Muçulmanos portugueses querem construir nova mesquita na Mouraria
A mesquita do Martim Moniz
Lisboa prepara-se para a construção do segundo espaço de culto islâmico, este no centro da cidade. A sul do Tejo e no Porto também se sonha com um edifício próprio. Falta um terreno.
O projeto está feito, o espaço adjudicado, falta libertar os terrenos e demolir os prédios para que nasça a Praça da Mouraria, entre as ruas da Palma e do Bem Formoso. "Pode dizer-se que a rua é nossa", diz o presidente da Comunidade Islâmica do Bangladesh e vice-presidente da Associação Europeia do Bangladesh. Isto porque porta sim, porta sim há uma loja de imigrantes originários da Ásia: telecomunicações, mercearias, talhos, restaurantes, roupas, souvenirs, artigos orientais, jornais e revistas.
"A Mesquita Central fica na Praça de Espanha e estamos no Martim Moniz. É muito longe, tem de se ter o passe. Aqui há muitos muçulmanos, vivemos aqui e trabalhamos aqui. Fazemos cinco orações diárias, não dá para ir à Praça de Espanha." Razões de Mohd Mohabub, 44 anos, comerciante (roupa e souvenirs) e que chegou a Portugal há dois anos.
As novas comunidades de imigrantes alteraram a sociologia dos muçulmanos residentes em Portugal, estimados em 50 mil e que já foram entre 60 e 70 mil. Mas continuam em maioria os originários de Moçambique e da Guiné-Bissau, quem tem dinamizado a religião em Portugal. E com o apoio financeiro dos governos e empresários países árabes mais ricos.
E em Palmela há uma escola que forma imãs.
OS IDIOTAS ÚTEIS DAS DESCOLONIZAÇÕES ESTAVAM A FAVOR DOS INDEPENDENTISTAS PORQUE ERA CHIQUE.TRAINDO CLARO OS PORTUGUESES.VEJAM COMO ELES AGORA ANDAM TODOS JÁ POR AÍ DE PEITO FEITO COMO "PORTUGUESES"...E A RECEBER DAQUILO QUE NUNCA DESCONTARAM...PORQUE O ESTADO SOCIAL INTERNACIONALISTA É CEGO, SURDO E MUDO...MENOS NO FISCO ONDE TUDO É ARRASTADO A EITO E SEM DIREITOS...
Monday, March 23, 2015
NA MAIORIA SOCIOLÓGICA DE ESQUERDA O QUE NÃO FALTA SÃO IDEIAS DE MAIS DO MESMO...
Movimento político Agir e PTP candidatam-se às legislativas em coligação
O movimento político Agir, liderado pela ex-deputada do BE Joana Amaral Dias, anunciou que vai candidatar-se às próximas eleições legislativas em coligação com o Partido Trabalhista Português.
MAS CONSEGUEM O MILAGRE DE NÃO HAVER "EXTREMA DIREITA" COMO NOS PAÍSES ONDE APRENDERAM O METIER...
O movimento político Agir, liderado pela ex-deputada do BE Joana Amaral Dias, anunciou que vai candidatar-se às próximas eleições legislativas em coligação com o Partido Trabalhista Português.
MAS CONSEGUEM O MILAGRE DE NÃO HAVER "EXTREMA DIREITA" COMO NOS PAÍSES ONDE APRENDERAM O METIER...
Sunday, March 22, 2015
Ó KA O PÚBLICO NÃO TEM A TUA FOTOGRAFIA?PORRA...
Guiné, o país das “mesas redondas”
FERNANDO KA 22/03/2015 - 06:50
Será que os governantes ainda não têm a noção exacta sobre o que tem de ser feito para diminuir a pobreza que grassa no país?
A Guiné-Bissau, querendo ultrapassar a sua situação de pobreza, tem de eleger o trabalho como o único meio de o fazer. A ajuda externa pode ser um contributo necessário, porém nunca suficiente para guindar o país do fosso socio-económico em que se encontra.
Em vez de, primeiro, equacionar os seus problemas e procurar nos seus recursos humanos e naturais a solução da grande parte dos mesmos, está mais virada para o apoio externo, ignorando que este resulta do trabalho dos países doadores. Ou será que os governantes guinéus ainda não têm a noção exacta sobre o que tem de ser feito para diminuir a pobreza que grassa no país?
