrénica exigem que, na hora e em situações de risco, os agentes da polícia cumpram o papel romântico de sublimar os instintos primários da espécie investindo a própria pele no amor incondicional ao próximo. E exigem isso justamente no momento em que os instintos selvagens andam à solta no espaço público e as salas de aula pouco ou nada fizeram para domesticá-los ao longo de anos.
Nas escolas, os progressistas que as controlam (antirracistas e demais variantes) nunca permitiram que se fizessem investimentos sérios para promover valores sociais fundamentais como a ordem, o respeito, a família, a autoridade, as hierarquias institucionais. Pelo contrário, a ideologia educativa instiga a toda a hora o justicialismo, a revolta social, a luta social. Depois, exigem a professores e polícias que sejam cordeiros de ideólogos esquerdistas loucos que, em Portugal, ora tomam conta dos governos, ora condicionam-nos sem hesitações num país onde não existe direita.
Não é por acaso que a geração de imigração problemática não é a primeira, mas a segunda e seguintes, justamente aquelas cuja socialização primária passa ser feita nas escolas ocidentais progressistas. O concelho do Seixal onde vivi e trabalhei por muitos anos é um exemplo. Conheço até relativamente bem o percurso étnico da Quinta da Princesa, na Amora, pois vivi mesmo ao lado. As primeiras vítimas dos ideias de vitimização impostos às minorias identitárias nas nossas escolas de mil e uma maneiras (programas, conteúdos, pedagogias, atividades, teatros, palestras, concursos, etc.) são as suas respetivas famílias, depois os seus bairros, agora caminha-se para a fase seguinte. Não é por acaso que o rap – um tipo de abordagem social que nada tem de nobre ou inteligente – é filho da escolarização da minoria negra. Portanto, a nossas salas de aula tornaram-se atentados às mais elementares ideias de civilização.
A cereja no topo do bolo foi a referência do primeiro-ministro, António Costa, à sua cor de pele passando-se para o lado dos oprimidos. Aconteceu no último debate quinzenal no parlamento. Não há paciência para este nível de indigência cívica, mental ou moral.
António Costa faz parte da pertença racial que os moçambicanos bem conhecem e que designam de forma depreciativa por ‘caneco’. Entre os oriundos do Índico para a antiga colónia portuguesa na África Oriental, monhé sou eu por ter ascendentes islâmicos. Há ainda os ‘baneanes’ hindus cujo espírito de seita sempre os levou a irem buscar a noiva à terra de origem, à Índia, tal como os africanos que preferiam uniões matrimonias no seio da própria etnia e, também por isso, os africanos não os viam como modernizadores.
‘Caneco’ é o termo que, em Moçambique, designa os católicos com origem na antiga Índia Portuguesa, tomados como mestiços num contexto esmagadoramente negro, porém puros na sua origem identitária indiana. Constituindo uma minoria étnico-racial não europeia, contudo no tempo colonial o seu estatuto social colocava-os mais próximos dos então brancos de primeira, ambos distintos dos brancos de classe baixa. Os últimos, por seu lado, estariam mais próximos dos negros moçambicanos no quotidiano, enquanto os primeiros, os ‘canecos’, com maior facilidade se posicionavam nos círculos da elite social e administrativa dos brancos de primeira.
O contexto colonial moçambicano permite compreender como um indivíduo da pertença étnica do primeiro-ministro, António Costa, para mais partilhando também a ascendência branca, com facilidade faça parte das elites portuguesas e, com isso, alcance cargos políticos de primeira importância. Em si, o percurso de António Costa nada explica sobre a abertura racial da esquerda branca portuguesa, bem pelo contrário quando se trata de ‘canecos’, como os moçambicanos sabem.
Não é por acaso que a seguir à independência de Moçambique, enquanto uma parte dos ‘canecos’ se integrou e liderou a Frelimo num caminho de rutura fratricida no interior do grupo dos muito portugueses, uma outra parte teve de vir para Portugal. Aqui se transformou na minoria étnica ou racial que não teve problemas de integração social. Mais, que não teve problemas de integração nas elites portuguesas. De todos as minorias étnicas ou raciais, a mais representada nos cargos políticos, académicos ou empresariais de relevo num país como Portugal é a dos ‘canecos’. Para mim, é mais estranho que sejam de esquerda (caviar) do que da direita da direita, como Narana Coissoró. A razão é simples. Foram ocidentalizados desde o século XVI e, em termos de preparação social, técnica ou académica herdada dos seus antepassados europeizados estavam mais do que preparados para serem brancos de primeira onde quer que vivessem.
