Friday, June 27, 2014

AS DIFERENÇAS ANDAM MUITO VALORIZADAS.TÊM TIDO DISCRIMINAÇÃO POSITIVA NA "JUSTIÇA" E VAI DAÍ...

Vítima no acidente de Angélico pede indemnização de 5,7 milhões


Além dos pais do cantor, a ação cível tem como réus o Fundo de Garantia Automóvel e o stand Impocar (de onde saiu a viatura ao volante da qual o cantor se despistou).

CLARO QUE O "FUNDO DE GARANTIA AUTOMÓVEL" PELO MENOS PARA ESTA DEVE TER.O RESTO QUE SE AMANHE...

O HOMEM DO PORTUGAL INCLUSIVO PARA TODOS DEPOIS DA ENTREGA DE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO SEM DIREITO NENHUM PARA "COLONOS" QUE PROMOVEU E AGORA UMA COLONIZAÇÃO INTERNA COM DIREITOS VINDO ELES DONDE VIEREM E SEJAM PRECISOS OU NÃO COMANDANDO OS COLECTIVOS DO DIREITO À HABITAÇÃO E CIDADE NUMA DE SALVAÇÃO DO PLANETA A EITO POR CONTA DE DÍVIDA AINDA NÃO CHEGOU À NECESSIDADE DA DESCOLONIZAÇÃO.TALVEZ PORQUE AINDA NÃO EXISTE LUTA ARMADA...

Francisco Louçã. Caminho para evitar a saída do euro é "cada vez mais estreito"

Louçã diz que saída do euro se vai tornando "a última solução que resta". Com o actual nível de dívida do país, "a reestruturação terá de ser brutal"