A agricultura deverá ser a principal âncora do desenvolvimento para a auto-suficiência alimentar e, por conseguinte, a indústria de transformação e, a seguir, o comércio melhor organizado e adaptado à economia nacional. Mas, para que a agricultura tenha expressão importante na economia, há que acabar com mais plantações de cajueiros, além de reduzir de forma drástica as actuais, libertando terrenos aráveis para as diversas culturas. A Guiné é um país menor que o Alentejo; portanto, não deve fazer da sua agricultura monopólio dos cajueiros, de cujo interesse para os agricultores é a simples troca de castanhas de caju com o arroz. Os recursos naturais, à mão de semear, são a agricultura, a pesca e a floresta com uma excelente qualidade de madeira. As suas explorações, de forma racional e isenta de corrupção, podem ser a solução de muitos problemas, sem necessidade de estar sempre a recorrer à ajuda externa até para tapar um simples buraco na estrada. A Guiné ganhou o vício das “mesas redondas” mas sem nunca ter apresentado resultados palpáveis delas decorrentes. Espero que, desta vez, tudo seja diferente.
A realização da “mesa redonda” sobre a Guiné em Bruxelas, no dia 25 de Março, deverá ser a última oportunidade que o país não pode desperdiçar. A Guiné não se pode queixar de falta de apoio da comunidade internacional, sobretudo de Portugal, que tem sido incansável não apenas na ajuda nas diversas áreas da cooperação como também o seu importante lobby junto das instâncias internacionais. Agora, é urgente tomar as decisões que vão ao encontro dos problemas identificados, de modo a que a Guiné possa sair da situação em que se encontra e acautelar o futuro sem grandes sobressaltos.
Há quarenta anos de independência, o país meteu-se numa encruzilhada e ainda não conseguiu encontrar o caminho de saída para a realização do sonho independentista, o qual se transformou num verdadeiro pesadelo infindável para o seu povo, devido à falta de visão da condução política certa por parte dos dirigentes. Não obstante, continua a merecer a solidariedade da comunidade internacional, sem a qual o país já teria entrado em situação de inviabilidade eterna. A gigantesca tarefa que tem pela frente, no sentido de acabar com a sua endémica crise, deve ipso facto mobilizar todos os guineenses para este novo desafio até entrar nos carris da via do desenvolvimento credível.
A Guiné, depois da libertação, tem desperdiçado várias oportunidades, ao longo da sua existência histórica, que lhe podiam ter proporcionado uma situação diferente e melhor que aquela que hoje vive. Oxalá que a realização da “mesa redonda” em Bruxelas sobre o país possa, desta vez, ser bem aproveitada pelo governo e a sociedade civil empreendedora. Aliás, o desenvolvimento de qualquer país requer a participação de todos os que podem contribuir para o bem comum. Neste caso, o previsto apoio financeiro da reunião na capital belga deve também contemplar a comunidade na diáspora, desde que alguns dos seus membros apresentem projectos de interesse social/económico no país de origem. Com efeito, o know how e a experiência adquiridos durante a estadia fora poderão garantir o sucesso dos projectos e a sua continuidade no terreno.
Pois bem, o financiamento que vier a ser concedido à Guiné como ajuda para o seu desenvolvimento e sem rigorosa fiscalização dos dadores sobre a sua correcta aplicação será a mesma coisa que confiar o ouro ao bandido.
Presidente da Associação Guineense de Solidariedade Social
VAMOS LÁ A PARTICIPAR COM MAIS ALGUM DO ERÁRIO PÚBLICO CLARO PARA QUE AS REFORMAS AUMENTADAS PELOS GOLPISTAS SEJAM PAGAS...