Portanto, ver o primeiro-ministro, António Costa, insinuar o que quer que seja de vitimização racial está para lá do absurdo.
De resto, quando realizei um trabalho de campo sobre relações raciais nas cidades de Maputo e Matola, entre os anos de 2010 e 2011, quanto mais descia na hierarquia social negra, quanto mais me afastava da cidade de cimento e dos empregos formais melhor remunerados e, em sentido contrário, quanto mais me aproximava da terra batida, dos bairros de alvenaria precária ou de caniço onde vive a esmagadora maioria da população pobre, mais a representação do branco na sociedade negra moçambicana mudava de sentido. Passava de uma tendência desfavorável entre as atuais elites negras (racista) para uma tendência favorável entre a esmagadora maioria negra desfavorecida.
A última tende a representar o branco de hoje como (muito) diferente do branco do tempo colonial (até 1974-1975) com, entre outros, os argumentos de os brancos e brancas da atualidade casarem com negras e negros, criarem postos de trabalho valorizados (mais não seja empregos domésticos), promoverem pensamentos e práticas valorizados (conhecimentos académicos e de senso comum ligados, por exemplo, ao vestuário, hábitos de vida, maneiras de falar, valores, cumprimento do que se promete, entre outros) e por se distanciarem de comportamentos disruptivos. Os últimos, por seu lado, tornavam-se salientes quando os discursos do senso comum negros incidiam nas suas elites negras sobretudo quando associadas a indianos (em particular monhés), ligação com maior frequência relacionada com práticas como a corrupção e a criminalidade.
No caso da minoria indiana no seu conjunto (monhés, canecos ou baneanes), este segmento revelou-se a que mais se aproxima do rótulo de racista entre os negros suburbanos moçambicanos. Se o primeiro-ministro ‘caneco’, António Costa, e a líder branca do CDS-PP, Assunção Cristas, fossem moçambicanos aos olhos dos negros comuns o primeiro teria um fardo racista mais pesado do que a última. Não continue a fazer-nos de parvos, senhor António Costa.
SEMPRE FALEI DO MONHÉ COSTA,É CANECO MAS ESSA COISA DE CATÓLICO AINDA ME FALTA QUE SEJA PROVADO.EM TEMPOS O COSTA NAQUELA COISA DOS CASAMENTOS DE SANTO ANTÓNIO DEIXOU-ME COM MUITAS DÚVIDAS ACERCA DA SUA FÉ.QUE MARXISTA É DE CERTEZA.COMO FOI A DO PAPÁ E DA MAMÃ...
A QUANTIDADE DE JUDEUS, CANECOS E MONHÉS PARA UM PAÍS TÃO PEQUENO É QUE ME DEIXA ALARMADO.COM O INDIGENATO SEMPRE EM ÚLTIMO LUGAR CLARO.MAS A PAGAR TUDO...
Costa ‘caneco’
Gabriel Mithá RibeiroSeguir
26/1/2019, 0:03
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António Costa faz parte da pertença racial que os moçambicanos bem conhecem e que designam de forma depreciativa por ‘caneco’. Entre os oriundos do Índico 'monhé' sou eu por ter ascendentes islâmicos.
«Se vires um ‘monhé’ e uma cobra, mata o ‘monhé’ e deixa a cobra”, dizem os meus conterrâneos moçambicanos. Isto não é racismo porque, como já escrevi neste jornal, o racismo deixou de existir. Apenas a psicopandemia que tomou conta da espécie admite o contrário.