Portugal tem de começar a preparar "meticulosamente" a saída do euro. Abandonar a moeda única será o caminho "mais difícil", mas pode vir a ser o "único disponível" - o caminho para o evitar é "cada vez mais estreito".
O diagnóstico é de Francisco Louçã. Num texto publicado no boletim de Junho da Tendência Socialismo do Bloco de Esquerda, o economista e ex-coordenador do partido sustenta que, em três anos de troika, "a situação em que discutimos o euro mudou radicalmente", tornando a saída da moeda única um cenário cada vez mais presente. Louçã - que tem sido um acérrimo opositor da saída do euro - cita textos antigos para defender que mantém o que sempre disse: "A saída do euro é a pior solução e deverá ser adoptada se não houver nenhuma outra." Mas acrescenta que "esta última solução se vai tornando a única que resta" - "porque não há mutualização europeia", "se não houver reestruturação", ou se "de uma forma ou de outra, o peso da dívida não for imediatamente reduzido". Tem duas certezas: "Com o nível actual de dívida, a reestruturação terá de ser brutal." E isso será um "colossal confronto com o capital financeiro e com a União Europeia".
Para Louçã, "se se tornar necessária a saída do euro por ser a única alternativa, é preciso que ela apareça como a única resposta possível à violência da Merkel, como um levantamento nacional marchando contra os governantes teutões".
O QUE MUDOU No texto, o catedrático de Economia elenca as mudanças que agora aproximam Portugal da saída do euro. "Não houve reestruturação em 2011, que era exactamente quando devia ter havido. A dívida directa do Estado aumentou 40 mil milhões com a troika"; "Não há nem haverá mutualização europeia: o acordo entre Merkel e o SPD exclui essa possibilidade e a finança não a aceita"; "A reestruturação tem sido rejeitada pela UE e pelo PSD/CDS, como pelo PS". "Por tudo isto", conclui, invocando cálculos do Banco de Portugal, "o próximo governo será obrigado a aumentar mais os impostos ou a cortar mais as despesas sociais, cerca de 7 mil milhões de euros".
Louçã não tem dúvidas quanto àquele que deve ser o primeiro episódio para recuperar a economia do país: rasgar o Tratado Orçamental. "Entendamo-nos. Já nos deram um Hollande e foi patético. Outro não. Se alguém quer mudar o Tratado e quer mandato de governo para isso, não basta chorar o Tratado. É preciso um compromisso totalmente explícito para a desvinculação jurídica desse Tratado." Após o que Portugal "teria de impor imediatamente a reestruturação da dívida, para evitar ficar dependente da imensa força de chantagem que é o poder das autoridades europeias, que têm o controlo exclusivo do financiamento da liquidez da economia". Do que se conclui que "a reestruturação só pode ser desencadeada por um processo unilateral, admitindo negociações e pressionando-as com uma moratória, mas em braço-de-ferro".
FAZER CONTAS À REESTRUTURAÇÃO No texto, Louçã refere que está, com "alguns colegas", a "fazer as contas detalhadas do que poderia ser uma reestruturação viável". Objectivos definidos: reduzir o pagamento anual em juros da dívida 5 mil milhões de euros; reduzir a dívida directa do Estado para menos de 60% do PIB; e reduzir a dívida externa líquida de Portugal para menos de 40%.
Para lá chegar, o economista põe várias hipóteses: um corte do capital em dívida (na dívida directa do Estado) em torno de 50%, reduzindo o juro do montante remanescente a 2%; ou, em alternativa, o adiamento do pagamento "por muitos anos (para 2045-2054, por exemplo)", a um juro de 1%. "Impondo esta reestruturação aos credores privados e públicos, conseguir-se-ia baixar a dívida directa do Estado de 127% para 53% do PIB".
Mas isto não chegaria. Seria necessária "a imediata substituição de todos os bancos nacionais por novas entidades bancárias, anulando pelo menos 35% dos seus passivos". Ou seja, "os bancos devem ser nacionalizados". "Só conjugando estes dois efeitos brutais (abater o valor actual de mais de metade da dívida do Estado e anular mais de um terço dos passivos bancários) se obtém um nível sustentável das contas externas do país. Por outras palavras, para que a reestruturação resulte é preciso anular mais de 250 mil milhões de euros de dívida, muito mais do que o PIB português", considera.
Uma reestruturação da dívida a este nível traria outras exigências: "Vai ser preciso recapitalizar rapidamente o Fundo de Capitalização da Segurança Social e os certificados de aforro e do Tesouro." "Se a operação não correr como um relógio e se não obtivermos crédito externo ou interno quando necessário (cerca de 20 mil milhões para a Segurança Social e certificados), vai ser preciso emitir moeda, ou seja, sair do euro."
Este acaba por ser um desfecho provável em vários cenários. "Com o nível actual de dívida, a reestruturação terá de ser brutal", diz Louçã, acrescentando que "se (1) não houver reestruturação ou (2) este processo não for acordado com os credores, ou (3) não for a tempo ou (4) se a reestruturação não for tão radical como indicado, só nos restará recorrer à última solução, a saída do euro. A possibilidade de o evitar é cada vez mais estreita".
E DEPOIS DA SAÍDA? Defendendo que os argumentos pela saída do euro também evoluíram nos últimos anos, Louçã refere-se ao PCP para afirmar que, "ao propor que Portugal se prepare para a saída do euro, o PCP não apresentou ainda o seu programa sobre como deveria decorrer esse processo". "Não é uma questão menor", sublinha, sustentando que abandonar a moeda única trará "um mar de problemas que têm de ser trabalhados", o que até agora não aconteceu: "Os entusiastas da saída do euro nunca fizeram esse trabalho, o que me surpreende. Trataram sempre tudo como se fosse fácil." "Não é fácil, mas é viável, mesmo sem um acordo negociado com as autoridades europeias, desde que seja imposto um grande nível de reorganização da finança, do Orçamento, das relações externas e da economia no seu todo", conclui.

OS PORTUGUESES TEREM SIDO OBRIGADOS A ALOJAR ÀS CENTENAS DE MILHAR E A PAGAR O ESTADO SOCIAL INTERNACIONALISTA E SEREM A RECTAGUARDA  DE APOIO CÁ E LÁ EM ÁFRICA SEM RECIPROCIDADE NENHUMA AINDA NÃO LHE PASSOU PELA CABEÇA...E NEM O MOTIVOU A FAZER AS "CONTAS"...
OLHEM O GAJO DEVIA SER MANDADO PARA A GUINÉ COM O SEU AMIGO MAMADOU BA COM PROIBIÇÃO DE CÁ VOLTAR NUNCA MAIS.ISTO ANTES DE ALGUÉM FAZER FARINHA DELE E A QUEIMAR NUMA CIMENTEIRA...
PS
A MULHER PASSA BEM SEM ELE PORQUE RECIBOS PARA DIVIDIR COM O FISCO NUNCA..

PS1

SOMOS NITIDAMENTE DE "EXTREMA-DIREITA" CABEÇA RAPADA CERTO?

PS2

COMO VÊM OS EMIGRANTES DEVEM MANTER OS SEUS DINHEIRINHOS LÁ FORA...QUE ELES JÁ ANDAM A TIRAR AS MEDIDAS.QUEM O TIVER É QUE SE VAI LIXAR MAIS UMA VEZ...

