Saturday, August 22, 2015

A COLONIZAÇÃO DE PORTUGAL E POR NOSSA CONTA ANDA A DAR SALTOS EM FRENTE...

Bairros de pólvora

Sónia Graça Sónia Graça | 22/08/2015 18:20 2809 Visitas

Álvaro Isidoro/Global Images
Bairros de pólvora


Emboscadas, agressões e apedrejamentos constantes. Incidentes deste tipo fazem parte da rotina da PSP em vários bairros sociais da Grande Lisboa, alguns de génese ilegal. Actualmente, apurou o SOL, são cerca de 25 as chamadas zonas urbanas sensíveis identificadas na capital - por outras palavras, territórios dominados por fenómenos como o tráfico de droga, com uma arquitectura muitas vezes sinuosa e obscura, desordens frequentes e gangues de jovens desavindos com a lei que cresceram a odiar a Polícia.

Nunca circular a pé ou com menos de um carro-patrulha à noite ou avisar a central rádio, aguardando uma autorização superior antes de entrar, são exemplos de protocolos a seguir à risca quando se trata de bairros como a Cova da Moura, no concelho da Amadora - onde quarta-feira a Polícia fez mais uma operação de combate ao tráfico, por venda directa de heroína e cocaína ao consumidor, que levou à detenção de 10 moradores.

No início deste ano, o bairro já tinha sido notícia devido a confrontos violentos entre polícias e um grupo de moradores que envolveram tiros de shotgun.

Cova da Moura: O maior pólo de tráfico da Grande Lisboa

Com cerca de 18 hectares e mais de quatro mil moradores, a maioria de origem africana, este bairro ilegal com vista para o IC19 continua a ser um problema para a Polícia. Considerado actualmente o maior pólo de tráfico de droga da Grande Lisboa, aqui acorrem pessoas de todo o país, incluindo de classe média-alta e famosos, para se abastecerem.

“Há líderes informais que controlam o negócio e obrigam os moradores a colaborar, guardando droga ou armas em casa, ou silenciando o que vêem”, explica fonte policial, sublinhando que há quem alugue parcelas da casa a traficantes por mil euros por dia.

É com frequência que a Polícia detecta carros roubados estacionados no interior ou nas imediações do bairro. E também jovens delinquentes que praticamente todos os dias fazem roubos por esticão ali à volta. Depois, como pano de fundo, há os desacatos sistemáticos entre moradores - festas com gente e álcool a mais, que acabam em desentendimentos - e acertos de contas com gente de fora do bairro.

É neste cenário que a Polícia é muitas vezes chamada a intervir. Nessa altura torna-se o alvo, sendo hostilizada por quem não deseja a sua presença. Praticamente todas as semanas há carros-patrulha apedrejados e registos de agentes agredidos em média todos os meses. As emboscadas também já se tornaram um clássico num bairro vigiado por ‘sentinelas’ colocados em locais estratégicos: na sequência de chamadas falsas, os agentes entram no bairro e vêem-se de repente encurralados e atacados com pedras, garrafas e por vezes tiros, como já aconteceu, projectados muitas vezes por moradores posicionados nos telhados.

Uma das últimas cenas aconteceu certa noite no final do ano passado. A Polícia foi então chamada por causa de um caixote do lixo que estaria a arder no bairro, mas quando chegou desfez-se o equívoco: os dois carros foram logo apedrejados e os agentes tiveram de recuar e pedir reforços.

É por estas razões que não há actualmente patrulhamento apeado nas ruas do bairro - ao contrário do que acontecia há uns anos - e mesmo circular com um só carro é arriscado: no mínimo, vão dois, apoiados sempre que possível por uma equipa de intervenção rápida. À noite, só vão - nunca menos de três viaturas - se houver ocorrências que o justifiquem e, dependendo da gravidade, a intervenção pode ser bem mais musculada, incluindo com blindados.

