Relvas não quer sair sem vender a RTP
Miguel Relvas não quer sair do Governo sem resultados na reforma autárquica e na venda de um canal da RTP. Passos Coelho foi ao PSD defendê-lo: "Ele é um doer [fazedor]".
Ó RELVAS MAS AFINAL A QUANTOS PANELEIROS PAGAMOS ORDENADOS MILIONÁRIOS NA RTP?
PÁ NÃO GOSTO DE SER ENRRABADO DE MANEIRA NENHUMA PÁ...
Sunday, July 22, 2012
QUE A TAP AUMENTE O NÚMERO DE VÔOS...
Guiné-Bissau: Ban Ki-moon alerta para aumento do narcotráfico desde golpe de Estado
E QUE POR MOTIVOS DE NÃO HAVER RACISMO OS CONTROLOS DO AEROPORTO SEJAM ALIGEIRADOS.AFINAL OS MANOS SÓ NOS QUEREM ENRIQUECER...
PASSAPORTE PARA TODOS OS GUINEENSES!
E QUE POR MOTIVOS DE NÃO HAVER RACISMO OS CONTROLOS DO AEROPORTO SEJAM ALIGEIRADOS.AFINAL OS MANOS SÓ NOS QUEREM ENRIQUECER...
PASSAPORTE PARA TODOS OS GUINEENSES!
A GEOMETRIA VARIÁVEL DA NOSSA POLÍTICA EXTERNA
Cavaco realça importância do triângulo Luanda-Maputo-Pretória para Portugal
E DE REPENTE NÃO HOUVE MAIS CIMEIRAS EUROPA-ÁFRICA PORQUÊ?SERÁ QUE A ÁFRICA NÃO NOS QUER LÁ?
VIAJAM E PAGAM MUITO ESTES POLÍTICOS.MAS AS RECIPROCIDADES NUNCA APARECEM...
E DE REPENTE NÃO HOUVE MAIS CIMEIRAS EUROPA-ÁFRICA PORQUÊ?SERÁ QUE A ÁFRICA NÃO NOS QUER LÁ?
VIAJAM E PAGAM MUITO ESTES POLÍTICOS.MAS AS RECIPROCIDADES NUNCA APARECEM...
SÓCRATES SÓ INVESTIGADO POR CORRUPÇÃO?E QUE TAL POR TRAIÇÃO?
Freeport. Sócrates vai ser investigado por suspeitas de corrupção
Caso acaba sem condenações, mas tribunal manda extrair certidão para apurar intervenção de Sócrates no processo
ENTÃO O GAJO QUE SABIA EM 2006 QUE O PAÍS ESTAVA A AFUNDAR LENTAMENTE DESDE 2001 TRATA DE, ATRAVÉS DA SUA LEI DA NACIONALIDADE E DA IMIGRAÇÃO,NOS OFERECER O PRIMEIRO SOBADO DA EUROPA?
Caso acaba sem condenações, mas tribunal manda extrair certidão para apurar intervenção de Sócrates no processo
ENTÃO O GAJO QUE SABIA EM 2006 QUE O PAÍS ESTAVA A AFUNDAR LENTAMENTE DESDE 2001 TRATA DE, ATRAVÉS DA SUA LEI DA NACIONALIDADE E DA IMIGRAÇÃO,NOS OFERECER O PRIMEIRO SOBADO DA EUROPA?
MAÇONARIA A MÁFIA INTERNACIONALISTA QUE NOS AFUNDOU
Uma sociedade pouco secreta
por ALBERTO GONÇALVES
Curioso. Meio mundo tem uma opinião sobre os privilégios académicos de Miguel Relvas, mas quase ninguém menciona o fundamento desses privilégios. E nem é necessário grande capacidade dedutiva. O "dr." Relvas é maçon, variante Grande Loja do Oriente Lusitano. O presidente da Lusófona também é maçon, e também membro da mesma "loja". Em 2006, ano da matrícula do "dr." Relvas naquela universidade, ambos já eram "irmãos" na sociedade que se desejaria secreta.
Percebe-se o secretismo: fica bem a um homem adulto o pudor em revelar que, nas horas livres, gosta de vestir aventais e cair na brincadeira. Mas perceber não é sinónimo de aceitar. O "caso" Relvas, explorado até à exaustão devido à antipatia natural que o protagonista suscita e, palpita-me, à respectiva área ideológica, é apenas um fragmento de um "caso" muito mais vasto chamado maçonaria.
Não pretendo dizer que a maçonaria é tema ausente do noticiário caseiro. De vez em quando, o bando obtém honras de manchete e debate graças a um pequeno escândalo, conforme há meia dúzia de meses aconteceu com a divulgação de segredos de Estado numa história que envolvia o entretanto lendário Jorge Silva Carvalho, ex-director do SIED, sócio da "loja" Mozart e - o mundo é pequeno - correspondente por sms do "dr." Relvas.
