Friday, May 25, 2012

O SALVAMENTO DE UM MILHÃO DE IMIGRANTES E AFINS É OU NÃO UMA RIQUEZA?

Governo não trava despesa. E dívida é maior do que se diz
QUINTA, 24 MAIO 2012

Défice aumenta com quebra de 3% nos impostos. Relatório de Execução Orçamental mostra um crescimento de 2,6% da despesa da Administração Central. Saldo da Segurança Social é 62% mais baixo do que o valor registado no mesmo período de 2011

O défice do Estado nos primeiros quatro meses do ano foi de 3,1 mil milhões de euros, mais 25% que no mesmo período de 2011. A justificar a variação está uma quebra na receita e um aumento da despesa. Entre janeiro e abril, a receita caiu 2,2%, empurrada principalmente pela contração de 3% dos impostos. No entanto, é na despesa que a diferença em relação a 2011 é maior. A despesa efetiva do Estado subiu 2,6%, apesar de os gastos primários continuarem a cair (-0,9%).

A subida dos números da despesa é justificada pelo pagamento de juros e outros encargos relacionados com a dívida (57,9%), um calendário de juros de Obrigações do Tesouro e Bilhetes do Tesouro mais pesado do que no mesmo período de 2011 e um incremento de 4,6% das transferências correntes para a Segurança Social, devido à transferência dos fundos de pensões dos bancários. Além do que a contribuição nacional para o orçamento da União Europeia cresceu (102,3 milhões de euros).

Para a descida da despesa, contribuiu a redução das transferências para o Serviço Nacional de Saúde (-9,5%), instituições de Ensino Superior e Ação Social do ES (19,7%) e Administração Local (5,6%); uma contração da despesa com pessoal (-5,8% em remunerações permanentes); e um decréscimo na compra de serviços.

Tudo somado, foram 14,16 mil milhões de euros. Mais 357 milhões do que nos primeiros quatro meses de 2011.


Subsidio de desemprego

Nos primeiros quatro meses, Portugal gastou mais 150 milhões em subsídio de desemprego do que no ano passado. A variação está integrada no aumento da despesa com pensões e outras prestações sociais – que subiram 4,3% e 6,1%, respetivamente.

Segundo os números inscritos no boletim de execução orçamental, a Segurança Social registou um saldo global positivo de 274,3 milhões de euros, menos 451 milhões face a 2011. "A evolução desfavorável da despesa com prestações sociais – sobretudo pensões e subsídios de desemprego e apoios ao emprego -, em paralelo com o decréscimo da receita de contribuições, encontram-se em linha com a conta deste subsetor apresentada em sede de Orçamento Retificativo", lê-se no relatório.

Por um lado, há uma quebra na receita devido à contração de contribuições para a Segurança Social (-2,8%), justificada por mais desemprego e pela compressão da massa salarial – efeito que o Governo admite desejar. Por outro, a despesa com prestações de desemprego subiu 150,3 milhões, enquanto os gastos com formação profissional avançaram 84,7 milhões. No total de 2011, gastou-se 2,1 mil milhões de euros com subsídios de desemprego.


Dívida pública é muito maior do que se diz

O CONSELHO das Finanças Públicas lamenta que os critérios de Maastricht, seguidos pelo Eurostat e pelo Governo, "deixem de fora a dívida comercial e a dívida ainda não devidamente reconhecida".

Para Teodora Cardoso, presidente do recém-formado Conselho das Finanças Públicas (CFP), o problema tem importância e deve ser corrigida quanto antes. "A nossa posição está implícita no relatório que apresentámos. É preciso uma definição mais abrangente não só para a despesa, mas também para a dívida pública. A existência desses valores referem-se a dívida comercial.

Não é muito aconselhável, numa lógica de compromisso, haver entidades que compram ou investem sem que essa despesa apareça", explicou ontem a administradora do Banco de Portugal, na apresentação da primeira análise sobre o Documento de Estratégia Orçamental (DEO), em Lisboa.

Por exemplo, a dívida efetiva detetada pela OCDE é muito maior face à que emerge dos critérios do Eurostat. Outras instituições, aliás, já fizeram o mesmo reparo. A diferença ronda, todos os anos, cerca de dez pontos percentuais do PIB, ou seja, Portugal tem mais cerca de 17 mil milhões de euros de dívida fora das contas oficiais.

Para o Governo, a dívida oficial é menor: será de 113,1% (2012) e 115,7% (2013); a OCDE assume que, mesmo usando a definição do Eurostat, os rácios sobem para 114,5% e 120,3%, respetivamente.


