"Desemprego recorde é consequência das políticas erradas" do Governo
Para o PS, "este desemprego recorde é consequência das políticas erradas" do Governo e "de cinco erros crassos que estão a destruir o emprego em Portugal": "ausência de políticas de promoção e manutenção de emprego", "recusa em apostar no crescimento económico como alavanca de combate ao desemprego", "defesa ideológica da austeridade excessiva custe o que custar", "destruição da qualidade dos serviços públicos" e "seguidismo da política europeia da senhora Merkel".
PARA ELES, OS DO PS, OS 500000 "LEGAIS" E OUTROS TANTOS "ILEGAIS" A QUEM APLICAM A MÁXIMA COMUNISTA DO "A CADA UM SEGUNDO AS SUAS NECESSIDADES" SEM PERGUNTAS EMBARAÇOSAS E DISCRIMINATÓRIAS, PORQUE "O MUNDO É UM SÓ" SÃO SÓ "UMA RIQUEZA"
PORTANTO UMA "MEDIDA" DE DEVOLUÇÃO À PROCEDÊNCIA ESTÁ FORA DE CAUSA E ALIÁS SERIA UMA "MEDIDA ERRADA"...
PS
OS COMBATENTES DA POBREZA , DAS DESIGUALDADES E DAS DIFERENÇAS, OS ESTUDIOSOS E INVESTIGADORES DO HOMEM NOVO E MULATO, ENFIM OS MISSIONÁRIOS LAICOS E JESUÍTAS FICAREM SEM MATÉRIA PRIMA?NUNCA!!!!
O QUE DEVE SER FEITO PELO COSTA É APROVEITAR A MATA DE MONSANTO PARA AÍ CONSTITUIR UM HABITAT TIPICAMENTE AFRICANO COM CUBATAS, GAJOS E GAJAS SÓ DE TANGA AO ESTILO DOS HOTÉIS E BARES "GAY FRIENDLY"...
PÁ TÊM QUE CONQUISTAR O CORAÇÃO DOS DIRIGENTES AFRICANOS PÁ SENÃO COMO VOS DEIXAM ADERIR À UA!!!
Tuesday, August 21, 2012
NÃO MEXAM NOS MILHÕES DO MEXIA E DOS SEUS BOYS...
'Não faz sentido mais impostos sobre o privado'
O presidente da EDP, António Mexia, defendeu hoje que «a solução de mais impostos sobre o sector privado não faz sentido», referindo-se à eventual retirada de um dos subsídios aos trabalhadores do privado em 2013.
QUEM DIZ EDP, DIZ GALP,PT,REN,AMORIM DAS CORTIÇAS, BANCOS TUDO EMPRESAS CONCORRENCIAIS, ONDE NÃO EXISTEM MONOPÓLIOS E QUE NÃO PRECISAM DO ESTADO PARA NADA...
JÁ SABEM OS RICOS GANHAM A PARTIR DE 600 EUROS POR MÊS.EM ESPECIAL OS QUE GANHAREM 1500 QUE CONVÉM RECORDAR É MENOS DO QUE RECEBEM OS AFRICANOS ANALFABETOS QUE SE CONSEGUEM REGULARIZAR NO LUXEMBURGO...
TÊM OU NÃO O GOVERNO QUE MERECEM?
O presidente da EDP, António Mexia, defendeu hoje que «a solução de mais impostos sobre o sector privado não faz sentido», referindo-se à eventual retirada de um dos subsídios aos trabalhadores do privado em 2013.
QUEM DIZ EDP, DIZ GALP,PT,REN,AMORIM DAS CORTIÇAS, BANCOS TUDO EMPRESAS CONCORRENCIAIS, ONDE NÃO EXISTEM MONOPÓLIOS E QUE NÃO PRECISAM DO ESTADO PARA NADA...
JÁ SABEM OS RICOS GANHAM A PARTIR DE 600 EUROS POR MÊS.EM ESPECIAL OS QUE GANHAREM 1500 QUE CONVÉM RECORDAR É MENOS DO QUE RECEBEM OS AFRICANOS ANALFABETOS QUE SE CONSEGUEM REGULARIZAR NO LUXEMBURGO...
TÊM OU NÃO O GOVERNO QUE MERECEM?
PODEMOS ESTAR DESCANSADOS.O SEF ESTÁ A TRABALHAR...
IMIGRAÇÃO
SEF deteve dois cidadãos ilegais na última semana
O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) deteve, entre 13 e 19 de agosto, dois cidadãos estrangeiros que se encontravam ilegais em Portugal, informou a organização na sua página de Internet.
SÓ NÃO INFORMARAM DE QUANTOS "REGULARIZARAM" E "NACIONALIZARAM" NO PERÍODO...
MAS PERCEBE-SE.O COSTA FORMATOU A RAPAZIADA NAS "REGULARIZAÇÕES" E NAS "NACIONALIZAÇÕES" GERAIS E COM CARRINHAS DE FORMA DESCENTRALIZADA...
O PROBLEMA VAI SER QUANDO ALGUÉM FOR "INSPECCIONAR" O SERVIÇO COMO DEVE SER...MESMO COM AS LEIS BONDOSAS VIGENTES...