O problema é que, à semelhança de inúmeras desgraças pátrias, a maçonaria ocasionalmente irrompe em força nos "media", fomenta discussões apaixonadas, produz gritos indignados e, após uns dias em que se jura que nada voltará ao que era, tudo permanece intacto. E "tudo" não é força de expressão: as personagens, os cargos, as trocas, os favores, os interesses, as ilicitudes, as trafulhices, etc. Quem acha que o país está óptimo como está deve dar os parabéns à maçonaria, que em larga medida os merece. Quem acha o contrário, deve dar à maçonaria outra coisa qualquer. Talvez uma ordem de despejo.
Não sou apreciador de proibições. Porém, não faltam por aí entusiastas. Do sal ao açúcar, do tabaco às emissões de dióxido de carbono ataca-se diária e galhardamente as chagas sociais sem nunca beliscar a maior delas: porque é que não se erradica a maçonaria? Numa época em que a crise encerra tantas lojas inocentes, algumas não deixariam saudades. No mínimo, tomava-se à letra a inclinação da seita pela privacidade e impedia-se aos seus devotos o desempenho de funções públicas. Alegadamente, os maçons não querem ser conhecidos. Comprovadamente, nós só ganhamos em desconhecê-los.
por ALBERTO GONÇALVES
Curioso. Meio mundo tem uma opinião sobre os privilégios académicos de Miguel Relvas, mas quase ninguém menciona o fundamento desses privilégios. E nem é necessário grande capacidade dedutiva. O "dr." Relvas é maçon, variante Grande Loja do Oriente Lusitano. O presidente da Lusófona também é maçon, e também membro da mesma "loja". Em 2006, ano da matrícula do "dr." Relvas naquela universidade, ambos já eram "irmãos" na sociedade que se desejaria secreta.
Percebe-se o secretismo: fica bem a um homem adulto o pudor em revelar que, nas horas livres, gosta de vestir aventais e cair na brincadeira. Mas perceber não é sinónimo de aceitar. O "caso" Relvas, explorado até à exaustão devido à antipatia natural que o protagonista suscita e, palpita-me, à respectiva área ideológica, é apenas um fragmento de um "caso" muito mais vasto chamado maçonaria.
Não pretendo dizer que a maçonaria é tema ausente do noticiário caseiro. De vez em quando, o bando obtém honras de manchete e debate graças a um pequeno escândalo, conforme há meia dúzia de meses aconteceu com a divulgação de segredos de Estado numa história que envolvia o entretanto lendário Jorge Silva Carvalho, ex-director do SIED, sócio da "loja" Mozart e - o mundo é pequeno - correspondente por sms do "dr." Relvas.
O problema é que, à semelhança de inúmeras desgraças pátrias, a maçonaria ocasionalmente irrompe em força nos "media", fomenta discussões apaixonadas, produz gritos indignados e, após uns dias em que se jura que nada voltará ao que era, tudo permanece intacto. E "tudo" não é força de expressão: as personagens, os cargos, as trocas, os favores, os interesses, as ilicitudes, as trafulhices, etc. Quem acha que o país está óptimo como está deve dar os parabéns à maçonaria, que em larga medida os merece. Quem acha o contrário, deve dar à maçonaria outra coisa qualquer. Talvez uma ordem de despejo.
Não sou apreciador de proibições. Porém, não faltam por aí entusiastas. Do sal ao açúcar, do tabaco às emissões de dióxido de carbono ataca-se diária e galhardamente as chagas sociais sem nunca beliscar a maior delas: porque é que não se erradica a maçonaria? Numa época em que a crise encerra tantas lojas inocentes, algumas não deixariam saudades. No mínimo, tomava-se à letra a inclinação da seita pela privacidade e impedia-se aos seus devotos o desempenho de funções públicas. Alegadamente, os maçons não querem ser conhecidos. Comprovadamente, nós só ganhamos em desconhecê-los.
Saturday, July 21, 2012
PODIA USAR OUTRA LINGUAGEM, MAS NÃO ERA A MESMA COISA...
GOSTO DE PROVOCAR OS INVERTEBRADOS, CORRUPTOS,TRAIDORES E OS INVERTIDOS.. QUE POR AÍ ANDAM A AFEIÇOAR A PEDRA PARA LEVAREM A ÁGUA AO SEU MOINHO SEMPRE COM GRANDES PRINCÍPIOS NA SUA PROPAGANDA...MAS PARA INGLÊS VER OBVIAMENTE!
COITADOS DOS BELGAS QUE TÊM QUE ATURAR OS PANELEIROS DOS OUTROS...
La Belgique va punir plus sévèrement les agressions homophobes
Le gouvernement belge a approuvé, vendredi, un projet visant à renforcer considérablement les peines dans les cas de violences contre des homosexuels.
QUALQUER DIA CONSEGUEM TORNAR OBRIGATÓRIO O APANHAR NO CU...
Le gouvernement belge a approuvé, vendredi, un projet visant à renforcer considérablement les peines dans les cas de violences contre des homosexuels.
QUALQUER DIA CONSEGUEM TORNAR OBRIGATÓRIO O APANHAR NO CU...
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