Escritório emprestado

O CFP foi formado em fevereiro, mas ainda não tem instalações autónomas, nem email com domínio próprio (comunica através de uma conta no gmail). "Temos estado a trabalhar em três assoalhadas que o Banco de Portugal nos emprestou. E nos nossos computadores pessoais", lamentou Teodora Cardoso. O CFP é formado por apenas cinco pessoas. A nova instituição voltou a criticar o Governo por o DEO dar pouca informação ou estar incompleto. "A crise da Zona Euro, a questão do desemprego, a crise da economia espanhola não estão explicitadas no DEO. É um documento incompleto na listagem dos riscos", atirou a economista. O CFP sugere ainda que o Governo tenha uma abordagem diferente na contenção de despesa com os funcionários públicos.

Nuno Aguiar | Dinheiro Vivo | 24-05-2012


QUEM FAZ AS LEIS E AS APLICA OU SEJA OS INTERNACIONALISTAS-INTERPRETADORES-MAÇÓNICOS-ADVOGADOS, EX-DESCOLONIZADORES SEM DIREITO A BENS E AGORA COLONIZADORES COM TODOS OS SUBSÍDIOS TÊM "OBRA" PARA APRESENTAR:A TOTAL FALÊNCIA DA NAÇÃO POR MUITOS DECÉNIOS!!!MAS ELES ESTÃO RICOS...E SÃO "DONOS"...

POR CÁ VAMOS TER MAIS LOJAS DOS 300...

L'allemand BMW monte
en puissance en Chine

Grâce à une nouvelle usine, le constructeur double sa capacité de production dans l'empire du Milieu.

E MAIS CHINESES.VÃO CHEGAR QUALQUER DIA OS ASSESSORES PARA A CGTP...

POR CÁ OS DEMOCRATAS ACHAM QUE OS NOSSOS ESTÃO MUITO BEM ONDE ESTÃO...AO DEUS DARÁ...

ASIA Soldados fallecidos en la Guerra de Corea
Corea del Sur recupera por primera vez restos de caídos en el Norte
Se trata de la primera repatriación de este tipo desde el armisticio que puso fin al conflicto entre la dos Coreas hace 59 años.

ISTO AO MESMO TEMPO QUE CONSIDERAM "PORTUGUESES" A UNS GAJOS QUAISQUER A QUEM DÊEM UM PASSAPORTE...VENHA ELE DONDE VIER.DE PREFERÊNCIA POBREZINHO...

O GOVERNO BEM NOS DIZ QUE COMEÇAMOS A CRESCER LÁ PARA O FIM DO ANO...

Portugal vai precisar não de dois mas de três pacotes de ajuda, diz Citi
25 Maio 2012 | 00:01

Banco admite que o prazo de validade da Grécia no euro pode terminar este ano.
A Grécia vai sair do euro até ao final deste ano, o que atirará Portugal para um segundo plano de assistência, diz o Citi. O banco vaticina, no entanto, que mesmo esse segundo resgate não será suficiente. Em 2014 ou 2015, vai avançar-se para um terceiro programa, que abrangerá um "perdão" da dívida pública de Portugal. A Irlanda também não escapa.

MAS PRONTOS CADA VEZ QUE A GUINÉ FAZ UM GOLPE NÓS FICAMOS MAIS RICOS...

"PORTUGUESES"?MAS ALGUÉM ME OUVIU?O POLICARPO DEVE DEDICAR-SE AO EVANGELHO PORQUE LÁ TODOS SOMOS FILHOS DE DEUS...

Portugueses aprovam imigrantes desde que haja emprego ou filhos


Os imigrantes podem ficar em Portugal quanto tempo queiram, desde que haja emprego ou tenham filhos nascidos no país, assinala uma investigação académica sobre as atitudes e os preconceitos dos portugueses face à imigração, lançada hoje em livro.

O objetivo da investigação, elaborada em 2010 pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica Portuguesa e coordenada por João António e Verónica Policarpo, foi analisar as atitudes e os preconceitos dos portugueses face à imigração, comparando com uma sondagem feita pelo mesmo grupo em 2004.

A investigação - a que a agência Lusa teve acesso - concluiu que os portugueses manifestam "uma atitude ambivalente perante a imigração".

A "maior parte dos inquiridos reconhece o contributo dos imigrantes para o enriquecimento cultural do país" (73 por cento) e para "a vida económica" (61%), nomeadamente no "exercício de trabalhos menos desejados pelos portugueses". Embora se assinale "uma ligeira contração na valorização económica dos imigrantes", entre a sondagem de 2004 e a de 2010.

A maioria considera igualmente que "os imigrantes devem ter mais direitos do que os que têm atualmente, nomeadamente de voto (73%), de naturalização (75%) e de reagrupamento familiar (85%)", destaca o estudo.