SEF deteve dois cidadãos ilegais na última semana
O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) deteve, entre 13 e 19 de agosto, dois cidadãos estrangeiros que se encontravam ilegais em Portugal, informou a organização na sua página de Internet.
SÓ NÃO INFORMARAM DE QUANTOS "REGULARIZARAM" E "NACIONALIZARAM" NO PERÍODO...
MAS PERCEBE-SE.O COSTA FORMATOU A RAPAZIADA NAS "REGULARIZAÇÕES" E NAS "NACIONALIZAÇÕES" GERAIS E COM CARRINHAS DE FORMA DESCENTRALIZADA...
O PROBLEMA VAI SER QUANDO ALGUÉM FOR "INSPECCIONAR" O SERVIÇO COMO DEVE SER...MESMO COM AS LEIS BONDOSAS VIGENTES...
Etiquetas:
OS AMIGOS DO SOS RACISMO E DOS JESUÍTAS...
VAMOS AFRICANIZAR MAIS DEPRESSA...
EM PORTUGAL, GRÉCIA, IRLANDA E ESPANHA
Moody's diz que reformas não são suficientes
PELAS "MEDIDAS" E PORQUE COMO AS ESCOLAS NÃO SÃO "SEF" E A NACIONALIDADE É ATRIBUÍDA A QUEM "DECLARE" AFECTOS.ENTÃO SE FOREM ATESTADOS POR UM JESUÍTA É LOGO NA HORA...
PS
JESUÍTAS QUE TÊM UM MUNDO CRISTÃO A SALVAR NO NORTE DE ÁFRICA,NO EXTREMO ORIENTE,NA ÍNDIA.MAS PREFEREM SALVAR, MESMOS OS SEUS TRADICIONAIS INIMIGOS, AGORA SÓ CÁ DENTRO E POR CONTA DO OE...
Moody's diz que reformas não são suficientes
PELAS "MEDIDAS" E PORQUE COMO AS ESCOLAS NÃO SÃO "SEF" E A NACIONALIDADE É ATRIBUÍDA A QUEM "DECLARE" AFECTOS.ENTÃO SE FOREM ATESTADOS POR UM JESUÍTA É LOGO NA HORA...
PS
JESUÍTAS QUE TÊM UM MUNDO CRISTÃO A SALVAR NO NORTE DE ÁFRICA,NO EXTREMO ORIENTE,NA ÍNDIA.MAS PREFEREM SALVAR, MESMOS OS SEUS TRADICIONAIS INIMIGOS, AGORA SÓ CÁ DENTRO E POR CONTA DO OE...
A NOSSA COLONIZAÇÃO AFRICANA.DE CERTEZA COM BASE EM SUBSÍDIOS...
PJ conclui pela falta de indícios criminais em caso de criança desaparecida em Loures
A PJ concluiu hoje não haver indícios de crime no desaparecimento, sábado, de um menino em Loures, entretanto já entregue à mãe, e vai propor ao Ministério Público o arquivamento da investigação do caso, informou fonte da polícia criminal.
A criança, de dois anos e meio, cujo alerta do desaparecimento foi transmitido à PSP pela mãe, no sábado à noite, foi encontrada hoje de manhã por uma mulher, não muito longe do local do seu desaparecimento, junto a umas hortas em São João da Talha, no concelho de Loures.
Agentes da PJ que se encontravam em averiguações no local entregaram a criança à mãe, depois de confirmada a sua identificação. O ato foi captado pelas câmaras das televisões, que tinham enviado equipas de reportagem para o local.
COITADA DA CRIANÇA QUE NEM CONHECE O PAI.COMO EM OUTROS MILHENTOS CASOS...QUANDO VIREM UMA MULHER AFRICANA SEM FILHOS DEITEM FOGUETES.ELAS AS AFRICANAS NÃO SE IMPORTAM DE DIVIDIR OS MACHOS.PORQUE É IMPORTANTE REPRODUZIR A POBREZA QUE NOS VAI ENRIQUECENDO.COM O TAL "A CADA UM SEGUNDO AS SUAS NECESSIDADES" PARA COMBATER A POBREZA, AS DIFERENÇAS E AS DESIGUALDADES.E MAIS MODERNAMENTE CONFORME DESEJO EXPRESSO PELO DISTINTO PROF MARCELO ELEGEREM E SEREM ELEITOS...
O IMPÉRIO AGORA SÓ CÁ DENTRO E POR NOSSA CONTA ANDA A SALVAR ÁFRICA NUMA DE "DAR A OUTRA FACE" E FAZER A TAL SOCIEDADE "SEM CLASSES" E "SEM DISCRIMINAÇÕES" NENHUMAS.E UMA VEZ QUE OS NEOCONS LIBERAIS NÃO EMPRESTAM MAIS PARA CONTINUAR COM ESSE SALVAMENTO GERAl aplica-se o princípio "os ricos que paguem a crise"."RICOS QUE JÁ COMEÇAM NOS 600 EUROS MENSAIS E EM QUE É "OBSCENO" HAVER FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS A GANHAREM 1500 EUROS...
EM TEMPOS RECUADOS PORTUGAL FORNECIA ESCRAVOS.AGORA FORNECE LIBERTOS.À EUROPA TODA.E DE TODAS AS CORES...
