Thursday, February 19, 2015

COM A ACTUAL LEI DA NACIONALIDADE VÃO LONGE.E COM O INTERNACIONALISMO DA ESCOLA PÚBLICA ENTÃO...

Governo aprova Estratégia Nacional de Combate ao Terrorismo

MAS PRONTOS O "MAIS ESTADO" NUNCA ATRAPALHA OS SALVADORES DO PLANETA PORQUE DESDE QUE "RESIDENTE" É TUDO IGUAL,TUDO DIFERENTE, MAS EM QUE "TEMOS QUE RECEBER MENOS PARA OUTROS RECEBEREM MAIS...

POR CÁ A RAPAZIADA DAS ENTREGAS DE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO E QUE DEU NAS EXPULSÕES DE BRANCOS EM MASSA E NO CONFISCO DOS SEUS BENS CONSEGUEM O MILAGRE DE ANDAREM AGORA A IMPORTAR E A NACIONALIZAR ATÉ OS GUERRILHEIROS...

Lei do Asilo: Alemanha deporta tantas pessoas em anos

Deportação de avião (no Baden-Airport em Reno Munster): A maioria dos casos envolveu no ano passado os cidadãos sérvios
Um número crescente de refugiados que vêm para a Alemanha - em 2015 só esperar que as autoridades com, pelo menos, 300 mil pedidos de asilo. Ao mesmo tempo, o número de deportações alcançou o mais alto nível em oito anos.


Berlim - Na República Federal como um todo 10.884 pessoas foram deportados no ano passado. Estes não são tantos como em 2006. Isso fica claro a partir de uma resposta do Governo Federal a um inquérito da facção Esquerda no Bundestag.


O número de deportações foi a segunda vez consecutiva ressuscitado depois de anos de declínio, em 2014, de acordo com a resposta do governo, de que o "jornal New Osnabrück", relatou . Maior a taxa, mais recentemente, em 2006 - na época 13.894 pessoas foram deportadas. 2013, a marca de 10.000 pela primeira vez foi ultrapassado (10.198 deportações).
A maioria das remoções relacionadas com o ano passado os cidadãos sérvios, como fica claro a partir do documento do Governo Federal:

Um total de 2.177 sérvios foram deportados.
Isto foi seguido por macedônios com 807 deportações
e kosovares (789 casos).
O número de requerentes de asilo tem vindo a aumentar por um longo tempo. 2014 estudou na Alemanha tantos refugiados já não proteção desde o início dos anos noventa. Um total de 202.834 pedidos de asilo feito, cerca de 60 por cento a mais do que no ano passado.

E se espera que o número aumente: O Instituto Federal de Migração e Refugiados estima que mais uma vez este ano, 50 por cento mais requerentes de asilo vir para a Alemanha. A Autoridade com previsão de aumentar para pelo menos 250.000 pedidos iniciais e reivindicações continuando mais de 50.000, informa o jornal "Bild".

Muitos alemães são contra a imigração

Como explicação para o desenvolvimento chamado de Escritório Federal em sua previsão, intitulado "Projeções do acesso dos requerentes de asilo", entre outros, a guerra civil na Síria e no Iraque, eo conflito Ucrânia . Por que são "marcados crescimento" para o ano corrente esperado. Por último, mas muitas pessoas estavam do Kosovo para a Alemanha vir.

Atualmente morando na Alemanha mais de 100.000 toleradas - pessoas cujo pedido de asilo não foi bem sucedida, mas não pode ser deportado por várias razões. O governo lhes dará mais chances para a direita segura quando ela viveu aqui por vários anos, ter um conhecimento suficiente da língua alemã e pode garantir a sua subsistência, principalmente eu. Ao mesmo tempo, vários agravamentos na residência são fornecidos.

Uma nova pesquisa destaca a opinião dos alemães sobre o tema da imigração. De acordo com a rejeitar quase dois terços dos alemães a partir da imigração de pessoas provenientes de países não membros da UE. Isso fica claro a partir da avaliação nacional do recente "Eurobarómetro" em nome da Comissão da União Europeia a partir do qual cita a agência de imprensa alemã.