DEIXEM-NO RESOLVER AS QUESTÕES DA FRENTE LESTE E DEPOIS VÃO VER COMO CÁ ACELERAM A AFRICANIZAÇÃO...

Ministro alemão das Finanças: "Confio em Portugal e não sou o único"

MAS TEMOS NA CALHA O ANTÓNIO COSTA COM MAIS UM SALTO EM FRENTE COM NOVOS BAIRROS SOCIAIS MULTICULTURAIS PORQUE NÃO DEIXAMOS DE SER ESCOLHIDOS...E ELES REPRODUZEM-SE...

Ano arranca com défice de 6% do PIB
O défice orçamental no primeiro trimestre do ano fixou-se nos 6% do PIB, abaixo dos 10% observados no mesmo trimestre de 2013, mas acima da meta de 4% acordada com as 
instituições internacionais até ao final do ano






MAS PRONTOS AGORA VIVEM EM DEMOCRACIA E DAS INTERNACIONALISTAS.MAS OLHANDO PARA ÁFRICA COM QUEM DIVIDIMOS O FUTURO É NEGRO.QUER-SE DIZER DO HOMEM NOVO E MULATO DEPOIS DA ENTREGA DE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO.NESSE TEMPO IA SER TUDO DOUTOR...

A ECONOMIA DE CASINO A IR PELO BOEIRO DA BANCARROTA.TUDO A SER PAGO PELO CONTRIBUINTE E "INVESTIDOR"...

BPI Equity Research: PT enfrenta "riscos reputacionais" com financiamento ao GES
27 Junho 2014, 10:13 por Diogo Cavaleiro | diogocavaleiro@negocios.pt
Espera-se um impacto negativo para as acções da PT devido à notícia que dá conta do investimento da operadora em títulos de dívida de sociedades do Grupo Espírito Santo, diz a unidade de investimento do BPI. As acções caem 3%.

PS

FIZERAM A "NOTICE TO THE MARKET"?

OI ACIDI DEFENSOR EMÉRITO DOS CIGANOS, QUE RECORDE-SE SÓ SÃO PORTUGUESES POR "CONQUISTA DE ABRIL" OLHEM QUANDO SE DÁ OPORTUNIDADE...

Clãs traficam escravos

por DN.PTHoje2 comentários
PJ detém sete chefes de redes que vendiam deficientes para Espanha. Trabalhavam de borla, comiam restos, eram espancados e dormiam em WC, lê-se no 'Jornal de Notícias'.
Os agressores estão ligados a três clãs de Serpa, Figueira de Castelo Rodrigo e Portimão e são suspeitos de terem vendido (literalmente) trabalhadores - a maior parte deficientes, analfabetos e sem família, - para exploração na agricultura e construção civil em Espanha e Portugal.
As seis vítimas até agora identificadas pelos inspetores da PJ do Porto especializados em tráfico de seres humanos têm em comum o facto de term sido "rodadas" entre os três clãs, escreve o 'Jornal de Notícias'.

UM PAI FUGIDO DA CADEIA LEVA O FILHO PARA ASSALTOS, FOGE À GNR PONDO EM RISCO A VIDA DO FILHO E DEPOIS A "JUSTIÇA" AINDA O MANDA INDEMNIZAR?ANDAM A GOZAR COM O ZÉ POVINHO ANDAM...AO CONSIDERAR O GNR CULPADO!!!!!!

POR CÁ OS PAUS MANDADOS E INTERNACIONALISTAS DA INDÚSTRIA DO PASSAPORTE A PATACO E COM SUBSÍDIO QUEREM QUE A MALTA MORRA A TRABALHAR...

A reforma das pensõesbrecha permitida a optar por sair de 61

NA ALEMANHA:

A Lei de pensão em 63 não é apenas altamente controversa, ele também contém erros técnicos.A brecha permite uma saída aos 61 anos da vida profissional em tempo integral, sem ter que se preocupar com as reduções posteriores

A CAUSA DA DESMORALIZAÇÃO DA NAÇÃO É DEVIDA INTEIRAMENTE AOS IMBECIS DO TUDO E DO SEU CONTRÁRIO O QUE ALIADO À CORRUPÇÃO COLOCARAM OS VERDADEIROS PORTUGUESES DE JOELHOS E A MANDO DE TODO O MUNDO.QUALQUER RECUPERAÇÃO DA NOSSA HONRA TEM QUE PASSAR OBRIGATORIAMENTE POR UMA MUDANÇA RADICAL DE REGIME E COM O AFASTAMENTO DOS GAJOS DOS GOLPES DE ESPINHA E DE MUDANÇA DE CASACA...