“Tenho medo, porque nunca sei como nem se vou sair”, confessa ao SOL um agente que trabalha na divisão da Amadora, onde reina actualmente um clima de desânimo e indignação por causa de uma recente decisão da tutela de punir disciplinarmente nove polícias, três dos quais já suspensos, por uso excessivo da força durante confrontos ocorridos em Fevereiro deste ano que causaram ferimentos graves em pelo menos seis moradores do bairro. Após estes incidentes, foi dada uma ordem clara: não entrar sem autorização superior.

6 de Maio: o bairro onde não entram carros-patrulha

A cerca de dois quilómetros da Cova da Moura, o bairro 6 de Maio, também de génese ilegal, começou a ser demolido há cerca de um ano e meio mas a Polícia ainda enfrenta vários problemas que marcaram uma relação desde sempre conflituosa com a população.

Num labirinto de becos e ruas de tal modo estreitas que não permitem a circulação de carros - em algumas só se consegue andar de lado -, a Polícia não arrisca incursões à noite a menos que seja chamada e, nesse caso, vai prevenida, com nunca menos de dois carros-patrulha apoiados por uma carrinha. E, mesmo assim, “há colegas que têm de ficar sempre à entrada, a proteger os carros, enquanto os outros entram”, conta um agente que costuma patrulhar o bairro, admitindo que os apedrejamentos repetem-se em média a cada duas semanas.

A Polícia tem feito um esforço de aproximação - recentemente houve até um jogo amigável entre agentes e jovens deste e de outros bairros do concelho - e durante o dia, sobretudo de manhã, há até equipas que circulam a pé, mas os problemas de fundo mantêm-se.

À semelhança da vizinha Cova da Moura, o tráfico de droga, com venda directa ao público durante toda a noite, é o principal flagelo deste bairro. Ciente disso, a Polícia faz com alguma regularidade operações e rusgas. Ainda em Novembro passado, o bairro foi cercado por mais de 200 polícias numa mega-operação de combate ao tráfico de droga que levou à detenção de cinco pessoas.

Isto pode explicar em grande medida tanta hostilidade. “A nossa presença prejudica o negócio”, explica fonte policial. Muitas retaliações acontecem quando alguns moradores, vistos a traficar, são abordados e levados para a esquadra, reagindo com violência, tal como alguns vizinhos, que, como forma de protesto, desatam a apedrejar carros policiais e civis que passam nas imediações do bairro - como sucedeu há cerca de dois meses, após uma peração de rotina. Roubos por esticão, carjacking e assaltos a taxistas são, de resto, comuns nas imediações deste bairro onde vivem cerca de 2.500 moradores (a maioria de ascendência africana).

Quinta do Mocho: 2ª geração perdida para o crime

Durante anos o autocarro da Rodoviária deixou de passar nas ruas da Quinta do Mocho - os assaltos a passageiros e a motoristas eram frequentes - e só este ano retomou o percurso no interior deste bairro de Sacavém (Loures), com cerca de 2.800 moradores, a maioria de origem africana.

Embora mais apaziguado desde o último ano, este bairro tem ainda problemas latentes devido sobretudo a uma segunda geração que cedo se perdeu para o mundo do crime, seguindo muitas vezes o exemplo dos mais velhos. Recorde-se que o pai do jogador do Sporting Carlos Mané, nascido no bairro, foi acusado de comandar uma rede de tráfico internacional ali sediada e está em fuga à Justiça há mais de um ano.

“É uma zona de muita ‘exportação’ de criminalidade, com jovens envolvidos em assaltos por todo o país”, explica fonte policial. Sintoma disso são os carros roubados que a Polícia identifica com frequência por ali. E depois há, noutra dimensão, o tráfico de droga: pessoas que abastecem a venda directa, estando identificadas várias ‘casas de recuo’ (depósitos de droga).

Com festas que redundam muitas vezes em desacatos e esfaqueamentos, as aparições da Polícia no bairro costumam acender os ânimos e muitos agentes acabam feridos no meio da confusão. Os apedrejamentos também são uma realidade e acontecem geralmente quando há intervenções mais musculadas.

No ano passado, um episódio voltou a manchar a fama de um bairro que é actualmente a maior galeria de arte urbana da Europa, com cerca de três dezenas de murais gigantes pintados nos prédios: dois jovens foram baleados por um carro em andamento, um dos quais morreu. Na mesma altura, um polícia em serviço remunerado num estabelecimento comercial próximo do bairro por milímetros não foi atingido por um tiro disparado de dentro do bairro na sua direcção.

