ACHO QUE ANDAM A PERDER QUALIDADES NA "LUTA" PÁ.O VOSSO QUERIDO ZÉ POVINHO ANDA A SER ENGANADO E EXPLORADO POR UMA JUSTIÇA PRIVADA E VOÇÊS NÃO TÊM LÁ UMA COMISSÃO DE UTENTES OU "COLECTIVO" QUE DENUNCIE A SITUAÇÃO?
VAMOS LÁ A REVERTER UMA LEI DO SÓCRATES QUE "ESVAZIOU" O INSTITUTO NACIONAL DE SEGUROS E OFERECEU TUDO ÀS SEGURADORAS ATRAVÉS DO CIMPAS.AINDA NÃO DETECTARAM NADA A CHEIRAR MAL POR AQUELAS BANDAS?NENHUMA EXPLORAÇÃO DO HOMEM PELO HOMEM?PORRA PÁ ANDAM DESATENTOS COM TANTA COLONIZAÇÃO...
Saturday, December 31, 2016
MEMÓRIAS DO COMUNISMO QUE POR CÁ NÃO INTERESSAM A NINGUÉM...
The communist cannibals: Shocking images reveal the depravation suffered by peasants forced to eat HUMANS during the 1920s Russian famine
Photos show how 1920s Russian famine turned peasants into cannibals

Shocking photos from the devastating Russian famine in the early 1920s show a couple selling human body parts as meat at a market (left) and children (right) suffering with severe malnutrition. Lenin ordered the seizure of the food the poor had grown to survive and declared 'let the peasants starve' as part of a pre-planned humanitarian disaster arranged for political reasons. WARNING: Distressing images.
http://www.dailymail.co.uk/news/article-4076244/Distressing-photos-1920s-Russian-famine-turned-hopeless-peasants-cannibals-five-million-people-starved-death.html
O FASSISMO DEVE TER FEITO CERTAMENTE MUITO PIOR...
Photos show how 1920s Russian famine turned peasants into cannibals

Shocking photos from the devastating Russian famine in the early 1920s show a couple selling human body parts as meat at a market (left) and children (right) suffering with severe malnutrition. Lenin ordered the seizure of the food the poor had grown to survive and declared 'let the peasants starve' as part of a pre-planned humanitarian disaster arranged for political reasons. WARNING: Distressing images.
http://www.dailymail.co.uk/news/article-4076244/Distressing-photos-1920s-Russian-famine-turned-hopeless-peasants-cannibals-five-million-people-starved-death.html
O FASSISMO DEVE TER FEITO CERTAMENTE MUITO PIOR...
IMI DE 2012 E SEGUINTES NUMA DE TEMOS QUE RECEBER MENOS PARA OUTROS RECEBEREM MAIS...
IMI. Fisco notifica 60 mil proprietários para pagar imposto relativo a 2012
É PRECISO UM NOVO PLANO QUINQUENAL DE "HABITAÇÃO SOCIAL".COMO SABEM OS IMIGRANTES SÃO POUCO DADOS A IR TOMAR NO CU E PORTANTO MULTIPLICAM-SE MUITO BEM.SÓ PARA NOS ENRIQUECER CLARO.ENTÃO ALGUÉM TEM QUE PAGAR AS CONTAS CERTO?
É PRECISO UM NOVO PLANO QUINQUENAL DE "HABITAÇÃO SOCIAL".COMO SABEM OS IMIGRANTES SÃO POUCO DADOS A IR TOMAR NO CU E PORTANTO MULTIPLICAM-SE MUITO BEM.SÓ PARA NOS ENRIQUECER CLARO.ENTÃO ALGUÉM TEM QUE PAGAR AS CONTAS CERTO?
Ó ANA GOMES METE-TE NESTA PÁ...
BIRMÂNIA
Aung San Suu Kyi sob fogo por "limpeza étnica"
Aung San Suu Kyi recebeu esta semana uma dura carta assinada por outras personalidades galardoadas com o prémio Nobel da paz, que se mostram chocadas com a violência contra a minoria Rohingya.
