MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS
Portugal assumiu compromisso nas migrações junto da ONU e irá cumprir palavra
8/12/2018, 9:282.512
Portugal esteve "desde a primeira hora" envolvido nas negociações do pacto global para a migração promovido pela ONU, revê-se no documento e irá "cumprir" a sua palavra, diz MNE.
A DIPLOMACIA "GLOBAL" COM ALUNOS FERVOROSOS DO ARISTIDES DA SOUSA MENDES(AQUELE QUE VENDIA VISTOS) VAI INUNDAR PORTUGAL COM POBRES DO PLANETA QUE TANTO POSTO DE TRABALHO VAI GARANTIR AOS DOUTORADOS COMBATENTES DAS DIFERENÇAS E DESIGUALDADES ENQUANTO O PATRONATO VAI TER MÃO DE OBRA BARATINHA COMPENSADA COM SUBSÍDIOS DO ESTADO SOCIAL QUE IMAGINEM QUEM É QUE ALIMENTA QUEM É?SIM PORQUE A MÁQUINA FISCAL ESTÁ OLEADA E AS PENHORAS ENTRARAM EM BOM RITMO...
Sunday, December 9, 2018
NA EX-URSS PODE NUNCA TER HAVIDO SOCIALISMO MAS O CUNHAL DESCOBRIU O POLIAMOR...
Svetlana Aleksiévich: "En la URSS, no hubo socialismo jamás"
EU BEM TENTO QUE ALGUM INTELECTUAL SE DESVIE DO ESTUDO APROFUNDADO DO SALAZAR PARA DIVERGIR PARA O CUNHAL MAS DEBALDE...
EU QUERIA SABER AQUELES PORMENORES DAS DUAS MANAS BONITINHAS QUE LHE MANDARAM OS CAMARADAS PARA MOSCOVO...
EU BEM TENTO QUE ALGUM INTELECTUAL SE DESVIE DO ESTUDO APROFUNDADO DO SALAZAR PARA DIVERGIR PARA O CUNHAL MAS DEBALDE...
EU QUERIA SABER AQUELES PORMENORES DAS DUAS MANAS BONITINHAS QUE LHE MANDARAM OS CAMARADAS PARA MOSCOVO...
OS FRANCESES BRANCOS RENDIDOS E OS INTERNACIONALISTAS A QUERER MAIS COMBATE ÀS DIFERENÇAS E DESIGUALDADES QUE OS TORNARÁ MAIS ESCRAVOS...
TALVEZ SEJA A OPORTUNIDADE DE RECLAMAR OS CONFISCOS DOS BRANCOS...
Angola pode pedir devolução de arte a Portugal Autoridades angolanas estarão a fazer o levantamento de obras originárias de Angola e que devem voltar ao país.
Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/cultura/detalhe/angola-pode-pedir-devolucao-de-arte-a-portugal?ref=HP_Grupo1
ESTOU A IMAGINAR O "COLONIALISTA" OPRESSOR A DECRETAR: QUEREMOS AS VOSSA BONECAS...
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ESTOU A IMAGINAR O "COLONIALISTA" OPRESSOR A DECRETAR: QUEREMOS AS VOSSA BONECAS...
HÁ ILUMINADOS QUE GANHAM SEMPRE.QUER O "NEGÓCIO" AVANCE OU SEJA ANULADO...
Bragaparques penaliza contas públicas do País Orçamento de 2019 contabiliza 170 milhões de euros para pagar indemnização a empresa.
Ler mais em: https://www.cmjornal.pt/
SÃO GAJOS DEMOCRATAS PAGADORES DE CAMPANHAS VÁRIAS...SEMPRE COM AS COSTAS QUENTINHAS!
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SÃO GAJOS DEMOCRATAS PAGADORES DE CAMPANHAS VÁRIAS...SEMPRE COM AS COSTAS QUENTINHAS!
Saturday, December 8, 2018
OS PROFESSORES TÊM QUE PAGAR ISTO.SIM PORQUE NINGUÉM REFILA POR NÃO TEREM ENTREGUE A "NOSSA" DESPESA...
Professores sem visto retidos em São Tomé
Miguel Rebelo de Sousa inaugurou oficialmente a escola em fevereiro

Trinta e cinco professores contratados colocados na Escola Portuguesa de São Tomé (EPST) - que integra a rede pública nacional de ensino - estão desde setembro a aguardar por visto.
Os docentes entraram no país com vistos de turistas e, a uma semana do fim do primeiro período e com viagens compradas para Portugal, ontem ainda estavam sem passaportes. Governo e direção da escola garantem que todos poderão viajar antes do Natal.