Blindados cercam bairros

Foram comprados há cinco anos, por altura da Cimeira da NATO que se realizou em Lisboa, e desde então têm sido usados com alguma frequência em bairros dos concelhos da Amadora e também de Loures (Quinta da Fonte). Nunca, é certo, debaixo de fogo, mas sim em operações e rusgas mais complexas. “Funciona essencialmente como meio de prevenção, caso seja necessário recuar e avançar em caso de disparos. E também é uma demonstração de força”, explicou ao SOL fonte policial.

Só este ano, os veículos - que custaram mais de um milhão de euros, negócio que causou muita polémica na altura - já foram mobilizados duas vezes, para uma operação na Cova da Moura e outra no 6 de Maio. Há, no entanto, quem critique o facto de nunca terem saído de Lisboa, ao contrário da pretensão inicial de deslocar um para o Porto: até hoje, os blindados só estiveram na Invicta para cerimónias, treinos e demonstrações oficiais.

A INVASÃO DA EUROPA POR TRÊS EIXOS: PELA GRÉCIA, POR ITÁLIA E POR ESPANHA...

Itália lança operação para resgatar 3 mil migrantes à deriva no Mediterrâneo

A Guarda Costeira italiana anunciou hoje (22) o lançamento de uma operação para resgatar até 3 mil migrantes à deriva no Mar Mediterrâneo, ao largo da costa da Líbia, após pedidos de socorro de 18 embarcações.

FAZEM BARULHO A LESTE E ATACAM NO CENTRO...

OS IDIOTAS DOS "DIREITOS HUMANOS" QUALQUER DIA ESTÃO A SER DEGOLADOS...

PS

AS BORLAS DAS ESCOLAS NÃO SEREM SEF, SÓ MINISTÉRIO DAS FINANÇAS E DA INDÚSTRIA DO PASSAPORTE SÓ NOS AFUNDAM A NÓS...

PARA SALVAR O PLANETA O DINHEIRO APARECE SEMPRE...

IMPOSTOS
Os abusos do fisco não acontecem por acaso
André Azevedo Alves
22/8/2015, 0:00
Num sistema em que há incentivos directos aos funcionários para maximizarem a receita e a perseguição aos contribuintes por todos os meios disponíveis, não deve espantar que os abusos se multipliquem.

NÃO ME DIGAM QUE NAS OUTRAS NAÇÕES LIBERTADAS JÁ RESOLVERAM OS CONFISCOS...

ÍNDIA
Goa. Portugueses expropriados sem solução à vista

FELIZMENTE QUE QUASE TODOS OS PORTUGUESES DE GOA JÁ CÁ ESTÃO E PROMOVIDOS A BOAS CASTAS.E VAMOS TER UM OBAMAZINHO A GANDHI POIS OS PALOP´S TÊM QUE TER MAIS CONQUISTAS...

POR CÁ OS INTERNACIONALISTAS SEJAM NEOLIBERAIS OU NÃO NEM UM ÚNICO PIO...

Nigel Farage: Immigration will be the defining issue of this EU referendum campaign

DECIDIRAM QUE ERA ENRIQUECIMENTO E PRONTOS.É SALVAR A EITO POR CONTA DO INDIGENATO.POR CADA LOJA DE VENDA DE HORTALIÇAS E MERCEARIA DE BAIRRO UMA FESTA...

MAS O PAPA FRANCISCO ANDA A ESTUDAR A SOLUÇÃO...

À Bordeaux, un refus d'auscultation dégénère

Le CHU de Bordeaux, où un aide-soignant aux urgences de la maternité a été agressé le 9 août par le mari d'une patiente.
Un aide-soignant du CHU a été agressé par un homme qui refusait que son épouse soit examinée par du personnel masculin.