NÃO DEITEM ABAIXO ESTES GAJOS QUE SE AGARRARAM AO PODER COMO LAPAS QUE AINDA UM DIA VÃO SER VENDIDOS COMO ESCRAVOS PARA ÁFRICA.PORQUE ESTES GAJOS SÃO ADEPTOS DO "TUDO E DO SEU CONTRÁRIO"...ISTO É PASSARAM DIRECTAMENTE DE "DESCOLONIZADORES" DO TUDO O QUE TIVESSE PRETO PARA A NOSSA COLONIZAÇÃO SALVADORA SEM LIMITES...LIMITANDO-SE A SEREM TESTAS DE FERRO DOS INTERESSES ESTRANHOS E FAZEREM-SE PAGAR PRINCIPESCAMENTE PELA SUA TRAIÇÃO...
A PJ concluiu hoje não haver indícios de crime no desaparecimento, sábado, de um menino em Loures, entretanto já entregue à mãe, e vai propor ao Ministério Público o arquivamento da investigação do caso, informou fonte da polícia criminal.
A criança, de dois anos e meio, cujo alerta do desaparecimento foi transmitido à PSP pela mãe, no sábado à noite, foi encontrada hoje de manhã por uma mulher, não muito longe do local do seu desaparecimento, junto a umas hortas em São João da Talha, no concelho de Loures.
Agentes da PJ que se encontravam em averiguações no local entregaram a criança à mãe, depois de confirmada a sua identificação. O ato foi captado pelas câmaras das televisões, que tinham enviado equipas de reportagem para o local.
COITADA DA CRIANÇA QUE NEM CONHECE O PAI.COMO EM OUTROS MILHENTOS CASOS...QUANDO VIREM UMA MULHER AFRICANA SEM FILHOS DEITEM FOGUETES.ELAS AS AFRICANAS NÃO SE IMPORTAM DE DIVIDIR OS MACHOS.PORQUE É IMPORTANTE REPRODUZIR A POBREZA QUE NOS VAI ENRIQUECENDO.COM O TAL "A CADA UM SEGUNDO AS SUAS NECESSIDADES" PARA COMBATER A POBREZA, AS DIFERENÇAS E AS DESIGUALDADES.E MAIS MODERNAMENTE CONFORME DESEJO EXPRESSO PELO DISTINTO PROF MARCELO ELEGEREM E SEREM ELEITOS...
O IMPÉRIO AGORA SÓ CÁ DENTRO E POR NOSSA CONTA ANDA A SALVAR ÁFRICA NUMA DE "DAR A OUTRA FACE" E FAZER A TAL SOCIEDADE "SEM CLASSES" E "SEM DISCRIMINAÇÕES" NENHUMAS.E UMA VEZ QUE OS NEOCONS LIBERAIS NÃO EMPRESTAM MAIS PARA CONTINUAR COM ESSE SALVAMENTO GERAl aplica-se o princípio "os ricos que paguem a crise"."RICOS QUE JÁ COMEÇAM NOS 600 EUROS MENSAIS E EM QUE É "OBSCENO" HAVER FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS A GANHAREM 1500 EUROS...
EM TEMPOS RECUADOS PORTUGAL FORNECIA ESCRAVOS.AGORA FORNECE LIBERTOS.À EUROPA TODA.E DE TODAS AS CORES...
NÃO DEITEM ABAIXO ESTES GAJOS QUE SE AGARRARAM AO PODER COMO LAPAS QUE AINDA UM DIA VÃO SER VENDIDOS COMO ESCRAVOS PARA ÁFRICA.PORQUE ESTES GAJOS SÃO ADEPTOS DO "TUDO E DO SEU CONTRÁRIO"...ISTO É PASSARAM DIRECTAMENTE DE "DESCOLONIZADORES" DO TUDO O QUE TIVESSE PRETO PARA A NOSSA COLONIZAÇÃO SALVADORA SEM LIMITES...LIMITANDO-SE A SEREM TESTAS DE FERRO DOS INTERESSES ESTRANHOS E FAZEREM-SE PAGAR PRINCIPESCAMENTE PELA SUA TRAIÇÃO...
Monday, August 20, 2012
POR CÁ CONTINUA O MILAGRE DO " A CADA UM SEGUNDO AS SUAS NECESSIDADES" E AO ESTILO "VENHAM A NÓS AS CRIANCINHAS"...
Madrid ne soigne plus gratis les sans-papiers
Mots clés : Sécurité Sociale, Santé Publique, Soins Médicaux, Espagne
Dans sa bataille pour l'austérité, le gouvernement espagnol a décidé de priver de couverture sanitaire gratuite les immigrés en situation irrégulière. À partir du 1er septembre, seuls trois types de sans-papiers seront encore reçus sans payer: les mineurs, les femmes enceintes et les malades en situation d'urgence. Un millier de médecins, se déclarant objecteurs de conscience, annoncent toutefois qu'ils continueront à prodiguer leurs soins gratuitement.