Imagine-se uma frágil bola de cristal colocado no topo de uma pirâmide sólida. Se a última se desmoronar, os cacos do cristal nunca mais voltarão a ser a antiga bola, perderão sentido e significado. É o que aconteceu com o racismo. O contexto histórico que o sustentava não existe mais. Desmoronou-se a discriminação racial formalmente instituída nos Estados Unidos da América, o nazismo, a colonização europeia, a guerra fria, o apartheid na África do Sul, entre outros. O racismo estatelou-se e muitos continuam a ter visões de uma bola suspensa no ar, intacta, brilhante, exemplo mais-que-perfeito de uma socio-neurose.
Basta ainda saber que hoje existem milionários de todas as raças e feitios, portanto o substrato socioeconómico do racismo também desapareceu. Além disso, é bem mais fácil um negro ou mestiço do bairro da Jamaica, no Seixal, ou de qualquer outro bairro ver um estado ocidental proteger os seus direitos legais do que um indivíduo branco numa qualquer sociedade da África atual, e por razões bem mais intimidatórias, graves ou violentas. Se alguém acredita que ainda existe muito racismo por resolver é bom que procure fora das sociedades maioritariamente brancas. Terá muito por onde se entreter.
Ver uma sociedade inteira a discutir o racismo a propósito de uma intervenção da polícia, e sobretudo ver gente adulta e responsável propor curas imaginárias para um mal que não existe faz com que a atual sociedade portuguesa não se distinga, na matéria, de um qualquer manicómio. Claro que não me refiro aos que se indignam com o absurdo ou o ridículo da situação. Só falta apelar à intervenção da ONU e da Santa Sé.
Como se não bastasse, há ainda a ladainha da violência policial. Na utopia de vitimização das minorias oprimidas de matriz soviética que parasitou a civilização ocidental por via das esquerdas, a culpa está sempre naqueles que nunca podem desempenhar o papel de vítimas, pela cor de pele e agravada em certos grupos socioprofissionais, com destaque para os polícias. Estes podem ser desrespeitados, desautorizados, agredidos, humilhados, afetados por frustrações, depressões e suicídios, porém ainda lhes sobra espaço para serem sempre culpabilizados. À falta de melhor acusa-se do uso excessivo da força. Até dá a ideia de que lidam com anjos, não com seres humanos que têm sempre os instintos primários à flor da pele.
As mesmas elites académicas, intelectuais, políticas ou artísticas incapazes de domesticar os instintos primários da espécie, civilizando-a, no conforto das instituições que controlam, em especial nas salas de aula onde, por sinal, fizeram proliferar o pior da anomia social (má educação, indisciplina, preguiça ou mesmo violência), numa espécie de ginástica esquizofrénica exigem que, na hora e em situações de risco, os agentes da polícia cumpram o papel romântico de sublimar os instintos primários da espécie investindo a própria pele no amor incondicional ao próximo. E exigem isso justamente no momento em que os instintos selvagens andam à solta no espaço público e as salas de aula pouco ou nada fizeram para domesticá-los ao longo de anos.
Nas escolas, os progressistas que as controlam (antirracistas e demais variantes) nunca permitiram que se fizessem investimentos sérios para promover valores sociais fundamentais como a ordem, o respeito, a família, a autoridade, as hierarquias institucionais. Pelo contrário, a ideologia educativa instiga a toda a hora o justicialismo, a revolta social, a luta social. Depois, exigem a professores e polícias que sejam cordeiros de ideólogos esquerdistas loucos que, em Portugal, ora tomam conta dos governos, ora condicionam-nos sem hesitações num país onde não existe direita.
Não é por acaso que a geração de imigração problemática não é a primeira, mas a segunda e seguintes, justamente aquelas cuja socialização primária passa ser feita nas escolas ocidentais progressistas. O concelho do Seixal onde vivi e trabalhei por muitos anos é um exemplo. Conheço até relativamente bem o percurso étnico da Quinta da Princesa, na Amora, pois vivi mesmo ao lado. As primeiras vítimas dos ideias de vitimização impostos às minorias identitárias nas nossas escolas de mil e uma maneiras (programas, conteúdos, pedagogias, atividades, teatros, palestras, concursos, etc.) são as suas respetivas famílias, depois os seus bairros, agora caminha-se para a fase seguinte. Não é por acaso que o rap – um tipo de abordagem social que nada tem de nobre ou inteligente – é filho da escolarização da minoria negra. Portanto, a nossas salas de aula tornaram-se atentados às mais elementares ideias de civilização.
