Friday, June 27, 2014

ENQUANTO NÃO VIER UMA EXTREMA-DIREITA CACETEIRA QUE DÊ A DOER NESTES GAJOS QUE TANTO DESCOLONIZAM COMO NOS COLONIZAM O INDIGENATO NÃO LEVANTA A CABEÇA

Portugal Rosário Farmhouse: Portugal tem "ingredientes" para ver crescer extrema-direita É real o risco de Portugal perder o rótulo de país com boas práticas de integração dos imigrantes. Hoje, 07h26Nº de votos (0) Comentários (0)   Se à crise económica se juntar um desinvestimento no diálogo intercultural estão reunidos "os ingredientes" para ver crescer a extrema-direita e o discurso racista em Portugal, alerta a Alta Comissária para as Migrações. A três dias de terminar o mandato à frente do agora Alto Comissariado para as Migrações (antes ACIDI - Alto Comissariado para a Imigração e o Diálogo Intercultural), Rosário Farmhouse admitiu, em entrevista à Lusa, que é real o risco de Portugal poder vir a perder o rótulo de país com boas práticas de integração dos imigrantes. "Temos os ingredientes para isso. Se, junto de uma crise económica, (...) não continuarmos a investir no diálogo intercultural e na gestão da diversidade de uma forma positiva, os ingredientes estão lá para que possa acontecer como noutros países da União Europeia", admite. Afinal de contas, sublinhou, os partidos da extrema-direita, com "discursos xenófobos, racistas, em relação às comunidades estrangeiras e também às comunidades ciganas, que, não sendo estrangeiras, são as mais excluídas", têm crescido um pouco por toda a Europa. Portugal "continua a ser exemplo". Porém, alerta, "aquele racismo e discriminação que eram tímidos e subtis (...), com a crise, aparecem mais, as pessoas mais facilmente assumem", trazendo "para a esfera pública pensamentos que tinham mais em privado". Por isso, é preciso contrariar a tendência de só "atacar" os "problemas" quando eles, efetivamente, surgem, defende a comissária. "Não podemos desinvestir nalgumas áreas", vinca, sustentando que a quase invisibilidade da extrema-direita em Portugal é "fruto" do "investimento que se fez nos últimos 20 anos". Em Portugal, refere, "o investimento existe", mas "os recursos são menores, o orçamento também é reduzido" e há "alguns focos políticos diferentes".