ENTÃO OS BIRMANOS MALANDROS ANDAM A VIGIAR AS PRAIAS PARA NÃO DEIXAREM DESEMBARCAR MAIS "ROHINGYA"?NÃO SEGUEM OS DIREITOS HUMANOS "EUROPEUS" QUE OS IRIAM BUSCAR ÀS PRAIAS DO BANGLADESH?
PS
E COMO OS REFUGIADOS EM ESPECIAL ISLÂMICOS ENRIQUECEM VAI LÁ BUSCAR MAIS(SIM PORQUE GAJOS DO BANGLADESH JÁ POR AÍ ANDAM...PORQUE MINHA OS AFRICANOS E ASIÁTICOS SÃO POUCA DADOS AO IR TOMAR NO CU.PREFEREM CONAS...
Aung San Suu Kyi sob fogo por "limpeza étnica"
Aung San Suu Kyi recebeu esta semana uma dura carta assinada por outras personalidades galardoadas com o prémio Nobel da paz, que se mostram chocadas com a violência contra a minoria Rohingya.
ENTÃO OS BIRMANOS MALANDROS ANDAM A VIGIAR AS PRAIAS PARA NÃO DEIXAREM DESEMBARCAR MAIS "ROHINGYA"?NÃO SEGUEM OS DIREITOS HUMANOS "EUROPEUS" QUE OS IRIAM BUSCAR ÀS PRAIAS DO BANGLADESH?
PS
E COMO OS REFUGIADOS EM ESPECIAL ISLÂMICOS ENRIQUECEM VAI LÁ BUSCAR MAIS(SIM PORQUE GAJOS DO BANGLADESH JÁ POR AÍ ANDAM...PORQUE MINHA OS AFRICANOS E ASIÁTICOS SÃO POUCA DADOS AO IR TOMAR NO CU.PREFEREM CONAS...
PORTOCARRERO OLHA QUE A TRADIÇÃO AGORA SÓ COMEÇA NO 25...E HÁ QUE SE FAZER PRECISAMENTE O CONTRÁRIO DO QUE ATÉ AÍ SE FAZIA...E ATÉ EM MUITOS CASOS COM OS MESMOS!
COSTUMES E TRADIÇÕES
Natal muçulmano
P. Gonçalo Portocarrero de Almada
31/12/2016, 0:01
É razoável que um dirigente de uma escola estatal de um país laico, Itália, tenha em conta as diversas sensibilidades religiosas, mas não ao ponto de negar a identidade nacional e tradições culturais.
Marco Parma, director do liceu Garofani, em Rozzano, no norte de Itália, com cerca de mil alunos, dos quais só um quinto não professa a religião cristã, decidiu que o tradicional concerto de Natal dever-se-ia designar pela estação do ano em que ocorre, para não ofender os alunos não cristãos, nem as suas famílias.
Obviamente, também excluiu do programa do agora denominado concerto do inverno todas as músicas com alguma conotação religiosa porque, como explicou, “num ambiente multicultural, isto gera problemas”. Numa anterior festa de Natal, em que se cantaram canções alusivas ao nascimento de Jesus Cristo, “as crianças muçulmanas não cantaram. Ficaram lá, totalmente rígidas. Não é bom ver uma criança não cantar ou, pior ainda, ser chamada pelos pais para fora do palco”, acrescentou Marco Parma.
É razoável que um dirigente de uma escola estatal de um país laico, como é a Itália, tenha em atenção as diversas sensibilidades religiosas, mas não ao ponto de negar a identidade nacional, nem as tradições culturais do seu país. É verdade que o Natal é uma solenidade cristã, mas também é uma festa nacional e, por isso, também para os não católicos é feriado. Muitos monumentos de origem e natureza essencialmente religiosa têm também um grande valor cultural e artístico, que ultrapassa as fronteiras do meramente confessional.