Ó KÁ SÓ NÃO PERCEBO PORQUE É QUE NÃO ANDAS A GOVERNAR NA GUINÉ.COM TANTO GUINEENSE QUE POR AÍ ANDA MUITOS JÁ COM O PASSAPORTE PORTUGUÊS DE NOVO E MUITOS OUTROS A AGUARDAREM ERA FÁCIL FAZERES-TE ELEGER.E COMO PARECE PERCEBERES DA PODA...PODIAS CUMPRIR O SONHO NUNCA REALIZADO PELOS COMUNISTAS INTERNACIONALISTAS
UMA COISA É CERTA NÃO É O TAMANHO DA DÍVIDA QUE VAI TOLHER A NOSSA RAPAZIADA DO TUDO E DO SEU CONTRÁRIO.NA DESPESA O IMPÉRIO AINDA É TODO NOSSO...
FERNANDO KA 22/03/2015 - 06:50
Será que os governantes ainda não têm a noção exacta sobre o que tem de ser feito para diminuir a pobreza que grassa no país?
A Guiné-Bissau, querendo ultrapassar a sua situação de pobreza, tem de eleger o trabalho como o único meio de o fazer. A ajuda externa pode ser um contributo necessário, porém nunca suficiente para guindar o país do fosso socio-económico em que se encontra.
Em vez de, primeiro, equacionar os seus problemas e procurar nos seus recursos humanos e naturais a solução da grande parte dos mesmos, está mais virada para o apoio externo, ignorando que este resulta do trabalho dos países doadores. Ou será que os governantes guinéus ainda não têm a noção exacta sobre o que tem de ser feito para diminuir a pobreza que grassa no país?
A agricultura deverá ser a principal âncora do desenvolvimento para a auto-suficiência alimentar e, por conseguinte, a indústria de transformação e, a seguir, o comércio melhor organizado e adaptado à economia nacional. Mas, para que a agricultura tenha expressão importante na economia, há que acabar com mais plantações de cajueiros, além de reduzir de forma drástica as actuais, libertando terrenos aráveis para as diversas culturas. A Guiné é um país menor que o Alentejo; portanto, não deve fazer da sua agricultura monopólio dos cajueiros, de cujo interesse para os agricultores é a simples troca de castanhas de caju com o arroz. Os recursos naturais, à mão de semear, são a agricultura, a pesca e a floresta com uma excelente qualidade de madeira. As suas explorações, de forma racional e isenta de corrupção, podem ser a solução de muitos problemas, sem necessidade de estar sempre a recorrer à ajuda externa até para tapar um simples buraco na estrada. A Guiné ganhou o vício das “mesas redondas” mas sem nunca ter apresentado resultados palpáveis delas decorrentes. Espero que, desta vez, tudo seja diferente.
A realização da “mesa redonda” sobre a Guiné em Bruxelas, no dia 25 de Março, deverá ser a última oportunidade que o país não pode desperdiçar. A Guiné não se pode queixar de falta de apoio da comunidade internacional, sobretudo de Portugal, que tem sido incansável não apenas na ajuda nas diversas áreas da cooperação como também o seu importante lobby junto das instâncias internacionais. Agora, é urgente tomar as decisões que vão ao encontro dos problemas identificados, de modo a que a Guiné possa sair da situação em que se encontra e acautelar o futuro sem grandes sobressaltos.
Há quarenta anos de independência, o país meteu-se numa encruzilhada e ainda não conseguiu encontrar o caminho de saída para a realização do sonho independentista, o qual se transformou num verdadeiro pesadelo infindável para o seu povo, devido à falta de visão da condução política certa por parte dos dirigentes. Não obstante, continua a merecer a solidariedade da comunidade internacional, sem a qual o país já teria entrado em situação de inviabilidade eterna. A gigantesca tarefa que tem pela frente, no sentido de acabar com a sua endémica crise, deve ipso facto mobilizar todos os guineenses para este novo desafio até entrar nos carris da via do desenvolvimento credível.
A Guiné, depois da libertação, tem desperdiçado várias oportunidades, ao longo da sua existência histórica, que lhe podiam ter proporcionado uma situação diferente e melhor que aquela que hoje vive. Oxalá que a realização da “mesa redonda” em Bruxelas sobre o país possa, desta vez, ser bem aproveitada pelo governo e a sociedade civil empreendedora. Aliás, o desenvolvimento de qualquer país requer a participação de todos os que podem contribuir para o bem comum. Neste caso, o previsto apoio financeiro da reunião na capital belga deve também contemplar a comunidade na diáspora, desde que alguns dos seus membros apresentem projectos de interesse social/económico no país de origem. Com efeito, o know how e a experiência adquiridos durante a estadia fora poderão garantir o sucesso dos projectos e a sua continuidade no terreno.