La Société espagnole de médecine de famille et communautaire (Semfyc) organise la rébellion. L'association regroupe plus de la moitié des médecins de famille espagnols. Sur son site, un formulaire permet à ceux qui le souhaitent d'envoyer leur «objection de conscience» aux autorités sanitaires. «Ma loyauté avec les patients m'empêche de faillir à mon devoir éthique professionnel et de me livrer à un abandon (…). Je veux continuer à traiter mes patients qui n'ont pas de permis de séjour», indique le texte qu'avaient signé dimanche près de 1300 personnes. D'abord réservé aux médecins, le formulaire a ensuite été ouvert à l'ensemble du personnel soignant. Salvador Tranche, le secrétaire de la Semfyc, justifie la prise de position de son association par des considérations éthiques: «La réforme est une rupture de la relation entre le médecin et son patient.»
Économiser 1 milliard d'euros
L'initiative, toutefois, devrait rencontrer quelques difficultés techniques. En Espagne, les soins de la Sécurité sociale sont dispensés dans des centres de santé qui, dans chaque commune ou quartier, regroupent médecins, infirmiers et personnel administratif. Grâce à sa carte sanitaire, l'équivalent de la carte Vitale, le patient prend rendez-vous et consulte gratuitement un généraliste. À la rentrée, quelque 150.000 tarjetas sanitarias seront désactivées.
«Personnellement, j'ai indiqué au personnel administratif de m'envoyer les patients sans-papiers, dit le Dr Tranche. Mais si le département administratif ne nous aide pas, les patients n'accéderont pas à la consultation», reconnaît-il. Difficile, également, d'orienter l'un de ces patients vers un spécialiste ou un hôpital.
Mais l'essentiel est sans doute ailleurs. Par leur rébellion, les médecins entendent avant tout attirer l'attention des pouvoirs publics et négocier. Car le projet est encore flou sur de nombreux aspects. Il semble même évoluer au fil des jours. Selon le journal El Pais, l'exécutif prévoit ainsi de proposer aux sans-papiers de cotiser s'ils veulent continuer à bénéficier de soins: 60 euros par mois pour les moins de 65 ans et jusqu'à 155 euros pour les plus âgés. «Compte tenu de la faiblesse de leurs revenus, ce n'est pas viable», objecte Tranche. Un responsable du ministère de la Santé a ensuite indiqué que la Sécurité sociale pourrait continuer à soigner les sans-papiers si la facture était ensuite envoyée aux pays d'origine.
Pour le gouvernement, la priorité reste d'économiser. Selon ses calculs, l'exclusion des immigrés en situation irrégulière de l'accès gratuit aux soins, combinée à des restrictions contre le «tourisme sanitaire» des Européens, doit permettre d'économiser 1 milliard d'euros par an.
A DISTRIBUIÇÃO DOS CARTÕES DE ACESSO AO "SNS" FOI PRÓDIGA E ALIÁS POUCO INSPECCIONADA.ALGUMAS MULHERES ATÉ PAREM MAIS DO QUE UMA VEZ POR ANO...
Mots clés : Sécurité Sociale, Santé Publique, Soins Médicaux, Espagne
Dans sa bataille pour l'austérité, le gouvernement espagnol a décidé de priver de couverture sanitaire gratuite les immigrés en situation irrégulière. À partir du 1er septembre, seuls trois types de sans-papiers seront encore reçus sans payer: les mineurs, les femmes enceintes et les malades en situation d'urgence. Un millier de médecins, se déclarant objecteurs de conscience, annoncent toutefois qu'ils continueront à prodiguer leurs soins gratuitement.
La Société espagnole de médecine de famille et communautaire (Semfyc) organise la rébellion. L'association regroupe plus de la moitié des médecins de famille espagnols. Sur son site, un formulaire permet à ceux qui le souhaitent d'envoyer leur «objection de conscience» aux autorités sanitaires. «Ma loyauté avec les patients m'empêche de faillir à mon devoir éthique professionnel et de me livrer à un abandon (…). Je veux continuer à traiter mes patients qui n'ont pas de permis de séjour», indique le texte qu'avaient signé dimanche près de 1300 personnes. D'abord réservé aux médecins, le formulaire a ensuite été ouvert à l'ensemble du personnel soignant. Salvador Tranche, le secrétaire de la Semfyc, justifie la prise de position de son association par des considérations éthiques: «La réforme est une rupture de la relation entre le médecin et son patient.»
Économiser 1 milliard d'euros
L'initiative, toutefois, devrait rencontrer quelques difficultés techniques. En Espagne, les soins de la Sécurité sociale sont dispensés dans des centres de santé qui, dans chaque commune ou quartier, regroupent médecins, infirmiers et personnel administratif. Grâce à sa carte sanitaire, l'équivalent de la carte Vitale, le patient prend rendez-vous et consulte gratuitement un généraliste. À la rentrée, quelque 150.000 tarjetas sanitarias seront désactivées.
«Personnellement, j'ai indiqué au personnel administratif de m'envoyer les patients sans-papiers, dit le Dr Tranche. Mais si le département administratif ne nous aide pas, les patients n'accéderont pas à la consultation», reconnaît-il. Difficile, également, d'orienter l'un de ces patients vers un spécialiste ou un hôpital.
