Wednesday, May 26, 2010

POR CÁ É MAIS FAZER O GRANDE SOBADO DE LISBOA...

El desafío de la 'gran Hungría'
Una ley que concede la nacionalidad a las minorías magiares en el exterior inquieta a los países vecinos

http://www.elpais.com/articulo/internacional/desafio/gran/Hungria/elpepuint/20100526elpepuint_12/Tes

Tuesday, May 25, 2010

EM TODAS AS ÉPOCAS HOUVE VERMES

Só areia e pedras em urna de ex-militar
00h14m
A família de um ex-combatente na Guerra Colonial ameaçou ontem processar o Estado porque descobriu que a urna do militar, trasladada há 42 anos de África, afinal tinha apenas areia e pedras e não ossadas do defunto.

"O coveiro abriu a campa para fazer a transladação dos ossos" do militar "para a sepultura da esposa [agora falecida] e quando abriu a urna, para espanto, encontrou areia e pedras", contou um representante dos familiares.

António Salvador, presidente da Junta de Freguesia da Atouguia da Baleia, disse à Lusa que a urna em chumbo foi aberta pelo coveiro e estava intacta, obrigando o funcionário a um trabalho reforçado para conseguir abri-la.

COLOQUEM O ESTADO EM TRIBUNAL PARA APURAR O QUE SE PASSOU.AINDA PODE HAVER ALGUÉM VIVO DE CERTEZA.PULHA EVIDENTEMENTE.E COMO JÁ PAGARAM O ENTERRO OBRIGUEM OS GAJOS A TRAZER AGORA OS OSSOS...

O LABORATÓRIO EM QUE SE TRANSFORMOU PORTUGAL

By PAUL KRUGMAN
Published: April 29, 2010
Not that long ago, European economists used to mock their American counterparts for having questioned the wisdom of Europe’s march to monetary union. “On the whole,” declared an article published just this past January, “the euro has, thus far, gone much better than many U.S. economists had predicted.”



Fred R. Conrad/The New York Times
Paul Krugman

Oops. The article summarized the euro-skeptics’ views as having been: “It can’t happen, it’s a bad idea, it won’t last.” Well, it did happen, but right now it does seem to have been a bad idea for exactly the reasons the skeptics cited. And as for whether it will last — suddenly, that’s looking like an open question.

To understand the euro-mess — and its lessons for the rest of us — you need to see past the headlines. Right now everyone is focused on public debt, which can make it seem as if this is a simple story of governments that couldn’t control their spending. But that’s only part of the story for Greece, much less for Portugal, and not at all the story for Spain.

The fact is that three years ago none of the countries now in or near crisis seemed to be in deep fiscal trouble. Even Greece’s 2007 budget deficit was no higher, as a share of G.D.P., than the deficits the United States ran in the mid-1980s (morning in America!), while Spain actually ran a surplus. And all of the countries were attracting large inflows of foreign capital, largely because markets believed that membership in the euro zone made Greek, Portuguese and Spanish bonds safe investments.

Then came the global financial crisis. Those inflows of capital dried up; revenues plunged and deficits soared; and membership in the euro, which had encouraged markets to love the crisis countries not wisely but too well, turned into a trap.

What’s the nature of the trap? During the years of easy money, wages and prices in the crisis countries rose much faster than in the rest of Europe. Now that the money is no longer rolling in, those countries need to get costs back in line.

But that’s a much harder thing to do now than it was when each European nation had its own currency. Back then, costs could be brought in line by adjusting exchange rates — e.g., Greece could cut its wages relative to German wages simply by reducing the value of the drachma in terms of Deutsche marks. Now that Greece and Germany share the same currency, however, the only way to reduce Greek relative costs is through some combination of German inflation and Greek deflation. And since Germany won’t accept inflation, deflation it is.

The problem is that deflation — falling wages and prices — is always and everywhere a deeply painful process. It invariably involves a prolonged slump with high unemployment. And it also aggravates debt problems, both public and private, because incomes fall while the debt burden doesn’t.