Pois bem, o financiamento que vier a ser concedido à Guiné como ajuda para o seu desenvolvimento e sem rigorosa fiscalização dos dadores sobre a sua correcta aplicação será a mesma coisa que confiar o ouro ao bandido.
Presidente da Associação Guineense de Solidariedade Social
VAMOS LÁ A PARTICIPAR COM MAIS ALGUM DO ERÁRIO PÚBLICO CLARO PARA QUE AS REFORMAS AUMENTADAS PELOS GOLPISTAS SEJAM PAGAS...
Ó KÁ SÓ NÃO PERCEBO PORQUE É QUE NÃO ANDAS A GOVERNAR NA GUINÉ.COM TANTO GUINEENSE QUE POR AÍ ANDA MUITOS JÁ COM O PASSAPORTE PORTUGUÊS DE NOVO E MUITOS OUTROS A AGUARDAREM ERA FÁCIL FAZERES-TE ELEGER.E COMO PARECE PERCEBERES DA PODA...PODIAS CUMPRIR O SONHO NUNCA REALIZADO PELOS COMUNISTAS INTERNACIONALISTAS
UMA COISA É CERTA NÃO É O TAMANHO DA DÍVIDA QUE VAI TOLHER A NOSSA RAPAZIADA DO TUDO E DO SEU CONTRÁRIO.NA DESPESA O IMPÉRIO AINDA É TODO NOSSO...
Saturday, March 21, 2015
OS MASSACRES DE 1961 NO NORTE DE ANGOLA EVIDENTEMENTE QUE NÃO FORAM RACISMO...
Um protesto em Lisboa contra a violência policial e o “racismo institucional” e uma campanha de sensibilização sobre a discriminação racial marcam no sábado o dia internacional para a eliminação da discriminação racial.
Organizado pelo “Grupo contra a violência e o racismo institucional”, o protesto está marcado para o Largo de São Domingos (baixa de Lisboa) e junta moradores dos bairros periféricos da capital, movimentos e organizações sociais. Sob o título “vidas negras importam”, dizem os organizadores que a ação será marcada por intervenções políticas mas também por música, teatro e dança.
Segundo um comunicado do “Grupo”, os participantes vão reivindicar o fim das operações policiais do Corpo de Intervenção nos bairros, a criminalização dos actos de tortura e ódio racial e a demissão do comandante e agentes envolvidos “nos atos de tortura ocorridos na esquadra de Alfragide”.
A 05 de Fevereiro último, a PSP deteve cinco pessoas acusando-as de tentarem invadir a esquadra da PSP de Alfragide, no concelho da Amadora, na sequência da detenção de um jovem na Cova da Moura. Os seis detidos foram depois transportados ao hospital na sequência de “ferimentos ligeiros” por terem “resistido à detenção”, segundo a polícia.
Um elemento da associação SOS Racismo disse no entanto que os cinco tinham ido à esquadra para saberem da situação do que fora detido anteriormente. A Inspeção-Geral da Administração Interna informou três dias depois que ia investigar a atuação da PSP.
Sobre esta matéria circula na internet uma petição pública contra “a violência policial e racista e pela criminalização do racismo”, criada por moradores dos bairros periféricos.
A propósito da efeméride o Alto Comissariado para as Migrações, através da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial, promove uma campanha chamada “Descobre a tua cor!” ( http://www.descobreatuacor.pt/) para sensibilizar para a questão mas também divulgar que a Comissão é o órgão especializado para receber queixas de práticas discriminatórias.
O dia para a eliminação da discriminação racial assinala um massacre ocorrido a 21 de março de 1960 em Sharpeville, na África do Sul, quando a polícia reprimiu violentamente uma manifestação de negros.
A MALTA NEM IMAGINA QUE SEM A AFRICANIDADE ENRIQUECEDORA QUE NOS TEM VINDO DEPOIS DAS ENTREGAS DE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO COM DIREITO A EXPULSÕES EM MASSA E A CONFISCO DE BENS A "CRISE" DESAPARECIA...