É aceitável que uma escola secundária, na Arábia Saudita, encerre à sexta-feira, dia santo para os muçulmanos; ou ao sábado, o dia do Senhor em Israel. É lógico que o dia 25 de Dezembro não seja feriado num país maioritariamente muçulmano ou hindu, e um cristão que viva nesses países não se deve sentir ofendido por isso. Mas também se justifica que um país de tradição e cultura católica, como é a Itália, festeje as principais efemérides cristãs, o que, obviamente, não constitui nenhuma ofensa para os crentes de outras religiões, nem para os ateus ou agnósticos. Aliás, foi neste sentido que o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos entendeu legítima a presença de crucifixos nas salas de aula italianas, contra uma mãe que exigira a sua retirada, por entender que esse símbolo cristão contrariava a laicidade da educação estatal.
Os emigrantes e refugiados devem ser acolhidos com hospitalidade, mas devem ter a boa educação de respeitar as tradições culturais e religiosas dos seus novos países, em nome das quais, por certo, foram acolhidos. Não faria sentido não referir, nas escolas portuguesas, a reconquista da península aos mouros, por respeito aos muçulmanos; ou omitir as invasões dos bárbaros, por deferência com os povos germânicos; ou, não festejar o primeiro de Dezembro, para não desgostar os espanhóis; ou silenciar as invasões francesas, para não ofender os gauleses.
A infeliz atitude deste diretor de uma escola secundária do norte de Itália é paradigmática de um certo complexo de inferioridade, bastante generalizado entre certas pessoas que, para não parecerem nacionalistas, nem serem confundidas com os xenófobos da extrema-direita, renegam a identidade nacional. Não devemos ser colectivamente orgulhosos, nem muito menos desprezar os outros povos, nem muito menos as suas religiões, mas também não nos devemos desculpar por sermos quem somos, nem muito menos demitirmo-nos da nossa identidade histórica e cultural.
Na velha Europa generalizou-se a ideia de que, a bem da integração dos crentes de outras religiões, há que proibir qualquer manifestação pública cristã, no pressuposto de que um símbolo religioso é necessariamente ofensivo para quem não professa essa religião. É curioso que se pense que celebrar o Natal possa ser ofensivo para um quinto dos alunos e suas famílias, quando a supressão dessa celebração afectaria negativamente quatro quintos da população escolar… A verdade, o amor, a misericórdia e o perdão são também, entre outros, princípios essencialmente cristãos: em nome da laicidade da educação, também deveriam ser excluídos das escolas oficiais?!
Marco Parma, ao proibir que o concerto fosse designado como sendo de Natal, foi, na realidade, muito infeliz. Em nome da história e da cultura italiana, com a qual quatro quintos dos seus alunos se identificam, deveria ter defendido a designação tradicional. Também deveria respeitar que os alunos, embora minoritários, de outras crenças se associassem, ou não, a essa festa, mas sem alterar a sua denominação.
Quando o director da escola já não se chamar Marco, nome incrivelmente cristão e altamente provocatório para todos os alunos e famílias não cristãs, mas Yussuf, e o Instituto Garofani for uma madraça, talvez Parma perceba, finalmente, que o Natal, para além de uma celebração religiosa, é também uma afirmação da identidade cultural europeia, uma lição essencial sobre o inestimável valor da vida humana, desde a concepção até à morte natural. Mas, então, talvez já seja tarde de mais para que se dê conta do que é óbvio, ou seja, que uma sociedade é tanto mais livre quanto mais for verdadeiramente cristã.
NADA CONTRA A COLONIZAÇÃO ENRIQUECEDORA COM BASE EM "DESESPERADOS"
Natal muçulmano
P. Gonçalo Portocarrero de Almada
31/12/2016, 0:01
É razoável que um dirigente de uma escola estatal de um país laico, Itália, tenha em conta as diversas sensibilidades religiosas, mas não ao ponto de negar a identidade nacional e tradições culturais.
Marco Parma, director do liceu Garofani, em Rozzano, no norte de Itália, com cerca de mil alunos, dos quais só um quinto não professa a religião cristã, decidiu que o tradicional concerto de Natal dever-se-ia designar pela estação do ano em que ocorre, para não ofender os alunos não cristãos, nem as suas famílias.