O Ministério da Educação garante que, de acordo com informações recolhidas junto da EPST, "os professores estão a levantar os passaportes e os vistos de trabalho, pelo que nenhum estará impedido de sair de São Tomé durante a interrupção letiva". Mas ao JN a diretora da escola assegura que só "segunda-feira terão os passaportes". Manuela Costeira explica que "a obtenção dos vistos foi tramitada através da embaixada de Portugal e que o processo é sempre moroso".
DOCENTES PAGAM MULTAS
Docentes contactados pelo JN garantiram ontem à tarde não ter recebido qualquer confirmação relativa aos vistos ou passaportes. E manifestaram "sentir-se abandonados" - asseguram que quando concorreram não foram informados que teriam de pagar do seu bolso os custos dos vistos e queixam-se que o advogado contratado pela escola "nunca se reuniu" com eles.
O custo do processo ronda os 200 euros e as multas pelos atrasos no visto cerca de 80. Desde 14 de setembro, quando entregaram os passaportes para regularizar a situação, que andam com uma fotocópia.
Para o presidente do Sindicato de Professores de São Tomé, o problema é que os docentes entraram no país com visto de turistas. Gastão Ferreira garante que a escola lhe terá assegurado estar "a esforçar-se para conseguir todos os vistos" antes do próximo fim de semana, quando muitos têm passagens marcadas.
"Estamos a trabalhar para o Estado português", insurge-se um dos docentes, que não compreende como os vistos não são acautelados antecipadamente.
Desde que a EPST entrou em funcionamento, em 2016, que há problemas com a regularização. Há dois anos, de acordo com os docentes, a escola terá sido multada pelo Estado são-tomense por os professores, contratados e de quadro estarem com vistos turísticos. Em 2017, os professores pagaram os custos decorrentes do processo de regularização e receberam os passaportes antes do fim de novembro. Este ano, os 12 professores de quadro colocados em mobilidade em São Tomé tiveram direito a "passaportes especiais".
O Ministério dos Negócios Estrangeiros explica que os professores contratados não têm direito a "passaportes especiais" por "não integrarem a função pública portuguesa". O MNE garante que a embaixada "tem desenvolvido diversas diligências", mas que a entrega dos certificados de residência "é prerrogativa das autoridades são-tomenses". Quanto às multas, admite que "podem dever-se ao facto de alguns cidadãos terem entrado em São Tomé com propósito de estadia de curta duração". Os docentes garantem que a escola lhes terá dito "para entrarem no país como conseguissem para se apresentarem".
Contratos locais
Os professores são contratados através de concurso local, lançado pela escola. Mas a EPST é tutelada pelo ME e tem financiamento do Orçamento do Estado. O recrutamento é idêntico ao de Portugal, estando os docentes na lista graduada nacional. O tempo de serviço conta para efeitos dos concursos nacionais.
Oferta
A escola leciona do 1.º ao 12.º ano e segue currículo nacional, tendo a EPST aderido ao programa de flexibilidade no ano passado.
Desigualdade laboral
Os professores de quadro têm direito a reembolso de despesas de instalação, habitação, viagens e seguro familiar. Os contratados não têm apoios e contestam essa "desigualdade". Recebem pelo 1.º escalão da carreira, que ronda os 1500 euros ilíquidos.
Conselho de patronos
Em vez de um conselho geral, a EPST tem um conselho de patronos, presidido pelo embaixador português, que é responsável pela atividade da escola como a aprovação do orçamento.
E HÁ MUITAS ESPALHADAS PELO PLANETA...E AINDA FALTA O "INSTITUTO CAMÕES" QUE DISTRIBUI A EITO POR FORA...
Miguel Rebelo de Sousa inaugurou oficialmente a escola em fevereiro

Trinta e cinco professores contratados colocados na Escola Portuguesa de São Tomé (EPST) - que integra a rede pública nacional de ensino - estão desde setembro a aguardar por visto.
Os docentes entraram no país com vistos de turistas e, a uma semana do fim do primeiro período e com viagens compradas para Portugal, ontem ainda estavam sem passaportes. Governo e direção da escola garantem que todos poderão viajar antes do Natal.
O Ministério da Educação garante que, de acordo com informações recolhidas junto da EPST, "os professores estão a levantar os passaportes e os vistos de trabalho, pelo que nenhum estará impedido de sair de São Tomé durante a interrupção letiva". Mas ao JN a diretora da escola assegura que só "segunda-feira terão os passaportes". Manuela Costeira explica que "a obtenção dos vistos foi tramitada através da embaixada de Portugal e que o processo é sempre moroso".
DOCENTES PAGAM MULTAS
Docentes contactados pelo JN garantiram ontem à tarde não ter recebido qualquer confirmação relativa aos vistos ou passaportes. E manifestaram "sentir-se abandonados" - asseguram que quando concorreram não foram informados que teriam de pagar do seu bolso os custos dos vistos e queixam-se que o advogado contratado pela escola "nunca se reuniu" com eles.