Hence the crisis. Greece’s fiscal woes would be serious but probably manageable if the Greek economy’s prospects for the next few years looked even moderately favorable. But they don’t. Earlier this week, when it downgraded Greek debt, Standard & Poor’s suggested that the euro value of Greek G.D.P. may not return to its 2008 level until 2017, meaning that Greece has no hope of growing out of its troubles.

All this is exactly what the euro-skeptics feared. Giving up the ability to adjust exchange rates, they warned, would invite future crises. And it has.

So what will happen to the euro? Until recently, most analysts, myself included, considered a euro breakup basically impossible, since any government that even hinted that it was considering leaving the euro would be inviting a catastrophic run on its banks. But if the crisis countries are forced into default, they’ll probably face severe bank runs anyway, forcing them into emergency measures like temporary restrictions on bank withdrawals. This would open the door to euro exit.

So is the euro itself in danger? In a word, yes. If European leaders don’t start acting much more forcefully, providing Greece with enough help to avoid the worst, a chain reaction that starts with a Greek default and ends up wreaking much wider havoc looks all too possible.

Meanwhile, what are the lessons for the rest of us?

The deficit hawks are already trying to appropriate the European crisis, presenting it as an object lesson in the evils of government red ink. What the crisis really demonstrates, however, is the dangers of putting yourself in a policy straitjacket. When they joined the euro, the governments of Greece, Portugal and Spain denied themselves the ability to do some bad things, like printing too much money; but they also denied themselves the ability to respond flexibly to events.

And when crisis strikes, governments need to be able to act. That’s what the architects of the euro forgot — and the rest of us need to remember.

PARA JÁ UM RESULTADO DESTAS EXPERIÊNCIAS TODAS:A PESADA HERANÇA SALAZARISTA OU SEJA MAIS DE 800 TONELADAS DE OURO FORAM-SE...
DE DESCOLONIZADORES PASSARAM A COLONIZADORES COM DIREITOS OU SEJA A AFRICANIZADORES DOS PORTUGUESES.
ENTRETANTO OS REVOLUCIONÁRIOS TRANSFORMARAM-SE EM CAPITALISTAS DONOS DA COISA...
VIVA O ISCTE!

MAS ISTO ACONTECE OU NÃO POR CÁ?

Jamaica: Polícia toma de assalto reduto de traficantePor Redacção

A polícia e o exército jamaicanos tomaram de assalto o reduto do traficante de droga Christopher “Dudus” Coke, cuja extradição é reclamada pelos Estados Unidos. Durante os confrontos que já duram desde domingo, dois polícias morreram e outros seis ficaram feridos.

De acordo com declarações de um porta-voz da polícia, citadas pela edição on-line do i, as autoridades tomaram de assalto o bairro Tivoli Gardens da capital Kingston.

Os confrontos geraram o pânico entre a população que fugiu do bairro. Registaram-se vários combates entre as forças de segurança e homens da confiança do traficante. 07:58 - 25-05-2010
QUANTOS BAIRROS POR AÍ NÃO EXISTEM COMO "NO GO ZONES"?SÃO AS TAIS ZONAS LIBERTADAS DONDE PARTE A GUERRILHA...

O RSI E OS ASSALTOS NÃO CHEGAM.TEM QUE HAVER TAMBÉM DROGA...

PJ detecta falso suspeito de homicídio
Albergaria-a-Velha
00h30m
JESUS ZING
O jovem de 23 anos que, anteontem, se entregou no posto da GNR de Albergaria-a-Velha, confessando ser o autor dos disparos de caçadeira que vitimou um jovem de 25 anos perto do acampamento do Fial, em Albergaria-a-Velha, é considerado pela Policia Judiciária (PJ) de Aveiro como um falso suspeito. Não será, por essa razão, interrogado por juiz de instrução criminal para aplicação de medidas de coacção.

"Nem sempre o que parece óbvio é", disse, ao JN, uma fonte da PJ, salientando que, por isso, as investigações ainda estão a decorrer, desconhecendo-se até ao fecho desta edição se a PJ já tinha detido o verdadeiro autor do homicídio.

No entanto, a motivação para a prática do crime está esclarecida: negócios envolvendo o tráfico de drogas, segundo apurou o JN.