A cereja no topo do bolo foi a referência do primeiro-ministro, António Costa, à sua cor de pele passando-se para o lado dos oprimidos. Aconteceu no último debate quinzenal no parlamento. Não há paciência para este nível de indigência cívica, mental ou moral.
António Costa faz parte da pertença racial que os moçambicanos bem conhecem e que designam de forma depreciativa por ‘caneco’. Entre os oriundos do Índico para a antiga colónia portuguesa na África Oriental, monhé sou eu por ter ascendentes islâmicos. Há ainda os ‘baneanes’ hindus cujo espírito de seita sempre os levou a irem buscar a noiva à terra de origem, à Índia, tal como os africanos que preferiam uniões matrimonias no seio da própria etnia e, também por isso, os africanos não os viam como modernizadores.
‘Caneco’ é o termo que, em Moçambique, designa os católicos com origem na antiga Índia Portuguesa, tomados como mestiços num contexto esmagadoramente negro, porém puros na sua origem identitária indiana. Constituindo uma minoria étnico-racial não europeia, contudo no tempo colonial o seu estatuto social colocava-os mais próximos dos então brancos de primeira, ambos distintos dos brancos de classe baixa. Os últimos, por seu lado, estariam mais próximos dos negros moçambicanos no quotidiano, enquanto os primeiros, os ‘canecos’, com maior facilidade se posicionavam nos círculos da elite social e administrativa dos brancos de primeira.
O contexto colonial moçambicano permite compreender como um indivíduo da pertença étnica do primeiro-ministro, António Costa, para mais partilhando também a ascendência branca, com facilidade faça parte das elites portuguesas e, com isso, alcance cargos políticos de primeira importância. Em si, o percurso de António Costa nada explica sobre a abertura racial da esquerda branca portuguesa, bem pelo contrário quando se trata de ‘canecos’, como os moçambicanos sabem.
Não é por acaso que a seguir à independência de Moçambique, enquanto uma parte dos ‘canecos’ se integrou e liderou a Frelimo num caminho de rutura fratricida no interior do grupo dos muito portugueses, uma outra parte teve de vir para Portugal. Aqui se transformou na minoria étnica ou racial que não teve problemas de integração social. Mais, que não teve problemas de integração nas elites portuguesas. De todos as minorias étnicas ou raciais, a mais representada nos cargos políticos, académicos ou empresariais de relevo num país como Portugal é a dos ‘canecos’. Para mim, é mais estranho que sejam de esquerda (caviar) do que da direita da direita, como Narana Coissoró. A razão é simples. Foram ocidentalizados desde o século XVI e, em termos de preparação social, técnica ou académica herdada dos seus antepassados europeizados estavam mais do que preparados para serem brancos de primeira onde quer que vivessem.
Portanto, ver o primeiro-ministro, António Costa, insinuar o que quer que seja de vitimização racial está para lá do absurdo.
De resto, quando realizei um trabalho de campo sobre relações raciais nas cidades de Maputo e Matola, entre os anos de 2010 e 2011, quanto mais descia na hierarquia social negra, quanto mais me afastava da cidade de cimento e dos empregos formais melhor remunerados e, em sentido contrário, quanto mais me aproximava da terra batida, dos bairros de alvenaria precária ou de caniço onde vive a esmagadora maioria da população pobre, mais a representação do branco na sociedade negra moçambicana mudava de sentido. Passava de uma tendência desfavorável entre as atuais elites negras (racista) para uma tendência favorável entre a esmagadora maioria negra desfavorecida.
A última tende a representar o branco de hoje como (muito) diferente do branco do tempo colonial (até 1974-1975) com, entre outros, os argumentos de os brancos e brancas da atualidade casarem com negras e negros, criarem postos de trabalho valorizados (mais não seja empregos domésticos), promoverem pensamentos e práticas valorizados (conhecimentos académicos e de senso comum ligados, por exemplo, ao vestuário, hábitos de vida, maneiras de falar, valores, cumprimento do que se promete, entre outros) e por se distanciarem de comportamentos disruptivos. Os últimos, por seu lado, tornavam-se salientes quando os discursos do senso comum negros incidiam nas suas elites negras sobretudo quando associadas a indianos (em particular monhés), ligação com maior frequência relacionada com práticas como a corrupção e a criminalidade.