O custo do processo ronda os 200 euros e as multas pelos atrasos no visto cerca de 80. Desde 14 de setembro, quando entregaram os passaportes para regularizar a situação, que andam com uma fotocópia.
Para o presidente do Sindicato de Professores de São Tomé, o problema é que os docentes entraram no país com visto de turistas. Gastão Ferreira garante que a escola lhe terá assegurado estar "a esforçar-se para conseguir todos os vistos" antes do próximo fim de semana, quando muitos têm passagens marcadas.
"Estamos a trabalhar para o Estado português", insurge-se um dos docentes, que não compreende como os vistos não são acautelados antecipadamente.
Desde que a EPST entrou em funcionamento, em 2016, que há problemas com a regularização. Há dois anos, de acordo com os docentes, a escola terá sido multada pelo Estado são-tomense por os professores, contratados e de quadro estarem com vistos turísticos. Em 2017, os professores pagaram os custos decorrentes do processo de regularização e receberam os passaportes antes do fim de novembro. Este ano, os 12 professores de quadro colocados em mobilidade em São Tomé tiveram direito a "passaportes especiais".
O Ministério dos Negócios Estrangeiros explica que os professores contratados não têm direito a "passaportes especiais" por "não integrarem a função pública portuguesa". O MNE garante que a embaixada "tem desenvolvido diversas diligências", mas que a entrega dos certificados de residência "é prerrogativa das autoridades são-tomenses". Quanto às multas, admite que "podem dever-se ao facto de alguns cidadãos terem entrado em São Tomé com propósito de estadia de curta duração". Os docentes garantem que a escola lhes terá dito "para entrarem no país como conseguissem para se apresentarem".
Contratos locais
Os professores são contratados através de concurso local, lançado pela escola. Mas a EPST é tutelada pelo ME e tem financiamento do Orçamento do Estado. O recrutamento é idêntico ao de Portugal, estando os docentes na lista graduada nacional. O tempo de serviço conta para efeitos dos concursos nacionais.
Oferta
A escola leciona do 1.º ao 12.º ano e segue currículo nacional, tendo a EPST aderido ao programa de flexibilidade no ano passado.
Desigualdade laboral
Os professores de quadro têm direito a reembolso de despesas de instalação, habitação, viagens e seguro familiar. Os contratados não têm apoios e contestam essa "desigualdade". Recebem pelo 1.º escalão da carreira, que ronda os 1500 euros ilíquidos.
Conselho de patronos
Em vez de um conselho geral, a EPST tem um conselho de patronos, presidido pelo embaixador português, que é responsável pela atividade da escola como a aprovação do orçamento.
E HÁ MUITAS ESPALHADAS PELO PLANETA...E AINDA FALTA O "INSTITUTO CAMÕES" QUE DISTRIBUI A EITO POR FORA...
PELOS VISTOS A GERINGONÇA É CORRUPTA...
ECONOMIA
Corrupção custa a Portugal 18,2 mil milhões por ano
Os custos para Portugal da corrupção cifram-se em 18,2 mil milhões de euros por ano, mais do que o orçamento anual para a Saúde. No conjunto da UE as perdas devido à corrupção ascendem a 904 mil milhões de euros anuais.
Corrupção custa a Portugal 18,2 mil milhões por ano
08 de dezembro de 2018 às 11:30
Os custos para Portugal da corrupção cifram-se em 18,2 mil milhões de euros por ano, o que corresponde a cerca de 7,9% do produto interno bruto (PIB). Os dados constam de um relatório apresentado esta sexta-feira pelo grupo no Parlamento Europeu dos Verdes/Aliança Livre Europeia.
MAS PRONTOS OS CORRUPTOS DIZEM MAL DO SALAZAR...
Corrupção custa a Portugal 18,2 mil milhões por ano
Os custos para Portugal da corrupção cifram-se em 18,2 mil milhões de euros por ano, mais do que o orçamento anual para a Saúde. No conjunto da UE as perdas devido à corrupção ascendem a 904 mil milhões de euros anuais.
Corrupção custa a Portugal 18,2 mil milhões por ano
08 de dezembro de 2018 às 11:30
Os custos para Portugal da corrupção cifram-se em 18,2 mil milhões de euros por ano, o que corresponde a cerca de 7,9% do produto interno bruto (PIB). Os dados constam de um relatório apresentado esta sexta-feira pelo grupo no Parlamento Europeu dos Verdes/Aliança Livre Europeia.
MAS PRONTOS OS CORRUPTOS DIZEM MAL DO SALAZAR...
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