João Curto, de 25 anos, vítima mortal, foi atingido a tiro de caçadeira ao fim da tarde de anteontem, quando se encontrava dentro de uma viatura juntamente com um outro indivíduo. Este viria a ser agredido pelo homicida num braço, tendo recebido tratamento hospitalar em Aveiro. O crime ocorreu na Rua Direita, a estrada que liga Fial a Albergaria-a-Velha e onde está situado um acampamento que é referenciado pelas autoridades policiais como local de tráfico de droga..

A vítima mortal estava, por outro lado, referenciada pelas autoridades policiais em diversos furtos ocorridos na região.
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Mulheres detidas por matarem toxicodependente
A PJ identificou duas mulheres de etnia cigana, de 45 e 22 anos, por "fortes indícios do presumível envolvimento de ambas" no homicídio que vitimou um homem de 25 anos domingo, em Fial, Albergaria-a-Velha.
As arguidas ficaram obrigadas a apresentações no posto policial da área de residência, com frequência diária a uma delas e bissemanal a outra.
O CPPENAL É OU NÃO HUMANISTA?

COMO A CIGANADA ERA INSUFICIENTE PARA OS INTEGRADORES E COMBATENTES DA POBREZA ESTÁ DE IMPORTAR AFRICANOS ÁS CENTENAS DE MILHAR.DIZIAM QUE ERA UMA RIQUEZA...AGORA VÃO PERGUNTAR AOS GAJOS QUE ANDARAM A DIZER ISSO QUEM É QUE OS VAI PAGAR...
UM DELES É O ZÉ MAGALHÃES DA JUSTIÇA.UM INTERNACIONALISTA DOS 4 COSTADOS.FOI DESCOLONIZADOR ENCARTADO MAS AGORA COLONIZA COM DIREITOS...

DESTES QUANTOS VÃO CALHAR AO SOBADO DE LISBOA?

Embarcação saiu de Marrocos

Espanha: Resgatados 44 imigrantes ilegais
Os Serviços Marítimos da Guardia Civil resgataram na noite de segunda-feira 44 imigrantes ilegais oriundos da África sub-sahariana e que seguiam numa embarcação interceptada a sul de Motril, próximo de Granada.


A embarcação, na qual seguiam apenas homens, foi localizada pelas câmaras do Serviço Integral de Vigilância Exterior pelas 22h00 de ontem.
Os imigrantes foram transportados numa embarcação da Guardia Civil para o porto de Motril, onde receberam a primeira assistência médica prestada pela Cruz Vermelha.
A nacionalidade dos ocupantes é ainda desconhecida, mas sabe-se que a embarcação partiu da cidade marroquina de Nador.

OU SERÁ QUE OS GAJOS SÓ QUEREM IR PARA A RUSSIA QUE OS AJUDOU SOB A DIRECÇÃO SUPERIOR DO ÁLVARO CUNHAL A LIBERTAR?OU ACABAM COM A DIRECÇÃO TRAIDORA DE QUE A PÁTRIA É ONDE NOS SENTIMOS BEM OU FICAM DEPRESSA COMO OS AFRICANOS...POIS QUE O LEMA É "TEMOS QUE GANHAR MENOS PARA OUTROS GANHAREM MAIS".MESMO QUE NADA TENHAM QUE FAZER E ESTEJAM ARMAZENADOS EM BAIRRO SOCIAL ÁS CENTENAS DE MILHAR DONDE PARTEM PARA NOS ANIMAR COM A DROGA, OS ROUBOS, OS ASSALTOS...

Monday, May 24, 2010

COM 700000 DESEMPREGADOS E 400000 RSI´S...