Mais l'essentiel est sans doute ailleurs. Par leur rébellion, les médecins entendent avant tout attirer l'attention des pouvoirs publics et négocier. Car le projet est encore flou sur de nombreux aspects. Il semble même évoluer au fil des jours. Selon le journal El Pais, l'exécutif prévoit ainsi de proposer aux sans-papiers de cotiser s'ils veulent continuer à bénéficier de soins: 60 euros par mois pour les moins de 65 ans et jusqu'à 155 euros pour les plus âgés. «Compte tenu de la faiblesse de leurs revenus, ce n'est pas viable», objecte Tranche. Un responsable du ministère de la Santé a ensuite indiqué que la Sécurité sociale pourrait continuer à soigner les sans-papiers si la facture était ensuite envoyée aux pays d'origine.
Pour le gouvernement, la priorité reste d'économiser. Selon ses calculs, l'exclusion des immigrés en situation irrégulière de l'accès gratuit aux soins, combinée à des restrictions contre le «tourisme sanitaire» des Européens, doit permettre d'économiser 1 milliard d'euros par an.
A DISTRIBUIÇÃO DOS CARTÕES DE ACESSO AO "SNS" FOI PRÓDIGA E ALIÁS POUCO INSPECCIONADA.ALGUMAS MULHERES ATÉ PAREM MAIS DO QUE UMA VEZ POR ANO...
OS PRIMAVERISTAS NORTE AFRICANOS...
“Me quemaron vivo, no les perdono”
La decisión del hospital de Getafe de devolver a Melilla a un inmigrante sin papeles al que abrasaron en esa ciudad puede desatar “una ola de venganza interétnica”. Patrick Hervé ha pedido al centro que le siga cuidando hasta que pueda valerse por sí mismo
Desde niño, Hervé Patrick abrigaba un sueño: vivir en Madrid. Y no sólo por estar cerca del equipo de fútbol que hacía sus delicias cuando lo veía jugar por televisión desde su país natal, Camerún. También para trabajar y mandar dinero a su madre y tres hermanos. Su familia es muy pobre. Con 19 años, y tras una larga travesía de 18 meses África arriba, logró entrar en Melilla. Como otros muchos inmigrantes sin papeles, saltando la valla. Pero quedó encajonado en los 14 kilómetros cuadrados que ocupa Melilla a la espera de ser repatriado. Tras dos años cercado, su sueño de alcanzar Madrid casi se había desvanecido.
Un crimen horrendo le ha trastocado la vida. Cuando hace unas tres semanas abrió los ojos, tras cerca de tres meses en coma, se halló en una unidad de cuidados intensivos, envuelto en metros y metros de vendas y conectado a un sinfín de aparatos. Preguntó y las enfermeras le dijeron que estaba en Madrid. En la unidad de grandes quemados del hospital madrileño de Getafe.
Patrick no recordaba nada. Ni qué hacía allí ni cómo había llegado a Madrid. Le explicaron que un helicóptero lo trajo desde Melilla, el pasado 5 de mayo. A su lado, Herminie, su madre, lloraba de alegría: su hijo, por fin, había regresado a la vida. Pero también estaba traspasada de dolor por cómo unos criminales le habían dejado el cuerpo: mientras dormía quemaron una de las chabolas de cartones, con él dentro, levantadas por inmigrantes cerca del centro de refugiados de Melilla.
El fuego arrasó el 60% de la superficie de su piel, con un 50% de quemaduras muy profundas. Al despertar, casi empapelado en vendas, se asustó de sí mismo. Los dedos de su mano estaban amputados. Se habían transformado en una suerte de muñón de un color muy negro, más aun que el de su piel. Su color fue supuestamente la causa que llevó a dos árabes de Melilla, que ahora están presos, a prender fuego a la chabola en la que esa noche dormía. Ese día se produjo un enfrentamiento entre argelinos y cameruneses en Melilla. En la trifulca ardieron 21 chamizos. Él estaba dentro de uno, ajeno al espanto que se vivía fuera.
Patrick ni siquiera recuerda que salió de ella envuelto en llamas y dando gritos desgarradores. Unos policías vieron a lo lejos una bola de fuego que se movía. La apagaron con los extintores del coche. "Patrick fue víctima de una agresión de odio motivada por un conflicto interétnico que debe ser investigado a fondo. Le quemaron mientras dormía; él no tuvo nada que ver con esa bronca. Los que lo hicieron fueron a quemar negros, sin más”, subraya Esteban Ibarra, presidente del Movimiento contra la Intolerancia, que se va a personar en las diligencias por intento de asesinato que tramita el Juzgado de Instrucción 3 de Melilla.
Patrick lo corrobora desde la cama del hospital: “Me quemaron vivo, yo no hice nada; y no perdono a los que me hicieron esto, que los juzgue Dios”, reflexiona. Es un joven de 21 años, corpulento, 1,80, ojos grandes. Ya arrastra cinco operaciones. La última, hace apenas diez días, en la cabeza. Le han hecho autoinjertos en distintas zonas del cuerpo. Las piernas y dedos los tenía achicharrados, y parte de la espalda y el estómago. Por sí mismo no se puede mover, ni hacer sus necesidades básicas.
Siempre a su lado, desde hace un mes, su madre, que ha dejado a sus otros tres hijos pequeños en Camerún al cuidado de vecinos y su hija mayor. La mujer solo habla francés. Hermine pidió prestado dinero para viajar a Madrid. El próximo día 31 expira el visado humanitario que le facilitó el Gobierno español.