Organizado pelo “Grupo contra a violência e o racismo institucional”, o protesto está marcado para o Largo de São Domingos (baixa de Lisboa) e junta moradores dos bairros periféricos da capital, movimentos e organizações sociais. Sob o título “vidas negras importam”, dizem os organizadores que a ação será marcada por intervenções políticas mas também por música, teatro e dança.
Segundo um comunicado do “Grupo”, os participantes vão reivindicar o fim das operações policiais do Corpo de Intervenção nos bairros, a criminalização dos actos de tortura e ódio racial e a demissão do comandante e agentes envolvidos “nos atos de tortura ocorridos na esquadra de Alfragide”.
A 05 de Fevereiro último, a PSP deteve cinco pessoas acusando-as de tentarem invadir a esquadra da PSP de Alfragide, no concelho da Amadora, na sequência da detenção de um jovem na Cova da Moura. Os seis detidos foram depois transportados ao hospital na sequência de “ferimentos ligeiros” por terem “resistido à detenção”, segundo a polícia.
Um elemento da associação SOS Racismo disse no entanto que os cinco tinham ido à esquadra para saberem da situação do que fora detido anteriormente. A Inspeção-Geral da Administração Interna informou três dias depois que ia investigar a atuação da PSP.
Sobre esta matéria circula na internet uma petição pública contra “a violência policial e racista e pela criminalização do racismo”, criada por moradores dos bairros periféricos.
A propósito da efeméride o Alto Comissariado para as Migrações, através da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial, promove uma campanha chamada “Descobre a tua cor!” ( http://www.descobreatuacor.pt/) para sensibilizar para a questão mas também divulgar que a Comissão é o órgão especializado para receber queixas de práticas discriminatórias.
O dia para a eliminação da discriminação racial assinala um massacre ocorrido a 21 de março de 1960 em Sharpeville, na África do Sul, quando a polícia reprimiu violentamente uma manifestação de negros.
A MALTA NEM IMAGINA QUE SEM A AFRICANIDADE ENRIQUECEDORA QUE NOS TEM VINDO DEPOIS DAS ENTREGAS DE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO COM DIREITO A EXPULSÕES EM MASSA E A CONFISCO DE BENS A "CRISE" DESAPARECIA...
PORTANTO A ASSUNÇÃO ESTEVES QUER IMPORTAR MAIS ALUNOS.QUE ANDAM POR AÍ ÀS MUITAS DEZENAS DE MILHAR...
Gang rapta portuguesa em Maputo Jovem de 16 anos ia para a escola com segurança pessoal, que foi forçado a parar a tiro. Por João Tavares, Magali Pinto O rapto de uma jovem de 16 anos, de nacionalidade portuguesa, terminou ontem de manhã a tiro em pleno centro de Maputo, em Moçambique. A rapariga ia para a escola quando três homens armados embateram no carro em que seguia a jovem e o segurança pessoal, em pleno trânsito. Os assaltantes abriram a porta do carro e foi nesse instante que começou o tiroteio. O segurança privado tentou evitar o rapto, mas em vão. A jovem foi levada. À hora de fecho desta edição, o seu paradeiro era desconhecido. A jovem é filha do dono da empresa de calçado Sopropé. Segundo testemunhas contaram aos agentes da polícia de Maputo, o grupo era numeroso, uma vez que os criminosos se deslocavam em dois veículos. Apenas três saíram do carro para irem buscar a jovem, arrastando-a para o interior do veículo. Foi nesse instante que começou a troca de tiros entre os raptores e o segurança privado.
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Presidente da AR propõe programa de mobilidade para os países da CPLP
A Presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, propôs aos Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) a criação de um programa de mobilidade para estudantes do ensino superior e profissional, anunciou nesta sexta-feira o seu gabinete.
DESDE QUE ALGUÉM FACTURE MESMO QUE A EXPENSAS DOS IMPOSTOS ESTÁ TUDO BEM...
PS
ESTÃO A IMAGINAR A ASSUNÇÃO ESTEVES A RECLAMAR DE PROPRIEDADES CONFISCADAS?UI UI UI...