Obviamente, também excluiu do programa do agora denominado concerto do inverno todas as músicas com alguma conotação religiosa porque, como explicou, “num ambiente multicultural, isto gera problemas”. Numa anterior festa de Natal, em que se cantaram canções alusivas ao nascimento de Jesus Cristo, “as crianças muçulmanas não cantaram. Ficaram lá, totalmente rígidas. Não é bom ver uma criança não cantar ou, pior ainda, ser chamada pelos pais para fora do palco”, acrescentou Marco Parma.
É razoável que um dirigente de uma escola estatal de um país laico, como é a Itália, tenha em atenção as diversas sensibilidades religiosas, mas não ao ponto de negar a identidade nacional, nem as tradições culturais do seu país. É verdade que o Natal é uma solenidade cristã, mas também é uma festa nacional e, por isso, também para os não católicos é feriado. Muitos monumentos de origem e natureza essencialmente religiosa têm também um grande valor cultural e artístico, que ultrapassa as fronteiras do meramente confessional.
É aceitável que uma escola secundária, na Arábia Saudita, encerre à sexta-feira, dia santo para os muçulmanos; ou ao sábado, o dia do Senhor em Israel. É lógico que o dia 25 de Dezembro não seja feriado num país maioritariamente muçulmano ou hindu, e um cristão que viva nesses países não se deve sentir ofendido por isso. Mas também se justifica que um país de tradição e cultura católica, como é a Itália, festeje as principais efemérides cristãs, o que, obviamente, não constitui nenhuma ofensa para os crentes de outras religiões, nem para os ateus ou agnósticos. Aliás, foi neste sentido que o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos entendeu legítima a presença de crucifixos nas salas de aula italianas, contra uma mãe que exigira a sua retirada, por entender que esse símbolo cristão contrariava a laicidade da educação estatal.
Os emigrantes e refugiados devem ser acolhidos com hospitalidade, mas devem ter a boa educação de respeitar as tradições culturais e religiosas dos seus novos países, em nome das quais, por certo, foram acolhidos. Não faria sentido não referir, nas escolas portuguesas, a reconquista da península aos mouros, por respeito aos muçulmanos; ou omitir as invasões dos bárbaros, por deferência com os povos germânicos; ou, não festejar o primeiro de Dezembro, para não desgostar os espanhóis; ou silenciar as invasões francesas, para não ofender os gauleses.
A infeliz atitude deste diretor de uma escola secundária do norte de Itália é paradigmática de um certo complexo de inferioridade, bastante generalizado entre certas pessoas que, para não parecerem nacionalistas, nem serem confundidas com os xenófobos da extrema-direita, renegam a identidade nacional. Não devemos ser colectivamente orgulhosos, nem muito menos desprezar os outros povos, nem muito menos as suas religiões, mas também não nos devemos desculpar por sermos quem somos, nem muito menos demitirmo-nos da nossa identidade histórica e cultural.
Na velha Europa generalizou-se a ideia de que, a bem da integração dos crentes de outras religiões, há que proibir qualquer manifestação pública cristã, no pressuposto de que um símbolo religioso é necessariamente ofensivo para quem não professa essa religião. É curioso que se pense que celebrar o Natal possa ser ofensivo para um quinto dos alunos e suas famílias, quando a supressão dessa celebração afectaria negativamente quatro quintos da população escolar… A verdade, o amor, a misericórdia e o perdão são também, entre outros, princípios essencialmente cristãos: em nome da laicidade da educação, também deveriam ser excluídos das escolas oficiais?!
Marco Parma, ao proibir que o concerto fosse designado como sendo de Natal, foi, na realidade, muito infeliz. Em nome da história e da cultura italiana, com a qual quatro quintos dos seus alunos se identificam, deveria ter defendido a designação tradicional. Também deveria respeitar que os alunos, embora minoritários, de outras crenças se associassem, ou não, a essa festa, mas sem alterar a sua denominação.