Hermine y Patick volvieron a llorar el pasado jueves. Las congojas van por dentro y a veces estallan, aunque ella finge sonrisas para animarle y sacarle de la depresión. "Cuando despertó del coma, me dijo que para estar así hubiera preferido morir", cuenta la madre. Patrick la oye hablar, pero su mirada parece perdida. En el helicóptero le trajeron en una caja de madera, casi desahuciado. El llanto del jueves, de alegría, quedó borrado el sábado, de amargura. El y su madre llevaban días nerviosos porque el hospital le habían avisado de que el jueves, 16 de agosto, debía dejar el hospital e instalarse en un centro que hay en Getafe perteneciente a la Comisión Española de Ayuda al Refugiado. Una ONG.
Patrick es un inmigrante sin papeles y, por tanto, también, posible diana de la ley del Gobierno que deja sin seguro médico a los sin papeles. Pero no fue este el motivo esgrimido por el hospital. La razón es que su evolución clínica era positiva y que el resto de cuidados podía realizarlos sin necesidad de estar ingresado, como cualquier otro paciente. Pero la ONG comunicó al hospital que no disponía de medios para atender a un gran quemado como Patrick. Ni siquiera dispone de un vehículo para llevarlo a las imprescindibles curas periódicas antiinfecciosas, el ogro de las quemaduras. ¿Quién iba a cuidarle en la ONG? ¿Quién le llevaría a las curas? ¿En qué vehículo? ¿Quién le ayudaría allí levantarse para hacer sus necesidades, para comer…?
Justo cuando una ambulancia esperaba el jueves a Patrick para llevarlo al citado centro de refugiados, la dirección del hospital se lo repensó in extremis y decidió mantenerle bajo su cuidado. Hasta que pudiera valerse por sí mismo, según informaron los médicos a la familia. “Hubiese sido absurdo que el mismo hospital que le salva la vida y le tiene varios meses cuidándole, luego lo deje en una ONG sin medios sanitarios y expuesto a cualquier infección”, señalaba Ibarra el jueves, satisfecho. También le avanzaron que cuando pudiera valerse por sí mismo le llevarían al de Navalcarnero, para continuar con las curas.
Pero la del jueves fue una alegría efímera. Solo duró 24 horas. El hospital cambio de planes el sábado. Un médico acudió a su habitación y le comentó que se preparase, que el lunes a las 11.00 (por mañana) le llevarían de vuelta a Melilla. “No han dicho a dónde, ni cómo. No sabemos si lo llevan al hospital de allí, que no tiene servicio para grandes quemados, o al centro de refugiados, que tampoco está preparado. Y, además, ¿qué va a pasar con la madre, que no tiene papeles, ni habla español y allí no conoce a nadie”, denunció ayer Ibarra a EL PAÍS. Y añadió: “Es la peor decisión que podía tomar el hospital de Getafe, y puede tener consecuencias legales”. Y no solo eso: “Llevar de vuelta a Patrick a Melilla es muy peligroso, y no solo para su salud: cuando vean sus paisanos las grandes quemaduras de su cuerpo, se puede desatar una ola de venganza interétnica; y más como está Melilla estos días”. La madre de Patrick escribió ayer una carta al director del hospital en la que se opone a viajar con su hijo a Melilla. "En Madrid tenemos a un paisano, pero en Melilla me veré sola y sin apoyo de nadie", explica Heminie. "Sólo nos iremos si es por la fuerza", destaca.
Si nada cambia, Patrick, pues, tendrá que dejar Madrid sin haber visto su anhelado Bernabéu. Nunca había estado tan cerca, ni tan lejos.
DA TUNÍSIA SAEM NAVIOS COM CENTENAS DE SUB SARIANOS, DE MARROCOS ASSALTAM ÀS CENTENAS OS ARAMES FARPADOS DA FRONTEIRA.CURIOSO COMO AGORA OS FRANCÓFONOS PREFEREM OS HISPÂNICOS.PORQUE SERÁ?
OS INTERNACIONALISTAS HISPÂNICOS FIZERAM BOAS LEIS...
MAS PRINCIPALMENTE OS INTERNACIONALISTAS HISPÂNICOS TRATARAM DE ENTREGAR TUDO O QUE TINHA PRETO E QUE NÃO ERA NOSSO...E AGORA CONSIDERAM QUE "O MUNDO É UM SÓ" E POR NOSSA CONTA...
O INTERNACIONALISTA MARCELO DISSE ONTEM QUE A MÉDIA DE SALÁRIOS NA FUNÇÃO PÚBLICA QUE PARECE RONDAR OS 1500 EUROS É DEMASIADO ELEVADO(PARA ESSA MÉDIA CONTAM EVIDENTEMENTE OS VENCIMENTOS DAS ELITES ELEITAS, ASSESSORES, GESTORES, ETC QUE TÊM CAPACIDADE DE SE FAZEREM PAGAR DO OE CONSOANTE ACHAM QUE MERECEM) FAZENDO TÁBUA RASA DA MÉDIA DOS ORDENADOS MÍNIMOS DE MUITOS PAÍSES DA UE DE MONTANTES SUPERIORES AO ALCANCE DE QUALQUER AFRICANO ANALFABETO QUE CÁ SE CONSIGA INSTALAR...