Assim, os alemães, com a sua atitude (61 por cento contra) um pouco mais crítica do que a média de todos os europeus inquiridos, dos quais 57 por cento rejeitam imigrantes de países não membros da UE. O tema da imigração vê a maioria dos alemães como o problema mais importante da Europa, antes da crise da dívida.
Ainda maior do que na Alemanha é a rejeição como a Itália (75 por cento), Letónia (79) ou a Eslováquia (74), a baixa na Suécia (25) Reino Unido (57) e França (58).

Enfim: A imigração de países da UE é a metade dos alemães para o positivo.

ESTE ARTIGO TOCA NO PONTO:UMA COISA SÃO OS MOVIMENTOS DE POPULAÇÕES NA EUROPA, SENDO "EUROPEUS INDÍGENAS" OUTRA COISA OS DE FORA DA EUROPA.E AÍ OS NOSSOS INTERNACIONALISTAS DOS "PILARES DA LUSOFONIA" ANDAM O NOSSO INDIGENATO A DAR A OUTRA FACE, A NACIONALIZAR A EITO E A RE-EXPORTAR PARA A UE...
OS MAÇONS-ADVOGADOS-INTERNACIONALISTAS DO TUDO E DO SEU CONTRÁRIO SÃO SIMPLESMENTE TRAIDORES.E ALGUÉM LHES DEVIA DAR O QUE MERECEM...

QUEM PARTE E REPARTE E NÃO FICA COM A MELHOR PARTE É BURRO OU NÃO TEM ARTE...

Políticos e dirigentes superiores ganham mais do que há três anos

Representantes do poder legislativo e dirigentes superiores estão entre as 10 carreiras da Administração Pública cuja remuneração mensal aumentou de 2011 para 2014. Mas, para a maioria, o sentido foi o inverso.

EXISTE POR AÍ MUITA MANJEDOURA DOURADA LONGE DOS OLHARES DO PÚBLICO POR MAIS "OLHOS NOS OLHOS" QUE SEJA A GOVERNAÇÃO...

Wednesday, February 18, 2015

A DOUTRINAÇÃO INTERNACIONALISTA NA ESCOLA PÚBLICA E A MAIORIA SOCIOLÓGICA DE ESQUERDA QUE ADORA CANTAR A INTERNACIONAL EMBORA SE DIGA "PATRIÓTICA" TEM DESTES DANOS COLATERAIS.

Só 28% dos portugueses lutariam por Portugal em caso de guerra

A MALTA ADORA É IR TOMAR NO CU DE UM DIFERENTE, AFRICANIZAR DEPOIS DE TER ENTREGUE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO E CONSIDERAR QUE TODOS SOMOS FILHOS DE DEUS.PORTANTO DISSOLVEM-SE...E ACIMA DE TUDO PAGAM!

PS

Identificado un exmilitar belga en un vídeo del Estado Islámico

Lotfi Aoumer, de 24 años, fue reconocido el pasado fin de semana en la grabación donde amenaza con atentar contra Bruselas

OLHEM QUE OS DE FORA ATÉ NEM SENDO PORTUGUESES QUEREM SER TROPAS...MAS CUIDEM-SE SIM?

Tuesday, February 17, 2015

Monday, February 16, 2015

CONCLUINDO O ISLÃO NÃO É VIOLENTO.ATÉ PARECE O MAMADOU BA A DIZER-NOS QUE CÁ DENTRO NINGUÉM É ESTRANGEIRO.O QUE FACILITA A LIGAÇÃO À MAMA DO ORÇAMENTO...

El problema del islam en Dinamarca
Los atentados de Copenhague acentuarán el escepticismo danés hacia los musulmanes

'¿Ha funcionado la integración? No', dijo esta Navidad la primera ministra Thorning-Schmidt

Dos mujeres con velo, junto a las flores dejadas en honor a las... Dos mujeres con velo, junto a las flores dejadas en honor a las víctimas de los ataques en Copenhague. Afp
PEDRO POZA MAUPAINEspecial para EL MUNDO Copenhague Actualizado: 16/02/2015 16:48 horas
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Guste o no, el islam en Dinamarca se percibe como un problema. Tanto, que el tema más recurrente en todas las campañas electorales celebradas desde 2001 ha sido la denominada inmigración de países no occidentales, léase inmigración musulmana. Los atentados del pasado fin de semana, cometidos por Omar Abdel Hamid El-Hussein, un joven islamista de origen palestino y pasado criminal, acentuarán sin duda el escepticismo de buena parte de los daneses hacia los musulmanes, por mucho que todo indique que los extremistas siguen siendo una minoría.