Quando o director da escola já não se chamar Marco, nome incrivelmente cristão e altamente provocatório para todos os alunos e famílias não cristãs, mas Yussuf, e o Instituto Garofani for uma madraça, talvez Parma perceba, finalmente, que o Natal, para além de uma celebração religiosa, é também uma afirmação da identidade cultural europeia, uma lição essencial sobre o inestimável valor da vida humana, desde a concepção até à morte natural. Mas, então, talvez já seja tarde de mais para que se dê conta do que é óbvio, ou seja, que uma sociedade é tanto mais livre quanto mais for verdadeiramente cristã.
NADA CONTRA A COLONIZAÇÃO ENRIQUECEDORA COM BASE EM "DESESPERADOS"
AI DA UNIÃO EUROPEIA SE DEIXAR MOLHAR OS PÉS DOS DESESPERADOS...
Operações no Mediterrâneo não travam traficantes de refugiados

A União Europeia usa navios de guerra contra redes de tráfico que lançam frágeis barcos de borracha no Mediterrâneo. Mas nesses barcos estão só os desesperados. Os traficantes ficam em terra.
~~~~~~~~~~~~~
Medidas excecionais de segurança para a passagem de ano
Reforço policial marca festas de fim de ano do Porto e Lisboa.
ESTAS ANEDOTAS QUE NOS DESGOVERNAM E COLONIZAM E TODOS OS MOTIVOS SÃO BONS E ANCORADOS NOS "DIREITOS HUMANOS" NÃO DIZEM QUE OS VÃO SALVAR LOGO JUNTO DAS PRAIAS DO NORTE DE ÁFRICA.DONDE ERA MUITO FÁCIL VOLTAR LÁ A COLOCÁ-LOS...
MAS PRONTOS AS ESQUERDAS MARXISTAS DEPOIS DE TEREM SEGUIDO À LETRA O MARX, O ENGLS, O LENINE, O MAO E TEREM ENTREGUE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO, MESMO ILHAS ENCONTRADAS DESERTAS, AGORA PARA CONTINUAREM COM EMPREGO VOLTARAM-SE PARA O SALVAMENTO DO PLANETA A EITO.COM RESULTADOS VISÍVEIS DE ENRIQUECIMENTO E SEGURANÇA.SÓ FALTA MESMO O PAPA FRANCISCO COMEÇAR A DIVIDIR AS IGREJAS...
ENTRETANTO O "BRANCO" CONTINUA A SER "DIABO" EM ÁFRICA ONDE NÃO TEM DIREITO A NADA.E AI DELE QUE VÁ CLANDESTINO...
PS
NA ERA PÓS SOCIALISTA É CHIQUE PROIBIR CAMIÕES DE CIRCULAR, TER PATRULHAS ARMADAS NOS AVIÕES, COMBOIOS,ESCOLAS, IGREJAS, ENFIM TER MUITOS "SERVIÇOS SECRETOS" (1) E UMA SEGURANÇA SOCIAL "FORTE" PARA DIVIDIR COM ABUNDÂNCIA E DE PREFERÊNCIA COM DISCRIMINAÇÃO POSITIVA.TUDO POR CONTA DO BRANCO QUE DEVE DESAPARECER NA RAÇA MISTA...
(1)
TÃO IMPORTANTES QUE ATÉ A MAÇONARIA JÁ ANDA NO RAMO...

A União Europeia usa navios de guerra contra redes de tráfico que lançam frágeis barcos de borracha no Mediterrâneo. Mas nesses barcos estão só os desesperados. Os traficantes ficam em terra.
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Medidas excecionais de segurança para a passagem de ano
Reforço policial marca festas de fim de ano do Porto e Lisboa.
ESTAS ANEDOTAS QUE NOS DESGOVERNAM E COLONIZAM E TODOS OS MOTIVOS SÃO BONS E ANCORADOS NOS "DIREITOS HUMANOS" NÃO DIZEM QUE OS VÃO SALVAR LOGO JUNTO DAS PRAIAS DO NORTE DE ÁFRICA.DONDE ERA MUITO FÁCIL VOLTAR LÁ A COLOCÁ-LOS...