Mão-de-obra tailandesa salva morangos do litoral
Portugueses recusam trabalhar. Dos 100 mandados pelo Centro de Emprego, só um aceitou
00h30m
ZULAY COSTA
Não falta quem deseje provar os morangos cultivados junto ao mar desde Mira à Vagueira, mas colhê-los da terra é outra história. Não fossem tailandeses e toneladas ficavam por apanhar. Dos 100 portugueses mandados pelo Centro de Emprego, só um aceitou.


foto fernando timóteo/global imagens

Tailandeses ganham, no mínimo, 550 euros líquidos por mês na plantação de morangos de Praia de Mira


Vítor Rodrigues, que há oito anos explora 20 hectares em Videira Norte, na freguesia de Praia de Mira, apenas conseguiu suprir as dificuldades em conseguir mão-de-obra para a colheita dos morangos, que decorre por esta altura, recorrendo a trabalhadores vindos da Tailândia, a quem paga, no mínimo, 550 euros líquidos por mês por 40 horas de trabalho semanais. Há dois anos, chegou a perder 70 toneladas por não ter quem retirasse o fruto da terra. No ano passado, contactou uma empresa de trabalho temporário e adicionou uma dezena de tailandeses à equipa de funcionários fixos. Os braços extra revelaram-se essenciais para salvar as 550 toneladas de produção.

Este ano, são 20 os homens tailandeses que aceitaram meter mãos na terra e por isso ficaram alojados em instalações pré-fabricadas.Irão reforçar a equipa composta por 20 portuguesas que, durante todo o ano, asseguram a plantação e colheita da Fragarte.

Metade com atestado médico

"Produzimos morango o ano inteiro, ainda que dê prejuízo, para tentarmos assegurar trabalho menos sazonal para as pessoas. Se fosse só na época alta, seria complicado arranjar tantos trabalhadores. Para a época alta conto com os tailandeses, senão seria complicado", justifica Vítor.

"Todos os anos temos dificuldades em arranjar trabalhadores para a época alta. Pedimos e o Centro de Emprego reencaminha cerca de 100. Só que, depois, metade não aparece e o resto vem com atestado médico a dizer que não pode ou tem um impedimento qualquer. Eu preferia ter só trabalhadores portugueses, porque há tanto desemprego no país mas penso que será uma questão de mentalidade, as pessoas preferem ficar em casa a receber do Estado em vez de meterem as mãos na terra", critica Vitor Rodrigues. Da centena de trabalhadores encaminhados pelo centro de emprego, ficou apenas uma mulher.

Mas os trabalhadores tailandeses, a quem elogia a capacidade de trabalho, trato e perspicácia, apesar de terem de comunicar por gestos uma vez que eles não falam português, trouxeram outra vantagem. "Desde que eles chegaram, o absentismo dos portugueses diminuiu", diz.

Prayat Chamnanprai, um tailandês de 43 anos (ver caixa) ladeia nos campos com os restantes colegas e mal se distingue. As portuguesas não os estranham. Celeste Carinha, 30 anos, da Barra de Mira, não teve dificuldade em aprender a comunicar por gestos. Celeste já vai na oitava campanha. Há muito que se dobra sobre os morangueiros, colhendo frutos e transportando caixas. Não tem medo do trabalho,"gosto do contacto com a terra".

Dez tailandeses na Vagueira

Também Paulo Pereira, co-proprietário de uma exploração na praia da Vagueira, Vagos, tinha habitualmente dificuldade em conseguir mão-de-obra para a colheita dos produtos no período de maior azáfama. "São necessárias pessoas com alguma dedicação e sensibilidade porque os frutos são delicados, não podem ser pessoas enviadas a contragosto, como muitas vezes acontecia com as pessoas que me apareciam aqui vindas do Centro de Emprego", refere.

Por isso, resolveu combater a sazonalidade do emprego, plantando diversas culturas nos 30 hectares de terreno que possui, entre a ria e o mar. "Apenas cinco hectares têm morangos, nos restantes temos outras culturas e, assim, não saem os produtos agrícolas todos ao mesmo tempo e temos trabalho para as pessoas sensivelmente o ano inteiro". Desta forma, consegue trabalho diário para uma equipa fixa de 15 trabalhadores, residentes na freguesia da Gafanha da Boa Hora. A auxiliar, nas épocas em que o trabalho é demais para os trabalhadores fixos, empregamos "perto de dez tailandeses".

É OU NÃO UMA GOVERNAÇÃO CIENTÍFICA?DEPOIS TEMOS QUE GANHAR MENOS PARA OUTROS GANHAREM MAIS SEM NADA FAZEREM...