No caso da minoria indiana no seu conjunto (monhés, canecos ou baneanes), este segmento revelou-se a que mais se aproxima do rótulo de racista entre os negros suburbanos moçambicanos. Se o primeiro-ministro ‘caneco’, António Costa, e a líder branca do CDS-PP, Assunção Cristas, fossem moçambicanos aos olhos dos negros comuns o primeiro teria um fardo racista mais pesado do que a última. Não continue a fazer-nos de parvos, senhor António Costa.
SEMPRE FALEI DO MONHÉ COSTA,É CANECO MAS ESSA COISA DE CATÓLICO AINDA ME FALTA QUE SEJA PROVADO.EM TEMPOS O COSTA NAQUELA COISA DOS CASAMENTOS DE SANTO ANTÓNIO DEIXOU-ME COM MUITAS DÚVIDAS ACERCA DA SUA FÉ.QUE MARXISTA É DE CERTEZA.COMO FOI A DO PAPÁ E DA MAMÃ...
A QUANTIDADE DE JUDEUS, CANECOS E MONHÉS PARA UM PAÍS TÃO PEQUENO É QUE ME DEIXA ALARMADO.COM O INDIGENATO SEMPRE EM ÚLTIMO LUGAR CLARO.MAS A PAGAR TUDO...
O MAXCELITO DEVERIA DIZER-NOS OS NÚMEROS DE PORTUGUESES BRANCOS EM CABO VERDE E DE PRETOS DE CABO VERDE EM PORTUGAL
Para Marcelo Rebelo de Sousa, “valeu a pena o almoço de hoje [sexta-feira]” com o Presidente de Cabo Verde, “porque mostrou que há uma sintonia, um acordo, um entendimento total em relação àquilo que é a valorização do papel da comunidade cabo-verdiana em Portugal e a valorização da comunidade portuguesa em Cabo Verde”.
E SE AFINAL SÃO OU NÃO NECESSÁRIOS.LÁ E CÁ...E QUANTO É QUE CADA PAÍS PAGA NA SEGURANÇA SOCIAL...
PS
A GUERRILHA FOI IMPORTADA.E A ESCRAVATURA FISCAL DO BRANCO TAMBÉM...
E SE AFINAL SÃO OU NÃO NECESSÁRIOS.LÁ E CÁ...E QUANTO É QUE CADA PAÍS PAGA NA SEGURANÇA SOCIAL...
PS
A GUERRILHA FOI IMPORTADA.E A ESCRAVATURA FISCAL DO BRANCO TAMBÉM...
E NÃO VAI HAVER NENHUM IRRITANTE PORQUE POR CÁ A MALTA ADORA BAIXAR A CUECA...
Angola recusa extraditar agressor do ataque ao Sporting em Alcochete Alano Silva, braço direito de Mustafá na Juve Leo, saiu do país antes da primeira leva de detenções da GNR.
Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/
PS
UM "TERRORISTA" FUGIDO.AGORA SÓ FALTA AO MINISTÉRIO PÚBLICO APLICAR A MESMA TEORIA AOS DESACATOS DOS AFRICANOS QUE TANTA PROPRIEDADE DESTRUÍRAM...ISTO PORQUE NOS ASSALTO COM ARMA OU NAVALHA A CENSURA NEM SEQUER NOS DEIXA SER INFORMADOS.É UM TERRORISMO EM LUME BRANDO...
Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/
PS
UM "TERRORISTA" FUGIDO.AGORA SÓ FALTA AO MINISTÉRIO PÚBLICO APLICAR A MESMA TEORIA AOS DESACATOS DOS AFRICANOS QUE TANTA PROPRIEDADE DESTRUÍRAM...ISTO PORQUE NOS ASSALTO COM ARMA OU NAVALHA A CENSURA NEM SEQUER NOS DEIXA SER INFORMADOS.É UM TERRORISMO EM LUME BRANDO...
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