UM DIA DESTES UM PAI DEIXOU A FILHA MORRER AFOGADA POR NÃO ACEITAR A AJUDA DOS SALVA VIDAS...
É COM PESSOAL DOUTRINADO 5 VEZES AO DIA QUE A RAPAZIADA AVANÇADA NOS FAZ PAGAR OS OLHOS DA CARA PARA SALVAR O PLANETA QUASE TODO INDIGENADO.SÓ NA EUROPA É QUE SE DEVE FAZER A RAÇA MISTA...

POR CÁ SERIAM TODOS GRANDES ANTIFASSISTAS...

La matriarca que reclutó a los espías británicos para la URSS


La austríaca Edith Tudor-Hart habría sido la responsable, según los documentos de la agencia de inteligencia británica, de fichar a los miembros del MI5

La desclasificación de documentos de los servicios de inteligencia británicos, que han permanecido sellados durante el último medio siglo, acaba de revelar que la famosa red de espías conocida como los Cinco de Cambridge tuvo una suerte de “matriarca” encargada de reclutarlos para Moscú. Su papel nunca se pudo probar, a diferencia de la identidad de un sexto agente —hasta hoy desconocida para el público— que trabajó para los soviéticos pero quedó impune para evitar el escándalo. Era Cedric Belgrage, un célebre crítico de cine.

Esos papeles que ahora salen a la luz apuntan a la austríaca Edith Tudor-Hart, una renombrada fotógrafa fallecida en 1973, como la desencadenante de uno de los escándalos de espionaje más sonados de la Guerra Fría: una red integrada por antiguos universitarios de Cambridge que consiguieron infiltrarse en el establishment británico tras ser reclutados por la Unión Soviética en los años 30 del siglo pasado. Ella habría sido la responsable, según los documentos de la agencia de inteligencia británica, de fichar en primer lugar a Kim Philby, el personaje más notorio de ese grupo.


El superespía ruso y los 'cinco de Cambridge' (NOVIEMBRE 1994)
Revelados dos nuevos casos de espionaje entre la URSS y el Reino Unido (OCTUBRE 1982)
Después de Philby, a quien Tudor-Hart puso en contacto con el jefe de espías soviéticos Arnold Deutsch (alias Otto), cayeron en la red sus antiguos colegas de estudios Donald Maclean, Guy Burgess, Anthony Blunt y un quinto nombre cuya identidad nunca ha sido del todo clarificada, porque se sigue barajando más de un nombre. En ninguno de los profusos libros, películas y series de televisión consagrados a los Cinco de Cambridge a lo largo de las últimas décadas aparece el personaje de Edith Tudor-Hart como figura clave de toda la trama.

Edith Suschitzky, natural de Viena, profesora visitante en el Reino Unido hasta su expulsión en 1931 por sus simpatías comunistas, regresó al país a raíz de su boda con un médico británico que le procuró el nuevo apellido. Tras su separación, vivió en un piso del norte de Londres desde el que recibía las órdenes de Moscú, y acabó contactando con Philby a través de la esposa de éste, también austriaca. Aquella fotógrafa a la que recientemente se le dedicaba una retrospectiva en la escocesa Galería Nacional de Retratos, fue objeto entonces de exhaustiva vigilancia, se le interceptaron el correo y el teléfono, pero ni siquiera después de la deserción de Burgess y Maclean (en 1952) el MI5 consiguió que implicara a Philby, entonces funcionario del Foreign Office. Hizo falta otra década para que se destapara, por otras vías, la traición de éste —huido a la URSS—, y la confesión de Blunt en 1964 clarificando el papel de Edith Tudor-Hart: “Era la matriarca de todos nosotros”.

Que un promotor británico del Hollywood dorado, célebre crítico de cine y reciclado en funcionario de los servicios de inteligencia de su país durante la Segunda Guerra Mundial pasara información secreta a los soviéticos es algo que Londres ya supo en su tiempo. Pero el renombre de Cedric Belgrage en la época y la humillación de admitir que fueron los aliados americanos quienes detectaron sus actividades antipatrióticas, ante la ceguera de Londres, acabaron dando carpetazo a un asunto que sólo desde este viernes se conoce, quince años después de la muerte del protagonista en Cuernavaca.

E A JEITOSA DEVE SER JUDIA CLARO...