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Rosário Farmhouse. “Novas políticas" migratórias não devem significar “desinvestimento”
A Alta Comissária para as Migrações, prestes a concluir o mandato, espera “que o foco em novas políticas não traga desinvestimento nas outras áreas” e que “o diálogo intercultural não desapareça” na nova orgânica criada.
Em entrevista à Lusa, Rosário Farmhouse diz que está “otimista” face ao futuro do Alto Comissariado para as Migrações (antes ACIDI – Alto Comissariado para a Imigração e o Diálogo Intercultural), que deixará na próxima segunda-feira.
Frisando que vê no diálogo intercultural “a única forma de construir paz e coesão social”, confessa que o novo Alto Comissariado para as Migrações “não era” o seu “nome de eleição”, tendo preferido ver mantido “a interculturalidade” que existia na sigla ACIDI.
Respeitando a “opção política” do Governo, que amplia as funções do ACIDI, Farmhouse espera que, na prática, “o nome mude, mas o diálogo intercultural não desapareça”.
O Governo já anunciou a intenção de criar sinergias entre políticas de emigração e de imigração, o que Farmhouse vê como “positivo, embora sejam dois mundos muito grandes”. Antecipando uma mudança “difícil de pôr em prática”, a comissária considera, porém, que tal “só será possível com muito mais recursos humanos e financeiros”.
Sobre os mais recentes dados do Instituto Nacional de Estatística, entre 2003 e 2013, o número de imigrantes permanentes em Portugal caiu 44 por cento, de 31.425 para 17.554.
Farmhouse reconhece que “não estão a chegar novos fluxos”, mas também não acredita “que estejam a sair tantos assim”, já que “alguns adquiriram nacionalidade portuguesa e deixaram de estar tão visíveis nas estatísticas”.
Contabilizados imigrantes e portugueses de origens estrangeiras, “são mais de 800 mil pessoas, é um número grande”, refere. “Alguns estão a sair, é verdade", admite. Angolanos e brasileiros são quem "mais retorna ao país de origem, porque as suas economias estão a crescer”, refere, notando, porém, que muitos brasileiros acabam por regressar de novo a Portugal, que lhes garante uma segurança, paz e tranquilidade social que ainda não encontram no Brasil, onde, além disso, “o nível de vida é muito caro”.
Em relação às outras comunidades, Farmhouse descarta que estejam “a regressar em peso, antes pelo contrário, por exemplo a comunidade ucraniana está a vir outra vez para Portugal, até pelas dificuldades” vividas atualmente no país de origem.
Por outro lado, Portugal está a receber estrangeiros com “novos perfis”, nomeadamente estudantes estrangeiros e reformados do norte da Europa.
Após “seis anos muito intensos”, Farmhouse deixa o cargo de alta comissária “tranquila”, na certeza de ter tentado “fazer o melhor” possível. “Conseguimos consolidar as políticas de integração”, diz, destacando ainda “o foco” nas comunidades ciganas.
Porém, confessa que gostava de ter deixado o instituto mais "estruturado” e "sustentável". Por exemplo, “ainda não tem o seu mapa de pessoal consolidado, o que faz com que haja alguma fragilidade do ponto de vista dos recursos humanos”, indica.
“A crise também trouxe grandes desafios”, obrigando a "fazer muito com pouco”, vinca. “Algumas áreas tiveram que ser mais abrandadas para podermos focar naquilo que era para nós prioritário”, reconhece.
Os seis anos como comissária permitiram-lhe também experimentar o funcionamento do Estado, pois sempre trabalhara na sociedade civil. Farmhouse teve de viver com “a frustração” do tempo entre “o momento em que se decide” e “o momento em que se concretiza” e dos obstáculos de uma “máquina pesada”, mas respondeu com “persistência”.
Para fazer a reforma do Estado, é preciso definir concretamente o que se quer, sustenta. “Certamente que nessa reforma alguns serviços vão ter que morrer, mas há outros que vão ter de sobreviver e com condições para sobreviver. A impressão que tenho, neste momento, é que estamos todos ligados às máquinas”, lamenta.
Vincando a “imensa admiração” pelas “pessoas fantásticas” que conheceu na administração pública, nomeadamente pelos “dirigentes”, que “todos os dias fazem milagres”, Farmhouse reclama “oxigénio”.
Do sucessor, espera alguém “apaixonado” pelas migrações. “Se não é apaixonado por esta área, não vai ter forças para aguentar os obstáculos diários”, alerta.


O ACIDI É UMA MERDA A EXTINGUIR DEPRESSA...PORQUE É A NOSSA AGÊNCIA COLONIZADORA DEPOIS DA DESCOLONIZAÇÃO...

ESTES MISSIONÁRIOS DO TUDO E DO SEU CONTRÁRIO E A EITO NÃO SE ENXERGAM E CANTAM COMO AS SEREIAS QUE QUERIAM ULISSES CONTRA OS ROCHEDOS.E NÓS JÁ LÁ ESTAMOS TAMBÉM...
OS GAJOS PASSARAM DA LUTA DA "DESCOLONIZAÇÃO" DIRECTAMENTE PARA A COLONIZAÇÃO SALVADORA DAS ASNEIRAS QUE FIZERAM!!!
ENTRETANTO A DIMINUIÇÃO É FEITA COM BASE NA "NACIONALIZAÇÃO" QUE É PARA GARANTIR OS DIREITOS PERMANENTES NA "DISTRIBUIÇÃO" MESMO SEM NADA FAZEREM...CUIDEM-SE QUE AGORA ESTÁ A CHEGAR A VOSSA VEZ DE FICAREM ESCRAVOS...