Un escepticismo al que puso cifras este mismo mes una encuesta realizada por YouGov: un 50% de los daneses se muestra partidario de limitar la inmigración musulmana, tal y como ha propuesto, aunque empleando el término inmigración no occidental, el nacionalista Partido Popular Danés (DF). Un 31% considera incluso que no debería superar el 5%. Actualmente, se estima que el porcentaje de musulmanes residentes en Dinamarca sobre el total de la población es del 4,1%. El porcentaje total de población extranjera se sitúa en torno al 10%.

En los círculos más políticamente correctos del país, concentrados sobre todo en torno al diario 'Politiken', se solía culpar al DF de la grave crisis internacional provocada en enero de 2006 por las viñetas de Mahoma que publicó el diario 'Jyllands-Posten'. A cambio de concesiones en política de extranjería, el DF llevaba entonces cinco años como fiel aliado parlamentario del Gobierno de centro-derecha que dirigía el liberal Anders Fogh Rasmussen, posterior secretario general de la OTAN. El debate sobre los desafíos que planteaba la inmigración, sobre todo la musulmana, era feroz y el DF era quien más alzaba la voz. La tesis políticamente correcta sostenía que el partido que entonces lideraba Pia Kjærsgaard había creado un clima irrespirable que alienaba a los musulmanes y los marginaba de la sociedad danesa. Las viñetas y las posteriores reacciones habrían sido producto del fuego atizado por el DF, que seguiría dictando políticas a la coalición liberal-conservadora hasta que el centro-izquierda ganó las elecciones de 2011.

El ascenso del nacionalista Partido Popular Danés

Cuatro años depués, con la veterana Kjærsgaard aún activa en el Parlamento, pero con Kristian Thulesen Dahl como nuevo jefe, el DF sigue creciendo en los sondeos y podría incluso ser el partido más votado en las legislativas de este año. El gran éxito del DF, sin embargo, no es tanto su constante avance electoral, sino el hecho de que, en mayor o menor grado, ha conseguido desplazar hacia sus posiciones sobre inmigración, y por tanto sobre cómo prevenir el extremismo islámico, a la práctica totalidad del espectro político danés, con excepción de la extrema izquierda. De hecho, el Gobierno de la socialdemócrata Helle Thorning-Schmidt (en coalición con los social-liberales) defiende hoy como políticas innegociables diversas iniciativas adoptadas en la era Fogh, bajo el dictado de Kjærsgaard y Thulesen, pese a que en su día el centro-izquierda las tachó de xenófobas.

Varias razones explican esta evolución. En general, los partidos políticos daneses ya no discuten que la delincuencia entre inmigrantes de origen musulmán es excesiva. Según Danmarks Statistik, el instituto oficial danés de estadística, el índice de delitos cometidos por inmigrantes no occidentales (la gran mayoría procedente de países no musulmanes) es un 130% más alto que la media nacional, con los palestinos claramente en primera posición, seguidos de somalíes, turcos, marroquíes y paquistaníes. En 2008 se elaboró un informe sobre la necesidad de incorporar imanes a las cárceles que indicó que nada menos que el 20% de todos los reclusos eran musulmanes.

La clave del nivel socieconómico

Obviamente, el nivel socioeconómico de los inmigrantes no occidentales juega también un papel importante. Los musulmanes suelen pertenecer a las capas menos prósperas de la sociedad danesa, pero entre la clase política se considera que el tradicional estado de bienestar escandinavo ha hecho de muchos de ellos clientes del sistema reacios a trabajar. Casi la mitad de los inmigrantes musulmanes se encuentra en el paro, pese a que el índice de desempleo en Dinamarca es del 5%. En esta línea se expresó la primera ministra Thorning-Schmidt en su discurso televisado de Año Nuevo: "¿Ha funcionado la integración? No. La realidad es que demasiados inmigrantes y refugiados viven de las ayudas estatales. Debemos evitar los fallos del pasado. Imigrantes y refugiados no deben convertirse en clientes. Si vienes a Dinamarca, debes por supuesto trabajar".