Porém, ao mesmo tempo, os portugueses defendem que os imigrantes só devem permanecer em Portugal "enquanto houver trabalho ou no caso de haver já descendentes nascidos" no país.

"Pouco mais de metade dos inquiridos são favoráveis à redução do número de imigrantes", com taxas entre os 46 e os 57 por cento, "consoante a origem geográfica dos imigrantes", destaca o estudo.

Por outro lado, a maioria dos inquiridos considera que "deve haver contacto entre portugueses e imigrantes" -- aliás, o estudo identifica este contacto como um fator "relevante para a diminuição do preconceito".

Os imigrantes devem "aprender a cultura portuguesa" e "manter a sua cultura de origem", defendem os portugueses, menos certos na aprovação da manutenção do "modo de vida".

Assinalando que as mulheres imigrantes sofrem de "subrepresentação e invisibilidade" na comunicação social, o estudo salienta que, quando estas são referidas, aparecem normalmente associadas à prostituição (67%) e à criminalidade (41%). Já os homens imigrantes surgem mais associados a casos de criminalidade (98%) e trabalho (38%).

De acordo com a ficha técnica da sondagem efetuada em 2010, foram inquiridos 1.830 indivíduos com 18 ou mais anos residentes em Portugal Continental, nos dias a 27 e 28 de novembro e 01, 04, 05, 08, 11, 12, 19 e 20 de dezembro de 2010.

Os resultados do estudo "Os imigrantes e a imigração aos olhos dos portugueses" serão apresentados hoje, na Fundação Gulbenkian, em Lisboa, a partir das 14:30, e a sessão de abertura contará com a presença de Feliciano Barreiras Duarte, secretário de Estado Adjunto do Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares.


OS "PORTUGUESES" DEVEM ANDAR RADIANTES POR "PAGAREM" CERCA DE UM MILHÃO...O INTERNACIONALISMO SALVADOR DO PLANETA ENTRANHOU-SE...

EU A JULGAR QUE A "INVESTIGAÇÃO" AINDA UM DIA IR DAR NISTO:MARX-LENINE-ESTALINE-BOAVENTURA SOUSA SANTOS...

Somos um país inovador?

Temos um défice grande de ligação entre empresas e universidades, o que faz com que não se crie valor económico do investimento que se faz em investigação e de-senvolvimento (I&D) em Portugal. Este é um dos grandes desafios que temos pela frente. Cerca de 1,6% do PIB é investido anualmente em I&D, mas em termos de resultados estamos em 23.o lugar na União Europeia a 27. Isto quer dizer que a investigação e o conhecimento gerado nas universidades não são valorizados economicamente; não geram empregos, não geram exportações, não geram patentes…

TANTO INVESTIGADOR EM CIÊNCIAS SOCIAIS,O RECUO DA ACADEMIA DAS CIÊNCIAS DA EX-URSS PARA ISTO?PORRA...
MAS Ó OLIVEIRA ESTOU CONTIGO PÁ.CRIAR EMPRESAS PARA COLOCAR OS FILHOS DE ALGO É PRECISO...

MENU A DISTRIBUIR NAS CADEIAS E NOS BAIRROS SOCIAIS MULTICULTURAIS PORQUE NÃO CUSTA QUASE NADA...

Menu de luxo na Assembleia da República
Perdiz, porco preto alimentado a bolota e lebre são alguns dos produtos exigidos pelo Caderno de Encargos do concurso público para fornecer refeições e explorar as cafetarias do Parlamento.
Das exigências para a confecção das ementas de deputados e funcionários constam ainda pratos com bacalhau do Atlântico, pombo torcaz e rola, de acordo com o documento a que o CM teve ontem acesso. O café a fornecer deverá ser de "1ª qualidade" e os candidatos ao concurso têm ainda de oferecer quatro opções de whisky de 20 anos e oito de licores. No vinho, são exigidas 12 variedades de Verde e 15 de tintos alentejanos e do Douro.
É também especificado que o mesmo prato não deve ser repetido num prazo de duas semanas. O Caderno de Encargos do concurso, que termina em Junho, estabelece que a qualidade dos produtos vale 50%, o preço 30% e a manutenção 20%.


DEVERIAM AINDA ACRESCENTAR UM CAPÍTULO "RESERVADO", PORQUE A VIDA ÍNTIMA DEVE SER OBVIAMENTE RESPEITADA, ACERCA DA QUALIDADE DO BORDEL, SEM DISCRIMINAÇÃO DE GÉNERO E DE RAÇA PARA SOBREMESA...TUDO BEM SELECCIONADO EM CASTINGS RIGOROSOS...