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Presidente da AR propõe programa de mobilidade para os países da CPLP
A Presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, propôs aos Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) a criação de um programa de mobilidade para estudantes do ensino superior e profissional, anunciou nesta sexta-feira o seu gabinete.
DESDE QUE ALGUÉM FACTURE MESMO QUE A EXPENSAS DOS IMPOSTOS ESTÁ TUDO BEM...
PS
ESTÃO A IMAGINAR A ASSUNÇÃO ESTEVES A RECLAMAR DE PROPRIEDADES CONFISCADAS?UI UI UI...
A PASSAR DIRECTAMENTE DO CAPITALISMO PARA O SOCIALISMO INTERNACIONALISTA
Negócios dão milhões a Mexia e Catroga Chineses decidem administração da EDP em abril. Por Miguel Alexandre Ganhão O presidente executivo da EDP, António Mexia, ganhou, em 2014, 1,1 milhões de euros em remunerações fixas e variáveis e será, provavelmente, o gestor mais bem pago do conjunto das empresas cotadas. Segundo o relatório sobre o governo da sociedade ontem publicado, António Mexia recebeu 737 931 euros brutos de ordenado e mais 410 160 euros de prémios. Segundo os critérios fixados pela comissão de vencimentos da EDP, os administradores têm direito a uma remuneração fixa , um prémio de desempenho indexado ao comportamento da empresa ao longo do ano e a uma remuneração variável plurianual, que só é paga no fim do mandato e se forem cumpridos 90% dos objetivos estratégicos fixados. O ‘chairman’ da empresa, Eduardo Catroga, recebeu uma remuneração fixa bruta de 490 500 euros. No total, a EDP, que registou em 2014 lucros superiores a mil milhões de euros, gastou 6,2 milhões de euros com os ordenados do conselho de administração executivo. A empresa vai reunir a assembleia geral no próximo dia 21 de abril, altura em que os chineses da Three Gorges, maior acionista da EDP, vão decidir sobre a continuidade do atual conselho de administração. A proposta é para que António Mexia continue à frente da empresa até 2017. Já a continuação de Eduardo Catroga como ‘chairman’ não se encontra ainda garantida.
A RAPAZIADA DE ESQUERDA DEPOIS DA FALÊNCIA DOS BANCOS E DA VENDA DAS EMPRESAS, QUASE TODAS NA MÃO DE CAMARADAS ONDE IRÃO ENCONTRAR O INIMIGO DE CLASSE?IMAGINO UM "AVANÇO" NA OBRIGATORIEDADE DE "IR TOMAR NO CU" E NO DE "DAR A FILHINHA À DIFERENÇA"...
A RAPAZIADA DE ESQUERDA DEPOIS DA FALÊNCIA DOS BANCOS E DA VENDA DAS EMPRESAS, QUASE TODAS NA MÃO DE CAMARADAS ONDE IRÃO ENCONTRAR O INIMIGO DE CLASSE?IMAGINO UM "AVANÇO" NA OBRIGATORIEDADE DE "IR TOMAR NO CU" E NO DE "DAR A FILHINHA À DIFERENÇA"...
Thursday, March 19, 2015
O QUE AS 5AS COLUNAS INTERNACIONALISTAS OCIDENTAIS, OS TAIS MARXISTAS KULTURIAS SEMEARAM PELO MUNDO:INDIGENAÇÃO NUNS LADOS E MISTURA FORÇADA NOS OUTROS, NESTE CASO NO CHAMADO OCIDENTE

A ÁFRICA PARA OS AFRICANOS, AS AMÉRICAS CENTRAL E DO SUL PARA OS INDÍGENAS "MISTURADOS" MAS A EUROPA E A AMÉRICA DO NORTE DE PORTAS ABERTAS AO RESTO DO MUNDO...PORQUE AÍ "NINGUÉM É ESTRANGEIRO"...
PS
E APRESENTADA AO INDIGENATO COMO UMA "RIQUEZA" QUE CERCA DE UM MILÃO EM VÁRIOS ESTÁDIOS DE "INTEGRAÇÃO" NÃO DEVEM FICAR BARATINHOS NÃO...
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