MAS PRONTOS AS ESQUERDAS MARXISTAS DEPOIS DE TEREM SEGUIDO À LETRA O MARX, O ENGLS, O LENINE, O MAO E TEREM ENTREGUE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO, MESMO ILHAS ENCONTRADAS DESERTAS, AGORA PARA CONTINUAREM COM EMPREGO VOLTARAM-SE PARA O SALVAMENTO DO PLANETA A EITO.COM RESULTADOS VISÍVEIS DE ENRIQUECIMENTO E SEGURANÇA.SÓ FALTA MESMO O PAPA FRANCISCO COMEÇAR A DIVIDIR AS IGREJAS...
ENTRETANTO O "BRANCO" CONTINUA A SER "DIABO" EM ÁFRICA ONDE NÃO TEM DIREITO A NADA.E AI DELE QUE VÁ CLANDESTINO...
PS
NA ERA PÓS SOCIALISTA É CHIQUE PROIBIR CAMIÕES DE CIRCULAR, TER PATRULHAS ARMADAS NOS AVIÕES, COMBOIOS,ESCOLAS, IGREJAS, ENFIM TER MUITOS "SERVIÇOS SECRETOS" (1) E UMA SEGURANÇA SOCIAL "FORTE" PARA DIVIDIR COM ABUNDÂNCIA E DE PREFERÊNCIA COM DISCRIMINAÇÃO POSITIVA.TUDO POR CONTA DO BRANCO QUE DEVE DESAPARECER NA RAÇA MISTA...
(1)
TÃO IMPORTANTES QUE ATÉ A MAÇONARIA JÁ ANDA NO RAMO...
Friday, December 30, 2016
Ó BAGÃO FELIX PÁ JÁ UM CIMPAS PARA VENCIMENTOS DOS JOGADORES E TREINADORES DE FUTEBOL
29 de Dezembro de 2016, 08:06
Por António Bagão Félix
3. O lado perigoso: em tempos de sérias dificuldades (embora amortecidas pela ilusão de que agora tudo vai na melhor), continua a ser dificilmente compreensível a atmosfera de “abundância” que, impassivelmente, se continua a respirar no mundo do futebol. Lá fora e – mais surpreendentemente – cá dentro.
Houvesse “rating” para os nossos principais clubes e, por certo, ver-se-iam “gregos” na escala das letrinhas que, implacavelmente, as agências de notação lhes assinalariam.
A facilidade com que se fala de milhões para cá, milhões para lá no futebol, é uma forma perversa de separar este mundo à parte da realidade, às vezes penosa, da vida dos portugueses.
Estou consciente de que o que agora e aqui escrevo não é aquilo que o “povão da bola” gosta de ler ou ouvir. Quer sempre mais, na indiferença de saber quem vai pagar a factura (mais tarde ou mais cedo e inexoravelmente, o mesmo povão).
Sei que sempre foi assim. O que não compreendo é que este “sempre ter sido assim” se agrave num momento de fragmentação ética, de acentuada contingência económica e de difícil situação social. Alguém que nada conhecesse de Portugal, e só olhasse para as primeiras páginas, diria que Portugal era um verdadeiro oásis no meio do deserto da penúria.
OS RATINGS MELHORAVAM NUM INSTANTE.OU RECEBIAM ZERO OU METADE EM SINAL DE BOA VONTADE...E SE REFILASSEM ERAM EXPULSOS DO PAÍS!
QUERO AS ESTATÍSTICAS "TRANSPARENTES" DO CIMPAS COM OS GOLOS METIDOS POR CADA UM DOS LADOS:O RECLAMANTE QUE GANHOU A 100%, O RECLAMANTE QUE EMPATOU OU FOI EMPATADO E O QUE PERDEU 100% E QUE TENHA JUIZINHO SENÃO...
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