UMA COISA A IMPLEMENTAR PARA INTERNACIONALISTAS FAMOSOS E SÓ COM BILHETE DE IDA PARA ÁFRICA...

China inaugura novo esquema de turismo para dissidentes

REGRESSOU PORQUE CONTINUAMOS A TER O MELHOR ACOLHIMENTO DO MUNDO.E AFINAL DERROTARAM A EXTREMA-DIREITA CERTO?

O regresso do General D ao Intendente depois de 20 anos pelo mundo


Depois de quase 20 anos a viajar por todoo mundo, o pioneiro do rap português, General D, aterra num palco no Intendente para mostrar onde chegou
Uma confissão: há 20 anos eu era repórter da SIC e fiz uma história sobre os zulos dos subúrbios da Margem Sul que se opunham aos skinheads de extrema--direita. Foi nas ruas do Miratejo, nessa noite, que encontrei pela primeira vez Sérgio Matsinhe, conhecido por General D, junto com vários outros rapers. A música era uma expressão de resistência. Passaram décadas, o General tinha-se evaporado. No próximo sábado à noite vamos poder ver de novo General D, na Praça do Intendente, em Lisboa, no Festival Lisboa Mistura. Aproveite, este homem já fez história, e pelos vistos ela continua.

MAS QUANDO VIREM OU OUVIREM O PRIMEIRO AFRICANO A FAZER AUTO-CRÍTICA ACERCA DAS EXPULSÕES EM MASSA E DO CONFISCO DE BENS DOS BRANCOS PORTUGUESES EM ÁFRICA AVISEM...
ENTRETANTO E DEPOIS DAS "CONQUISTAS DE ABRIL DO ANTÓNIO COSTA", NOMEADAMENTE A SUA LEI DA NACIONALIDADE JÁ CÁ TEMOS MAIS AFRICANOS DO QUE ALGUMA VEZ HOUVE DE BRANCOS EM ÁFRICA.AH E PAGAMOS QUASE A TODOS...
DEPOIS ADMIREM-SE DA FALÊNCIA, DOS IMPOSTOS E DE OS CONVIDAREM A EMIGRAR.
COMO RECIPROCIDADES LÁ EM ÁFRICA TÊM A POSSIBILIDADE DE SEREM CADÁVERES AMBULANTES CASO SE QUEIRAM AVENTURAR NAQUELES ELDORADOS(SE OS NATURAIS DE LÁ SÓ QUEREM FUGIR...), E ACIMA DE TUDO CONTINUAR A PAGAR POR LÁ...APESAR DE ESTAREM NA BANCARROTA!
COM A RAPAZIADA DESTAS A QUEM DÃO O VOTO QUEM SE PODE ADMIRAR DO ESTADO MISERÁVEL E VERGONHOSO A QUE LEVARAM O PAÍS?

Thursday, June 26, 2014

ENTRETANTO NO PORTUGAL DEMOCRATA OS NOSSOS MORTOS FORAM ABANDONADOS SEGUNDO ELES NO CAMPO DA "HONRA"...

El proyecto del cementerio nació en 1975, cuando la Legación alemana compró el terreno. Durante tres años, una ciudadana alemana residente en Mallorca, Gabriele Poppelreuter, funcionaria de la Embajada, recorrió 15.000 kilómetros con la misión de visitar los cementerios de 68 municipios en busca de los restos de soldados alemanes de las dos guerras mundiales muertos en España y trasladar sus restos a Cuacos de Yuste, al pie del monasterio. El cementerio militar alemán depende de la Volksbund Deutsche Kriegsgräberfürsorge, una asociación que mantiene 827 camposantos en 45 países.