En este país no existen zonas decididamente peligrosas, pero sí guetos donde la delincuencia y el paro alcanzan porcentajes muy superiores a la media: Tingbjerg y Mjølnerparken (de donde procedía El-Hussein) en Copenhague, Gellerup en Aaarhus, Vollsmose en Odense... Allí vive el "nuevo proletariado étnico", término acuñado en 2013 por la entonces ministra de Trabajo, Karen Hækkerup, y florece esa sociedad paralela musulmana que tanto inquieta a los daneses por su relación con el fundamentalismo islámico.

La tradicional tolerancia danesa respecto a las libertades individuales ha permitido que los extremistas se instalasen en estos barrios y realizasen sin obstáculos sus labores de proselitismo. Quizá por ello, Dinamarca es el segundo país europeo después de Bélgica, en proporción a su población, con más yihadistas en Siria. También parece ser la causa de que, desde 2006, hayan proliferado los planes terroristas en suelo danés. La Policía ha frustrado cerca de una decena.

La gran mayoría de las organizaciones musulmanas locales han condenado sin ambigüedades los atentados del fin de semana, pero entre quienes no lo han hecho destaca una vez más Hizb ut-Tahrir, un partido ultrafundamentalista, legal aquí, pero prohibido en Alemania y Suecia, que suele organizar manifestaciones y conferencias con nutrida asistencia, sobre todo en Nørrebro, el barrio de Copenhague donde se encuentra Mjølnerparken y donde fue abatido El-Hussein.

"Es vital que los musulmanes no condenemos los hechos de estos días, sino que los situemos en su verdadero contexto", pide la organización en un comunicado emitido esta mañana. "Los políticos daneses no tienen ninguna autoridad para tachar al islam de violento si se piensa en cuánta sangre tienen en sus manos. Son ellos quienes deberían condenar esa política de intervenciones en países musulmanes, de restricciones legales y de retórica hostil que conduce al odio, las amenazas, la violencia y los asesinatos".

O PAPA FRANCISCO TEM AQUI MUITO MARGINALIZADO MISSIONÁRIO PARA CONVERTER CATÓLICOS À VERDADEIRA E ÚNICA RELIGIÃO.NÃO TIVESSEM SIDO OS CRISTÃO DEGOLADOS LOGO NA ORIGEM...

Mais de dois mil imigrantes resgatados pela guarda costeira perto de Lampedusa

A guarda costeira italiana resgatou 2164 pessoas, oriundas sobretudo da África subsariana, que se encontravam a bordo de 12 embarcações, entre a costa da Líbia e Lampedusa.

Trata-se de um número de afluxo recorde entre a Líbia e Itália, uma vez que a média diária de imigrantes ilegais que tentava alcançar o território transalpino nos últimos meses era de 400 pessoas.

Na operação de resgate estiveram envolvidos vários navios cargueiros e meios aéreos.

PORTANTO OS MARXISTAS KULTURAIS QUE GOVERNAM EM BRUXELAS E EM MUITOS PAÍSES E QUE TÃO BOAS LEIS FIZERAM PARA NIVELAR O SEU ZÉ POVINHO POR ÁFRICA NUMA DE DAR A OUTRA FACE E NUMA DE TODOS IGUAIS, TODOS DIFERENTES QUE COLOQUEM OS EXÉRCITOS A DEFENDER DEPOIS OS SEUS CIDADÃOS INDÍGENAS PELO CONTINENTE FORA...PORQUE É TUDO MODERADO.PRINCIPALMENTE OS QUE NASCEM CÁ DENTRO E QUE TÃO BEM EDUCADOS SÃO PELA "ESCOLA PÚBLICA".
O MAMADOU BA VAI TENDO CADA VEZ MAIS TROPAS...DONDE PODE IR FALANDO MAIS GROSSO...