REPAREM BEM NOS VENCIMENTOS DOS NOSSOS GRANDES HUMANISTAS.VÃO CONCLUIR QUE NENHUMA DELES TEM ORDENADOS DE MISÉRIA...QUE ACHAM BONS PARA O "RESTO" DA MALTA QUE É BOM QUE AFRICANIZE...
OS NOSSOS SALVADORES DO PLANETA, A MAIORIA TRAIDORES RASTEIROS DO ZÉ POVINHO QUE DIZEM GOVERNAR OU SÃO DE FACTO AFASTADOS OU AINDA VOS IRÃO VENDER COMO ESCRAVOS PARA ÁFRICA...
La decisión del hospital de Getafe de devolver a Melilla a un inmigrante sin papeles al que abrasaron en esa ciudad puede desatar “una ola de venganza interétnica”. Patrick Hervé ha pedido al centro que le siga cuidando hasta que pueda valerse por sí mismo
Desde niño, Hervé Patrick abrigaba un sueño: vivir en Madrid. Y no sólo por estar cerca del equipo de fútbol que hacía sus delicias cuando lo veía jugar por televisión desde su país natal, Camerún. También para trabajar y mandar dinero a su madre y tres hermanos. Su familia es muy pobre. Con 19 años, y tras una larga travesía de 18 meses África arriba, logró entrar en Melilla. Como otros muchos inmigrantes sin papeles, saltando la valla. Pero quedó encajonado en los 14 kilómetros cuadrados que ocupa Melilla a la espera de ser repatriado. Tras dos años cercado, su sueño de alcanzar Madrid casi se había desvanecido.
Un crimen horrendo le ha trastocado la vida. Cuando hace unas tres semanas abrió los ojos, tras cerca de tres meses en coma, se halló en una unidad de cuidados intensivos, envuelto en metros y metros de vendas y conectado a un sinfín de aparatos. Preguntó y las enfermeras le dijeron que estaba en Madrid. En la unidad de grandes quemados del hospital madrileño de Getafe.
Patrick no recordaba nada. Ni qué hacía allí ni cómo había llegado a Madrid. Le explicaron que un helicóptero lo trajo desde Melilla, el pasado 5 de mayo. A su lado, Herminie, su madre, lloraba de alegría: su hijo, por fin, había regresado a la vida. Pero también estaba traspasada de dolor por cómo unos criminales le habían dejado el cuerpo: mientras dormía quemaron una de las chabolas de cartones, con él dentro, levantadas por inmigrantes cerca del centro de refugiados de Melilla.
El fuego arrasó el 60% de la superficie de su piel, con un 50% de quemaduras muy profundas. Al despertar, casi empapelado en vendas, se asustó de sí mismo. Los dedos de su mano estaban amputados. Se habían transformado en una suerte de muñón de un color muy negro, más aun que el de su piel. Su color fue supuestamente la causa que llevó a dos árabes de Melilla, que ahora están presos, a prender fuego a la chabola en la que esa noche dormía. Ese día se produjo un enfrentamiento entre argelinos y cameruneses en Melilla. En la trifulca ardieron 21 chamizos. Él estaba dentro de uno, ajeno al espanto que se vivía fuera.
Patrick ni siquiera recuerda que salió de ella envuelto en llamas y dando gritos desgarradores. Unos policías vieron a lo lejos una bola de fuego que se movía. La apagaron con los extintores del coche. "Patrick fue víctima de una agresión de odio motivada por un conflicto interétnico que debe ser investigado a fondo. Le quemaron mientras dormía; él no tuvo nada que ver con esa bronca. Los que lo hicieron fueron a quemar negros, sin más”, subraya Esteban Ibarra, presidente del Movimiento contra la Intolerancia, que se va a personar en las diligencias por intento de asesinato que tramita el Juzgado de Instrucción 3 de Melilla.
Patrick lo corrobora desde la cama del hospital: “Me quemaron vivo, yo no hice nada; y no perdono a los que me hicieron esto, que los juzgue Dios”, reflexiona. Es un joven de 21 años, corpulento, 1,80, ojos grandes. Ya arrastra cinco operaciones. La última, hace apenas diez días, en la cabeza. Le han hecho autoinjertos en distintas zonas del cuerpo. Las piernas y dedos los tenía achicharrados, y parte de la espalda y el estómago. Por sí mismo no se puede mover, ni hacer sus necesidades básicas.
Siempre a su lado, desde hace un mes, su madre, que ha dejado a sus otros tres hijos pequeños en Camerún al cuidado de vecinos y su hija mayor. La mujer solo habla francés. Hermine pidió prestado dinero para viajar a Madrid. El próximo día 31 expira el visado humanitario que le facilitó el Gobierno español.
Hermine y Patick volvieron a llorar el pasado jueves. Las congojas van por dentro y a veces estallan, aunque ella finge sonrisas para animarle y sacarle de la depresión. "Cuando despertó del coma, me dijo que para estar así hubiera preferido morir", cuenta la madre. Patrick la oye hablar, pero su mirada parece perdida. En el helicóptero le trajeron en una caja de madera, casi desahuciado. El llanto del jueves, de alegría, quedó borrado el sábado, de amargura. El y su madre llevaban días nerviosos porque el hospital le habían avisado de que el jueves, 16 de agosto, debía dejar el hospital e instalarse en un centro que hay en Getafe perteneciente a la Comisión Española de Ayuda al Refugiado. Una ONG.