SÓ POR ISSO O REGIME MERECIA SER DEITADO ABAIXO NÃO INDO POR OUTRAS RAZÕES DAS QUAIS SOBRESSAEM 3 BANCARROTAS E O DESFAZER DA NAÇÃO PORTUGUESA NUMA DE TUDO E DO SEU CONTRÁRIO...

PS

 SE NO UNIVERSO ENCONTRAREM MAIS UM PAÍS EXÓTICO COMO O DESTES GAJOS AVISEM...

AS DISCRIMINAÇÕES POSITIVAS PARA AS MINORIAS IMPOSTAS A MARTELO E A FOICE...

Defesa de GNR condenado admite recorrer para o Constitucional


LINDA JUSTIÇA "PORTUGUESA" MAS PAGA POR PORTUGUESES...

ENTÃO CUBA , A RÚSSIA E A CHINA NÃO PAGAM?OS GOLPISTAS DECRETAM PENSÕES E DEPOIS QUEM AS PAGA QUEM É?

Por outro lado, Portugal tem solicitado aos vários parceiros presentes na capital da Guiné Equatorial apoios para um «orçamento de emergência» para a Guiné-Bissau, que «neste momento não tem recursos» para satisfazer as necessidades do Estado.

Nessa matéria, «a UE pode ter o seu papel para negociar um conjunto de verbas» de apoio para o país e Portugal está disponível para reforçar o apoio na área da cooperação.

«Nós vamos reforçar as verbas na área da cooperação: neste momento, tínhamos 6,3 milhões de euros» e o valor irá subir para cerca de 11 milhões, disse o secretário de Estado, que adiantou ainda que o governo português está «empenhadíssimo em colocar, a curto prazo, uma unidade industrial de mobiliário» para ajudar a criar emprego no país, juntando «várias empresas da zona de Paredes».

JUNTEM TUDO O QUE SE GASTA LÁ FORA DEPOIS DE TEREM ENTREGUE TUDO O QUE TINHA PRETO E NÃO ERA NOSSO E JÁ AGORA O SALVAMENTO INTERNO PORQUE AS ESCOLAS NÃO SÃO SEF E A LEI DA NACIONALIDADE É O MELHOR QUE EXISTE NO PLANETA..."PORTUGUÊS" AO FIM DE 6 ANOS DOS QUAIS 3 PODEM SER NA CADEIA...

OS MARXISTAS KULTURAIS DE BRUXELAS E OS SEUS DIREITO HUMANOS GLOBAIS MAS POR NOSSA CONTA VÃO CHAMAR MUITOS MAIS...

Proteção Bruxelas quer melhorar situação de menores não acompanhados Bruxelas responde a um acórdão recente do Tribunal de Justiça da União Europeia. Hoje, 12h21Nº de votos (0) Comentários (0)   A Comissão Europeia quer melhorar a situação de menores não acompanhados que pedem proteção internacional, propondo que o pedido seja analisado pelo Estado-membro onde o requerente se encontra, mesmo que este seja apresentado em mais de um país. Com a proposta de hoje, Bruxelas responde a um acórdão recente do Tribunal de Justiça da União Europeia (UE), propondo que seja bem claro qual é o Estado-Membro responsável pela análise dos pedidos de menores não acompanhados. A proposta virá melhorar, em particular, a situação dos menores que requerem proteção internacional e não têm membros da família, irmãos ou outros familiares no território da UE. Assim, se o menor apresentar vários pedidos de proteção internacional, incluindo no Estado-membro onde se encontra, é este o país responsável pela análise do pedido (desde que isso corresponda ao seu melhor interesse).

A RAPAZIADA DIZ UMA COISA PELA FRENTE MAS FAZ OUTRA POR TRÁS...E ENQUANTO TODA A EUROPA NÃO ESTIVER NIVELADA POR ÁFRICA CÁ DENTRO...
NA ÁFRICA É QUE ELES NÃO EXIGEM NADA COMO DIREITO PARA OS EUROPEUS...ONDE BRANCO É CADÁVER AMBULANTE...