Patrick es un inmigrante sin papeles y, por tanto, también, posible diana de la ley del Gobierno que deja sin seguro médico a los sin papeles. Pero no fue este el motivo esgrimido por el hospital. La razón es que su evolución clínica era positiva y que el resto de cuidados podía realizarlos sin necesidad de estar ingresado, como cualquier otro paciente. Pero la ONG comunicó al hospital que no disponía de medios para atender a un gran quemado como Patrick. Ni siquiera dispone de un vehículo para llevarlo a las imprescindibles curas periódicas antiinfecciosas, el ogro de las quemaduras. ¿Quién iba a cuidarle en la ONG? ¿Quién le llevaría a las curas? ¿En qué vehículo? ¿Quién le ayudaría allí levantarse para hacer sus necesidades, para comer…?
Justo cuando una ambulancia esperaba el jueves a Patrick para llevarlo al citado centro de refugiados, la dirección del hospital se lo repensó in extremis y decidió mantenerle bajo su cuidado. Hasta que pudiera valerse por sí mismo, según informaron los médicos a la familia. “Hubiese sido absurdo que el mismo hospital que le salva la vida y le tiene varios meses cuidándole, luego lo deje en una ONG sin medios sanitarios y expuesto a cualquier infección”, señalaba Ibarra el jueves, satisfecho. También le avanzaron que cuando pudiera valerse por sí mismo le llevarían al de Navalcarnero, para continuar con las curas.
Pero la del jueves fue una alegría efímera. Solo duró 24 horas. El hospital cambio de planes el sábado. Un médico acudió a su habitación y le comentó que se preparase, que el lunes a las 11.00 (por mañana) le llevarían de vuelta a Melilla. “No han dicho a dónde, ni cómo. No sabemos si lo llevan al hospital de allí, que no tiene servicio para grandes quemados, o al centro de refugiados, que tampoco está preparado. Y, además, ¿qué va a pasar con la madre, que no tiene papeles, ni habla español y allí no conoce a nadie”, denunció ayer Ibarra a EL PAÍS. Y añadió: “Es la peor decisión que podía tomar el hospital de Getafe, y puede tener consecuencias legales”. Y no solo eso: “Llevar de vuelta a Patrick a Melilla es muy peligroso, y no solo para su salud: cuando vean sus paisanos las grandes quemaduras de su cuerpo, se puede desatar una ola de venganza interétnica; y más como está Melilla estos días”. La madre de Patrick escribió ayer una carta al director del hospital en la que se opone a viajar con su hijo a Melilla. "En Madrid tenemos a un paisano, pero en Melilla me veré sola y sin apoyo de nadie", explica Heminie. "Sólo nos iremos si es por la fuerza", destaca.
Si nada cambia, Patrick, pues, tendrá que dejar Madrid sin haber visto su anhelado Bernabéu. Nunca había estado tan cerca, ni tan lejos.
DA TUNÍSIA SAEM NAVIOS COM CENTENAS DE SUB SARIANOS, DE MARROCOS ASSALTAM ÀS CENTENAS OS ARAMES FARPADOS DA FRONTEIRA.CURIOSO COMO AGORA OS FRANCÓFONOS PREFEREM OS HISPÂNICOS.PORQUE SERÁ?
OS INTERNACIONALISTAS HISPÂNICOS FIZERAM BOAS LEIS...
MAS PRINCIPALMENTE OS INTERNACIONALISTAS HISPÂNICOS TRATARAM DE ENTREGAR TUDO O QUE TINHA PRETO E QUE NÃO ERA NOSSO...E AGORA CONSIDERAM QUE "O MUNDO É UM SÓ" E POR NOSSA CONTA...
O INTERNACIONALISTA MARCELO DISSE ONTEM QUE A MÉDIA DE SALÁRIOS NA FUNÇÃO PÚBLICA QUE PARECE RONDAR OS 1500 EUROS É DEMASIADO ELEVADO(PARA ESSA MÉDIA CONTAM EVIDENTEMENTE OS VENCIMENTOS DAS ELITES ELEITAS, ASSESSORES, GESTORES, ETC QUE TÊM CAPACIDADE DE SE FAZEREM PAGAR DO OE CONSOANTE ACHAM QUE MERECEM) FAZENDO TÁBUA RASA DA MÉDIA DOS ORDENADOS MÍNIMOS DE MUITOS PAÍSES DA UE DE MONTANTES SUPERIORES AO ALCANCE DE QUALQUER AFRICANO ANALFABETO QUE CÁ SE CONSIGA INSTALAR...
REPAREM BEM NOS VENCIMENTOS DOS NOSSOS GRANDES HUMANISTAS.VÃO CONCLUIR QUE NENHUMA DELES TEM ORDENADOS DE MISÉRIA...QUE ACHAM BONS PARA O "RESTO" DA MALTA QUE É BOM QUE AFRICANIZE...
OS NOSSOS SALVADORES DO PLANETA, A MAIORIA TRAIDORES RASTEIROS DO ZÉ POVINHO QUE DIZEM GOVERNAR OU SÃO DE FACTO AFASTADOS OU AINDA VOS IRÃO VENDER COMO ESCRAVOS PARA ÁFRICA...
Subscribe to:
Comments (Atom)